A turma era nova, faziam 4 dias do início do curso, Deborah ainda estava conhecendo cada um... contudo, os verdes olhos da professora vira e mexe iam em direção aos olhos de Marcos, um dos seus alunos, sentado em uma das fileiras ao lado esquerdo de onde ela ficava de frente. Não tinha como não nota-lo, pois o curso era numa escola dentro de um shopping na zona sul do Rio, e entre todos os alunos brancos e jovens, Marcos era o único negro. E era justamente por ele ser negro que, Deborah, desde o início do ano letivo que estava se sentindo... “intranquila”.
Deborah tinha 34 anos, loira, bonita, estatura mediana, moradora da zona sul do Rio de Janeiro, casada e mãe de duas crianças de 4 e 6 anos... E aqui, dando a sua aula, ora sentada em sua cadeira diante sua mesa, cruzando e descruzando suas grossas e loiras coxas, ora caminhando entre alunos num sutil rebolado da sua gostosa bunda moldada por sua saia justa enquanto falava para todos, Deborah disfarçava sua excitação, até porque mulheres sabem muito bem disfarçar quando estão excitadas.
A mulher estava de calcinha ensopada por baixo de sua saia. E o motivo disso era seu aluno Marcos.
Ela passou ao lado dele enquanto explicava o assunto, onde numa mera abaixada de rosto ela focou no colo dele, pra dar uma manjada no volume da benga do negão em sua calça.
E a cada aula foi assim. Deborah olhando para esse seu aluno negro de forma disfarçada, mas com pensamentos dos mais safados, onde ele olhava pra ela de volta com o mesmo olhar intencionado enquanto passava pela cabeça dele sabe-se lá o quê.
Foi então, que num certo dia. Deborah estava corrigindo uns trabalhos sentada em sua cadeira diante sua mesa, era final da sua aula, seus alunos já estavam deixando a sala... e Marcos tomou a liberdade pra chegar junto nela. Ela olhou para ele em pé na sua frente e perguntou o que era... ele e colocou seu caderno na mesa dela e deu a volta na mesa e parou em pé ao lado dela pedindo pra ela explicar uma dúvida dele em relação a um assunto. E enquanto ela via e ele falava, Deborah começou a reparar nele, em pé ao seu lado, o tempo todo colocando uma mão no seu saco por sobre a sua calça, apalpando, mexendo... e ela sentada de coxas cruzadas, só de saia, ficava meio que balançando um pé seu em sinal de apreensão, sem jeito, e ele falando do assunto e persistindo em colocar uma mão no pau por sobre a sua calça. O detalhe é que ela claramente via o volume marcando na horizontal e descendo por cima da sua coxa esquerda por ser enorme.
De repente Deborah ergueu seu rosto e ficou olhando para ele, encarando ele com um olhar penetrante e um sorriso safado em seu rosto, chegando a passar a ponta da sua língua entre dentes, ao mesmo tempo em que descia seu olhar pra calça dele, focando naquele seu volumão.
E ele já encarando ela começou a falar num tom baixo:
- Nossa, como você é bonita... eu passo a aula olhando pra você, professora.
Deborah escutando e olhando ele ali parado ao seu lado diante da mesa, ria meio sem jeito, pois o seu aluno que tanto ela dava umas olhadas estava ali confessando que achava ela bonita e tal,
Nisso Marcos fez um pedido inesperado a ela:
- Me desculpe, mas... eu posso beijar você?
Deborah se recusou sorrindo:
- Não.
Ele: - Você é casada, né?
Ela: - Tem câmeras aqui. Me espera no estacionamento.
Ele pegou seu caderno e foi deixando a sala discretamente, se ligando que de fato haviam câmeras. Uns 15 minutos depois Deborah juntou suas coisas, colocou numa pasta, pegou sua bolsa a tiracolo e foi deixando a sala... pelo corredor entre salas ela foi caminhando e fazendo barulhos secos com seus saltos, rebolando em sua saia justa, jogando aqui e ali seus lisos cabelos loiros e cumpridos, entrando primeiro na sala dos professores, bebendo uma água enquanto conversava amigavelmente com uns três professores que estavam lá junto ao diretor da escola de idiomas... Logo ela se despediu dando boa noite e foi saindo, deixando a escola... No estacionamento ela ia em direção ao seu carro e só viu o vulto de Marcos ali parado por baixo de umas árvores. Ele a viu e foi se aproximando, ela não parou para ele e continuou caminhando rumo ao seu carro e mandou:
- Entra.
