A morena Alessandra, 24 aninhos e estatura mediana, vinha da academia, toda gostosa e suadinha numa malha marrom colada que mais parecia uma segunda pele, dando a impressão, à primeira vista, de que ela estava nua de tão colada a malha contornando e desenhando cada detalhe de suas curvas e carnes apetitosas... Ela vinha bebendo sua água na garrafinha, caminhando sem pressa depois de uma hora e meia puxando ferro para manter seu belo corpinho em forma.
Alessandra mora em outra rua, onde vive com seu esposo, Leomar, de 32 anos, com quem é casada há dois anos... homem honesto e trabalhador, motorista de aplicativo e que passa o dia na correria.
Pelo menos duas vezes por semana a morena muda de caminho ao voltar da sua academia a fim de dar uma passadinha na casa dos seus pais.
E aqui ela chegou, passou pelo portão, sendo que ela tem uma chave, entrou sala adentro e foi direto pro banheiro... Onde foi tirando sua malha colada marrom, seu sutiã, e assim fazendo seus fartos peitos morenos da cor de chocolate e com aréolas e bicos marrons mais escuros balançarem livres, descendo em seguida a sua calcinha fio dental, que conforme ela ia puxando pra baixo a danada ia desatochando do seu rego quente e suadinho, expondo sua bela e grande bunda morena empinada e com uma marquinha de biquíni, suas viçosas coxas torneadas e uma xoxota lisinha bem carnuda e greluda em formato de capôzinho de fusca... aliás, se é permitido usar a expressão “bem dotada” para uma mulher, então a morena Alessandra se enquadra nesse quesito com louvor, pois a morena é bem bucetuda. Praticamente o formato de uma mão em concha.
E aqui, mais tesuda do que nunca justamente por estar peladinha, ela entrou debaixo do chuveiro já passando mãos em seus cacheados cabelos castanhos pintados e em todo o seu corpo, de rosto virado pra cima sentindo a gostosa água causar-lhe aquela sensação terapêutica de alívio, fazendo as suculentas carnes de seu corpo irem descansando de toda a malhação de minutos antes.
E enquanto tomava seu banho, sem pressa, passando suas mãos com sabonete em cada parte do seu insinuante corpo moreno chocolate, ela meio que tomou um susto e parou... nisso ela desligou o chuveiro... ficou quieta prestando melhor atenção... ciente escutado algo estranho bem perto... aí ela mira bem no espelho do armário na parede da pia, bem ali ao lado da porta do banheiro, e vê o reflexo de um rosto... Sim... o rosto de alguém meio que espreitando pela porta semiaberta.
Ela até disse:
- Pai?
Rapidamente ela pegou a toalha, enrolou em seu moreno corpo ainda molhado e foi deixando o banheiro... e fora do banheiro ela flagrou quem a olhava... era seu irmão caçula, Adriano.
Alessandra não contou conversa e já chamou a atenção dele demonstrando raiva:
- Adriano, que porra é erra? Tava me espionando, moleque? Deixa de ser tarado, rapaz, me respeeitaaa!!
Ele encarava ela com um sorriso cínico, enquanto ela disse:
- Eu vou falar pra mamãe que tu anda me espiando no banho, viu, moleque?
E ele então devolveu chantagem com outra chantagem, ao falar pra ela:
- Pode falar... e eu vou falar pro teu marido que tu anda chupando a rola do papai.
Alessandra calou, deu uma ajeitada na sua toalha enrolada em seu gostoso e vistoso corpo, ficou encarando o moleque ali diante dela, e disse:
- Deixa de conversa, moleque, que merda é essa que tu tá falando?
E o moleque, em pé diante dela, apontando o dedo pra cara dela, insistiu, convicto do que falava:
- Deixa de ser sonsa, eu sei... toda vez que tu vem da academia e passa aqui em casa, é porque tu sabe que eu tô pra escola e a mamãe tá no postinho de saúde pras consultas dela... aí tu fica sozinha com o papai... e eu vi, eu vi tu fazendo um boquete na rola dele... inclusive eu até filmei com meu celular, quer que eu te mostre?
Alessandra calou, passando uma mão em seus cabelos em tom de aflição, completamente sem jeito, sem reação... enquanto com a outra mão ela segurava a sua toalha na altura dos seus peitos em seu corpo moreno molhado. Onde falou meio baixo pro irmão:
- Pelo amor de Deus, eu te peço, não mostra isso pra ninguém não, tu vai me complicar com o meu marido, ele me mata, ele mata até o papai.
Adriano começou a rir da cara de nervosa da irmã, e disse:
- Agora tu confessa, né? Sua sem vergonha do caralho... fodendo com o próprio pai... Vagabunda.
