Reconciliação

Voltei para a casa dele com o coração acelerado.

Havíamos nos separado de forma consensual há alguns meses, mas a saudade era um fogo que não apagava, e não resisti a lhe enviar uma mensagem. Em minha mensagem algo curto mas cheio de verdade: “Saudades Dr.”

Marcelo me ligou, quase que imediatamente me dizendo que sentia o mesmo. Logo combinamos de nos reencontrar-mos.

No dia seguinte, logo no início da tarde, a voz grave e romântica de sempre: “Vem pra casa, Ricardo. Eu preparei tudo. Preciso de você hoje.”

Quando entrei no sobrado, o cheiro de rosas me envolveu. A sala estava em penumbra, velas acesas, e ele me esperava com aquele sorriso que sempre me desmontava. Advogado, alto, corpo definido de quem malha com disciplina, olhos escuros que pareciam me devorar. Ele me puxou para um beijo lento, profundo, as mãos grandes segurando minha nuca enquanto sua língua explorava minha boca com fome acumulada.
— Senti sua falta pra caralho — murmurou contra meus lábios.

Ele me levou até o quarto no andar de cima. A cama king size estava coberta de pétalas de rosas vermelhas, um caminho sensual sobre os lençóis escuros. No centro, uma camisola preta de cetim e renda, curta, quase transparente. Meu pau já latejava só de imaginar.
— Quero você vestido assim pra mim — disse ele, rouco.

Tirei a roupa devagar enquanto ele me observava, já tirando a camisa e revelando o peito largo e definido. Vesti a camisola. O tecido deslizava frio e macio sobre minha pele, roçando meus mamilos e mal cobrindo minha bunda. Marcelo gemeu baixinho, apertando o volume enorme na calça.

Começamos no banho. A água quente caía sobre nós enquanto ele me prensava contra os azulejos. Suas mãos ensaboavam meu corpo com possessividade, dedos grossos abrindo minha bunda, massageando meu buraco com cuidado e desejo. Eu gemia alto, empinando para ele. Marcelo me virou de frente, me ajoelhei e enfiei aquele pau grosso e latejante na minha boca. Eu adorei cada centímetro. Chupei devagar no começo, sentindo o gosto salgado da pele, a veia pulsando na língua, o jeito como ele inchava ainda mais na minha garganta. Ele segurava minha cabeça, fodendo minha boca com estocadas controladas, gemendo meu nome. “Porra, Ricardo… sua boca é perfeita.”

Eu me demorei ali, como amo fazer. Lambi as bolas pesadas, chupei a cabeça inchada, engoli fundo até meus olhos lacrimejarem de prazer. Ele tremia, as coxas duras, controlando o orgasmo.
Depois me virou, me fez apoiar as mãos na parede e me comeu ali mesmo, de pé. O pau dele entrava devagar no começo, abrindo meu cu com aquela grossura deliciosa que me enchia completamente. Cada estocada fazia eu gemer alto, o som ecoando no banheiro. A água escorria entre nossos corpos, minhas pernas tremiam de prazer enquanto ele batia fundo, acertando minha próstata sem parar. “Você é tão apertado… tão meu,” ele rosnava, mordendo meu ombro.

Fomos para a cama molhados. Ele me deitou sobre as pétalas, abriu minhas pernas e me chupou primeiro, língua habilidosa no meu pau e depois descendo para meu buraco, comendo minha bunda com a boca enquanto eu me contorcia de prazer. Depois me fodeu de frente, olhando nos meus olhos, a camisola toda embolada na minha cintura. Eu sentia cada centímetro entrando e saindo, o peso dele sobre mim, o cheiro de sexo misturado com rosas. Gozei pela primeira vez assim, jorrando entre nossos ventres enquanto ele continuava metendo, mais fundo, mais forte.
Na cozinha, ele me sentou na bancada, abriu minhas pernas e me comeu ali, meus calcanhares apoiados em seus ombros. O pau dele batia tão fundo que eu via estrelas. Eu segurava na borda da pia, gemendo sem controle, o som molhado de pele contra pele ecoando. Ele me virava, me colocava de quatro sobre a mesa e me arrombava com força, uma mão no meu quadril, a outra puxando a camisola. “Quero te encher todo, minha puta.”

Voltamos para o quarto. Ele me fodeu de lado, depois de bruços, depois cavalgando nele, subindo e descendo no seu pau grosso enquanto ele apertava minha bunda e gemia meu nome. Eu sentia ele pulsar dentro de mim, quente, latejante. O prazer era tão intenso que eu choramingava.

Por fim, o que eu mais queria. Ele me levou até a janela grande da sala, as cortinas abertas o suficiente. A rua do condomínio lá embaixo, casas vizinhas, algumas luzes acesas. Eu de pé, inclinado para frente, mãos apoiadas no vidro frio. Marcelo atrás de mim, levantando a camisola, abrindo minha bunda e enfiando tudo de uma vez. Gemi alto, o prazer quase insuportável. Ele me comia com força, estocadas profundas e ritmadas, o pau saindo quase todo e voltando com tudo, batendo direto na próstata. Meu pau babava contra o vidro enquanto ele me segurava pelos quadris.
— Olha pra rua enquanto eu te fodo — ordenou, voz rouca de tesão.
Eu olhava as luzes do condomínio, o risco de alguém ver de alguma janela vizinha, e isso só aumentava o prazer. Ele metia cada vez mais rápido, mais fundo, o saco batendo contra mim. Eu sentia meu cu piscando ao redor dele, o orgasmo subindo novamente. Gozei forte, jatos longos espirrando no chão enquanto ele continuava, até que, com um gemido gutural, ele gozou dentro de mim, quente, grosso, enchendo meu interior com porra quente enquanto tremia contra minhas costas.
Ficamos ali, ofegantes, ele ainda dentro de mim, beijando meu pescoço.
— Nunca mais vamos nos separar — sussurrou.
Eu sorri, exausto, feliz, completamente dele.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Reconciliação

Codigo do conto:
261909

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/05/2026

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