Tenho 38 anos, sou morena, cabelos lisos, olhos cor de jabuticaba. Me chamo Lucilene. Tenho um casamento de 10 anos com Roberto. Sou extrovertida, liberal e sem vergonha de ser feliz. Meu marido Roberto, tem 40 anos, 1,80 de altura. Beto? – Era como eu o chamava. – O que você pensa sobre fantasia sexual? Perguntei. - Que?... quer dizer... eu e você? Sabe que nos damos bem na cama! - Não... não é bem isso! O que quero dizer é que eu... eu tenho uma fantasia sexual! - Ah é!... comigo?... quando?... onde? - Sim, é com você. Mas, mas...Você com outra. Exclamei. - Opa, sério! Hum... Com quem? - Eu disse espaçando as sílabas... Karol. - Karol? Nossa! Sem chance!... Luis é militar, anda armado até quando está à paisana. Karol e Luis são uns dos nossos melhores amigos. Ela tem 30 anos, 1,65 de altura, coxas de atleta. – . Luis tem 40 anos, 1,80 de altura. Policial rodoviário. São casados a 6 anos. - Por que Karol e não Débora ou Cidinha? Ele perguntou. - Arrá!... te peguei! Exclamei. Mãe! Onde está meu patinete? Meu filho entrou correndo na sala perguntando. Me levantei e fui procurar. A noite na cama enquanto roberto olhava o celular, eu lia. Em um momento ele virou para mim e disse... - Lú, sabe aquela coisa da fantasia? - Sei. - Me deu um tesão dos diabos! Só de pensar já fico excitado. Olha só... – e olhou para o seu pênis querendo ficar ereto. Fizemos amor e fomos dormir. Uma semana depois Roberto me pediu para fazer a lista de convidados para o aniversário de nosso filho. Durante a festa Roberto veio até mim...- Amor... que tal você sondar lá hem.? Vai que! Eu, àquela altura já tinha tomado umas duas longneck. Fui. Puxei Karol do meio de um grupinho e nos sentamos no sofá. O burburinho ficou lá fora. - Menina, hoje tomo todas! Exclamei. Vou encher a cara. Depois de umas 5 garrafas faço mais um filho hoje com o Roberto... Rimos. E você como vai? Me conta. - Sim, estou bem. - E Luis? - Ótimo! Ele continua viajando, uma semana em casa outra fora. Fiscalização de fronteira entre estados. Quando ele volta temos muita coisa para conversar. - Nossa! Uma semana é muito pra mim. Eu iria fantasiar muito. Então tentando esconder minhas emoções e meu real interesse, perguntei... Vem cá, nesses dias... Como você lida com isso, nesse tempo que ele fica fora... Nesse momento o Luis veio até nós e a puxou pelo braço. Ela encostou o rosto no meu ouvido e disse. “Eu tenho fantasias” – Para de fofóca mulher, vamos dançar – Disse seu marido quase a arrastando. Muitos foram embora. Luis e Karol dormiram no nosso quarto de hóspede. De manhã levantei e enquanto eu lavava a louça do dia anterior Karol entrou. - Bom dia Lú, quer uma ajuda? Enquanto eu lavava ela secava. Depois de alguma conversa sobre o aniversário me lembrei do que ela tinha me dito. - Lembra ontem Karol, você me disse que tinha uma fantasia. Conta, fiquei louca de curiosidade. Nisso seu marido passou pela cozinha, nos cumprimentou e foi direto para o quintal. - Conto nada!... Ela disse Então, eu, pra fazer criar uma coragem nela, disse... Eu tenho uma. - É mesmo... Qual? Picante? Ela perguntou. - Picante? Bota picante nisso! Rimos...Tenho fantasia com o Roberto e outra pessoa. - Nossa! Ela exclamou. Olhando para os lados e com muita emoção eu disse – Roberto e você quero dizer eu roberto e você. Ela com os olhos arregalados, o pano de prato em uma mão e vários garfos na outra... pensei... vai me furar. Caminhou até a mesa, se sentou e com a mão na boca....me disse. - Nossa! Não sei se fiquei chocada ou excitada! - E ficou ali pensando. Nisso, seu marido entra e diz – Tá vendo, bebeu muito agora tá passando mal – E se preparam para ir embora. Uma semana depois ela me ligou nos convidando para a janta. Evento que acontecia de vez em quando, ou na nossa casa, ou na dela. Chegamos no horário marcado, 20:00 de uma sexta feira... Karol mora em um apartamento amplo, moderno. Entramos. Não vi o Luis e perguntei. - Tá em viagem, volta semana quem vem. - Ela disse Nisso meu coração acelerou, olhei para o Beto e senti que o dele também. – Ela nos contou que deixou avisado com o porteiro que: caso o Luis chegasse, era para interfonar a ela, pois estava com visitas. Sobre a mesa uma garrafa enorme de champanhe e três taças. Conversávamos assuntos banais e bebíamos. Então nos sentamos no sofá: eu, Beto no meio e ela. Eu a observava todo o tempo. Então eu disse – Champanhe Karol...Estamos comemorando alguma data especial? – Ela disse. – Sim sua fantasia, lembra? Então tomou mais um gole, pegou nossas taças vazias e colocou sobre a mesinha de centro. Começou a alisar as coxas do meu marido. Começou no meio e foi subindo. Apertou seu saco e olhou para mim com cara de safada. Sem dizer nada, desabotoou a camisa de Roberto e começou a beijar seu peito. A essa altura eu, já muito excitada olhava para meu marido em êxtase. Começou a sugar sua língua com beijos. Eu ia a loucura; me queimava de prazer. Então se levantou e nos levou para seu quarto. Tiraram as roupas. Luis se deitou no meio da cama. Ela pegou seus braços e com uma fita transparente, tirada de não sei onde, os amarrou na cabeceira da cama. Subiu em sua barriga como se estivesse cavalgando um cavalo enorme. Começou a beijar sua boca; foi descendo para o peito; sua barriga, e por fim com a bunda encostando na minha cara começou a sugar o pau do meu marido. Um líquido transparente escorria por suas coxas. Eu sentada em um banquete no pé da cama morria de prazer. Gozava sem me tocar. Então ela subiu seu quadril e sua buceta parecendo uma boca de lábios carnudos, completamente molhada; mordia o pau do Beto com um apetite voraz. Mesmo sem ele ter gozado, ela saiu de cima dele e foi em busca de mais bebida. Depois,tirou o Roberto daquela posição, me levantou do chão... pois eu estava meio que desmaiada no tapete. Deitamos, eu de um lado Roberto do outro, ela no meio. Virou para mim e disse. Lembra que eu disse que tinha uma fantasia? Lembro... Respondi. Então colocou nossos copos na cabeceira da cama; dominava o ambiente. Eu e o Roberto parecíamos dois adolescentes fazendo tudo como se estivéssemos em um transe. Então ela começou a passar suas mãos no meu rosto. Mãos fortes, macias e quentes. Com os polegares fechou meu olho. Começou a me beijar. Sentia a carne dos seus lábios nos meus, sua língua penetrava minha boca e sugava de dela a minha língua. Boca macia, delicada. Beijava meus seios, meus mamilos, e enquanto seus dedos me penetravam, buscando a base do meu clitóris, eu gozava. Chupava minha buceta com prazer. Como num sonho, vislumbrei meu marido a penetrando por traz... desfaleci.
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