Júlia inclusive comentou com Poliana a respeito desse comportamento das demais funcionárias para com ela, sendo que Poliana apenas riu e disse para ela ter calma, pois também passou pela mesma situação quando chegou na empresa à 5 anos atrás. Júlia perguntou se era normal esse tipo de tratamento dado a funcionárias que estavam em início... e Poliana apenas disse para Júlia que com o tempo ela iria não só entender, como também se acostumar.
Mas ok, Júlia era ciente de que estava aqui apenas e tão somente para ganhar o seu pão, trabalhar, ter experiência, galgar oportunidades e crescer profissionalmente, ela sequer pensava em ser querida, amiga de todas.
Pois bem, e eis que chegou o dia em que Poliana assumiu outro cargo na empresa, e assim Júlia se tornou oficialmente a secretária principal de Gaspar.
E no primeiro dia com ele, veio a mente dela tudo o que ela sentiu naquele dia em que ela teve seu primeiro contato que com ele, a sós com ele na sala... e ela lembrou claramente que sentiu sim um certo tesão pelo jeito dele de ser... e aqui, desta vez, já como secretária efetivada, ela
não percebeu nenhuma insinuação por parte dele, mesmo ela tendo ficado meio tensa, com um certo medinho dele e sabendo que ele naturalmente tem um ar sedutor.
No dia seguinte foi a mesma coisa... nada dele se mostrar, tentar algo mais íntimo e tal...
No terceiro dia também...
No quarto...
No quinto...
... enfim, durante toda a semana como secretária oficial do chefe, Júlia se convenceu de que o homem era apenas e tão somente profissional e focado apenas no trabalho, inclusive, ajudando muito ela, dando dicas, conversando, e principalmente sendo muito respeitador, um cavalheiro praticamente.
Na verdade Júlia a cada dia foi ficando mais e mais próxima de Gaspar, justamente pelo ótimo tratamento que ele dava para ela, onde ele a levava para reuniões em outras empresas, e assim almoçavam juntos e tal... e conforme eles iam conversando sobre assuntos da empresa, ele foi começando a pedir a opinião dela, permitindo que ela falasse durante as reuniões e apresentasse ideias.
Aí veio o primeiro evento empresarial, onde ele falou que queria a companhia dela, sendo que antes levou ela numa loja bem chique pra ela escolher um vestido, até mesmo brincos, colar e pulseira para acompanhar no traje... Júlia se sentiu bem cuidada, até envaidecida.
... enfim, Júlia estava amando sua intensa e enriquecedora relação profissional com o patrão. E claro, ela continuava trocando mensagens com sua ex tutora Poliana, que estava em outro cargo, e que sempre aconselhava Júlia a relaxar, confiar nele e aproveitar ao máximo a vivência com ele, ressaltando que com ele ela só tinha a crescer e a ganhar.
Já na sua vida pessoal, em seu casamento com o jovem André, as coisas iam as mil maravilhas, eles já se sentiam aliviados por ter saído do aluguel e ter dado entrada em um apartamento só deles, sem falar naquele carrinho zero que eles estavam paquerando à anos... André, aliás, viu a oportunidade pra pedir a ela um filho, pois ele queria muito ser pai, mas esse passo Júlia não deu... afinal, por enquanto ela queria todo o tempo apenas para trabalhar e crescer.
Estava tudo perfeito durante os primeiros meses na empresa, até que Gaspar convidou ela para acompanha-lo numa viagem de negócios em São Paulo e que duraria alguns dias, e ela estava tão viciada na adrenalina do trabalho ao lado do chefe que sequer pensou em recusar... Júlia estava empolgadíssima com o quanto estava sendo valorizada profissionalmente e aprendendo com o seu chefe.
Contudo, seu marido André desaprovou tal viagem. Pois não passava pela cabeça dele ficar longe da esposa por tanto tempo, sabendo que ela além de bonita e gostosa estaria na companhia de um outro homem, seu patrão, e justo esse patrão que tanto ela falava dele em casa, sempre exaltando as qualidades dele, falando que ele era isso, aquilo, que estava ajudando ela em tudo, fazendo ela crescer e tal...
