Série - Iniciações Sexuais - Conto 4 - Primeira vez, no Mato com o meu Primo e minha Prima



História um pouco longa. Pode ler (e gozar) em várias etapas.

Sou a Manu e vou contar como foi a minha primeira vez, pois isso merece ser eternizado pra fazer outras pessoas felizes como eu fui.

Éramos adolescentes, hormônios à flor da pele, e ao mesmo tempo, sem entender muito bem aquele tesão que aparecia vez ou outra. Me sentia, e já me via como uma mulher completa. Seios bem crescidinhos, mamilos pontudos, e cheia de pêlos lá embaixo.

Tudo aconteceu nas férias de verão, no sítio do meu tio. Um lugar enorme, com piscina, lago, pomar, floresta... Todo ano estávamos lá, juntos com outros primos e primas. A Carlinha era a minha prima inseparável, e como eu, também já era uma mulher feita. Havíamos mudado muito nesse último ano.

Chegamos no mesmo dia e ficamos no mesmo quarto, com um banheiro só pra nós. E logo na primeira noite, ao nos despirmos para colocar os pijamas, percebemos que tínhamos um problema. Estávamos peludas demais para usar nossos bikinis.

_Carlinha! Como você tá peluda! (não pude deixar de reparar, quando a minha prima tirou a calcinha)

_Cê viu!? Eu não sei onde isso vai parar! Não para de crescer! (me respondeu, de pé, abrindo as pernas e afagando aquele mundo de pelos negros)

_Eu também tô igualzinha! Olha só!

E tirei a calcinha, exibindo pra minha prima a minha selva crescida.

_Eu trouxe bikini, mas não vou poder usar. Vai ficar tudo pra fora esses pêlos! Vou ter que nadar de shorts. (eu disse)

_Porque a gente não raspa? (deu a idéia a Carlinha)

_Com qual gilete!? (respondi)

E a Carlinha foi até o banheiro, voltando em seguida com uma gilete e um sorriso no rosto.

_Encontrei dentro da gaveta da pia!

_Eu nunca raspei meus pêlos! (eu disse, apreensiva)

_Eu também não! Mas como você acha que as meninas usam bikini se não rasparem as xerecas!? Fica tudo pra fora! Olha só! (disse, novamente se exibindo pra mim, puxando aqueles longos pentelhos negros)

E demos risadas as duas. Algo parecia acender dentro de mim, vendo a minha prima nua e linda daquele jeito

_Tá. E como a gente faz? (perguntei)

_Vamos no chuveiro! A gente se depila lá. (disse, já arrancando a blusa e o sutiã)

E apesar de já termos ficado peladas juntas mil vezes, aquele corpo crescido e formado me excitou.

_Nossa, Carlinha! Que mulherão!

_Você viu como eles cresceram!? (disse, apertando os seios, me olhando nos olhos)

Se virou e já foi entrando no box e abrindo o chuveiro.

_Vem! Entra aqui comigo! (me chamou)

Tirei o resto da minha roupa e entrei com ela.

_Manu do Céu! Você também cresceu, einh!? (me disse, com os olhos arregalados nos meus seios)

De fato, alguma coisa já acontecia em mim. Meu coração batia forte. Fiz como ela. Segurei os dois seios, apertando e me exibindo pra ela.

_Posso tocar? (perguntou a minha prima, assanhada)

_Uhum!

E ela me tocou os mamilos. Fechei instintivamente os olhos e arrepiei.

_Biquinhos durinhos! (ela reparou e me convidou a toca-la também)

Tinha os seios firmes e também levava os mamilos durinhos, indicando que estava tão excitada quanto eu. E ela continuava a ditar o ritmo daquela experiência.

_Vem! Vamos encostar os bikinhos! (chamou)

E nos aproximamos, cheias de risinhos excitados.

_Que gostoso! (ela disse)

_Uhum! (respondi, já completamente envolvida naquela situação)

O toque entre os nossos mamilos ?? despertava algo em mim. Sim. Sentia um tesão que só crescia, enquanto nos movimentávamos pra lá e pra cá, roçando os peitinhos pontudos.

_Tá. Mas quem vai raspar a xaninha primeiro? (perguntou a Carlinha)

Fiquei muda, e ela insistiu.

_Posso tentar fazer em você. Depois você faz em mim. O que você acha?

_Pode ser. (concordei)

E ela se agachou.

_Nossa, menina! Que selva! Nem sei por onde começo!

_Começa pelas partes que ficam de fora do bikini. (sugeri)

E ela começou a me alisar as coxas, a virilha, e por cima da bucetinha mesmo, esticando os fios.

_Vai. Levanta essa perna que vou começar por aqui.

E começou a passar a gilete na minha virilha esquerda, depois na virilha direita. Seus toques eram como carícias, e eu já podia sentir minha bucetinha escorrendo pelo tesão que eu já sentia.

_Nossa! Tá tudo cabeludo aqui no meio! Abre mais a perna.

E foi raspando e me alisando em carícias cada vez mais íntimas.

_Agora tá começando a aparecer a xoxotinha. Coitada! Tava perdida no meio desse matagal! Olha só. Acho que já dá pra colocar o bikini sem ficar nenhum pelo pra fora. O que você acha?

Me olhei lá de cima, mas não tinha como opinar. E antes que eu dissesse qualquer coisa, ela continuou.

_Quer saber? Vamos raspar tudo pra garantir? Pode ser?

Apenas concordei com a cabeça.

_Nossa! Aqui é onde os pêlos estão mais altos! Mas vai ficar lisa igual uma menininha!

E foi me raspando de cima a baixo. Eu, completamente entregue àqueles toques, sentia minhas pernas bambearem.

_Agora sim essa xoxotinha vai poder respirar! Nunca tinha visto você assim, tão aberta.

E me tocava os lábios.

_Tá meladinha! Olha! Tá com tesão, é?

_Muito! (confessei)

_Que delícia! Daqui há pouco você faz em mim. Já tô quase acabando aqui.

E continuou me tocando, afastando e esticando os meus lábios para passar a gilete onde ainda precisava.

_Pronto! Tá igual antigamente. Peladinha! (disse, me acariciando uma última vez antes de se levantar)

_Faz em mim? (perguntou já me entregando a gilete)

Me agachei, e agora era a minha vez de apreciar a minha prima cabeluda.

_Dá licença.

E comecei a alisar aqueles cabelos grossos e macios. Ela levantou a perna esquerda, já me indicando por onde começar.

_Pode raspar tudo! Igual eu fiz em você.