Havia uma certa escuridão no lugar, Marcos entrou no banco do passageiro e ela ao volante, aí ela ligou o carro e saiu dali sem pressa.
Deborah jamais traiu seu esposo, mas aqui ela abriu uma exceção, pois ela via que era uma oportunidade única e segura, não de trair por trair... mas de realizar um desejo seu de muito tempo e que ela sempre quis provar. Transar com um homem negro. Sim. Por isso Deborah olhava tanto durante as aulas para Marcos, o único negro em sua turma de alunos brancos. E não era somente por isso que ela olhava tanto para ele, mas porque além de negão, Marcos era alto, forte, simpático e também trocava olhares com ela desde que começaram as aulas há uma semana atrás. Ou seja, foi a fome se juntando com a vontade de comer e com o melhor cardápio sendo oferecido de graça. Nesse caso, linguiça preta.
Marcos era segurança, e estava fazendo as aulas de inglês de Deborah a pedido da empresa onde trabalha. Mal sabia ele que ia rolar essa troca de tesão com a sua professora. Uma loira gostosa com cara de patricinha.
No quarto do motel, entre beijos e amassos eles tiravam suas roupas ao mesmo tempo enquanto Deborah chegava a gemer e arfar de tesão com o corpo negro do tipo mulato, bem escuro, de Marcos, todo avantajado sem ser malhado, e ele louco com tanta sensualidade e gostosura no corpo loiro da sua professora... Enquanto ele agarrava ela mamando em seus fartos peitões, Deborah segurava firme aquela rola imensa do seu aluno negro, gemendo excitada e impressionada com o tamanho e grossura..
Praticamente empurrando ele de costas na cama, onde ele deitou, Deborah tratou de se colocar de quatro e agarrando aquele pau preto enorme caiu de boca gemendo, toda arrepiada e delirando a cada descida de rosto enquanto mamava na caceta preta do seu aluno. A loira estava praticamente tendo um orgasmo só em chupar a rola de Marcos, que por sua vez gemia e se contorcia com a pegada firme e forte dos lábios da sua professora mandando ver um guloso boquete em seu pauzão preto em pé e seguro pelas duas mãos dela.
Deborah não conseguia descer com seus lábios sequer até o meio da rola de Marcos, de tão imensa, nisso ela engasgava e golfava, onde a baba escorria pelo pau melecando os dedos da mão dela ali segurando no tronco... ela também lambia todo ele, da cabeça aos ovos do negão, chegando a mamar numa bola, abocanhando uma e outro toda e mamando, fazendo Marcos gemer gritando de prazer e agonia nesse quarto de motel.
A loira professora casada, realizava aqui seu fetiche, sua tara de muito tempo, assim tratou de montar nele... onde ela gemeu se tremendo enquanto ia sentindo a cabeça e os centímetros da vara preta escorregando dentro da sua rosada buceta loira conforme ela montada por sobre a virilha dele ia sentando aos poucos... E já sentada, Deborah começou a mover somente seus quadris e junto a sua bunda para cima e para baixo, fazendo sua bucetinha ir engolindo e socando pau adentro de si mesma... onde ela foi aumentando o requebrado dos quadris e velocidade do galope... a mulher começou a gemer gritando nesse quarto conforme aumentava a cavalgada... louca e descontrolada a quicar no pau, fodendo num espetáculo de quicadas, batendo bunda nas coxas dele, se arregaçando toda num sobe e desce frenético, o negão a segurando pela cintura e admirando os peitões dela pulando com força, se deliciando com a imagem dessa loira enlouquecida a pular, quicar, galopar num descontrole absurdo... onde ela jogava seus cabelos loiros e lisos pra um lado e outro, ora de mãos no peitoral dele, olha jogando seu corpo para trás com as mãos na cabeça... onde de repente ela parou dando uma gozada destruidora:
- RRAAAAHHHHHRRRR... RRRRRAAAAAAAHHHHRR...