Júlia se sentiu ultrajada pelo marido André por questionar sua fidelidade como esposa e se mostrar contra essa viagem de trabalho, eles começaram então uma ríspida discussão, onde ela simplesmente disse que não deixaria de realizar seus sonhos por causa dos ciúmes do marido. E André ameaçou, dando a ela as opções, tipo: ou o casamento deles, ou o trabalho dela.
Júlia escolheu o trabalho.
No dia seguinte ela estava em São Paulo desembarcando num jatinho junto com o seu patrão, Gaspar. E ao lado dele, no banco traseiro de um táxi executivo, foi direto pro hotel, onde ela ficou em um quarto e ele em outro.
Júlia estava sim triste pela discussão com o marido André, mas... ela se sentia no seu momento de ascensão profissional, mesmo que ainda fosse tão precoce, e não queria sair desse trilho, pois algo nela falava que ela estava indo no caminho certo e que o seu patrão estava propício a lhe ajudar.
Durante a tarde rolou uma reunião em um prédio, onde ela ficou ali, ao lado de Gaspar, fazendo anotações e colhendo dados, sempre atenta e empenhada. Aqui e ali ele olhava pra ela com um sorriso, como quem passasse segurança pra ela, e ela se enchia de empolgação. No intervalo ele a levou pra um chique restaurante, e mesmo sendo um almoço de negócios, onde ele estava conversando com outros 4 empresários, ele fez questão de deixa-la junto e ao lado. E isso só fazia Júlia se achar importante.
Logo mais à tarde ela teve um tempinho pra relaxar, onde no seu quarto no hotel ela despiu-se, deitou na macia e gostosa cama e tirou um merecido cochilo. Logo mais, às 17 horas, ela recebeu uma ligação do seu chefe... falando que uma mulher iria levar pra ela em seu quarto um traje especial para a noite, onde ele a levaria para um jantar.
E nossa, Júlia ficou deslumbrada quando recebeu a tal mulher, que era de uma conceituada loja de grife, trazendo pra ela um lindo vestido, saltos, colar... tudo escolhido por ele.
Júlia se aprontou e logo desceu pro hall do hotel, onde Gaspar estava a esperando, mostrando todo um encantamento por ela. Dalí ele a levou para um restaurante, no qual provaram de uma deliciosa comida que ela mesma jamais na vida comeu e acompanhado de um delicioso vinho. E durante a degustação a conversa foi rolando sem assuntos ligados a trabalho, onde Gaspar mostrou um certo senso de humor e assim arrancou vários sorrisos de Júlia, com seus olhos brilhando em total encantamento por ele e por tudo o que estava vivendo.
Na volta para o hotel, Gaspar ao lado dela no táxi executivo conversava meio que ao pé do ouvido, onde as mãos dele procuravam as delas, e ela meio que... tirava. Ainda pensando em seu esposo André, embora eles tenham brigado feio e rompido.
No hotel, Gaspar tentou um beijo no elevador... foi a primeira vez que ele tentou algo com ela. Júlia, mesmo suspirando e sentindo um tesão lhe arrebatar o corpo inteiro, deu um sutil empurrão nele ao tempo em que disse:
- Não, melhor não. Por favor!
Gaspar entendeu e respeitou Júlia. No corredor, ele ainda tentou, onde ficou parado diante da porta escancarada do seu quarto, como se convidasse ela para entrar, e nessa troca de olhares, ele disse:
- Deixe seu celular perto. Pois se você precisar de mim, me chame... eu vou esperar a madrugada toda.
... Júlia riu, e diante da porta dela, simplesmente deu boa noite pra ele e entrou. Encerrando o que poderia ter sido uma bela noite de sexo entre secretária e patrão.
No quarto e sozinha, Júlia tomou um demorado banho... e depois, já seca e andando pelada pelo quarto ela pega em sua mala um delicado e sexy baby doll e veste. Contudo, na cama, mesmo cansada por conta do puxado dia de trabalho, e em meio a suave luz da luminária na parede, ela não cai no sono... sua cabeça pensa em várias coisas, tanto profissionais como pessoais. Seu celular na cabeceira da sua cama meio que lhe tenta a fazer o que o seu chefe falou, ligar para ele, pois ele disse que estaria esperando.
