Titio comedor de cu.

17 anos apenas e Camilinha não era mais virgem. Seu namoradinho de escola, Thiago, de 18 anos, foi o privilegiado que tirou seu cabaço.

E desde então, sempre quando eles ficavam a sós, seja na casa dela ou na dele, eles aproveitavam pra se curtir num sexo juvenil dos mais gostosos.

A única coisa que Camilinha não aguentava mais no namorado Thiago, era a insistência dele em querer comer a sua bunda. Pois toda vez que eles transavam o moleque pedia para ela a sua bunda, tava chato já, e ela sempre prometendo que um dia daria a bundinha pra ele. Na verdade ela nem queria dar porque sabia que doía pra caralho.

Mas ele tinha motivo para isso, pois visualmente a bunda de Camilinha era uma das coisas mais chamativas e deliciosas de se ver para uma garota da idade dela. Na verdade o corpo em si de Camilinha era um espetáculo, apesar da pouca idade.

A ninfeta exalava sensualidade e erotismo não somente peladinha para os olhos do privilegiado namoradinho Thiago, mas para os olhos de todos os machos que a viam no seu dia a dia, usando normalmente suas calças jeans coladas quando ia para a escola, ou shortinhos quando ia para a academia ou passava pelas ruas e tal... E quando ela ia a praia então, Camilinha roubava todas as atenções, claro que em qualquer praia do Rio de Janeiro é comum encontrar garotas com corpos bem feitos e tal, mas Camilinha era uma dessas em especial que todos olhavam e babavam, pois ela tinha um dom natural de fazer os marmanjos se imaginar comendo seu belo rabo.

A ninfeta tinha 1 e 60, era morena de pele bronzeada, negros cabelos curtos e lisos, tinha um corpo farto e coxas torneadas, cinturinha afinada, ancas largas, peitos que escapam da palma de uma mão de tão fartos... Nossa, a danada era de deixar qualquer um de pau doendo de tão duro.

E essa era a situação do namoradinho dela, que mesmo tendo o privilégio de comê-la, infelizmente tinha que ficar só na punheta quando o assunto era provar da rabeta dela. Afinal, a moleca não liberava o furico para ele por nada, aliás, nem a língua ou os dedos a ninfetinha deixava o namorado encostar, porque se ele começasse a brincar nessa parte específica da sua bunda, ela já imaginava que ele queria ia além.

Mas como diz o velho ditado: “Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”. Ou seja, eis que num certo dia, Camilinha simplesmente decidiu ceder a pressão que o namoradinho tanto lhe fazia e resolveu fazer uma caridade... dar a bunda pra ele.

E foi num motel, e diga-se de passagem, foi a primeira vez que Camilinha foi a um motel, pois todas as transas que eles tiveram até então foram na casa dele ou na dela. Eles estavam juntos desde que começaram a estudar na mesma escola, mas só começaram a namorar e a transar de três meses para cá, e com um tempo grande de intervalo de uma transa para outra, afinal, a ninfeta sabia que o namoradinho era tarado e meio que dava uma freada na empolgação dele, porque se ela deixasse do jeito que ele queria, ele ia meter rola nela todo dia.

Thiago era o primeiro namorado da jovem, que era moça de família, e por isso ela tava indo devagar e impondo suas regras.

Pois bem, já no motel escolhido por ela, no quarto decorado de forma até discreta e com uma bela cama redonda, Thiago tava de pau petrificado de tão duro, enquanto batia punheta pra sua morena e ninfeta namorada enquanto tirava toda a sua roupa e se posicionava na cama, toda arreganhada e chamando ele para fodê-la bem gostoso. Na verdade Camilinha nem sabia se ele de fato fodia gostoso, pois só tinha dado para ele mesmo e assim nem podia comparar com outros.

Thiaguinho por sua vez encapou seu pau com uma camisinha, a pedido dela, claro, pois Camilinha nunca esquece a camisinha, e em seguida o moleque foi afoito pra cama, onde se esfregava no corpo da namorada e a beijava a boca de forma babada, com ela gemendo e abraçando ele, que foi metendo na xoxotinha linda e tesuda dela, toda pequena e apertadinha, toda carequinha e no meio de uma marquinha de biquíni em sua virilha lisinha... pois Camilinha era uma rata de praia, vivia repondo seu bronze, e eram marquinhas sexys, tanto na frente, como atrás e nos seus fartos peitos.

O detalhe aqui é que Camilinha sentia mais dor na bucetinha com o pau dele super duro e socando, do que prazer, e assim o tempo todo ela reclamava dele:

- aaii Thiaagooo, aaiimmrr, aaiimmrr, aaii minha pepekinha, amooorr, rrmmrr, devaagaaarr... aaiiieeerrr... Assim não, tá doeendooorr...

Camilinha reclamava toda fresquinha e manhosa, deixando Thiaguinho até mais tarado, bombando entre as pernas dela, tanto que em questão de minutos ele encheu sua camisinha de porra. Se tremendo todo entre as pernas dela e gemendo alto feito um bicho. Thiaguinho era o tipo de namorado tarado e afoito, não era muito criativo na cama e muito menos carinhoso, queria apenas meter, meter e meter... e na maior parte das vezes isso incomodava Camilinha.

E por ser afoito, Thiaguinho tinha ido para esse motel com ela com um só pensamento, tanto que não aguentando mais, ele falou:

- Vira de quatro, vai, quero sua bunda!

E ela:

- Mas já? Poxa, amor, nem me comeu direito, calma!!

- Porra, amor, você prometeu dar a bundinha, anda, vira!!

- Calma, calma... Espera então, afasta.