Meu coração batia acelerado em meu peito. Eu estava tesuda com aquele banho especial. E continuei acariciando aqueles pêlos, meio hipnotizada no sexo da minha prima.

_Você não vai fazer o serviço não? (me perguntou enquanto eu demorava a começar)

_É que ela tá tão fofinha! Olha!

E me aproveitava para entrelaçar meus dedos, de baixo pra cima, tocando em seus lábios lá no meio.

_Judiação raspar! (eu disse)

_Ah, sua boba! Depois cresce de novo! Pode me deixar peladinha como eu fiz com você.

E já que ela insistiu, comecei o serviço e fui raspando tudo o que eu podia. Estava amando fazer aquilo na minha prima! Observar o seu corpo daquele jeito, tão de pertinho, tocar aqueles lábios carnudos e perceber que ela também estava tão melada quanto eu.

_Carlinha tá meladinha também! (eu disse ao reparar entre seus lábios aquele caldinho escorregadio)

_Muito tesão! (ela respondeu)

_Então somos duas!

_Acabando aqui, não vai ter jeito. Vou ter que dar uma gozadinha antes de dormir. (ela me disse, me provocando)

_Você também bate siririca!? (perguntei surpresa, enquanto continuava a limpar os últimos pêlos)

_Claro! Toda menina bate!

_Eu pensava que só eu era a depravada.

_Como faz quando o tesão vem? Não tem outro jeito! (me disse)

_Pronto! Tá linda a tua xoxotinha pelada. (eu disse, dando uma última passada de mão, aproveitando para dedilhar aqueles lábios rosados)

_Tão bom você passando a mão! Continua!

Aquele pedido era uma ordem! E continuei dedilhando a minha prima, fazendo o nosso tesão aumentar cada vez mais. E ela gemeu quando rodeei o seu clitóris.

_Aqui é bom, né? (perguntei)

_Muito!

Em seguida levei meus dedos entre os seus lábios, buscando aquele melzinho, para em seguida, voltar a rodear aquele clitóris durinho.

_Você vai me fazer gozar assim! (ela disse)

_Jura!?

_Sim! Continua!

E continuei, concentrada na bucetinha da minha prima, enquanto ela se derretia toda em minhas mãos. Nós nunca havíamos chegado nem perto de fazer algo parecido com o que estávamos fazendo, mas eu não queria mais parar. Queria ver a Carlinha gozar. O que não demorou muito. Derrepente ela começou a se contorcer, me segurando firme pelos cabelos e gemendo gostosamente de prazer.

_Ah, Manu! Você me fez gozar! (ela disse quando eu parei)

_Foi bom! (perguntei)

_Nunca gozei assim em siririca nenhuma!

Me senti importante e sorri pra ela.

_Vamos lá pra cama. Será que eu consigo fazer você gozar assim também? (me chamou)

_Espera! Antes, vamos limpar esse ralo! Olha quanto cabelo!

Saímos do chuveiro e trancamos a porta do quarto.

_Deita. Minha vez de te fazer gozar.

Meu tesão era tão intenso, que eu nem pensava em mais nada. Deitei, abri bem as pernas, e me entreguei para a minha prima.

_Que linda a tua xaninha rosa! Parece uma flor assim, toda aberta! E olha como tá melada! (disse, já me passando a mão e me mostrando aquele fino caldinho transparente se esticando entre os dedos)

Fechei os olhos e embarquei nas sensações provocadas por aquela mãozinha suave. Sabia exatamente onde e como passar os dedos. Gemi. E em segundos já sentia aquela sensação aumentar até explodir num orgasmo como eu nunca havia sentido. E ela permaneceu em mim! Dedilhando deliciosamente a cabecinha do meu clitóris, eu começava a embarcar em outra onda de orgasmos. Eu ía gritar a qualquer momento, mas antes puxei o travesseiro, mordendo com força, engolindo aquele grito de prazer.

_Ai, para! Para! Não aguento mais!

Mas ela continuou! Parecia também estar tomada num transe, plenamente concentrada em me fazer gozar ainda mais! E eu, não podendo mais, me ergui, puxando meu corpo, ofegante.

_Não posso mais! (sussurrei olhando nos olhos da Carlinha)

E me larguei na cama, exausta, ofegante, ainda tendo espasmos de energia. A Carla se deitou ao meu lado, juntinha, sorrindo feliz.

_Muito tesão te ver gozando (ela me disse)

_Você é craque na siririca, einh!? (eu respondi, caindo na risada com a Carlinha)

_Nossa! Olha como eu tô encharcada! (eu disse, abrindo bem as pernas, olhando minha bucetinha avermelhada, inchada, brilhante pelos meus líquidos de tesão)

_Menina! Eu também tô super molhada! Nunca fiquei tão molhada assim! Olha! (me respondeu a Carlinha, virando a bucetinha em flor para o meu lado.

_Foi bom!

_Uhum! (concordou com um lindo sorriso a Carlinha)

Aos poucos eu começava a processar aquela experiência. Ainda largada, nua naquela cama, abraçada com a minha prima, pensava, que loucura, ficar batendo siririca assim, nós duas, pra em seguida pensar como tudo aquilo era maravilhoso.

Resolvi não pensar mais e acariciar o corpo da minha prima, suavemente. Ela, despertando dos seus próprios pensamentos, sorriu e se virou pra mim, olhando em meus olhos.

Sentia sua mão percorrer minha coxa, meu bumbum, subir pela minha cintura, rodear meu seio, meu mamilo, subir para o meu ombro, meu pescoço, minha nuca... Fechei os olhos e fazia exatamente o mesmo na Carlinha. As vezes ríamos. De novo roçamos os biquinhos dos seios, e quase acabamos começando tudo de novo. Mas estávamos cansadas, e bastaram alguns minutos assim, nos namorando, pra caírmos no sono.

No dia seguinte, outros primos chegariam. As férias estavam só começando.

(Aqui, se o leitor preferir, pode fazer uma pausa, antes da continuação dessa história)

Sim! Meu primo Luiz é o próximo personagem nessa história. Não que eu estivesse esperando por isso. Eu estava muito feliz com a Carla. Mas o Luiz acabou sendo o centro de nossas atenções pelo que rolou a seguir.

Pra encurtar a história, vamos logo pra onde ele entra, numa tarde, nadando no lago com a gente. Éramos apenas os três, próximos à um coqueiro plantado bem perto da margem. Lá tinha uma corda amarrada no alto, onde a molecada corria, se pendurava na corda, e se atirava na água, bem longe.

