Casada Evangélica Recomeço Parte 02

Duas semanas depois, fui eu quem sugeriu.

Estávamos sentados no sofá depois do jantar, Rogério assistindo ao jornal e eu folheando uma revista de receitas. Levantei os olhos e falei com a voz mais natural que consegui:

— Amor, que tal fazermos outro churrasco no próximo sábado? O pessoal do escritório pareceu gostar tanto da última vez… Pode ser bom para você se aproximar mais da equipe.

Rogério sorriu, surpreso e feliz.

— Você que está sugerindo? Que bom, amor! Claro que sim. Vou chamar todo mundo de novo.

Eu sorri de volta, como a esposa atenciosa de sempre. Por dentro, meu estômago deu um nó. Eu sabia exatamente por que estava sugerindo. Sabia que era perigoso. Sabia que era errado. Mas a necessidade de sentir aquilo de novo — mesmo que só o olhar — era maior que a culpa.

O segundo churrasco aconteceu no sábado seguinte, à tarde. O tempo estava mais fresco, uma brisa leve soprando do rio. Rogério montou a churrasqueira na varanda, colocou música baixa, abriu cervejas. Dessa vez vieram nove pessoas: alguns casais e três homens sozinhos. Eu preparei saladas, molhos e uma torta de limão para a sobremesa. Circulava entre os convidados com o mesmo avental florido, servindo, sorrindo, perguntando se queriam mais farofa ou mais refrigerante.

E ele estava lá novamente.

O homem de olhos escuros. Agora eu sabia o nome: Ricardo. Ele chegou com a esposa, uma mulher chamada Juliana, alta, magra, cabelo castanho liso na altura dos ombros, óculos de grau finos e um sorriso profissional. Juliana trabalhava no mesmo setor que Rogério — departamento financeiro —, e os dois conversavam animadamente sobre planilhas e auditorias. Ela era simpática, educada, usava uma blusa leve e calça jeans. Parecia o tipo de mulher que eu fingia ser: organizada, discreta, devota.

Ricardo estava mais quieto, como da outra vez. Encostado na grade da varanda, segurando uma latinha de cerveja, observando o grupo com aquele olhar calmo e pesado. Quando nossos olhos se cruzaram pela segunda vez, ele não desviou. Sustentou o olhar por três ou quatro segundos. Não sorriu. Apenas olhou. E naquele olhar havia algo que me desmontou por dentro: reconhecimento. Como se ele soubesse que eu não era só a esposa sorridente servindo salada. Como se ele pressentisse a fome que eu carregava escondida atrás do coque baixo e da saia longa.

Senti o calor subir imediatamente. Os mamilos endureceram contra o sutiã. A calcinha ficou úmida num instante. Apertei as coxas uma contra a outra disfarçadamente enquanto servia mais gelo no copo de alguém. Meu coração batia forte. Eu sabia que nada ia acontecer. Ele era casado. Eu era casada. Estávamos no meio de um churrasco com meu marido e a esposa dele a poucos metros. Mas só o fato de ele estar ali, olhando daquele jeito, já me deixava excitada de um jeito perigoso.

O churrasco seguiu com conversas leves. Rogério contava piadas do escritório. Juliana ria e comentava sobre projetos. Ricardo participava pouco, mas sempre com frases curtas e precisas. Em determinado momento, quando eu passei perto dele para recolher pratos sujos, ele falou baixo, quase só para mim:

— A torta de limão estava excelente, Clara.

A voz era grave, tranquila. Nada de duplo sentido. Mas o jeito como disse meu nome… como se estivesse testando o som na boca. Eu respondi com um sorriso educado:

— Obrigada, Ricardo. Fico feliz que tenha gostado.

Nossos olhos se encontraram de novo. Por um segundo, o mundo ao redor pareceu silenciar. Eu senti o pulso acelerar, a respiração ficar mais curta. Desviei rápido, voltei para a cozinha com o coração disparado.

No meio do churrasco, enquanto todos conversavam animadamente na varanda, eu me retirei de novo para o banheiro. Tranquei a porta, levantei a saia, baixei a calcinha e me sentei na privada. Minha mão desceu imediatamente. Eu estava encharcada. Dois dedos entraram fácil. Comecei a mexer rápido, olhos fechados, mordendo o lábio inferior.