Camilinha então saiu da cama, foi até a sua mochilinha e pegou dentro um óleo lubrificante para anal que ela tinha comprado. Voltou para cama, deitou de costas e com seus dedos começou a lambuzar seu cuzinho e a meter dedo bem devagar... e pelo jeito delicado que ela metia um dedo apenas, deixou claro que Camilinha não era acostumada a meter nada em seu furinho anal. Aliás, nem furo parecia que tinha de tão lacrado que era, fechado mesmo.

E ainda deitada, Camilinha apenas virou sua bunda de ladinho e chamou Thiaguinho pra perto, que ajoelhado reclamou, falando que queria meter na bunda dela de quatro, e ela disse que não, que tinha lido que anal dói menos de ladinho. Mas enfim, a ninfeta era tão gostosa e seu rabo era tão tesudo que até de ladinho dava gosto de ver, e ele queria era sentir seu pau naquele cuzinho de qualquer jeito, e o pau de Thiaguinho parecia engessado, onde ele colocou a cabeça na entradinha melecada de lubrificante da bunda de Camilinha virada de ladinho e foi empurrando, e ela:

- ai ai aaaiii, calma, calma, calmaaa, tá doendo, tá muito duro, tá muito duurooo... AAAAIIIEEERR, Tira, tira, tiraaaa...

Thiaguinho tava louco, gemendo alto e de pau extasiado socando no cuzinho da namorada, com ele ajoelhado diante da bunda dela virada pra ele de ladinho, segurando ela pela bunda e se mexendo parecendo um coelho fodendo. Já Camilinha chorava de dor, pedindo calma a ele, falando que tava ardendo pra caralho, que tava rasgando, que não aguentava... ao tempo em que Thiaguinho soltou um berro gozando forte, enchendo o cuzinho de Camilinha de muita porra e desabando de bruços por sobre ela. Logo Camilinha empurrou ele para um lado e saiu da cama toda chorosa, indo direto pro banheiro.

Camilinha no banheiro virou sua rabeta maravilhosa toda arrebitada pro espelho e lamentava arrependida de ter deixado o namorado comer seu cuzinho, pois o que ela via era suas preguinhas estufadas, inflamadas e escorrendo porra misturado a sangue... sem falar da dor insuportável latejando e que dificultou ela até de caminhar.

No dia seguinte Thiaguinho voltou a pedir a Camilinha a sua bunda, e ela na mesma hora negou, falando que suas pregas estavam ainda doloridas. E diante dessa negação e com esse trauma de ter sido um anal mal feito com o namorado, Camilinha passou uma semana sem deixar ele meter sequer um dedinho que fosse em seu cuzinho.


Depois disso as transas foram ficando monótonas demais para a jovem Camilinha, onde o namorado se mostrava sempre mais empolgado e tarado do que bom de foda e capaz de dar prazer a ela, assim Camilinha resolveu dar um tempo na relação. Thiaguinho ficou puto, pediu pra ela repensar se era realmente o que Camilinha queria, e ela disse que sim e que seria apenas um tempo sozinha. Thiaguinho só não ficou mais puto e indignado porque já tinha conseguido o que queria, comer a bunda de Camilinha, embora mal comida, mas ao menos meteu e gozou dentro, e pra ele, tão jovem, machista e afoito, o sentido de prazer era somente isso. Ejacular em algum orifício feminino.

Camilinha seguiu sua vida e rotina, sem pensar muito nessa péssima experiência anal, focou nos estudos, na sua ótima relação de boa filha com seus pais e realizando naturalmente suas obrigações de boa aluna e tal. Na escola, no shopping e na praia estava sempre em grupo, rodeada por seus amigos, todos jovens como ela, e claro, com seu namoradinho, o Thiaguinho, junto, que mesmo chateado aceitou na boa o muro que a namorada colocou entre eles dois, ao menos por um tempo conforme ela pediu.

Certa vez, Camilinha acordou lá pras 10 e 30 de uma quente manhã de sábado, onde ela saiu do seu quarto bocejando, passando mãos em seus negros cabelos lisos e curtos meio assanhados, olhos inchados e embriagados ainda sonolentos, pés descalços, vestida numa blusinha regata sem sutiã e ressaltando seus pontudos mamilos e deixando seus fartos peitos balançando a cada passo ou movimentos de braços e com um shortinho em malha marcando o formato triangular da sua bucetinha, evidenciando até o rachadinho entre os rechonchudos lábios... e atrás, na sua bela, redonda, empinada e deliciosa bunda, com as bochechas a mostra, esse shortinho estava todo enfiadinho no meio.

Camilinha nem notou que na sala tinha uma visita, um homem de uns 57 anos, sentado no sofá e conversando com seu pai. O pai dela ficou até desconfiado pelos trajes da filha assim tão seminua na frente do amigo, sendo que o homem até tirou seus olhos de Camilinha para não dar na cara que ficou admirado com a beleza e a gostosura da filha do amigo, principalmente a gostosura da sua bunda em um shortinho tão safado como esse.

Na cozinha Camilinha pegou uma água na geladeira e bebeu, pois o clima era de calor no Rio de Janeiro nessa época, a menina estava até suada entre coxas, seios e testa. E nisso a mãe dela falou meio baixinho:

- Filha, vá se vestir melhor, temos visita!

- Visita? Ih, mãe, eu nem reparei... Desculpa, eu saí do quarto sem olhar pra sala. Quem é?

- É um irmão do seu pai. Não viu ele?

- Irmão? Sério? Esse eu não conhecia... nem olhei direito, mãe, rsrsr, tô meio cochilando ainda, rsrsr...

- Sei, mas vestida assim com certeza ele lhe viu.