Derrepente, do nada, eu vejo o pinto do Luizinho, escapulindo pela lateral do shorts. Bem grande! Ele tava na margem, meio agachado, com o pintão pendendo, parecendo nem estar percebendo. Olhei pra Carla, pra ver se ela também tinha visto. Caímos na risada as duas!

E ele continuava lá, naquela posição, sem entender porque nós duas estávamos rindo daquele jeito. Ríamos de gargalhar!

_Do quê vocês estão rindo? Quero rir também! (gritou da margem o meu primo)

E mais risadas! Não conseguíamos parar! E ele veio até nós.

_Quê que deu nas duas?

_Nada não. Acesso de riso.

E mais risos!

_É que parece que a gente viu uma cobra! (eu emendei, virando do avesso em gargalhadas)

_Ou será que era minhoca?

E mais gargalhadas!
Na realidade, nós duas ficamos excitadíssimas em ver aquele pinto, daquele jeito. Cabeçona grande, pendendo pra fora do shortinho, a dois metros da gente. Ele usava um shorts de futebol, mas tava sem cueca nem nada. Minutos antes eu já havia reparado o pinto dele balançando atrás do tecido. Achei engraçado, mas ver daquele jeito, explícito, grande, derrepente, fez virar mais uma chave naquela Manú adolescente.

Nós duas ficamos curiosíssimas! Loucas pra ver aquilo novamente. E após conseguirmos parar de rir, o Luiz já desistindo de entender o porquê, voltou pra margem. Nós duas ficamos de olho, claro! Ele saiu da água e vimos claramente o volume avantajado por trás do tecido. Nos entre olhamos, assanhadas, mas deixamos rolar. Era engraçado ver como balançava nos movimentos que fazia. Definitivamente tinha captado a nossa atenção.

E ele foi até a corda, tomou distância, correu e voou pra mergulhar e sair perto da gente, com cara feliz. Foi aí que flagrei seu olhar em cima dos seios da Carlinha. Seus mamilos estavam durinhos, bem marcados no tecido fino do sutiã, e isso chamava a sua atenção.

_Ele tá olhando para os teus peitinhos! (alertei a Carla, discretamente)

Ela tentou ajeitar o sutiã, inutilmente. Só serviu pra atrair ainda mais a atenção. E foi aí que reparamos aquela enorme ereção, pouco acima da linha d'água. Seu pinto estava enorme, apontando para o lado, super evidente, apenas coberto pela fina camada de tecido que lhe grudava, revelando perfeitamente aquele corpo roliço.

Ficamos hipnotizadas! E excitadas! Pinto duro, ao vivo e a cores, era novidade pra nós duas. E ele parece ter percebido os nossos olhares, mas pra não ficarmos descaradas, mergulhamos as duas mais para o fundo.

_Cê viu o tamanho!?

_Acho que é maior do que aqueles filmes!

Nós duas comentamos.

_Porque será que tá assim?

_Acho que é por causa dos teus peitinhos bicudos. (falei, caindo no riso)

_Então, se ele quer ver, vou ajudar. (disse a Carlinha, assanhada)

De costas pra ele, e de frente pra mim, ajeitou o sutiã para que um de seus mamilos ficasse de fora.

_Menina! Cê vai mostrar o peitinho?

_Vou fingir que foi sem querer. (me respondeu com carinha safada)

Mergulhou em direção à margem e se levantou fora d'água. Mas no mergulho, o sutiã se afastou ainda mais, deixando não só o mamilo aparente, mas todo o seio esquerdo. Vi exatamente o momento em que o Luiz mira fixo o peitinho da Carla, que finge demência, como se não percebesse o que se passava. Nadei até eles e não pude me conter.

_Carlinha! Tá pagando peitinho!

Ela se olhou e mergulhou, se fazendo de sonsa. Caímos as duas na risada, com a excitação aumentando. Quando olhamos o Luiz novamente, com água abaixo da cintura, vimos a cabeça daquele pau, pra fora do tecido. Provocante.

_E o Luizinho tá pagando pintinho! (revelou a Carlinha, não se contendo em risos)

Ele pareceu surpreso e se jogou dentro d'água, enquanto nós duas nos acabávamos em risos.

_Que saúde, einh Luizinho! (comentei, sacana)

_Achei que não dava nada usar esse shorts sem cueca. Ai, que vergonha!

_Pega nada não! Relaxa! (eu disse)

_Prefiro ficar sem cueca. Aperta muito.

_Dá pra imaginar. Uma coisa desse tamanho, deve ficar apertado mesmo. (a Carlinha arrematou, fazendo a gente rir ainda mais)

_Só se for uma cueca do tamanho de um lençol! (completei)

E mais risos! Eram gargalhadas engraçadas, mas cheias de tesão.

_Tô sem graça. (ele disse)

_Tudo bem. É que pegou a gente de surpresa. Nunca vimos um pinto assim. (eu disse)

_Mas e agora? Como é que eu saio da água?

_Preocupa não! A gente não liga! Né, Carlinha?

_Por mim... (respondeu, fingindo ser a coisa mais normal do mundo aquele menino de pau duro com a gente)

_Bom. Então, se tá tudo bem, vou dar outro mergulho.

E saiu da água, seguido pelos nossos olhares atentos. Nem buscava disfarçar a ereção que levava, enorme dentro do shortinho. Nossa excitação era cada vez maior. E ela se jogou novamente na água.

Derrepente, assanhado, lá do fundo, levantou a mão, segurando o shortinho, fazendo graça.

_Agora não tem mais aperto! (gritou lá de dentro, balançando o shortinho fora d'água)

Nós duas ficamos sem reação.

_Luizinho! Cê tá pelado!?!?

Mais risadas, mais um grauzinho de excitação.

_Você é louco! E se aparece alguém!? (perguntei)

_Uai, é só vestir o short!

_Você não tem vergonha não!? (insisti)

_Vocês mesmas falaram que tudo bem...

_Tudo bem teu pinto escapulindo do shorts, sem querer. Agora, ficar peladão!?!?

E mais risadas.

_Sempre nadei pelado nesse lago.

_Jura!?

_Sim! Qual o problema quando não tem ninguém?

_Mas nós estamos aqui!

_Sim, mas vocês não ligam, né? Ou ligam? Se quiserem, visto de volta o short.

Nós duas ficamos em silêncio, processando aquela situação. Era a nossa chance de ver um menino pelado. E eu não queria perder aquela oportunidade! Nadamos até ele.

_Bom demais nadar pelado! (ele disse)

_O perigo agora é encostar numa anaconda! (a Carlinha brincou, caindo mais uma vez na gargalhada)

Nós duas não podíamos mais de excitação. Imaginar o Luizinho com aquele pau enorme lá embaixo, a centímetros da gente, estava me deixando louca! Tudo o que eu queria era ver o meu primo pelado, mas como isso seria possível?

