Iniciações Sexuais - Conto 2 - Um Ótimo Motivo pra Matar Aula

AVISO: Essa história é extensa. Caso prefira, pode ir lendo (e gozando com ela) aos poucos.

Claudinha e Rafa eram vizinhos de bairro. Ela morava na rua de cima, e sempre se encontravam na pracinha daquele bairro, daquela pequena cidade do interior. Era um bairro no fim da cidade, limitado pela linha do trem. De um lado a cidade, do outro a zona rural. Ambiente tranquilo onde a galerinha se reunia quase todo dia pra andar de bicicleta, conversar, brincar, flertar...

Eram adolescentes, naquela idade onde os hormônios começam a fazer efeitos. Ele já batia punheta. Ela notava seus peitinhos aflorando um pouco mais a cada dia, e também tinha seus joguinhos sexuais de vez em sempre.

O Rafa e a Claudinha nunca foram muito próximos. Se conheciam da vizinhança. Só isso. Mas as coisas começaram a mudar num dia em que uma parte daquela turminha, contou empolgada sobre a ida à uma cachoeira super bacana que havia, caminhando pelos trilhos uma meia hora, e depois entrando numa trilhinha em meio à floresta.

O Rafa já conhecia. Já tinha ido algumas vezes com a molecada. Nadavam pelados os meninos, pois era um lugar bem isolado mesmo.

_Queria ir qualquer dia. (comentou a Claudinha, curiosa com a tal cachoeira)

_Te levo lá! (já respondeu o Rafa)

Foi algo despretensioso, como quem marca de aparecer qualquer dia. Nada certo nem ajustado. Mas aquilo ficou nas cabeças daqueles dois. Com os hormônios em efervescência, o menino só se imaginava com a menina, nadando os dois pelados. Altas punhetas imaginando mil situações, afinal, a Claudinha era linda! Ficava fácil para o menino se excitar. Já ela, não levou para esse lado, mas ficou com aquela promessa na cabeça. Ir na cachoeira com o Rafa.

_E aí? Quando você vai me levar pra conhecer aquela cachoeira? (pegou ela ao menino, de surpresa, num desses dias na pracinha)

_Ah! O ideal era a gente ir no meio da semana, pra não encontrar com ninguém por lá. (respondeu o menino)

Haviam segundas intenções de ambos os lados, por isso, nenhum dos dois queria que ninguém soubesse desse passeio. Ou inventaríam uma história para sumirem na parte da tarde, ou teriam que matar aula. Ele já havia mirabolado um plano. Teria que convencer a menina a matar aula.

_Tô tendo prova essa semana na escola, mas na semana que vem acho que dá. (respondeu a menina, surpreendendo o menino)

Rafael sentiu seu coração acelerar na mesma hora com aquela resposta. Ela estava disposta a matar aula para ir com ele na cachoeira! Primeira etapa, cumprida!

_Vamos na terça? (sugeriu ele)

_Acho que dá sim. No fim de semana eu te falo, mas na terça é só aula boba.

Ah, como aqueles dias passaram lentos até a próxima terça. O Rafa mal podia conter a ansiedade por aquele passeio com a Claudinha, que no fim de semana confirmou a presença.

_Quem mais vai? (perguntou ele)

_Só eu. Não quero que ninguém mais saiba que matei aula. (respondeu a menina com tudo planejado pra ir sozinha com o Rafa)

A segunda feira passou se arrastando, de tão lenta. A imaginação do menino ía a mil, e se acabava também em mil punhetas com as cenas que armava em sua cabeça. Já a menina, que no começo não tava dando muita atenção à essa aventura, também já estava ansiosa. Será que levava bikini? Se levasse, como ía trocar? Será que já ía com bikini por baixo? Pensou que pensou e acabou decidindo fazer tudo como se estivesse mesmo indo pra escola. Seu medo era alguém descobrir que havia matado aula. Como ía ser na cachoeira, depois ela via.

E o dia chegou. Saíram os dois bem cedinho. Muito antes do resto da turma descer para as aulas, pra evitar se encontrarem. Como combinado, rumaram separadamente para o trilho do trem. O menino já estava lá esperando por ela.

_Meu Deus! Se minha mãe descobrir que estou matando aula, ela me mata! (disse a menina apreensiva)

_Eu também!

E partiram os dois pelos trilhos. Um pouco mais adiante, o menino sugeriu esconderem as mochilas pra não terem que ficar carregando peso inútil, e continuaram a caminhada. A conversa foi animada. Ele, o tempo todo fazendo gracinhas, e ela dando risada.

_Tô aqui pensando agora que não vim de bikini.

_Entra de calcinha! Quando eu venho com os meninos, não entro nem de cueca. A gente nada pelado mesmo!

_Jura!? (exclamou a menina, se mostrando excitada ao imaginar os meninos nadando pelados)

_Claro! Nunca vai ninguém lá. É tranquilo!

_Só tô aqui imaginando vocês pelados nessa cachoeira. O que vocês devem aprontar!?

_Ah! Nada de mais. (respondeu o menino, só imaginando: "se ela soubesse...")

Era só o que faltava, dizer pra Claudinha que a molecada ía pra cachoeira pra ficar batendo punheta. A menina ía sair correndo, pensando que ele era um tarado.

