Virei putinha dos mlks da rua

Tudo aconteceu quando eu tinha 16 anos. Morava na Zona Leste de São Paulo e, na rua, havia muita molecada de todas as idades brincando. Eu sempre ficava mais com as meninas e já sabia que era uma fêmea.
Tinha uma turma de meninos que já estavam na faculdade e ficavam na esquina bebendo.
Deviam ter de 18 a 21 anos; eram uns seis e, entre eles, tinha um que se chamava Luciano, que sempre era muito legal comigo.
Um dia, eu estava passando na frente da casa dele e ele me chamou. Eu entrei e ele me disse que tinha uma coisa bem legal no quarto dele. Quando chegamos, ele trancou a porta do quarto e me mostrou um monte de revistas de sacanagem. Ele ficou olhando as páginas e sempre mexendo no pau, que já estava duro.
O Luciano, de repente, colocou o pau para fora e falou para eu ver como estava duro. Seu pau era grande, com uma cabeça vermelha, cheio de veias, chegava a pulsar de tanto tesão que ele estava. Fiquei olhando para o pau dele e fiquei de pau duro também. O Lu percebeu e deu uma risada safada para mim.
Ele me pediu para fechar os olhos. Eu fechei, e logo senti sua língua entrando na minha boca e sua mão escorregando até a minha bundinha lisinha. Senti algo que nunca tinha sentido antes; fiquei totalmente entregue àquele macho.
Ele parou de me beijar, me colocou de joelhos e aproximou aquele mastro duro — que já escorria uma lágrima de porra — da minha boca. Falou para eu fazer como se fosse um picolé, só que não podia morder. Eu, por instinto, chupei por uns dez minutos. Até que, parecendo um animal, o Lu gozou na minha boca, segurando minha cabeça com força e urrando como um urso. Ele ainda me segurou ali por mais uns dez minutos, e senti sua pica ficar mole e dura dentro da minha boca por mais um tempo.
Então, ele falou que queria que eu ficasse de quatro. Atendi prontamente. Ele me deu um beijo no cuzinho, seguido de uma palmada, e falou que ia me transformar na sua putinha. Deu uma cuspida bem no rabinho e colocou bem devagar um dedo, enquanto me chamava de putinha e pedia para eu rebolar. Eu, então, pedi para ele me foder. Louco de tesão, com a bundinha arrebitada e já toda melada, falei para ele colocar bem devagarinho.
O Lu apontou a cabeça do pau bem no meu cuzinho e pediu para eu rebolar e fazer força, como se fosse cagar. Quando fiz força, senti sua rola deslizar para dentro de uma vez só. Quase desmaiei de dor e tesão. Sentia o saco dele batendo na minha bundinha, o bafo na minha nuca e aquele homem cheio de tesão me tratando como uma putinha, me enchendo de porra e, mais uma vez, urrando como um animal.
Ficamos um tempo ali deitados. Ele me deu mais um beijo e falou:
— Putinha, volta amanhã que eu vou te apresentar para os meus amigos.
Bem, esta será uma outra história.
Convite Final (Ajustado)

Se for de SP e tiver interesse, basta mandar mensagem. Se puder, já manda nudes. Respondo com contato e fotos. Sou do início da Zona Leste e tenho local discreto.
                                


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Comentários


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ksn57 Comentou em 29/05/2026

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Virei putinha dos mlks da rua

Codigo do conto:
263239

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/05/2026

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