Moreno claro, em forma, cabelos pretos, 26 anos, sempre fui putinha.
Vou contar o que me aconteceu há uns meses. Como sempre saio de calcinha, às vezes rola algo interessante... rs. Quem já leu meus relatos sabe a putinha que sou... rs.
Fiquei uma semana realizando um projeto no Rio de Janeiro, para ser mais exata no bairro de Madureira, e me hospedei no Hotel Carícias por ser mais perto do trabalho. Bem, eu descobri uma boate gay ali perto e não resisti: coloquei minha calcinha enfiadinha e fui, mas sem me montar. Lá na boate eu não me dei muito bem, então saí e bebi mais uma cerveja antes de voltar para o hotel. Era uma sexta-feira e estava calor, quando um negão se aproximou e puxou conversa. Ele era bem gostoso, parrudinho (mas não muito) e tinha cara de safado. Fui dando corda até que ele perguntou se eu era ativo ou passivo. Eu disse que adoro ser menina de macho; ele disse que só curte ser mamado e que meus lábios carnudos eram uma tentação. Perguntou se eu queria ir para um lugar para desenrolar melhor, e eu aceitei.
O nome dele era Pedro. Ele me arrastou para uma rua meio deserta atrás do Shopping São Luiz, mas notei muitos homens parados ali. Então, ele me puxou para trás de uma parede e me beijou — que beijo gostoso! Logo estava apertando minha bunda; abriu a bermuda e colocou a vara dura para fora. Eu olhei para os lados e vi que tinha uns caras olhando. Fiquei sem jeito, mas ele disse que era tranquilo, então caí de boca naquela rola. Mamei com vontade e até esqueci que estava na rua.
Quando me dei conta, havia vários homens ao nosso redor com a rola de fora. Meio sem graça, continuei minha mamada. Então, um deles se aproximou e o Pedro tirou a rola da minha boca; o outro cara já colocou a dele. Eu, com vergonha e sem jeito, mamei. Quando olhei, o Pedro tinha ido embora.
O cara chamou os demais e logo me vi com uma vara em cada mão e uma na boca. Passei a revezar as rolas, até que chegou um angolano alto, tirou uma rola enorme da calça e mandou eu mamar. Caí de boca, mas não conseguia engolir, de tão grossa e longa que era. O safado, então, me levantou e beijou minha boca. Eu estava hipnotizada de tesão, o cuzinho piscava. O safado apertava minha bunda e colocou a mão por dentro da minha bermuda. Foi aí que ele notou que eu estava de calcinha. O negão pirou!
Me virou de costas para ele, me empurrando contra a parede, e num movimento rápido arriou minha bermuda, que desceu até o chão. Eu estava exposta, com a bunda lisinha e uma calcinha fio-dental preta enfiada na minha bundinha branca. Os caras ficaram doidos. O safado agachou sem soltar minha cintura e meteu a língua no meu rabinho. Como era fio-dental, não teve empecilho para aquela língua áspera, molhada e quente acertar meu buraquinho. Isso me deixa louca, e eu gemi feito uma puta, rebolando na cara dele. Os demais se masturbavam enquanto eu gemia e rebolava na língua daquele angolano.
Estava perdida, ia ter que dar meu cuzinho para aqueles caras. Não demorou e o angolano já veio querer apontar a vara no meu cuzinho. Eu disse que sem camisinha nem pensar. O safado estava preparado e tirou do bolso uma camisinha que — pasmem — encapou pouco mais da metade da vara! Eu tremi de medo e pensei em sair dali, mas ele me pegou firme pela cintura com uma mão (e isso me deu tesão). Com a outra mão, apontou na portinha e forçou. Eu tentei tirar da reta, mas o sacana me segurou firme e me puxou contra sua vara. Nossa, vi estrelas. Doeu muito. Dei um grito de dor que foi abafado por outro cara que estava ao nosso lado. Eu tentava escapar, mas o angolano me segurava e os outros caras ao redor o ajudavam, me prendendo.
Quase desmaiei, mas aí o cuzinho foi relaxando e a dor foi ficando suportável. Eu choramingava, e os caras mandavam eu aguentar a rola, dizendo que eu era puta e puta tem que levar no cu com força. Um disse:
— Putinha safada, para de fazer charminho e aguenta a rola nesse cu, porra!
Depois de um tempo socando, coloquei a mão para trás e senti que ele não tinha colocado mais que a metade no meu cu, e eu já me sentia totalmente preenchida! Mas, aos poucos, ele foi colocando mais fundo, até que senti quase tudo dentro. Ele deu umas bombadas mais fortes e a vara começou a inchar; quando o cachorro gozou, empurrou até o fundo. Eu chorei e minhas pernas perderam a firmeza, só não caí porque estavam me segurando. Daí ele tirou, vi que sangrou um pouco e senti um vazio enorme.
Eu já estava tentando me recuperar para ir embora, mas os três que me acudiram me levaram para uma casa abandonada. Lá dentro, me fizeram ficar de quatro e empurraram no meu cu. Eu estava quase desmaiada, meio fora de mim depois de ser estuprada pelo angolano. Estava agora com uma rola no cu e outra na boca, e quando me dei conta, tinha um monte de homens esperando a vez de me comer. Um deitou e mandou eu montar. Sentei e a vara deslizou fácil, mas eu não tinha mais forças nas pernas e caí deitada sobre ele. Então, outro veio por trás e empurrou no meu cu! Não acreditei quando senti duas varas invadindo meu cu! Doeu muito, apesar de já estar larguinho depois do angolano. Como não tinha forças, aguentei chorando as duas rolas no meu cu, até que desmaiei.
Quando me recobrei, um coroa estava com minhas pernas em seus ombros, me socando de frango assado. Graças a Deus não meteram sem camisinha. Depois disso, o coroa não deixou mais ninguém me comer. Não sei quantos me foderam, mas o cuzinho estava arregaçado e sangrando um pouco. Ele se ofereceu para me levar até o hotel, e eu aceitei. O coroa se apresentou, chamava-se Lauro. Subiu comigo e me ajudou a tomar banho. Depois eu agradeci. Nossa, eu não conseguia nem tocar no meu botãozinho, que agora estava arregaçado — entrava fácil uns quatro dedos. Depois dessa, nunca mais me arrisco assim... rs.
Se for de SP e tiver interesse, basta mandar mensagem. Se puder, já manda nudes. Respondo com contato e fotos. Sou do início da Zona Leste e tenho local discreto. A foto anexa é minha mesmo.