Alto, moreno, barba cerrada, braços grossos. Eu entrava todo dia de roupa social — camisa bem ajustada e calça social preta que marcava minha bunda generosa de 118 cm. Sentava no fundo e sentia os olhares dele.
Na sexta eu me adiantei no ponto. Quando passei por ele, ouvi:
— Tá adiantado hoje, hein, Ricardo?
A conversa fluiu. Falamos de Copa, de jogos, de vida. No quarto dia ele me convidou:
— Sábado vou fazer um churrasquinho lá em casa. Só nós dois… a família viajou.
Cheguei por volta das duas da tarde. Ele abriu a porta só de bermuda e regata, o corpo suado. Comemos carne, bebemos cerveja gelada, rimos bastante. Quando o sol começou a descer, o clima esquentou de vez.
— Você não tem noção do quanto essa bunda me deixou louco a semana inteira dentro dessa calça social — disse ele, apertando minha bunda com as duas mãos.
Beijamo-nos com fome. Ele me levou pro quarto e me despiu devagar, tirando minha camisa social botão por botão, beijando meu peito. Quando baixou minha calça, ficou de joelhos e enterrou o rosto entre minhas bandas.
— Hummm… que cu gostoso… — gemeu, lambendo devagar, chupando meu cuzinho com calma e vontade.
— Ahhh, Jefferson… assim… chupa meu cu… que delícia… — gemi, empinando pra ele.
Ele me comeu com a língua por longos minutos, babando tudo, enfiando fundo. Depois me virou e viu meu pintinho pequeno, duro como um grelo rosado.
— Olha esse grelezinho… lindo — murmurou, dando uma lambida lenta.
Chegou a vez dele. Quando Jefferson tirou a bermuda, eu parei para admirar: o pauzão era monstruoso, grosso, longo, veias marcadas.
— Caralho… que rola enorme… — sussurrei.
Sem nenhuma pressa, segurei aquela rola pesada com as duas mãos e comecei a chupar devagar. Lambi da base até a cabeça inchada, chupei as bolas, depois desci a boca bem lento, sentindo ele me abrir os lábios.
— Isso, Ricardo… chupa gostoso… sem pressa… porra, que boca quente… — gemia ele, a mão no meu cabelo, guiando com romantismo e pegada forte.
Eu babava, subia e descia devagar, girando a língua, olhando pra cima. Ele gemia rouco:
— Que boquinha gulosa… tá me matando… continua assim… ahhh, caralho!
Depois ele me fodeu de lado, entrando devagar, me enchendo inteiro.
— Tá sentindo como te abre, Ricardo? Essa rola é toda sua hoje…
— Tô… me fode… me enche todo… — respondi gemendo.
Passamos a tarde toda assim. Ele me colocou de quatro (franguinho), metendo fundo enquanto se debruçava sobre mim e me beijava na boca. Meu grelo pulsava sem que eu tocasse nele. O prazer era tão intenso que, com ele estocando forte e me beijando ao mesmo tempo, eu gozei gemendo alto, jatos finos saindo só da pressão da rola grande roçando minha próstata.
— Ahhh… tô gozando… Jefferson… porra… que delícia!
Ele não parou. Continuou metendo, gemendo palavras safadas:
— Goza no meu pau, vai… aperta essa rola… que cu apertado do caralho!
Mudamos de posição várias vezes: eu cavalgando devagar, ele me comendo de frente com minhas pernas no ombro, depois de lado novamente. Cada estocada era acompanhada de gemidos altos nossos.
— Me fode mais forte… quero sentir tudo… — pedia eu.
— Toma essa rola grande… vou te arrombar todinho… — respondia ele.
Já era início de noite quando ele me avisou que estava perto do final.
— Quero gozar na sua boca agora… vem aqui.
Ele sentou na beira da cama. Eu me ajoelhei no meio das pernas dele, segurando o pauzão ainda latejando. Chupei mais um pouco, rápido e guloso, enquanto ele batia a rola.
— Abre a boca… olha pra mim… — ordenou rouco.
Eu obedeci, língua para fora. Jefferson gozou com força: jatos grossos, fartos e fortes explodiram na minha boca. O primeiro acertou direto na língua, o segundo no fundo da garganta, depois mais e mais. Era muito leite, quente, viscoso, abundante. Eu engolia tudo que conseguia, gemendo, sem desperdiçar uma gota.
— Toma meu leite… engole tudo… isso, Ricardo… que boca safada… ahhh, porra!
Ele tremia, segurando minha cabeça com carinho enquanto esvaziava completamente. Quando terminou, eu ainda chupei a cabeça sensível, limpando cada resto.
Ele me puxou pra cima, me deu um beijo demorado, provando o próprio gosto na minha boca.
— Você foi perfeito hoje… — murmurou. — Quero repetir isso logo.
Eu me arrumei, vestindo novamente minha roupa social, ainda sentindo o corpo dolorido e satisfeito. Saí da casa dele no início da noite, com o gosto do leite dele ainda na boca e um sorriso no rosto.


Espero lhe dar o mesmo que Jefferson lhe deu. Bjs