Desde que ele começou a namorar a minha irmã, sempre curti aquele carinha. Divertido, inteligente, bonito... Mas eram eles lá, e eu cá.
Mas foi justamente no meu aniversário de quinze anos que algo me tocou. Num determinado momento, discreto, quase sussurrando em meu ouvido, ele me disse que eu estava linda. Na mesma hora senti um calafrio diferente. E naquela noite, fui dormir lutando contra meus pensamentos. Pensava em como ele era lindo também, ao mesmo tempo em que me sentia culpada por ficar pensando no namorado da minha própria irmã daquele jeito.
Não esqueço o sonho erótico que tive com ele naquela noite. Acordei completamente encharcada, cheia de tesão, mas também cheia de culpa. Tanto menino dando em cima de mim, e eu interessada no namorado da minha irmã!?
Alguns dias se passaram e veio a surpresa. Minha irmã me convidava para ir para a praia com eles. Topei na hora, claro! Mas aqueles pensamentos que já estavam sob controle, voltaram em inúmeras imaginações. Situações em que eu me via sozinha com ele, aos beijos e amassos, chegavam a me incomodar, mesmo me deixando cheia de tesão. Não podia estar atraída pelo namorado da minha irmã!
Mas como se houvesse uma força maior que eu, fui alimentando aqueles pensamentos. Passava horas no quarto, me tocando, e gozando com as inúmeras situações que me vinham à cabeça com o Luiz.
Chegando próximo à data da viagem, já não me aguentando mais no meio daquele tesão todo, me exibia de bikini em frente ao espelho, olhando meu corpo, imaginando o Luiz me observando. Puxava a calcinha, enterrando no meio da bundinha, fazendo pose, pra depois enterrar também entre a bucetinha. Queria ver se ela ficava marcadinha no tecido.
Minha intenção era provocar. E quanto mais imaginava situações, mais tesuda eu ficava. Queria chamar a atenção do Luiz. Fui para o chuveiro e raspei ela todinha. Aquela buceta cabeluda não ajudava a realçar o relevo na calcinha. Não queria aquele travesseiro redondo. Queria era a bucetinha bem marcadinha.
Ainda no banheiro, vesti novamente a calcinha do bikini, toda linda. O efeito travesseiro havia melhorado, mas eu queria mais! Entrei no chuveiro com a calcinha do bikini pra testar. Cheguei a conclusão de que eu deveria tirar também o forro da calcinha. Só assim o tecido ficaria marcadinho nos meus lábios. Peguei a tesoura e fiz o serviço. Ficou perfeito! Dava pra usar numa boa, mas também dava pra me insinuar quando eu quisesse. Minha bucetinha ficava super marcada por trás do tecido fino. Me acabei na siririca mais uma vez, imaginando o Luiz vendo aquilo. Depois aproveitei e fiz o mesmo no sutiã. Tudo sem forro! Mamilos durinhos, bem explícitos.
Me sentia uma safada, depravada, batendo siririca pensando no homem da minha irmã. Mas era mais forte que eu! Teria que me controlar nessa viagem.
Na noite anterior, mal conseguia dormir, tamanha era a minha excitação. Me imaginava sendo possuída de todos os jeitos. Como seria a sensação de ser penetrada? Aquela necessidade por descobrir o sexo, veio com força, e recaiu justamente sobre o homem mais próximo. O homem o qual eu já tinha certa intimidade, simpatia, e agora, sentia um tesão que eu precisava conter a qualquer custo. Após mais uma gozada em silêncio, adormeci.
Muito cedo já estava acesa novamente. Tudo pronto, aguardando o Luiz passar. A viagem foi ótima! Muitas risadas, minha irmã feliz, eu até desencanei daquele clima sexual. Mas isso durou só até colocar o bikini para pegar a primeira praia. Senti meu coração disparar ao me olhar no espelho. Bucetinha bem marcadinha, como planejado. Linda! Pra mim, só de estar alí, me exibir pro Luiz, sentir aquele tesão, já era ótimo!
E lá fomos nós para uma praia afastada. Pra lá, só de barquinho, ou pela trilha por onde fomos animados. Calor, íamos os três sem camisa. As meninas com a parte de cima do bikini, claro. Foram uns 20 minutos de caminhada até a praia de areia branca, e que tinha uma maravilhosa biquinha d'água para um banho após o mar.
