Parte 7.1, até o Réveillon II (Entre os Jetson e os Flintstones…)

Aí a Sofia saiu do transe e se apresentou para minha mãe, e perguntou se ela não se lembrava dela, minha mãe, disse que não, já com a cara virada, mas, logo passou quando ela falou …

Da Base, última festa dos oficiais de tal ano… - disse Sofia.


O ano da morte do meu pai - choquei ao ouvir aquilo, era muito pequena para me lembrar, chorei, minha mãe paralisou, branca e com a voz trêmula, vi uma lágrima querer se formar…

Sou a esposa do Major Rubens, seu marido serviu com o meu lá, e a gente curtia as festas, lembra?
Ah, lembro sim, mas você está diferente, e como era o Rubens, estão casados ainda?
Sim, ele está bem, chega hoje a noite, estava terminando os preparativos para gente se mudar de lá para cá de vez, para as meninas ficarem com minha mãe.
Ah, vocês moram no litoral? - perguntei, já me recuperando e com uma das meninas me abraçando X
Sim, desde que meu marido aposentou, passamos metade do ano aqui e outra lá, temos vários apartamentos de aluguel, temporada e fixo, renda extra - respondeu Sofia.
Você deu sorte! - minha mãe já no normal dela, grossa e bruta.
Ah, você recebeu tudo certinho, o Rubens mexeu uns pauzinhos, que me falou, deve estar bem, e ainda tinha o seguro né? Como era mesmo o nome CAPEP?

Minha mãe, de pálida, ficou vermelha, de ódio, que estória era aquela que eu não sabia… mas, Samuel logo suavizou a situação, e chamou todo mundo para almoçar.

Passamos o dia assim, e eu sem entender muito, mas, depois Samuel explicou que era o melhor amigo do Rubens no tempo de Quartel e que o Rubens era o melhor amigo do meu pai… ata!

Mas, tinha mais estória escondida ai, e eu estava curiosa para saber, no início da tarde, fui até o quarto da Sofia , e o dela não dava para praia, dava para outras áreas ali próximas, e tinha um janelão de vidro..

Resolvemos tomar outro banho juntas, mas primeiro demos um banho nas meninas e mandamos ela para o quarto dormir para esperar o papai, e quando nós duas transamos e ficamos nuas no apartamento, encostei ela de frente no vidro da janela, seios esmagando contra, e por trás, encostando minha racha na bunda dela.. com uma mão enfiava na buceta e com a outra segurava os cabelos..

No apartamento mais a frente, reparei que um rapaz estavam vendo, a princípio escondido detrás das cortinas, com um gesto da mão, mostrei para ela e com outro gesto, fiz para eles tirarem a cortina… estavam nuas e bati uma, se masturbando, forcei a buceta dela mais para frente e deixe ela mais aberta possível, ele conseguia enxergar.

Ela olhava para ele e ficava mordendo os lábios, virou para me beijar e me jogou também no vidro, só que de frente para ela, com a bunda exposta, eu mesmo abri meu cuzinho com as mãos… ela me beijando, a gente se masturbando, ela queira pôr o dedo dentro e não deixei…

Mas, quando ela tocou meu cuzinho, me abri mais e recebi aquele dedo que entrou até mais da metade, me virou de lado no vidro e ficou de cócoras e me comeu com o dedo o cu… e nosso observador sujando o vidro da janela dele com seu gozo.

Terminamos, aquela pegação e pedi para ela me contar tudo que sabia, aí ela me contou um pouco da vida dos meus pais… e como meu pai foi enganado a vida toda.

Assim ela me contou, minha mãe era filha de um sargento, (disto nunca soube), em meados de 1986, e segundo a Sofia tinha uma vida não ideal, suspeitava-se que transava com todo soldado que tomasse posto próximo a vila militar, meu pai foi transferido em 89, e numa festa se encontraram e se apaixonaram, mas, ele não sabia desse passado dela.

Se casaram no ano seguinte, e 2 anos depois eu nasci, segundo as más línguas da época, não era filha dele e sim de um soldado que bem conhecido na época por ser modelo de beleza e que era cassineiro dos oficiais.

Segundo a Sofia, tudo ficou diferente, em um baile onde este soldado, vendo ela ali, quis dançar com ela, e meu pai ficou bravo, mas, para não brigar deixou.. e este soldado, começou a dançar passando a mão na bunda dela e roçando a virilha com virilha, ela se vestido, com a bunda quase de fora… nada fazia a não ser , gemer.

Coisa que parou a atenção de alguma outros presentes, mas devido ao escuro, mantinha o oculto da maioria, quando meu pai percebeu que a mão dele já estava debaixo do vestido dela, dedilhando sua buceta, se levantou da mesa e socou o soldado.

Aí segundo a Sofia, os amigos intervieram e acalmaram os nervos, meu pai saiu como errado, quase expulso do serviço militar, minha mãe não falou nada, e ainda desmentiu ele, o soldado processou tanto meu pai quanto o quartel e ganhou..

Sofia falou que meu pai começou a beber, os únicos amigos dele era o Rubens, marido da Sofia, e o Samuel na época, como advogado militar, foi o que ajudou meu pai a nao perder a patente.

Por isso minha mãe ficou receosa… nos despedimos com outra chupada e deixei ela com uma escova na buceta e outra no cu, e todo momento possível usávamos a cybershot para tirar fotos, estilo putas de revistas. X

Sai com a sensação que nunca mais a veria novamente, mas, a deixei muito feliz, cada beijo que dava nela, ela retribuía com a língua sedenta de carinho… Rubens não dava o suficiente.

A noite no jantar, não a encontramos e na manhã seguinte iríamos embora, e assim foi… mas, ela me deu um dos seus endereço em nossa cidade, para que pudéssemos nós encontrar novamente com mais privacidade.

Continua… saindo do sol e voltando às trevas.

Foto 1 do Conto erotico: Parte 7.1, até o Réveillon II (Entre os Jetson e os Flintstones…)

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Comentários


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fernando1souza2 Comentou em 31/05/2026

Q coisa mais linda!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Parte 7.1, até o Réveillon II (Entre os Jetson e os Flintstones…)

Codigo do conto:
263370

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
31/05/2026

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