Minha experiência com um mais jovem



Aqui, neste mesmo portal, postei minha experiência com o colega de empresa, representante do interior de Santa Catarina. Foi intenso e eu achei que ia ficar só naquilo. Até que, dias depois, durante o treinamento na empresa aqui em São Paulo, ele apareceu.

Eduard, 26 anos, também representante comercial da mesma empresa, também do interior de Santa Catarina.

Eu estava no refeitório quando ele se aproximou na hora do almoço, se apresentou e, sem muito rodeio, falou baixo:
— O Carlinhos me contou de vocês dois. Fiquei curioso. Queria te conhecer melhor… se você topasse, é claro!

Fiquei sem jeito na hora. Ele era jovem demais pro meu padrão. Eu sempre me senti atraído por homens mais maduros, e a ideia de me envolver com um cara de 26 anos me deixava inseguro. Mesmo assim, a conversa fluíu. Almoçamos juntos. Ele era educado, direto e tinha um jeito carinhoso que contrastava com a idade. Depois do almoço ainda conversamos um pouco pelos corredores da empresa, e foi ali que ele me pediu:
— Estou no mesmo hotel em que o Carlinhos estava hospedado, quando esteve aqui em São Paulo. Se quiser passar lá depois… eu te espero no quarto. Acenei com a cabeça como quem consente. Antes de nos despedirmos, ele ainda falou, quase no ouvido:
— Soube que você gosta de usar calcinha. Vem com uma por baixo da roupa pra mim? Eu sorri um tanto que encabulado, e pensei a quantidade de coisas que Carlinhos deve ter dito a Eduardo. No final das contas eu aceitei.

No final do expediente fui direto para o hotel. O coração batia forte no elevador. Quando cheguei no quarto, ele já estava esperando. Abriu a porta e o perfume dele me atingiu na hora — algo amadeirado, limpo, gostoso demais! Eu respirei fundo.

Eduardo era jovem, sim, mas o corpo era firme, o olhar seguro. Me puxou para dentro e me beijou sem pressa, carinhoso de um jeito que me desarmou completamente.
— Relaxa… — murmurou contra minha boca. — Eu sei que você tem apreço e atração por homens mais velhos, mas eu vou te tratar bem.
E tratou.

Tiramos a roupa devagar. Quando ele viu a calcinha por baixo da calça, soltou um sorriso safado e passou a mão por cima do tecido, apertando minha bunda dizendo:
— Porra, Ricardo… que delícia de bunda enorme! Carlinhos tinha mesmo razão, é a maior bunda que já vi!

Eu me ajoelhei na frente dele. Sempre gostei de chupar, e com ele não foi diferente. Abri a boca e o levei inteiro, devagar no começo, depois com vontade. O gosto, o calor, o cheiro do perfume misturado com a pele… eu gemia com a boca cheia, o som saindo molhado. Eduardo também não se continha:
— Isso… chupa assim… porra… que boca gostosa…

Eu chupava fundo, olhava pra cima, e ele gemia mais alto a cada vez que eu engolia quase tudo. Quando senti ele tremer, tirei a boca só o suficiente para falar:
— Goza na minha boca Eduardo. Quero engolir e sentir o sabor de seu leite!
Ele não hesitou. Segurou minha cabeça e gozou direto na língua, jatos quentes. Eu engoli tudo, até a última gota, gemendo de prazer enquanto fazia isso. O gosto dele ficou na boca, e eu gostei.

