Segunda-feira (ponto facultativo) lembro bem do dia, nada dando certo, pai retirando as roupas de casa, mãe chorando no quarto trancada, resolvi sair, ir a praia de bike. (Litoral tem suas vantagens)
Morava com meus pais em um condomínio fechado, cercado por duas favelas, no caminho entrei em um outro bairro, não tão grandioso quanto ao que eu morava, mas, de casas muito boas, e saindo de uma dessas casas, a menina da escola, Larissa, bati o olho e reparei que não estava como em outros dias, vestida como um neandertal (rsrsrs)...
Estava de top amarelo e de short branco, chamando a atenção pelo tamanho da raba, menino bobo eu não epoca… mas, bem comportado, vi quando se despediu da mãe, reparei que a mãe já estava de biquíni mais ousado no portão, quando cheguei mais perto, dando um oi, D. Sueli, me responde com:
Olha o filho da minha amiga Verônica, como ela está com isto tudo?..
Mãe! Responde a Larissa - deixa o garoto!
Tenho nome, respondi, e minha mãe está bem na medida do possível.. mas…
Vou indo mãe, tchau!
Dona Sueli, se virou, nem se despediu de mim e trancou o portão.
Larissa começou a pedalar, vi que ela seguiria na mesma direção que a minha, senão eu mudaria meu trajeto, acabei chegando ao lado dela, ainda atônito com a D. Sueli:
Oi?
Oi!
Pra praia?
Não, vou esquiar!
Mas, o que era um fora, foi proposital, ela riu com a cara que fiz, pediu desculpa pela mãe e falou para acompanhá-la se eu conseguisse.
Chegamos em um ponto da praia ao lado de um resort vazio, não era temporada , pleno início de outono, mas, com sol ainda é com alguns dias quentes.
Deixamos as bikes na areia, e sentamos, só olhando o mar… ela nada me perguntou, só falou que se precisasse de alguém para conversar ela estaria ali, que ela sabia o que era dor e mágoas, saiu uma lágrima de seus olhos, passou a mão no rosto e disse vamos?... Apontando para o mar.
Versão Larissa: Segunda de feriado, minha mãe falando que depois do café, iria receber uns amigos, que seria melhor eu não aparecer ou passear, que às 19h estaria ok…
Me arrumei, procurei uns biquínis que tinha, mas, dos cavados que eu tinha, nenhum era adequado, se eu ficasse na piscina poderia usar qlqr um deles, ou até nua, mas, para onde eu queria ir, não ia ficar legal…
Peguei um dos mais velhinhos que tinha, rosa, mas, muito mais comportado, que escondia bem meus detalhes, só me deixaria com uma marca maior, torcendo para ter sol quente.
Arrumei as coisas, coloquei na sacola de praia, uma toalha, uma blusa e uma bermuda jeans maior, vesti minha blusa amarela e short branco por cima do sukine.
Minha mãe me perguntando onde eu iria, falei dar umas voltas, falou que eu deveria chegar às 19h, me acompanhou até o portão, eu irritada porque pedi um dinheiro e ela se negou.
Retornando a minha Visão:
Vi quando ela tirou o short e a blusa, olhei os detalhes, ela não ficou de frescura, porque se lembrou que no seu aniversário eu a vi de biquíni o tempo todo que estive lá..
Que menina maravilhosa, sexy e sem ser vulgar, foi meu pensamento, tirei a camiseta e a segui para o mar, deixando nossas coisas ali próximo à arrebentação..
Curtimos a praia, cada mergulho dela, eu me apaixonava mais e mais, quando ela levantava, ficava de olho no seios, reparei na frente que ficava bem aparente a ppka dela..
Saímos da água, e ela falou que tava com fome, mas, a mãe não tinha dado dinheiro, falou que não era golpe, arrisquei pagar uma porção, só que a praia estava sem carrinhos de praia.
Resolvendo comer em uma padaria próxima, fomos comer eu paguei, passeamos ainda muito pela cidade, paramos em um estacionamento de frente a praia para ela poder usar o banheiro.
Chegou trazendo dois cocos verdes, perguntei como? Falou que tinha pelo menos o valor com ela né?...
Versão Larissa: quando fui usar o banheiro, sabendo que o estacionamento é do Alexandre, resolvi pedir 2 cocos, ele falou que eu tinha que pagar, no lado de trás do escritório, próximo ao banheiro, ele segurou nos meus cabelos, me ajoelhei e fiz um boquete delicioso mas, com pressa, ele logo gozou e sai lambendo os lábios, depois de engolir.
Voltando para casa, ela não quis que eu a levasse até o portão, deixe-a na entrada da rua, coisa de 5 casas até a dela e segui em frente.
Continua com Versão Larissa….