Éramos só nós naquela pequena praia. E fomos logo nos aconchegando próximo à uma sombra, esticando as cangas na areia. Impossível não reparar quando o Luiz tirou a bermuda. Vestia uma sunga azul clara que deixava seu atributo muito evidente! Já havia visto ele com aquela mesma sunga outras vezes, mas era a primeira vez que olhava com desejo e curiosidade.
Precisei disfarçar para não dar na cara, mas meu coração já ía disparado. Tirei o shorts, deixando propositalmente a calcinha do bikini descer junto, e vi o Luiz me filmando. Ajeitei a calcinha, fingindo não ter percebido olhar algum, e terminei de descer o shortinho. Arrumei minhas coisas na mochila, e o que vi me deu um calafrio. Nitidamente o pinto do Luiz havia crescido. Estava ainda mais evidente! Meu coração batia acelerado, sabendo que ele estava assim por minha causa.
Precisei manter a normalidade. Peguei o protetor solar e comecei a me passar, enquanto também revezava com a minha irmã. Até precisar passar nas costas.
_Mari, passa nas minhas costas? (pedi)
_Luiz! Ajuda a Paulinha aí! (respondeu ela, ocupada com qualquer coisa)
Estremeci com o toque daquele homem! Mão quente, macia, espalhava o creme como se estivesse me acariciando. Abaixei a tira do sutiã pra ele acessar melhor. Foi um transe de poucos segundos, até que ele me pedisse para fazer o mesmo em suas costas. Era a primeira vez que eu tocava o Luiz daquela forma. Senti seus músculos. Estremeci. Sentia a bucetinha escorrer, melando a calcinha. Era inevitável!
Me acalmei um pouco quando a minha irmã e o Luiz foram para a água. Fiquei esticada na areia, tomando sol e assistindo os dois. Ao ver minha irmã abraçada com ele dentro d'água, quase podia sentir aquele pau se esfregando em mim. Mas enfim, precisava pegar leve. Já estava ficando obcecada. Fechei os olhos e tentei relaxar.
Despertei com os dois se abanando, molhando meu corpo quente.
_Vamo entrar, Paulinha! (me chamou o Luiz)
Olhei pra cima e me impressionei com aquele volume, em primeiro plano, bem acima de mim.
_Agora eu vou tomar um sol. (disse a minha irmã, dispensando o convite)
_E aí!? Vamo? (insistiu)
E como eu recusaria? Me levantei e fui pra água com o Luiz. Eu estava um pouco tensa, pois, na verdade, tudo o que eu queria era me abraçar naquele homem. Mas precisava continuar a irmãzinha inocente por fora, sem que ninguém desconfiasse do fogo que eu tinha por dentro.
E ficamos os dois alí, boiando e conversando amenidades. Até consegui relaxar um pouco e aproveitar o mar! Ao voltarmos para a areia, me deitei na outra canga, enquanto o Luiz permaneceu de pé. Era a minha chance de me insinuar pra ele, já que minha irmã permanecia deitada, de olhos fechados.
Ajeitei provocantemente o bikini. Tanto o sutiã, quanto a calcinha. A ausência dos forros deixava o tecido grudado ao meu corpo. Meus mamilos durinhos, completamente em evidência. Olhei pra baixo para ajustar a calcinha, que puxei pra que se enterrasse entre os meus lábios. Minha rachinha também estava perfeitamente traçada por trás do tecido. Meu coração acelerou, sabendo que o Luiz podia estar medindo cada movimento meu.
Quando terminei de me ajeitar, deitei. Mas olhei pra ele, confirmando que estava a me olhar, hipnotizado. Sorri. Ele, meio sem graça, buscou disfarçar o olhar, enquanto eu fechei os olhos e deixei rolar. Me exibia para o namorado da minha irmã, como nunca havia feito. Linda, semi-nua, completamente entregue aos seus olhares. A adrenalina corria rápida pelas minhas artérias. Aquele tesão era mais forte que eu! E eu não resisti. Disfarçadamente abri os olhos.
Ele estava um pouco atrás das duas meninas, de pé. Não pude ver muito, mas na ânsia de ver mais, me ergui para me virar. Foi quando vi aquela enorme ereção por dentro daquela sunga. Fingi não ter visto nada e me virei de bruços. Acertei a calcinha para que ficasse bem enterradinha na minha bunda. Eu estava cada vez mais descarada com aquele tesão todo, sabendo que aquela ereção era pra mim.
