Fátima estava em busca de motivos para se animar, afinal, ela estava viva, ainda era jovem aos 50, bonita, atraente... e ainda bem que ela tem Lucas, seu filho único, de 23 anos, alguém que a conforta e a estimula a sair da monotonia e do estresse.
Lucas a levou pra um pagode, e lá Fátima conheceu os amigos dele, todos jovens na mesma idade do filho e que trataram a mãe do amigo super bem, aliás, os amigos de Lucas ficaram até encantados com a beleza e gostosura da mamãe do amigo, pois Fátima esbanjava fartura em curvas e carnes muito bem salientados por um vestidinho preto nas coxas e que moldava o formato de seu pálido corpo atraente. E muito dessa boa forma de Fátima era por causa de horas na academia, que também era algo motivado e incentivado pelo filho Lucas, que a chamou para ser sua parceira na malhação diária.
Lucas na verdade vem transformando a vida da mãe desde que ela descobriu as traições do esposo, Alexandre, pai de Lucas. Pois Alexandre viaja muito a trabalho para São Paulo e isso vinha atiçando a desconfiança de Fátima... Sendo que num certo dia, meses atrás, ela enfim teve provas claras da vida dupla do marido ao bisbilhotar o celular dele enquanto ele tomava banho e ver mensagens safadas de uma tal fulana que tinha idade para ser neta dele, como também fotos picantes da mesma.
Fátima ficou tão depressiva e triste com tal descoberta que rapidamente afetou na sua rotina dentro de casa. O certo seria brigar com o marido assim que ele saísse do banho e pedir o divórcio. Mas Fátima pensou no filho e que não valeria a pena se desgastar com o esposo a esse ponto. Mesmo estando puta da vida. Ela engoliu a seco, fez de conta que não viu nada e no dia seguinte contou para o filho Lucas, que, decepcionado com o pai, apoiou a mãe.
E partiu dele mesmo, do filho, tomar a iniciativa de colocar a mãe pra cima, chamando ela para malhar na mesma academia dele e sempre aos finais de semana chama-la para sair. Contudo, até então ele incentiva a mãe a pedir logo o divórcio. Mas Fátima preferiu dar tempo ao tempo e no momento certo iria chamar o marido pra colocar tudo às claras.
Lucas não tem uma namorada fixa, ele curte a vida, é garotão e pegador, mas acima de tudo é um filho presente na vida da sua mãe Fátima. E ela se sente muito confortada nisso, afinal, Lucas para ela é a melhor coisa que esse seu casamento falido lhe rendeu.
Bom, e voltando aqui a cena do pagode, ela mostrava todo o seu gingado e malemolência nos quadris enquanto se jogava no samba diante do palco, cantando os refrãos das músicas sempre com um sorriso em seu rosto, celebrando a vida distante do marido e junto a todos aqui nessa casa de show, inclusive junto dos amigos do filho, que não perdiam a chance de babar pelo corpo gostoso da mamãe cinquentona do amigo Lucas... onde seu vestidinho subia pelas suas pálidas coxas grossas, quase mostrando a calcinha e com seus fartos peitos sacolejando quase sendo lançados para fora do seu nada generoso decote. Fátima era uma galega, uma potranca, uma coroa tesuda, de estatura mediana e gostosa, uma mulher que não merecia chifres e sim um homem que a comesse todos os dias... Fátima não tem vergonha das rugas no rosto, nunca fez nenhuma plástica ou uso de qualquer coisa, ela simplesmente deixa a idade chegar, mas sem se entregar, apesar de ainda jovem, quente... com seus naturais cabelos castanhos avermelhados jogados para um lado e outro conforme ela mexia sua cabeça ao sambar e girar... Marcelo, um dos amigos de Lucas, chegou bem próximo de Fátima sambando, por trás, onde ela sentiu até o hálito do moleque no seu pescoço... mas ela se virou sambando, rindo pra ele e o encarando com um olhar faceiro, logo ela esbarrou em Gerson, outro amigo do filho, que também sambando chegou a pegar ela pela cintura, por trás, e ela mais uma vez girou se saindo desse outro moleque... então veio o Vinicius, sambando diante dela, cantando, chegando de frente e debruçando seu rosto perto do dela, onde ela e ele cantavam quase que se beijando... ela também se saiu dele. Sempre sambando, se requebrando, com aquela sua delícia de bundona branca sacolejando para lá e pra cá naquele vestidinho que teimava em ameaçar mostrar tudo por baixo.
Logo ela veio sentar perto do filhão, que estava diante uma mesa, bebendo e conversando com uma jovem morena bem gostosa. E entre um gole e outro, entre um beijo e outro na sua morena, Lucas via no jeito empolgado dos amigos, ali sentados à mesa numa roda de conversa e bebidas, o sucesso que a sua mãe estava fazendo, onde ele observava a forma que eles olhavam pros pálidos peitos suados e ofegantes dela no seu decote sexy, pra sua boca sempre rindo num batom vermelho, pra cada gestual dela jogando seus castanhos avermelhados cabelos... mas ele não tinha ciúmes, ele queria mais era que a mãe fosse olhada, desejada. Pois Lucas percebia que ela precisava disso, de homens admirando e desejando ela, afinal, meses atrás ela estava em depressão por se sentir desprezada pelo esposo.
Fátima aqui sentada ao lado do filho, de pálidas coxas cruzadas em seu vestidinho curto, conversando com o filho e com os amigos dele, provando de uma cerveja bem gelada e que no momento servia para aliviar o fogo em seu corpo experiente. Ela estava se sentindo tão bem, revigorada, livre, solta, feliz... gargalhando lindamente das bobagens que um e outro amigo do filho falava. Ela se sentia tão jovem quanto eles.
Ao fim do pagode Lucas foi ao banheiro, e junto estava um dos seus amigos, Vinicius, o mais velho dos amigos, de 27 anos, moreno, alto, malhado... onde enquanto eles lavavam as mãos na pia, o amigo disse algo, tipo:
- Porra, mermãozinho, com todo respeito, mas tua mãe é uma gata, hein? Teu pai viajando assim... na moral, eu sendo ele levava ela junto pra tudo que era lugar.
Nisso, Lucas simplesmente disse:
- Se tiver a fim de ficar com a minha mãe... chega junto. Tenta.
Vinícius olhou pra Lucas:
- Mas... e o teu pai?
- Meu pai não tá aqui, tá?
- Sério mermo? Posso?
- Minha mãe é adulta, dona da vida dela... ela responde por si. Eu trouxe ela aqui pra se divertir. O que ela quiser fazer, é com ela... se por acaso ela se interessar por algum de vocês, mesmo sendo meus amigos, quem sou eu pra proibir?
Vinicius ficou alegre com isso que o amigo disse e foi com tudo pra cima de Fátima, os outros amigos ficaram até admirados do amigo Vinicius dando em cima da mãe de Lucas, ao mesmo tempo Lucas nem ligou. Na verdade Vinícius aproveitou um momento em que Fátima foi ao banheiro, e quando ela foi saindo ele chegou nela e cochichou no ouvido dela que queria conversar com ela. Fátima ficou meio desconfiada, mas foi até mesmo por respeito ao rapaz amigo do filho. E num canto do pagode, Vinícius foi direto:
- Olha, eu sei que você é casada, é mãe do meu amigo e tal... mas... será quee... sei lá... eu acho você muito linda, sabia? Tem como a gente... sair? Marcar alguma coisa essa semana?
Fátima riu, meio que abaixou a cabeça parecendo uma adolescente inexperiente, olhou pro filho ali na mesa com os demais amigos a uma certa distância, e disse para Vinícius:
- Querido, entenda, eu tô passando por um momento delicado na minha vida, onde eu quero apenas me distrair... E isso não inclui romances com fora do casamento. Desculpa.
