Parte 6, Tomei coragem e pedi em Namoro

Eu um misto de medo e de amor, pedi Lari em namoro, 3 meses depois, próximo ao fim do ano letivo, apresentei-a meu pai primeiramente, que me mandou tomar juízo, e como minha mãe já a conhecia, só falou para ela tomar juízo…?

Afinal eu era o bebezinho da minha mãe, as saídas entre nós ficaram mais frequentes, eu e minha mãe a está altura, já morava em outro apartamento, bem próxima a praia mais frequentada da região, onde fervilha na alta temporada.

Meu pai foi para outro canto da cidade, viver mais próximo das marinas dele, ele é dono de lojas alugadas e de venda equipamentos náuticos…

Depois da separação, minha mãe começou a ir a igreja, tentava me levar, fui uma única vez, e parecia que éramos estranhos quando entramos, perguntei a mim mesmo se era normal, ninguém nos cumprimentava de uma forma mais próxima, mesmo minha mãe já indo nessa igreja a alguns meses.

A roupa que ela vestia, nada lembrava as antigas, meu pai iria querer ela assim, e não usando aquelas peças que deixavam seus detalhes tão desenhados e que ostentavam toda sua volúpia de mulher casada.

Onde eu a via de calcinha enterrada na bunda, decote e muitas vezes sem sutiã, hoje somente a via trajada de vestido e sem maquiagem, não há deixava feia, porque o corpo e principalmente a bunda chamavam a atenção por onde andava.

Ela saía todas as terças, quintas e domingo, e numa dessas saídas, quando voltou, estava muito cansada, tanto que se deitou ali mesmo no sofá, ajudei a tirar o sapato, as meias, e quando reparei parecia que tinha arranhaduras, fui subindo, levantando o vestido, quando ela estava com a barra do vestido a uma altura boa, reparei nas coxas, arranhadas, sua pele branca, marcada.

Subi um pouco mais e reparei que sua calcinha, nao era dos modelos “crentes” que eu via em casa, essa era das antigas e parecia molhada, fui me aproximando e cheirei, tinha um cheiro forte e ainda assim, passei a língua de leve, fiquei de pau duro, abaixei o vestido e tentei me recompor.

Puxei um pouco as alças do vestido e deixei-a com um dos peitos nus, e ali também tinha as mesmas marcas, reparei em sua boca, estava de batom.,deitei-me ao lado dela, arrumei os seios e cochilei, acordei com ela preparando uns lanches e me chamando.

Ela estava feliz, sorridente, comunicativa, minha mãe estava feliz, então nem me atrevi a perguntar sobre as marcas..

Passando aos preparativos de Natal, não pude ficar com a Lari, porque ela e a mãe iriam viajar, e eu iria passar com meu pai, porque minha mãe não comemorava mais o Natal.

Assim sendo, dias antes da ceia até o dia 29 passei com meu pai e sua nova namorada, Karen, ela tinha que ter no máximo uns 25 anos. O apartamento do meu pai era numa cobertura, e passávamos os dias na piscina ou no salão de jogos…

Minha futura madrasta, era muito bonita, mas, não era vulgar, parecia uma moça boa e gentil, o que meu pai precisava.. diferente da minha mãe, que na mesma idade provavelmente usava algo mais “rebelde”, até que em uma noite, eu vi a Karen usar uma calcinha tipo asa delta com as laterais vermelhas bem acima do shortdoll… sei o modelo pq era assim que minha usava, meu paí não gostava, mas na época ela só saia assim, quando íamos só nós dois para a praia, na piscina de casa, mas, quando saia com ele e os amigos, usava um maiô menos chamativo, talvez este tenha sido um dos crimes do meu pai, tentar zelar muito e estava vendo que a Karen seria igual, fiquei triste.

Esta noite dormi com a imagem dela na cabeça, não conseguia relaxar, e bati uma, quase nunca fazia isto, mas, o clima esquentou quando ouvi ela gemendo na pica do meu pai, ela o chamava de paizinho, que era para meter na filhinha, que queria ficar arrombada… os gemidos estavam intensos e encostei a orelha na parede com um copo, ouvia nitidamente ele metendo nela, e voltei a me masturbar, cada gemido dela eu fazia como se estivesse metendo nela, no mesmo ritmo que ouvia o corpo dele se encontrando no corpo dela…

Ouvi os últimos suspiros dela, os afagos, os gemidos e dele só ouvia ele chamando ela de filhinha.

Bom, terminei minha punheta que sujou o chão, e o pau broxou na hora, tentei me limpar, mas, com a mão suja, não queria passar em lugar nenhum. Vendo minha mão suja, a palma da mão cheia, fiz algo que iria mudar muito a minha vida, coloquei na boca e engoli..

O gosto era forte, gosmento, eu ainda com pouca ou nenhuma experiência, achei estranho, e fiquei sem entender como algumas mulheres gostavam daquilo.

No dia 30, de manhã, após dormir muito mal com tudo isto e sem tomar banho, sou acordado pela Karen, que claramente deve ter me visto nu e com a sujeira do chão, só pediu para eu limpar aquilo e levantar para tomar café, porque ela e o pai iriam viajar no réveillon.

Tomei café, olhei Karen mais algumas vezes, muito à vontade, fui tomar banho, e levei uma calcinha dela do banheiro, suja, com o cheiro dela…

Voltei para casa e encontrei minha mãe que voltou um dia antes…

Foto 1 do Conto erotico: Parte 6, Tomei coragem e pedi em Namoro

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Foto 3 do Conto erotico: Parte 6, Tomei coragem e pedi em Namoro


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Ficha do conto

Foto Perfil sidneylarissa
sidneylarissa

Nome do conto:
Parte 6, Tomei coragem e pedi em Namoro

Codigo do conto:
263071

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
27/05/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
3