Camilinha foi dali pro banheiro, desceu seu shortinho, sentou no vaso, apartou os beiços de sua bucetinha com seus dedos e fez seu quentinho e grosso xixi matinal, depois deu uma passadinha de papel higiênico na buceta pra tirar o molhadinho, subiu seu short e escovou seus dentes na pia, onde sacudia sua bunda com os movimentos enquanto escovava seus dentes... Ao sair do banheiro ela deu bom dia ao pai ali na cozinha falando com a sua mãe, seu pai inclusive olhou pra ela meio bravo e reclamou com ela pelos trajes que ela usava, ela apenas riu pro seu pai e então fez o trajeto de volta em direção ao seu quarto, e dessa vez olhando de frente pro tal irmão do seu pai, ou seja, seu tio, e que aqui tava sozinho na sala, sentado num dos sofás.

... E nesse instante ocorreu uma encarada desse seu tio em Camilinha, onde ele até riu de forma discreta e a cumprimentou com um:

- Bom dia, sobrinha?

Camilinha encarando ele antes de entrar em seu quarto, devolveu o sorriso com discrição e também disse:

- Bom dia, tio.

Sendo que ao entrar no seu quarto e enquanto foi virando de costas, ela colocou suas mãos atrás e deu uma puxadinha no seu shortinho, desatolando ele do meio da sua raba, e nisso ela deu uma espiadinha pro amigo do seu pai por sobre seu ombro e flagrou o safado do tio dando uma encarada na sua bunda e nesse seu gesto mais do que espontâneo. Mas logo ela fechou a porta.

Já vestida num shortinho jeans desfiado bem mais comprido e uma blusinha tope, que ainda ressaltavam a gostosura do seu corpo e principalmente da sua bunda, Camilinha foi pra cozinha ajudar a mãe no almoço, pois já eram quase onze da manhã e lá ela fez perguntas a mãe sobre esse tio que ela nunca tinha ouvido falar e tal, e que tava na sala conversando com o seu pai, e a sua mãe disse que ele se chamava João, que morava no nordeste, mas que tava vindo pro Rio para abrir um escritório de contabilidade na avenida principal do bairro.

Logo o pai trouxe esse tal irmão até a cozinha e mandou sentar à mesa a fim de acompanha-los no almoço que seria servido, mas antes o pai enfim apresentou o tio a filha, e que a cumprimentou com um gentil sorriso e um aperto de mãos, inclusive falou que também tinha uma filha da idade de Camilinha, prima dela, e ela toda sorridente disse que gostaria de um dia conhecer... porém, Camilinha tava meio que desconfiada, afinal, minutos antes ele tinha devorado a sua bunda com um olhar bem safado.

Durante o almoço, as conversas rolavam entre pai, mãe e o irmão do pai, onde Camilinha ia conhecendo melhor ele, já sabendo que ele era casado, tinha dois filhos e tinha aberto um escritório de contabilidade na avenida principal do bairro, ele aproveitou e ofereceu a filha do amigo, no caso, a sua sobrinha Camilinha, um estágio em seu escritório, se ela quisesse. O pai e a mãe riram de orelha a orelha, afinal, seria maravilhoso ter mais uma pessoa na casa ajudando a pagar as contas, mesmo ela tendo ainda 17 anos, sendo que somente o pai de Camilinha trabalhava. Camilinha pediu um dia pra pensar, afinal, depois de ver a forma que o tal tio João olhou pra ela horas antes e pra sua bunda, obviamente tal proposta poderia esconder algo mais malicioso, principalmente ela sendo tão nova.

Pois bem, na segunda-feira, Camilinha chegou no escritório do seu tio João, irmão do seu pai, toda em cima de saltos e bem gostosa numa calça jeans colada ressaltando suas coxas torneadas e sua bela bunda, de blusinha preta e terninho cinza mangas compridas, na intenção de conversar com ele sobre o tal estágio oferecido por ele, pois ela decidiu aceitar não somente pra ajudar nas contas da sua casa como também pensando numa futura faculdade, já que Camilinha estava terminando os estudos. E a portas fechadas, João conversou apenas e tão somente sobre as tarefas que a sua querida sobrinha iria desempenhar no escritório, mas o que mais empolgou Camilinha foi o salário oferecido, mesmo se tratando apenas de um estágio.

Depois do primeiro mês e já com o primeiro salário em sua conta, Camilinha já havia tomado gosto pelas responsabilidades no escritório, ao mesmo tempo desenvolveu uma relação extremamente profissional com o irmão do seu pai, tio e agora seu patrão, João, que se mostrava bem respeitador, gentil e discreto. E como ela morava no mesmo bairro do escritório dele, João acostumou-se a sempre aos finais de expediente dar uma carona a Camilinha até a casa dela, e nesse trajeto rolava uma conversa bem descontraída e com Camilinha rindo aqui e ali das piadinhas que ele contava, e esse clima amigável e familiar tornava eles a cada dia bem mais próximos. Quem geralmente torcia o nariz para a jovem Camilinha era a esposa de João, pois quando ela ia até o escritório e dava de cara com a ninfeta, mesmo sabendo que se tratava de uma sobrinha, andando pela sala do maridão, ao lado dele, tão linda, gostosa e insinuante, com aquela sua bunda incrível rebolando em calças de linho ou jeans, a mulher ficava bem enciumada.

E por falar em sua bunda, o melhor lugar onde Camilinha podia exibi-la sem medo, sem reclamações dos pais e sem problema de ser espiada era na praia... E aqui, domingão pela manhã, com o sol quente lambendo seu belo corpo num micro-biquíni, Camilinha estava toda alegre e descontraída ao lado de seus amigos de sempre, onde entre um mergulho e outro, quando ela ia e voltava do mar, os olhares dos marmanjos se voltavam para a sua bela bunda com seu biquíni praticamente invisível de tão atolado entre redondas nádegas, e para deixar ainda mais apetitosa, a danada ainda rebolava... e assim deixava sua raba ainda mais hipnotizante de se ver.

E entre todos os que admiravam ela nessa praia lotada estava João, o tio e agora seu patrão.