_Vamos roubar o shorts dele? (sussurrei no ouvido da Carlinha o meu plano)

E como quem não quer nada, nos aproximamos dele. Num movimento rápido dentro d'água, agarrei aquele tecido e puxei de uma só vez. Ele nunca esperava por isso, e num segundo, o shortinho do Luiz estava em minhas mãos.

Gargalhadas.

_Ah, não! Sacanagem! Devolve!

_Se quiser, vai ter que vir buscar! (desafiei)

E ele se jogou pra cima de mim. Mas eu joguei o shortinho pra Carla, que correu pra fora da água, lá no pé do coqueiro.

_Se quiser vai ter que vir buscar! (gritou, toda linda e excitada, balançando aquele pedaço de tecido no alto)

Nós duas nos acabávamos de tanto rir. Saí da água e fui lá com a Carlinha. Meu primo ficou dentro d'água, sem reação. E a Carlinha usou a corda e deu um laço, prendendo o shorts ao coqueiro. E mais risadas!

_Não tem graça isso! (ele gritava lá de dentro d'água)

_Não era você o desinibido? Quero ver agora! Se quiser o seu shorts, vai ter que vir buscar! (gritou de volta a Carlinha)

E sem dar tempo pra mais nada, o menino veio em direção à margem, já se revelando pra nós duas, incrédulas. Pau enorme, duro, apontando pra cima, forte, em meio à um chumaço farto de pêlos negros. Nós duas calamos. Só podíamos olhar e guardar o máximo possível de detalhes na memória. E ele, parecendo bravo, passou por nós com aquela pica balançante, e pegou seu shorts.

_Era isso que vocês queriam? Me ver pelado? Então olhem!

Balançou o pauzão, mexendo o quadril, enquanto nós duas permanecíamos de olhos arregalados, cada vez mais excitadas. Logo depois, desceu novamente até a margem, deixando o short alí mesmo e mergulhando novamente pra dentro d'água. As risadas cessaram, dando lugar à um clima de excitação explícita. Voltamos pra agua.

_Luiz! Cê é louco sair assim peladão! E se aparece alguém!?

_Só tá a gente aqui! Se eu fosse vocês, aproveitava pra experimentar como é bom nadar pelado!

E saiu boiando de costas, exibindo mais um pouco aquele pintão fora d'água para as duas meninas. Aquilo mexia com a gente. Tive vontade de retribuir, mas ainda não tava preparada pra nadar pelada como ele havia sugerido. Foi quando olho pra Carla e vejo ela puxando novamente o sutiã para o lado, deixando o biquinho do peito pra fora.

_Carlinha!

_Que foi!? (e mergulhou em direção à margem)

Se levantou, mostrando o peitinho mais uma vez, sem querer, querendo. O Luizinho viu, mas fez que não viu. Eu fiquei na minha, mas doida pra avançar também nessa brincadeira. Meu coração disparava em meu peito, quando, sem pensar muito, tirei a calcinha e balancei pra fora d'água, exibindo pro Luiz.

_Aeeee!!! Viva, Manú!!! (ele comemorou animado)

Éramos pura excitação, e ríamos assanhadas as duas.

_Tira também, Carlinha! (incentivei)

E sem nem pensar, minha prima também exibia a calcinha nas mãos, pra fora d'água. E passada aquela primeira euforia, ficamos os três alí, quase naturais, flutuando no lago.

_Não é uma delícia nadar pelada? (perguntou o nosso primo)

Eu sentia uma liberdade deliciosa! Sentia a água fresca fluir entre as minhas pernas e pelos meus lábios recém depilados. Era incrível a sensação. E o Luiz novamente boiava de costas, exibindo aquele pintão como se fosse uma antena. Nem segurava, nem nada, mas permanecia apontando pra cima, duro!

Nós duas olhávamos agora, já sem aquela surpresa inicial, mas com desejo. A Carlinha, assanhada, mergulhou, empinando a bundinha fora d'água, se exibindo pro Luiz. Vi que ele olhava, mas permaneceu boiando, com aquele mastro em riste. E meu desejo só ía aumentando, enquanto permanecia hipnotizada naquele pau. Queria pegar!

Pouco depois, num momento mais tranquilo, nós três alí, boiando dentro d'água, levei minha mão. Agi no impulso, completamente tomada de tesão. Ele me olhou com olhos arregalados. Olhei de volta e permaneci segurando o pinto do meu primo debaixo d'água. Até que ele me tocou também. Gemi.

E permanecemos os dois, olhos nos olhos, um com a mão no sexo do outro, num momento que pareceu eterno, até a Carlinha se aproximar e nós dois nos afastarmos.

_O que vocês tavam fazendo!? (chegou ela, desconfiada com aquele nosso movimento)

_Tava pescando uma cobra aqui embaixo. (eu respondi, safada)

_Manú! Não acredito! (exclamou surpresa, só de imaginar que sim, eu tava mesmo pegando no pau do Luiz)

Eu sorri, bem safada.

_Vem cá! (chamou o nosso primo, safado)

Ela, surpresa, foi pega pela mão.

_Isso! Pode apertar! (disse ele, todo sacana, indicando que ela também já lhe segurava a pica)

E ela deu um gritinho ao ser surpreendida pela mão do Luiz em sua bocetinha também.

_Que delícia! (ele exclamou, me buscando com a outra mão)

E logo o nosso primo tinha nós duas, uma em cada uma de suas mãos gostosas, enquanto nós duas nos revezávamos segurando aquele pinto gostoso lá embaixo.

_Viu como é bom nadar pelado? (disse o Luiz, com um enorme sorriso no rosto)

Seus dedos íam quase rudes lá embaixo, mas nos duas íamos também com vontade, segurando aquele mastro. Até que, pouco depois, o Luiz ficou um pouco preocupado. Estávamos sozinhos alí, mas muito expostos pra ficarmos pelados e grudados daquele jeito.

_Vamos subir lá no alto do pomar? Lá dá pra gente curtir sem perigo. (ele propôs)

Olhei pra Carlinha, ambas possuídas de tesão, e não tivemos dúvidas. Nos soltamos, nos vestimos, e rumamos pro alto do pomar. E o caminho até lá foi sem muita conversa, mas acelerado. Chegamos ofegantes num canto super escondido, encostado na mata. E o Luiz já foi logo ficando pelado, fazendo seu pau estilingar forte pra cima ao abaixar o shorts.