Mas me deitei de bruços e fiquei olhando o mar. Buscando me distrair e acalmar um pouco aquele calor que eu levava por dentro. Mas não durou muito. O Luiz caminhou pra baixo, ficando em nossos pés, olhando descaradamente nós duas. Eu discretamente fui abrindo as pernas, pra facilitar mesmo os olhares do Luiz. Meu corpo quase tremia de tesão, e eu sentia a bucetinha escorrendo, só de imaginar o Luiz me olhando.
Espertamente, com os olhos escondidos por baixo dos meus braços, deitada na canga, pude ver escondida, aquele homem com o pau enorme, apontando para o lado da sunga. Olhava diretamente entre as minhas pernas. Por instinto, movimentei sutilmente minha bundinha, abrindo ainda mais as pernas. E permaneci observando escondida.
O Luiz tava hipnotizado! Custei a acreditar no que via, quando ele segurou aquele pau. Ele tava tão tesudo quanto eu, e apertava o pau, fazendo meu coração disparar com aquela cena.
Mas minha irmã se virou, causando um susto. Ele se virou para o mar, e eu fechei as pernas. Que loucura estava fazendo! Ele, disfarçando a ereção, chamou a minha irmã pra água.
_Vamos também, Paulinha? (me chamou)
Preferi me acalmar na areia mesmo. Mas a imagem daquele homem segurando o pau, não saía mais da minha cabeça. Aproveitei que estava sozinha e fui conferir como eu tava melada! Me toquei gostosamente enquanto pude, antes dos dois voltarem.
E a tarde já ía longe. Havíamos chegado tarde. Terminamos o primeiro dia no kitnet alugado. Um quarto, sala e cozinha, e um banheirinho. Minha irmã foi primeiro para o banho, e eu fiquei com o Luiz na sala. Já não estava de pau duro, mas continuava me impressionando aquele volume. Olhava sempre que ele não estava olhando. Assim como também olhava aquele corpo todo, lindo. Definitivamente eu precisava de um namorado, urgentemente! Pra mim era claro que precisava perder a virgindade.
Terminamos os três dormindo cedo. Mas antes, me acabei em mil gozadas, sozinha no sofá da sala. Dormi só com uma camiseta grandona, sem calcinha, pois fiquei me tocando (e gozando!) até pegar no sono.
Acordei bem cedo, antes de todo mundo, e preparei o café. Ousada, permaneci sem calcinha, já toda excitada com aquele joguinho particular, peladinha por baixo. Luiz apareceu para o café, vestindo só um shortinho fino de pijama, me chamando automaticamente a atenção praquele pintão balançando livre, sem cueca. Novamente me surpreendi pelo tamanho e pelo movimento, pesado, coberto apenas por uma fina camada de tecido. Disfarcei como pude o meu olhar, mas percebi a mirada dele sobre meus mamilos, super evidentes debaixo do fino tecido da camiseta.
O clima de intimidade era pura excitação! E minha irmã, super natural, nem se importava comigo praticamente nua na frente do namorado. Também não tava nem aí para o namorado com aquele pauzão balançante na frente de sua irmã mais nova. Aos poucos eu ía ficando cada vez mais a vontade.
Infelizmente esse dia choveu e a praia foi prejudicada. Terminamos num barzinho pelo resto da tarde. Os dois na cerveja, eu no suco de limão até a minha irmã chapar o coco. Bêbada, acabamos de volta ao apê, onde ela se jogou na cama, desmaiada.
_Vou tomar uma ducha (disse o Luiz já se encaminhando para o banheiro)
Liguei a TV e permaneci esperando ele sair para eu entrar. Saiu enrolado na toalha e foi para o quarto. Eu fui para o banho um pouco frustrada pelo dia chuvoso, sem as emoções que eu esperava. Paciência.
Saí do chuveiro enrolada na toalha e me surpreendi com o Luiz no sofá, assistindo TV, usando só aquele shortinho de pijama.
_Pensei que já tinha ido dormir. (eu disse)
_Tá cedo ainda. Não tô com sono. Tudo bem se eu ficar aqui mais um pouco? A Mari tá capotada! Essa agora, só acorda amanhã!
_Tudo bem. Vou só pegar minha camisa aqui. (eu disse, me esticando pra alcançar a camiseta)
E em fração de segundos, me veio uma dúvida. Ir me trocar no banheiro, ou aproveitar para provocar? Meu coração disparou. Fui até o canto oposto da sala, e de costas, deixei cair a toalha, ficando completamente nua para o Luiz. E com uma certa demora, vesti apenas a camiseta.