Ela: - Para com isso, moleque. Fala baixo.
E ele: - Eu tô sozinho aqui, o papai saiu com a mamãe pro supermercado. Eu sabia que tu quando voltasse da academia tu ia passar aqui em casa... hoje era dia de tu dar uma mamada na vara dele, né, cachorra? Porque tu faz isso? Me diz?
Ela: - Não é da tu conta.
- Tu gosta, né, sua puta? Eu vi no vídeo que eu fiz de vocês... O jeito que tu mama na pica dele, tu fica toda alegre, se babando toda com a rola do velho. Deixa até ele gozar na tua boca. Sua puta.
- Para, moleque, para. Anda, me fala aí, quanto é que tu quer pra apagar a porra desse vídeo e ficar de boca calada?
O moleque ali diante dela, começou a caminhar ao redor dela em silêncio, olhando pra ela do rosto aos pés, ela só de toalha, recém saída da água do chuveiro, cabelos até pingando molhados, semblante de aflição, afinal, se esse moleque abrisse o bico seria um escândalo não só na sua casa como no bairro todo, já que esse tipo de coisa chega rápido na boca das fofoqueiras de plantão da rua... e ela ali olhando pro irmão caminhando ao seu redor com a cara mais cínica do mundo... enquanto ele disse:
- Vamo ali no meu quarto que eu te digo quanto eu quero.
E já no quarto dele, o moleque fechou a sua porta e já foi descendo a sua bermuda, onde de pau duro pegou na toalha da irmã Alessandra e a puxou do corpo dela, deixando ela nua, que assustada falou:
- Que é isso, seu safado?
Ele se passou pra irmã agarrando e beijando ela, ela tirando o rosto, empurrando ele, querendo se sair dele. E ele afoito nela:
- aaii, seu taraadoo, saaii, saaii, me laargaaa...
- Sua puta, eu também quero fazer contigo o mesmo que o nosso pai faz, anda, vem cá, sua gostoosaaa...
Alessandra empurrou ele forte, e pelada ela olhou pra ele e disse:
- Espera, porra... Calma. Vamo fazer direito, fica calmo.
A morena e gostosa Alessandra deu passos até o irmão, se agachou diante dele, pegou no pau duro dele e caiu de boca, começando um boquete bem caprichado, e ele em pé cambaleando, gemendo e colocando uma mão na cabeça da irmã:
- aaiiii que deliiciiaaa... iissoo, iissoo, me chupa gostoso, chupa, maniinhaaa... me dá o mesmo boquete que tu dá no papai, vaaiii, rrraaammmrr, que boca mais gostoosaaa... mmmrrr...
Alessandra ali pelada e acocorada de pernas abertas, segurando nos centímetros medianos de rola morena escura do maninho de 15 anos, mamando numa jogada de rosto pra frente e pra trás bem ritmado, chegando a engolir toda a vara dele com facilidade.... deslizando seus lábios no pau todo e chegando a fazer pressão quando mamava na cabecinha, fazendo o moleque gemer e revirar os olhos com tesão... aqui e ali ela tirava a boca do pau do maninho e falava em tom de raiva, ofegante:
- Filho da puutaa. Tu me paga, seu viado.
E ele, puxando ela pela cabeça e empurrando a rola na boquinha dela:
- Não paraa, chupa meu pau, vagabunda, chuuupaaa...
Alessandra aumentou então a pressão do boquete, a velocidade do seu rosto e quase arranca o pau do irmão... chupando bem forte e em tom de raiva, fazendo ele gemer e se tremer cambaleando e quase caindo... até que num ato de agonia extrema ele jogou a cabeça para trás eee...
- aaaaahhhhhrrrr... aaaahhh caraaalhoooo, tô gooozaaaannnnn.... rrraammmmrr...
Alessandra agachada e ainda segurando no pau do irmão, também gemeu e revirou seus olhos enquanto ainda sugava a cabeça da rola dele com bastante força e assim engolia toda a porra que conseguiu extrair dele... onde o moleque cambaleou por sobre ela e com suas mãos na cabeça dela. Em seguida ela se levantou e foi pegando a sua toalha no chão a fim de ir buscar sua roupa no banheiro e ir embora antes dos pais voltarem.
Mas assustou-se quando foi agarrada por trás numa encoxada pelo seu maninho, todo ofegante e ainda bem tarado, abocanhando o pescoço dela num chupão enquanto ela falava tentando se sair dele:
- Saaii, seu meerdaaa, já cheegaa, saai, saaaiieeerr...