Nós duas olhávamos admiradas, e sem pensar muito, já fomos segurando o nosso primo juntas. Sim! Dava para as duas segurarem ao mesmo tempo!

_Uau! Que grande! (dissemos nós duas, quase juntas)

Me agachei pra olhar mais de perto. A Carlinha fez o mesmo. E ficamos as duas, acariciando o Luiz, observando cada detalhe da sua anatomia. Eu fiquei muito atraída pela cabeçona inchada, e quando ele pulsou o pau pela primeira vez.

_Nossa! Ele tá vivo! (exclamei, toda assanhada)

_Faz de novo! (pediu a Carlinha)

E o Luiz ficou pulsando o pau, sendo a atração das meninas que assistiam assanhadas aquela apresentação especial.

_E vocês vão ficar aí de bikini? Só eu pelado não é justo!

Eu já tava mesmo doida pra exibir a bucetinha peladinha pra ele. Nem hesitei. Tirei a calcinha e me exibi pro meu primo, inclinando o quadril pra frente e afastando meus lábios externos. Bem oferecida mesmo!

_Que linda!!! (ele disse, incrédulo)

E quando olho para o lado, a Carlinha fazia o mesmo, largando a calcinha num arbusto. Ficamos as duas nos exibindo pro nosso primo.

_Vocês são lindas! (disse sem saber pra quem olhava)

Ele se agachou e veio pertinho, já passando os dedos pelos meus lábios externos, olhando pra Carla, depois olhando pra mim, e voltando a olhar pra Carla, indeciso sobre o que fazer com nós duas nuas pra ele. Tateou nós duas levemente e depois se levantou, empinando o pinto pra perto de nós. O resultado disso parecia já estar combinado. Como um ímã, aquele pinto atraiu nós duas pra mais perto. Ele tocou a Carla com a cabeça do pau.

Ninguém falava mais nada. Apenas nossas respirações ofegantes. Pouco depois, se virou pra mim e me tocou. Senti o seu calor e gemi. Ele procurava fazer o mesmo nas duas. Pelo mesmo tempo. E em seguida, voltou pra Carla, agora levando o pau entre suas pernas. Ela se aproximou um pouco mais, enquanto ele deslizava o pau, pincelando a nossa prima de baixo até em cima. Veio e fez igual em mim. Seu pau saía nitidamente melado pelos nossos fluídos e deslizava deliciosamente entre os nossos lábios lubrificados.

_Que gostoso isso! (exclamou a Carlinha)

Eu sentia minhas pernas bambearem, tamanha era a minha excitação.

_Deixa eu ver os peitinhos também! (ele nos pediu)

E sem querermos nos afastar daquele contato tão especial, apenas tiramos os sutiãs e arremessamos nos arbustos. Estávamos as duas completamente nuas para ele.

_Que lindos!

Sorrimos. E ele os alcançou com uma mão em cada uma de nós, apertando suavemente, acariciando e escorregando os dedos pelos mamilos das duas ao mesmo tempo.

_Estende a sua canga, Carlinha! Já tô até com as pernas bambas! (eu disse)

Que sorte aquela canga de praia da Carla! Era grande o suficiente para aconchegar os três corpos cheios de tesão. E enquanto ela arrumava tudo, o Luiz ficou manuseando o pau de uma forma que me chamou a atenção. Batia uma punhetinha, já não suportando todo aquele tesão.

_É assim que os meninos fazem pra gozar? (perguntei)

_Uhum!

_Goza pra gente ver! (Pedi)

E ficamos as duas ajoelhadas na canga, enquanto o nosso primo se punhetava deliciosamente para as meninas. Nossos olhinhos até brilhavam com aquela cena, que não demorou muito.

_Eu vou gozar! (alertou)

Derrepente, um jorro de sêmen nos surpreendeu, e depois outro, acompanhados por um gemido longo e alto. Fui com a mão, lambuzando aquele pau com o líquido quente que ainda escorria, fazendo aquele mesmo movimento. A Carlinha logo também já estava se agarrando à ele, buscando sentir como era aquele leite que ainda escorria da ponta daquele pau tão gostoso.

Nos revezávamos, já com as mãos completamente lambuzadas pelo sêmen do nosso primo, até que ele, parecendo cansado, se deitou, atraindo nós duas para junto, em cima da canga. Nós duas parecíamos duas formigas no açúcar, e não largávamos aquele pau nem por um segundo. Minha vontade era de lamber aquele pau melado, e graças àquele tesão todo que eu sentia, nem pensei. Abocanhei aquela cabeça, sentindo o sabor do meu primo invadir os meus sentidos.

Passava a língua, rodeando aquela cabeça lisa, buscando limpar todo aquele sêmen. E num relance, lembrei da Carlinha. Abri os olhos e a vi, parecendo ansiosa para experimentar também. E foi eu me afastar, para que a Carlinha abocanhasse com muita vontade o nosso primo sortudo. E ela percorria com a língua toda a sua extensão, rodeando a cabeçona, buscando sentir o sabor do que eu deixei sobrar de leite ainda grudado naquele pau.

_Espera. (pediu o Luiz)

E ele veio apertando seu pinto desde a base, entre as pernas, até a ponta, fazendo surgir mais algumas gotas de sêmen, imediatamente sugadas pela Carlinha, faminta de tanto tesão. E se aproveitou um pouco mais, fazendo aquele pau parecer mesmo um picolé, como na música. Só parou quando percebeu que já não havia mais nenhum sinal daquele líquido do prazer.

_Que delícia de picolé! (brincou a Carla, segurando aquele pau pela base, verificando se havia ficado bem limpinho mesmo)

_Eu ainda não acredito que a gente chupou desse jeito. Eu sempre tive nojinho quando via nos vídeos. (confessei)

_E eu nunca tinha sido chupado por ninguém!

_Jura!?

_Sim! Nem namorada eu tenho! (ele confessou)

E naquele breve momento de relaxamento, percebi aquele pinto um pouco menos duro.

_Tadinho! Ele ficou cansado! Olha como amoleceu! (eu disse, balançando)

_Eu nunca imaginei bater punheta na frente de menina nenhuma! Tô até meio envergonhado agora.

_Ah! Deixa disso! Todo menino faz isso, não faz!? Até as meninas fazem! (disse a Carlinha)

_Vocês batem também!?

_Uhum! Direto!

Concordamos, as duas juntas, enquanto ele parecia curioso.

_Como vocês fazem?

_Dá licença. Deixa a gente te mostrar.