Na minha cabeça não era só o olhar de Ricardo. Era tudo misturado de novo: a casinha, os doze homens, o squirt violento da última noite, o gosto de mijo e porra, os socos nas costelas. Eu tentava recriar a intensidade, apertava o clitóris com o polegar, imaginava Ricardo me olhando enquanto eu era usada por todos.

O orgasmo veio. Não foi grande como o da última noite em Campinas. Não foi um squirt explosivo. Foi um orgasmo médio, quente, contido — um espasmo forte que me fez tremer as pernas e soltar um gemido abafado contra o braço. Mas foi real. Foi presente. Foi o primeiro orgasmo em Porto Alegre que não me deixou completamente vazia depois.

Eu fiquei ali sentada por mais um minuto, ofegante, dedos molhados, sentindo o corpo relaxar um pouco. Lavei as mãos, ajeitei a saia, passei água no rosto. Quando voltei para a varanda, Ricardo ainda estava no mesmo lugar. Ele me olhou de novo. Dessa vez eu sustentei o olhar por um segundo a mais antes de desviar.

Não ia acontecer nada.

Mas algo já tinha começado a se mexer dentro de mim.

Pela primeira vez desde que chegamos em Porto Alegre, eu me senti um pouco menos partida.

Um pouco mais… eu.

O churrasco seguia animado na varanda. Rogério contava uma história engraçada sobre uma auditoria que quase deu errado, Juliana ria alto, os outros batiam palma. O cheiro de carne na brasa misturava com o som de risadas e latas de cerveja sendo abertas. Eu circulava entre eles com o avental florido, sorrindo no momento certo, repondo copos, recolhendo pratos sujos.

Mas meu corpo estava em outro lugar.

A calcinha continuava úmida desde o momento em que Ricardo me olhou pela segunda vez. Cada passo fazia o tecido grudar na pele, lembrando o que eu tinha feito no banheiro minutos antes. Eu precisava de água gelada. Ou de qualquer coisa que me ajudasse a voltar ao normal.

Entrei na cozinha sozinha, abri a geladeira e peguei uma jarra de suco de laranja. Estava servindo num copo quando ouvi passos atrás de mim.

Não precisei virar para saber quem era.

Ricardo entrou na cozinha sem fazer barulho, fechou a porta devagar e girou a chave. O clique da fechadura foi baixo, mas soou como um tiro dentro da minha cabeça.

Ele se aproximou por trás. Não tocou em mim de imediato. Apenas parou bem perto, o corpo alto projetando sombra sobre o balcão. Senti o calor dele nas minhas costas. O cheiro leve de cerveja e loção pós-barba.

Então a mão grande dele subiu devagar e agarrou meu pescoço por trás — não apertando forte, mas firme o suficiente para me fazer prender a respiração. Os dedos grossos envolveram minha garganta com autoridade natural.

— Acha que eu não percebi, sua vadia? — a voz dele saiu baixa, rouca, bem perto do meu ouvido. — Você tá molhada desde que cheguei. Vi você se mexendo inquieta, apertando as coxas. Depois sumiu pro banheiro e voltou com o rosto corado. Foi se tocar, né?

Eu não respondi. Meu coração batia tão forte que parecia querer sair pela garganta. A mão dele apertou um pouco mais, controlando minha respiração.

— Responde.

— …Sim — sussurrei, voz tremendo.

Ele deu uma risadinha baixa, quase surpresa.

— Porra… a esposa certinha do Rogério. Todo mundo aqui acha que você é uma santa. E você tá pingando só porque um homem te olhou.

Sem pedir autorização, sem aviso, ele me virou de frente para ele com a mão ainda no meu pescoço. Depois, com a outra mão, pressionou meu ombro para baixo.

Eu entendi imediatamente.

Ajoelhei ali mesmo, no piso frio da cozinha, entre a geladeira e a pia. A saia longa se embolou nas minhas pernas. Ricardo abriu o cinto e a calça com uma mão só, tirou o pau para fora. Era grosso, veioso, já meio duro, a cabeça rosada brilhando.

Ele segurou meu cabelo com a mão livre, puxou minha cabeça para frente e disse, voz grave:

— Chupa. E faz direito.