E ele, encoxando ela por trás, mantendo ela presa no corpo moreno, magro e alto dele, abraçando ela ao meio e a puxando pra ele, onde o pau dele tava por baixo e por entre as pernas dela, roçando na buceta dela, com ele falando no ouvido dela enquanto chupava seu pescoço, seu ombro esquerdo e fungava feito um bicho no cio:
- Vem cá, sua safaadaa... pensa que acabou, ééhhh??
Adriano só tinha 15 anos, mas era um adolescente magrão, alto, moreno chocolate, e por conta da idade o moleque tinha muita força e vigor, e aqui ele estava super tarado pela irmã gostosa, toda pelada no quarto dele, onde ele a pegou, a jogou na sua cama e deitou nela beijando ela, ela tentando se livrar dele, mandando ele parar, sair de cima dela, largar ela, e ele chupando o pescoço dela, pressionando ela com seu corpo no dela... onde ele caiu de boca nos peitões dela e os mamou... ela gemendo e mandando ele ir mais devagar, falando entre gemidos de dor que tava machucando ela... e ele por sobre ela, segurando as mãos dela contra a cama de um lado e outro na altura da cabeça dela, disse:
- Fica quieta então, que eu faço direito. Deixa, deixa eu te comer que nem o papai te come, porra.
Alessandra ali deitada na cama de solteiro dele, olhando pra cara de tarado do irmão... disse:
- Tá, mas vai com calma.
Adriano então foi com mais calma, mamando nos peitões da irmã gostosa, sem pressa, e ela gemendo meio com raiva, mandando ele não morder... e ele descendo o rosto nela com chupões e lambidas até pegar ela pelas coxas, arreganhar ela e cair de boca na bucetinha carnuda e toda carequinha dela... e aqui Alessandra gemeu mais alto, agoniada, onde sentiu até um começo de prazer enquanto a boca e língua do irmão lhe chupava a buceta sem parar... ela foi se contorcendo mais e mais, revirando a cabeça... até que num certo instante ela jogou seu corpo pra cima quicando de costas, se tremendo e ofegando agoniada:
- aaaiieeeerrrrhhhhrr... aaaaahhhrrr, fiilhooo daaa puuuutaaaaahhhhrr...
Alessandra gozou gostoso na chupada do seu irmão, foi algo que ela nem esperava, pois ela estava com raiva dele... e ele mais uma vez subiu pelo corpo dela beijando, lambendo e chupando ela toda, voltando a mamar em seus peitos, beijando a boquinha dela, onde ela abraçou ele dando uma chave de pernas nos quadris dele para conter ele... e nisso ela pediu:
- Tem camisinha aí?
E ele, olhando nos olhos dela: - Não.
E ela: - Ah, seu desgraçado, tu não transa não, caralho?
E ele: - Não.
Ela deitada olhando pra cara cínica do maninho deitado por cima dela, gargalhou... e disse:
- aaii meu Deus, onde eu fui me meter, srsrsr... Virgem e tarado, rsrsrs...
Nisso ela mandou ele sair de cima dela por um instante... onde ela sentou na cama ali ao lado dele... ela chegou até mesmo a pegar no pau dele, durinho feito ferro, olhou... e disse:
- Caralho, moleque, tu nunca meteu isso aqui em buceta nenhuma e quer meter justo na minha? Tua irmã?
E ele, tarado, disse sorrindo:
- Vale a pena. Eu adoro você.
Ela achou até bonitinho isso da parte dele, até riu pra ele... E nisso ela voltou a deitar mais no meio da cama dele, uma puta cama pequena de solteiro e que rangia pra caralho... e assim ela foi abrindo as pernas pra ele, e disse:
- Vem logo, anda... me fode logo e acaba com isso.
E ele: - Sem camisinha? Tem nada não?
E ela: - Eu me cuido, meu marido também não gosta de camisinha não, vem.
E ele: - O papai também te come sem camisinha?
E ela: - Cala a boca, seu desgraçado! Quer me comer não? Anda. Me mete logo essa porra, vem.
Adriano por sobre a irmã, segurou seu pau e esfregou no rachado melado da bucetona inchada dela e encaixou a cabeça na entradinha do orifício, onde empurrou e meteu, gemendo de tesão ao sentir deslizando pra dentro, Alessandra também gemeu porque a pica do maninho tava bem seca de tão dura... e nisso ele deitou por entre as pernas arreganhadas dela e com suas mãos apoiadas na cama de um lado ao outro do corpo deitado dela e começou a movimentar seus quadris subindo e descendo virilha no meio dela, socando aos poucos sua pica na buceta dela... e ela já com seus pés pro alto, toda arreganhada aguentando as batidas de virilha do maninho e quicando de costas na cama:
- aaaiii filho da puutaaaahhhhrr... cachooorrrooooo, desgraçaaadooo... me foode, poorraa, me fooodeee... rraammmrrr...