E ele se levantou, abrindo espaço pra nós duas. Éramos pura safadeza! Olhamos uma pra outra, pensando a mesma coisa. Uma ía siriricar a outra. Ao mesmo tempo! E iniciamos nosso show. Pernas bem abertas, uma por cima da outra, uma com a mão na bucetinha da outra, espalhando nossos fluídos e, quase imediatamente, já sentindo aquela sensação orgástica nos tomando o corpo inteiro.

Em segundos estávamos gozando, uma na mão da outra, enquanto nosso primo nos observava, se punhetando novamente. Fechei os olhos e só deixei rolar. Gemia e ouvia a Carlinha gemer. As vezes abria os olhos e via o Luiz alí, se punhetando pra gente, mas já fechava novamente os olhos pra continuar naquele transe delicioso. A Carlinha me tocava sempre no lugar certo, e eu me concentrava como podia para toca-la da mesma forma. E assim gozamos as duas, por longos minutos, até não podermos mais e terminarmos as ruas relaxadas, rindo, de pernas abertas para o nosso primo.

_Vocês estavam ótimas! Uma fazendo na outra!?!?

_Aprendemos a fazer assim esses dias pra trás.

_Sei... Vocês estão no mesmo quarto. Facilita né?

_Uhum!

_Eu pensava que só os meninos faziam isso.

_Claro que não! A gente também goza!

_E muito! (completou a Carlinha, caindo na risada comigo)

Enquanto isso, o Luiz continuava manuseando aquela pica doce, ajoelhado entre os nossos pés.

_Sabe o que eu queria? Queria passar o pinto nelas de novo. (ele disse, olhando para as nossas florzinhas rosadas)

_Vem!

Chamei, permanecendo como estávamos, arreganhadas e oferecidas pra ele. Também estávamos doidas pra sentir aquele pau em nossas bucetinhas de novo. Porém, naquela posição, o que viria não seria apenas uma roçadinha tesuda. As duas bucetinhas em flor, brilhantes pelos nossos caldinhos, convidavam à uma brincadeira muito mais profunda. Literalmente!

Na verdade, eu tava doida pra sentir o meu primo dentro de mim. Mas apenas deixei fluir. E ele veio. Primeiro sobre mim. De joelhos, forçando o pinto pra baixo com as mãos, começou a pincelar a minha bucetinha com aquela cabeçona tesuda. Eu, apoiada nos cotovelos, assistia cada movimento.

_Que delícia! (ele disse)

_Sim! Muito! (concordei, já sentindo um calafrio de tesão)

A Carlinha não perdia um detalhe, e ele passava o pau de cima a baixo, por todos os lados, explorando os meus lábios e se aproveitando da minha umidade.

_Como está lisinha! (ele disse)

E pouco tempo depois, parou a cabeça bem no meio, na minha portinha. Me olhou nos olhos, buscando aprovação. Sorri. E lentamente ele foi pressionando, enquanto nós três acompanhávamos aquela cabeçona ir sumindo dentro do meu corpo. Gemi, assim que ele passou pela minha portinha.

_Manu! (exclamou a Carlinha, impressionada com o que via)

E ele retirou, voltando todo melado.

_Coloca de novo! (pedi, quase implorando)

E novamente, lentamente, foi me penetrando. Dessa vez um pouco mais fundo.

_Ele tá metade dentro de você! (narrava impressionada a Carlinha)

Acompanhei aquele pau inteiro entrando em mim. E quando desapareceu dentro do meu corpo, senti pulsar, aumentando de tamanho ainda mais. Voltou a sair logo em seguida. Lentamente. Acompanhado atentamente pelas duas meninas quase incrédulas. Como aquele pau podia caber inteiro assim!?

E veio saindo todo lambuzado pelos meus lubrificantes. Fiquei abismada de como eu tava melada! Dessa vez, não saiu inteiro. Permaneceu preso pelo pescoço. Vimos crescer rápido quando pulsou forte novamente em mim. Retribui, apertando com toda a minha força.

_Que gostoso! (ele disse)

E novamente voltou a me penetrar. Fui acompanhando até sumir em mim de novo. Nessa hora, deitei, fechando os olhos já sem poder mais de prazer. Fiquei sentindo como era quente, suave, grande! Chegava a me cutucar lá no fundo. Não senti dor. Só êxtase. E voltou a sair, iniciando um movimento de vai e vem, lento e gostoso, que foi me envolvendo, fazendo crescer uma onda orgástica como eu nunca havia sentido.

Eu estava prestes a explodir no maior orgasmo da minha vida!

_Ah, Luiz! Eu vou gozar!!! Vou gozar em você!!!

E ele me penetrou profundamente, permanecendo alí, inteiro, sentindo os meus espasmos que não cessavam. Fazendo me contorcer descontrolada, enquanto eu me continha para não gritar de prazer.

E quando eu começava a me acalmar, voltava a se movimentar, me fazendo começar tudo de novo. Gozei continuamente por um tempo muito além das minhas siriricas mais demoradas!

Mas chegou uma hora que ele saiu de mim, me deixando estirada, ofegante, ainda em meio à espasmos. Quando abri os olhos, estava de joelhos me olhando. Pau enorme, todo lambuzado de mim. Sorrimos um para o outro. Nossa prima, a Carlinha parecia em êxtase por ter presenciado tudo aquilo. Seus olhinhos brilhavam!

_Vocês transaram de verdade!!! (foi o que exclamou quando olhamos pra ela nos olhando)

_Quer experimentar? (ofereceu o nosso primo, cheio de vontade)

E sem dar tempo para resposta, fui me levantando.

_Vem Carlinha! Deita aqui! (incentivei)

E ela deitou.

_Vai com cuidado. Ele é muito grande! (ela pediu)

Agora era eu a expectadora. Me sentei bem juntinho, ao lado, acompanhando cada movimento. Que excitante ver meu primo desaparecendo dentro da minha prima. Como a sua vagina se abria toda, engolindo aquele pau, ainda todo lambuzado com os meus fluídos. Sem perceber, tocava o meu clitóris, mantendo alto aquele tesão, tentando simular que eu estava transando junto com eles.

E a Carlinha logo parecia gozar linda, completamente penetrada, possuída. E o Luiz meteu forte, rápido, até também não poder mais e alertar que estava prestes a gozar novamente.

Em segundos, saiu rápido de dentro da Carla, apontando o pau que começava a ejacular numa primeira jorrada forte o suficiente para atingir o rosto e os cabelos da nossa prima.
O restante daquele líquido precioso foi derramado sobre o seu corpo, fazendo até uma poça em seu umbigo.

