Luiz me mandou aquela mensagem direta: “Vem pra cá agora, estou sozinho em casa e tô com saudade dessa boquinha e desse cuzinho guloso”. Eu nem pensei duas vezes. Cheguei no apartamento dele já com a calcinha molhada de tanto imaginar o que ia rolar.
Assim que abri a porta, ele me agarrou forte, me prensando contra a parede com aquele corpo viril de PM. “Caralho, Ricardo… você tá cheiroso pra caralho”, rosnou no meu ouvido antes de enfiar a língua na minha boca num beijo molhado, faminto.
As mãos dele apertavam minha bunda, apertando forte. “Hoje eu vou te comer gostoso, do jeitinho que você merece, minha putinha.”
Fomos direto pro banheiro. Debaixo do chuveiro quente ele me ensaboou inteiro, me beijando o pescoço, o peito, descendo devagar. “Adoro esse corpo macio… vira pra mim.” Eu obedeci, empinando a bunda. Luiz se ajoelhou e começou a lamber meu cuzinho com vontade, língua quente e molhada circulando, entrando, chupando. “Hmm… que cu gostoso, porra… fica empinando mais pra mim, vai…” Eu gemia alto: “Ahhh Luiz… assim… me lingua fundo… que delícia…”
Ele me deixou louco com aquela boca. Depois me virou, me beijou mais e eu me ajoelhei pra chupar ele. A rola grossa e pesada do Luiz já estava dura pra caralho. Eu lambi as bolas, subi pela vara grossa e enfiei na boca, mamando com fome. “Isso… chupa gostoso, Ricardo… engole mais fundo… caralho, que boca perfeita, meu amor…” Ele segurava minha cabeça, fodendo minha garganta devagar, gemendo rouco. “Ahhh… que delícia… você mama tão bem…”
Saímos do banho e ele pegou a lingerie especial que guarda só pra mim: uma calcinha preta de renda fio-dental minúscula e um sutiã combinando. “Veste pra mim, vai… quero te ver de puta.” Eu vesti devagar na frente dele, rebolando um pouco. A calcinha mal cobria minha pequena rola e deixava minha bunda toda arrebitada. Luiz ficou olhando com olhos cheios de desejo: “Porra… você fica uma vadia gostosa pra caralho assim. Vem cá.”
Na cama ele me deitou, me beijou bastante, carinhoso e safado ao mesmo tempo. “Minha putinha linda…adoro te beijar enquanto te preparo.” Depois me colocou de quatro, puxou o fio da calcinha pro lado e voltou a lamber meu cu, enfiando a língua fundo. Eu gemia sem parar: “Ahh… Luiz… me chupa… me prepara pra sua rola grossa… por favor…”
Quando eu já estava babando de tesão, ele passou lubrificante e enfiou devagar. “Uhhh… que cuzinho apertado e quente… tá me engolindo inteiro, caralho…” Ele começou a socar ritmado, fundo, segurando minha cintura. “Gosta assim, né? Diz pra mim…” Eu respondia gemendo: “Sim… me fode… me arromba gostoso… ahhh… mais forte…”
Depois de me comer bastante na cama, ele me levantou e me levou até a janela do quarto. A luz da rua iluminava lá embaixo, carros passando. Ele me posicionou de pé, peito encostado no vidro, calcinha ainda puxada pro lado. “Olha pra rua enquanto eu te como, meu amor… tenta disfarçar essa cara de puta safada.” Ele segurou meus quadris e enfiou tudo de uma vez. Começou a socar forte por trás, a rola grossa entrando e saindo fundo, batendo no meu ponto. “Ahhh porra… Ricardo… esse cu tá me apertando tanto… que delícia… toma minha rola…”
Eu tentava manter o rosto neutro olhando pra fora, mas era impossível. Gemidos escapavam: “Uhhh… Luiz… tá tão fundo… me fode assim… ahh… vai… me usa…” Ele acelerava, uma mão no meu peito apertando o sutiã, a outra no meu pau por cima da calcinha. “Você é minha putinha…só minha… geme pra mim…” Os tapas da pelve dele na minha bunda ecoavam no quarto junto com nossos gemidos.
Ele gozou primeiro dentro de mim, forte. “Tô gozando… ahhh caralho… toma meu leite quente no seu cuzinho… recebe tudo…” Senti os jatos grossos me enchendo, quente, pulsando fundo. Ele ficou lá dentro, gemendo baixo, esvaziando tudo.
Quando tirou, me virou de frente, me fez ajoelhar e enfiou a rola ainda melada na minha boca. “Chupa… limpa tudo… agora bebe meu leitinho, vai…” Eu mamava com gosto, olhando pra cima. Ele segurava minha cabeça e gozou a segunda vez na minha boca: “Isso… engole… bebe tudo, meu guloso… ahhh… que boca quente…” Eu engoli cada gota, gemendo de prazer com o gosto forte e quentinho dele.
Mas ele ainda não tinha terminado. Me levantou um pouco, me beijou sujo e depois gozou a terceira vez no meu rosto, lambuzando minha bochecha, meus lábios e o sutiã. “Caralho… fica linda toda melada de porra… uma putinha perfeita…”
Depois ele me limpou com carinho no banho, me beijando devagar, me chamando de “meu amor”, “lindo”, “gostoso”. Cochilei de calcinha, abraçado no peito dele, sentindo o corpo grande e viril do meu PM, já ansioso pro próximo encontro.