Camilinha até ficou admirada em encontrar ele na praia, pois João se mostrava sempre preocupado em trabalho e tal, e todos os dias trajado de forma bem alinhada em ternos e roupas sociais, e aqui ele estava apenas num short azul marinho e óculos de sol, caminhando todo relaxadão pela areia. E claro, ela foi até ele, o cumprimentou entre sorrisos e até fez um elogio a ele, falando que ele tava em forma, afinal, era a primeira vez que ela via seu tio patrão mais a vontade. João tinha seus 57 anos, era um homem bem atraente, alto, moreno de cor chocolate, cabelos meio grisalhos, tinha um simpático rosto viril e todo lisinho.

E depois de uma conversa agradável, Camilinha perguntou pela esposa dele e filhos, ele disse que tava sozinho, que a esposa tinha ido para o nordeste com os filhos, falando aliás que estava hospedado num hotel de frente a praia... Conversa vai e vem e de repente João olha pro seu celular, espia as horas e fala que vai almoçar, onde pergunta se a sobrinha Camilinha não quer acompanhar ele. Camilinha topa.

Além de muito experiente, João tinha uma conversa muito agradável e um jeito de ser e se comportar acima de qualquer suspeita, Camilinha sentia isso e se deixava levar, tanto que após o almoço eles dois permaneceram sentados à mesa de um requintado restaurante em um hotel em frente a praia, numa conversa madura sobre pessoas, família, sentimentos e relações, onde João se mostrava até conselheiro... e num momento dessa conversa, João disse:

- Sério que você não tem namorado?

Ela: - Claro. Porque o senhor fica admirado com isso? rsrsr...

Ele: - Ah, é que você é muito bonita. Uma garota assim normalmente não fica sozinha.

Ela: - rsrsr, pode ser, mas eu tô sozinha sim, e é por escolha mesmo.

Ele: - Mas você já namorou?

Ela: - Sim, meu ex namorado tava entre os meus amigos ali comigo na praia. Na verdade estamos dando um tempo.

Ele: - Aposto que ele fez merda, não foi?

Ela: - rsrsr... mais ou menos, rsrsrs. Eu quem pedi um tempo. Sei lá, não tenho certeza se quero me comprometer com ele.

Ele: - não faz seu tipo?

Ela: - Acho que não.

Ele: - E qual seu tipo?

Ela: - Ah, se eu me sentir bem com o cara, tá ótimo, srsrs...

Ele: - Mas você tá realmente sozinha ou fica com outros só pra passar o tempo?

Camilinha ficou meio sem jeito, vendo que o tio João já tava entrando demais na sua intimidade... mas como ele tinha um jeito de ser bem confiável, ela disse:

- Olha... tipo assim: aparecer um e outro, sempre aparece, mas... é que eu sou meio desconfiada. Eu tenho medo de entrar em furada, sabe? Algum aproveitador, sei lá... mas no momento eu tô sem ninguém mesmo.

Ele: - Me desculpe, querida, mas esse seu ex namorado deve ser um trouxa, pois não se dedicar a alguém como você é inaceitável. Eu sendo um moleque que ganhasse a sua confiança, me sentiria bem realizado, pois o pouco que conheço de você só durante esse tempo que estamos trabalhando, posso afirmar que você tem mais valor que muita mulher, inclusive você é mais madura que muitas de mais idade que você.

Ela: - Nossa, brigada, tio, rsrsrs... tô até sem graça agora, rsrsrs.

Ele: - É sério, sou casado, mas se tem uma coisa que conheço é mulher. Algumas são insuportáveis, já outras são um prazer de ter ao lado. E confesso, ter conhecido você me deixou até mais empolgado pra trabalhar e crescer na vida. Sua vontade de vencer, sua simpatia, inteligência e energia me motivam.

Ela: - aaii, tio, rsrsrs, que é isso, para, rsrsr, não sou tudo isso não... brigada, rsrsrs...

Ele: - Bom... maturidade não tem a ver com idade, pois você, embora seja novinha, é claramente madura no jeito de ser e pensar... mas... já ficou com um homem mais velho? Eles eu tenho certeza que olham pra você.

Nesse momento Camilinha calou e trocou olhares com ele, ela até riu com o canudinho do seu copo de suco encostado em seus lábios. Já João penetrava nos olhos dela deixando claro que sua pergunta foi um convite.

Minutos depois, no apartamento onde João estava hospedado, Camilinha diante do parapeito da sacada olhava pra praia e pro mar... com o vento esvoaçando seus curtos cabelos negros... enquanto João a olhava por trás, atento a silhueta do seu corpo bem feito colado ao seu vestidinho de praia por sobre biquínis. Assim ele chegou nela meio por trás, colocando a sua mão esquerda bem no meio das costas bronzeadas dela diante do decote de seu vestido, em cima do fio dianteiro do biquíni... onde enquanto ele se ajeitava ao lado dela e diante o parapeito, ele escorregou essa mão esquerda dele pelas costas dela até repousa-la mais embaixo, no dorso lombar dela.

E ao lado dela, os dois colados ao parapeito e olhando pra praia lá embaixo e pro mar, eles foram conversando, ele sempre se mostrando um homem experiente, inteligente, dando conselhos a ela... até que... num certo movimento de corpo, com ela se virando e passando mãos em seus cabelos esvoaçando, ele também se virou de frente para ela, penetrando nos olhos dela, onde então agarrou a sobrinha num abraço ao meio e tascou-lhe um beijo....

Camilinha ficou com as mãos no peitoral dele, diante da camisa de botões dele aberta... enquanto se deixava ser beijada pelo tio. Um beijo que a fez sentir ser diferente não somente dos beijos do seu namoradinho Thiago, como diferente de tudo. Pois João praticamente acarinhava os lábios dela com os dele, massageando e chupando a sua língua de uma forma que a deixava de olhos revirados e gemendo de boca na dele.

