Eu me chamo Ricardo e sou completamente passivo. Adoro sentir um homem me desejando, me usando, e principalmente adoro mamar uma rola bem grossa até o final, engolindo todo o leitinho quente que ele jorra pra mim. Naquele dia eu estava insuportável de tesão, “subindo pelas paredes”, com a bunda latejando de vontade de ser comida. Fui almoçar no restaurante de sempre. Sentei na minha mesa e, logo que me acomodei, senti o olhar. Geraldo. Um homem de meia-idade, calvo no topo da cabeça, com aqueles fios grisalhos apenas nas laterais, bem aparados. Não era um modelo de beleza, mas tinha um charme maduro, viril, daqueles que sabem exatamente o que querem. Ele não disfarçava: os olhos desciam direto para a minha bunda grande e empinada, que sempre chama tanta atenção. Em vez de desviar, eu retribuí o olhar. Mordi o lábio, sorri de canto e me ajeitei na cadeira de forma que ele pudesse ver melhor o volume da minha bunda. O clima esquentou rápido. Enquanto eu ainda comia, um atendente se aproximou discretamente e colocou um guardanapo dobrado ao lado do meu prato. “Do senhor da mesa do fundo”, sussurrou. Abri ali mesmo: era o telefone dele e, embaixo, escrito à caneta: “Geraldo. Não consigo parar de olhar pra você. Me chama”. Levantei o olhar. Geraldo sorriu, safado, e eu senti um arrepio gostoso. Terminei de almoçar com o coração acelerado e o cu piscando de tesão. Assim que saí, adicionei o número. “Sou o Ricardo. Gostei do jeito que você me olhou”. Ele respondeu na hora: “E eu gostei muito mais dessa bunda grande. Sou casado, mas desde que te vi só penso em te foder. Você é bem passivo?” A conversa ficou quente rapidinho. Ele confessou que sempre curtiu homens bem submissos e que minha bunda o deixou louco de fantasias. Eu disse que era dele se quisesse. No mesmo dia, depois do trabalho, ele me esperava a alguns metros do prédio. Entrei no carro dele e o cheiro masculino misturado com o volume na calça dele me deixou molhado. “Posso te acariciar enquanto dirige?”, pedi com voz manhosa. Geraldo abriu o zíper e tirou pra fora uma rola grossa, pesada, já babando. Eu baixei a cabeça ali mesmo no trânsito e comecei a mamar. Lambi devagar toda a extensão, sentindo o gosto salgado, depois engoli fundo, chupando com fome, fazendo barulhos molhados enquanto ele gemia baixinho: “Porra, Ricardo… que boca gulosa… chupa assim, vai… engole meu pau todo”. Chegamos no motel já loucos. Assim que a porta fechou, Geraldo me agarrou, tirou minha roupa e apertou minha bunda com força, abrindo as bandas. “Essa bunda foi feita pra sentar na rola”, rosnou. Eu me ajoelhei e voltei a mamar com devoção, olhando pra cima enquanto ele fodia minha boca. Ele me colocou de quatro na cama primeiro. Entrei gemendo alto quando ele empurrou a rola grossa devagar, abrindo meu cuzinho. “Ai, Geraldo… que rola grande… me fode…”. Ele começou a estocar fundo, batendo forte contra minha bunda que tremia a cada pancada. “Toma, sua putinha… geme pra mim… essa bunda é minha agora”. Eu rebolava, gemendo sem vergonha: “Me fode mais forte… sou sua fêmea… ai, que gostoso…”. O quarto inteiro ecoava nossos gemidos e o barulho de pele contra pele. Depois ele me virou de ladinho. Deitado de lado, com uma perna levantada, ele entrou de novo, mais devagar, mas fundo, roçando direto na minha próstata. Eu tremia inteiro, gemendo manhoso: “Assim… bem fundo… me enche…”. Geraldo mordia meu pescoço e sussurrava sacanagens no meu ouvido: “Você é tão apertadinho… vou te encher de porra… gosta de rola de homem casado, né sua vadia?”. Eu respondia entre gemidos: “Adoro… me usa… sou todo seu”. Por fim, ele me colocou de franguinho: deitado de costas, pernas bem abertas e apoiadas nos ombros dele. Nessa posição ele me olhava nos olhos enquanto metia fundo. Eu gemia alto, quase gritando de prazer: “Me fode assim… me arromba… ai, Geraldo… tô louco de tesão”. Ele acelerou, suado, gemendo rouco: “Vou gozar… quer no rosto primeiro, safado?”. Tirei ele de dentro e abri a boca. Geraldo gozou forte, jatos grossos e quentes melando todo meu rosto, meus lábios, minha língua e até um pouco no cabelo. Eu lambia tudo que conseguia, gemendo de satisfação. “Engole, vai… boa garota”, ele ofegava. Não demorou muito e ele estava duro de novo. Me colocou de quatro outra vez e meteu com força. Eu rebolava desesperado, gemendo: “Goza dentro… me enche de leitinho…”. Geraldo segurou minha cintura e gozou fundo no meu cuzinho, jatos quentes pulsando dentro de mim. Quando ele tirou, senti o leite grosso escorrendo devagar pela minha bunda, descendo pelas coxas, melando tudo. Eu ainda tremia de prazer, passando a mão e lambendo os dedos. Deitamos suados, ele acariciando minha bunda marcada. “Quero repetir isso muitas vezes”, murmurou. Eu sorri, ainda sentindo o gosto dele na boca e o calor do leitinho escorrendo entre minhas pernas, e respondi: “Sempre que quiser… sou sua fêmea”. Foi um almoço comum que virou o dia mais safado e gostoso da minha vida.
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