A professora parecia ter um ataque epilético montada na virilha do seu aluno, de tanto se tremer e gemer soluçado conforme as explosões de espasmos involuntários lhe arrebatavam por completo... olhos fechados num total transe orgástico enquanto rebolava de bunda no colo dele, apertando o cacete dele ao contrair forte a sua buceta toda molhada... água de gozo que lambuzou a virilha e entre as coxas mulatas e o saco dele,
Mas ela queria mais, onde ele foi pra cima dela, que se arreganhou toda pra ele lhe meter a rola e começar a bombar no meio dela sem dó, batendo com o cabeção marrom da sua preta benga lá no fundo da buceta dela, Deborah gemia agoniada, meio faltando o ar, de boca aberta e olhos verdes se revirando constantemente, ao mesmo tempo ela abraçava ele, laçava os quadris dele com suas pernas, beijava a boca dele, mordia um ombro dele, arranhava as costas dele, puxava mais ele pra seu meio, onde ela delirava sentindo aquele mastro enorme lhe rasgando as paredes internas da sua buceta sendo fodida por ele, a cada entra e sai, vai e vem da rola dentro dela a mulher gemia como se gozasse... ela estava adorando sentir o corpo preto de Marcos no seu corpo, era tudo que ela queria de mais safado e louco, um negão só pra ela, no seu meio, lhe fodendo a buceta... metendo, metendo, socando, lhe batendo virilha, lhe enfiando a rola na buceta sem tirar de dentro... e assim ela atingiu mais um intenso e bruto orgasmo, se tremendo toda por baixo dele enquanto ele continuava mandando ver estocadas no meio das pernas dela, o barulho do saco preto dele batendo entre as pernas dela era um estimulante a mais que deixava ela louca.
Ele avisou entre gemidos e bombando ela que iria gozar e ela entre gemidos e tomando entre as pernas pediu na sua boca.
O negão se levantou em pé na cama segurando seu pau e Deborah de joelhos ficou de boca aberta e língua estendida por baixo da cabeça marrom da rola preta dele, por onde começou a se expelir através de esguichos toda uma quantidade grande de porra que rapidamente deixou a professora de boca cheia... Ele gemia se masturbando e gozando e ela gemia e revirava seus verdes olhos como se também gozasse, porém, era um prazer por meio do paladar, pois ela adorou provar da esporrada da preta rola do negão em sua boca, e assim ele engoliu tudo. Ela engoliu e ainda abocanhou a cabeça marrom da rola dele e mamou sugando, como se quisesse extrair mais uma gotinha que fosse da porra dele.
Eles dois deitados na cama se agarraram entre beijos de língua dos mais devassos, babados e barulhentos, dando um tempo nas penetrações para poder dar um ao outro prazer oral. E Deborah estava aqui faminta pelo corpo mulato do seu aluno Marcos, beijando, lambendo e chupando ele todinho... até voltar a lamber seu preto cacete todinho até abocanhar e chupar intenso. O negão também aproveitou e caiu de boca no corpo loiro e tesudo dessa gata todinho, onde ele quase arranca os vermelhos mamilos dos peitões dela de tanto os mamar... descendo aos beijos, chupões e lambidas por ela toda, agarrando ela por baixo de suas coxas e dando na bucetinha rosada dela uma chupada intensa, fazendo a safada se descontrolar a se tremer e se contorcer de puro prazer, levando ela a atingir um bruto orgasmo que lhe consumiu toda.
Rolou até um 69 entre o aluno negão e a professora loirinha.
Mas só em Deborah colocar sempre seus verdes olhos tarados na virilha lisinha do negão e reparar naquela marreta poderosa em estado de ereção bruta, dava nela um surto de arrepios lhe bombardeando o corpo todo junto a uma puta vontade de ser arregaçada sem fim.
