Parte 6.1 … até o Réveillon (Visão da Larissa)

Acabei sendo pedida em namoro pelo Sidney, não posso mentir, eu também estava apaixonada, mesmo sendo ele… tão tímido, apesar de tentar não aparentar, o verdadeiro cabaço, na época a gente chamada de CDF.

Vivemos um romance, não posso negar, tratada com uma princesa, mas ainda virgem… Marcos mantinha sua promessa de só me comer, se eu quisesse e eu fazia questão dele não ser o meu primeiro.

Como boa menina, queria perder com meu amor, e esse amor, não queria me comer, pode?

Minha mãe reatou seu relacionamento com o Samuel, mas, antes ela estava com um sujeito chamado Diego, mas, quem aparecia em casa quase sempre era o Astro e o Francisco, verdadeiro dono dele.

Astro e eu éramos amigos agora, ja não tinha mais medo dele, e as vezes deixava ele me lamber, em casa, sempre andava pelo menos de saia, sem calcinha… eu metia a focinho, e só parava quando eu gozava, mas, nunca mais quis montar em mim.. e isso, descobri o porquê tempos atrás, antes do pedido de namoro.

Saia com o Sidney, mas, ainda como amigos, rolava uns amassos, mas, nada dele por a mão e nem deixar eu por a mão, imagine boca.. mas, era ele que iria ser meu primeiro, por mim e não só por ele.

Ele me contava sobre como estavam os pais, que iria me apresentar a eles, que minha mãe eu já deveria conhecer, falei que só de vista, que o pai tinha dito que estava se relacionando e a mãe virou evangélica, falei para ele que não ia aguentar se ele fosse também. Ele só me respondeu que foi uma vez, mas, achou clima de velório e de estranhezas entre os “irmãos” e a mãe.

Dito isto, 3 dias depois, numa quinta feira, depois de voltar de um passeio, entro em casa e vazia, mas do outro lado da piscina, me deparo com um set de filmagens, ando para aquele lugar pé ante pé, miudinho como se dizia antigamente, e olhando pela janela, vejo uma mulher nua, sendo chupada e lambida pelo Astro, vejo que ele está tentando subir nela, e nisso vejo as marcas das patas dele, nas pernas, coxas, costas, bunda, e quando ele consegue entrar nela, ela levanta a cabeça, ela está de máscara preta.

A filmagem não parava, filmadora na mão está o Marcos e minha mãe…. Não era ela ali, sendo penetrada, gemendo e gozando com o Astro dentro dela, vi minha mãe fotografar por baixo deles, por cima, e Marcos gravando com uma tekpix, todo o agitamento do Astro, o seu vai e vem dentro da mulher…

Nisso vejo outro homem, se aproximar e dar a pica dura para ela chupar, enquanto Astro bombava ela chupava, Astro gozou e ficou engatado nela, Marcos segurou ele para ele não arrebentar a buceta dela, o cara gozou dentro da boca dela, Francisco filmava tudo, ela engatada e com a boca aberta e cheia, engoliu e ficou tremendo, Astro tinha passado a pata nos seios dela, nos mamilos e ela se virou, e levantou a máscara…. Estava ali minha futura sogra Solemar.

Me recompus, porque nesta altura já tinha me tocado e gozado gostoso vendo tudo aquilo. Louca para ser penetrada não importava por quem, mas, só tive a vontade até minha mãe sair da casa com o Marcos e o Astro, falando que ficou show e daria muito dinheiro.

Quando ela me viu, ficou assustada, uma única vez na vida, minha mãe fria como era, ficou pálida
… Cumprimentei a eles e fui afagar o Astro, senti aquele cheiro forte do semem dele e ele do meu mel em minha mão, deixei ele lamber meus dedos…

Minha mãe falou para eu entrar em casa, até os convidados irem embora, mas, fiz questão de ficar e esperar minha futura sogra sair, e ela saiu, vestida com um vestido de crente, mas, percebi as marcas, tinham até no pescoço, marcas das unhas do Astro…

Ela me olhou e abaixou os olhos com vergonha, ela ainda não sabia que estava namorando o filho dela, que só saímos como amigos ..

Mesmo assim, eu a disse que tava tudo bem, Astro sabia fazer de um jeito que homem tinha que aprender, ela disse que era só pelo dinheiro, porque o Sr. Silveira não era generoso com a pensão, só dava para o básico e algum para o Sidney.