Eu abri a boca e engoli ele inteiro.

Não foi devagar. Eu já era especialista. Desci até o fundo da garganta na primeira vez, sem engasgar, sentindo a cabeça grossa bater no fundo. Babava muito, saliva escorrendo pelos cantos da boca, pingando no chão. Subia e descia com ritmo perfeito, garganta relaxada, língua trabalhando na parte de baixo da vara. Olhava para cima o tempo todo, olhos molhados, entregues.

Ricardo soltou um gemido surpreso, baixo.

— Caralho… você chupa como uma profissional. Olha essa garganta… engole tudo, vadia.

Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca com estocadas profundas, controladas. Eu aceitava tudo — engasgava de leve, babava mais, mas nunca recuava. A saliva escorria pelo meu queixo, molhava o avental, pingava no piso. Eu fazia barulho molhado, obsceno, que ecoava baixinho na cozinha.

Ele gozou em menos de dois minutos.

Grunhiu baixo, segurou minha cabeça firme contra ele e jorrou direto na minha garganta. Jatos quentes, grossos. Eu engoli tudo sem derramar uma gota, sugando devagar até ele terminar, limpando a cabeça com a língua antes de ele sair da minha boca.

Ricardo guardou o pau, fechou a calça, olhou para mim ainda ajoelhada no chão — rosto vermelho, boca inchada, baba escorrendo pelo queixo, olhos brilhando.

Ele não disse mais nada.

Apenas virou as costas, destrancou a porta e saiu da cozinha como se nada tivesse acontecido.

Eu fiquei ali mais alguns segundos, de joelhos, sentindo o gosto dele ainda na garganta, o coração disparado, a calcinha encharcada.

Não foi um orgasmo grande. Não foi como o squirt da última noite em Campinas.

Mas foi alguma coisa.

Uma fagulha.

Uma pequena, perigosa fagulha de que a outra Clara ainda estava viva.

Levantei devagar, lavei o rosto, ajeitei o cabelo, limpei a baba do queixo e voltei para a varanda com o sorriso doce de sempre.

Rogério me olhou e perguntou:

— Tudo bem, amor? Demorou um pouco.

— Tudo sim — respondi, voz calma. — Só estava pegando mais suco.

Ricardo estava de novo encostado na grade, conversando com Juliana como se nada tivesse acontecido. Ele nem olhou para mim dessa vez.

Mas eu sabia.

E ele sabia.

E aquela fagulha dentro de mim… tinha acabado de ganhar força.

Depois do churrasco, a vida seguiu “normal” por fora. Rogério elogiava minha salada e minha torta de limão, Juliana mandou uma mensagem no grupo agradecendo o convite, e eu respondi com um “Foi um prazer!” cheio de emojis de coração. Mas dentro de mim tudo tinha mudado.

Ricardo conseguiu meu contato na mesma semana.

Na segunda-feira, Rogério chegou em casa e comentou, distraído, enquanto tirava os sapatos:

— O Ricardo pediu seu número. Disse que a Juliana quer trocar umas receitas com você. Tudo bem?

Meu coração deu um salto. Eu respondi com a voz mais calma do mundo:

— Claro, amor. Pode passar.

Ele mandou o contato ali mesmo. Cinco minutos depois, meu celular vibrou com uma mensagem nova:

Ricardo: “Não foi só receita que eu quis. Quero te ver de novo. Sozinha.”

Eu fiquei olhando a tela por quase um minuto inteiro. Depois digitei, com os dedos tremendo:

Clara: “Quando?”

Ricardo: “Quinta. 14h. Motel Tropical, quarto 17. Eu pago. Chega de saia longa. Quero você exatamente como você é por baixo de toda essa fachada.”

Não trocamos mais nenhuma mensagem. Eu apaguei a conversa, bloqueei o número temporariamente e desbloquei na quinta de manhã. O dia inteiro eu me senti como se estivesse andando sobre vidro. Fui à igreja, sorri para as irmãs, preparei o almoço de Rogério, mas minha cabeça só repetia: “Quarto 17. 14h.”

Cheguei ao motel às 13h50. O quarto estava com a porta entreaberta. Entrei. Ricardo já estava lá, encostado na parede, camisa polo cinza, bermuda jeans. Ele me olhou de cima a baixo e sorriu de leve.