E nisso, ela virou pra ele de quatro, Marcos de pau na sua mão, tocando uma enquanto assistia o verdadeiro espetáculo que era essa mulher de quatro, de rabo loiro todo aberto e apontado pra ele... deixou ele enlouquecido e agradecido pela oportunidade dessa transa... e o mais excitante é que ela era além de casadinha, pois mulher casada é mais gostoso de foder, ela era uma loira que tinha tesão por negão e estava toda oferecida a ele.
Marcos pegou essa loira por trás, meteu-lhe a rola preta na buceta que ela gritou... ela toda cachorra de quatro, de rabo loiro delicioso numa sexy empinada, onde ele a segurando pelos seus largos quadris começou a arrebentar a virilha por trás dela, fazendo as nádegas dela estremecerem a cada lapada... jogando ela pra frente ao tempo em que a puxava e tome lapada de virilha na raba dessa gostosa... e ela gemendo aos berros, com seus peitões sacolejando por baixo do seu corpo de quatro, gemidos soluçados pela falta de ar e estremecidos por conta dos solavancos da socada, da virilhada... a puta ficou de língua pra fora e rouca de gemer de tanto levar surra de virilha mulata em seu rabo com força, junto a uma frenética socada certeira de benga preta na sua buceta, lhe causando um arregaço por dentro, até mesmo dor... a mulher estava sentindo dor na buceta de tanto sentir o entra e sai, o vai e vem da rola preta do negão lhe arregaçando... mas ela não se entregou a dor e apenas pedia gemendo e gritando:
- ME FOOODEE, MEE FOOODEEE, ME FOOODEEE, IISSOO, AASSIIMMRR, AAIIMMR, AAIIMMR, NÃO PAARAA, NÃO PAARAA... ME DÁ ROOLAA, ME DÁ ROOLAA, EU QUERO ROOLAA, EU QUERO ESSA TUA ROLA PREETA, SEU FILHO DA PUUTA ME DAAAAAHHHHRR...
Deborah tomando de quatro com força e pedindo aos berros por mais e mais rola, completamente abduzida pela rola do negão, vivendo com fúria e euforia a realização de um fetiche de longa data... ser fodida por um homem negro... e ela realizou depois de casada, afinal, ela aqui aproveitava não somente a chance de ter na sua turma um negão tão gostoso assim, como pessoalmente a sua vida de casada estava uma monotonia e ela queria mais era... algo novo, e nada mais inédito do que realizar um fetiche seu, foder com um negão.
... o branquelo do seu esposo provavelmente em casa e cuidando dos filhos numa hora dessas e ela aqui de quatro na cama de um motel, tomando solavancos de um negão roludo, botando pra arrebentar com ela de tanto puxar ela pelos quadris e socar-lhe tudo e com força na buceta, até o talo, batendo o saco atrás, deixando ela sem voz de tanto que ela gritava e gemia... e assim ela ia se tremendo a cada orgasmo no entra e sai, no vai e vem da rola...
O esforço foi tamanho que o negão quase fica sem pau, até doeu, por mais vigoroso que ele fosse, pois dar sequenciadas pauladas nessa loira pediu dele um gás a mais, a mulher era exigente para o caralho enquanto era fodida, sempre pedindo aos berros para ele não parar e sequer tirar de dentro...
Marcos relaxou, se sentando num sofá ao lado da cama enquanto massageava seu pau meio dolorido de tanto ter usado com força na sua gostosa e fogosa professora, pois a buceta da fogosa Deborah exigiu muito do pau dele... e ela ficou ali deitada de bruços na cama em total estado de espasmos lhe destruindo o corpo loiro por fora e por dentro... a mulher estava encharcada de suor... uma delícia sua pele loira suadinha, seus cabelos loiros molhados e até mesmo grudados em suas costas e rosto... e de cara na cama ela ofegava intenso, puxando o ar, descansando... ora virando seu rosto para ele e rindo safado em tom de incitação.
