Dormi está noite na casa do meu pai, minha mãe se preparava para passar a Virada no culto dela, me chamou, não querendo chamar, isto notei, falei que não iria que eu passaria com meu pai.
Recebi uma ligação e retornei, era Larissa, querendo me encontrar para fazer um convite, combinamos de nós encontrar na praça, para tomarmos um sorvete, fui então ao seu encontro, cheguei bem antes dela e vi uma situação complicada.
Próximo desta praça, tinha um desses estacionamentos de ônibus, e quando reparei, um daqueles meninos negros estava parado na frente, tomando conta de carros ou observando quem ele iria assaltar.
Quando vi uma senhora com uma bolsa rosa de praia, virando a esquina, ela despreocupada, de corrente de ouro, pulseira e brincos, idiota pensei, fica aqui, não vai… mas fui…
De bike, passei do lado dela e falei, assalto a frente cuidado, ela entrou em desespero e começou a gritar e antes do meliante chegar perto, ela se virou e fugiu… chamando polícia..
O negrinho, entrou no estacionamento, e pegou um colete, quando a polícia chegou, ele falou que não viu nada, a polícia procurando esclarecer a situação, quis dar uma cacetada nele, quando o pai dele apareceu, um negro enorme, dono do estacionamento e pai do rapaz.. puro preconceito meu.
Aguardei mais uns minutos e quando estava olhando a praia sentado no calçadão ela chegou, um tanto suada e no beijo, um gosto estranho na boca, falou que passou mal, devido ao calor e ao pedalar, ofereci um sorvete e atravessamos a rua, notei que aquele menino nos media do pé a cabeça.
Versão Larissa… outro ponto de vista.
Bom, fim de ano, cidade lotada, preparativos para a passagem do ano, Samuel não estava mais com minha mãe, então Marcos deu o ar da graça, não só ele, Alex, Alexandre, Carlos e um negro chamado Diego e duas mulheres Maria e Beatriz (estes 3 conheci somente no dia 30 nos preparativos)
Assim que acordei, dia 31 finalmente, minha mãe já me deu está notícia, que convidou uns amigos para passar a Virada em casa, que seriam comportados, e se possível que eu chamasse o Sidney e o pai, e que a Solemar não iria vir, depois de tudo… menos mal.
Perguntei se ela chamaria o Samuel, ele disse que não, que passaria com a filha, nem sabia que ele tinha um filha, ela me explicou que eles estão voltando a se falar, que ela deu muito trabalho para ele quando ela era mais nova, quis saber mais, mas, ela desconversou e saiu.
Liguei para o Sidney, com aquele toque de liga e retorna kkkk…. Vale a pena lembrar, que naquela época ligação de fixo para celular era uma nota preta, e minha mãe ficava me enchendo, porque já tinha passado umas 3 vezes quase 8 horas pendurada no aparelho…
Pois, bem, ele me retornou, marcamos de ir na casa dele falar pessoalmente sobre o fim do ano, partiu bike, passear pela praia, ficamos de nós encontrar próximo a uma praça em frente a praia.
O Diego que tinha uma Saveiro e estava saindo, perguntou para onde eu iria, falei que iria encontrar meu namorado, ele só disse rapaz de sorte, quer carona, falei que iria de bike, ele ofereceu para jogar na caçamba, e lá fomos nós…
Cidade movimentada, muitas mulheres de biquíni, carros e famílias inteiras descendo, ônibus de um dia… fervendo!
Ele comentando no caminho e querendo saber sobre mim, nada falei, ele só disse, relaxa, não vou fazer o que o Alex fez quando te deu carona, estarrecida, falei que iria descer, ele disse calma, sou amigo.
Ele me contou que tinha 2 filhos, Jackson e Michael, e era dono do Estacionamento próximo da praça e do estacionamento do Alexandre.
Quando chegamos ao estacionamento, qual foi minha surpresa quando vi aquele viadinho daquela noite, ele estava usando a minha bermuda jeans que haviam roubado, estacionando o carro, logo ele desceu e falou que o Jackson me ajudaria a retirar a bike, Jackson outro dos meninos negros e filho do Diego.
Eu mesma iria retirar a bike, quando sinto ele se encostar em mim, me arrepiando a pele e os bicos dos meus seios, ele aproxima a boca do meu pescoço, como ele é mais alto, sinto seu pinto não na minha bunda, mas, em minhas costas.. arqueio o corpo involuntariamente para frente, mas, ele desce suas mãos em meus braços, até segurar minha mãos entrelaçando nossos dedos.