— Você veio.

Eu fechei a porta, fiquei parada no meio do quarto por um segundo. Depois, sem dizer nada, segurei a barra da saia longa e levantei devagar até a cintura.

Estava sem calcinha.

E entre minhas nádegas, brilhando discretamente, o plug médio que eu tinha colocado em casa, por conta própria.

Ricardo ficou imóvel. Os olhos dele desceram devagar, pararam na minha boceta lisa e úmida, depois subiram até o plug. Ele piscou uma vez, como se não esperasse aquilo.

— Você… veio sem calcinha. E com um plug no cu — murmurou, voz rouca.

Eu não respondi de imediato. Apenas mantive a saia levantada, olhando para ele. Depois, pela primeira vez, eu falei. A voz saiu baixa, mas clara:

— Eu quis vir assim… Quis que você me visse pronta.

Ele deu um passo à frente. A mão dele tocou minha coxa, subiu e roçou a base do plug. Girou de leve. Eu soltei um suspiro trêmulo.

— Porra, Clara… eu achei que você fosse só curiosa. Mas você veio preparada.

Ele tirou o plug devagar. Meu cu piscou, vazio. Ele cuspiu na mão, esfregou no pau e posicionou.

Antes que ele entrasse, eu sussurrei, ainda olhando no espelho:

— Fode minha garganta primeiro… Por favor. Quero engolir você inteiro.

Ricardo parou. Olhou para mim com surpresa genuína. Ele não esperava que eu pedisse.

— Você quer garganta profunda? — perguntou, quase testando.

Eu assenti, olhos baixos, mas voz firme:

— Quero. Quero que você foda minha boca como se eu fosse uma vadia. Quero engolir tudo.

Ele segurou meu cabelo com as duas mãos e me fez ajoelhar. Abriu a bermuda. O pau saltou, grosso e já duro. Eu abri a boca e engoli até o fundo na primeira estocada. Garganta relaxada, babando muito, olhos lacrimejando. Ele gemeu surpreso.

— Caralho… você engole mesmo.

Eu tirei o pau da boca só para falar, saliva escorrendo pelo queixo:

— Mais fundo… fode minha garganta… me usa… eu aguento.

Ele segurou minha cabeça e meteu com força. Eu engasgava, babava, lágrimas escorrendo, mas não recuava. Entre uma estocada e outra eu murmurava:

— Isso… me sufoca… quero engolir seu gozo todo…

Ele gozou em menos de três minutos. Jatos quentes direto na minha garganta. Eu engoli tudo, sugando devagar até a última gota, limpando a cabeça com a língua. Depois olhei para ele, boca ainda aberta, voz rouca:

— Obrigada.

Ricardo ficou me olhando como se me visse pela primeira vez. Ele não sabia quem eu era de verdade. Não sabia da casinha, dos doze, do squirt, do mijo. Para ele, eu era só a esposa certinha que, de repente, tinha pedido para ter a garganta fodida e engolir tudo.

E isso o deixou impressionado.

Ele me levantou, me virou de costas contra o espelho e entrou no meu cu devagar. Enquanto metia, murmurou no meu ouvido:

— Você não é o que parece, Clara. Nem de longe.

Eu não respondi com palavras. Apenas empinei a bunda e recebi cada estocada em silêncio, sentindo que, aos poucos, a outra Clara estava começando a falar de novo.

A segunda vez no motel foi quatro dias depois.

Eu cheguei às 13h50, como da outra vez. Saia longa bege, blusa branca de manga comprida, cabelo preso no coque baixo. Por baixo: sem calcinha novamente, e o plug médio já dentro desde casa. Eu mesma tinha colocado, sem que ele pedisse.

Ricardo abriu a porta do quarto 17. Assim que entrei, ele me olhou de cima a baixo e sorriu de canto de boca.

— Você veio de novo.

Eu fechei a porta, fiquei parada no meio do quarto e, sem dizer nada, levantei a saia até a cintura, mostrando que estava sem calcinha e com o plug no lugar.

Ele respirou fundo.

— Porra, Clara… você não para de me surpreender.