Eles se pegaram na cama, sem penetrações, onde Marcos beijou e lambeu o corpo suado dela todinho e voltou a pega-la arreganhada e caiu de boca em sua buceta... onde ela gozou de forma mais suave, pois ele não usou tanta força nos lábios e língua. Depois foi ela quem recompensou ele com um oral sem pressa, sentada na beirada da cama diante dele em pé no chão diante dela, que chupava ele num clima de admiração e adoração pela bela rola preta dele. Deborah lambia e lambia todo o pau dele em praticamente todos os centímetros e cantos, deixando-o trincando de tão duro nas mãos dela. A mulher estava praticamente em estado de sublimação, de êxtase diante da rola preta do seu aluno Marcos, pois era a realização de um desejo, ver, pegar e tocar numa rola preta. Deborah é louca, louca, fascinada sexualmente por homens negros. Já se tocou várias vezes no banheiro ou no seu quarto assistindo a vídeos de fodas inter-raciais.
E aqui ela estava tendo um negão só para si, uma rola preta todinha para seu bel prazer.
E o negão aqui também estava adorando poder comer a gostosa da sua professora de inglês, essa loira maravilhosa. Onde ele então a colocou de quatro, agarrou-lhe por trás e caiu de cara na bundona gostosa dela, dando-lhe uma chupada no cu tão caprichada que Deborah se descontrolou a se tremer todinha, cambaleando as pernas, gemendo agoniada e manhosa a perder o fôlego e se tremer todinha... onde com uma mão na sua xoxota por baixo de si mesma de quatro, ela tocou uma siririca e chegou a um delirante orgasmo.
Mas ela queria mais, e mesmo toda trêmula e ofegante, mesmo lerda do baque do orgasmo sentido, ela pediu toda manhosa para ele enquanto o encarava olhando pra ele por sobre um ombro e ao mesmo tempo arrebitava bem safado a sua bunda loira pra ele:
- Mete no meu cuzinho, mete!
Nossa... Marcos claro que iria fazer isso, só não pensou que ela mesma fosse oferecer. Que mulher.
Ele fez questão de sair da cama e ficar em pé no chão e puxar ela mais pra beirada, onde ela deu uma arrebitada de bunda se colocando toda cachorra para ele... até mesmo rebolando sua bunda loira... na qual ele deu uns tapas chamando ela de safada... e de pau preto em sua mão foi encaixando a cabeça marrom bem no cuzinho cor de rosa todo lambido dela... e o cu da safada piscava descontrolado, como se tivesse dando beijos na cabeça da rola dele... Deborah estava agoniada pra sentir a rola preta do seu aluno negão toda no meu cu... e bastou ele empurrar um pouco que ela gemeu de prazer:
- aaaaiimmrrr... aaaaahhhrr...
Deborah não era virgem no cu, claro, praticava anal com o marido, mas aqui era diferente, era o tipo de homem que ela queria, que ela desejava que comesse a sua bunda... um negro... e ela se tremia toda de prazer enquanto sentia a cabeça e os centímetros da benga preta de Marcos adentrando seu cu... a safada toda arrebitada de quatro e pedindo manhosa em tom de delírio:
- Meetee, meeetee, mete toda, meeteee...
Marcos enterrou a sua piroca preta no cu rosado do rabão loiro da sua professora de inglês e a domando pelos quadris começou a puxa-la e a socar mais e mais aumentando gradativamente o seu ritmo... Deborah chegou a gritar... gritar de tesão, realizada... onde daqui em diante ela passou a ser sacudida e puxada conforme sentia seu cu sendo arrombado pela rola de Marcos, que igualmente louco de tesão por essa loira gostosa, toda cachorra de quatro pra ele e pedindo no cu, mandou ver sem dó... em alguns momentos acelerando com requintes de estupro anal... e Deborah em transe anal, sendo arremessada para frente, fartos peitos loiros balançando por baixo e se arrastando na cama, sendo puxada com força pelas pesadas mãos dominadoras dele a pegando firme pelos seus quadris enquanto levava pancada de virilha em sua bunda loira e muita, muita, muita socada de pica em seu cu... era tanto tesão em sentir uma rola preta em seu cu, que o cu dela estava aceitando tudo numa socada veloz... o pauzão preto empurrava as pregas da safada pra dentro da bunda dela e as puxava com a mesma força e velocidade... a mulher revirava seus verdes olhinhos constante, chegando a se desequilibrar conforme a agonia do prazer lhe arrebatava e lhe causava espasmos involuntários lhe destruindo toda... e tome rola, tome rola, tome rola no seu cuzinho...
