SÉRIE - Iniciações Sexuais - Conto 1 - Luiz, a Prima e a Amiga

AVISO: Essa história é extensa. Caso prefira, pode ir lendo (e gozando com ela) aos poucos.

Ah, as primeiras vezes são sempre inesquecíveis para muitos!
E muitas vezes as descobertas acontecem entre primos, primas... Numa relação sempre de muito prazer e cumplicidade.
Esta série busca narrar as melhores iniciações sexuais, com histórias excitantes e envolventes, que facilmente identificam o leitor com suas próprias histórias.

Essa história narra os primos Luiz e Juliana, juntos com a amiga inseparável, Laura, descobrindo o sexo de forma excitante e natural, num evento que marcou para sempre a vida dos três.

Juliana morava com sua mãe num apartamento em Belo Horizonte, onde sempre recebiam sua tia e seu primo, Luiz, vindos do interior. As férias eram quase sempre juntos. E com eles, quase sempre também estava a Laura. Amiga inseparável da Ju.

Mas a história começa mesmo naquela tarde de semana, na piscina do condomínio, onde os 3 curtiam animados e sozinhos. Adolescentes jovens, hormônios a flor da pele. E aqueles peitinhos eram novidade para o menino, que não deixou passar despercebidos. Era a primeira vez, desde as férias passadas há um ano, que não se viam. Mas que diferença fizeram as meninas nesse último ano!

Aqueles limões, por dentro do fino tecido do sutiã frouxo, foram o suficiente para enlouquecer a cabeça daquele jovem cheio de hormônios. Ficava hipnotizado cada vez que as duas meninas saíam da água, entre um mergulho e outro. Não perdia detalhe, esticava os olhos e quase podia ver aqueles mamilos pelas beiradas dos tecidos.

E foi numa brincadeira de afundar, entre as duas meninas, que sua curiosidade foi premiada. Sem perceber, a amiga Laura exibia todo o peitinho direito, com o sutiã fora de lugar, enquanto lutava com a amiga. Luiz arregalou os olhos e sentiu seu coração bater mais forte, ao mesmo tempo que também sentia lhe crescer rapidamente o pau lá embaixo.

Permaneceu assistindo as duas, animado, até sua prima também reparar no peitinho da amiga, escapulindo.

_Laura! Tá pagando peitinho! Kkkkkk

E caiu na gargalhada, enquanto a amiga se ajeitava, sem parecer envergonhada. E continuaram na brincadeira, uma tentando, e conseguindo derrubar a outra. E entre tantos mergulhos forçados, tanto a prima, quanto a amiga Laura, acabaram com os sutiãs completamente fora dos lugares. Mas nem por isso se importaram ou paravam as brincadeiras para se arrumarem. Exibiam os peitinhos como estavam acostumadas desde sempre, quando ainda não tinham nada pra esconder.

Luiz ía completamente hipnotizado e excitado por aqueles biquinhos saltitantes, quando sua prima gritou:

_Vem aqui pra você levar um caldo também, vem!

_Até parece! Eu afogo vocês duas! (retrucou)

E logo estavam os 3 atracados, um tentando passar as pernas, ou empurrar o outro. E nesse esfrega, os três se aproveitavam!
Luiz, dissimuladamente, passava as mãos pelos corpos das duas meninas, sempre atento e cada vez mais excitado. Quando dava, se esfregava, pressionando seu pinto nas meninas em meio aquela agitação toda dentro d'água.

É claro que logo as duas perceberam algo duro lá embaixo. Seria possível!? Aquela coisa dura seria o pinto do Luiz!? Era o que as duas excitadas já desconfiavam. Com olhares e risinhos safados, as duas meninas acabaram facilitando os abraços do menino, só pra tirar aquela dúvida, e curtindo se encostarem num pinto de verdade pela primeira vez. E a cada encostada mais brusca, riam as duas meninas, cada vez mais curiosas e excitadas com aquela coisa dura lá embaixo.

Até que numa dessas encostadas, a prima levou a mão, apalpando rapidamente o primo.

_Luizinho!? (exclamou impressionada ao perceber que aquilo duro era mesmo o pinto do primo)

Ele se fez de desentendido, mas sentiu perfeitamente a mão da prima lhe segurado o pau.

_É o pinto do Luizinho mesmo! Eu pus a mão! (disse excitada, Juliana no ouvido da amiga)

_Cê poz a mão!? (respondeu surpresa a amiga)

As duas caíram na risada, excitadíssimas. A brincadeira tava esquentando! E as duas meninas acabaram se unindo para derrubar o menino pro fundo da piscina. A prima se montou em suas costas, abraçando o menino com as pernas, enquanto a amiga tentava derrubar. Ele segurou firme a bundinha da prima, que permanecia agarrada em suas costas. Mal dava atenção à luta, mas sim naquela bundinha carnuda e durinha da prima.