- Ok, eu esperava que você fosse falar isso... mas... vou te dar meu contato. Caso você queira um dia sair praaa... tomar uma cerveja, conversar. Me liga. Você é do tipo que nenhum cara tem o direito de desperdiçar a chance.
Fátima se sentiu até envaidecida com tal declaração do amigo do filho, mas deixou quieto. Depois do pagode todos foram para suas casas e tal, enquanto Lucas chegou em casa com a mãe. E enquanto eles se aprontavam para dormir, Lucas só de short e a mãe só de camisola, nisso ele falou pra ela:
- Mãe, o Vinicius chamou a senhora pra sair, né?
Ela riu... e disse:
- Ah, filho, perdoa ele. Ele apenas se empolgou.
- Na verdade ele me pediu permissão. Mas ele me disse que a senhora não topou.
- Filho, não quero me envolver. Ainda mais com um rapaz novo como ele.
- Se envolver? Mãe, a senhora viu aquela morena que tava comigo?
- Sim. Quem é ela mesmo? Eu nem conversei com ela direito, rsrs...
- Então... ela é apenas uma ficante minha. Ou seja.. eu não preciso me envolver com ela e nem ela comigo. É só um momento juntos e pronto. Entendeu?
- O que você tá querendo dizer, filho? Quer que eu... que eu saia com seu amigo?
- Olha só... Quando eu chamei a senhora pra malhar, pra se cuidar mais, pra sair comigo, pra viver, foi justamente pra senhora fazer tudo o que a senhora não tava fazendo por causa do papai... Mãe, a senhora tem o direito e merece ser feliz. De todas as formas. Meu pai não pensa na senhora quando tá longe daqui. Tá na hora da senhora pensar no seu prazer quando tiver ausente dele. Literalmente. Não precisa namorar e nem casar de novo. Apenas se permita curtir, entendeu? Eu não tenho ciúmes da senhora e nem vou ficar bravo se um amigo meu ficar com a senhora.
Fátima ficou calada diante algo tão liberal que o seu filho lhe disse. Ele então foi pro seu quarto e ela pro quarto dela, onde na cama ficou pensando a respeito. Enquanto isso, o marido estava para São Paulo. Com a outra, mais nova que ela.
Os dias foram passando e Lucas mantinha a sua rotina com a mãe, levando ela pra academia, fazendo ela se enturmar com amigos e pessoas mais jovens, indo ao cinema com ela, a bares no final da tarde, passeando com ela por shoppings... sempre fazendo ela se sentir mais feliz. E claro, aqui e ali um amigo dele chegava junto com olhares e elogios a ela e ela evitando e ao mesmo tempo achando excitante.
Mas claro, o sexo com o marido Alexandre passou a não existir. Ele queria, pois via que Fátima estava mais gostosa e tal por conta da malhação, só que era ela quem não queria mais deixar ele encostar um dedo nela depois de saber das traições dele. Sempre alegando dor de cabeça e tal. Mas ele não reclamava, afinal, ele viajava quase que todo dia pra se encontrar com a novinha dele em São Paulo e que fazia tudo na cama. Porém, a falta de sexo começou a fazer o corpo de Fátima sentir carência. Onde ela passou a se masturbar mais vezes no banho e na cama a fim de se aliviar, mas... não adiantava, pois esse corpo seu, tão cheio de endorfina por conta da malhação, estava mais pleno de saúde e vigor, e assim ficando com a libido mais aflorada, até mesmo a sua rotina junto dos amigos do filho, todos tão jovens e cheios de testosterona, sempre comendo ela com os olhos, a desejando e tal... Todo esse clima ao redor dela foi deixando o corpo de Fátima ainda mais carente, necessitado, motivado... e ainda por cima tinha o apoio do filho dando total liberdade a ela para que ela se jogasse.
Certo final de tarde, no calçadão da praia, estavam eles aqui num quiosque, Lucas e uma loirinha, outra ficante, junto a sua mãe Fátima e dois amigos dele, todos conversando, rindo, bebendo... e um dos amigos era Vinicius, trocando olhares dos mais gulosos com a mãe do amigo, o tempo todo de pau duro pra ela dentro da sua bermuda. Lá pras 20 horas, um dos amigos se despediu falando que ia para casa da sua namorada... minutos depois Lucas se despediu da mãe, falando que ia dar uma volta com a sua loirinha, pedindo inclusive pro amigo Vinícius ir deixar sua mãe em casa... nesse momento, Fátima olhou atravessado pro filho, ciente da intenção dele.
Bom, Fátima aceitou a carona de Vinícius, montou na garupa da moto dele e foram juntos até a casa dela. O marido Alexandre, como sempre, estava viajando para São Paulo. O certo é que aqui, depois de tanto pensar no que o filho disse sobre ela se permitir ter prazer e aproveitar, ela convidou o jovem Vinícius para entrar... e na cozinha, enquanto servia um copo de água para ele, Fátima não se fez de difícil enquanto o amigo do filho a espiava ao beber sua água, olhando para ela dos seus pés ao rosto, inclusive, ela também encarava o rapaz como se estivesse se oferecendo.
Ao colocar o copo na pia, Vinícius envolveu a mãe do amigo num abraço e tascou-lhe um beijo pegado, chupado, intenso, onde Fátima se entregou gemendo e revirando seus olhos num surto de arrepios em todo o seu corpo pálido... O beijo foi demorado, descendo pro pescoço e para entre os fartos peitos dela, sendo que ela não se fez de tímida e desceu uma mão no corpo malhado do moreno garotão amigo do seu filho e agarrou por cima da bermuda dele... sentindo toda a dureza do seu pau... Vinícius abriu a sua bermuda, Fátima desceu seu olhar, segurando o pau dele, masturbando, onde ela gemia arfando de tesão... assim Fátima se agachou diante dele, segurando aquele pau tão tesudo do jovem amigo do filho e caiu de boca.
Fátima gemeu enquanto escorregava seus lábios da cabeça ao meio da rola dura de Vinícius, que com uma mão apoiada na cabeça dela gemia meio que cambaleando as pernas... delirando de tesão... Fátima nunca sentiu tanto prazer em colocar a sua boca num pênis como sentia aqui, chegando a engolir todo num esforço, onde ao puxar seu rosto ela se babou toda, golfando.
Logo ela se ergueu e foi levando o amigo do seu filho pra o seu quarto, puxando ele pelo pau. E dentro do quarto ela foi tirando sua roupa e fazendo o garotão arregalar seus olhos de tesão diante do corpo gostoso da experiente mulher... que deitou-se de costas, se arreganhou toda e recebeu ele de rosto enfiado por entre suas pernas, abocanhando sua buceta e fazendo ela se contorcer deitada, gemendo absurdamente delirante... rapidamente Fátima chegou a um orgasmo dos mais intensos, do tipo que ela jamais sentiu na vida. Fátima casou cedo e virou dona de casa, nunca provou de outros homens... e aqui sentiu-se livre para gozar e gozar... segurando a cabeça de Vinícius ali por entre suas pernas, enquanto ele ia mexendo a boca ao mamar intenso, lambendo, sugando seu grelo... fazendo ela alcançar mais um intenso orgasmo.
Vinícius se ergueu nu por entre as pernas da mamãe gostosa do amigo e meteu-lhe a rola sem camisinha na buceta, uma bela buceta carnuda cor de rosa... com ralos pelos castanhos avermelhados na testa... onde por baixo desses pelos a rola foi empurrada toda e começou a ser socada num entra e sai, num vai e vem constante... com ele bombando cada vez mais forte e veloz no meio da mãe do amigo, dando a ela um prazer que há tempos ela não sentia... Fátima delirou gemendo de forma agoniada, sufocando com os próprios gemidos conforme sentia a rola dele socando, socando, socado, e ele por cima dela, mandando ver, bombando, metendo-lhe a rola...
