Sabe o que realmente me dá tesão? Ser surpreendido. E, dessa vez, foi uma surpresa das grandes.
Eu estava passando por um shopping na região do Campo Limpo, na zona sul de São Paulo, logo após concluir um treinamento em um centro cultural. Resolvi dar uma passeada e fazer um lanche na praça de alimentação. Depois de matar a fome, fiquei ali sentado e peguei o celular para ver as novidades da região. Abri o Scruff, o famoso aplicativo de pegação.
Não demorou nem cinco minutos e logo piscou uma mensagem na tela:
— Olha quem está por aqui! Está perdido?
— Que nada — respondi. — Estava em um treinamento aqui perto, mas encarar a volta para a zona leste a essa hora é um caos total.
— Então vem aqui em casa passar o tempo.
Não pensei duas vezes:
— Claro! Vou chamar um Uber e chego aí em uns 15 minutos.
Eu já havia ficado com esse carinha uma vez. O Renato faz o estilo perfil comum: moreno, de bigode, 1,70 m, 66 kg, dotado de uns 17 cm e totalmente versátil. Da primeira vez, havíamos feito um ménage a três onde levei um amigo junto — mas isso fica para um próximo conto.
O Uber me deixou na porta. Assim que desci do carro, o Renato já veio até o portão me receber, com um sorriso safado estampado naquela cara de puto.
— Oi, gostoso, bem-vindo de volta! Que surpresa boa você por aqui. Eu estava justamente dando uma garimpada no app... — disse ele, rindo.
— Renato, eu só vim porque queria fugir da lotação do trem. Estou o dia inteiro em pé e já cansado, bicho — comentei, descontraído.
Ele abriu o portão e soltou:
— Ih, então acho melhor você encontrar energia rápida aí!
Entrei na casa dele e fui deixando minhas coisas ali na sala mesmo. Bebi um copo d'água e ele me chamou para ir até o quarto. Quando abri a porta, dei de cara com a verdadeira surpresa: três caras completamente pelados na cama.
— Opa, beleza? Está rolando festinha e nem fui avisado? — brinquei, vendo os três ali com cara de quem estava com muita fome.
O Renato deu risada e explicou a situação:
— A gente estava fodendo um carinha aqui, mas o bicho arregou. Falou que fazia e acontecia, que aguentava rola, mas no final nos deixou na mão.
— Ah, isso aqui não é para amadores — provoquei.
Os caras caíram na gargalhada e o Renato emendou, me olhando de cima a baixo:
— Eu tenho certeza de que você dá conta do recado. Não dá?
— Com certeza. Só posso tomar um banho rápido para tirar a craca e o cansaço do dia?
— Claro que pode, vai lá!
— Perfeito. Vou para o chuveiro e já venho dar atenção total para vocês.
Enquanto a água caía, o tesão já começou a estalar. Eu sabia exatamente o que vinha pela frente: aguentar firme e dar para quatro caras, contando com o Renato. Os convidados eram todos gostosos, com idades entre 23 e 42 anos. Um deles chamava muita atenção: um baiano com uma jeba grossa para caralho. Banho tomado, energia renovada e corpo limpo. Era hora de começar a putaria.
Voltei para o quarto e já cheguei distribuindo beijos na boca de um e de outro, caindo de boca na rola de cada um por vez para deixá-los no grau. Mamei os caras com vontade. Logo um deles se empolgou e quis me virar para começar a comer.
— Calma aí, vou precisar de uma ajudinha... Tem gel? — perguntei.
O lubrificante apareceu na hora, embora eu soubesse que, se eles começassem chupando meu cu, facilitaria tanto que nem precisaríamos de gel.
A cena estava insana: eu estava de joelhos mamando um, enquanto outros dois batiam punheta assistindo de perto, e o quarto já se posicionava atrás de mim, encaixando a rola na portinha do meu cuzinho. Melei o pau dele com o gel e sentei com tudo, engolindo aquela pica. Era rola na minha boca, pica na minha cara, beijos molhados e um pau me fodendo por trás, socando gostoso e sem dó.
Um dos caras olhou para o Renato, completamente impressionado:
— Caralho, que putinha gostosa que você arrumou para a gente!
— Eu não falei que ele daria conta? — o Renato respondeu, orgulhoso.
A partir daí, começou o rodízio no meu cu. Eles me usaram como uma verdadeira putinha de luxo: fui fodido de quatro, de frango assado, de bruços, em pé apoiado na parede... O baiano, que tinha observado tudo, pediu para ser o último. Ele queria pegar o meu cu já laciado, porque os caras normalmente não aguentavam a pica dele por muito tempo. E realmente, era uma rola de respeito — mais grossa que o meu pulso.
Os outros três ficaram em volta assistindo o baiano me macetar. E tome rola grossa no meu rabo, judiando com força desse puto aqui! Que tesão absurdo servir aqueles machos sedentos com uma cuceta gulosa.
Quando percebi que eles estavam quase lá, decidi elevar o nível da loucura. Falei arfando:
— Quero todo mundo gozando... Mas alguém aí curte dar um mijão? Vamos todos para o banheiro. Quero levar gozada na cara e fechar com um belo banho de mijo de vocês.
Os caras ficaram instantaneamente ensandecidos com a ideia. Fomos todos para o box do banheiro. Me ajoelhei no chão com as quatro rolas ao redor da minha cara, todos batendo punheta freneticamente, se preparando para o gran finale.
— Vai, meus putos... Deem leitinho para a putinha de vocês aqui! — pedia, sedento.
Parecia uma sintonia perfeita. Eles começaram a gozar quase juntos, descarregando aquela porra quente e espessa na minha cara, no meu pescoço e no meu peito. Enquanto eu recebia o leite deles, continuei batendo a minha punheta e comandei:
— Agora mija! Quem conseguir, mija em mim!
Ah, que delícia! Três deles soltaram o jato na hora, me dando um belo banho de mijo morno que molhou toda a minha cara, minha boca, meu peito e meu corpo inteiro. O cheiro, o calor e o cenário me jogaram em um nível de tesão tão violento que eu soltei jatos enormes de porra no chão do banheiro, acompanhados de um belo gemido de macho puto.
Que foda inesperada e maravilhosa.
Tomei meu banho de verdade para me limpar, e os caras já foram se vestindo para ir embora. Antes de sair, avisei o Renato:
— Se os meninos quiserem meu contato, é só passar.
Hora de partir para casa: treinado, relaxado e completamente fodido!
Menos de 24 horas depois, adivinha de quem recebo mensagem no WhatsApp? Do Baiano.
"Aí, quero foder teu cu de novo. Só você aguenta a minha rola."
Até hoje, de vez em quando, a gente ainda se encontra para quebrar tudo. Esse foi mais um conto baseado em uma história real minha, de uns 3 anos atrás. E aí, curtiram? Vocês já participaram de uma gangbang ou já levaram um banho de mijo de respeito?
Até o próximo conto, seus putos!
Nota: Se for de SP e tiver interesse, basta mandar mensagem. Se puder, já manda nudes. Respondo com contato e fotos. Sou do início da Zona Leste e tenho local discreto. A foto anexa é minha mesmo. Chama no e-mail.