_Você tá linda! (me disse com os olhos brilhantes, quando me virei pra ele)
Eu apenas sorri e pendurei a toalha na cadeira.
_O que você tá assistindo? (perguntei, me aproximando)
_Qualquer coisa. Vem, senta aqui. É sua cama, né!? (me respondeu, abrindo espaço)
Meu coração disparado no peito, me indicava que o clima estava esquentando. Estava sozinha com aquele homem lindo e semi nu. E eu também estava semi nua! Mas não sabia como agir. Apenas me sentei no outro canto.
_Pode deitar! A cama é sua! Deita e coloca os pés no meu colo.
E foi o que fiz. Cuidando para não mostrar a bucetinha, segurando a camiseta, me deitei com os pés por cima de suas pernas. Sua mão iniciava uma carícia suave em meus pés. Estremeci. Aqueles toques funcionavam como um gatilho. E logo sua mão já deslizava pelas minhas pernas. Sentia meus fluídos preencherem abundantemente os meus lábios.
Me espreguicei, esquecendo que estava sem calcinha. E certamente ele viu o que eu já não me importava em esconder, pois avançou com a mão muito acima dos meus joelhos.
A essa altura eu já estava tomada pela situação. Desejava aquele toque quente e macio, e afastei as pernas o suficiente para que ele se sentisse livre para avançar ainda mais.
Mas o safado não avançava! Chegava perto e retornava, me deixando completamente louca por aquele toque final. Eu movimentava o corpo, deixando claro todo o tesão que sentia com aquele toque, e convidando aquele homem a explorar o meu corpo, já totalmente entregue.
E finalmente aquele toque veio. Gemi. Abri os olhos, olhando em seus olhos.
_Você é linda! (me disse)
Eu sorri, abrindo as pernas e me revelando inteira praquele homem tesudo. E ele se virou, iniciando uma seção de beijos desde os meus joelhos, subindo lentamente pelas minhas coxas, até me beijar os lábios.
Gemi.
_Espera! (ele disse, interrompendo) Deixa eu ver como tá a Mari.
Foi até o quarto e voltou logo em seguida.
_Tá completamente apagada!
Eu sorri, sacana.
_Vem! (chamei, abrindo as pernas)
E ele me beijou deliciosamente o sexo. Entrei rapidamente num transe alucinado, e só tive a reação de morder o travesseiro para não gritar de prazer. A língua daquele homem era rápida e sabia exatamente onde me tocar. E em segundos eu explodia num orgasmo que até então, era o mais intenso que eu já havia sentido. Percebia seus dedos habilmente me penetrando, enquanto meu corpo pulava em espasmos incontroláveis.
_Ah, Paulinha, você é linda!
Ele disse quando se levantou e se deitou por cima de mim. Senti aquele pau enorme, duro e quente ser pressionado contra minha bucetinha encharcada.
_Cuidado! Eu nunca fiz isso. (alertei, olhando em seus olhos)
_Eu vou ser gentil. Você quer mesmo?
Apenas concordei com a cabeça. E nos beijamos pela primeira vez. Pude sentir o meu sabor em sua boca durante aquele beijo, enquanto ele se esfregava gostosamente lá embaixo. E não demorou para que aquela cabeça gostosa encontrasse naturalmente o seu caminho, em meio àquela nascente de fluídos que meu corpo produzia.
Gemi ao sentir sua cabeça inchada me penetrar lentamente. Senti sua pulsação e apertei de volta.
_Tudo bem? (me perguntou, atencioso)
_Uhum!
E ele latejou novamente dentro de mim. Parecia que ía explodir. Apertei de volta, com toda a minha força. Ele sorriu, e retirou a cabeçona novamente, para em seguida me penetrar mais uma vez. Ah, como era bom sentir aquela glande lisinha massageando minha portinha! E ele ficou só na cabecinha por um bom tempo. Me acostumando e me deixando cada vez mais louca para sentir aquele negócio inteiro dentro de mim.
_Vou colocar um pouco mais. (me disse)
E foi deslizando duro, quente, tesudo, pra dentro de mim. Estava acontecendo! Finalmente eu estava experimentando aquilo que eu tanto desejava há dias! Estava sendo possuída, penetrada deliciosamente pelo namorado da minha irmã, enquanto ela dormia no quarto ao lado. Que loucura!