O moleque tava louco macetando entre as coxas morenas e torneadas da gostosa da irmã, batendo forte virilha no meio dela, chegando a fazer barulho seco de TAP TAP TAP TAP TAP TAP ecoando em seu quarto enquanto a sua cama fuleira rangia as molas e batia a cabeceira na parede... ela gemia, revirava os olhos... aqui e ali ele descia seu rosto beijando ela na boca, e ela abraçando ele e pedindo:
- iissoo, filho da puutaa, queria foder a irmã, então me fode direito, vaaiimmr, vaaiimmrr, iissoo, iiissooo, assiimmr, me fooodee, me fooodeee, mete essa roolaa, meeeteeee... rraammmrr, não paaraaa, não paaaraaa, não paaraaaahhhhrr...
O moleque então se empolgou e começou a tacar virilha no meio das pernas arreganhadas da gostosa da irmã numa puta socada de rola que fez a cama trepidar junto com eles e Alessandra entrar em agonia pura de tanto gemer, tendo que aguentar o ímpeto do irmão tarado lhe socando forte e veloz a pica na buceta... onde ela gozou forte enquanto a rola dele ainda lhe socava sem sair de dentro... e tome quicada, tome socada, tome batida de virilha entre as pernas, a virilha seca do moleque ardia nela de tão forte que ele batia. Alessandra num surto de tesão gozou de novo, bem forte... O moleque foi parando, diminuindo a intensidade das virilhadas no meio dela. Houve um intervalo com beijos e mais beijos na boca, onde ela disse:
- Senta, vou te montar.
Ele sentou na beirada da cama, ela veio toda gostosa, suadinha, pelada e foi montando de frente no colo do seu maninho, que agarrou os peitões dela e os mamou enquanto ela ia fazendo o pau dele deslizar na sua buceta ao sentar nas coxas magras dele, ela toda manhosa gemeu falando:
- aaii, moleque, que pica mais seca é essa, aaiimmrr minha buceetaa... mmmrr...
Ela apoiou seus braços por sobre os ombros dele e começou uma quicada ritmada a base de muito requebrado de quadris e uma sentada espetacular que só safadas e putinhas como ela consegue, fodendo o cacete do irmão num sobe e desce frenético, batendo com seu rabão moreno nas coxas magras dele, onde ela jogava seus pintados cabelos castanhos entrançados para um lado e outro, saltitando seus peitões gostosos na carinha dele, ao mesmo tempo gemendo:
- aaii caraalho, até que tá valendo a penaaa, mmmrr, que pica mais gostooosaaa... aaiii minha buceeetaaa, rraammrrr... fica quietinho, moleque, fica quietinho que a tua maninha vai goozaaarr... rraammmrr...
E ela gozou forte se tremendo toda, sentada montada nos cambitos do irmão, rebolando sua potranca de rabo moreno enquanto apertava, esmagava o pau dele com sua buceta se contraindo ainda sob o efeito do orgasmo... a morena estava em estado bruto de tesão e prazer no colo do irmão, abraçando ele e fazendo a cara dele sumir entre seus peitões.
Ela desmontou dele... ficou ali puxando um pouco de ar, passando as mãos entre seus peitos suados e o moleque morto na cama, de pau pulsando todo melado do suco da buceta dela. E ela falando:
- Não fala isso pra ninguém, seu merda, se não meu marido me mata e te mata também.
E ela foi pegando a toalha no chão, e nisso ele ali na cama, falou:
- Não, não vai agora não, eu quero mais.
E ela: - Adriano, chega, o papai e a mamãe vão já voltar, deixa de ser tarado, porra.
E ele: - Tá faltando eu comer tua bunda, anda, eu quero tua bunda. Se não me der não adianta de nada, eu vou contar pro teu marido mesmo assim.
Alessandra olhou com tanta raiva pra esse moleque. Mas... não tinha o que fazer, pois uma vez um segredo seu nas mãos de um aproveitador como ele, ela tinha mais era que obedecer. Assim ela voltou pra cama dele, se colocando toda cachorra de quatro na beirada, onde olhando por sobre um ombro para ele, disse:
- Anda. Vem. Mas vem com calma.
Adriano na punheta, de pau ainda duraço, comendo a bunda gostosa da irmã com seus olhos, com ela virada para ele nessa posição espetacular que só deixava ela ainda mais gostosa, com aquele xoxotão dela por baixo entre pernas abertas em formato de concha e aquele seu cuzão tesudo piscando... pedindo pra ser fodido.