Na sua frente, na parede, tinha um enorme espelho, e por esse espelho ela se deliciava com a sua própria imagem de frente, de quatro, onde ela focava na figura do negão ali atrás da sua bunda, lhe domando forte pelos quadris e mandando ver pauzão preto em seu cu sem dó, sem parar, direto e reto só no cu... essa imagem refletida dela no espelho, dela dando a bunda de quatro pra um negão, era praticamente a imagem que mais Deborah mantinha em sua imaginação de tanto que ela desejou que isso um dia acontecesse... ser pega de quatro por um negão assim como Marcos, bem escuro, bem mulato, e que lhe metesse a rola preta no seu cu sem piedade, fazendo ela colocar para fora em forma de gritos e gemidos tudo o que havia na sua mente fetichista:
- COME MEU CUUU COMEEE, COME SEU NEGRO GOSTOOOSOOO... COOMEEE, COME ESSE CUUU COMEE.. METE ESSA ROLONA PRETA TODINHA NO MEU CUU MEETEE... MEETEE, NÃO PAARAAA, NÃO PAARAA... MAIS FOORTEE, MAIS FOORTEEE, MAIS FORTE NEGRO GOSTOSO, VAAIIMMRR, AAASSIIMMRR, ASSSIMMRRR... HHHAAARR, HHHAAARR... AAII, COMO É BOM DAR A BUNDA PRA UM NEEGÃÃÃOOOHHHRR...
Marcos não se sentiu em nenhum momento desrespeitado, nada disso, pelo contrário, ele sentiu desde o começo que a sua professora tinha tesão pelo seu corpo e cor de pele e aproveitou, comeu o rabo loiro dessa gostosa com vontade... metendo até o talo e botando pra sangrar o cu dela. E nessa acelerada socada anal ele parou de uma vez, se tremendo e urrando feito um animal... enquanto a puxava e sentia seu pau enfiado no cu da sua professora gozar com força.
Marcos desabou de bruços por sobre as costas suadas de Deborah, que não aguentando o peso do corpo avantajado de seu aluno também desabou de buços na cama, com a virilha dele deitada em sua bunda e o pau dele atochado em seu cu, cuspindo porra lá dentro.
E quando ele se virou, saindo das costas dela, o cu da professora estava ensopado de porra e com as pregas completamente para o lado avesso, parecendo uma couve-flor melada de creme de leite.
Mais tarde Deborah estava em casa, na companhia dos filhos pequenos, olhando os cadernos da escola deles, sendo uma atenciosa e participativa mãe como normalmente ela é... Seu esposo estava sentado em outro sofá, celular na mão, distraído como sempre, TV ligada no jornal. Tudo normal e rotineiro em sua casa. A única coisa diferente no momento era a satisfação que se fazia plena dentro do corpo e sentidos de Deborah, afinal, ter realizado seu fetiche foi algo necessário e incomparável.
Mas claro, ela não repetiu a dose com seu aluno Marcos, conversou com ele em reservado na aula do dia seguinte e preferiu deixar a transa sendo única mesmo. E ele entendeu, mas deixou em aberto que... se ela precisasse dele, ele não negaria.
Porém, quando ela estava indo embora de carro pra sua casa... eis que ela para no sinal, e ao lado tem uma praça... ela olha pela janela ao lado do seu banco ao volante enquanto espera o sinal abrir e o tráfego seguir e se depara com a bela imagem de alguns rapazes jogando futebol numa quadra... só de bermudões, shorts e chuteiras, correndo, suados, exalando virilidade enquanto jogavam... todos negros... dando nela uma sensação de que... se com um foi bom, com dois ou mais poderia ser melhor ainda.
FIM!
Obrigada por lerem e comentem, por favor.