Eu ali naquela posição, me molhei toda, estava toda desprotegida, ele ainda com a boca no meu pescoço, podia sentir seu bafo quente e desagradável, me sufocando, uma mistura de nojo com extrema excitação.
Com cara de assustada, ele falou que aquele dia foi incrível, e que só não me fudeu devido ao cachorro… eu tremendo, pernas bambas, com a buceta molhada, ele enfiou uma das mãos por dentro do short e da minha calcinha, encostando no meu grelo, eu, com minha mão livre, segurei seu pinto, duro, ereto e por dentro da cueca senti a cabeça molhada.
Mas falei que não iria me fuder, porque além de virgem, o meu namorado me amava e era bom comigo. Ele me perguntou porque ainda não tinha cedido, que ele era frouxo, concordei já gemendo na mão dele, mas, mesmo assim, apertei forte aquela tora.
Reparamos que o Diego tinha saído, porque estava acontecendo alguma confusão lá fora, nisso Jackson abaixou meu shorts e calcinha, na posição que estava, ele queria meter e eu estava cedendo, mas, ele parou e falou que queria meu cu, não minha boceta, arfando eu disse que não, que era tudo do meu namorado e só se ele não quisesse eu daria para ele, ele rindo, perguntou… - Promete!
Disse sim, e como prova disto, primeiro dei um beijo de língua, com muita volúpia e depois me ajoelhei e abocanhei aquela jeba negra, chupei até as bolas, o gosto e o cheiro de urina me invadiram o nariz, mas, não medi esforço em engolir tudo… chupei tão gostoso, que enfiei o dedo no cuzinho dele, ele gemeu e gozou, lambi e engoli aquela porra, ainda caíram nos meus peitos e sujarem meu cabelo.. me levantei, tentei dar um beijo nele, e ele falou que não, que tava suja minha boca e meus lábios, forcei e ele me beijou, chupou minha língua e eu tive um orgasmo instantâneo.
Sai empurrando a bike, passei pelo Michael que ficou com cara de bravo e entrou correndo… do outro lado da rua, sentado no calçadão em frente a praia, estava meu amor ... .meu doce amor!
Ao me virar, vi o Michael com cara de ódio, o menino, me olhou e me viu de longe, me assustou o olhar dele…
Chegando por detrás do Sidney, de “surpresa”, beijo ele na boca, beijo de língua, ele depois me conta o que acabou de acontecer… fico assustada, e falo do convite da minha mãe, ele diz que por ele tá ok, falei que ele poderia convidar a namorada do pai, ele falou que ela estaria com a família dela, que ainda não era nada sério.. ele perguntou do Samuel, falei que ele não iria, terminou com minha mãe.. alegando que ele era muito chato por ser mais velho..
Devido ao meu estado, saímos dali e fomos tomar um coco verde, vocês sabem onde né? Mas, não, tive que pagar, Alexandre não estava lá… se foi meu dinheiro!
Fomos até a casa do pai dele, que agradeceu o convite e confirmou a presença, depois na volta passamos na mãe dele, ela me olhando torto, com medo de que eu falasse alguma coisa, ela lá, vestida de crente (do cu e buceta quente), afirmou que passaria no culto, e seria bom nós irmos com ela (sei… dissemos não)
Deu 18h e eu voltava para casa sozinha, passei pelo estacionamento do Diego, e Michael me chamou assim que me viu, falou desesperado que havia 2 motoristas ali nos ônibus, que ele não tinha visto e os caras fotografaram e filmaram meu boquete nele, mas, eu quis conversar com eles, falei que não poderia ter me fotografado ou filmado, que poderia dar cadeia para eles, eles me entregaram o chip da câmera digital, mas, que não sairiam sem prêmio, fiquei nua para os 3, enfiaram as línguas em minha buceta e no meu cu, rebolei no colo deles dentro do ônibus e fiz eles me darem um banho de porra, engoli … e tentaram me comer, mas, chorando falei que não… eles me soltaram, mas, ficaram com os filmes de antes e do que gravaram agora também… me ferrei! Sai de lá somente com o short e com a camiseta, sem calcinha e sutien.
Cheguei em casa as 21h…. Tudo pronto para a virada de ano




