Aqueles que me dão o prazer de merecer sua atenção a minhas aventuras já devem ter notado que adoro me entregar completamente para um homem maduro, sentir seu desejo me dominando, e principalmente mamar uma rola com calma e fome até o final, engolindo todo o leitinho quente que ele jorra pra mim.
Eduardo, um contador de 53 anos, é exatamente o tipo que me deixa louco: ele se cuida pra valer. Malha, anda de bicicleta quase todos os dias, segue uma alimentação regrada e mantém um corpo firme, com peito largo, braços definidos e uma barriga lisinha que mostra disciplina. Além do físico, ele tem conteúdo — conversa sobre tudo, ri fácil e tem aquele jeito elegante de homem vivido.
Nos conhecemos num site de encontros gays há algum tempo. Já tínhamos nos encontrado outras vezes, sempre discretos e intensos. Depois, as viagens dele a trabalho e a rotina pesada fizeram com que passássemos meses sem nem trocar mensagem. Até que, numa tarde qualquer, meu celular vibrou: era ele. “Ricardo, estou com saudade. Quer me ver? Antes, preciso que você me acompanhe no aniversário do meu sobrinho. Vai ser discreto, prometo. Ninguém vai desconfiar.”
Fiquei receoso no começo. Ele é casado, tem vida dupla bem estruturada. Mas Eduardo sempre foi cuidadoso e me garantiu que seria seguro. Aceitei. No dia da festa, cheguei um pouco nervoso, mas ele me recebeu com um sorriso discreto e um olhar que já queimava.
Durante a celebração, entre conversas com a família e os parabéns, ele se aproximava de mim de vez em quando e sussurrava baixinho, só pra eu ouvir: “Não vejo a hora de te ter só pra mim. Essa sua boca me deixa louco. Quero te foder gostoso hoje.”
Eu sorria, disfarçava o rubor e sentia o cu piscando de tesão.
A festa não foi tão longa, e eu também não posso chegar em casa muito tarde, assim como Eduardo também não pode. Por esse motivo, Eduardo rapidamente encontrou a desculpa perfeita: “Vou levar o Ricardo em casa, ele está sem carro”. Despedimo-nos de todos com naturalidade e entramos no carro dele.
Assim que saímos da rua da festa, o clima mudou completamente. Eduardo abriu o zíper e tirou pra fora aquela rola grossa, pesada, já latejando. “Pode me acariciar enquanto eu dirijo?”, pediu com aquela voz rouca. Eu não só acariciei — baixei a cabeça e comecei a mamar com vontade. “Aaaah, Ricardo… que boca gulosa do caralho… chupa fundo, vai… engole meu pau todo”, gemeu ele, apertando minha nuca.
Eu gemia com a boca cheia: “Mmmph… que rola gostosa… adoro mamar você”. Lambia toda a extensão, chupava as bolas, voltava a engolir fundo, babando inteiro enquanto ele dirigia gemendo rouco: “Isso, sua putinha… mama gostoso… faz tempo que sonho com essa boquinha safada me chupando. Caralho, você é perfeito…”. O carro seguia com meus barulhos molhados e os gemidos dele enchendo o ambiente.
Chegamos no escritório vazio e silencioso. Ele me levou direto para o cantinho privativo: sofá confortável de couro e o banheiro com ducha deliciosa. Mal fechamos a porta, Eduardo me agarrou, me beijando com fome enquanto arrancava minha roupa. “Finalmente só meu… vou te comer até você gemer meu nome, sua fêmea.”
Eu me ajoelhei e voltei a mamar com devoção. Ele fodia minha boca devagar, segurando minha cabeça: “Olha pra cima… isso… engole tudo, vadia… aaaah, que garganta apertada… chupa mais forte!”. Eu gemia abafado, babando: “Mmm… me fode a boca… quero seu leitinho”.
Ele me colocou de quatro no sofá. Quando empurrou a rola grossa, abri a boca num gemido longo: “Aaaai, Eduardo… que rola grande… me arromba… aaaah, que delícia!”. Ele estocava fundo, batendo forte contra minha bunda: “Toma, sua putinha… geme pra mim… esse cuzinho guloso é meu! Porra, como você aperta…”. Eu rebolava desesperado, gemendo alto: “Me fode mais forte… sou sua vadia… ai, ai, assim… me rasga!”.
Viramos de ladinho. Ele por trás, abraçado em mim, metendo com ritmo gostoso. Nossos gemidos enchiam o escritório: “Aaaah, Eduardo… bem fundo… me enche… que gostoso, caralho!”. Ele rosnava no meu ouvido: “Gosta de rola de homem casado, né sua safada? Toma tudo… vou te deixar pingando de porra… aaaah, que cuzinho perfeito”.
Depois ele me virou de franguinho, minhas pernas nos ombros dele, olhando nos meus olhos enquanto metia fundo. Eu gemia sem controle: “Aaaaai… assim… me fode assim… tô louco… Eduardo, não para… aaaah, vou gozar só com sua rola dentro!”. Ele acelerava, suado, gemendo rouco: “Goza pra mim, sua fêmea… aperta essa rola… porra, Ricardo… que delícia… aaaah, tô gozando!”
Ele tirou rápido e gozou na minha boca e rosto, jatos grossos e quentes. Eu engolia tudo gemendo: “Mmm… dá mais… quero todo o leitinho…”. Lambi cada gota, tremendo de prazer.
Depois do banho juntos — beijos molhados e carícias na ducha —, voltamos pro sofá ainda mais excitados. Ele me colocou de quatro novamente e meteu com força. Eu gemia sem parar: “Me fode… me usa… sou sua putinha… aaaai, que rola…”. Ele estocava fundo, suado: “Vou encher você de porra… toma tudo, vadia… aaaah, caralho…”. Gozou bem fundo no meu cuzinho, jatos quentes pulsando dentro de mim. Quando tirou, o leitinho grosso escorreu devagar pelas minhas coxas, melando tudo. Eu ainda tremia, gemendo baixinho de satisfação.
Deitamos no sofá, ele me abraçando. “Você é viciante, Ricardo”, sussurrou. Eu, com o corpo marcado e o gosto dele ainda na boca, respondi: “E você é o meu macho… sempre que quiser, sou sua fêmea.”
Foi um dia que começou numa festa e terminou com gemidos, porra e prazer puro no escritório. Um reencontro romântico, safado e inesquecível.