As posições foram mudando, Fátima mostrou comando ao montar nele e começar um galope devastador... requebrando seus quadris como se fora uma adolescente faceira, batendo sua branca bunda gostosa nas coxas grossas do amigo do filho com uma força tamanha que fazia o barulho de carne se espalhar pelo quarto, fodendo o pau dele com a sua buceta num sobe e desce constante, aumentando o ritmo, a mulher praticamente saltava no pau, fodendo, fodendo, fodendo... acelerando... onde seus fartos peitos saltavam se tacando em seu corpo, a mulher gemia manhosa, delirando... se tremendo enquanto alcançava um bruto orgasmo.
No dia seguinte, no meio da manhã, Lucas chega em casa, passa direto pro banho, depois só de bermuda entra na cozinha perguntando pra sua mãe Fátima o que tem pra comer eee... dá de cara com o amigo Vinícius sentado à mesa, almoçando, e o amigo ali olhando desconfiado pra ele, como se tivesse escrito em sua testa: “Comi tua mãe.”... mas ok, era isso mesmo o que Lucas queria aquando pediu a ele para vir deixar ela em casa na noite anterior. Ao mesmo tempo ele olhou pra sua mãe e riu discretamente, já ela tirou o olhar dele por saber que ele sabia o que rolou entre ela e o amigo dele. Lucas cumprimenta o amigo e se senta à mesa, onde também tem seu almoço servido pela mãe.
Bom, depois então dessa ousadia, Fátima não se arrependeu, pelo contrário, achou uma delícia ter se entregado ao amigo do filho, afinal, ela estava carente de sexo e sentir prazer por meio do corpo e vigor de um jovem como ele, que lhe fez delirar na cama, foi algo não só diferente como delicioso. Já por parte de Vinícius, apesar dele ter se enlouquecido com a mãe do amigo, ele não insistiu a pedido dela, porém deixou claro a ela que se ela quisesse mais, era só chama-lo.
Fátima quis sim... mas não com Vinicius... pois bastou o filho Lucas a chamar para mais um pagode, que estava Fátima aqui rebolando e fazendo as carnes suculentas de seu corpo formoso, quente e experiente, tão bem ressaltado por um vestidinho de saia rodada, se exibir numa espécie de ritual de sedução diante dos olhos tarados dos jovens amigos do filho no ritmo do pagode rolando solto... onde depois do pagode e depois de anos ela voltou a entrar num motel... no qual Fátima gemia aos berros enquanto era domada numa cama redonda e puxada com força e vigor pelos quadris pelo jovem Gerson de apenas 22 aninhos, outro amigo do filho, que também gemia, urrando feito um bicho ao se deliciar com a mamãe gostosa do amigo toda cachorra de quatro, a qual ele arremessava sem dó para frente conforme arrebentava a sua virilha na deliciosa e branca bunda dela tremendo as redondas nádegas ao tempo em que ele fodia sua buceta quente e molhada com socadas, socadas e mais socadas intensas da sua rola... levando a experiente mulher a atingir um orgasmo tão bruto que ela se descontrolou entre gemidos soluçados pela falta de ar.
E mesmo arrebatada por espasmos lhe destruindo o corpo todo, soluçando gemidos e toda mole, a experiente mulher pedia agoniada de rosto por sobre um ombro e olhando para o jovem a pegando por trás:
- Não paaraaa...
O sorriso no rosto de Fátima enquanto era sacudida de quatro deixava claro que ela estava adorando essa sua rotina na ausência do esposo... onde ela se deu a liberdade para se entregar sem frescura e medo aos jovens e viris amigos do seu filho... afinal, todos eles admiravam ela, todos eles ficavam de pau duro para ela... e ela estava justamente carente de pau... e esse novinho aqui, Gerson, estava não só matando essa sua carência como demonstrando todo o seu desejo por ela botando pra esfolar a pele da buceta dela com uma frenética e intensa movimentação de rola sem tirar de dentro e deixando a raba branca dela todinha avermelhada de tanto surrar com virilhadas e tapas dos mais ardidos... Fátima gozava gritando como nunca gritou numa cama.
E essa mesma liberdade que Fátima se deu... foi o motor de partida para outras transas na ausência do marido. Onde os alvos deixaram de ser apenas os amigos do filho Lucas. Como, por exemplo, Diego, instrutor na academia a qual ela frequenta com o filho. Pois, certo dia da semana, em que ela foi malhar sem a companhia do filho, Fátima deu mole pro jovem instrutor Diego, enquanto o mesmo auxiliava ela em um aparelho de coxas, onde ela sentada ficou abrindo e fechando as pernas enquanto encarava ele em pé diante dela, que por sua vez não tirava os olhos do meio das pernas dela em constante abertura, mirando a buceta dela marcando sua malha legging explicitamente sem calcinha por dentro.
Logo em seguida, no estacionamento da academia, em plena tarde e dentro do carro do jovem instrutor, no banco traseiro, ele sentia toda a fúria dessa milf fogosa batendo com a sua gostosa bunda branca com força em seu colo, conforme ela fodia o pau dele numa cavalgada ritmada, onde diante sua blusa tope abaixada, seus fartos peitões pálidos davam uma surra na cara dele de tanto pularem acompanhando os saltos do corpo dela quicando na rola dele, fodendo, fodendo... a mulher não pensava em outra coisa que não fosse sentar nessa rola até gozar, gozar... gozar...
Já em outro dia, num sábado pela manhã, aproveitando que o filho passou a noite fora com alguma ficante e que seu esposo estava mais uma vez ausente, ela se negou a ficar na cozinha e foi fazer uma caminhada na orla da praia, toda num short em malha ressaltando suas ancas largas e sua raba gostosa... E assim que ela notou um rapaz ali parado no calçadão, olhando pra bunda dela enquanto ela passava, ela deu meia volta e na cara de pau chegou junto. O rapaz até se assustou. Mas logo depois de se cumprimentarem a conversa foi rolando... mas o detalhe é que o tal rapaz estava aqui acompanhado de um amigo, negro, alto, só de bermudão e tênis... e que assim que se aproximou fez com que Fátima lambesse os lábios dividindo seus olhos com os dois e ao mesmo tempo sem saber para qual deles ela dava mais atenção, um branco e um negro... ela praticamente estava medindo eles enquanto conversava, imaginando onde um e outro se encaixaria nela ao mesmo tempo. Ao mesmo tempo olhando aqui e ali pra bermuda de tecido mole do rapaz negro, chegando a morder o lábio inferior e arfar em silencio de tesão, ciente da “fama” que os negros tem.
Em seguida, em casa, Fátima gemia e revirava os olhos, enlouquecida, sentindo duas bocas lhe beijando a boca, duas bocas percorrendo seu pescoço, cada boca num peito seu e mamando gostoso diante sua blusa erguida, quatro mãos tateando, deslizando e apalpando seu corpo todo enquanto ela ia girando entre eles, se deixando ser devorada pelos dois, uma mão por trás amassando sua bunda por sobre seu short colado e a mão do outro na frente, por dentro desse seu short, lhe apalpando a buceta por sobre a calcinha ensopada.