Daí em diante...

Camilinha e João estavam entrando aos beijos e amassos o quarto, porém, João decidiu parar um pouco e sentar na beirada da cama e observar a sobrinha ninfeta tirar toda a sua roupa de praia... e ela diante dele tirou seu vestidinho por cima, com um sorriso safado em seu rostinho, convicta de que estava fazendo algo errado, mas muito gostoso... e foi tirando peça por peça para seu tio assistir... e assim ela foi tirando a parte de cima e mostrando um belo par de peitos fartos, com aréolas morenas e mamilos tão empinadinhos no meio das marquinhas de bronzeado, mas o que deixou ele realmente louco foi quando ela deu as costas pra ele e sem pressa desceu a parte de baixo do biquíni... escorregando lentamente a peça pela curvatura de suas duas morenas nádegas tão avolumadas e arrebitadas...

... e ela provocava ele, olhando pra ele por sobre seu ombro enquanto rebolava mostrando a bunda de biquíni arriado no meio das coxas... e ele sentado de pernas abertas e de pau para fora do seu short na sua mão, tocando uma em homenagem a gostosa bunda da sobrinha.

Que além de ter uma cor morena bem viçosa, era redonda e avantajada, bem arrebitada e meio aberta, mostrando por entre as pernas e por baixo a sua xoxotinha inchadinha. Tinham duas covinhas sexys acima de cada nádega, e a marquinha morena clarinha triangular do seu biquíni descendo, entrando no rego... A mais perfeita bunda que os olhos de João já viram. E era a bunda da sua sobrinha.

Ele se levantou agarrando ela, a beijando a boca ferozmente e ela com uma mão abaixada segurava o pau dele e o masturbava, Camilinha tava até admirada com o tamanho da rola do tio, pois até então só tinha visto a rola do seu ex namorado Thiaguinho, que além de mediana era fina... mas a do titio João era maior uns 6 cm, bem mais grossa, toda veiúda e tinha uma chapeleta marrom bem graúda que mais parecia um cogumelo, e por seu tio ser moreno chocolate, a cor da sua rola era preta.

A moleca se abaixou de joelhos e caiu de boca na rola do seu tio, que gemeu alto com tamanho abocanhamento da filha do seu irmão, segurando firme seu pau, punhetando e movendo seu rosto numa mamada intensa, onde gemendo e afoita movia seus delicados lábios num vai e vem até o meio do cacete grosso. João segurava os cabelos dela por trás de sua cabeça com uma mão e com a outra segurava seu pau preto e batia com ele no rostinho dela, que ria de língua pra fora e olhando pra ele em pé. Ele voltava a enfiar sua rola na boquinha da sobrinha e socava, fodendo por sobre a língua garganta afundo, e ela se engasgando e tossindo baba.

Ele a ergueu do chão com um puxão de cabelos, beijou sua boquinha babada, a colocou nos seus braços, ela se agarrou ao redor do pescoço dele e o beijou a boca ferozmente, ele girou e arremessou ela na cama, que a moleca quicou, rindo, toda alegre e fogosa... João a pegou pelos tornozelos e a puxou de supetão que ela arrastou de costas na cama até mais perto da beirada, onde ele arreganhou ela e caiu de cara entre as pernas dela, Camilinha soltou um gemidão que ecoou nesse quarto de hotel, se contorcendo compulsivamente na cama enquanto sentia os lábios do tio João se mexendo no rachadinho da sua buceta numa mamada das mais gulosas, estaladas e barulhentas.

João chupava a buceta da sobrinha Camilinha como se chupasse uma fruta carnuda e madura, e ela molhava muito os lábios dele. A vontade dele, de tão tarado e afoito, gemendo feito um bicho o tempo todo, era de devorar essa ninfeta todinha, mas ele entendia que ela queria carinho, assim ele foi erguendo seu rosto sem pressa pelo corpo dela a base de lambidas, beijos, chupadas bem gostosas, ao tempo em que ela se contorcia sentindo um prazer que nunca tinha sentindo... e ele subindo na virilha sedosa e cheirosa dela, pela sua barriguinha trêmula até chegar nos seus morenos peitões suculentos e abocanhar cada um numa mamada de fazer os bicos de Camilinha doerem de tão fortemente sugados, quase que arrancados de suas fartas mamas... e com seu avantajado corpo por sobre o dela, toda arreganhada pra ele, João segurando seu pau esfregou de cima abaixo no rachado melado da pequena xoxota da sobrinha e empurrou sem camisinha e sem lubrificante... causando nela uma tremedeira em seu corpo todo, pois Camilinha nunca tinha recebido em sua bucetinha um cacetão tão grande, grosso e chapeludo assim. Caralho, que arregaço.

O cabeção de João entrou rasgando as paredes molhadas e apertadinhas da xoxota da novinha sobrinha, e por sobre ela, com cada mão dele apoiado de um lado ao outro do corpo dela deitado de costas, ele começou a mexer seus quadris bombando nela ao meio sem pressa nenhuma, assistindo as expressões faciais dela de prazer enquanto metia e puxava seu pau dentro dela num vai e vem ritmado e sem imprimir força... deixando a moleca sentir todos os centímetros lhe escorregando xoxota adentro subindo e descendo sem sair de dentro.
Camilinha toda arreganhada reagia gemendo sem dor nenhuma, apenas prazer... um prazer sem igual... ela se sentia desvirginando de fato, era como se todas as penetrações que teve com o namorado Thiaguinho fossem apenas um treinamento para receber a rola do tio João, e que era uma senhora rola experiente, se mexendo num vai e vem constante, se metendo até o fundo e tocando com a cabeça na parede do seu útero.