Me abracei àquele homem, puxando o seu corpo o máximo que eu podia para junto do meu. Sentia todo aquele membro pulsante dentro do meu corpo tesudo que já iniciava outra rodada de orgasmos múltiplos.
E ele me levantava a blusa, buscando meus seios. Chupava, lambia e mordiscava meus mamilos, ao mesmo tempo em que se movia cada vez mais rápido.
_Eu tô quase gozando! (me alertou)
Eu não conseguia nem raciocinar. Queria sentir o seu leite quente, jorrando dentro de mim, sem me importar com mais nada. E não demorou muito, saiu rápido de dentro de mim, me lambuzando até os cabelos com aqueles jatos fartos de sêmen.
Seu cheiro me chamou a atenção e me deixou ainda mais louca de tesão. Me lambuzava o corpo, espalhando seu líquido precioso com as mãos.
_Protetor solar. (brincou)
Eu sorri, ainda envolvida em êxtase. Mas pouco depois me ergui.
_Agora é a minha vez! (eu disse, tomada pelo tesão, pelo cheiro daquele homem)
Me agarrei naquele pau, que ainda estava duro, todo melado. E sem pensar em mais nada, iniciei uma mamada deliciosa! Sentia o sabor daquele líquido, limpando com a língua todo aquele mastro gostoso. Só parei quando percebi que já não havia sêmen algum. A não ser no meu corpo.
_Eu tô louca! (eu disse, num lapso de razão)
_É o nosso segredo. (ele respondeu)
Eu sorri, safada, olhando em seus olhos. E nos deitamos de conchinha, olhando perdidos a TV ligada em qualquer coisa. Eu estava realizada! Me sentia protegida entre aqueles braços fortes. Queria que aquele momento nunca chegasse ao fim.
Ainda sentia aquele pau me pressionando lá embaixo, e quase naturalmente, iniciei um movimento de quadril, me esfregando nele. Em poucos segundos já estavamos novamente encaixados. Ele por trás de mim, me segurava forte e me possuía potente, duro, enorme!
Gozei por muito mais tempo dessa vez, pois ele também resistiu por muito mais tempo antes de gozar pela segunda vez. E antes de gozar, novamente me alertou. E novamente tudo o que eu queria era sentir aquele gozo dentro de mim.
_Goza em mim! (pedi, alucinada em meio à mil orgasmos)
_Tem certeza?
_Tenho sim! Quero sentir você gozar em mim! (pedi, quase implorando)
E logo em seguida, já não tendo como suportar mais, me encheu de gozo. Eu sentia seu calor e suas pulsações rápidas, enquanto ele me apertava forte, me dominando completamente. Foram vários minutos até nossos corpos repousarem. Ele ainda dentro de mim.
_Como faz? Você não pode engravidar! (me disse, assim que retomou a consciência, preocupado por ter gozado dentro de mim)
_Não tem problema. Minha menstruação terminou faz três dias.
Era verdade, mas só fui ficar tranquila mesmo, dias depois quando fiquei menstruada de novo. E depois que nos acalmamos, fizemos um lanche e fomos dormir. Cada um no seu canto. Pelo meu corpo, e na camiseta, ficou aquele cheiro forte e erótico pra me lembrar que agora eu era mulher pra valer.
A história poderia acabar por aqui, já que o tema é a minha primeira vez. Mas a viagem da praia ainda não havia acabado. Ainda havia o nosso último dia! Por isso, segue a continuação.
Dormi pesado aquela noite. Dessa vez, acordei já com movimentação pela sala. Era o Luiz em seu shortinho de pijama, preparando o café. Nos demos bom dia e agimos como se nada tivesse acontecido.
Minha irmã logo apareceu com aquela cara típica de ressaca. Mas o dia estava lindo, e era nosso último dia.
Logo estávamos em uma outra praia. E após o primeiro mergulho juntos, Luiz chamou para caminharmos até a outra ponta.
_Ah, não! Podem ir vocês! Eu vou ficar por aqui mesmo. (respondeu a minha irmã, ainda lesada pela bebedeira do dia anterior)
Era tudo o que eu e o Luiz queríamos! Meu coração disparou quando minha imaginação viajou nas possibilidades daquela caminhada pela praia. E era uma caminhada longa! Praia de areia dura, mar tranquilo como uma lagoa. Caminhamos os dois, sem conversar muito. Parecia haver um climão a ser quebrado alí. E após nos distanciarmos bastante, o Luiz me chamou para entrarmos no mar novamente.
