Conheci Inês através de uma amiga que me fez conhecer os prazeres que é proporcionado a uma mulher que curte inversão. Aquela amiga , ao ouvir que sua amiga tinha essa fantasia, se lembrou de minha bunda grande e de meu prazer em me entregar e virar a fêmea nas mãos de uma mulher que soubesse comandar.
Inês, uma mulher casada com pouco mais de 60 anos, esposa de um empresário poderoso do ramo de papelaria e armarinhos, carregava anos de frustração sexual. O marido não entendia, não queria e certamente não permitia o que ela mais desejava: dominar, inverter, possuir.
Depois de conversarmos por semanas, e de muitos receios e avisos por parte dela para que eu fosse bastante discreto marcamos um encontro na padaria de uma cidadezinha discreta na região metropolitana de São Paulo.
Ela havia pedido emprestada a casa de uma amiga que viajava com os filhos. Quando nossos olhares se cruzaram por cima da mesa, o ar mudou. Seus olhos brilhavam com uma mistura de desejo reprimido e determinação. Não foram necessárias muitas palavras. Ela tocou minha mão por baixo da mesa, apertou de leve e murmurou:
— Hoje você vai ser minha! Inteirinha…
Assim que entramos na casa, a porta mal fechou e Inês já me prensou contra a parede. Seu beijo era faminto, com gosto de café e batom. As mãos dela, firmes e experientes, desceram pelas minhas costas até apertarem minha bunda com força, puxando-me contra o volume que já imaginava sob sua roupa.
— Tira tudo — ordenou, com aquela voz rouca e autoritária que me fez obedecer imediatamente.
Fiquei nu diante dela. Inês tirou o vestido devagar, revelando um corpo maduro, voluptuoso e imponente. Os seios eram enormes, pesados, ligeiramente caídos pelo peso natural da idade, com mamilos escuros e já duros. O cheiro dela — um perfume suave misturado ao aroma natural de mulher excitada — invadiu o quarto.
Ela abriu a mala e dispôs seus brinquedos na cama: plugs, lubrificante em abundância, vibradores e a cinta com um pau grosso, longo, veioso, de um realismo impressionante. Meu coração acelerou.
— De quatro — mandou.
Começou com os dedos, frios do lubrificante gelado que contrastava com o calor da minha pele. Depois veio o plug, girando devagar, abrindo-me centímetro a centímetro enquanto ela sussurrava:
— Olha como você engole tão gostoso… Esse cuzinho vai virar minha boceta hoje.
Quando ela vestiu a cinta, o silicone pesado balançou entre suas coxas. Inês posicionou-se atrás de mim, roçando a glande grossa e lubrificada na minha entrada. Empurrou devagar. Senti a pressão, o ardor gostoso, o alongamento profundo enquanto aquele pau grosso me invadia. O gemido que escapou da minha garganta foi involuntário.
— Isso… geme pra mim — ronronou ela, afundando até o fim.
Então veio o momento que eu mais esperava. Inês inclinou o corpo sobre o meu, cobrindo-me completamente. Seus seios enormes e quentes pressionaram minhas costas, os mamilos duros roçando minha pele suada a cada estocada. O peso deles, a maciez pesada, o calor úmido do suor entre nós… era enlouquecedor. Ela começou a meter com ritmo cadenciado, depois mais forte, os seios balançando e deslizando pelas minhas costas enquanto o pau grosso entrava e saía, massageando cada ponto sensível dentro de mim.
O quarto encheu-se de sons molhados de pele contra pele, do estalo do lubrificante, dos meus gemidos roucos e dos dela, cada vez mais altos e despudorados:
— Tá sentindo meus peitos, sua putinha? Eles são pra você enquanto eu te fodo bem fundo… Isso, aperta meu pau com esse cuzinho guloso!
O cheiro de sexo dominava tudo: suor, lubrificante, o aroma almiscarado dela. Inês puxava meu cabelo, dava tapas firmes na minha bunda, alternando ritmo e profundidade. Trocamos de posição várias vezes. De lado, sentindo o pau curvar dentro de mim e aqueles seios ainda pressionando meu corpo. De bruços, com ela por cima, o peso delicioso dos peitos esmagando minhas costas enquanto metia com força, quase selvagem. E quando me fez sentar nela, cavalgando, pude enterrar o rosto entre aqueles seios enormes, chupando e mordendo os mamilos enquanto ela rebolava e gemia alto.
A noite inteira foi assim: pausas curtas para recuperar o fôlego, beber água, trocar de brinquedo ou posição, e depois voltar com mais fome. Ela gozou várias vezes só com o atrito da cinta no clitóris e com a visão de me ter completamente entregue, gemendo palavras sujas que me faziam apertar ainda mais em torno dela.
Quando o dia começou a clarear, estávamos exaustos, grudados de suor, com o corpo marcado por mordidas, tapas e o cheiro de sexo impregnado na pele. Inês passou os dedos pelo meu rosto, deu um beijo lento e profundo e sussurrou:
— Isso fica só nosso, apenas entre nós. Mas eu vou querer mais… muito mais.
Saí daquela casa com o corpo dolorido de prazer, o andar diferente e a certeza de que aquela mulher madura, casada e insaciável tinha realizado uma fantasia que nenhum de nós dois esqueceria.

Que delícia, toda mulher tem que fuder seu homem