E chegaram ao paraíso! Era uma cachoeira linda! Pequena, mas que formava uma boa piscina, e tinha umas pedras perfeitas para se esquentar ao sol. A típica cachoeira mansa. E deserta! Aquela natureza toda era só deles!

O menino, que há dias já planejava tudo, foi logo ficando só de cueca e mergulhando. Quando olhou para trás, viu a menina ainda parada. Estava acanhada pra tirar a roupa.

_Tá tudo bem! Só tem a gente aqui. Não ligo com a sua calcinha. É como um bikini, não é?
(argumentou de dentro d'água)

_É, mas então olha pra lá. (pediu a menina)

E ele se virou enquanto a menina tirava a calça legging com certa dificuldade, trazendo a calcinha junto, para então se ajeitar de novo. Era uma calcinha branca, de algodão fino, super levinha.

_Posso virar? (perguntou o menino)

_Pode.

Viu a menina, constrangida, buscando tampar a calcinha com as mãos, mas ainda de camiseta.

_Ué. Não vai entrar de camisa, vai?

_É que eu não tenho sutiã ainda. Por isso deveria ter colocado o bikini! Esqueci.

_Ah! Não precisa ter vergonha! Hoje é o nosso segredo!

_Nunca fiquei pelada na frente de menino nenhum.

_Mas você não vai ficar pelada. Fica de calcinha! Tá tudo bem! Vem! Aproveita!

A menina ficou vacilante por mais um pouco, mas pensou: se vim até aqui, vou ser uma boba se não aproveitar. Há pouco tempo atrás eu ficava sem camisa numa boa. Acho que tudo bem ficar sem camisa aqui também.

Adrenalina a mil pela decisão de expor seus seios pela primeira vez. Ao mesmo tempo, havia uma excitação pela ocasião, por aquela natureza...

_Você não vai contar pra ninguém? (perguntou ela)

_Não conto! É nosso segredo. Pra sempre!

Então a menina se decidiu e finalmente tirou a camisa. Mas levou as mãos, cobrindo os peitinhos. Ele também sentiu o coração acelerar. Estava linda a menina, assim, semi nua. Sentiu uma ereção surgir rápida, mas foi em direção à menina mesmo assim.

_Vem, dá a mão. Te ajudo a entrar.

Foi então que viu pela primeira vez um dos peitinhos daquela menina. Pontiagudo, pouco menor que um limão, mas que causou uma reação inevitável naquela ereção que já vinha crescendo. Fez o possível para parecer natural e não constranger ainda mais a menina.

_Que fria essa água! (disse a menina, já novamente tampando os peitinhos com as mãos)

_Mergulha que você acostuma! Vem!

E mergulhou novamente o menino, enquanto ela permanecia encolhida, com água na cintura.

_Vai! Mergulha!

_Tá muito fria!

_Mas então mergulha que você se acostuma!

E tomando coragem, a menina enfim mergulhou. Mas já se levantou novamente cobrindo os peitinhos. Ele pensou em comentar para que largasse de bobeira, escondendo o corpo daquele jeito, mas achou melhor deixar acontecer.

_Tem uma pedra alí que dá até pra dar ponta! (deu a ideia o menino, experiente com o local)

E saiu da água sem se importar com o pinto enorme de duro que ía praticamente livre naquela cueca de tecido fino e transparente. A menina reparou na hora! Nunca tinha visto um menino com o pinto duro daquele jeito. No máximo havia reparado em volumes muito menores nos meninos na piscina do clube. Ficou realmente impressionada, não conseguindo conter a surpresa, que logo se transformou em risos.

_Que que cê tá rindo? (gritou o menino de cima da pedra, antes de mergulhar)

Ela não respondeu, mas ele já desconfiava. Mergulhou e foi sair lá pertinho dela. Se ergueu fora d'água, deixando sua ereção evidente diante dos olhos da amiga. Flagrou o olhar da menina, diretamente para baixo, enquanto ela continuava a rir, tentando inutilmente disfarçar os olhares para aquele membro masculino tão evidente. Ela sentia uma mistura entre a surpresa e muita excitação, que acabou saindo em risos.

_Continua rindo porque?

_Nada não! (tentou disfarçar a menina, mas entregando o motivo ao permanecer olhando aquele pinto enorme, apontando fora d'água)

_Afff! Minha cueca tá transparente! (dissimulado ele também...)

Fez a menina gargalhar, e mergulhou novamente para um lugar mais fundo.

_Agora quem tá com vergonha sou eu! (disse de dentro d'água, fazendo média)

_Tudo bem! É que eu nunca tinha visto assim.

_Assim como? Numa cueca transparente?

_Também! Mas nunca tinha visto pinto nenhum! Ainda mais assim, desse tamanho! Só nesses filmes de sacanagem. Porquê ele tá assim?

_Ele tá gostando de estar aqui com você. (sinceridade é tudo!)

_Ah! Para, seu bobo! (respondeu a menina)

_É verdade! Cê acha que ele fica assim com os meninos!? Claro que não!

A menina sorriu com uma doçura no olhar dificil de explicar. Se sentiu especial, causando tudo aquilo no Rafa.

Ficar se tampando não fazia mais sentido, e enfim, cedeu. Era bobeira ficar naquele lugar, cheia de vergonhas. Ainda mais com um menino todo excitado por sua causa.

O menino foi valente ao fingir naturalidade quando viu que ela já não se cobria. Como se estivesse acostumado a nadar com meninas semi nuas toda hora. Queria muito comentar que lindos estavam aqueles peitinhos, mas se segurou.