Enquanto se aguentava como podia para não ser derrubado, espertamente começou a explorar as redondezas daquela bundinha. Dava umas apertadas fortes, que faziam a menina pular, dando risada, e adorando aquele toque. E ía chegando cada vez mais perto de onde a sua curiosidade o levava. Queria tocar a bucetinha da prima, e foi escorregando os dedos até sentir o tecido da calcinha. Primeiro a costura lateral, e logo depois aquele recheio macio. Sua prima em suas costas, percebeu na mesma hora aquele toque, mas deixou. E o menino avançou, num toque mais ousado. A menina sentiu cócegas e reagiu por reflexo, esticando as pernas e desmontando de seu primo em risos.

Mas ela gostou daquele toque! Por isso, se montou novamente nas costas do primo. E novamente aquela apertada gostosa na bunda, seguida por dedos escorregando para o meio daquele corpinho. Dessa vez o toque foi menos sutil. Luiz sentiu perfeitamente na ponta dos dedos a anatomia suave dos lábios da sua prima. Ela sentiu cócegas de novo, e movimentou o corpo, deixando claro que sentia aqueles toques. Mas dessa vez permaneceu montada no primo, curtindo aquela carícia íntima e discreta.

O tesão da prima Juliana crescia rapidamente com aqueles toques, mas numa rasteira, a amiga finalmente derrubou os dois dentro d'água, interrompendo a brincadeira.

_Segura ele por trás! (gritou a prima Ju pra amiga, assim que se levantaram)

E a Laura pulou nas costas do menino, que fez exatamente como já havia feito em sua prima. Se aproveitou para também apalpar a outra menina. Logo, a Laurinha também dava um pulo involuntário ao sentir os dedos do menino entre as suas pernas. Gostou e continuou firme, agarrada em suas costas. Ele permanecia lutando bravamente para não ser derrubado, e poder continuar alí se aproveitando daquela bucetinha.

A excitação que a Laurinha já sentia, fazia ela continuar nas costas do menino, curtindo os dedos gostosos do Luiz. E assim ficaram os três por longos minutos, trocando toques debaixo d'água. As meninas se revezavam nas costas do menino só para serem tocadas.

Até que a prima Ju, querendo provocar, num mergulho, empinou a bundinha fora d'água, mostrando ao primo o que ele estava tocando aquele tempo todo. E ele viu a calcinha do bikini da prima, fora do lugar, afastada para o lado, deixando metade dos lábios expostos, junto com deliciosos pêlos negros. Era tudo um movimento calculado da prima que, segundos antes, debaixo d'água, havia puxado metade da calcinha. Numa loucura, com a excitação em elevação, queria se exibir para provocar primo. E saiu do outro lado da piscina, chamando a amiga pra ir ao banheiro com ela.

Enquanto isso, sem poder mais, e agora sozinho na piscina, o menino bateu uma punhetinha rápida, buscando aliviar o tesão, relembrando a cena que acabava de presenciar.

No banheiro, as duas eram pura excitação.

_Ele também passou a mão em você?

_Sim! Eu tô num tesão...

_E eu então!

E davam risada as duas!

_Agora, antes de sair da piscina, eu puxei metade da calcinha para o lado, e mergulhei levantando a bunda, pra mostrar pra ele (confessou Juliana)

_Jura!?

_Sim! (confirmou, cheia de tesão)

_Será que ele viu!? Cê é louca! (disse Laurinha pra Ju)

_Só pra provocar! (respondeu a prima Ju, sem revelar que, na verdade, o tesão era ser olhada mesmo)

_Vou montar nele de novo, mas dessa vez já vou assim, com a calcinha pro lado. Quando vier com aquela mão, vai ter uma surpresa!(avisou a Ju, toda safada, à amiga, Laura)

E mais gargalhadas!

E as duas voltaram animadas pra piscina! Mas agora era o Luiz que tava apertado. Saiu da água e não disfarçou a ereção. As duas meninas pararam, hipnotizadas, enquanto ele contornava a piscina em direção ao banheiro. As duas impressionadas com aquele pinto balançando pesado atrás do tecido fino.

E mais gargalhadas quando ele foi lá pra dentro.

_Você viu o pinto dele!?

_Claro! Como não ía ver!? Tá duro!

E mais gargalhadas!

No banheiro, Luizinho não se aguentava e bateu uma punheta gostosa, até gozar pra aliviar. Gozou rápido. Se ajeitou e voltou pra piscina, onde viu as duas olhando pra ele com carinhas safadas.

_Olha o caldo!!!

Gritou a prima, já se agarrando nas costas do primo, colocando imediatamente em prática o seu plano. O menino foi imediatamente com as mãos entre as pernas da prima, e quase não pôde acreditar que tocava diretamente a bucetinha da prima. Precisou apalpar um pouco mais pra se certificar. Eram mesmo os lábios nus da prima em seus dedos.

Juliana, se contorceu com o toque íntimo do primo, mas permaneceu agarrada em suas costas, enquanto a amiga apenas imaginava excitada, como a Ju estava sendo tocada sem calcinha. E assim ficaram os três fingindo estar brincando de afundar, quando na verdade, estavam brincando de tocar e serem tocadas. Tudo como se nada de diferente estivesse acontecendo.