João beijava a boquinha de Camilinha, chupava um lado de seu pescoço, mantendo seu corpo erguido por sobre o dela e sem parar de mover seus quadris nem tão lento demais e nem tão agressivo, bombando no meio de suas pernas...

Quando eis que ele foi se ajeitando melhor no meio dela e assim começou a foder mais forte... mas sempre olhando de cima as expressões faciais dela, para saber se ela aguentaria... e pelo jeitinho que ela revirava os olhos e gemia boquiaberta toda manhosa, ela estava sim gostando e permitindo que ele fosse mais veloz... assim ele foi aumentando a socada... começando a espancar o meio dela e a fazer subir no quarto o som das virilhadas secas que ele dava... junto a isso o corpo dela era trepidado na cama, onde ela laçou os quadris dele com suas pernas, gemendo aos berros manhosos como se chorasse sentindo toda a movimentação da imensa rola preta do titio e patrão lhe socando, lhe fodendo, lhe marretando a bucetinha, e o homem só aumentava o ritmo das bombadas, tacando rola na buceta da filhinha do irmão, socando, socando, socando, até que Camilinha sufocou abraçando o tio João junto ao seu corpo trêmulo e soltou um berro agoniado num orgasmo poderoso, arrebatador.

João saiu de cima dela, se ajoelhou diante dela arreganhada e muito lesada, revirando sua cabeça deitada na cama e gemendo ofegante completamente inconsciente, enquanto ele por entre as pernas dela arreganhadas movia seus quadris um pouco mais lento, mas ainda com a ponta do seu pau estocando a bucetinha dela...

Ele se deliciava assistindo tanto o entra e sai da sua rola fudendo aquela bucetinha tão linda, como se deliciando com o espetáculo do corpo gostoso e bem feito dessa sua sobrinha ninfetinha sacudindo, com seus peitões lindos chacoalhando conforme ele a socava. João de repente parou, tirou seu pau e o apertou com uma mão antes da cabeça, e disse gemendo:

- Vem aqui, bota a boquinha aqui, anda!

Lerdamente Camilinha se colocou de quatro e de rosto virado para o tio João, que mandou:

- Abre a boquinha!

Ele colocou a chapeleta marrom da sua rola preta na boquinha da sobrinha Camilinha e deixou toda a porra sair... ele gemia feito um bicho e sofria espasmos enquanto sentia cada esguicho saindo do seu pau direto na boquinha dela. A moleca ficou de boquinha cheia, levantou seu rostinho mostrando pra ele a piscina de porra que estava por sobre sua língua, até deixou escapulir um pouquinho pelo canto da sua boca, mas fez questão de engolir tudinho... engoliu e ainda lambeu os lábios.

E ainda de quatro diante dele ajoelhado, a moleca agarrou no pau dele e abocanhou o inchado cabeção marrom, mamando forte, querendo mais porra... sugando com tanta força que João gemeu de dor. E ele:

- Calma, meu amor, daqui a pouco o tio te dá mais leitinho... Vem aqui, vira essa bunda linda pra mim, vira?

Essa frase dele fez Camilinha lembrar do namorado Tiago, que só falava isso pra ela na intenção de meter na bunda dela... mas por ser aqui um homem bem mais experiente e cuidadoso com ela, mesmo sendo seu tio, ela virou... mas pediu pra ele, por precaução:

- Na buceta, tá, tio? Bota na buceta.

Ele riu, e ajoelhado atrás dela, passou as mãos na bunda dela, alisando, apalpando, arreganhando:

- Tá com medinho do titio meter em outro lugar, é, danadinha?

Ela riu, falando:

- Desculpa, rsrsr, é queee... já tentei... e dói.

João, apalpando a bunda dela em tom de massagem, disse:

- Certamente foi um idiota que não soube fazer direito.

Bastou então João triscar com as pontas dos seus dedos no cuzinho da sobrinha, que ela se assustou e virou sua bunda pra um lado e disse:

- Não, tio... aí não.

E ele:

- Nunca fez?

Ela riu, olhando pra ele de quatro e meio virada pra direita, e disse:

- Já, por isso que não quero. Dói muito.

João não contou história e agarrou a bunda de Camilinha e a puxou pra ele ao tempo em que caiu de cara no meio, fazendo ela soltar um puta gemido delirante por conta da enfiada de língua que ele deu no cuzinho dela. O homem fez do rabo da sobrinha um sorvete de tanto que lambeu, deixando Camilinha agoniada a gemer e até sufocando de tão insuportável, viciante e deliciosamente explosivo era sentir o boquete que tomava no meio do seu rabo do guloso irmão do seu pai, de mãos seguras e firmes em cada nádega da sua morena bunda aberta e mantida de quatro para ele, a puxando pro seu rosto, que fuçava se mexendo pra cima e pra baixo, onde ele chupava, beijava de forma estalada e lambia o buraquinho anal da ninfetinha que ficava estufando e entrando todo ouriçado.

Caralho, Camilinha gemia muito, se tremendo toda e de pele morena toda arrepiada, sofrendo espasmos em sua bunda, coxas e ventre, chegando até sufocar por conta da sua respiração ofegante... parecia que a qualquer momento ela iria gozar ou que ela estava gozando constantemente no cu apenas com o oral que seu tio fazia no meio da sua bunda, e ele não parava de lamber, socar sua língua e tão pouco tirar seu rosto do meio do rabo gostoso de Camilinha, pelo contrário, ele a mantinha presa com suas mãos a puxando pro seu rosto e espremendo sua cara no meio...

Camilinha nunca teve seu cuzinho tão lambido, chupado e socado assim, seu ex namorado Thiago só queria saber de meter e ejacular, não se permitia dar a ela esse tipo de prazer... e que prazer ela sentia.

