O encontro que esperei a vida inteira

Olá amigos! Passando para, uma vez mais, contar-lhes sobre mais uma experiência.

Meu nome é Ricardo. Tenho 52 anos, sou natural de uma pequena cidade da Serra catarinense, onde todo mundo se conhece e o conservadorismo pesa como uma mão invisível nas costas.

Desde jovem, sempre tive uma bunda enorme - apenas depois de minha primeira vez, meu iniciador mediu e me permitiu descobrir que eu tinha 118 cms de circunferência - l.

Mesmo com academia e cuidados, ela continua generosa, redonda e empinada. Na minha cidade, isso só trazia olhares discretos, cochichos e uma vergonha profunda. Eu me sentia exposto, desejado de um jeito que não podia admitir. Porque eu sempre soube que gostava de homens. Fantasiava com eles, mas o medo de ser descoberto me mantinha preso. Só depois de me mudar para São Paulo, já com mais de 40 anos, é que pude finalmente viver o que tanto reprimia.

Era um dia de rodízio do carro. Peguei o metrô lotado para voltar do trabalho. Estava de calça jeans que, confesso, marcava bem minha bunda enorme. Percebi ele quase imediatamente. Jefferson. Alto, pele morena clara, cabelo bem cortado, uns 35 anos, bonito pra caralho. Seus olhos não saíam de mim — ou melhor, não saíam da minha bunda. Senti meu rosto queimar. Sou tímido por natureza, mas aquele olhar insistente me fazia enrubescer e, ao mesmo tempo, meu cuzinho começava a piscar contraindo-se de excitação.

Em certo momento, ele deu uma leve piscada e, discretamente, apertou o volume grande que se formava na frente da calça dele. Sorri de canto de boca, olhando rapidamente ao redor para ter certeza de que ninguém tinha visto nossa paquera silenciosa. Quando minha estação chegou, desci. Para minha surpresa (e excitação), ele desceu atrás de mim.
— Desculpa te abordar assim… Meu nome é Jefferson. Vi você no metrô e… não consegui tirar os olhos. Posso te acompanhar um pedaço e conversar?
A voz dele era educada, grave, masculina. Conversamos ali mesmo, num canto mais tranquilo da estação. Ele foi direto, mas respeitoso. Disse que me achava muito atraente, especialmente minha bunda, e que queria me conhecer melhor. Eu, vermelho como tomate, admiti que também tinha gostado dele. Marcamos de nos falar por mensagem. Nada rolou naquele dia. Nenhum dos dois curtia pressa.

As conversas pelo telefone foram ficando cada vez mais quentes. Ele descrevia o que queria fazer comigo, eu confessava minhas fantasias.

No sábado seguinte, fui até o apartamento dele, em Pinheiros. Ele morava sozinho.
Quando abri a porta, Jefferson me recebeu com um abraço apertado e um beijo leve no pescoço. Estava só de short e regata, o pau já meio duro marcando o tecido. Entramos, ele me ofereceu um café, mas mal tocamos nas xícaras.
— Você é ainda mais gostoso de perto — murmurou, apertando minha bunda com as duas mãos grandes. — Caralho, Ricardo… essa bunda enorme é um pecado.

Eu tremia de timidez e tesão. Ele me beijou devagar no começo, depois com fome. Tirou minha camisa e abaixou minha calça jeans lentamente. Quando a calça desceu, ele parou de repente ao ver o que eu estava usando por baixo: uma calcinha preta rendada, bem justa, marcando minha bunda enorme. Eu tinha levado duas — uma novinha guardada na mochila e essa que eu estava usando como surpresa. No metrô eu estava de cueca, mas troquei antes de vir para o encontro. Não sabia se ele ia gostar ou achar estranho, mas o sorriso safado que surgiu no rosto dele me tranquilizou na hora.
— Porra… que delícia de surpresa — disse ele, passando as mãos pela renda. — Você tá ainda mais gostoso assim.

