Rafaela e Álisson, casal de irmãos, amigos de longa data. Rafaela, 34, casada, e o seu irmão Alisson, 20. Eu, na época, tinha 25 anos. Diferença pouca de idade. Eu era amigo próximo da família, frequentava algumas vezes festas na casa dos seus familiares.
Uma dessas festas, regada de muita bebida, bebi demais e precisei ir ao banheiro. Como o banheiro do terraço estava lotado, fui atrás de outro na casa. Entrei correndo no banheiro e não tranquei a porta. Enquanto dava um mijão, Rafaela entrou e me viu com o pau na mão, e se assustou com o tamanho da cabeça da minha rola.
Ela gritou dizendo: “Puta que pariu, que cabeção”. Tentei esconder automaticamente, mas ela riu e falou para não usar o banheiro da casa. Pedi desculpas e tentei sair, e foi quando ela fechou a porta com trinco.
Com uns segundos de silêncio, ela pediu para ver de novo. Como eu e ela também já tínhamos bebido um tanto, puxei para fora e ela ficou olhando e se aproximando, colocando a mão bem devagar.
Ela olhou e falou: “Isso deve machucar”. Eu ri e ela também sorriu. Encostei na parede e ela levantou o vestido, e mirei o meu pau naquela bundinha. Ela estava toda se tremendo, as suas pernas pareciam que iam quebrar e, mesmo assim, ela forçou a entrada. Quando a cabeça entrou, ela deu um urro e disse: “Seu safado, tá me rasgando…”.
Senti meu pau adentrando cada vez mais, fui sentindo cada vez mais apertado. Ela disse que queria se sentir viva. Foram poucos segundos naquela bundinha quente e gostosa. Ela pediu pra eu ficar parado. Fiz o que ela pediu e fiquei ali sentindo aquele corpo suado tremendo as pernas.
Dei uma empurrada leve e ela gemeu tão gostoso que não resisti e empurrei de novo. E ela, mais uma vez, urrou: “Puta que pariu, que dor é essa?”. Então comecei um carinho naquela bucetinha toda melada. Ela gemeu mais, agora foi com dor e prazer.
Então, aos poucos, fui forçando, acelerando, e o corpo dela começou a estremecer. E ela gritou: “Eu tô gozando, caralho, eu tô gozando”. Então comecei a bombar aquela raba. Cada estocada era um urro que ela dava e, quase descontrolada, ela gritou: “Seu cachorro, goza dentro de mim”.
Fiz o desejado. Empurrei tão forte que ela quase berrou. Gozei e gozei gostoso. Nos recompomos e saímos rápido do banheiro, pois havíamos perdido o tempo e alguém poderia ter escutado. Antes de sairmos do banheiro, ela disse que estava toda arrombada, cheia de porra no rabo.
Voltamos à festa e logo percebi que o seu irmão Álisson estava me encarando. Segui falando com as pessoas na festa e peguei uma bebida. Foi quando Álisson parou perto de mim e disse: “Você comeu a Rafaela e eu vi”.
Com frio na barriga, perguntei o que ele queria. Imediatamente ele mandou eu seguir ele. Entramos num quarto que parecia ser dele. Quando entrei, ele puxou o celular e fez uma ligação.
Minutos depois, Rafaela entra no quarto, um pouco mais bêbada, e pergunta: “Que porra é essa que você tá fazendo, Álisson?!”. Ele sorriu e falou: “Eu quero o que ele fez com você…”.
Ainda tentando entender a situação, vi Rafaela tirando o short do irmão e, olhando para mim, ela falou: “Fode ele como fez comigo”.
Continua...