Minutos depois, Júlia, da sacada do hotel, sob um céu nublado, contempla a escura São Paulo, em meio a um emaranhado de prédios imensos com aparência depressiva e com algumas de suas janelas abertas e que mostram luzes acesas... Ela evita olhar para baixo por vertigem... sua mente se faz muito pensativa... onde tais pensamentos trazem a imagem do seu marido André sorrindo, colocando uma aliança em seu dedo diante do padre, parentes e amigos, como ela também pensa na sua mãe, na sua família... nela saindo de casa, pegando ônibus e chegando na empresa pela primeira vez para seu primeiro dia de trabalho... e assim ela vai relembrando de algumas coisas e momentos vividos até então.
De repente a voz rouca de Gaspar chama seu nome... ela vira apenas seu rosto e olha pra ele ali atrás... parado, com uma garrafa de vinho e duas taças... porém o que lhe causa susto ou admiração é o fato dele estar apenas de short de dormir... exibindo seu viril e avantajado corpo branco malhado... encarando ela em silêncio, como quem ordenasse a ela vir para ele... ao mesmo tempo deixando claro para ela que se ela o chamou, não tem mais volta... Júlia vai deixando a sacada e entrando novamente no quarto, colocando sua mão direita na mão estendida de Gaspar... ao tempo em que a garrafa de vinho e as duas taças caem ao chão por sobre o carpete enquanto eles se beijam enfurecidamente.
Ele a pega no colo, caminha com ela até a cama e a joga por sobre... ela cai quicando, rindo... ele sobe na cama e simplesmente rasga ao meio a blusa do baby doll dela com brutalidade, fazendo seus moles e gostosos peitos morenos chacoalharem expostos... Júlia sente medo ao encarar a fome nos verdes olhos do seu patrão, de rosto por sobre o seu... e usando da mesma brutalidade que ele rasgou a blusinha dela, ele arranca o short dela pelas pernas dela, Júlia mal se ajeita e recebe em cima de si o avantajado corpo de Gaspar... onde todo o cheiro do amadeirado perfume gostoso dele adentra as narinas dela enquanto é beijada ferozmente, com muita chupada de língua...
Logo ele desce seu rosto nela abocanhando seus fartos peitos, fazendo Júlia gemer agoniada com tamanha pressão que ele usa para lhe mamar... e assim vai descendo à base de chupões e lambidas pela sua barriga trêmula e pela sua virilha... até que ela é domada por ele pelas coxas, onde ele as coloca por sobre cada ombro seu enquanto debruça seu rosto por entre as pernas dela e encaixa a sua boca em sua buceta... Nossa, Júlia é arrebatada por um terremoto interno que sobe lhe tremendo toda, extasiando seus sentidos, lhe entorpecendo e fazendo-lhe revirar os olhos e a cabeça na cama, onde sua respiração embarga entre gemidos agoniados... pois o rachado da sua buceta e seu grelinho são praticamente devorados pela faminta boca do seu patrão... o orgasmo é imediato, bruto, visceral.
... e sem tempo para curtir tais reações em seu corpo todo, ela já recebe o corpo dele por sobre o seu e por entre suas pernas, de forma possessiva, onde ela geme ainda mais agoniada ao sentir as paredes internas da sua pequena buceta se apartarem, se arregaçarem conforme é penetrada por um grosso colosso de carne endurecida.
Júlia praticamente sem ar, geme a cada suspiro enquanto aguenta por sobre o seu corpo o avantajado corpo do seu patrão, lhe fazendo quicar de costas na macia cama enquanto ele lhe desfere virilhadas por entre as pernas... lhe socando forte na buceta... no pouco que ela consegue abrir seus olhos ela abaixa o rosto e olha por entre o corpo dela e o dele, onde por entre suas pernas arreganhadas enquanto ele bate virilha ela flagra o que pode ser o tamanho daquela rola que não para de lhe socar, cuja a cabeça graúda lhe espanca sem parar e bem forte a parede do útero... o homem trepida entre suas pernas num ritmo constante, lhe arrancando gemidos de dor... agonia... e prazer...