Falei que sem problemas, não a censurava, logo após saiu o Francisco a chamando de amor, te levo em casa, e ali descobri que eles estavam namorando, que nunca teve igreja e nem cultos..

Fechando a noite com chave de ouro, Samuel ligou, minha mãe deu uma desculpa para o Marcos e ele não veio mais em casa…

No dia, que o Sidney foi me apresentar oficialmente como namorada dele, a mãe dele só me disse que era para mim ter juízo, se referindo claramente a manter segredo das coisas, que ela também manteria…

Já o pai do Sidney, Sr. Silveira, me tratou com todo o carinho, me chamando muitas vezes de filha, filha linda, a filha que seria um sonho de fosse dele, que ele sempre desejou levar uma menina no balé, pentear os cabelos com tranças e poder espantar os gaviões safados… toda sem graça, fiquei vermelha e confesso molhadinha, bicos ficaram duros e a buceta piscando, que homem era aquele! ..

O jeito de falar, a postura, o porte físico, que a princípio era todo reservado, começou a se aproximar, colocava sua mão sob minha coxa no balcão onde estávamos, eu estava de vestido florido, bem confortável, casual e pano leve, e com isso as vezes dependendo da minha posição, era possível ver minhas coxas e até minha bunda.

Fiz questão de me abaixar algumas vezes, só para ele ver melhor, e em uma dessas vezes, ele falou para seu filho

Sidney, você tem que casar com essa menina, ela parece ser muito calma e obediente, e começa mandando trocar essas roupas indecentes, que mostram demais..

Sidney tentou rebater, falando que eu nunca usava roupa provocante e sabia me comportar muito bem..

Ouvindo está conversa e o que meu sogro falou, foi como um banho de água fria.. que até me fez lacrimejar. Jurei para mim mesmo que aquele fdp ia ter o troco na hora certa.

Fomos embora antes mesmo do horário combinado, Sidney me levou para casa, de ônibus, horário cedo, e ônibus lotado, ele atrás de mim, eu encostei sem querer na mão de um homem preto, que segurava na barra do acento, quando ele não tirou a mão, fiz questão de espremer meu sexo naquela mãozona, naqueles dedos grossos, o garoto que estava sentado no lado do corredor, vendo que o homem negro mexia os dedos por cima do meu vestido e eu não falava nada, passou a mão por minha perna, subiu pela minha buceta e colocou o dedo dentro da minha calcinha, tentou enfiar, olhei e balancei um não com a cabeça, ele falou ok.. e ficou só alisando, minha buceta e meu cuzinho.

O negro vendo isso, virou a mão e encheu-a com minha vulva, Sidney atrás de mim, tinha virado de costas comigo, peguei minha mão e alisei o homem .. o outro sentado, enfiou o dedo no meu cuzinho, só a ponta do dedo e fui as nuvens e voltei… outras pessoas viram, mas, nada fizeram, a maioria homens e 3 mulheres, só um veia que ia reclamar, mas o marido dela não deixou, acho que ele tava gostando do showzinho.

Com aquela bolinação toda, gozei que molhei, minha calcinha, a frente do vestido e a mão dos dois homens…

Sidney voltou a posição em que me encoxava, rola mole, eu nem sentia direito, falei para ele que precisava descer, já dava para reparar porque o ônibus estava ficando vazio, ele perguntou pq e falei que precisa ir no banheiro, fazer xixi…

Descemos e fomos em uma padaria, onde usei o banheiro, mas, todo mundo viu o mel que escorria de mim, devem ter achado que foi o Sidney, porque os homens ali presentes até cumprimentaram ele de forma grosseira..

Pegamos duas cocas e saímos, fomos o resto do caminho a pé…

Continua….. Porque tem reencontro logo na frente!.

Foto 1 do Conto erotico: Parte 6.1 … até o Réveillon (Visão da Larissa)

Foto 2 do Conto erotico: Parte 6.1 … até o Réveillon (Visão da Larissa)

Foto 3 do Conto erotico: Parte 6.1 … até o Réveillon (Visão da Larissa)


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Parte 6.1 … até o Réveillon (Visão da Larissa)

Codigo do conto:
263198

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
29/05/2026

Quant.de Votos:
3

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