Já na cama, pelados, Fátima sentada segurava em cada mão uma rola... uma pálida, comprida e razoavelmente grossa e circuncidado expondo uma rosada cabeçola e uma bela rola preta da cabeça marrom... a mulher gemia arfando e se tremendo de tesão enquanto masturbava os dois cacetes juntos... admirando cada qual... logo passou a lamber e chupar um e outro por vez, sendo que a rola preta era a que mais arregaçava seus lábios... em questão de minutos Fátima deixou os dois cacetes escorrendo baba e pulsando petrificados em cada mão... em seguida ela continuou chupando, mas focou apenas em uma rola, na do rapaz branquinho ajoelhado em sua frente, pois a outra, a preta, estava invadindo a sua buceta por trás, onde ela era domada de quatro pelo negão... seu primeiro negão... Fátima mal conseguiu se concentrar no boquete na rola do branquinho, de tanto gemer e delirar sentindo a movimentação da pica preta lhe socando a buceta, ao mesmo tempo ela olhava para trás e se excitava ainda mais ao ver esse negão, alto, malhado, lhe domando o rabo e mandando ver com força, do jeito que ela gosta, fazendo seus peitões arrastarem na cama de tanto balançar.
Fátima foi descobrindo naturalmente as delicias e loucura de transar com dois homens ao mesmo tempo, e assim as posições foram tomando de conta da cama, e eram várias possibilidades de meter nela uma e outra... com ela sempre chupando um enquanto o outro lhe metia... Teve um momento em que ela deitada de costas recebeu um entre suas pernas, que macetou com força fazendo ela gozar gritando... e logo esse deu vez ao outro, que macetou ainda mais forte... levando Fátima a delirar... onde ela aos gemidos e gritos pedia por mais, mais, sempre, que eles não parassem de lhe foder... pois, para uma milf reaprendendo a gozar, ter dois machos assim de uma vez foi algo que lhe fez surtar de prazer.
Já eles, igualmente loucos, não contaram história, queriam mais era meter e meter nessa coroa gostosa e fogosa... Fátima não havia até então dado o cu para nenhum dos amigos do filho, e aqui decidiu dar, afinal, duas rolas assim, fodendo apenas só na buceta lhe deixou agoniada e com vontade de senti-las ao mesmo tempo.
E esperta ela pediu primeiro pro branquinho lhe pegar por trás, que tinha um pau mais modesto... enquanto isso ela foi sentando montada de frente na rola do negão deitado... sentou até a sua buceta engolir até onde deu... gemendo, se tremendo, cavalgando sutilmente... e assim empinou sua bunda pro outro atrás dela... onde ele primeiro chupou muito o cuzinho dela pra dar aquela amaciada nas preguinhas dela, e logo em seguida ela gemeu, toda arrebitada montada na rola do negão enquanto sentia seu cu sendo penetrado pela outra rola.
O mais gostoso e surpreendente para ela, é que a rola do negão por baixo, em sua buceta, fez com que a dor no cu sendo penetrado pela rola do outro fosse aliviada, controlável... Fátima queria muito dar pros dois ao mesmo tempo. O garotão branco domando a coroa de quatro, socou gostoso seu pau no cuzão vermelho dela, arremessando ela por cima do corpo do amigo negro, fodendo a buceta dela por baixo... os dois rapazes fazendo ela gemer de dor e prazer movimentando seus quadris juntos pra poder foder ela ao mesmo tempo... e ela louca provando da sua primeira DP... e o negão ali por baixo mamando nos peitões dela conforme ela ia se sacudindo por sobre ele, tomando na sua bunda do outro, batendo virilha sem descanso na raba dela... Fátima entrou em estado de transe enquanto sentia a movimentação das duas rolas endurecidas em seus orifícios... o branquinho não aguentou tamanha delícia que era socar no cu dessa gostosa e gozou... parando e se tremendo todo, urrando feito um animal enquanto sentia seu pau esguichar toda a sua porra bem dentro do rabo branco e gostoso da milf... ela também atingiu um orgasmo... e foi brutal... o qual castigou seu corpo e fodeu seus sentidos com tamanha violência que ela desabou de bruços no corpo do negão, se tremendo toda como se tivesse tendo uma convulsão.
O ato final dessa loucura a três foi por conta do rapaz negro, que pegou Fátima de quatro nessa sua cama de casal e meteu fundo seu colosso preto no cuzão vermelho dela, escorrendo porra e já arrombado... fazendo ela gritar tanto que certamente chamou a atenção de vizinhos... o negro novinho deu uma violenta comida de rabo na coroa, parecia um garanhão negro por sobre as costas de uma égua no cio... e ele socou tanto, mas tanto, ao ponto dela implorar para ele parar... Fátima, coitada, que nunca na sua juventude sentiu uma rola tão potente assim, estava aqui, nos auge dos seus cinquenta anos, sentindo todo o vigor de um pau preto socando em alta velocidade justo no seu cu, que ele nem foi de dar tanto pro marido... na verdade ela quase se arrepende de ter deixado esse negão comer seu cu, porque ele mandou ver por muito tempo e com força... e só parou de estocar quando aos urros de prazer depositou todo o seu esperma lá dentro da raba branca dela... toda suada, melada da porra do outro e toda marcada de virilhadas e tapas.
Fátima apenas se despediu deles, pedindo que eles fossem embora sem ter forças sequer para acompanha-los até a porta da sua casa, pois ela continuou na cama, onde completamente esgotada física e mental, desabou se dando um descanso mais do que necessário.
Lá pro meio da tarde ela acordou, saiu sonolenta e ainda sentindo alguns latejos pós DP, porém, se sentindo saciada, tal qual uma leoa após comer tanta carne fresca. E nua ela foi pelada para o banheiro aos fundos da casa, onde enquanto a água aliviava seu corpo, ela se esfregava com sabonete e tirava da sua pele pálida o cheiro dos dois machos que a comeram há três horas e meia atrás... e aqui e ali seu rosto esboçava um sorriso, sorriso de total alegria de poder viver a sua sexualidade, desejos e vontades sem medo e sem culpa.
Depois do banho ela voltou pro quarto, onde pelada diante do espelho secou-se toda com a toalha, depois usou um secador em seus molhados cabelos castanhos avermelhados e se passou sem pressa um hidratante. Sempre rindo aqui e ali ao relembrar da transa ousada de horas atrás. Depois de colocar um vestidinho solto em seu corpo revigorado, Fátima foi pra cozinha enfim preparar algo para comer... e lá deu de cara com o filho Lucas, diante do fogão, preparando algo pra comer.
- Nossa, filho, nem te vi chegar.
- Cheguei de manhã... Eu tava no quarto.
Nisso ela silenciou, desconfiada que ele soube que ela estava no quarto fodendo... Ela chegou perto dele e mandou ele sair do fogão, pois ela mesma faria o almoço atrasado. Foi então que, depois de alguns minutos, ele chegou nela por trás, envolvendo ela com seus braços ao meio e beijando ao lado do rosto dela e falando no ouvido dela:
- Tá gulosa, hein, dona Fátima? Dois? rsrs...
Ela segurou a gargalhada, e disse: - Anda me espiando, é, moleque?
- Eu cheguei cedo... passei ao lado do quarto da senhora e escutei... aí eeeuu... dei uma olhadinha. (Ele falou isso ainda agarrando ela por trás, beijando o lado do rosto dela. Ela permitiu porque o filho foi sempre carinhoso com ela e ela com ele desde mais moleque. E nesse clima ele continuou falando de boa ao lado da orelha dela:
- A senhora tem que fazer isso mesmo, mãe, curtir, se jogar. Sem se preocupar com casa, obrigações, comigo, com o papai. Cuide da senhora mesma. Dos desejos e vontades da senhora.
Ele falava isso enquanto ia abraçando ela ainda mais forte ao meio e por trás, cheirando seu pescoço, beijando ao lado do rosto dela... Fátima chegou a deitar a cabeça por sobre o peito esquerdo de seu filho, tão alto e forte, relaxando, porém, ela não tinha malícia nenhuma nisso, apenas se sentiu confortada entre os braços do filho... já ele foi escorregando mãos nos braços dela, acariciando. De repente Fátima estranhou quando sentiu ele encaixando a virilha dele na bunda dela de vestido e tal, pois nisso sentiu que o filho estava de pau duro em seu short. Mas ele a largou, deu uma disfarçada pegando uma maçã ali na fruteira na mesa e foi saindo da cozinha, falando que ia esperar o almoço na sala.
