Geraldo era seu nome. Um contador que conheci em um site de encontros gays na internet. Assim que ele trancou a porta, me puxou e falou rouco:
— Caralho, Ricardo… finalmente vou comer essa bunda enorme que você me mostrou nas fotos. Tira essa roupa agora, sua puta.
Eu gemi alto já só de ouvir ele e fui tirando a roupa devagar, rebolando. Quando fiquei só de lingerie preta de renda — calcinha fio-dental enterrada na minha bunda lisinha e grandona, sutiã e meias 7/8 — Geraldo arregalou os olhos e apertou o pau por cima da calça.
— Porra… que viado gostoso. Essa bunda é um pecado, hein? Vem cá, sua fêmea.
Ele me agarrou, me deu um beijo molhado e já foi descendo a mão, apertando forte minha bunda, abrindo as bandas. Eu gemia escandalosamente no beijo:
— Ai, Geraldo… me toca, amor… eu sou sua putinha hoje… me usa como quiser.
Ele me jogou no sofá-cama e eu já fui de quatro, empinando bem a bunda. Ele abaixou a calcinha e enterrou a cara ali, lambendo meu cuzinho com fome. Eu comecei a gemer alto, quase gritando:
— Issooo! Chupa meu cu, Geraldo! Me lambe gostoso, vai… ai que delícia, caralho!
Ele metia a língua fundo, babando tudo, dando tapas na minha bunda enquanto eu rebolava na cara dele. Depois me virou e eu caí de boca na rola dele. Comecei a mamar bem gulosa, fazendo barulho, babando muito, gemendo com a rola na boca:
— Hmmm… que rola grossa… eu adoro mamar seu pau, seu macho casado… me fode a boca!
Geraldo segurava minha cabeça e metia devagar, falando safadeza sem parar:
— Isso, viado… mama gostoso. Engole essa rola, sua fêmea safada. Que boca quente do caralho!
Eu gemia alto, escandalosa, chupando sem pressa, lambendo as bolas, olhando pra ele com cara de puta. Ele ficava louco.
A primeira foda foi bruta. Ele me colocou de quatro de novo e meteu tudo de uma vez. Eu gritei de prazer:
— Aaaaiii! Me fode, Geraldo! Me arromba essa bunda! Sou sua viadinha… mete mais fundo, porra!
Ele socava forte, segurando minha cintura, dando tapas estalados na bunda:
— Toma, sua puta! Essa bunda é minha agora. Geme mais alto, vai… quero ouvir você gritando como a fêmea que você é!
Eu gemia sem controle, escandalosa pra caralho, rebolando e pedindo mais. Gozei primeiro, tremendo inteiro, gozando no sofá sem nem tocar no pau. Ele tirou e gozou nas minhas costas, gemendo alto.
Depois da ducha, onde ele me ensaboou todo e eu continuei gemendo baixinho enquanto ele me apertava, voltamos pro sofá.
A segunda vez foi mais lenta, mas não menos safada. De ladinho, ele me abraçando por trás, metendo bem fundo e falando no meu ouvido:
— Você é minha fêmea, Ricardo… toda lisinha, toda minha. Rebola nessa rola, vai… geme pra mim.
Eu gemia manhoso e alto ao mesmo tempo:
— Ai, que delícia… me fode devagarinho assim… sou sua putinha romântica… me enche de rola, amor!
Gozei de novo, gemendo bem escandaloso, e ele gozou dentro, apertando forte meu corpo.
A terceira foi pura putaria. Eu de joelhos, mamando com tudo, babando, engasgando de leve e gemendo sem parar. Geraldo fodia minha boca segurando meu cabelo:
— Isso, viado guloso! Chupa essa rola… vou te encher de porra. Quer leite na boca, sua puta?
— Querooo! Goza na minha boca, Geraldo! Me dá tudo!
Ele gemeu alto, segurou minha cabeça e gozou fartamente. Muito leite quente, grosso… eu engoli o máximo que consegui, o resto escorrendo no queixo, pingando na lingerie. Lambi tudo, limpando ele bem devagar, gemendo de satisfação.
Ficamos abraçados depois, ele passando a mão na minha bunda e dizendo:
— Você é o viado mais gostoso que já comi… escandaloso do jeito que eu gosto.
Saímos quase às 20h, com a promessa de repetir em breve. E repetimos. Mas isso vai ser outra história!
Escândalo é essa estória enlouquecedora de vadiagem intensa pura. Provocação, excitação e trepadas sem limitações. Cada vez se superando, meu querido... que show!!!