_Você deixou mesmo a calcinha pro lado? (perguntou discretamente a Laura para Juliana na primeira oportunidade)

_Uhum! (confirmou, safadinha a prima)

Laura ficou ainda mais excitada, e resolveu fazer igual. Lá embaixo, puxou a calcinha, se certificando que a bucetinha havia ficado pra fora, e partiu pra cima do menino que se aproveitava com a situação. Laura sentia um tesão que nunca havia sentido na vida. Já agia por instinto sexual apenas. Luiz, dedilhando atentamente aqueles lábios, percebeu que ali no seu dedo deslizava mais fácil. O mesmo que já havia percebido na prima.

_Vamos na ducha? (deu a idéia a prima Ju, buscando variar a brincadeira)

E no caminho até lá, novamente aquele pau duro chamou a atenção, provocando risinhos e olhares sacanas entre as duas meninas. E terminaram os 3 na ducha. Se trancaram no box com porta de alumínio.

_E se vier alguém? (perguntou a Laura)

_Meio de semana, no meio da tarde, nunca vem ninguém aqui. (arrematou a Juliana)

_Abre logo a água quente! (pediu o Luiz)

O espaço pequeno para os três, fazia com que aquela ereção acabasse resvalando nos corpos das meninas, que não deixaram de perceber.

_Isso tudo aí no teu shorts é o teu pinto mesmo Luiz!? (perguntou a prima Juliana, olhando pra baixo, curiosa)

O menino não respondeu e demonstrou um pouco de vergonha, cobrindo com a mão, forçando o pau pra baixo.

_Ah, bobo! Não precisa esconder não! A gente cresceu juntos! Tira a mão! (insistiu a prima)

E o menino tirou a mão, se exibindo para as meninas.

_Nossa! Como tá grande! Nunca tinha visto assim! (disse surpresa e assanhada a prima)

_Você só viu quando a gente era pequeno.

_Pois é! E ele também era pequenininho. Mas olha isso? Que grande! Não acredito! Você deve ter colocado uma cenoura aí! (provocou a prima, caindo na risada com a amiga)

_Claro que é o meu pinto!

_Então mostra!

E o menino ficou mesmo um pouco constrangido com o assanhamento da prima, que precisou insistir.

_Ah, vai! Para de vergonha! É nosso segredo!

Enquanto isso, a amiga Laura só observava a negociação entre os primos.

_Mas e a Laura!?

_Aposto que ela também quer ver, não quer!? (cutucou a prima)

A Laura só concordou com a cabeça.

_Tá vendo!? Mostra ele aí, vai!

E o menino puxou o shorts, colocando o pauzão pra fora, se exibindo para as duas meninas que permaneceram hipnotizadas.

_Gente! (exclamou a prima, ao ver um pinto duro de verdade pela primeira vez)

_E fica apontando pra cima! Olha! (completou a amiga Laura, igualmente impressionada)

As duas deram risinhos de excitados e continuaram observando.

_Olha a cabecinha dele! Quando a gente era pequeno, ela não ficava assim pra fora. Eu lembro! (reparou a prima)

_Quer pegar? (ofereceu o menino)

_Pode?

_Se você quiser... (permanecia o menino, com o pau apontando ao céu, cheio de tesão por ser o objeto da curiosidade das duas meninas)

E a menina segurou inteiro o pau durinho do seu primo, reparando na cabecinha que aparecia brilhante.

_Aperta ele! (disse o primo, querendo ir adiante naquilo)

E ela apertou.

_Mais forte!

_Não doi não?

_Não doi. Aperta com força!

E a menina apertou com toda força, enquanto a amiga assistia de olhos bem abertos.

_É bom? (perguntou a prima)

_Uhum!

E ela apertou mais vezes, e balançou, dando mais umas risadinhas de excitação.

_Era ele que a gente sentia esbarrar na gente embaixo d'água, né!? Seu safado!

_Mas vocês gostaram!

As duas meninas não responderam, mas continuaram grudadas naquele pinto duro.

_Quer pegar também, Laura? (perguntou a prima Ju, toda sacana, oferecendo à amiga aquela experiência tão nova)

E as meninas se revezaram.

Luiz, que já estava de pinto pra fora mesmo, decidiu abaixar de vez o shortinho, ficando peladão no meio das duas.

_Luiz!!! (exclamou sua prima)

_Que foi!? Que diferença faz com ou sem shorts?

_E se vier alguém!?

_Ué. Você mesmo disse que nunca vem ninguém aqui a tarde durante a semana. Qualquer coisa eu visto rapidinho.

_Vamos aproveitar e já tomar banho aqui mesmo? Juntos? (perguntou o menino, com o plano de convencer as meninas a tirarem os bikinis também)

_Ah! Nós nem trouxemos shampoo, nem nada! (respondeu a prima)

E ele insistiu esperto.

_Vamos só tirar o cloro mesmo.

_Tá. Então já que você tá aí pelado, a gente te dá banho. (propôs a prima, toda assanhada pra alisar o primo)

E assim as duas meninas começaram a alizar o corpo inteiro daquele menino sortudo. Como se estivessem ensaboando.

_Tem que deixar o menino bem limpinho! (dizia brincando a prima Ju, curtindo cada detalhe do corpo do primo)

Começaram as duas pelo pescoço, e lentamente foram percorrendo todo o corpo do menino.