A noite estava ótima pra sair, mas Lucas resolveu ficar em casa com a mãe. Ele já havia colocado algumas cervejas na geladeira e tal, pois iria receber visitas... Quem primeiro chegou foi Juliana, uma morena baixinha de pele bronzeada, cabelos pretos, lisos e compridos, corpo bem feito, 19 anos, mais uma ficante que ele tinha conhecido recentemente. A mãe já estava mais do que acostumada com a vida sexualmente ativa do filho, sempre com uma garota diferente, assim a cumprimentou falando pra garota se sentir em casa e tal. Lucas então ficou num sofá com a morena, enquanto Fátima ficou ali em outro sofá, TV ligada numa novela qualquer, porém, dando atenção ao seu celular. De repente alguém bate a porta, Lucas vai atender, eram dois amigos de faculdade, Fábio, 24 anos e Davi de 20. Sendo que na mesma hora que eles foram entrando, Fátima, tão acostumada a foder com os amigos do filho, os olhou dos pés aos rostos... onde ela até deu um sorrisinho maroto ao tempo em que as pupilas de seus olhos dilataram expressando uma clara descarga hormonal tomando de conta do seu corpo.
Logo Fátima estava aqui participando da conversa do filho com os amigos, entre risadas e goles em suas cervejas. Nisso mais alguém bate a porta. Lucas vai atender, eram mais dois amigos, na verdade um casal, Vanessa de 22 anos e Fernando de 27.
A casa de Fátima nunca ficou tão cheia de alegria, com seu filho e amigos ambientando o clima com animação e descontração natural de todo jovem, contagiando Fátima, que se sentia uma deles. Porém, como uma boa dona de casa que era e ao mesmo tempo anfitriã, ela se retirou da sala e foi até a cozinha preparar alguns tira-gostos, as duas garotas presentes, Juliana e Vanessa se ofereceram para ajudar a mãe de Lucas. Minutos depois vários cachorros-quentes foram feitos e servidos em bandejas por Fátima e as meninas, junto a cerveja, uísque e isotônicos.
Os minutos foram passando, o clima foi ficando ainda mais descontraído tamanha a alegria e amizade de todos aqui e Fátima no meio disso tudo, ganhando olhares dos mais gulosos a cada vez que ela caminhava entre os rapazes para servi-los... como também ao sentar, onde ela cruzava e descruzava suas coxas no seu vestidinho expondo gostosas coxas pálidas malhadas. Os moleques estavam todos babando pela coroa mãe do amigo Lucas. E Lucas ali, trocando beijos dos mais safados com a sua morena Juliana.
Fátima foi até a cozinha levar uma bandeja com copos, onde um dos amigos do filho, o jovem Fábio, se ofereceu para ajuda-la. Na cozinha, diante da pia, enquanto Fátima colocava a bandeja e os copos, Fábio colocou uma mão nas costas da mãe do amigo, onde ela virou de frente para ele, e ele elogiando ela, perguntando onde estava o marido, e ela disse:
- Você quer saber mesmo do meu marido? Porque eu não faço questão.
Fábio agarrou a mãe do amigo ali mesmo de costas na pia e tascou-lhe um beijaço de língua que ela gemeu... porém, um minuto depois Fátima deu uma empurradinha nele e disse:
- Depois. Aqui não.
Fábio agarrou firme e forte a mãe do amigo, olhando bem ela nos olhos e disse:
- Me leva pro seu quarto, vai? Tá todo mundo distraído ali na sala.
Fátima parecia uma adolescente numa festinha de colegial, ansiosa e sempre excitada, porém, depois das coisas que ela ousou fazer recentemente, mais essa seria até fácil. Tanto que aqui ela não pensou duas vezes e já estava entrando em seu quarto aos beijos e amassos com o amigo do filho, onde com rapidez ela tirou seu vestido, deixando seu sutiã e calcinha para ele tirar, inclusive a calcinha ele arrancou dela com a boca enquanto ela se contorcia deitada na cama... e com seu rosto já ali embaixo dela aproveitou para abocanhar a sua rosada buceta com castanhos vermelhos pelos... Fátima arreganhada e com cada pé erguido, começou a tomar uma chupada tão gulosa que o orgasmo veio com tudo, fazendo-a estremecer toda... E sem camisinha Fábio ergueu seu corpo moreno claro por entre as pálidas coxas grossas da coroa e meteu-lhe gostoso a rola deixando ela ainda mais estremecida de prazer... gemendo soluçado faltando-lhe o ar enquanto pedia manhosa:
- Me foodee, me fooodee, iissoo, me fooodeee...
O quarto de Fátima foi tomado por barulhos secos de virilhadas misturados a gemidos dela e do garotão quicando entre as pernas dela a cada ritmada socada de rola na buceta experiente dela sem tirar de dentro... e a coroa indo a loucura, gozando e pedindo mais, mais, mais e mais forte... Depois de mais uma gozada, ela empurrou o amigo do filho de cima do seu corpo já suado e se virou por cima dele, montando no pau dele, possessiva, e assim comandou a foda numa cavalgada intensa, batendo seu rabão gostoso nas coxas dele com toda a força enquanto arregaçava sua própria buceta na rola dele num frenético movimento de sobe e desce, saltitando montada, fazendo seus peitões pálidos e suculentos dar um show a parte conforme ela quicava...
As penetrações tiveram um intervalo, onde eles se dedicaram apenas a beijos e mais beijos dos mais molhados e devassos, e durante isso as mãos dele e dela percorriam o corpo do outro... logo Fátima estava masturbando o cacete dele para dentro da sua boca enquanto o chupava num ritmo suave e caprichado, e ele não aguentando tamanha habilidade dos lábios da experiente mulher lhe chupando, gemeu agoniado de tesão e assim despejou todo o seu esperma dentro da boquinha dela... que por sua vez engoliu tudo... com prazer...
Fátima queria mais... mas foi interrompida por outro amigo do filho, Davi, adentrando o quarto... pelado... Fábio foi saindo, onde falou pra ela:
- Vou dar uma passadinha no quarto do Lucas, gata, a festinha lá deve tá uma delícia também.
Fátima, nua, suada e ofegante na cama, percebeu aqui o motivo e razão dessa reunião de amigos do filho... Que garoto mais safado, ousado, libertino... Da mesma forma ela percebeu o quanto estava envolvida e gostando disso tudo, tanto que se deixou ser pega de quatro por Davi, que aqui estava em seu quarto... e assim recomeçou a gemer, tomando um sacode dele enquanto recebia fortes e velozes socadas da rola dele em sua buceta... falando entre gemidos agoniados:
- Não paaraa, não paaraa, aaiimmrr, deliiciiaaa, me foodee, me fooodeee...
Logo veio o terceiro, o mais velho deles... Fernando, de 27, que veio ao quarto da mãe gostosa do amigo a fim de também comê-la, sendo que Fátima ainda era sacudida tomando de quatro na buceta um monte de socada da rola de Davi enquanto via entre olhos embriagados de prazer Fernando se aproximando pelado e de pau duro, onde ele puxou ela do amigo Davi, a virou deitada de costas nessa cama que pertencia a ela e ao esposo e empurrou nela por entre as pernas até bater seu saco com força... socando durante uns dois minutos bem rapidão e com toda a força sem tirar de dentro, fazendo o bucetão cor de rosa e peludo da coroa se mijar todo de tanto gozar forte... Fátima gemia de boca na rola de Davi.