Praia quase deserta. As pessoas mais próximas deveriam estar a pelo menos 50 metros de nós. Um verdadeiro paraíso.
_Vem. Me dá a mão! (me chamou para o fundo)
_Aqui não dá mais pé pra mim.
_Vem, se abraça em mim.
Meu coração estava disparado em meu peito. Estava como eu queria estar no primeiro dia, quando vi o Luiz e a Mari abraçadinhos dentro d'água.
_Calma! Relaxa! Eu tô te segurando. (disse o Luiz, percebendo meu nervosismo)
Mas não era só nervoso. Era uma mistura de mil sentimentos. Era tesão, adrenalina, medo de sermos flagrados, culpa... Mas aqueles braços me acolhendo, aquele volume me pressionando lá embaixo, logo o desejo e o tesão tomaram conta, e nos beijamos demoradamente.
_Cê tá com o pinto pra fora! (exclamei quando percebi aquele pau entre as minhas pernas)
_Vem! Vamos fazer aqui na água! (me provocou me apertando a bunda, afastando minhas nádegas e pressionando a cabeça do pau em minha calcinha)
E nos beijamos novamente, enquanto ele afastava o tecido para o lado, habilmente me penetrando inteiro de uma só vez. Gemi, lhe abraçando com mais força.
_Você é uma delícia! (me disse)
Lhe apertei o pau com toda a minha força.
Ele sorriu, safado, e latejou deliciosamente dentro de mim, antes de iniciar um vai e vem gostoso, me penetrando como eu sempre havia sonhado. E eu já estava quase gozando quando ele me pediu pra tirar a calcinha.
_Pra gente ficar mais confortável. É só segurar ela na mão.
_Ah, então você segura! Vou acabar perdendo! Você tá me deixando louca!
E desmontei só pra tirar a calcinha e me enfiar novamente naquele pau delícia. Em segundos eu já gozava, dando minha própria cadência, subindo e descendo aquele mastro tesudo que eu pressionava bem fundo dentro de mim. Comecei a gemer alto e precisei me conter, com medo de chamar atenção.
E trepei com gosto! Olhava aquela natureza ao nosso redor e gozava continuamente em infinitos espasmos, devorando aquele homem delicioso. Ah, como era bom sentir suas mãos me apertando a bundinha! O frescor da água circulando entre os nossos corpos, todas essas sensações juntas, me fizeram chorar de prazer e felicidade.
_Você tá chorando!? O que foi? Quer parar?
_Não. É que tudo isso é bom demais! Gozei muito! Meu corpo parece até dar choque!
E o Luiz sorriu.
_Você não gozou?
_Ainda não.
_Porque!?
_Pra gente fazer mais vezes antes de voltar.
Hoje eu sei, mas ele estava se poupando. Afinal tinha duas fêmeas cheias de tesão pra dar conta. Era um cara esperto.
_Quero sentir você gozar em mim de novo. (pedi)
_Então vamos até o fim da praia. Lá a gente entra na água de novo.
Vesti a calcinha e caminhamos rápido. E lá no cantinho, junto às pedras, entramos na água novamente. Eu já fui logo tirando a calcinha!
_Vem! Me faz gozar de novo e goza junto comigo! (pedi, completamente tomada de tesão)
Em minutos eu já gozava deliciosamente, mas trepando aquele pau com a única intenção de ser novamente preenchida pelo líquido precioso daquele homem.
_Ahhh!!! Eu tô gozando no teu pau! Goza pra mim também, goza! Quero sentir o teu leite dentro de mim de novo! (supliquei como uma putinha safada, tomada de tesão)
E ele gozou soltando um grito de prazer e se agarrando forte ao meu corpo. Seu pau pulsava rápido dentro de mim, indicando que me enchia com aquele liquido quente e farto.
E após retornarmos para areia, satisfeitos, voltamos até a Mari. No caminho, eu me sentia realmente satisfeita. Algo me dizia que havia sido a última vez com aquele homem. Era hora de ter outras experiências.
Eu e o Luiz nunca mais tivemos nada, pois pouco depois da viagem, dei uma chance para um carinha que me interessou. O caso com o namorado da minha irmã foi só tesão de adolescente.