Depois disso ele me jogou na cama. Tirou a calcinha, me virou de quatro e começou a me preparar com os dedos, carinhoso e safado ao mesmo tempo. Eu já gemia alto:
— Porra… assim… mete os dedos…
Quando ele enfiou o pau, foi devagar no começo. Eu soltei um gemido longo, sem pudor nenhum. Eduardo respondeu com outro gemido rouco, quase um rosnado:
— Que cu apertado… caralho, Ricardo…
Ele começou a foder com força. Cada estocada arrancava um gemido de mim, e ele retribuía com os dele. O quarto ficou um caos de sons: pele batendo, respiração ofegante, gemidos altos, palavras safadas sem nenhum freio.
— Mais forte… me fode… — eu pedia.
— Toma… toma essa porra… — ele respondia, gemendo cada vez mais alto.
Ele gozou a primeira vez dentro de mim, a pedido dele:
— Posso gozar dentro? Quero encher esse cu…
— Goza… goza tudo dentro… — eu gemia, apertando nele.
Sentí o jato quente e gozei também, gemendo o nome dele.
Ainda ofegantes, ele me puxou pela mão:
— Vamos tomar um banho.
Fomos juntos pro box. A água quente escorrendo pelos corpos, as mãos dele passando no meu peito, na minha bunda, me beijando de novo sob o chuveiro. Lavamos um ao outro com calma, rindo baixo entre beijos, o perfume dele misturado com o cheiro do sabonete. Quando saímos, ainda molhados, voltamos direto pra cama.

Dessa vez ele me virou na posição de franguinho, pernas levantadas apoiadas em seu ombro, pernas bem abertas pra ele. Enfiou fundo de uma vez e começou a socar com força, ao mesmo tempo em que baixava a cabeça e mordiscava meus mamilos, chupando e puxando com os dentes. Eu gemia sem controle, e ele falava putaria direto no meu ouvido, a voz rouca e safada:
— Olha só esse cu engolindo meu pau… que putinha gostosa… toma, toma tudo…

Cada estocada batia fundo, cada mordida nos mamilos mandava um choque direto na minha rola. Eu não precisava me tocar. O prazer de estar sendo penetrado daquele jeito, ouvindo as putarias dele e sentindo os dentes nos peitos foi demais. De repente eu gozei sem colocar a mão, jatos saindo sozinhos só com o pau dele me comendo. Eduardo abriu os olhos surpreso, olhou pra baixo e soltou uma risada safada misturada com gemido:
— Caralho… gozou sem se tocar? Só com meu pau no cu? Que delícia, Ricardo…

Ele acelerou ainda mais, fodendo com força enquanto eu tremía e gemia alto com o orgasmo, e gozou a segunda vez dentro de mim, fundo, gemendo no meu ouvido.
Na terceira, eu já estava mole de tanto prazer. Ele me colocou de quatro outra vez, me fodeu com força e gozou fundo pela última vez, o corpo inteiro tremendo contra o meu. Eu engoli o que sobrou quando ele tirou e colocou na minha boca, lambendo e chupando até limpar.
Ficamos ali, ofegantes. Eduardo passou a mão no meu cabelo, carinhoso de um jeito que eu não esperava de um cara de 26 anos.
— Gostou? — perguntou baixinho.
Eu só consegui rir, ainda sem fôlego.
— Gostei demais Edu! Você me surpreendeu.
Ele sorriu, beijou minha testa e ficou abraçado. O perfume dele ainda estava no lençol. Eu, que tinha medo da diferença de idade, saí dali pensando que aquele jovem do interior de Santa Catarina tinha me fodido melhor — e com mais carinho — do que muitos homens mais velhos que já conheci.
Três vezes. Muitos gemidos. Muita porra. E zero arrependimento.

No dia seguinte, na empresa, ele me encontrou no corredor. Sorriu assim que me viu e me puxou para um abraço rápido, discreto, mas apertado o suficiente para eu sentir o corpo dele de novo.
— Vou embora hoje à noite — disse baixo, perto do meu ouvido. — Mas antes queria mais uma vez. Você ainda não me cavalgou… quero ir embora com essa lembrança.

Combinamos de nos encontrar depois do almoço. Eu saí mais cedo da empresa e fui direto para o hotel. Quando cheguei, ele já estava só de toalha. O mesmo perfume no ar. Dessa vez não houve conversa longa. Ele me beijou fundo, tirou minha roupa e me empurrou para a cama. Eu vestia de novo a calcinha que ele tanto gostava. Ele a puxou de lado, chupou meus mamilos enquanto eu gemia, e depois se deitou de costas, o pau duro apontando para o teto.
— Sobe… quero ver você me cavalgar.