Próximos a queda d'água, subiu numa pedra e novamente ficou alí, praticamente pelado de pau duro com a menina. Ela olhava aquele pinto enorme, mas dessa vez nada disse, também fingindo naturalidade. Apenas se encaixou debaixo da queda d'água junto com o menino.

Gritavam de excitação pela água que caía forte, aliviando toda aquela vergonha inicial.

_Bom demais, né!? (gritou o menino)

_Sim!!! (sorria a menina feliz da vida)

E ainda alí naquela ducha, o menino, cada vez mais safado, buscava se exibir cada vez mais para a menina, também cada vez mais a vontade. Erguia a cintura, deixando a água cair forte sobre a cuequinha que abaixava, deixando seu corpo praticamente nu. Ela assistia à tudo, agora bem menos recatada, se sentindo extremamente atraída pelo corpo daquele menino.

Em seguida, ele voltou para a piscininha em frente, observando a Claudinha toda linda e feliz debaixo da cachoeira. Parecia uma ninfa! E uma ninfa com a calcinha também toda transparente, revelando perfeitamente aquele vulto negro dos pelos pubianos, desenhando um fino triângulo. Sentiu seu coração acelerar ao ver essa imagem. Mas novamente manteve a naturalidade pra não correr o risco de estragar tudo.

E foi num desses sai e entra na água, que a menina, já possuída pelo tesão e pela vontade de ver aquele menino sem aquela cueca inútil, comentou:

_Rafa! Você com essa cuequinha?! Nem precisava! Não tá escondendo nada aí! (disse e deu risada)

_E o que você quer que eu faça? Tire!?

_Se quiser... Cê já tá praticamente pelado mesmo... (respondeu a menina, com carinha sapeca)

_Tem certeza!? (vacilou o menino)

_Ah! Você diz que sempre nada pelado aqui com os meninos. Então vai! Essa cueca tá te atrapalhando.

_Se você não liga... (disse o menino, novamente com o coração disparado)

E na pedra mesmo, desceu aquele pedaço de pano, sendo observado atentamente pela menina, que se surpreendeu ao ver seu pinto estilingando pra cima. E assim, com o pau apontando o céu , e sua amiga impressionada, torceu e esticou na pedra pra secar a cuequinha.

_Meu Deus! Tô na cachoeira com um menino pelado! (se acabou em risos a menina, disfarçando também o coração disparado com a cena)

_É nosso segredo, einh!? (alertou o menino)

_Sim. Tranquilo. (concordou, toda animada a menina com aquela situação)

E o menino subiu nas pedras para mais um mergulho, dessa vez, completamente pelado, exibindo o pinto duro como uma barra de aço. Era acompanhado com atenção pela menina que não parava de rir.

_Continua rindo porque!? (perguntou do alto da pedra o menino)

_Sei lá! É engraçado o teu pinto balançando, assim apontado pra cima.

_Engraçado!?

_Ah! Eu nunca fiquei assim com nenhum menino pelado. Nunca vi um pinto, ainda mais desse tamanho, assim, balançando.

_Nem eu nunca fiquei pelado na frente de nenhuma menina!

E mergulhou novamente em direção à ela.

_Bom. Na hora de tirar a cueca, eu fiquei um pouco indeciso, mas agora, pode rir a vontade. Todo mundo nasceu pelado, não nasceu!? (continuou o menino, tentando criar um ar de normalidade)

_Pois é... (concordou a menina)

_As pessoas é que criam esse negócio de vergonha. (continuou o menino)

_Então vamos de novo lá debaixo da ducha? (chamou a menina)

Deram as mãos e foram. Ela, após aquele impacto inicial com menino peladão, novamente parecia se soltar e curtia o momento. Ele, também sem perder um detalhe, reparava a calcinha da menina sendo abaixada pela força da água.

_Cuidado que você acaba perdendo a calcinha também!

_Afff! Devia mesmo ter vindo de bikini por baixo!

_Capaz! Você tá ótima assim!

Ela sorriu.

_Mas também tá transparente essa calcinha einh!? (disse o menino, provocando)

_Ai, tá vendo!? Devia ter vindo de bikini!

_Relaxa! É nosso segredo, lembra! E eu já tô aqui pelado e nem tô me importando.

_Você já tá acostumado nadar pelado com os meninos.

_Sim, mas não tô vendo nenhum menino por aqui. Só você. Porque também não aproveita e experimenta nadar pelada? Tua calcinha já tá mostrando tua periquita toda também!

_De jeito nenhum!

_Porque não!?

E a menina se olhou, notando pela primeira vez como estava mesmo transparente. Se cobriu com uma das mãos.

_Ah! Deixa de bobeira! Somos amigos! E eu já tô aqui peladão na tua frente! (disse, balançando o pinto, sem vergonha)

Ela riu.

_Ah, para, vai!

_Tá vendo!? Tira a calcinha aí debaixo d'água mesmo e me dá. Eu levo ela pra secar no sol, na pedra.

_Mas e se aparecer alguém?

_Ninguém vem aqui numa terça feira cedo assim.

_Como você sabe!?

_Tá bom. Vou alí na trilhinha pra dar uma olhada e ver se não vem ninguém.