Ele ajoelhado por trás dela, com uma mão no alto da bunda dela e a outra segurando seu pau, ele foi encostando a cabeça do seu pau marrom bem no cuzinho dela e empurrando... Alessandra então reclamou:
- Adriano, calma, porra, não é assim. Tem que fazer um carinho antes, porra... Dá uma lambida no meu cuzinho antes, vai.
O moleque agarrou a bunda gostosa da sua irmã e desceu seu rosto no meio, começando a fazer do cuzinho dela um sorvete de tanto que passou a lambida de baixo pra cima... Alessandra foi reagindo enquanto sustentava seu corpo de quatro:
- aaaiimmrr, iisssoo, iissso, seu safado filho de uma puuutaaa, se quer comer meu cu, tem que lamber antes... laambee... lambe mais, laambee, iisssooo... assimmrr, asssimmrr... isso mesmo, é assim que eu gosto... lambe meu cuzinho, laambee... mmmrr, não paaraa, não paaraa... rraammmrr... aaii caraaalhooo... quer comer meu cu, então faz direito, poorraa, rrraaammmrr...
Adriano ficou maluco diante da raba gostosa da irmã, de cara no meio, passando a lambida o tempo todo no cuzinho dela, ora lambendo desde a buceta dela por baixo e subindo rego acima por sobre o cuzinho tesudo dela, deixando a irmã super arrepiada e se tremendo toda, chegando a rebolar na cara dele... E pra aumentar ainda mais seu tesão, ela colocou uma mão por baixo de seu corpo de quatro e começou a tocar uma siririca no grelinho da sua buceta... nossa, a morena foi a loucura gemendo e quase gritando alto no quarto do seu irmão enquanto tomava em seu cu lambidas e mais lambidas dele.
Contudo, ele parou de uma vez, mesmo que morrendo de vontade de continuar chupando o cu da irmã, pois ficar olhando pro rabo dessa morena aberto dessa forma, com ela de quatro que nem uma cadela, mostrando um cu tão tesudo assim como o dela, a vontade dele era de ficar horas só lambendo até deixar as pregas do lado avesso... mas Alessandra também estava já morrendo de vontade de dar o cu, tamanho o estímulo que a chupada do seu irmão lhe deu... e assim, em pé no chão, diante dela de quatro na beirada da cama dele, o jovem e magro Adriano domou a gostosa bunda da sua irmã Alessandra com uma mão e com a outra segurando seu pau duro foi cutucando o meio com a cabeça, forçando meio de leve, meio forte, apreensivo em sentir de uma vez... e ela guiando ele:
- Calma, calma... bota devagar, porra... issoo, sem pressa... tá entrando, vem mais, vem, devagar, bem devagar se não machuca... assiimmrr, assiimrr... aaiiimmmrr... Bota mais, bota, pode botar, pode botaaarr... aaaahhhhrrr...
Adriano gemeu num tesão absurdo. Era como se ele tivesse sentindo seu pau explodir, tamanha excitação em senti-lo adentrado no meio do rabo maravilhoso da sua irmã... e de pau dentro ele ficou alguns instantes parado, segurando a bunda dela pelas ancas e olhando por cima o formato de coração da bunda dela e pro seu pau moreno marrom atolado até o meio no cuzinho dela... e ela dando ordens como uma safada experiente e acostumada a dar o cu:
- Fica paradinho, assimmmrr... deixa que eu mexo minha bunda, mmmmrr... aassiimmrr... assiimmr, sente meu cu, sente... sente, seu safado, sentee meu cu comendo esse teu pau... mmmrr...
Adriano em pé no chão diante da bunda gostosa da irmã se movendo para frente e para trás, enquanto sentia seu pau sendo engolido pelo cuzinho dela... onde de repente ela parou sem deixar o pau dele escapulir do seu cu e disse:
- Fode logo, vai, faz logo o que tu quer, filho da puta, vaaaiii...
