Tudo começou num domingo. Era dia de ir ao clube com meus amigos, estava tudo certo, mas na última hora a galera começou a desmarcar uma atrás da outra no WhatsApp. Fiquei injuriado, mas decidi que não ia perder o convite que tinha em mãos. Me arrumei e fui sozinho. Na época, eu tinha 18 anos, mas com um corpo e um rostinho tão de menino novo que todo mundo me dava uns 14 ou 15 anos. Tanto que, logo na portaria, me pediram a identidade achando que eu era menor de idade.
Ao entrar, fiquei abismado. Havia muitos homens bonitos, a grande maioria de sunga. Eu olhava aquilo e ficava babando com os volumes marcados. Como o meu lado safado sempre fala mais alto, fui direto para o vestiário para colocar a minha sunga e descer para a piscina.
Quando abri a mochila e comecei a revirar as coisas, encontrei no fundo um biquíni da minha irmã. Ela devia ter esquecido lá de quando eu tinha lhe emprestado a bolsa. Era um biquíni preto, liso e normal. Na mesma hora, senti um tesão absurdo subindo pelo corpo. Vesti a peça. No espelho, dava a leve impressão de ser uma sunga minúscula, bem estilo retro dos anos 80. O único detalhe é que, como a minha bunda sempre foi grande e empinada, conforme eu andava, o biquíni entrava completamente no meu rabo. Fiquei na dúvida se encarava a piscina assim ou não, mas pensei: "Que se dane, estou sozinho aqui e ninguém me conhece mesmo". E fui.
Conforme eu caminhava pela área externa, percebi que alguns caras olhavam e secavam, mas ninguém falava nada na minha frente. Me joguei na água, peguei um sol e consegui um bronzeado legal. Depois de umas duas horas, resolvi ir embora.
Voltei ao vestiário para tomar um banho e trocar de roupa. Aproveitei que o espaço estava vazio, tirei o biquíni e me encarei no espelho. Fiquei maravilhado e cheio de tesão: meu rabo enorme estava com uma marca de biquíni perfeita, idêntica à de uma bunda feminina. Eu não conseguia parar de me admirar quando, de repente, entraram dois homens. Eram muito gostosos, fortes, morenos e ambos de sunga. Eles fixaram os olhos diretamente na minha bunda e foram para a área dos chuveiros, rindo um para o outro. Escutei quando um comentou baixinho:
— Esse aí é o que eu te falei que estava de biquíni na piscina.
Quando fui para o chuveiro, os dois já estavam completamente pelados. Fiquei ali ao lado deles, com o meu jeito todo afeminado, parecendo tão pequeno perto daqueles dois machões grandes.
— Qual é dessa sunga que deixou essa marca de biquíni aí? — perguntou um deles, olhando fixamente para a minha bunda.
— Pois é... Gosto de usar assim — respondi com um sorriso safado, baixando os olhos para os paus deles, que já estavam ficando duros, grandes e cheios de pelos na base (sempre tive fetiche em macho cabeludo nessa área).
Antes que eu pudesse processar, o mais moreno veio por trás de mim, de leve, já esfregando o pau ereto diretamente contra as minhas nádegas. O tesão explodiu e comecei a rebolar o rabo nele. O outro parou na minha frente e ordenou que eu me ajoelhasse. Caí de boca naquele pau grosso e grande, enquanto o cara de trás já vinha chupando e massageando o meu cuzinho com a língua.
— Putinha... Gosta de macho, né? — um deles soltou, com a voz rouca.
Eu só conseguia balançar a cabeça positivamente, com a boca completamente cheia.
No meio daquela safadeza, a porta do vestiário abriu de soco. Fomos surpreendidos por um grupo de quatro caras que entraram conversando alto.
— Que porra é essa, Maycon? — perguntou um dos recém-chegados para o cara que estava entre as minhas pernas.
Os dois que estavam comigo deram risada.
— Por isso que esses caralhos sumiram do jogo! — mandou outro.
Pelos comentários, entendi que eram todos amigos e faziam parte do time que estava jogando uma pelada no campo do clube. Fiquei super nervoso e tentei me levantar para me vestir e sair dali, mas eles fecharam o cerco, trancaram a porta e me seguraram.
