Minha primeira vez - a fêmea e o touro


Eu, Ricardo, já havia passado dos quarenta anos carregando um desejo secreto que me consumia por dentro. Depois de anos de humilhação por parte de quem descobria minha atração por homens, eu vivia reprimido.

Foi em um site de encontros gays que conheci Jorge.

Durante três semanas trocamos mensagens intensas. Ele era direto, mas carinhoso. Contava que era casado, tinha pouco mais de cinquenta anos, trabalhava duro e tinha um corpo forte de touro. Eu confessava minha virgindade anal, meu medo e minha vontade louca de chupar uma rola e ser possuído. Ele me tratava como fêmea desde o início, me chamando de “minha vadia”, “minha mulherzinha”, e isso me deixava louco de tesão.

Depois de três semanas conversando todos os dias, marcamos nosso primeiro encontro real — mas ainda seguro. Nos encontramos em uma sucoaria discreta num shopping. Jorge chegou cheiroso, de camisa polo justa que marcava o peito largo e os braços grossos. Tomamos um suco de laranja juntos, sentados um de frente pro outro. Ele segurou minha mão por baixo da mesa, olhou nos meus olhos e disse baixinho:
— Você é ainda mais bonito pessoalmente, minha fêmea. Estou louco pra te ter só pra mim, mas vou respeitar seu tempo.

Conversamos por quase duas horas. Ele foi romântico, me elogiou, me fez rir e, ao mesmo tempo, me provocava sussurrando o que queria fazer comigo. Saímos dali com o desejo ainda maior. Apenas depois desse encontro público é que marcamos o primeiro motel.

- Primeiro Encontro no Motel
Assim que a porta do quarto fechou, Jorge me puxou pela cintura e me beijou com fome. Caí de joelhos e libertei aquela rola grossa, pesada, veiada e cheirosa. Chupei com devoção, babando muito, engolindo fundo enquanto ele gemia rouco:
— Aaaahhh… que boca gulosa da porra… mama o pau do seu macho, vadia.
Ele segurou minha cabeça e gozou forte na minha boca, jorrando quente na minha língua. Engoli tudo, gemendo. Depois ele me deitou, abriu minhas pernas e chupou meu cuzinho virgem com vontade, língua entrando e saindo enquanto masturbava meu pau. Tomei banho com ele depois, ensaboando aquele corpo viril, sentindo sua rola semi-dura roçar na minha bunda. Ele não me penetrou. Gozou nas minhas costas e me abraçou debaixo da água quente.

- Segundo Encontro
Duas semanas depois, o tesão estava insano. Novamente tomamos banho juntos. Jorge me ensaboava devagar, dedos grossos deslizando entre minhas nádegas, roçando meu buraco virgem. Eu gemia contra o peito dele. Saímos molhados e eu chupei sua rola com ainda mais paixão, babando até o saco.
— Isso, minha putinha… engole tudo… — rosnava ele.
Ele me colocou de quatro, enterrou o rosto na minha bunda e chupou meu cuzinho demoradamente, língua fundo. Depois me virou de lado (posição de conchinha) e esfregou a cabeça grossa da rola na minha entrada, pressionando só o suficiente. Bateu o pau pesado no meu rosto várias vezes, o cheiro e o peso me deixando ainda mais submisso. Gozei tremendo. Ele gozou na minha barriga e me beijou com carinho.

- Terceiro Encontro – A Desvirginada
Jorge me esperava com a sacola de presentes. Entregou o baby doll amarelinho transparente e a tanga de renda preta.
— Quero minha fêmea bem arrumada hoje — disse com voz rouca. — Vai tomar banho, se arruma direitinho e veste o baby doll pra mim.
Fui pro banheiro, tomei um banho caprichado, me depilei e me perfumei. Saí e vesti o baby doll. O tecido fino deixava tudo quase à mostra. Quando voltei, Jorge estava pelado na cama, rola dura feito pedra.
— Caralho… que visão deliciosa.
Ele bateu o pau pesado no meu rosto várias vezes — tapa, tapa, tapa — estalando contra minhas bochechas e lábios.
— Abre a boca, fêmea.
Chupei com fome enquanto ele continuava batendo o pau na minha cara entre as chupadas. Depois ele me puxou:
— Vamos tomar outro banho juntos, minha vadia.
No chuveiro, ele me ensaboou inteiro, dedos brincando no meu cuzinho, enquanto eu masturbava sua rola grossa. Beijamo-nos debaixo da água quente, corpos colados. Quando saímos, ele ordenou:
— Agora tira o baby doll e veste só a calcinha. Quero ver essa bundinha marcada pela renda.
Vesti apenas a tanga preta de renda. Jorge gemeu de tesão.
Eu caí de boca novamente, chupando com devoção. Ele batia o pau no meu rosto, me chamando de puta, de mulherzinha, de fêmea dele. Depois me colocou de quatro, puxou a tanga pro lado e enterrou a língua no meu cuzinho, chupando com fome enquanto eu rebolava:
— Aaaaiii Jorge… me chupa o cuzinho… assim… que delíciaaa…
Ele me posicionou de quatro (doggy style), travesseiro embaixo da barriga. Lubrificou e começou a empurrar devagar.
— Aaaahhh… devagar… ai meu Deus… — gemi quando a cabeça grossa abriu meu buraco virgem.
— Relaxa, minha fêmea… deixa o macho te tomar…
Quando ele estava todo dentro, meu pau ficou completamente molinho, pingando. Ele meteu cada vez mais forte. Me virou para a posição missionária, pernas sobre os ombros, olhando nos meus olhos. Gozei sem tocar no pau, jorrando no peito enquanto meu cuzinho apertava ele.
Jorge rugiu e gozou fundo dentro de mim, enchendo-me de porra quente.

A partir daquele dia, eu me tornei sua fêmea fixa. Todo encontro era novo banho, nova lingerie, muita chupada, lambidas no cuzinho e ele me fodendo como a vadia dele que eu sempre sonhei ser.

Foto 1 do Conto erotico: Minha primeira vez - a fêmea e o touro

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Comentários


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engmen Comentou em 22/05/2026

Essa icônica iniciação sempre teve a vocação para ser uma memorável estória erótica. Prazer partilhado e registrado para a posteridade. Delícia pura!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha primeira vez - a fêmea e o touro

Codigo do conto:
262678

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
22/05/2026

Quant.de Votos:
1

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