Adriano segurando a raba dela por trás, com ela de quatro toda arrebitada pra ele, começou a mexer seus quadris metendo a rola sem camisinha no cu da gostosa da sua irmã de um jeito que ele mesmo começou a gemer alto, de puro prazer, pois pra ele estava sendo a realização de uma tara que há muito tempo ele guardava em segredo, e aqui ele tava aproveitando a oportunidade pra realizar... e que rabão gostoso e vistoso a sua maninha tinha, que cuzinho mais macio, quentinho, no qual ele tava socando sua rola sem dó, sem tirar de dentro, aumentando a velocidade e fazendo ela ser sacudida pra frente e pra trás a cada tapa de virilha em sua bunda morena tremendo as nádegas, com ele socando, socando, socando, socando... puxando ela e socando, puxando e socando... e a rabuda da irmãzinha dele toda safada de quatro sendo domada por ele e tomando virilhada atrás, só gemendo e gritando:
- aaaaiiiimmrr aaiiimmrr aaaaiiieeerrr, devagar caraalhoooo, aaii meu cuuu, aaii meu cuuuurrr... fode devagaaarr Adriiaaanoooo, tá maachucaandooo, rrraammmrr...
O moleque tava enlouquecido, puxando a irmã pelos cabelos com força, sentando o tapa na bunda dela e tome rola no cu dela, tome rola, tome rola só no cuzinho dela... onde sua virilha arrebentava na bundona gostosa dela enquanto seu pau socava entrando todo no meio, arrombando o cu dela num entra e sai descontrolado... a coitada da irmã chegou a cair de cara na cama e se agarrando aos panos enquanto ele ainda mantinha a bunda dela erguida pelas mãos dele a segurando firme e forte pelas ancas enquanto batia virilha atrás, surrava, espancava socando a pica no cu dela sem dó... onde ele gritava ofegante, pingando de suor e descontrolado de tesão:
- aaahhh que cu gostooosoo, que cu gostooosooo, que cu gostoso você tem, maninhaaaa, rraaahhhrrr, aaahhhrr, aaahh vô gooozaaaahhhh....
O moleque parou de uma vez se lançando por sobre as costas da irmã, os dois desabando juntos de bruços na cama dele... ela por baixo e ele deitado nas costas dela completamente ofegante e gemendo de agonia enquanto sentia o seu pau esguichando porra enfiado no meio da bunda dela...
Nossa, que loucura, que foda, que comida de rabo. Alessandra foi mandando ele sair de cima dela, e o moleque beijando as costas dela, querendo mais, e ela mandando ele largar, falando que já chega, que seu cu tava doendo, que tinha que ir pra casa dela...
... quando então, ouve-se barulho no portão da casa e a voz da mãe deles. Nisso Alessandra assustada, falou:
- Eita porra, o papai e a mamãe voltaram. Sai sai sai... Vai lá pra cozinha com eles que eu tenho que ir pro banheiro, minha roupa de academia tá lá, se o papai entrar logo no banheiro ele vai notar que é minha, sai sai saaaii...
O moleque meio se tremendo por conta de alguns espasmos e com as pernas lesadas foi vestindo apressado sua sunga, a bermuda e deu o fora do quarto, indo pra cozinha onde estavam seus pais que tinham acabado de voltar do supermercado, enquanto sua maninha se trancou no banheiro para enfim tomar um banho e limpar seu cu arrombado da porra e do sangue depois dessa currada feroz que tomou do irmãozinho tarado e chantagista.
Adriano foi entrando na cozinha todo sem jeito, como se na sua testa tivesse escrito: “acabei de comer a minha irmã”, onde ele passou direto pra geladeira pra pegar uma água, disfarçando, sem sequer olhar pro pai ali diante da mesa, afinal, ele sabia que a irmã era putinha do pai e ele tinha acabado de comer ela também... seria isso uma “corneada incestuosa”? E o pai tirando algumas compras das sacolas do supermercado junto com a mãe, perguntou pra ele:
- Foi pra escola não, moleque?
E o cínico falou:
- Não, tive dor de barriga e voltei.
Ao mesmo tempo a mãe disse:
- Tem gente no banheiro?
E o moleque fala:
- É a maninha que acabou de voltar da academia e veio tomar um banho aqui.
Nesse momento Adriano olhou pra cara do velho, que claramente ficou desconfiado, afinal, o esquema dele com a filha é sempre esse, dela voltar da academia e eles ficarem sozinhos em casa pra foder. E o coroa até disse:
- Ué, ela nem falou que vinha aqui hoje.
E Adriano, bebendo uma água, todo suado, olhando pra cara cínica e sonsa do pai, disse:
- E a sua filha precisa avisar quando vem aqui, pai?
O velho desconversou e foi pra sala.
Os dias passaram, o segredo dessa foda ficou entre os dois irmãos, Adriano e Alessandra. O moleque continuou indo pra escola normalmente, mas ciente de que a irmã estava dando um tempo nas visitas na casa dos pais, talvez desconfiada por ele ter descoberto o esquema incestuoso entre ela e o pai. Contudo, eis que num certo dia a mãe disse que tinha compromisso na manhã seguinte, o moleque então já pensou que poderia enfim rolar uma visita da irmã.
