Parte 18…. Como me sentia diferente, sem culpa e sem vergonha.

Visão da Larissa:
Depois do acontecido e vendo que era perigoso ficar próximo e sozinha com o Jackson, que tinha dois dias depois levado uma surra da Latoya a mando do Marcos, que estava sumido, mas, ainda transmitia suas “ordens” através do Diego… ele foi acusado da morte e da desova dos corpos daqueles dois motoristas que fizeram minha gravação e queriam me violentar no ônibus que estava no estacionamento (contei em outra parte).

Desde aquele dia que fui forçada no anal, estava ainda com mais fogo, mas, não tinha mais o Rubens e tinha muito medo do Jackson, então, guardava para mim todo este fogo e metia canetas ou outras coisas em meu rabo sempre que podia e gozava, sem tocar na buceta, adorei saber que eu tinha orgasmos fazendo anal, ainda virgem de periquita.

Soubemos da morte da Dona Solemar, e fomos visitar Sydney e o Sr. Silveira, passamos do velório até 2 dias em sua companhia, e nos reaproximamos, só soube dos motivos do suicídio muito tempo depois.

Continuei a minha vida, agora mais próxima do Sydney e percebi que ele também estava diferente, será que?.. mas, não, em conversar me falou muita coisa que inventaram sobre ele e Juliana, e que Latoya poderia confirmar.

Por falar em Latoya, ainda não tinha agradecia a ela pelo socorro que me deu, fui a sua procura, evitando todas as outras meninas, e a achei em frente a uma mecânica de motos, onde me revelou que adorava aqui e coisa e tal… agradeci, e ela só disse que sabe o que é sofrer nas mãos deles é de ser usada, e que tinha muita coisa para me falar e que de certa forma não tinha raiva de mim, muito pelo contrário, eu também a salvei, sem entender muito, a beijei no rosto e ouvi os caras da mecânica a chamando de sortuda, ela falou que não éramos namoradas, mas, eu respondi bem alto para todos ouvirem. - Ela é melhor que muitos homens e se eu me sentisse apaixonada por ela, com certeza seríamos namoradas, mas, hoje só somos melhores amigas…. Vi uma lágrima descer em seu rosto, nos despedimos e voltei para casa.

Em casa o clima não estava bom, minha mãe estava nervosa com qualquer coisa, motivo, em Dezembro seria aniversário da filha do Samuel e ele queria apresentar-lá finalmente para a família, aquela palavra, “família” me deixava extremamente feliz, mas, via claramente que ele ainda estava triste com a própria filha, afinal o homem que vivia com ela também viria.

Nesta clima, eu e Samuel nos aproximamos mais e mais, ele sempre tentando manter o respeito, quando via que ele se colocava em pé, ereto, muitas vezes porque eu ficava brincando com ele ou ele me via usando a piscina de biquíni ou brincando com a mangueira do quintal… ele saia de perto ou virava o rosto, teve até uma vez que eu estava no meu quarto e ele deitou ao meu lado e ficou apertando minhas coxas e minha bunda e falando que era para que eu fosse ajudar a mãe em alguma coisa … aquele sensação da mão dele por cima do meu short… me molhava.

E assim foi até a festa, Sidney viajou, ele estava muito estranho e com uma aura até maligna, pensei que iria aprontar muito, depois soube que ele não perdeu a virgindade nessa viagem, apesar de ouvir depois todas as fofocas do que aconteceu lá e toda a repercussão na escola no fim do ano, até da briga das meninas com a professora de Educação Física.

Sidney no enredo agora…
Seguimos para a viagem, 2 ônibus, 2 salas de aulas do terceirão, quem já passou por isto naquele tempo sabe, hormônios e liberdade, pode dar merda?, sim pode!, vai dar?, com certeza!, dá para resolver?, absolutamente sim!, afinal o que acontece em Vegas fica em Vegas!... Isto era o que pensávamos e fizemos um acordo sem papel… não pensávamos que daria “frutos’ está viagem.

No embarque tudo ok, cada aluno no seu lugar, meninas em 1 ônibus, meninos no outro, na saída em si, depois de embarcarmos às 05h chegariam lá às 07h, Diego e Caio junto com o meninos e Isabel, Olinda e Karen no outro, mas, para surpresa geral, subiu no ônibus dos meninos também a Geovanna filha do Caio, como era de maior, seria uma ajuda, e aí começou a primeira onde de desrespeito com a moça e com o Caio, logo silenciada quando Diego abriu a boca, todos sabiam ali que deveriam ficar calados e quietos devido a ele…

Como eu estava nos primeiros lugares, atrás da porta do motorista, vi os olhares da Geovanna para ele e dele para ela, coitada estava caindo numa rede.

Após todos sentados, últimas checagem, autorizações e tal, onde 1 menina e 2 meninos não levaram, ficou combinado de ligarem para os pais e confirmar .. Quem ficou com a missão? Lógico que o Caio, até a filha dele, votou nele.