Eu nem pensava em nada, e agindo no impulso, abocanhei aquele cacete melado, querendo sugar tudo o que ainda restava dentro dele. Que tesão!!! Que loucura! Larguei o meu primo pra espalhar aquele sêmen pelo corpo da nossa prima. O Luiz me acompanhou, e ficamos os dois a alisar e espalhar aquele liquido pelo corpo inteiro da Carlinha, que permanecia estirada com as pernas abertas, linda e feliz.

_Ah, eu também quero me lambuzar assim! (eu disse, deitando por cima da minha prima, me esfregando nela pra ficar com aquele sêmen cheiroso no meu corpo também)

E nos abraçamos fraternamente. O Luiz deitou por cima das duas e começamos a rir juntos. Exaustos e extasiados com o que acabávamos de fazer. E quando nos levantamos, enfim aquele pinto amolecia. Já não apontava para o céu, mas permanecia enorme como uma tromba. Achei engraçado, mas nem falei nada.

A tarde já ía longe e precisávamos voltar pra casa.

(Bom. A primeira vez dos três, tema principal dessa história, já foi. Mas ainda tínhamos tempo lá no sítio! Se quiser dar uma pausa, continue lendo quando der vontade)

CONTINUA:

No quarto, a noite, nós duas eramos pura excitação. Não queríamos tomar banho para não perder aquele cheirinho de sêmen que espalhamos pelo nosso corpo.

_Vou dormir assim mesmo, sentindo o cheirinho dele.

_Eu também!

_Uma vez eu li que faz um bem danado pra pele. Que é proteína pura!

_Então eu tomei um pouco dessa proteína. E não foi só na pele não!

_Eu também!

E caímos as duas na risada.

_Vou dormir pelada hoje. Tô num tesão que não passa!

_Ah, eu também! Não paro de pensar na gente lá no pomar.

_Eu pensava que doía na primeira vez, mas pra mim foi ótimo!

_Também não senti dor nenhuma. Ele latejou em você também?

_Sim muito! E eu apertei de volta!

_Sim! Fiquei medindo com ele quem tinha mais força.

_Ai, essa conversa tá me deixando encharcada de novo!

_Eu também! Deixa eu ver! (pedi, já pulando entre as pernas da minha prima)

_Nossa! Tá toda aberta! Olha o teu buraquinho! Tá dando pra olhar lá dentro! (eu disse isso e a minha prima piscou)

_Olha! (exclamei surpresa)

Levei os dedos, fazendo a minha prima gemer.

_Quer gozar mais um pouco antes de dormir? (perguntei)

_Uhum!

Meu instinto mandava, e eu obedeci sem pensar. Beijei o sexo úmido da minha prima. Levantei e a olhei nos olhos. Sorrimos. Voltei a lhe beijar, mas dessa vez, ficaria alí, entre aqueles lábios tesudos, rodeando seu clitóris com a minha língua veloz.

A Carlinha me segurava.. os cabelos, pressionando o meu rosto contra a sua buceta, soltando um gemido de prazer.

_Quero gozar na sua boca!

Ouvir aquilo me deu ainda mais tesão! Me concentrei, lhe segurando pela cintura, compenetrada em seu clitóris.

_Eu vou gozar na sua boca! (me alertou, me agarrando os cabelos)

E iniciou um orgasmo delicioso que durou enquanto eu continuava sugando seu clitóris, rapidamente passando a ponta da língua naquela cabecinha.

_Ai! Espera! (me disse, se levantando, me buscando a bucetinha, se colocando num meia nove de ladinho na cama)

E me agarrou com a boca, desejando fazer que eu também sentisse o que ela estava sentindo. Em segundos estávamos as duas gozando, uma na boca da outra, em mais um capítulo daquelas descobertas sexuais tão intensas.

Depois de um bom tempo, fomos nos acalmando, e o que era uma chupada forte, se transformou em beijinhos, depois em carícias, até nos deitarmos juntas e felizes, e cairmos no sono.

Eu apaguei aquela noite, mas amanheci completamente encharcada lá embaixo. Cheia de tesão e louca para repetir a dose com o Luizinho.

Tomamos café, e em meio às outras pessoas, agíamos como se nada tivesse acontecido. Claro! Mas bastou ficarmos sozinhas com o Luiz, já combinamos de encontrar lá no alto do pomar.

Tomamos cuidado para que ninguém nos visse. Dessa vez, também levei a minha toalha para aumentar o nosso espaço, junto com a canga da Carlinha. Estávamos os três excitados, mas foi o Luiz que deu o primeiro passo, abaixando o shorts, exibindo aquele pau delícia pra nós duas.

_Bom dia, Luizinho! (disse a Carlinha, se dirigindo ao pinto do nosso primo)

Lhe segurou, fazendo algumas carícias.

_Nós nem tomamos banho ontem, pra ficar com o cheirinho dele. (ela disse)

_E eu nem tomei banho ontem, pra ficar com o cheirinho de vocês! (ele respondeu)

_Vem! Deixa eu tirar a tua calcinha. (me chamou, já me alcançando a cintura, levantando o meu vestido, e abaixando a minha calcinha)

Tirei o vestido e o sutiã do bikini e me exibi pra ele, passando as mãos pelos seios, com carinha safada. E nos aproximamos. A Carlinha, ainda manuseando o seu pinto, começou a me pincelar a buceta, excitada.

E alí mesmo, ainda em pé, ele me penetrou, quase me levantando quando afundou o pau em meu corpo. Gemi de prazer por sentir novamente o meu primo dentro de mim.

_Ah, Carlinha! Que pena eu não ter dois pintos! (ele brincou ao ver a nossa prima de lado)

Pra compensar, ele retirou a blusinha que ela vestia, seguida pelo sutiã, passando a acariciar os seus seios, enquanto se movimentava dentro de mim. E a Carlinha logo também já tinha tirado o short e a calcinha, permanecendo grudada à ele, roçando a bucetinha em suas coxas.

Éramos os três, um só tesão, nos movimentando juntos, fazendo crescer rapidamente em mim aquela sensação orgástica.

_Se continuar assim eu já vou gozar! (alertei)

_Então goza! Goza no meu pau!!!

E eu gozei! E a Carlinha também parecia enlouquecida, se esfregando na perna do Luiz, enquanto eu lutava pra permanecer em pé. E após quase cairmos por duas vezes, o Luiz, controlando a situação, nos mandou ficar de quatro sobre os tecidos no chão. Obedecemos como duas putinhas, totalmente entregues ao que viesse.
Uma ao lado da outra, de quatro, bundinhas empinadas, oferecendo nossas bucetinhas tesudas.