E o menino saiu pelado, caminhando pela trilha até sumir no meio do mato. Quando se afastou, a menina tirou a calcinha e ficou quieta, esperando ele voltar. Sentia seu coração acelerado no peito, estava excitada como nunca antes, e pensava: porque não? Estava completamente nua dentro d'água, com a calcinha na mão. E aquilo era ótimo! Sentia a água correr por entre suas pernas, acariciando seus lábios vaginais. Se tocou lá embaixo, só pra sentir seu dedo se melando com seus fluídos.

Pouco depois volta o Rafa, pauzão balançando solto.

_Estamos sozinhos! A cachoeira é nossa! (disse entrando na água)

E já perto dela novamente, ela pede:

_Dá sua mão.

E ele arregalou os olhos quando ela colocou em sua mão a calcinha toda encharcada.

_Aêêê!!!! (exclamou animado o menino, com a calcinha da menina como um troféu em sua mão)

_Espera que vou colocar junto com a minha cueca, pra secar.

E a menina ficou só observando, numa mistura louca de sentimentos que incluíam nervoso, vergonha, um pouco de medo, e muito tesão.

_Vamos lá na ducha de novo? (Gritou o menino já mergulhando pra perto da amiga)

Queria era ver a menina peladinha por completo. Fora d'água! E precisou mesmo se conter ao ver pela primeira vez na vida uma bocetinha de verdade. Trazia ainda os pêlos ralos, que não escondiam aqueles lábios pra fora, inchados pela excitação que a menina sentia.

Permaneceram os dois juntinhos, corpos encostados, e ambos sentindo o calor um do outro, numa excitação que só fazia aumentar. Num movimento, o menino encostou propositalmente o pinto no corpo da menina. Ela percebendo o toque, nada fez. Permitiu a aproximação, gostando de sentir a força e a dureza daquele membro tão tesudo. Quase teve um movimento involuntário de levar a mão naquele pau, mas se conteve.

Ainda debaixo da ducha, o menino observava o seu pinto se encostando na cintura da menina, e se movimentava, buscando ser o mais natural possível, sem parecer estar se esfregando de propósito. E ela deixando rolar! Ela estava gostando de sentir aquele pinto duro. Sentia como era quente, firme. Resolveu se jogar dentro d'água, pois se continuasse, ía acabar mesmo segurando aquele pinto.

Passou a observar o amigo na queda d'água. Ele, já cada vez mais descarado, se exibia fazendo graça, deixando o pintão ser golpeado pela água que caía forte. Olhava pra menina dentro d'água e fazia mais graça, balançando a cintura pra lá e pra cá, fazendo o pau balançar solto e pesado.

E dava risada a menina, já completamente envolvida e excitada.

_Rafa, cê é um palhaço mesmo! Não tem vergonha não?

_Porque eu teria vergonha? Confio em você! É nosso segredo ou não é?

Ótima saída para ganhar ainda mais a confiança da menina.

_Vou tomar um sol na pedra. Já tô quase batendo o queixo com essa água fria. (disse a menina)

Ele voltou pra piscininha, observando a menina nua, subindo lenta e cuidadosamente as pedras. Que bundinha linda!!! Forma perfeita, revelando ao centro, aquele tesouro mais precioso, ao se agachar para se deitar de barriga pra baixo na pedra. Para aquela menina cheia de tesão, não havia plano algum. Só de estar alí, completamente nua com aquele menino, já era muito mais do que qualquer sonho erótico que já havia tido.

Logo depois ele veio fazer companhia, se deitando ao lado, bem pertinho, mas de barriga pra cima. Dalí há pouco, ela também se virou, e permaneceram os dois alí num raro momento de contemplação, olhando as poucas nuvens no céu.

_Que bom que viemos! (disse a menina)

_Você viu? Nada de mais ficar sem roupa, né?

_Calma. Ainda tô me acostumando (respondeu a menina)

E continuou:

_É estranho a gente assim. Dias atrás eu mal te conhecia, e agora estamos aqui pelados. E você com esse pintão duro! Tá excitado, né!?

_Como eu não estaria? Só se eu fosse gay!

E os dois deram risada. A menina se ergueu um pouco pra olhar mais uma vez a ereção do menino.

_Como você faz pra ir pra escola assim?

_Na escola ele não fica assim, né!? (respondeu)

_Fica pequeno?

_Sim. Senão não dá nem pra colocar na cueca.

_Eu vi mesmo! (e mais risos)

Ela se sentou. Já não disfarçava o interesse por aquele pinto duro, e continuou com as perguntas curiosas.

_Ele tá assim por minha causa mesmo?

_Uhum! Claro! Como poderia ele estar pequeno, ao lado da Claudinha pelada?

_Nossa! Mas eu mereço tudo isso!? Como ele tá grande!

E o menino pulsou, fazendo pular em cima de sua barriga.

_Nossa! Ele mexe sozinho!? Como você faz isso?

_Só prender e soltar o xixi.

E a menina chegava cada vez mais perto, buscando observar cada detalhe daquela anatomia masculina.

_Quer por a mão? Pode pegar se quiser.

E ela levou o dedo bem na cabecinha. Pressionou e soltou.

_É fofinho!

_Só isso!? Pode segurar! Não precisa ter medo que ele não morde.

_Ah, seu bobo!

_Segura ele! (insistiu segurando firme o próprio pau, fazendo a cabeça ficar bem inchada)

_Nossa! Que enorme que ficou a cabecinha!?

