A gostosa doméstica me atendeu com um sorriso malicioso, olhou meu volume e disse:
- Ele tá lá no quarto socando uma punheta, pra variar…
- E você aqui perdendo isso?
- Ai, menino! Tenho serviço pra fazer!
Fui ao seu quarto, sempre com a porta entreaberta para a mulatinha vê-lo na bronha, e entrei. Ele nem se incomodava mais, e continuou sua punheta – agora totalmente depilando e exibindo aquela anomalia física que ele chamava de pau, com seus 28 centímetros. Ele disse:
- Cara, essa é minha terceira punheta… tô com um tesão horrível hoje e minha boca tá seca…
- Vou pegar uma água pra você.
- Vê se tem Coca Cola…
Fui na cozinha e a gostosinha disse que havia acabado de encher os litros de água, estavam todos quentes. E quanto a refrigerantes, nada. Nenhum.
Pedi a ela a chave da porta e disse que ia no boteco lá embaixo comprar, porque meu amigo estava com um tesão monstro, em sua terceira punheta, e precisava se hidratar. Ela deu um sorriso malicioso, me entregou a chave e desci.
Me demorei no boteco, pois estava cheio. Voltei, abri a porta, fui à cozinha – nada da empregada – e peguei dois copos. Fui para o quarto de meu amigo dotado, pra variar de porta entreaberta. E lá estavam os dois: ele deitado na cama e ela por cima, exibindo sua bela bundinha e engolindo com a pobre buceta aquele monstro de seis centímetros de largura, sendo atochado a mais da metade de seus 28 centímetros de comprimento!
Fiquei com tesão mas não me meti. Sentei na cadeira, ambos me viram e continuaram a foder gostosamente, enquanto eu os olhava e me masturbava para os dois.
E a foda prosseguia com o enorme cacete de meu amigo ficando cada vez mais grosso e seu saco subindo em direção ao pau, sinal de que ia gozar. Até que, em determinado momento, ele enterrou quase o pau todo na buceta dela, seu saco subiu tanto que as bolas ficaram nas laterais de sua rola e aquela parte entre o saco e o cu dele começou a pulsar freneticamente – ele estava gozando – até que seu grosso leite começou a vazar pelas laterais da pobre e alargada bucetinha da moça.
A jeba imensa amoleceu, mas era tão grande que não saiu da buceta dela. Já sem roupa, eu mesmo a tirei – grossa, pesada e quente – e disse:
- Agora é minha vez… E a abocanhei, chupando gostosamente aquele cabeção ainda soltando umas gotas de leitinho.
A empregada saiu de cima dele e se sentou na cadeira em que eu estava, com as pernas abertas, e começou a se masturbar para nós dois. Ela mexia nervosamente o que só então reparei ser seu enorme grelo, enquanto a piroca monstra de meu amigo começava a se reerguer novamente.
Com ela ainda meio dura, a lubrifiquei bastante – não dá pra brincar com um pau desse tamanho – e pus meu cu, agora totalmente depiladinho, encostado na cabeçona. E pedi:
- Vai, empurra…
- Ainda tá meio mole… Chupa mais…
- Não, eu não aguento mais de vontade… vai, arromba esse meu cu, anda!
Da sua cadeira, a empregada arrematou nossa conversa:
- Nossa, menino! Que cu enorme você tem… agora, com ele depilado, é que tô vendo…!
Olhei pro meu amigo e disse:
- Viu? Meu cu tá imenso, todo aberto pra você socar essa jeba anormal em mim… Vai, atocha tudo!
Mesmo com o monstro ainda meio mole – o que o fazia mais delicioso ainda, pois era um absurdo de grosso – ele conseguiu meter a inacreditável cabeça enorme em meu cu, e o resto foi junto. E eu o sentia entrar e sair, ainda meio mole mas muito quente e grosso, enorme em seus 28 centímetros por seis de largura, rasgando meu cu e me enchendo totalmente por dentro!
Ele começou a se animar, o pau ficou um pouco mais duro – embora não todo – e eu ouvia sua empregada gemer em sua siririca, na cadeira por trás de minha bunda.
E ele resolveu fazer uma das posições que eu mais gosto: me botou de quatro, colocou seu pau no meu cu mas ficou em pé sobre minha bunda, montado como se estivesse num cavalo e com seu peito encostado em minhas costas! Seu pau era tão grande que se dobrava, fazia uma curva de onde ele estava até entrar em meu cu!
E eu sentia aquele monstro ainda meio mole entrar e sair, e seu enorme saco bater no meu, pois agora ele já conseguia me fazer engolir quase todo seu imenso pau pelo meu cu!
De quatro e com ele deitado sobre minhas costas, olhei para trás e vi a empregada dedilhando o maior grelo que eu já havia visto em minha vida! Por isso ela era tarada assim! Com minhas duas mãos, abri ainda mais meu cu e comecei a gozar escandalosamente, sem me incomodar em não gemer ou tentar não peidar, o que eu queria era que ele explodisse meu cu – e foi o que aconteceu, com ele me entupindo de leite bem na hora em que eu estava no auge de meu longo gozo anal!
Que foda deliciosa e inesquecível! E ele gozou de pau ainda meio mole! Uma quantidade absurda de leite, mesmo sendo aquela a quinta ou sexta gozada do dia, para ele! O homem era uma vaca leiteira!
Na mesma posição que ele estava – montado sobre minha bunda e deitado em meu peito – ele ficou após gozar. Sua empregada veio, tirou a enorme rola de meu cu (que ficou todo aberto, “um buracão” segundo ela) e a colocou na boca. Sim, ela ainda queria mais piroca!
Mas meu amigo entregou os pontos e disse que não aguentava mais. Ela deve ter achado meus 16 centímetros uma miséria, perto do 28 de seu patrão, e preferiu voltar para a cozinha.
Eu e ele ficamos ali, exaustos e tomando a Coca Cola.
Beijo a todos!



Votado. Algumas vezes meus amigos me fodiam sozinho outras eles me comiam junto com alguma outra putinha da turma e nos fodiam, enquanto nos obrigavam a um 69 ou a um foder o outro. Mas a minha posição preferida é o bate-estaca quando você fica com o cu apontando pro teto e os caras metem as rolas, de cima pra baixo e na hora de gozar é só tirar a rola ainda esporrando que você leva um puta banho de porra, cuspe e às vezes mijo, que é como eles marcam sua propriedade.Adorava um gangbang.