Seguimos viagem, Diego e Geovanna nos primeiros lugares, ao lado deles logo atrás vago, e eu e um amigo chamado André, nos lugares atrás deles… ou seja, não tinha como ver eles sentados, ainda de “noite”, 2 horário de verão do ano…. Na estrada, molecada dormindo, Jackson único acordado, mexendo com todo mundo, indo até a frente, tomou uma chamada do Diego e se aquietou, 1hora de viagem, começo a ouvir e ver a poltrona deles se mexerem, André me cutuca e suspira, ela estava fazendo um boquete nele provavelmente.

Chegamos na cidade e nos dirigimos até a casa, o ônibus das meninas chegaram um pouco antes, e elas já estavam desembarcando, cada um por si, mas, Karen logo foi organizando as coisas, Juliana ao seu lado, Olinda foi procurar um lugar que desce para ver o sol, poente ou nascente … e meias palavras de poesias … e puxar um beque lógico, com 2 dos alunos de seu curso particular.

Karen foi excepcional em organizar as coisas realmente, Juliana como subchefe, ninguém fazia mais nada dos “adultos” … Diego e Geovanna sumiram, foram ver se Caio dava retorno ou aparecia na estrada, 1 hora depois ele apareceu somente com uma aluna, Rafaela. (Guardem este nome…)

09h tomamos café, o caseiro, a pedido do amigo do meu pai, dono da casa, preparou tudo juntamente com a esposa, uma senhora que nem parecia que tinha uns 50 anos.

Às 10h todos já estavam na borda da piscina, mas, com medo de entrarem, as mais recatadas de short ou maiô, as mais ousadas com a Juliana, de asa delta cavada, outras de lacinhos, nenhuma na realidade enchia meus olhos, nenhuma se portava e comportava como minha Lari, ainda pensava muito nela, no corpo dela e minha pica deu sinal de vida, fiquei com vergonha até ver outros meninos iguais a mim, secando elas e seus peitos, bundas, bucetas …

Mas, tudo parou quando apareceu as 3, primeiro a Geovana, com um biquini que me lembrou muito a Lari … comportada, mas, com o pano entrando na bunda e marcando a buceta, e que buceta, pelo sinal, lisinha, só com um caminho de pêlos bem aparados em cima da racha, que ficava bem aparente pelo pano do biquini, logo em seguida, Isabel, vestida em um maiô fio dental preto, com uma abertura nas costas e na frente, que descia até o rabo, onde tinha uma argola que segura e unia as partes de cima e de baixo, e por último, é para espanto de todo mundo, Olinda, usava um biquíni de crochê, maior que ela e toda vez que ela andava, nitidamente aparecia os lábios de sua buceta e os seios que balançavam, e seus bicos que atravessavam os buracos do tecido.

As meninas e meninos então após o primeiro mergulho da Geovana, entraram na água, e a festa começou, algumas meninas, mais comportadas, ficaram do lado de fora… mas, dentro da piscina já se iniciaram alguns amassos.

Caio chegou, tinha saído para comprar carnes e fazer churrasco, a Olinda, já tinha enrolado e acendido seu fuminho, e algumas das meninas estavam fumando, como não gosto nem do cheiro até hoje, resolvi sair da piscina e preparar meu plano…..

O caseiro me levou até um dos quartos trancados no segundo andar, me entregou as chaves, eu entrei, perguntei se estava tudo certo, ele confirmou…

Peguei o telefone dele na agenda do meu pai, com o propósito de tratar da chegada e estadia, me passando por ele e acertei todos os detalhes da minha vingança.

No quarto, vários equipamentos de imagem e som, equipamentos pequenos, filmadoras, câmeras discretas, entreguei a ele muito dinheiro e fechei a porta levando comigo uma filmadora, e da primeira janela deste quarto, já comecei a filmar as meninas, meninos e principalmente as brincadeiras dos adultos com eles, de pegar no colo, do Diego segurando a Geovanna e outras meninas pela bunda.

Mas, o que eu queria mesmo, era filmar Karen e Juliana, que estava quase se comendo na borda oposta da piscina, enquanto filmava, Olinda chega e dá um beijos nelas, e as três começam a tirar a parte de cima dos biquínis, sendo logo seguida pelas demais, mesmo as mais quietas estavam agora de seios nus…

Só um detalhe… Ficou claro que ninguém tiraria foto ou filmaria nada, a não ser para fins da escola, pelos responsáveis Caio, Isabel e Olinda.

Ao passar para a outra janela, pude ver Isabel puxando dois alunos pelas mãos, um deles era meu amigo André, e entraram na casa, iria filmá-los.

Continua….

Foto 1 do Conto erotico: Parte 18…. Como me sentia diferente, sem culpa e sem vergonha.

Foto 2 do Conto erotico: Parte 18…. Como me sentia diferente, sem culpa e sem vergonha.

Foto 3 do Conto erotico: Parte 18…. Como me sentia diferente, sem culpa e sem vergonha.

Foto 4 do Conto erotico: Parte 18…. Como me sentia diferente, sem culpa e sem vergonha.

Foto 5 do Conto erotico: Parte 18…. Como me sentia diferente, sem culpa e sem vergonha.


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Ficha do conto

Foto Perfil sidneylarissa
sidneylarissa

Nome do conto:
Parte 18…. Como me sentia diferente, sem culpa e sem vergonha.

Codigo do conto:
267683

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
19/07/2026

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
5