_Vai uma em cima da outra. (ele pediu)

Não entendemos direito o que ele queria, e ele insistiu.

_Carlinha, monta na Manu. Vou colocar em vocês duas ao mesmo tempo.

Como assim!? Ele não tinha dois pintos! Foi o que pensei na hora, antes de ver como ele faria. Veio por trás da gente e penetrou primeiro a Carlinha, que tava em cima. Deu algumas estocadas, depois mirou o meu buraquinho, dando mais algumas estocadas, e ficando assim, revezando entre uma e outra. Ah, como era bom sentir cada vez que ele me penetrava, depois de sair da Carlinha!

Fazia numa habilidade de quem já tinha muita experiência! Nós três podíamos estar em qualquer filme porno, que seríamos um sucesso. E como eu já tinha dado uma primeira gozadinha, se demorava um pouco mais na Carlinha, até que ela também começasse a gozar. Até que ele nos alertasse que também estava prestes a gozar mais uma vez.

_Deixa a gente ver! (pedi)

Ele nos largou e viramos rapidamente.

_Quer fazer? Quer fazer eu gozar? Só continua!

Me disse, indicando o movimento. Segurei aquele pau tesudo e continuei no vai e vem, até que, sem alertar, ejaculou forte, me acertando o rosto, quase dentro do meu olho. Me assustei, mas permaneci alí, abrindo a boca para engolir os jatos seguintes.

A Carlinha assistia impressionada, também querendo experimentar aquele leite. Abocanhou aquele pau e se aproveitou dos últimos espasmos de leite. Depois se virou pra mim, limpando o meu rosto, espalhando aquele sêmen pelo meu corpo.

Estavamos num climax de tesão e excitação, e acabamos dando um show para o nosso primo, ao espalhar o seu leite, uma no corpo da outra, enquanto olhávamos pra ele cheias de safadeza.

_Não queria que esse momento terminasse nunca mais! (ele disse, encantado com as duas meninas se alizando com o seu próprio esperma)

_Você é uma delícia! (respondeu a Carlinha)

_Olha! A gente tá toda lambuzada de você! (eu disse)

E nos deitamos os três, olhando para as nuvens no ceu, enquanto aquele sêmen afrodisíaco secava em nossos corpos.

_Nossa! Antes do almoço eu vou precisar mergulhar no lago. Vai que alguém sente esse cheiro na mesa?

E caímos na risada! E após alguns minutos de descanso, nossas mãos acariciando nossos corpos, foi o suficiente para aquela energia sexual voltar a se elevar. Logo já estávamos as duas punhetando o nosso primo de novo.

_Espera um pouco. Vou dar uma mijada antes que vocês queiram mais.

E ele foi até a beira do mato. Fez xixi mostrando pra gente. Foi curioso e excitante ver. Nunca tinha visto menino nenhum mijando.

_Agora também me deu vontade! (disse a Carlinha)

Por tabela, eu também fui fazer xixi. Ambas acompanhadas atentamente pelos olhos curiosos do nosso primo.

_Que lindas fazendo xixi!

Sorrimos. Que tesão me dava, me exibir assim pra ele!

_Onde estávamos? (ele perguntou)

_Você estava deitado, e a gente tava brincando com o teu pinto. Vai! Deita aí de volta!

_Agora você fica aí deitado e a gente senta em você. (disse ordenando a Carlinha)

E ela sentou. Sentou cheia de vontade, controlando os movimentos, brincando com aquele entra e sai em seu corpo. Eu não queria ficar de fora e abri as pernas, me ajoelhando sobre o rosto do Luiz, que não teve dúvida. Abocanhou minha bucetinha inteira, quase violento.

_Calma! Cuidado pra não machucar ela! (alertei)

E a Carlinha continuava trepando gostosamente. Chegou a sentar inteira na pica do Luiz, e começou a se esfregar pra frente e pra trás, parecendo possuída de tesão. Já devia estar gozando pra se movimentar freneticamente como estava. Sei que eu já não via a hora de montar como ela montava.

E depois de um bom tempo montada, finalmente a Carlinha, não podendo mais de tanto gozar, se abraçou em mim, ainda com o corpo em espasmos.

_Gozou bastante? (perguntei em seu ouvido)

_Muito!

E se levantou, revelando o nosso primo em plena ereção, pronto a continuar. Trocamos os lugares. Me agachei, segurando aquele pau, mirando na minha entradinha e fui descendo, novamente sentindo aquela sensação maravilhosa de ser penetrada. Olhei a Carlinha com a xotinha na boca do Luiz, fechei os olhos e dali pra frente apenas senti. Dominando os movimentos, indo no meu ritmo, sentindo aquela cabeçona firme massagear meu corpo por dentro.

Devido ao tesão, também não demorei muito a gozar. E em meio àquele turbilhão de energia, comecei a querer que o Luiz me enchesse com aquele seu leite. Não sei como pude, mas algo em mim se lembrou das aulas de educação sexual. Temi engravidar. Melhor seria uma nova rodada de sêmen fresco para as duas meninas.

_Goza pra gente de novo! (pedi ao me levantar)

E nós duas começamos a punhetar o nosso primo, sedentas por mais um pouco daquele líquido tão precioso. A gente se revezava enquanto o Luiz se contorcia e se esticava, parecendo também estar num transe de sensações.

_Tô quase gozando!

Alertou, deixando as duas meninas a postos para mais uma rodada de leite. E foi enquanto eu punhetava, que ele explodiu em minha mão. A Carlinha caiu de boca antes de mim dessa vez, se erguendo em seguida, me mostrando sorrindo, a boca cheia de sêmen. Ainda pude aproveitar as jorradas seguintes, passando as mãos pelo seu peito, onde havia terminado de ejacular. Limpava o seu peito para me lambuzar os seios, lambendo os dedos em seguida. Aquele líquido parecia exercer um poder sobre nós duas. Era incrível!

E quando nos refizemos daquele tesão todo, resolvemos terminar no lago. Primeiro descemos eu a Carla. Um tempo depois, apareceu o Luiz.

_Uma pena não poder sentir mais o teu cheirinho em mim. (eu disse, desapontada)

_Tem problema não. Mais tarde eu gozo de novo em você, e você se lambuza.

_Eu também quero! (disse a Carlinha assanhada)

E dalí em diante, foram as férias mais safadas da vida! Nem conto mais, porque aí já vira um livro.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Série - Iniciações Sexuais - Conto 4 - Primeira vez, no Mato com o meu Primo e minha Prima

Codigo do conto:
264909

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
20/06/2026

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