Currado pelos Flanelinhas

Sou moreno claro, em forma, cabelos pretos, 26 anos, e sempre tive a natureza de uma putinha.
Em uma tarde de tédio em casa, acabei saindo para dar umas voltas de carro pela cidade e fui parar em uma praça completamente vazia. O único presente ali era o flanelinha, Caio. Ele é negro, magrelo, tem 1,70m de altura e, embora pareça um adolescente, já tem 24 anos. Ele sempre usa shorts sem cueca, o que deixa em evidência um mega volume cujo balanço é capaz de hipnotizar qualquer um. Como eu passava por ali todos os dias, já nos conhecíamos visualmente; meu carro sempre recebia a atenção dele no para-brisa em troca de um dinheiro a mais, enquanto meus olhos ficavam totalmente fixos e babando por aquele volume.

Fui levado a sentar em um banco próximo e não demorou muito para que o moleque viesse se acomodar ao meu lado, pedindo dinheiro e dizendo que estava com fome. Ao ouvir de mim que dinheiro eu não tinha, mas que em casa havia comida, ele deu um sorrisinho, demonstrando ter sacado a real intenção, e impôs uma condição para ir: se o primo dele fosse também. O medo surgiu, mas o tesão falou mais alto por saber que ele já tinha entendido tudo. Diante do meu assentimento, ele se afastou para chamar o parente. Logo avistei os dois vindo em minha direção, fazendo meu cu piscar sem parar e meu pau latejar intensamente. Fui apresentado ao Robson, muito parecido com o Caio, porém barbudo — e a visão daquela barba logo me fez imaginar como seriam os pentelhos daquela piroca preta.
Uma vez dentro do carro, o medo tomou conta novamente durante o trajeto até a minha casa; pensamentos sobre a possibilidade de ser assaltado e morto pelos dois se misturavam à profunda felicidade de ter dois pirocões negros à disposição. Assim que chegamos, a comida foi posta na mesa e eles comeram fartamente. Em seguida, roupas foram oferecidas para que tomassem banho, e assim fizeram.

O Robson foi o primeiro a entrar no chuveiro, deixando-me a sós com o Caio, que foi direto como sempre: disse que não curtia aquelas paradas, mas que o primo já tinha pegado viado e que os dois já haviam conversado. A instrução foi clara: assim que o Robson saísse do banho, a putaria seria entre nós dois, enquanto ele esperaria lá fora. Uma ponta de frustração surgiu, já que o Caio tinha sido o motivo de várias punhetas e dedadas no cu, mas, como não havia escolha, restou aceitar.

Assim que Robson saiu do banho, fui conduzido pela situação a ficar de joelhos para mamar aquele macho. Era exatamente como o imaginado: uma piroca grande, grossa, pesada e cheia de pentelhos crespos. Não foi preciso muito para que Robson ficasse de piroca duraça, passando a ditar o ritmo e a foder a minha boca — ora com carinho, ora enfiando tão forte que parecia ir até o fundo da garganta.
Enquanto Caio continuava no banheiro, continuei entregue a saborear aquele mastro de chocolate. Robson deitou-se na cama e o boquete prosseguiu, descendo depois para um trato naquelas super bolas. Enquanto elas eram lambidas e abocanhadas, ele abriu as pernas, deixando em evidência seu cuzinho, que piscava à medida que ele gemia. A vontade de chupar era enorme, mas o medo da reação dele me manteve contido.

O capricho nas bolas continuou até que percebi que Caio nos observava, já de pau duro e com uma cara de quem queria me devorar. Prontamente me coloquei à disposição, mas fui logo repreendido por ele, que decretou que quem mandava naquela porra agora era ele. Com o cu piscando e a boca salivando por aquele macho, apenas respondi: "Sim, meu macho, faz o que quiser comigo".

Recebi um tapão na cara e a ordem de ficar de quatro, pois era assim que cadela tinha que estar. Ele começou a bater o pirocão na minha cara, enfiando-o todo na minha boca, me engasgando, puxando meu cabelo e me batendo enquanto dizia: "Não era isso que tu queria, seu viadinho fuleiro? Quero ver se você aguenta um macho de verdade". Eu apenas balançava a cabeça em sinal de aprovação. Ele continuou: "Hoje vou fazer seu cu de buceta, caralho. Fica de quatro aí logo, empina bem esse rabo que não vou ficar falando muito com você não".

A obediência foi pronta: fiquei de quatro com o cu bem arreganhado, ciente de que seria rasgado e que doeria. Mas o desejo de realizar o sonho de ser fudido por aquele macho superava tudo. Assim que me viu na posição, ele caiu de boca no meu cu ao mesmo tempo em que desferia tapas violentos na minha bunda, arrancando-me gemidos legítimos de vadia. O tesão era tanto que meu rabo acabou rebolando e se esfregando na cara dele, agindo como uma verdadeira cadela no cio.

Foi então que os dois me imobilizaram, e o pânico ameaçou voltar. Totalmente sem ação, senti Caio enfiar sua mega rola — que devia ter em média 27 cm — de uma vez só. O grito foi inevitável, mas, junto com a dor, meu pau voltou a ficar duro instantaneamente. Ele socava fundo, e, quando perguntava se a putinha estava gostando, a única resposta possível era pedir por mais.

Já na condição de uma cadelinha adestrada, restava apenas obedecer ao meu macho, que me fodia em todas as posições. Ele parecia insaciável: colocou-me em posição de frango assado e fodia de forma tão forte e violenta que parecia que a piroca sairia pela minha boca. Quando o cansaço já imperava, ele anunciou que ia gozar, ordenando que o leite fosse todo bebido, sem desperdiçar uma gota. A piroca foi tirada do rabo e enfiada com força na minha boca, onde ele gozou bem no fundo. Cheguei a engasgar, mas engoli cada gota. Logo em seguida, Robson veio e gozou na minha cara, e esse leitinho também foi devidamente aproveitado e bebido.

Depois de toda essa loucura, o sono veio pesado. Acordei no dia seguinte sendo despertado pelo meu macho Caio, que chupava meu cu e queria mais. Mesmo todo rasgado e dolorido, fui submetido aos dois em uma foda mais romântica, regada a beijos, carinho e muita rola no meu cu. Em seguida, eles tomaram café e foram embora.

Agora estou aqui, escrevendo para vocês com o cu aberto, o corpo todo dolorido, porém completamente satisfeito e feliz.

Nota: Se for de SP e tiver interesse, basta mandar mensagem. Se puder, já manda nudes. Respondo com contato e fotos. Sou do início da Zona Leste e tenho local discreto. A foto anexa é minha mesmo.
                                

Foto 1 do Conto erotico: Currado pelos Flanelinhas


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Comentários


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alda Comentou em 29/05/2026

Cara seu conto é muito bom viu, cheio de tesão.

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ksn57 Comentou em 29/05/2026

Votado ! Dois te fodendo, e não fizeram uma DP ? Assim, sim, seria uma delicia !...




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico mlkfemeaputinhazl

Nome do conto:
Currado pelos Flanelinhas

Codigo do conto:
263241

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/05/2026

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4

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