_Você limpa desse lado e eu limpo desse. (ía coordenando a prima Ju)

E após passarem pelos seus braços, ele levantou para melhorar o acesso lá pra baixo. O menino até fechava os olhos para embarcar nas sensações que aquelas carícias lhe traziam. E as meninas, cheias de tesão, íam disciplinadamente, descendo bem lentamente pelas costas e peito, demorando propositalmente pra descer praquele pintão gostoso.

As duas se agacharam, ficando com os olhos exatamente na altura daquele pinto. Já passavam as mãos pela bunda do menino. Eram três adolescentes cheios de tesão!

_Vai, abre as pernas pra gente lavar aqui no meio! (pediu a prima Ju. Sempre ela!)

E as meninas exploravam cada pedacinho do entre pernas do menino, rodeando suas coxas a bunda.

_Não pode esquecer o pintão! (disse assanhada a Ju)

_Também não pode esquecer aqui embaixo! (alertou a Laura, acariciando gostosamente o saquinho rígido do menino)

_Ah, claro! Como eu ía me esquecendo! (exclamou a prima, também experimentando tocar e apalpar as bolinhas do primo)

_Lava essa cabecinha... (puxavam a pele pra trás, alisando todo aquele membro, enquanto o menino quase saía do corpo de tão extasiado com tudo aquilo)

As duas meninas demoraram pra lavar aquele pinto!

_Pronto! Banho tomado! (disse a Laura)

_Aposto que foi o melhor banho da sua vida! (arrematou a prima, caindo na risada com a amiga)

_Quem é a próxima? (perguntou o menino, esperto)

As duas se olharam.

_Mas tem que tirar os bikinis também! Ninguém toma banho de bikini. (avançou o menino)

_Ah, seu assanhado! Você quer é ver a gente pelada!

_Qual o problema!? Eu já tô pelado! Vocês até já me ensaboaram! (argumentou)

As duas ficaram em dúvida por uns segundos, quando ele insistiu.

_Esses sutiãs mesmo, várias vezes eu vi escapando lá na piscina e vocês nem se importaram. Nenhum problema tirar agora, né!?

As duas meninas se entreolharam.

_Tá bom. (concordou a prima, já tirando o sutiã)

A amiga Laura acompanhou, sem nenhum constrangimento.

_Aê! Tá vendo!? Nada de mais, né!? (incentivou o menino)

E ele olhava as duas, dando um pouco mais de atenção para a prima. E as duas se exibiam pra eles, movendo os ombros pra lá e pra cá, balançando os peitinhos.

_A última vez que eu vim, eles ainda não estavam crescendo. Estavam?

_Acho que sim, mas eram pequenos ainda (respondeu a prima, se olhando e passando as mãos gostosamente sobre os mamilos durinhos, quase se oferecendo ao primo)

_Posso passar a mão?

E ela só fez "sim" com a cabeça. E fechou os olhos instintivamente ao perceber o toque do primo.

_Posso também? (perguntou pra Laura que também concordou com a cabeça)

E passou a acariciar as duas meninas, uma em cada mão.

_São fofinhos! E são lindos!

As duas sorriram pra ele, enquanto se permitiam ser acariciadas.

_Deixa eu ver vocês também?

_Você já tá vendo!

_Deixa eu ver elas! (disse o menino apontando lá pra baixo)

Inebriadas com as carícias nos seios, as duas nem responderam. E o menino logo interpretou como um sinal positivo. Ele se voltou para a prima, que o observava, e foi se agachando, enquanto suas mãos deslizavam pelas laterais daquele corpinho gostoso, até alcançar a calcinha que foi se abaixando, revelando aquela bucetinha de pêlos ralos, bem diante de seus olhos.

_Que linda!!! (exclamou, olhando pra cima, nos olhos de sua prima)

Terminou de retirar a calcinha, pendurando ao lado, e sem se levantar, se virou para a amiga.

_Posso? (Olhando pra cima, nos olhos da Laurinha, e já lhe segurando as laterais da calcinha)

A menina apenas concordou com um olhar. E novamente a mesma cena. Tinha agora, a menos de um palmo do nariz, duas bocetinhas lindas, totalmente oferecidas aos seus olhares.

_Vocês são lindas! (disse, maravilhado com o que via, e até um pouco surpreso, pois ambas apresentavam seus lábios bem pronunciados pelo tesão)

As duas permaneciam completamente imersas naquele clima de descobertas e exibição. Ele, levou uma mão em cada coxa, por entre as pernas das meninas, e veio subindo, sentindo aquelas peles, até tocar as duas ao mesmo tempo. Elas estremeceram, abrindo as pernas para facilitar o acesso.

Encaixava as mãos bem no meio daqueles lábios, percebendo novamente aquele melzinho liso nas duas meninas. Deslizava as mãos pra frente e pra trás, aproveitando aquela lubrificação. E fazia os movimentos de forma simétrica. O que fazia numa, fazia também na outra.

_Elas são tão lisinhas! Parece ter um sabonete! (disse, enquanto explorava todos os detalhes das duas meninas)

E aproveitava para comparar as ligeiras diferenças entre as duas, tentando guardar na memória aquela imagem maravilhosa.