Não é nada parecido com o jeito suave como seu marido André lhe comia, Gaspar não é nada gentil, é um animal saciando seu instinto... onde ao se erguer do meio dela, já tratou de a pegar de supetão e a virar bruscamente de quatro pra ele, onde Júlia assustada recebe mais uma penetrada repentina dele na sua buceta... agora por trás... onde ela percebe por meio do comportamento tarado e possessivo dele, o quanto ele é dominador, pois a forma como ele a segura pelas ancas e a puxa ao encontro da virilha dele para meter-lhe a rola na buceta é qualquer coisa de selvagem... Júlia começa a ser fortemente arremessada enquanto segue sendo puxada pelas imensas mãos dele a domando firme pelos seus quadris, fazendo as macias carnes da sua gostosa bunda morena tremerem a cada pancada violenta da larga virilha dele... enquanto a sua bucetinha é fortemente arregaçada à base de velozes socadas da endurecida e grossa rola.
Em meio a agonia de ser domada e fodida assim, tão agressivo, Júlia chega a colocar uma mão atrás na tentativa de fazer ele ir com mais calma, socar mais devagar... mas que nada, Gaspar faz questão de mostrar pra ela que gosta de foder é assim mesmo, com força... Júlia usa de todo o ar que ainda lhe resta para gritar entre gemidos... mandando ele parar.
Gaspar parou, e tirou o pau dela, contudo usou esse tempo para puxar ela e beija-la pornograficamente... onde em seguida ele apertou a garganta dela com uma mão e enquanto encarava ela, disse:
- Você quer, não é?
E ela, olhando dentro dos verdes olhos dele, sussurrou meio gemendo:
- Queeroo...
E ele: - Pois então me obedeça.
Júlia foi mais uma vez colocada de quatro por ele, que lhe enfiou de uma vez até o talo do seu pau na bucetinha dela por trás e a voltou a comer ela a puxando forte pelas ancas, fazendo ela gritar entre gemidos:
- FIILHO DA PUUUTAAAAA...
Ele ri, aumentando o ritmo da socada, arrebentando a virilha na bunda gostosa dela sem dó enquanto lhe arregaça a buceta com requintes de estupro... os peitões de Júlia chacoalham por baixo dela de quatro, sua bunda dói de tanto ser surrada pela virilha e pelos tapas que ele desfere aqui e ali... até que ele geme alto, parando, estremecendo, prendendo ela com as mãos em suas ancas contra a sua virilha enquanto despeja toda a sua porra dentro dela.
Gaspar, em total estado de cansaço, gemendo e ofegando feito um bicho após devorar sua presa, foi deixando a cama rumo ao banheiro... e Júlia ali deitada na cama de panos amarrotados, gemendo completamente suada e atordoada... sentindo na sua molhada buceta um latejante arregaço.
Pela manhã... Júlia desperta cedo, o lençol escorrega pelo seu moreno corpo nu enquanto ela se senta na beirada lateral da cama, se espreguiçando, passa as mãos em seus negros cabelos ondulados, então se levanta e vai descalça até o banheiro.
Lá ela senta no vaso, e começa a fazer seu xixi... Nisso Gaspar vem entrando no banheiro... Júlia se assusta, pois Gaspar está sob o efeito da sua ereção matinal... na verdade aqui é o primeiro momento de fato em que ela vê com todos os detalhes o pau dele. Gaspar para em pé diante dela sentada no vaso... Júlia coloca a mão no pau dele e começa a alisar... falando:
- Nossa...
Ele, em pé, acariciando os cabelos dela, pergunta:
- Gostou?
Ela simplesmente ri mordendo seu lábio inferior, enquanto coloca sua outra mão e o masturba, sendo que Gaspar pede:
- Bota na boca.
Júlia com uma mão massageia as bolas rosadas e grandes dele, cheias de pelos meio aloirados, enquanto com a outra mão masturba o pau dele e acolhe a sua inchada cabeça rosada com seus delicados lábios e começa então um caprichado boquete, como ela jamais fez em seu marido André. Ela chega a gemer manhoso e a revirar os olhos enquanto sente o quente e espesso esperma jorrar da rola do patrão e se espalhar por dentro da sua boquinha... escorregando pela sua garganta abaixo.
Júlia, sentada no vaso, simplesmente lambe os lábios e ri de forma safada diante a imensa rola rosada do patrão pulsando após o esporro... Ele debruça seu rosto, beija a boquinha dela e fala:
- Sempre quando você quiser mais... é só vir e pegar.
Continua...