A casa de Fátima tinha virado uma casa de orgia, de putaria... tudo idealizado por seu filho Lucas e sem ter falado nada para ela antes... foi de fato uma surpresa para ela que essa reunião de amigos era para isso e que ela faria parte... Aliás, em determinado momento, os rapazes ali com ela, Davi e Fernando, depois de muito comê-la, pegaram ela e a levaram, suada e pelada quarto afora até o quarto do filho... e lá, Fátima viu com seus próprios olhos o filho Lucas fodendo uma das garotas, Vanessa, a namorada do amigo Fernando... de quatro, enquanto ela gemia chorando de dor. Lucas, domando a bela e gostosa Vanessa pelos quadris, a puxava e socava sem dó só no cuzinho dela... ao tempo em que ele encarou sua mãe e riu com ar safado, enquanto era agarrada, encoxada, mamada e beijada ao mesmo tempo por três amigos dele, Davi e Fábio, enquanto Fernando estava comendo a morena Juliana entre as pernas dela na cama ao lado de Lucas enrabando Vanessa.
Fátima, sentada toda arreganhada num sofá em frente a cama do filho, teve a sua buceta chupada por Davi, ajoelhado por entre as pernas dela, enquanto o outro, Fábio, em pé ao lado dela, lhe dava a rola na boquinha pra ela chupar.
Que cenário mais libertino, pervertido e carnal se tornou o quarto de Lucas, com todos aqui fodendo com força, colocando para fora toda a safadeza que tinham em suas mentes, realizando seus desejos mais loucos e imorais, com as três mulheres, Juliana, Vanessa e ela, a mamãe Fátima, sendo feitas de putas de todos os machos. O momento mais louco foi quando as três ficaram de quatro, lado a lado, na cama de Lucas, onde assim cada uma foi pega por um deles por trás, e num triplo gemido de agonia e prazer elas eram arremessadas para frente e puxadas com força para eles espancarem suas virilhas nos rabos delas e meterem, meterem, foderem, mandando ver pau na buceta e no cuzinho de cada uma sem dó e gentileza... aquele barulho seco triplicado de virilha batendo entre gemidos de dor e prazer, em meio a xingamentos e tapas em suas bundas... sendo que Fátima, com o seu rabão branco tão gostoso era o mais castigado pelos rapazes amigos do filho, onde cada um pegava ela com vontade e metia-lhe a vara na buceta ou no cu com toda força... Fátima tomando constantes solavancos, com seus peitões pálidos balançando e se arrastando na cama, nunca tinha sentido tanta rola entrando e saindo da sua buceta e do seu cu...
... aliás, era no cu onde ela mais levava empurrada de pica, pois a coroa de quatro era um escândalo de gostosa e seu rabão branco tremia todo a cada virilhada, a cada tapa de mão aberta, inclusive estava todinha tatuada de marcas de tapas... e seu cuzão vermelho deixava os rapazes malucos de tesão... e assim eles não tiveram dó, aproveitavam e enfiavam com vontade o pau no olhinho da bundona gostosa da mãe do amigo... e tome rola, tome rola, só no cu da milf, e ela já rouquinha de tanto gemer e gritar enquanto era constantemente agarrada por trás e socada, socada, socada com força por cada um deles... onde eles praticamente competiam entre si para ver quem comia o rabo da mamãe gostosa do amigo com mais força, um e outro acelerava tanto a socada de pica na buceta ou no cu dela que Fátima sentia ânsia de desmaios enquanto gozava absurdamente na movimentação acelerada de cada rola lhe fodendo... eles não paravam, não paravam, era um rodizio de enfiadas e socadas sem descanso, um massacre... uma das garotas implorou para pararem por não aguentar mais tomar na buceta e no cu... tanto que a coitada saiu com dor na buceta e cu sangrando, enquanto a outra desabou desmaiada e foi retirada da cama no colo, ficando aqui apenas a mamãe Fátima, toda empinada de quatro que nem uma cadela, onde os três amigos do filho não tiveram pressa em ter a sua vez de pegar ela de jeito por trás e continuar botando pra esfolar a buceta dela e arrombar seu cu sem dó.
Contudo, aqui e ali ela virava seu rosto para ver quem estava lhe pegando por trás, pois seu receio era que o seu filho Lucas lhe comesse... mas ele não fez isso... ele deixou essa honra apenas pros amigos. Embora ele tenha ficado ali o tempo todo assistindo e batendo punheta. Admirando os amigos comendo sua mãe de quatro.
Ao fim da putaria, por ter sobrado só ela, Fátima agachada, banhada de suor, de rosto pra cima, boca aberta e língua para fora, tomou um banho de porra na sua cara e peitos, diante dos amigos do filho ali em pé a cercando enquanto se masturbavam nela. Apenas Lucas se manteve afastado.
Lá pras 4 da madruga Lucas ficou na sala com os amigos, todos já vestidos, sentados em sofás, ainda bebendo uma última cerveja pra aliviar da tensão da orgia... Fátima no quarto do filho, deitada de bruços na cama dele, de panos amarrotados, embriagada, lesada, sentindo-se como se tivesse sido linchada, espancada, onde escutava ao longe as vozes deles conversando na sala. E assim ela foi relaxando e agarrando no sono.
Às 6 da manhã Lucas entra em seu quarto, a mãe ali deitada pelada na cama dele, ela acorda meio tonta, se espreguiçando, descabelada, rosto inchado, perguntando a ele que horas são com uma voz rouca, afinal, ela nunca gemeu e gritou tanto. Nisso ela deixa a cama do filho e vai pelada e cheirando a sexo pro banheiro, onde liga o chuveiro e começa a se limpar, esfregando em seu pálido corpo castigado e cheio de marcas da orgia, se aliviando... porém ela olha ao lado enquanto se vira, vendo o filho Lucas entrando pelado no box, se juntando a ela, indo pra debaixo do chuveiro ao tempo em que ela está ao lado, fora do chuveiro, ainda passando sabonete em si... Fátima trata com naturalidade a presença do filho tomando banho com ela, afinal, depois de ter provado uma orgia junto com ele, a intimidade entre eles estava aqui num patamar de liberalidade total.
Contudo, ele é homem, ela aqui enquanto passa sabonete em si espia aqui e ali o corpo dele... um belo corpo jovem, viril, malhado, onde claramente ela vê o pau dele pulsando como se quisesse ficar duro. Ele então ri pra ela, vem na direção dela, pega o sabonete das mãos dela, vira ela de costas pra ele e começa a esfregar as costas dela... ela se permite... O silêncio entre eles é estranho, é como se ela quisesse adivinhar o que se passava na cabeça dele enquanto era esfregada por trás, silêncio quebrado apenas pela água do chuveiro... e ele circulando as mãos nas costas dela enquanto ia lhe passando o sabonete... descendo até o dorso lombar dela, fazendo com que ela deixasse seu corpo ereto e de bunda arrebitada, enquanto ela ia mexendo sutilmente a cabeça pra um lado e outro, jogando para trás, as mãos do filho lhe esfregando lhe causavam arrepios... ela foi gostando cada vez mais disso... ao mesmo tempo a respiração dela ofega, seu ventre por dentro treme e gela, suas coxas tremem... seus mamilos endurecem e seus peitos ensaboados incham... ela sente sua buceta molhada entre espuma se abrindo e o seu grelo pipocando.
Fátima se dá conta que está excitada... que está gostando de estar com o próprio filho aqui no banho.