_Tá gostoso?

_Tá muito!

_Desliga um pouco essa água (pediu o menino)

O ambiente ficou em silêncio. Já nem se preocupavam se aparecesse alguém. Estavam se descobrindo, e o tempo parava naquele pequeno espaço. Nada mais existia. Apenas as sensações e o desejo importavam para aqueles três.

_Olha como estão meladas!? Olha! Tá até melando meus dedos! (disse o menino, passando os dedos pelas duas e mostrando a gosminha se esticando entre eles)

E voltou a explorar os sexos das duas meninas, com a curiosidade de saber até onde seus dedos podiam chegar. Super atento, cheio de tesão, continuou bolinando as meninas igualmente, aproveitando aquele caldinho mágico, que deixava as duas tão lisinhas. O que fazia em uma, repetia exatamente na outra. Cada uma entregue completamente em cada mão do menino.

E ele, aos poucos, foi indo cada vez mais fundo, até que estivesse com seus dedos médios inteiros dentro das duas meninas. Não conseguia ir mais fundo.

_Estou com o dedo inteiro dentro de vocês!

_ Tá gostoso! (respondeu sua prima totalmente entregue àquelas carícias)

E o menino começou a fazer movimentos por dentro das meninas, percebendo as anatomias e texturas, enquanto as duas começavam a gemer baixinho, de olhos fechados pelo prazer.

_Tá doendo? (perguntou preocupado com os gemidos)

_Não! Tá muito bom! Continua! (disse sua prima)

_ E você, Laurinha?

_Tá uma delícia! Não para!

_Vou colocar outro dedo. (alertou o menino)

E cuidadosamente seus dedos indicadores foram penetrando as duas meninas, que gemiam de prazer, quase não conseguindo mais se manterem de pé. Luiz possuía as duas, literalmente em suas mãos. Em seus dedos, que se movimentavam habilmente dentro daqueles corpinhos cheios de tesão.

E pouco a pouco os gemidos das duas foi se intensificando, até que ambas, quase simultaneamente, começaram a se contorcer, fechando suas pernas nas mãos do menino que permanecia firme, com dois dedos bem fundos em cada uma. Começaram a gozar as duas, penetradas por aqueles dedos mágicos e gentis. E agora, com as mãos apertadas, só lhe restava continuar com o vai e vem dos dedos dentro das meninas.

Gemiam mais alto as duas meninas, sem nem entender direito o que sentiam.

_Ah, Luizinho! Não para! Não para!!!

_O que é isso!? Ahhh!!!!

E se largaram quase juntas no chão do box, sem se aguentarem mais das pernas.

_Ai, para! Não aguento mais! (pediu a sua prima, ofegante)

_Que foi? Não tava bom!? (perguntou o menino, confuso)

_Tava muito bom! Não sei o que aconteceu! Foi muito forte!

_E você, Laurinha? (perguntou, preocupado)

_Sim! Tava muito bom! Mas ficou tão bom que eu nem sei.

_Vocês devem ter gozado. (sugeriu o menino, comparando com suas próprias experiências nas punhetagens sem fim)

_Gozado!?

_Sim. Eu também, quando mexo no meu pinto, vai me dando uma coisa gostosa, que vai aumentando, aumentando, até eu não poder mais e gozar.

_Sim!!! Foi isso que eu senti!

_Eu também! Então a gente gozou!

E os três tiveram alguns segundos para refletir tudo aquilo até recuperarem as energias. Abriram novamente o chuveirão.

_Olha como os meus dedos ficaram lambuzados! (disse, levando ao nariz e sentindo um perfume inebriante que nunca havia sentido)

_Sim! Eu tô toda melada por dentro! (disse a Laura, arregaçando os lábios, exibindo a bucetinha rosada, toda brilhosa por seus fluídos)

_E você, Luizinho? Você disse que também goza mexendo no seu pinto? Como você faz? (perguntou a prima, já curiosa com essa informação nova)

_Olha como ele continua duro! (reparava a Laura) Como você faz pra gozar?

_Eu mexo nele assim, pra frente e pra trás.

E demonstrava para as meninas uma punhetinha rápida.

_Então agora é minha vez de fazer você gozar! (já se assanhou a prima)

A menina se agachou, ficando com os olhos na altura certa, já segurando forte aquele pauzão tesudo a centímetros de seus olhos.

_Pra fazer, não precisa apertar assim. É só levar a pele pra frente e pra trás, assim, sem apertar. (explicou o menino, enquanto as duas olhavam com atenção)

E a prima iniciou os movimentos. Dessa vez era o menino que se encostava na parede e fechava os olhos. Mas não resistia e olhava sua prima lhe punhetando com disciplina de aprendiz dedicada.

_Tá bom assim? (perguntou a menina)

_Tá gostoso. Continua.

E as meninas continuavam excitadas, atentas naquele pinto e no Luizinho, que se esticava todo, enquanto era punhetado cada vez mais rápido pela prima.