João demonstrava um domínio sem igual, deixando Camilinha toda molinha e passiva enquanto devorava literalmente o cuzinho dela. A única coisa que ele falou, de rosto no meio da bunda dela, foi:

- Toca siririca enquanto eu chupo teu cuzinho, meu amor, vai!

Camilinha sustentou sua bunda erguida e deitou seus peitos e rosto num travesseiro, onde colocou sua mãozinha direita por baixo de si, pressionando dedinhos bem no grelinho da sua bucetinha e ficou dando uma siriricada nervosa enquanto sentia o rosto do seu tio ali enfurnado no meio da sua bunda, lhe dando uma surra de lambidas e estocadas de língua em seu cuzinho, que piscava descontrolado, muito estimulado. João estocava o cuzinho da ninfeta com sua língua ora endurecida penetrando o buraquinho, ora molinha rodeando e salivando as preguinhas... A moleca não aguentou e deu uma estrondosa gozada na sua siririca que se tremeu todinha... e ele continuou prendendo a bunda dela com suas mãos a puxando pro seu rosto, mamando forte no cuzinho dela, sentindo as preguinhas dela piscando muito a cada passada de língua girando, pincelando, estocando no meio. E isso tudo fez o cuzinho tão lacrado e pequenino de Camilinha ir se abrindo.

João foi tirando seu rosto do meio da bunda da sua sobrinha a base de beijos, chupões, lambidas e mordidinhas nela toda, subindo pelo seu dorso e pelas costas morenas da moleca, ao tempo em que ela foi deitando de bruços na cama completamente lerda e ouriçada com tantas carícias de boca que o experiente homem lhe proporcionava. A ninfeta estava com todos os seus sentidos aflorados, exalados, explodindo seu corpo inteirinho em espasmos involuntários dos mais incontroláveis... a fazendo gemer toda manhosinha, e ele de quatro por sobre o corpo dela de bruços na cama continuava a beija-la, beija-la e beija-la...

Logo Camilinha gemeu arrepiada ao sentir a graúda cabeça macia do pau preto do seu tio João sendo colocada por ele no meio da sua bunda... roçando, cutucando seu salivado e piscante cuzinho. Pois João, de quatro por sobre as costas dela, segurava seu pau com a mão direita e dava uma forçadinha para penetrar seu cu... Camilinha toda lerda e de bruços pedia entre gemidos calma a ele, que por sua vez beijava, chupava e mordiscava as costas, o ombro direito, o pescoço dela ao lado, a face direita do rostinho dela repousado no travesseiro, e ao chupar a orelhinha dela, ele sussurrou no ouvidinho dela:

- Abre só um pouquinho as perninhas, minha querida, abre... isssoo... agora bota a mãozinha por baixo, bem na bucetinha, bota, faz carinho nela que eu vou entrar no seu cuzinho bem devagarinho.

Camilinha confiou nesse seu tio, não por ele ser maduro, mas por ele ter realmente seduzido ela de tal forma que ela se sentia a vontade para tudo o que ele quisesse fazer...

Nisso ela deu toda a liberdade pra ele enfiar o seu macio e inchado falo marrom bem no meio da sua bundinha morena bronzeada e que mais parecia dois morros com ela assim deitada de bruços. João de quatro por sobre as costas dela, movimentava calmamente seus quadris descendo a sua virilha e com seu pau na mão foi empurrando no furinho anal da gostosa bunda da sobrinha, com toda calma, pra moleca não gritar e nem chorar... até então ela tava de rostinho no travesseiro e com uma mão por baixo de seu corpo debruçado, massageando o grelinho da sua bucetinha e gemendo toda manhosinha, toda dengosa e com sua sedosa pele morena todinha arrepiada.

João foi gentil, apesar da vontade que ele tava de empurrar logo tudo e socar veloz no rabo dessa sobrinha gostosa, mas ele foi metendo sem pressa nenhuma... de repente ele gemeu delirando de tesão ao sentir a cabeça do seu pau já dentro, com as preguinhas dela abarcando e se contraindo, apertando, mordendo seu pau. Caralho, tudo o que ele pensava era: “Nossa, que cuzinho mais quentinho e macio, delícia, delícia, delícia...”

Já Camilinha gemeu fininho e de um jeito tão manhoso, sufocando com sua respiração ofegante e apertando seus olhinhos, até mordeu o travesseiro, num misto de dor e tesão... na verdade mais tesão do que dor, pois João sabia direitinho colocar no cuzinho dela, mesmo a rola do safado sendo maior e mais grossa que a rola do seu namoradinho.

E de pau dentro, e por sobre ela de bunda erguida, João foi remexendo seus quadris bem suave, onde o pau dele descia e subia, descia e subia, descia e subia num ritmo só, e o prazer que ele sentia no seu pau era avassalador, pois era certamente o cuzinho mais gostoso que o seu pau já entrou... e conforme ele ia descendo e subindo, cada vez mais ia entrando um pouquinho de cada centímetro, bem devagarinho pra não sangrar o cuzinho da sobrinha.

João parou de socar e simplesmente ficou sustentando seu corpo de quatro por sobre as costas de Camilinha, onde deixou o cuzinho dela se acostumar com a grossura, tamanho e dureza pulsante do seu preto pau enfiado... Camilinha gemeu manhoso e agoniada, tremendo as nádegas, pois de centímetro a centímetro sendo empurrados aos poucos pelo tio, já tava toda quase toda a rola dele no meio da bunda dela, e ele deitado de virilha na bunda dela.

Daí em diante Camilinha foi controlando sua respiração e gemidos, se mantendo de bruços e com suas pernas sutilmente abertas enquanto aceitava as socadinhas que João ia dando no seu cuzinho num ritmo um pouco maior, enquanto ele falava:

- Tá vendo só? Tá relaxando o cuzinho?... Calma, querida, só curte, vai... mmmrrr... calma, calma... Tô socando só a cabecinha, só a cabecinha... mmmrrr...