E a menina, meio sem jeito, segurou o pinto do amigo com tanto cuidado, que parecia estar pegando um filhote de passarinho.

_Pode segurar pra valer! Você não viu como eu apertei!? (insistiu o menino)

_Nossa! Que duro que ele é! E é bonito!

Reparava em cada parte daquela anatomia, sem pressa, curiosa com a cabeçona brilhante de tão lisinha.

_Pode apertar! (insistiu o menino, cheio de tesão)

_Assim? (e apertou um pouco)

_Pode apertar com força!

_Sério!? Não dói?

_Não doi. Pode apertar!

E a menina apertou com toda a força, enquanto via a cabeçona inchar e mudar de cor.

_Nossa! A cabeça dele parece que vai explodir! É sério que não dói!?

_Ele é forte!

E assim, aos poucos, a menina pegava confiança e ficava cada vez mais assanhada. Começava a balançar aquele pintão em sua mão, enquanto sorria, safada e empolgada com a brincadeira.

_Parece aqueles cacetetes! (e mais risadas)

_Mexe ele de novo daquele jeito. (pediu a menina)

E o menino ficou pulando o pinto, sem colocar as mãos, fazendo como ela havia pedido.

_Que divertido! (exclamou assanhada, já se agarrando ao pinto do amigo novamente)

Segurou agora com força, para ver a cabeçona brilhosa. E impressionada, continuou com as curiosidades.

_Aqui é mais sensível? (perguntou alisando com o dedo indicador, rodeando a cabeça inteira)

_Sim. (respondeu o menino, contendo um gemido)

_E aqui no pescocinho? Também é sensível?(perguntou a menina, puxando a pele pra trás, e também rodeando com os dedos)

_Também é bom.

E a menina observou mais um pouco, novamente apertando firme.

_Parece um picolezão! (disse, chacoalhando rápido)

O menino pensou, mas não pediu pra ela chupar. Seria ir rápido demais. Ao invés disso, pediu pra também olhar a bucetinha dela.

_Mas você já me viu!

_Queria te ver assim, como você me viu agora. De pertinho.

_Tá bom.

E ela se deitou. Pernas fechadas, mas se entregando aos olhares do menino. Observava seus olhos brilhando, fitando cada centímetro do seu corpo. Sentiu um arrepio de tesão.

_Você é linda!

Ela sorriu.

_E já tá toda cabeluda! Eu ainda não tenho nada de pêlo.

_É que você é mais novo que eu, não é?

_Sim, mas nem tão novo assim.

_Dizem que as meninas crescem mais rápido. Deve ser por isso. (explicou ela)

_Posso passar a mão?

_Uhum!

E menino, gentilmente, iniciou uma carícia por cima daqueles pêlos, como se fizesse um cafuné na cabeça de um bebê. A menina fechou os olhos e embarcou nas sensações que os toques do menino lhe proporcionavam. E quase que instintivamente, foi deixando acontecer, abrindo lentamente as pernas para o deleite do menino que, nem em suas melhores imaginações, poderia pensar naquela cena.

Aos poucos, a menina ía abrindo as pernas, deixando o amigo observar seus lábios fartos por entre aqueles cabelos ralos. E a cada centímetro que avançava com a ponta dos dedos, a menina abria mais e mais as pernas, ainda de olhos fechados, perdida nas sensações que aqueles toques traziam.

Aquela menina cheia de recato no início, havia ficado no passado. Agora jazia esparramada naquela pedra, de pernas totalmente abertas, para o desfrute daquele menino de sorte. E ele foi para entre as pernas da menina pra poder observar melhor. Ela abriu os olhos e sorriu, indicando que estava livre para continuar com as carícias.

Em pouco tempo já alcançava com as pontas dos dedos, e depois com os dedos inteiros, aqueles lábios carnudos, cada vez mais expostos. Percebeu bem no meio a umidade tesuda daquela menina, e se aproveitou da lubrificação para escorregar gostosamente os dedos por entre aqueles lábios rosados.

_Ela solta uma gosminha lisa. (reparou o menino)

_Sim.

E enquanto ela ía permitindo, ele ía aproveitando para conhecer e explorar sua amiga.

_É gostoso assim?

_Muito!

_E nesse carocinho? É bom? (perguntou ao passar o dedo indicador por sobre a cabecinha do clitoris)

Ela não respondeu, mas gemeu gostosamente.

_Aqui é bom? (perguntou o menino, repetindo a passada na cabecinha excitada do clitóris)

_Sim! Muito!

_E aqui pra dentro? (perguntou, já direcionando os dedos para entre os lábios internos, deslizando suavemente)

A menina se espreguiçou, nitidamente tomada pelas sensações que aqueles toques proporcionavam. E o menino, numa curiosidade natural, pouco a pouco ia afundando cada vez mais o seu dedo indicador dentro do corpo da menina, que já estremecia de prazer, e se contorcia cada vez mais.

_Tá gostoso assim?

_Tá muito! Continua!

Estava surpreso, pois já havia penetrado todo o seu dedo indicador na amiga. Tateava com atenção, percebendo as diferenças de textura dentro do corpo da amiga, enquanto ela parecia cada vez mais agitada. No tesão crescente, incluiu também o dedo médio. A menina gemeu de prazer. Ele parou um instante, só pra se certificar que estava tudo bem, e continuar com os movimentos dentro da amiga, cada vez mais eufórica.