_Quer fazer, Laurinha? (ofereceu Juliana)

E a menina, toda empolgada, já foi segurando o menino, sem perder tempo. E ele olhava as duas agachadas, quase sem acreditar no que acontecia. A prima, Juliana, agora se tocava, buscando repetir o que o primo havia feito. Enfiava seu dedo dentro do próprio corpo pela primeira vez, descobrindo um mundo todo novo. Começava a se masturbar pela primeira vez enquanto a amiga punhetava o seu primo.

_Ah! Tô quase gozando! Não para! (alertou o menino)

E a Laurinha intensificou os movimentos, ansiosa pra ver aquele menino gozar na sua mão. E logo em seguida ele gemeu alto.

_Tô gozando!!!

E a Laurinha continuava nos movimentos até que o menino não pôde mais.

_Ai, para! Não aguento mais! Você me fez gozar muito! Muito mais que eu gozo quando faço sozinho!

As duas meninas, ainda agachadas, acariciavam o corpo do menino, passavam as mãos pela sua bunda, acariciavam seu saquinho, e passavam levemente as mãos naquela cabecinha inchada e brilhosa.

_Acho melhor a gente sair. (sugeriu a Laura, pouco depois que o Luiz se recompunha, mostrando preocupação)

_Sim! Vamos lá pro meu quarto enquanto não tem ninguém em casa! (deu a idéia a Ju, cheia de segundas intenções)

Se vestiram e subiram para o apartamento, cheios de tesão, querendo continuar as brincadeiras sexuais tão gostosas.

_Mas e se a tua mãe chegar com a mãe do Luiz? (questionou a Laurinha)

_Eu tenho uma ideia! Se a gente deixar a porta da sala com a chave virada, não dá pra abrir do lado de fora. Já aconteceu isso lá em casa uma vez. Elas vão ter que tocar a campainha. (disse o menino)

_É mesmo! Aqui também já aconteceu isso! Minha mãe precisou tocar a campainha. (lembrou assanhada a prima Ju)

E assim fizeram. Deram duas voltas e deixaram a chave virada. Estava preparado o caminho para os três safadinhos. Luiz estava hospedado com a mãe, no quarto da Juliana, num colchão ao lado da cama, no chão. E todo assanhado, já foi logo tirando o shorts molhado.

_Luiz do céu! Teu pinto duro ainda!? (exclamou sua prima)

E as duas meninas também já foram arrancando os bikinis e se jogando no colchão no chão. Pularam um por cima do outro, quase sem pensar em mais nada.

_Vem Luiz! Vamos fazer um sanduíche de gente! Você vem no meio! (deu a idéia maluca a Ju. Sempre ela!)

E ela, de barriga pra cima, recebeu o seu primo por cima, de frente pra ela. A Laura deitou por cima dos dois. Ah, que sensação gostosa aqueles corpos quentes! Ah, que delícia sentir aquele pau apertado entre os primos!

_Teu pinto tá mexendo! (reparou a Ju enquanto Luiz pulsava cheio de tesão)

_Vamos trocar! (pediu a Laura, louca pra sentir aquele pinto também)

E trocaram. E de novo Luizinho pulsando o pau duro, apertado entre ele e a Laura.

_Tô sentindo ele! Que forte! (disse a menina)

_Vai! Agora você deita primeiro e a gente vai por cima. (ordenou a Ju)

O menino se deitou, pinto pra cima, segurando com as mãos para ficar de pé, como um mastro. E essa posição deu a idéia pra sua prima. Ao invés de só deitar por cima do primo, passou uma perna de cada lado e foi se agachando, se aproximando do pinto do primo sortudo. Ele só apreciava aquela bucetinha toda aberta, enquanto permanecia segurando o pau.

E se esticava buscando tocar a bucetinha da prima com a cabeça do pau. Mas a cada tentativa, a menina levantava e dava risada.
E os dois brincaram assim por algum tempo, até que a vontade de sentir esse toque tão especial, ficou mais forte.

_Tá bom. Eu vou descer mais, mas não mexe esse pinto! Deixa que eu faço! (ordenou a prima)

Enquanto isso a amiga ao lado, sem perder nenhum detalhe. E a Ju foi descendo até se tocarem pela primeira vez. Luiz não se aguentou e mexeu o pinto.

_Eu falei pra você não mexer! (disse a prima, já se levantando de novo)

_É só pra passar a cabecinha nela. (explicou)

E a menina desceu até encostar na ponta do pinto que o menino manuseava, pincelando seus lábios, e lambuzando sua cabeça naquele mel.

_Que gostoso! (disse a prima)

_Sim! Muito! (concordou ele, passando a cabeça do pau pra lá e pra cá)

_Agora deixa que eu faço. Solta ele. (pediu a prima)

E o menino largou o pau, que pendeu enorme de duro, pulsante sobre sua barriga.

_Olha como ele pula! (reparou, toda tesuda, a amiga Laura)

E a prima Ju, olhando nos olhos do primo, foi descendo bem devagar, cuidando para que sua bucetinha se encaixasse bem em cima daquele pinto gostoso. Bem no meio. E ao soltar finalmente o seu corpo, os dois soltaram um gemido delicioso de prazer.

Luiz pulsou forte embaixo da prima.