Camilinha de rosto no travesseiro, reagia:

- rraaiimmrr, rraaiimmrr, aaiiimmrr, aaiii meu cuzinhooorr, mmmrr, aaiiimmrr, aaiiimmr, ooouuummmrr, rraaaammmrr... devaagaarr, aaii que pauzãããooooorrr...

O filho da puta era bom de enrabada, deixou a sobrinha de cuzinho bem molinho e relaxado, socando sem tirar de dentro e num ritmo que não deixou ela incomodada. Assim ele foi se erguendo devagar e ao mesmo tempo puxando ela pra ele, com cuidado, com jeito, com carinho, beijando as costas e os ombros dela, o lado do seu rosto, onde ela virava e beijava ele na boca, e a medida em que ele se ajoelhava junto com ela, a encoxando por trás e com seu pau enfiado no meio da bunda arrebitada dela, ele colocou sua mão direita nas costas dela e foi empurrando ela de leve, fazendo ela debruçar de quatro e dar aquela empinada safada, de bunda toda aberta pra ele, tudo isso sem deixar o cacete escapulir do cuzinho dela.

Camilinha gemia mais alto, sentindo o pau duro e imenso do tio João se mexendo pra frente e pra trás no meio da sua bunda, com ele a domando pelas ancas e a puxando pra virilha dele, socando, socando, fudendo... e ele se deliciava com a maravilhosa imagem da gostosa bunda da morena sobrinha bem aberta em formato de coração, e o pau dele no meio, socando, fudendo, aumentando o ritmo, indo mais e mais rápido e o cu de Camilinha aceitando, ela permitindo ele ir mais forte, mais rápido, tava gostoso, tava viciante... o homem gemia de tesão, a moleca chorava de dor e prazer, prazer que ela jamais tinha sentido quando antes dava o cu pro ex namorado Thiaguinho.

Nossa, ele não parava de dar rola pro rabinho dela, a puxando pelas ancas, pelos ombros, mas ela gostou mesmo foi quando ele deu um puxão nela pelos cabelos, fazendo ela falar manhosa:

- aaaiii tiiooooohhhrrr...

... enquanto o pau dele ia fundo no rabo dela, junto a isso algumas palmadas que fizeram ela gemer que nem uma putinha e a pedir:

- Baatee, baatee, issoo, bate mais, baatee...

Caralho, Camilinha liberou sua bunda com vontade, permitindo até palmadas, e deu seu cuzinho como nunca pensou em dar, deu e sentiu prazer como nunca pensou que pudesse sentir... Anal dói, claro, mas também faz gozar, e Camilinha gozou... gozou sem a necessidade da siririca na buceta, apenas ficou de quatro, pernas apartadas e de raba bem empinada, recebendo as constantes e estocadas do pau imenso, grosso e duro do seu tio João. E que filho da puta bom de enrabada. Deixou Camilinha domada e adestrou gostoso o cuzinho dela a gozar no seu pau... e por falar em gozar, ele também deu uma bela esporrada dentro do cuzinho dela, encheu de leitinho.

E mesmo depois de gozar, ele continuou socando no rabo da sobrinha ninfetinha, deitando ela de ladinho, onde ficou agarrado a ela, a beijando a boca e tacando sua virilha na bunda dela virada de bandinha, fudendo o cuzinho dela com sua piroca preta enfiada e ela de mão direita abaixada entre pernas e tocando uma siririca, fazendo Camilinha gozar e entre gemidos pedir:

- aaiimmrr, aaiii fooodee, fode assim, assimmrr, aaii tá gostoosooo...

Óbvio que a bucetinha de Camilinha não foi desprezada no restante dessa foda, mas é que a bunda da moleca era tão gostosa e insinuante que vira e mexe João pegava seu pau e invadia o cuzinho dela e o fodia com vontade nas mais diferentes posições, já Camilinha não só deixou seu tio João comer sua bunda, como ela mesma virou de quatro na cama e pediu:

- Vem, tio, vem foder meu cuzinho, veemmrr...

E para quem achou a sua primeira experiência anal um total desastre com o afoito e tarado ex namoradinho, o Thiaguinho, que só machucou e traumatizou Camilinha, a partir dessa segunda vez, com o seu tio, ela não somente se deu por satisfeita como quis dar mais vezes sua bunda pra ele.

Tanto que Camilinha começou a de vez em quando a ir trabalhar vestida numa minissaia ou vestidinho, e sempre quando eles tinham um tempo disponível durante o trabalho, Camilinha se debruçava por sobre a mesa da sala do tio, de portas trancadas, onde ele erguia a saia ou vestido dela, descia sua calcinha até o meio das coxas morenas dela e caía de cara no meio da bunda da ninfeta, se dedicando a lamber e a chupar por minutos e minutos o cuzinho dela até deixar no ponto pra ele então se levantar, puxar seu pau pra fora da sua braguilha aberta e empurrar no meio da sua bunda gostosa, onde ela gemia e gozava de tesão.

Quanto ao Thiaguinho, o namorado que esperava por ela, virou ex namorado de vez, pois depois que Camilinha ficou viciada em dar o cu pro seu tio João, ela sequer desejou ter outro namorado da sua idade... Quer dizer, ela até namorou com um outro apenas pra disfarçar entre amigos e parentes. Mas escondida de todos ela continuou se encontrando em motéis com o tio João, ou entre as quatro paredes da sala dele, de portas trancadas, onde ela tinha um prazer imenso e louco em virar sua bunda de quatro e dar com vontade seu cu pra ele.


FIM!!

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Titio comedor de cu.

Codigo do conto:
264220

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
11/06/2026

Quant.de Votos:
2

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