Sentia uma sensação de poder, ao encaixar os dois dedos dentro da amiga. Ela estava em suas mãos, entregue, possuída, linda e tesuda. E seus gemidos aumentavam. E seus movimentos aumentavam. Ela sentia os dedos do menino lhe acariciando por dentro, causando uma energia que foi se intensificando, até explodir num gozo que a fez se contorcer com força, prendendo as mãos do amigo entre as suas pernas. E ela agora gritava num prazer que nunca havia sentido antes.

Um pouco assustado, o menino cessou os movimentos e tirou a mão, permanecendo entre as pernas da menina, que ainda se contorcia incontrolável.

_Tá tudo bem? (perguntou preocupado o menino, assim que a amiga foi se acalmando)

Ela não conseguia responder ainda. As vezes abria os olhos e sorria pra ele.

_O que aconteceu? (insistiu o menino)

_Você me fez gozar como eu nunca gozei em toda a minha vida! (disse chorando de emoção)

_Você tá chorando!

_É porque foi muito bom!

_Que bom!

_Você foi maravilhoso! Preocupado onde era bom...

_Foi você que fez assim comigo antes, na cabeça, no pescocinho do meu pinto...

_Sim, mas não te fiz gozar como você me fez. (olhava o amigo com olhar de ternura. Praticamente apaixonada)

Os dois ficaram em silêncio por um pouco.

_Vem cá! Deixa eu ver você de novo. (a menina chamou)

_Deita aí! Tua vez de gozar agora. (ordenou a menina, disposta)

_Fecha os olhos! Só faço se você me prometer que não vai olhar! (impoz)

E quem era o Rafa para não fazer certinho como aquela deusa queria!? Fechou os olhos e embarcou.

E ela iniciou, segurando suavemente aquele pinto que há tanto queria segurar e curtir. Nada de apertões ou movimentos bruscos. Puxava a pele para baixo para percorrer levemente o pescoço e a cabeça daquele pau, com os dedos. O menino estremeceu.

_Tá gostoso assim? (perguntou a menina, enquanto circulava a cabeçona inchada, variando a velocidade)

_Tá muito!

E a menina observava pra saber se ele estava ou não olhando, para então passar para uma nova manobra. Tudo improvisado alí mesmo, mas como uma experiente massagista tântrica. Segurando levemente o pescoço do pau, bem pertinho do início da glande, iniciou um movimento giratório, como afiando um taco de sinuca. Ficou assim por um bom tempo, enquanto observava o menino se contorcer de prazer.

_Tá gostoso assim?

_Tá muito! Nunca fiz assim antes e é muito bom! Continua!

E abusando da criatividade, a menina começou a brincar, com as palmas das mãos retas, foi enrolando aquele pinto, prum lado e pro outro, como se estivesse fazendo uma cobra de massinha. E começou primeiro lenta, pra depois ir bem rápida, sentindo ela mesma um tesão diferente. Parecia a mesma sensação de poder. Ter aquele menino em suas mãos, entregue, submisso. Sentiu sua bucetinha escorrendo de tesão.

O menino, praticamente virava do avesso, quase gozando, sem que ela precisasse fazer o tradicional vai e vem com as mãos.

Então ela parou. E novamente se certificou que o amigo estava de olhos fechados. Então, sem se aguentar mais, mergulhou aquela cabeça brilhante em sua boca deliciosamente molhada.

O menino estremeceu. Ela está me chupando mesmo!? Pensou. E sem conseguir resistir, quebrou a promessa de manter os olhos fechados. Malandramente, abriu os olhos, apenas o suficiente para ver a menina abocanhando o seu pinto. E pra não estragar tudo, fechou os olhos novamente, curtindo aquela boca tão quente e macia a lhe acariciar o pau com tanta habilidade.

E a menina se deliciou demoradamente naquele pau delícia. Realizava todos os desejos que surgiram durante esse passeio na cachoeira. Nunca, nem de longe, se imaginava abocanhando o pinto de ninguém, mas toda aquela situação fez tudo mudar. Passava a língua naquela cabeça lisa, explorava aquele pescocinho sensível, e chupava, pressionando aquela cabeçona inteira em sua boca. Então a menina iniciou o tradicional movimento de vai e vem.

_É assim que vocês fazem? É assim que os meninos fazem? (perguntou a menina, com ar sacana, percorrendo toda a extensão daquele pau molhado de saliva)

O menino só podia concordar com a cabeça, pois já estava prestes a explodir num gozo histórico, incentivado não só pela punheta que a menina agora batia, mas pelos movimentos que ela já havia feito antes, demoradamente. E em questão de mais alguns segundos, a Claudinha tinha o Rafa gozando loucamente em suas mãos.

E aquele menino se contorcia, enquanto ela não parava os movimentos, querendo descobrir até onde ele poderia ir.

_Ai, Claudinha! Para! Não aguento mais! (disse buscando se afastar)

A menina ficou alí, feliz, assistindo o seu homem se acalmar.

_Vem! Vamos dar um mergulho! (ela chamou)

E já dentro d'água, os dois começaram a rir, como se estivessem liberando mais um pouco daqueles hormônios, relaxando seus corpos dentro daquela água cristalina. E naturalmente se abraçaram, se olhando nos olhos, profundamente. Aquele silêncio, aqueles olhares, foram envolvendo os dois, aproximando seus corpos. Ele abraçou sua amiga gentilmente. Seus corpos já se encostavam por inteiro, e aqueles olhares se aproximaram até que um sentisse a respiração do outro. E um beijo de amor foi o caminho natural.