Eu subi em cima dele. Segurei o pau quente, posicionei na entrada e fui descendo devagar, gemendo alto enquanto ele me preenchia inteiro. Quando sentei até o fundo, os dois gememos juntos. Comecei a subir e descer, primeiro devagar, sentindo cada centímetro, depois mais rápido, a bunda batendo nas coxas dele. Eduardo segurava minha cintura, gemendo sem freio:
— Isso… cavalga assim… porra, que cu gostoso… mais forte…

Eu acelerava, rebolava, sentava fundo e gemia alto, sem vergonha. Ele erguia o quadril encontrando cada movimento meu, as mãos apertando minha bunda, os dedos entrando entre as nádegas. Em um momento ele se sentou, me abraçou contra o peito e me fodeu por baixo enquanto eu continuava rebolando. Os mamilos roçavam no peito dele, a boca dele no meu pescoço, as putarias saindo quentes no meu ouvido:
— Me usa… senta todo… quero sentir você gozar em cima de mim de novo…

E eu gozei. De novo sem precisar me tocar. Só com o pau dele me comendo por baixo e o atrito constante. Os jatos saíram entre nossos corpos enquanto eu tremia e gemia o nome dele. Eduardo segurou minha bunda com força e gozou dentro logo em seguida, fundo, com um gemido longo e rouco que vibrou contra meu peito.

Ainda sentado nele, eu continuei me mexendo devagar, sentindo a porra escorrer enquanto ele amolecia. Depois desci, chupei o pau molhado até limpar, e ele me puxou para um beijo demorado.
Ficamos abraçados mais um tempo. Quando chegou a hora, eu o ajudei a juntar as coisas e o levei até o aeroporto, como tinha combinado.
No carro, o clima continuou leve e safado. Eduardo colocou a mão na minha coxa logo que saímos do estacionamento do hotel, apertando de leve enquanto eu dirigia.
— Ainda estou sentindo seu cu no meu pau — falou baixo, sorrindo de lado.
Eu ri, meio sem jeito, e ele subiu a mão um pouco mais, roçando a parte interna da coxa.
— Continua assim que eu vou ter que parar o carro no meio da Marginal — brinquei.
Ele riu e não tirou a mão. Em um sinal vermelho passou o dedo por cima da calça, bem na frente, e murmurou:
— Deixa eu só sentir se você ainda está de calcinha…
Eu abri um pouco as pernas e ele confirmou com um sorriso safado, apertando o tecido por cima da roupa. No restante do caminho ele ficava me provocando: mão na coxa, dedos roçando, comentários baixos sobre como eu tinha rebolado em cima dele, sobre o gosto da minha boca, sobre como queria ter ficado mais um dia. Eu retribuía com a mão livre, passando na perna dele, apertando a virilha por cima da calça e ouvindo ele soltar um gemido baixo de propósito só para me deixar duro de novo.

Quando chegamos perto do aeroporto o clima ficou mais quieto, mas ainda carregado. Antes de descer ele me puxou pelo pescoço e me beijou fundo dentro do carro, a mão apertando minha nuca.
— Obrigado por me levar… e por ontem e hoje — disse contra minha boca. — Vai ficar marcado.

Eu só consegui sorrir, ainda com o gosto dele na língua. Ele desceu, pegou a mala e sumiu pela porta do desembarque. Eu fiquei ali mais um minuto, o carro cheirando o perfume dele, as pernas moles e a certeza de que um cara de 26 anos do interior de Santa Catarina tinha me fudido, me feito gozar sem a mão, lhe cavalgar e ainda me deixado com vontade de mais.

Foto 1 do Conto erotico: Minha experiência com um mais jovem


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha experiência com um mais jovem

Codigo do conto:
270252

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
19/08/2026

Quant.de Votos:
4

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