_Tô sentindo ele pulando aqui.

Ele sorriu.

E a menina, por instinto, começou lentamente um movimento com o quadril, se esfregando gostosamente naquele pinto gostoso. Seus sexos deslizavam fácil, graças aos fluídos da menina cheia de tesão. E ela puxava o quadril pra frente e pra trás, buscando percorrer aquele pinto inteiro com a bucetinha ardente de tesão. Estavam adorando ver a cabecinha sumindo e aparecendo entre os lábios abertos da menina.

_Olha como ele tá ficando lambuzado de você! (reparou a Laura, acompanhando de perto)

E naturalmente os movimentos da menina foram se intensificando, até que chegou uma hora que parecia estar cavalgando em seu primo. Já não podia mais parar. Sentia que podia gozar novamente se esfregando no pinto do primo, e assim permaneceu até explodir num grito de gozo e se largar sobre o peito do menino.

_Você gozou, amiga? (perguntou a Laurinha)

_Muito! (respondeu com um sorriso no rosto, se virando e saindo de cima do primo)

_Olha como ficou melado o pinto do Luiz! (reparou a Laura)

E já pulou por cima do menino, que virava objeto sexual das duas meninas. Nem ficou demorando. Já foi logo se encaixando, sentindo aquele membro quente entre seus lábios úmidos. Luiz pulsou de tesão novamente.

_Que gostoso! Faz de novo! (pediu a menina)

E logo ela também já estava no mesmo movimento, aproveitando toda a extensão daquele pinto tão gostoso. E gemia enquanto o menino buscava seus peitinhos com as mãos.

E foi num desses movimentos de vai e vem que a cabeça do pinto se encaixou naquele buraquinho, explorado minutos antes, pelos dedos do menino. Ela parou os movimentos alí. Por instinto e tesão, movimentando o quadril com habilidade, capturou a cabeça daquele pau, pra dentro da sua entradinha. Luiz gemeu gostosamente, sentindo aquela bucetinha lhe apertando.

_Amiga! Você colocou o pinto dele dentro de você!? (exclamou excitada a prima Juliana)

E a menina continuou lentamente os movimentos, pressionando cada vez mais pra dentro aquele pau delicioso. Sentia ele latejando dentro do seu corpo, e retribuía, apertando de volta.

_Gente! Vocês estão transando de verdade! (estava incrédula a prima Juliana que não perdia detalhe)

Logo o menino estava inteiro dentro da menina, que agora se soltava, deitando por sobre ele, relaxada, com sorriso no rosto. Então ela mesma iniciava uma subida lenta, revelando novamente para a amiga atenta, aquele enorme membro, todo melado e lindo, para então descer, e nesse sobe e desce permanecer até iniciar um orgasmo como nunca havia sentido antes.

A amiga Laura trepava com uma experiência que ela mesma não sabia que tinha. E ao final daquele gozo, beijou Luiz na boca, apaixonadamente. Tudo instintivamente, pois também nunca havia beijado ninguém. Mas sentiu esse desejo ao retomar um pouquinho de consciência, ainda inteiramente penetrada pelo menino.

_Gente! Vocês transaram de verdade! (repetia impressionada a prima Juliana)

_Ai, amiga! Foi tão bom!

E Luiz latejou o pau mais uma vez dentro da Laura, que sorriu.

_Você é delicioso! (disse ao seu amante, olhando em seus olhos)

_É, mas agora eu também fiquei com vontade! Como foi? Não doeu!? O Luiz continua inteiro aí dentro de você!

_Por mim, ficaria aqui pra sempre! (disse inebriada a menina Laura)

Mas lentamente foi se erguendo, até se levantar, deixando o espaço livre para os dois primos.

_Vai! O primo é seu!

Sem a menor dúvida, mas com muito tesão, Juliana passou as pernas por cima do primo, que permanecia ereto, objeto sexual das duas meninas. Dessa vez, manteve o pau seguro, apontando pra cima. Juliana apenas se encostou e mirou para o lugar certo. Lentamente veio soltando seu peso, percebendo aquela cabeça durinha penetrando seu corpo. Parou um pouco, olhou nos olhos do primo e sorriu. Ele pulsou forte.

_Tô sentindo ele!

Mas queria sentir inteiro! E não aguentando mais, terminou de sentar, fazendo desaparecer dentro de si aquele pinto tão gostoso. E olhando seu primo nos olhos, beijou sua boca, num gesto de carinho, cumplicidade e amor entre eles. O menino se surpreendeu, mas deixou rolar. Era o primeiro beijo das vidas de ambos, e ficaria pra sempre em suas memórias.

Gemeram juntos, sentindo um o corpo do outro. E a menina retribuía cada latejada de seu primo, com um apertão demorado na portinha de sua vagina. E querendo sentir sempre mais, iniciou um movimento, subindo e descendo, percebendo cada milímetro do seu primo dentro do seu próprio corpo, tendo pequenos espasmos, tamanho era o tesão que sentia.

Aos poucos aumentava a velocidade dos movimentos, sempre buscando mais e mais prazer.