Dessa vez eu não esperei ele mandar nada. Fui até ele, me ajoelhei, abri a bermuda e tirei o pau para fora. Olhei para cima e falei, voz baixa mas clara:

— Quero chupar você primeiro. Quero engolir fundo. Pode foder minha garganta?

Ricardo piscou, claramente impressionado. Ele ainda achava que eu era a esposa certinha que estava experimentando algo novo. Não fazia ideia de quanto eu já tinha treinado aquela garganta.

— Você quer mesmo? — perguntou, quase testando.

— Quero — respondi, olhando nos olhos dele. — Quero que você use minha boca. Forte.

Ele segurou meu cabelo com as duas mãos e enfiou. Eu relaxei a garganta e engoli tudo até o fundo. Babava muito, fazia barulho molhado, lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos. Entre uma estocada e outra eu tirava o pau da boca só para murmurar:

— Mais fundo… fode minha garganta… me usa como quiser…

Ele gemia, surpreso com a entrega. Fodeu minha boca por longos minutos, depois me levantou, me jogou na cama de bruços e tirou o plug. Entrou no meu cu devagar, mas fundo. Eu empinei a bunda e pedi baixinho:

— Mais forte… me fode o cu… quero sentir você bem fundo.

Ele acelerou. Uma mão no meu pescoço, a outra dando tapas firmes na bunda. Eu gemia, mas ainda controlada, pedindo mais:

— Isso… aperta meu pescoço… me usa… sou sua hoje…

A foda foi espetacular. Ele me virou de lado, depois de quatro, depois cavalgando de costas. Eu gozei duas vezes — uma com o cu sendo fodido, outra quando ele apertou meu clitóris enquanto metia fundo. No final, ele gozou dentro de mim, enchendo meu cu de porra quente.

Ficamos os dois ofegantes na cama. Ricardo passou a mão no meu cabelo, quase carinhoso, e disse:

— Preciso mijar. Já volto.

Ele se levantou e foi em direção ao banheiro.

Eu não pensei. Levantei da cama no mesmo instante, nua, porra escorrendo devagar pela minha coxa, e fui atrás dele. Cheguei ao banheiro antes que ele fechasse a porta.

Ricardo parou, surpreso, quando me viu entrar.

Eu me ajoelhei no chão do banheiro, bem na frente dele. Olhei para cima, abri a boca e falei, voz rouca mas firme:

— Mija na minha boca.

Ele congelou. Os olhos se arregalaram.

— O quê?

— Mija na minha boca — repeti, mais devagar. — Quero engolir. Por favor.

Ele ficou me olhando por longos segundos, como se não acreditasse no que estava ouvindo. A esposa certinha, de saia longa e coque, ajoelhada no banheiro de um motel, pedindo para beber mijo.

— Clara… você… tem certeza?

Eu assenti, boca ainda aberta, olhos fixos nos dele.

— Tenho. Quero sentir você me usando assim.

Ricardo respirou fundo, segurou o pau ainda meio duro e mirou. O jato quente saiu forte, acertando primeiro minha língua. O gosto salgado-amargo invadiu minha boca. Eu engoli o máximo que consegui, sem fechar os olhos, deixando parte escorrer pelo queixo, pelo pescoço, pelos seios. Quando ele terminou, eu lambi a cabeça devagar, limpando as últimas gotas.

Ele ficou parado, olhando para mim ajoelhada, molhada de mijo, porra escorrendo do cu, rosto corado.

— Porra… — murmurou, voz baixa e impressionada. — Você não é quem eu pensava que era.

Eu me levantei devagar, passei a mão no queixo molhado e respondi, voz suave:

— Ainda não sou… mas estou começando a mostrar.

Ele não disse mais nada. Só me olhou com uma mistura de choque, desejo e curiosidade nova.

Eu sorri de leve, voltei para o quarto e comecei a me vestir.

A segunda vez tinha sido ainda melhor.

E Ricardo agora sabia que havia muito mais por baixo da fachada.

Foto 1 do Conto erotico: Casada Evangélica Recomeço Parte 02


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Ficha do conto

Foto Perfil crentinha-
crentinha-

Nome do conto:
Casada Evangélica Recomeço Parte 02

Codigo do conto:
263110

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
28/05/2026

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2

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