Ele adorou. Virou-me de costas e ficou admirando, apertando e abrindo minhas nádegas por cima da calcinha antes de puxá-la devagar para baixo. Soltou um gemido rouco quando viu minha bunda inteira exposta.
Senti sua língua quente e molhada passando entre minhas nádegas. Ele chupava meu cuzinho com vontade, lambendo, penetrando com a ponta da língua, mordiscando de leve. Eu gemia alto, sem pudor, empinando mais pra ele. Meu cuzinho piscava sem controle contra a língua dele. Jefferson comia minha bunda como se fosse a coisa mais gostosa do mundo. Meteu um dedo, depois dois, abrindo-me devagar enquanto continuava chupando.

Virei-me e caí de boca no pau dele. Era grosso, grande, veioso — exatamente como ele havia descrito. Eu adoro mamar. Chupei com fome, babando, engasgando um pouco, olhando pra cima enquanto ele segurava minha cabeça e gemia meu nome. Ele me chamava de “safado”, “putinha tímida”, e isso me deixava ainda mais louco.

Fomos pro quarto. Na cama, ele me colocou de quatro e voltou a comer meu cu com a língua enquanto meu cuzinho piscava de tesão. Depois me virou de lado, levantou uma das minhas pernas e enfiou o pau devagar. Gemi alto quando ele me arrombou. Era grosso, mas ele foi carinhoso no começo, depois foi ficando mais safado, metendo fundo, batendo aquelas bolas pesadas na minha bunda enorme.
— Essa bunda foi feita pra sentar no meu pau — rosnava ele, dando tapas estalados.
Cavalguei ele com vontade. Sentado, rebolando, sentindo aquele cacete inteiro dentro de mim. Meu cuzinho piscava apertando o pau dele a cada descida. Jefferson apertava meus mamilos, segurava minha bunda aberta, me ajudava a subir e descer.
Depois ele me colocou de barriga pra baixo, quase esmagado pelo peso do corpo dele, e me fodeu com força. O quarto estava cheio dos meus gemidos e do barulho de pele contra pele. Ele gozou primeiro na minha boca. Segurou minha cabeça e encheu minha garganta com porra quente e grossa. Engoli tudo, lambendo até a última gota.
Não paramos. Depois de um descanso curto, ele me virou de novo de quatro e meteu novamente. Dessa vez gozou dentro do meu cuzinho, jorrando quente enquanto eu gemia como uma cadela no cio, meu cuzinho piscando e apertando em torno dele.
Passamos a manhã e a tarde toda transando. Tomamos banho juntos, ele me chupando de novo debaixo da água. Em certo momento, vesti a outra calcinha novinha que tinha levado só pra ele ver. Ele ficou ainda mais tarado.

Comemos alguma coisa na cozinha e voltamos pra cama. Mais uma rodada lenta, carinhosa, depois outra bem safada.

Quando saí do apartamento dele no final da tarde, minha bunda estava dolorida, marcada de tapas, e meu corpo todo cheirava a sexo. Pela primeira vez na vida, eu não sentia mais vergonha daquela bunda enorme que tanto me acompanhou. Ela tinha finalmente encontrado quem soubesse apreciá-la como merecia.
Jefferson me mandou mensagem depois:
“Mal posso esperar pra repetir, gostoso. Essa bunda enorme agora é minha.”
E eu, tímido por fora, mas completamente solto por dentro, respondi:
“Quando você quiser, estou aqui.”


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Comentários


foto perfil usuario engmen

engmen Comentou em 27/05/2026

Vocação e genética se unindo para, nas condições e momento certo, aflorarem em genuíno prazer. Essas suas estórias são ardentemente excitantes, meu querido, que show!

foto perfil usuario henri_cuzasso

henri_cuzasso Comentou em 27/05/2026

Amei... beijo




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Ficha do conto

Foto Perfil pascarinhoso
pascarinhoso

Nome do conto:
O encontro que esperei a vida inteira

Codigo do conto:
263034

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
26/05/2026

Quant.de Votos:
5

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