_Ai, Ju! Você vai me fazer gozar! Você vai me fazer gozar muito assim! (disse o menino, já não se aguentando mais)

Ouvir aquilo, era o que precisava para despertar o gatilho naquela menina, que também iniciou um orgasmo que lhe fez sair de órbita, acelerando ainda mais os movimentos, trepando freneticamente naquele menino.
Os sons dos seus corpos ecoava pelo quarto, até não poderem mais e gritarem juntos o fim daquele sexo tão intenso.

Não podendo mais, a menina se deitou por cima do seu primo, se sentindo acariciada de cima à baixo pelas mãos macias da amiga Laura, juntas com as mãos de Luiz, que percorria suas costas e seu bumbum.

E se beijaram novamente, terminando num sorriso amoroso e fraterno. E após alguns segundos assim, recobrando a consciência, começaram os três a rir, num êxtase de alívio e felicidade.

Juliana desmontou de cima do primo, se esticando ao seu lado. E assim ficaram os três, mais alguns minutos, olhando para o teto do quarto, se acariciando, e pensando, que bom tinha sido aquilo tudo.

_E agora? (perguntou o menino)

_É o nosso segredo! (respondeu sua prima)

_Vocês são deliciosas!

_Você é que é uma delícia! (responderam as duas, quase que em uníssono)

_Será que ainda dá tempo da gente brincar mais? (perguntou Luiz, querendo aproveitar)

_E você ainda quer mais!? (respondeu sua prima)

_Porque não!?

E os três se olharam cheios de malícia.

_Tá. E como é que você quer fazer, Senhor Luiz? (perguntou a prima Juliana)

O menino se ergueu. Sentado, olhou para as duas lindas, nuas.

_E se eu fizesse com as duas ao mesmo tempo?

_Como assim!? Você só tem um pinto!

_Fica as duas de quatro, eu vou por trás, um pouquinho em cada uma.

E as duas meninas se olharam, risinhos safados nos rostos, nem pensaram muito e já se colocaram de bundinhas empinadas para o menino. E que visão do paraíso aquelas duas bundinhas se oferecendo, abertas e meladas daquele jeito pra ele!

_Vou colocar em uma e depois na outra. Vamos ver?

Mas tiveram dificuldade com o intercâmbio entre as duas, de quatro no colchão. Ficava demorado sair de uma e entrar na outra.

_Deita as duas na cama, com as pernas pra fora, no chão. Assim eu fico em pé. Vai ser mais fácil. (sugeriu genialmente o menino)

E assim fizeram as duas. Em pé, ele podia ficar com as pernas entre as pernas das meninas, facilitando sair de uma e entrar na outra, como havia planejado.

A cena era o puro suco de um legítimo filme porno, enquanto o menino penetrava alternadamente as duas bucetinhas em flor. E as duas meninas gemiam a cada estocada, pois ele entrava quase bruto, com uma pontaria de gente experiente. Aos poucos foi começando a dar mais estocadas em cada menina, antes de ir para a outra, acelerando o ritmo, sentindo que poderia gozar novamente, enquanto os gemidos das duas meninas também aumentava, indicando que também estavam cada vez mais próximas de mais um orgasmo.

Deveria aqui narrar o som das estocadas firmes e rápidas que o menino já suportava há um bom tempo, até que a Laura, na sua vez de receber o menino, começou a gemer alto, gozando mais uma vez. O menino então, rapidamente foi para sua prima, que também iniciava o seu processo.

Enterrava as duas como um malabarista gira os pratos, sem deixar que nenhum caia. Sem deixar que nenhuma das duas parasse de gozar, mudava o pau entre uma e outra, até ele mesmo não mais suportar e terminar num grito.

_AHHH!!!

Tirou o pau enorme e latejante enquanto ainda gemia de prazer, quando as duas meninas juntas se viraram para trás para ver o menino gozar.

Juntas, as duas seguraram aquele pinto delicioso, e instintivamente iniciaram beijinhos que logo se transformaram numa mamada tesuda, cheia de desejo. Se revezavam as duas naquela cabeça inchada e brilhosa, chupando, lambendo e apertando, como um brinquedo novo, pra se lambuzar.

_Quero brincar assim com você pra sempre! (disse a prima Ju, com sorriso safado, olhando pra cima os olhos do primo)

Essa hora, a tarde já ía longe. Acharam melhor os três se vestirem. As meninas acabaram juntas no chuveiro, enquanto o menino assistia as duas, com a porta do banheiro aberta. Estavam com medo de suas mães chegarem a qualquer momento, mas mesmo assim, acabaram os três no chuveiro, se ensaboando juntos, alisando seus corpos, quase já começando tudo de novo.

Foi a Laura que teve um mínimo de consciência.

_Gente! As mães de vocês podem chegar a qualquer momento! Melhor a gente parar!

Terminaram o banho, colocaram as roupas, e minutos depois, tocam a campainha.
Eram as mães que não conseguiram abrir a porta da sala porque a chave estava virada por dentro. Deu certo o plano.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
SÉRIE - Iniciações Sexuais - Conto 1 - Luiz, a Prima e a Amiga

Codigo do conto:
263178

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
29/05/2026

Quant.de Votos:
2

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