— Agora vai dar para todo mundo, viadinho — disse um deles, segurando o meu rosto com força enquanto dava tapas estalados na minha bunda.
— Não, assim não... Eu não quero — eu tentava falar, fingindo medo, mas a verdade é que o meu corpo estava em chamas ao ver seis homens atléticos e machões me cercando com segundas intenções.
— Cala a boca e fica de quatro — mandou o líder.
Obedeci imediatamente. Fiquei de quatro no chão molhado do vestiário. Um deles começou a lamber e abrir o meu rabo, enquanto os outros tiravam as bermudas e sungas, revelando seis picas imensas e pulsantes.
— Vão metendo aí, galera, eu já volto — avisou um dos caras, vestindo o short rapidamente e saindo do banheiro.
— Abre essa bunda, caralho! Vai, porra! — instigavam os que ficaram.
Segurei as minhas nádegas com as mãos para escancarar o caminho, e o primeiro veio com tudo. Ele empurrou de uma vez só e eu quase gritei com o impacto, mas outro cara rapidamente enfiou a pica na minha boca para abafar o som. Ele socava com força lá atrás e eu comecei a lacrimejar, numa mistura intensa de dor e puro tesão. Um misto de gemido e urro saía da minha garganta tapada por aquela piroca grossa.
Eles começaram a se revezar em um rodízio insano. Sempre tinha um me comendo e outro na minha boca. Depois de um tempo, a dor sumiu por completo, dando lugar apenas ao prazer anestesiante de ser usado.
De repente, a porta abriu novamente e o cara que tinha saído voltou, acompanhado de mais gente.
— Puta que pariu, olha só isso aqui... Entra aí, galera! — chamou ele.
Meu coração disparou. Ele tinha ido buscar o resto dos homens que estavam na pelada. Quando dei por mim, havia 11 homens dentro daquele banheiro. Eu sabia que não sairia dali de outra forma, então abracei o papel de putinha do grupo. Comecei a sorrir, a provocar, a mamar um atrás do outro enquanto os de trás se revezavam sem dó. A essa altura, o meu cu já estava completamente laciado e entregue.
Minhas pernas já tremiam de exaustão e eu perdi totalmente a noção das horas.
— Bora gozar, caralho! Faz fila aí! — gritou um dos machos.
O primeiro se posicionou e descarregou tudo bem no fundo do meu reto. Senti o jato de leite quente bater lá dentro. Logo em seguida veio o segundo, o terceiro... Meu cu foi ficando completamente atolado de porra quente, que começava a escorrer pelas minhas coxas. Os que restaram vieram para a minha cara.
— Abre a boca, porra! Bebe tudo! — ordenou um deles, segurando o meu cabelo.
Gozou direto na minha boca e eu fui engolindo o leite deles. Ao todo, uns quatro descarregaram no meu rosto, me lambuzando inteiro, enquanto o meu cu continuava encharcado com o sêmen dos outros.
Satisfeitos, os caras começaram a rir, foram se vestindo e saindo um a um. Fiquei ali sozinho no chão, todo sujo de porra. Me levantei com dificuldade e me olhei no espelho: meu cu estava completamente vermelho, escorrendo leite misturado com um leve rastro de sangue. Tomei um banho caprichado e, para fechar com chave de ouro, dei uma última punheta ali mesmo, rindo da situação. Eu me sentia uma verdadeira cachorra e tinha adorado cada segundo.
Quando finalmente saí do vestiário, já vestido e pronto para ir embora, passei pelo bar do clube. Para a minha surpresa, o grupo inteiro estava lá, bebendo e conversando, e todos eles tinham mulheres ao lado — namoradas ou esposas.
Olhei para aquela cena dos "filhos da puta" pagando de santinhos, dei um sorriso discreto de canto e fui embora, sabendo do segredo de cada um deles.
Nota: Se for de SP e tiver interesse, basta mandar mensagem. Se puder, já manda nudes. Respondo com contato e fotos. Sou do início da Zona Leste e tenho local discreto. A foto anexa é minha mesmo.
