Vou fazer um pequeno corte aqui, leitor, só para você me conhecer um pouco melhor.
Dez anos de casado, dois filhos, e minha esposa virou evangélica.
Com a escassez de sexo, virei visitante assíduo de sites pornográficos.
O desejo por outro homem virou minha fantasia. Entrei numa sala de bate-papo e aconteceu, mas não como eu gostaria.
O rapaz do meu encontro da sala, disse que passaria meu número para alguém com quem já havia saído.
Deu-me detalhes da pessoa, e avisou que eu precisaria ser muito discreto, senão não ia rolar, e completou: Se receber uma ligação do Tchê, é ele.
Dois meses se passaram. O celular tocou. Lá estava: Tchê.
Mais um mês se passou e fomos convidados para a igreja dele, eu e minha esposa. Fomos.
No mês seguinte, comemoramos um aniversário na minha casa e ele veio. E assim seguiu: selamos uma amizade de jantares alternados em nossas casas. Até aqui, doze meses se passaram
Então, o pavio foi aceso em um jantar.
- Vou a um congresso em março, quatro dias. Preciso de alguém para me ajudar. Quer ir comigo?
- Março estarei de férias, posso te ajudar.
Brindamos nossas taças.
O congresso aconteceu em uma cidade pequena. Hotéis lotados. Nenhuma oportunidade. Ele não tocou no assunto; eu também não disse nada.
Terminado o congresso, voltamos na quinta-feira passada. Até que ele propôs:
- Vamos colocar a agenda em dia este final de semana, lá na chácara?
Então é isso caro leitor, o jogo está para começar. Estamos no alpendre. Me levanto e vou para a sala. Enquanto eu estava sentado no sofá ele entra e eu pergunto. Não vão assistir o jogo?
Já está 1x1. Ele abriu as laterais da janela com os dois braços, apoiou um cotovelo no batente e gritou lá para fundo
. Ei! O jogo já vai acabar. Veio vários resmungos de lá, mas ninguém apareceu. Então
ele ficou ali, com a anca direita encostada na parede um olhar para fora outro para a tv.
Nesse momento, eu já não via o jogo; toda a minha concentração estava naquela imagem apoiada no meio da janela. E de quatro fui em sua direção. O trajeto era longo para quem já tremia de tesão.
No meio do caminho, olhei para o seu rosto; ele me olhou de volta. Apontei em direção à mesa lá fora e fiz o gesto de cuidar. Olhei para o volume em sua calça, fiquei animado, senti minha boca salivar, lambi os lábios e segui em frente.
Puxei o zíper para baixo e o tirei de lá com muita dificuldade. Chupava aquilo com uma vontade aprisionada há muito tempo, sentindo cada detalhe.
Com um gesto bem suave, mordi sua glande; sugava aquele líquido transparente com cheiro bem suave. Botei toda a minha língua para fora e fui introduzindo, até sentir bater na garganta, tirava e voltava. Comecei a bater com ele na cara: pá, pá, pá.
Num descuido meu, ele começou a gozar, enchendo minha cara de porra. Com muito cuidado, usei a língua para lamber seu pau e o guardei bem direitinho dentro da calça.
Fui engatinhando pela casa até o banheiro para me limpar. Ele então me seguiu, puxou minha bermuda e começou a beijar meu cú. Fiquei apavorado pelo risco e disse - hoje não. Sussurrei em seu ouvido, "nunca dei sou virgem ainda".
arcanjo1917