Quando então ela coloca as mãos na parede de azulejos ao sentir a mão dele ensaboada descendo pelo rego da sua bunda de forma delicada... na hora ela virou até o rosto meio pra trás e olhando para baixo, pra própria bunda, enquanto deixava o filho lhe esfregar o rego... nisso ela soltou um gemidinho ao sentir várias vezes dois dedos dessa mão dele esfregando bem no seu cuzinho... Fátima geme... não recusa, não diz nada, apenas permanece de mãos na parede do box do banheiro e se delicia com o massagear de dedos do filho lhe esfregando o cu... porém, eis que ela se treme meio bambeando as pernas ao sentir um desses dedos dele se enfiando bem dentro... como se ele estivesse lavando bem dentro do cu dela... Lucas chega a atolar o dedo anelar da sua mão direita no vermelho, macio e quente ânus ensaboado da mãe... mexendo o mesmo pra frente e pra trás.
Fátima se vira, fazendo ele tirar o dedo e a mão, ela se encosta na parede de azulejos molhada e assim tem uma visão frontal do filho, encarando ela de uma forma que ela jamais viu, ela olha nos olhos dele e desconhece seu filho, pois ele mais parece um tarado, encarando seu rosto, seus peitões pálidos tão inchados e com seus vermelhos mamilos endurecidos... ele e ela quase colados corpo a corpo molhados, ela mais baixa e ele alto... Fátima sente que seu coração nunca palpitou tão forte assim... ela apoia mãos no peitoral do filho... abaixa o rosto e vê ali embaixo, encostado na sua barriga e erguido, o pau dele, duro... ela desce uma mão e sutilmente o acolhe com a sua palma e dedos, alisando numa delicada masturbação... é tão grande, grosso sem exagero... veiúdo... se parece com o pênis do pai... a diferença é esse aqui está presente e duro por ela.
Fátima então vai escorregando de costas na parede de azulejos conforme se agacha de pernas abertas... e com uma das mãos segura o pau do filho, onde vai se rosto ao encontro, acolhendo a rosada cabeça com seus lábios e a fazendo deslizar por sobre a sua língua boca adentro... dando início ao boquete mais louco e ousado da sua vida. No pau do próprio filho. Que por sua vez geme... se deliciando... sentindo o vai e vem dos lábios macios e gulosos das sua mãe devorando os centímetros da sua rola... Fátima geme de tesão, onde ao tirar o pau da boca ela coloca seu rosto por baixo dele e abocanha um testículo e outro... mamando... ele geme de dor e prazer, com o pau pulsando duro por sobre o rosto da mãe... que segurando o pau vai passando a lambida nele todinha até abocanhar mais uma vez a cabeça... e chupa, chupa, chupa, começando a fazer barulhos, estalando lábios, chegando a golfar baba ao se engasgar...
Ela se ergue, ainda encostada na parede de azulejos molhada, enquanto o filho segura o rosto dela com sua mão esquerda, beijando sua boca gulosa e enfurecidamente de língua... e com a mão direita abaixada ele segura seu pau, o qual ele pincela com seu falo o rachado da xota rosada por entre pelos castanhos avermelhados... e mete... Fátima geme no beijo enquanto sente a penetração do pau do seu filho em sua buceta... é tão grande... e entra até o meio... ele puxa um pouco pra trás com um movimento de quadris e empurra de novo, fazendo entrar tudo, encostando a virilha na dela... e assim ela levanta sua perna esquerda e a encaixa por sobre o quadril direito dele... e ele por sua vez vai começando um vai e vem pélvico forçando sua rola na buceta dela, fodendo ela...
Contudo, ela empurra ele... num surto de lucidez, como se estivesse caindo na realidade ao falar:
- Não, não, filho... é errado. Para.
Ela sai do box, pega a sua toalha ali no gancho na parede, enrola rapidamente seu pálido e gostoso corpo e vai deixando o banheiro quase em disparada. Lucas vai atrás, nu... a pega na porta do quarto dela antes que ela feche por dentro, entrando com ela aos beijos, ela tirando o rosto e falando várias vezes que não é o certo, que ele está louco, que não pode... que é pecado...
Lucas a leva pra cama, a vira de quatro na marra, mete com força na buceta dela por trás, a domando com um puxão nos cabelos castanhos avermelhados dela e com a outra mão no quadril direito dela... e começa a puxa-la e a fodê-la com agressividade, Fátima se engasga com seus próprios gritos de agonia... revira os olhos, soluça arfando, onde se esforça em aguentar todo o vigor, força e ímpeto do filho dando um sacode nela de quatro aos sons de TAP TAP TAP TAP TAP TAP ecoando no quarto juntos aos gemidos de cadela cansada dela: “rraa rraa rraa rraa rraa rraa...” a cada lapada de virilha que ele dá, fazendo a bunda branca dela tremer, seus peitões balançarem... botando pra arregaçar a buceta dela sem tirar de dentro... socando, socando, socando... Fátima se entrega então a um orgasmo tão bruto, tão agressivo e intenso que ela se descontrola a tremer todinha ao tempo em que a sua buceta sendo velozmente socada se urina toda de prazer.
Lucas sapeca o tapa na bunda da mãe, ainda lhe socando enfurecido a rola por trás enquanto a chama em voz alta de VAGABUNDA... e neste exato momento em que a palavra vagabunda adentra os ouvidos dela, seu corpo de quatro sendo arremessado para frente reage com um outro orgasmo, ainda mais forte... nisso, quatro tapas seguidos com bastante força em sua bunda a fazem chorar de dor... dor e prazer... um prazer jamais provado antes... Lucas lhe dá mais tapas, infinitos... avermelhando a bunda gostosa da mãe, que geme de prazer a cada tapa descobrindo aqui o quanto gosta de apanhar enquanto é fodida.
Ele então para se tremendo todo... a puxando pelos quadris enquanto gruda forte e espremido sua virilha na bunda dela virada de quatro pra ele... e geme urrando feito um animal, sentindo seu pau atolado na buceta dela jorrar toda a sua porra num surto de prazer quase que visceral.
A mãe desaba de bruços na cama, o filho desaba ao lado dela de costas, ambos ofegando como se fossem morrer sem ar... e assim eles vão se deixando aliviar de toda essa explosão de insanidade sexual que tomou de conta deles e que os fez foder feito animais.
No restante do dia rolou um estranhamento entre mãe e filho por tudo o que rolou, onde o comportamento de ambos dentro de casa foi marcado por olhares desencontrados e silencio. Ele nem almoçou em casa, se arrumou e saiu, falando que ia pra casa de uma amiga. E sozinha, Fátima ficou ainda mais pensativa sobre o rumo dessa situação, sendo que ela estava esperando seu esposo Alexandre voltar de São Paulo para dar fim ao casamento, jogar na cara dele os prints das mensagens e nudes da tal fulana novinha que ele comia por lá. Porém, o que realmente alugou seu pensamento foi a transa com o filho, onde sentada no sofá da sala, acompanhada de uma taça de uísque sem gelo, ela dava atenção ao seu celular em mãos, onde ficava olhando as fotos dele, algumas de quando ele era criança ainda, porém, as fotos que mais ela dava atenção aqui eram as atuais, aos 20 anos, um homenzinho, tão gatinho e tesudo... inclusive algumas dessas fotos era ele na praia, onde Fátima reparava na sunga do filho ao tempo em que vinha na sua mente e lembrança a imagem do pau dele duro, do sabor do esperma dele... E ela relembrava meio que sentindo no corpo os reflexos das delícias que ele fez ela sentir pela manhã no banheiro e na cama.
E enquanto relembrava, Fátima se perguntava de onde veio esse tesão entre eles, sendo que eles são mãe e filho?