Nenhum dos dois havia beijado ninguém antes, mas aprenderam rápido. Após um primeiro beijinho, mais tímido, pararam e riram um do outro, para em seguida se beijarem novamente. Dessa vez, demoradamente. Suas mãos percorriam seus corpos, e tudo mais desaparecia naquele momento.

_Você é linda!

Ela sorriu.

E aqueles rostos colados começaram a se dar conta de que lá embaixo já havia um toque diferente. Ela, notando a pressão daquele pinto, abraçou o menino com as pernas, liberando o caminho, enquanto ele a segurava firme pela bundinha.

_Acho que tem um peixe aqui embaixo. (brincou a menina, sentindo a cabeça daquele pau delícia, se esfregar em sua bucetinha melada)

_É um tubarão! (respondeu o menino, safado)

E enquanto ela, abraçada em seu amigo amante, permanecia olhos nos olhos com ele, foi sentindo aquele pinto gostoso lhe tateando a portinha. Era impossível resistir ao que estava por vir, e naturalmente, aquela cabecinha iniciava seu caminho, deslizando com facilidade para dentro do corpo da menina, que gemeu quando a cabeça passou pela sua portinha.

_Tudo bem? (perguntou ele)

_Uhum! (concordou ela)

E ele pulsou. Latejou seu pau com força dentro da menina, que gemeu novamente. E ela retribuiu, apertando com força o pescocinho daquele membro que já se aconchegava dentro dela. Ele sentiu e sorriu pra ela. Ele avançou mais alguns centímetros. Já estava quase inteiro dentro da amiga.

_Que gostoso isso! (comentou)

_Muito! (concordou a menina)

Então ele fez o movimento final, até que ela se encostasse por inteiro nele, até que ele entrasse inteiro nela. E novamente latejou o pau por algumas vezes, sendo prontamente retribuído com aquela bucetinha lhe apertando gostosamente.

Sorriram.

_Eu tô inteiro dentro de você!

_Eu tô sentindo! E tá tão bom!

E assim ficaram por alguns minutos. Sem movimentos. Apenas olhos nos olhos, mais alguns beijos, e a atenção àquela penetração profunda. Sentiam seus corpos como que trocando eletricidade. Uma ardência gostosa que ela transmitia pra ele, e ele pra ela. E lentamente começaram um pequeno movimento. Ah, como ela vibrava ao sentir aquele membro escorregar pelas paredes de sua vagina!

_Se continuarmos assim, eu vou gozar de novo! (disse ela)

Ele, ouvindo aquilo, aumentou só um pouquinho o vai e vem. Também estava atento à anatomia da menina. Retirava o pau até a ponta da cabecinha, para então voltar a penetra-la profundamente.

E mais gemidos.

_Ai, Rafa! Não para! Já tô gozando com o seu pinto!

Ela iniciou um orgasmo prolongado, enquanto ele sentia suas contrações involuntárias, apertando e soltando seu pau. Os gemidos dela, logo se transformaram em gritos de prazer. Gozava continuamente, completamente entregue, agarrada ao amigo dentro d'água. Nem sabia que podia gozar daquele jeito por tanto tempo, e em meio à tudo aquilo, só queria continuar gozando até onde desse.

E esse limite era o quanto o menino suportaria antes dele mesmo também explodir em gozo. Resistiu bravamente, como pôde, mas seus movimentos já eram rápidos. Estocava com força o pau dentro da menina, até também explodir num orgasmo estratosférico.

Foram alguns minutos até os dois recobrarem a consciência, e novamente rirem juntos, ainda grudados.

E ele se mexeu dentro dela novamente.

_Ai, não se mexe, senão eu começo a gozar de novo! (alertou a menina, super sensível ainda)

Mas aquelas palavras foram ouvidas ao contrário. Foi como uma ordem de, continua que quero gozar mais! E começou novamente no vai e vem. Em segundos já trepavam novamente, sem tirar de dentro. Em segundos a menina atingia novamente o orgasmo, feliz!

Treparam dentro d'água por longos minutos, até terminarem largados na pedra iluminada pelo sol que já ía alto.

_Que loucura essa nossa! (comentou a menina, quase exausta)

_Loucura boa, né!? (respondeu o menino)

_Eu nunca poderia imaginar que acabaríamos assim! No máximo, pensava que rolaria uns beijos e só! (completou a menina, confessando que desde o início já tinha um interesse maior no menino)

Enquanto conversavam relaxados, suas mãos não paravam de se acariciar. Ele percorria seus seios pequenos, sentindo sua maciez. Ela percorria também seu peito, sua barriga, passando sempre pelo seu pinto, que já demonstrava estar plenamente ereto de novo.

_Sabe o que eu queria? (perguntou a menina)
Queria ver ele entrando em mim.

Os olhos do menino até brilharam com aquela idéia. Se sentaram um de frente para o outro. Ela de pernas bem abertas. Ele, forçando o pau pra baixo para encontrar aquela buceta em flor. Se tocaram.

Ela sorriu, carinha de safada.

Ele ficou pincelando aqueles lábios úmidos por algum tempo, até posicionar sua cabeça na portinha da amiga. Se olharam nos olhos novamente. O desejo era incontrolável. E ambos se movimentaram lentamente, fazendo daquela penetração um espetáculo só deles.