E quando foi no dia seguinte, Adriano se arrumou todo e deixou a casa com mochila a tiracolo rumo a escola, a mãe foi pro postinho de saúde do bairro que ficava um pouco longe da casa deles e o velho ficou sozinho em casa. Tudo como sempre acontece para as safadezas entre pai e filha rolarem.
Porém, Adriano ficou na esquina, sentado numa calçada e tal por trás de uma árvore, esperando pra ver se a sua irmã iria aparecer... Dito e feito. Lá se vinha ela descendo a rua, voltando da academia toda gostosa como sempre em uma malha super colada detalhando suas curvas e carnes apetitosas, rebolando e levando os marmanjos da rua a loucura... indo pra casa dos pais... e nisso, ele logo pensou:
“O velho deve ter trocado mensagens com ela e essa hora deve tá de pau duro, só esperando ela entrar em casa.”
Ele esperou uns minutinhos até a irmã passar e entrar na casa dele... esperou se escondendo detrás da árvore para ela não o ver... esperou... observou... ela foi passando toda gostosa em cima da calçada do outro lado da rua, em direção a casa dele... até que ela parou diante do portão, abriu usando uma chave sua e entrou.
Adriano não foi de uma vez, ele deu um tempo ali só observando... esperando o momento certo de ir lá dar o flagra, como já fez uma vez, inclusive filmou... e depois de uns 10 minutos, ele atravessou a rua, com cuidado abriu o portão, escolheu ir pelo beco ao lado dando a volta na casa, para evitar entrar pela porta da sala que normalmente faz barulho e foi pelos fundos da casa, entrou pela porta da cozinha que tava aberta e dentro da casa foi caminhando silenciosamente e ao mesmo tempo estranhando tamanha calmaria. Na sala ele não viu ninguém, então ele caminhou até o quarto do seu pai, pegou na maçaneta da porta e girou com todo o cuidado... também não tinha ninguém... aí ele pensou no quarto que era da própria irmã quando ela ainda morava com eles antes de casar... e lá foi ele, nas pontas dos tênis... onde ao parar diante da porta já escutou sons peculiares... e nisso pegou na maçaneta, girou bem devagar e foi empurrando beeem suave a porta... e a medida em que ele ia abrindo a porta os gemidos da irmã junto a sons de virilhadas iam sendo libertados... e quando colocou sua cabeça para dentro, viu a irmã pelada de quatro na cama tomando um sacode e o seu pai em pé atrás a domando pelas ancas e a puxando pra ele enquanto metia-lhe a pica.
E não deu noutra, o velho se assustou quando olhou pro lado e viu a cara do filho ali diante da porta aberta:
- Ei, moleque!!
O velho saiu de detrás da filha de quatro, arrancando seu pau duro dela e colocando as mãos na frente, assustando olhando pro filho ali flagrando a foda deles, já Alessandra ainda de quatro, olhou pro pai por sobre um ombro e disse:
- Calma, pai, tá tudo bem. Entra logo, Adriano, fecha a porra dessa porta.
Adriano foi entrando, rindo do pai, chamando ele de safado, e o pai meio assustado por ter sido flagrado nessas condições com a própria filha, já ela, sentada na cama, passava mãos em seus cabelos entrançados, onde ela então voltou a se virar de quatro na cama, apontando sua bunda pro irmão enquanto chamou o pai:
- Vem aqui, pai, anda. Me dá teu pau na boca, vem.
E o velho ainda assustado com a presença do filho ali no quarto com eles:
- Mas... mas filha...
E ela: - Anda, pai, vem aqui. Tá tudo certo, ele já sabia.
O velho chegou mais perto do rosto da filha de quatro na cama, ela caiu de boca na rola dele num boquete movimentado e guloso enquanto o irmão Adriano foi tirando sua roupa da escola... e nu e de pau duro ele pegou a irmã rabuda por trás e meteu-lhe a pica sem camisinha na buceta, a puxando e socando, batendo virilha em sua gostosa bunda, onde ela era jogada para frente ao tempo em que mamava na rola do pai.
Daqui em diante a putaria tomou de conta desse quarto na casa dessa humilde família tradicional carioca, com a filha revezando na rola do irmão e do pai, ora o pai pegando ela de quatro e dava-lhe um sacode socando forte seu cacete no bucetão dela enquanto ela mamava na rola do irmão... ora o irmão deitava do meio das pernas dela e mandava ver uma surra de virilha enquanto dava-lhe uma comida com vontade... e ela o tempo todo mamando nos dois cacetes, do pai e do irmão... sendo que o velho tinha uma rola assustadora, meio envergada pra cima, cabeçuda, grossa e toda veiúda, as duas eram marrons num tom escuro, pois eles eram morenos da cor chocolate... e ela gemendo mais que uma putinha, gemendo e gozando na vara do irmão e do papai...
- aaiii papaaaiiieeerr... que rola gostooosa de seentaarr, rraammmrr... e tu, seu viado escroto, chantagista do caralho, vem aqui, vem, bota a tua na minha boca, bootaaa...
Outra hora ela gemia de dor:
- aaiii papai, aassim meu cu arrombaaa, caalmaaa, aaiiieeerr...
E o velho todo tarado, urrando, babando de tesão pelo rabo maravilhoso da filhinha, domando ela de quatro e metendo-lhe a piroca no meio com vontade... fazendo ela berrar enquanto dava-lhe uma bela enrabada... Logo ela virava essa sua bunda gostosa de bandinha pro irmão e gemia com o pau dele entrando nesse mesmo cuzinho que o pai tinha acabado de foder... e ele metia gemendo:
- aaiii, maniinhaa, que cu gostoso você teem, aaaahhhhrr...
Logo depois ela tava quicando sentada na rola do pai deitado na cama, enquanto o irmão em pé na cama dava sua pica na boquinha dela... era sempre uma rola entrando em algum buraco dela e outra pra ela mamar... E os peitões dela o tempo todo chacoalhando conforme ela se jogava pra cima sentada numa das rolas... a danada montava e pulava enlouquecida rasgando sua xoxota no pau do irmão ou do pai... galopava quase arrancando a rola deles, batendo com a buceta no saco deles... e só parava quando se tremia toda, gozando com força.
Teve outra hora que o moleque todo tarado pegou ela de pernas abertas e pra cima, meteu no meio dela, onde o pau dele se melou todo na porra que o pai dele tinha gozado ali mesmo na entrada da buceta dela... na verdade as porras de pai e filho se misturavam dentro dos orifícios de Alessandra... da mesma forma que ela pedia que eles gozassem em seu rostinho, ela inclusive pedia pra eles dois baterem com seus paus na carinha dela.
Porém, era de quatro que mais eles pegavam ela, pois dava gosto de ver essa morena gostosa de bunda virada pra eles... e olhar pra bunda dela enquanto o pau era socado por trás dava um prazer sem discrição tanto pro pai como para o filho, onde cada qual por vez fazia a safada de cadela, pegando firme e forte ela pelos seus quadris largos e metendo-lhe a pica seja na buceta ou sem seu cuzinho... a predileção de pai e filho era pelo cu de Alessandra, pois uma bunda como a dela pedia rola no cu... e a safada tinha um cu delicioso de meter e socar... E ela mesmo adorava dar a bunda pra eles, sempre arrebitando lá no alto e toda arreganhada pra eles socarem tudo e mais um pouco, o irmão com seus 18 cm e o papai com sua benga bizarra... e ela gemendo toda manhosa, sacudindo seus peitões por baixo e tomando tapas e mais tapas no rabo enquanto era feita de putinha.
Contudo, o papai, por ser mais velho e tal, cansou... deu até dor nas pernas, câimbra e tal... e ficou ali de canto sentado dando uma respirada, suando mais que um porco, enquanto olhava pra sua filhinha tomando um sacode de quatro do filho adolescente Adriano, que espancava o rabo da irmã enquanto lhe encacetava a buceta sem dó nem piedade, deixando ela gemendo mais que uma condenada, doendo a bunda de tanto tapa seco de virilha e a sua buceta de tanta paulada:
- Caalma, poorra, caalmaaa, aaaaiirr, aaiiimmrr, aaaaiieeehhhhrr, aaii caralho, devaagaaaarr, rraaaaahhhhhrrr...
E tome rola, tome rola, Alessandra sendo sacudida freneticamente, peitos por baixo balançando agitados e de buceta pingando suco no entra e sai descontrolado da rola do maninho tarado para o caralho, domando ela de quatro e sentando-lhe a virilha no rabo sem descanso... até que ele parou de uma vez dando uma puta gozada, disparando porra na buceta dela. E ao tirar o pau a irmã meio que se aliviou desabando de bruços, gemendo completamente ofegante...
Depois desse dia então, a rotina nessa família tomou um sentido diferente. Onde pai, filho e irmã meio que viviam num clima de comprometimento... onde o sexo pelo fetiche incestuoso era o ponto principal que os motivava a continuar se encontrando em segredo dentro de casa. Até quando? Nem eles sabem responder.
FIM!!
Obrigada e comentem por favor.