E ela assistia um pouco impressionada. Como aquele pinto, daquele tamanho, ía lentamente sumindo dentro do seu corpo. Logo ele já se perdia inteiramente dentro dela. E latejavam juntos. E sorriam.

_Que gostoso isso! (disse o menino)

_Sim! Muito! (concordou a menina)

E ele veio retirando o pau lentamente. Os dois não perdiam nenhum detalhe. Até que ele saiu por inteiro, estilingando pra cima, duro e teso, completamente lambuzado pelos fluídos lubrificantes da menina.

_Olha como ele tá melado! Meu Deus! (exclamou a menina, impressionada por suas próprias secreções)

_Coloca de novo! (pediu ela)

E novamente, segurando o pau pra baixo, penetrou mais uma vez a menina que agora pendia para trás, extasiada.

E ele iniciou o vai e vem, apreciando seu pau entrando e saindo daquela menina. Ela ainda conseguia olhar um pouco, sentindo calafrios de tesão, vendo aquele pintão sumindo e aparecendo de dentro do seu corpo.

_Vou gozar mais um pouco! (alertou a menina)

_Goza! Goza pra mim, sua linda!

E acelerou os movimentos, enquanto não podia tirar os olhos daquele entra e sai. Reparava como seu pau saía cada vez mais lambuzado. E a menina gozava livre, sentindo aquela massagem interna. Terminaram quando ele gozou mais uma vez. E após alguns minutos de descanso, se atinaram para o Sol, que já ía alto. Deveriam voltar da escola. Não podiam se atrasar para não levantarem suspeitas.

A calcinha e a cueca já estavam secas. Se vestiram e rumaram no caminho de volta.

_Aquela hora você chupou o meu pinto? (perguntou sacana, enquanto caminhavam, já sabendo a real)

_Você curtiu? (respondeu sem responder, mas com outra pergunta)

_Muito!

_Qualquer hora eu faço de novo. (arrematou safadinha a menina)

E no fim, deu tudo muito mais certo que a imaginação mais criativa poderia imaginar. E namoraram por alguns anos depois. Eram um casal inseparável. E cumpriram o acordo. Nunca contaram pra ninguém sobre aquela manhã na cachoeira.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


263178 - SÉRIE - Iniciações Sexuais - Conto 1 - Luiz, a Prima e a Amiga - Categoria: Virgens - Votos: 3
248563 - Safadeza com a amiga, com a namorada do lado. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
248373 - Eu e minha irmã, sacaninhas na piscina - Categoria: Incesto - Votos: 11
206390 - Transamos no Avião, Debaixo das Cobertas. Loucura!! - Categoria: Fetiches - Votos: 2
204972 - Ela nos Pegou na Punhetagem, Acabamos Virando Seus Escravos - Categoria: Incesto - Votos: 22
204453 - Flagrei meu Cunhado na Punheta. Depois... - Categoria: Traição/Corno - Votos: 19
201048 - Formamos um Belo Triângulo Amoroso - Categoria: Exibicionismo - Votos: 10
200970 - Meu Pai, Meu Professor (5) - Categoria: Incesto - Votos: 29
200920 - Meu Pai, Meu Professor (4) - Categoria: Incesto - Votos: 31
200892 - Meu Pai, Meu Professor (3) - Categoria: Incesto - Votos: 33
200796 - Meu Pai, Meu Professor (2) - Categoria: Incesto - Votos: 34
200732 - Meu Pai, Meu Professor (1) - Categoria: Incesto - Votos: 39
200687 - As três me viram peladão, deu tesão... - Categoria: Virgens - Votos: 20
200427 - Como Seduzir o Seu Amigo Casado - Categoria: Exibicionismo - Votos: 10
200227 - O Padrasto do Meu Namorado - Categoria: Exibicionismo - Votos: 16
200179 - O Namorado da Minha Irmã (5) - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 16
200152 - O Namorado da Minha Irmã (4) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 14
200123 - O Namorado da Minha Irmã (3) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 9
200098 - O Namorado da Minha Irmã (2) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 9
200031 - O Namorado da Minha Irmã (1) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 9
199879 - Meninas Curiosas, Adeus Virgindade (2) - Categoria: Virgens - Votos: 14
199830 - Meninas Curiosas, Adeus Virgindade (1) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 13
199704 - Técnicas e Resultados de Uma Boa Exibição - Categoria: Exibicionismo - Votos: 6
199666 - A Amiga que Mora Embaixo (2) - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 13
199636 - A Amiga que Mora Embaixo (1) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 13
199611 - Primas, Amigas e Cúmplices (3) - Categoria: Virgens - Votos: 8
199603 - Primas, Amigas e Cúmplices (2) - Categoria: Exibicionismo - Votos: 4
199572 - Primas, Amigas e Cúmplices - Categoria: Lésbicas - Votos: 9
199522 - Iniciação com minha prima (4) - Categoria: Virgens - Votos: 13
199471 - Iniciação com minha prima (3) - Categoria: Virgens - Votos: 15

Ficha do conto

Foto Perfil exibidoespiador
exibidoespiador

Nome do conto:
Iniciações Sexuais - Conto 2 - Um Ótimo Motivo pra Matar Aula

Codigo do conto:
263249

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
29/05/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0