Logo ela olha uma mensagem que acaba de receber do seu marido Alexandre, e advinha? Falando que não voltaria hoje e sim na segunda-feira. Isso é que é um marido bom pra meter chifres, apesar dele também chifrar ela, mas, chifre trocado não dói. Na verdade ela estava muito mais na expectativa do filho chegar do que pensando na volta do marido de viagem. Ela não tirava ele da cabeça. A noite se encaminhou pras 22 horas, ela ficou deitada em seu quarto, cochilando... nisso ela escuta o barulho do portão se abrindo e de moto entrando, era Lucas. Ela se levanta da sua cama, dá uma arrumada em sua camisola, e quando vai pegando na maçaneta da porta do quarto pra sair e ir vê-lo, ela para, pois escuta além da voz dele, voz feminina... ou seja, ele veio acompanhado de alguma ficante. Era de se esperar, Lucas é muito ativo sexualmente. Contudo, ela sentiu aqui algo que nunca tinha sentido. Ciúmes do filho.
Fátima volta pra cama, se deita... os minutos vão passando, o sono não vem mais... ela só pensa no filho Lucas... que neste momento está em seu quarto, com a tal que ele trouxe com ele. Ela sai do quarto e vai até a sala pra ver se a porta está realmente trancada. Senta no sofá de celular em mãos, fica um tempo e se levanta... vai passando no corredor entre quartos e para ao lado da porta do quarto do filho. Ela aproxima o lado do rosto perto da porta dele, mas não escuta praticamente nada. Mas é justamente esse silêncio que a deixa inquieta. Fátima fecha seus olhos e ergue seu rosto, ela passa uma mão por sobre seus peitos no decote da sua camisola... a outra mão ela desce levando-a para entre suas pernas e apalpa a sua buceta de calcinha branca em rendinha... um calor lhe arrebata o corpo, pois ela se coloca por pensamento no lugar da garota que está com ele... ela imagina até a rola do filho fodendo essa tal fulana. A verdade é que Fátima está desde que ele saiu com um calor insuportável em seu corpo. E por saber que ele está em casa esse calor aumentou ainda mais.
A mão dela que está por entre as pernas é enfiada por dentro da sua calcinha, enquanto com a outra ela se apoia na parede ao lado da porta do quarto do filho, e assim ela toca uma siririca na buceta aqui mesmo. Porém, ela para de repente conforme a porta é aberta e ela dá de cara com o filho... que se assusta ao vê-la parada diante deu quarto.
- Oi, filho, desculpa, eu... eu... eu só ia ver seee... se a janela do seu quarto tava aberta pra fechar... não sabia que você tinha chegado...
- Faz um tempo já que cheguei... Tá tudo bem com a senhora? O papai voltou?
- Tô bem sim... ee, não, seu pai só vem segunda... (Ela disse isso enquanto olhava pela brecha da porta aberta do quarto dele e adiante dele em pé na frente dela, a garota que ele trouxe, bem ali na cama dele, deitada de bruços, nua...)
Ela se despede dele dando boa noite e volta pra seu quarto enquanto ele vai para onde ia assim que abriu sua porta, pro banheiro. No quarto Fátima se despe da sua camisola e da sua calcinha, se deita na cama e recomeça a se masturbar em meio a um contorcionismo que mais parece que ela está deitada em brasas... ela mexe enfurecidamente os dedos da sua mão direita bem no grelo da sua buceta... causando nela um orgasmo bruto, e ela geme mordendo um travesseiro. Os espasmos involuntários tomam de conta do corpo dela... porém, ela vai aos poucos acalmando, mesmo que ainda bem ofegante, puxando o ar...
De manhã ela já está cedo na cozinha aprontando o café, quando enfim ela vê o rosto da tal garota que seu filho trouxe na noite passada, aqui entrando na cozinha acompanhada dele... ela é loirinha, novinha, uma graça. Cumprimenta Fátima com um bom dia enquanto Lucas vai puxando a cadeira para ela sentar. E com um amigável sorriso em seu rosto e falando seu nome, Eveline. Fátima vai servindo o café para eles com bolo, queijo, pão... Lucas faz as duas rirem com seu senso de humor e tal... Logo Fátima se senta à mesa junto com eles e acompanha eles no café.
Depois do café e de uma boa conversa à três, Fátima se coloca diante da pia lavando as louças sujas enquanto Lucas fica na sala com a tal loirinha Eveline... Sendo que, enquanto Fátima lava as louças e começa a fazer o almoço, ela vai escutando da cozinha as risadas, falatórios e tudo mais deles dois... ora eles falam alto, ora baixo... mas também, aqui e ali ele escuta estalos de beijos. Os minutos passam, a comida sendo feito nas panelas começam a exalar aroma do cozido, do assado, nisso Fátima caminha até a geladeira para pegar algo eee... e de repente para ao escutar típicos barulhos de virilha batendo junto a gemidos femininos num tom baixo, como se tivesse sendo controlados com esforço... Fátima na mesma hora leva um choque de arrepios em seu corpo pálido todinho, chegando a arfar... onde ela morde o lábio inferior contendo um riso... ela até chegou a não acreditar que o filho estava metendo a rola na loirinha ali mesmo na sala... mas... depois de ter participado de uma orgia com ele junto, dentro de casa... tudo era possível.
Ela vai até a pia, molha as mãos e passa elas em seu rosto, por entre peitos no decote do seu vestido já inchados e com os mamilos endurecidos... pois seu corpo reage aos sons do sexo sendo feito ali na sala. O comportamento do filho é completamente libertino, ela se acostumou a isso, parece até de propósito para provoca-la... A prova disso é que de repente ela olha pra trás e vê ele entrando na cozinha... pelado, de pau duro e rindo pra ela, onde ela se vira encostando na pia e olhando de frente pra ele se aproximando dela e a pegando pelas mãos, falando:
- Vem.
Fátima desliga o fogo das panelas e de fogo corporal e interno acesos, segue de mãos dadas com o filho pelado até a sala.
Na sala Lucas beija a boca das duas, como também coloca elas para se beijarem... a loirinha Eveline claramente é mais safada, tanto que ela era quem conduz esse beijo lésbico com muita chupada de língua e arreganhamento de bocas... passando as mãos no corpo da mamãe do ficante de cima abaixo do seu vestido, metendo por dentro da sua calcinha.
... em questão de segundos o vestido de Fátima vai pro chão junto com sutiã e calcinha... e tem aqui início a um sexo safado e libertino a três... onde Lucas em pé diante delas, dá seu bem dotado pau pras duas chuparem juntinhas... Mãe e ficante sentadas lado a lado na beirada do sofá dividiam espaço na rola dura de Lucas, onde enquanto uma mamava no saco dele a outra boqueteava a macia e graúda cabeçola cor de rosa dele... Lucas acariciando a cabeça das suas, os cabelos loiros da ficante e os cabelos castanhos avermelhados da mamãe Fátima... que aliás, era a que mais colocava sua boca na cabeça da rola dele e mamava como se fosse arrancar com sugadas intensas... e com os rostos dela ali juntinhos, vez e outra uma virava de frente pra outra e rolava um beijaço de língua... uma passando a mão entre as pernas da outra e dedilhando respectivamente suas bucetas... uma bucetinha loira carequinha e um bucetão rosado no meio de pelos castanhos avermelhados... Lucas segurando seu pau bateu com ele no rosto das suas, que riam, safadas, desavergonhadas... elas masturbavam juntas o pau dele, lambias juntas, onde suas línguas se encontravam, a pornográfica Eveline cuspia na cabeça da rola dele e segurando o pau virava pra mamãe Fátima lamber o cuspe, Fátima abocanhada a cabeça da rola cuspida e mamava intenso... às vezes ela competiam pra ver quem aguentava mais ficar pressionando o pau dele na garganta... onde uma e outra lacrimejavam e golfavam tufos espessos de baba... elas ficaram banhadas de baba, se agarravam e se beijavam babadas... sempre gemendo de forma agoniada, explodindo num tesão intenso.
Lucas gemia de dor no pau, de tão duro de tesão e todo babado, onde não aguentando mais ele partiu pra cima primeiro da sua mamãe Fátima, deitando nela, onde ela deitou de costas nesse sofá e gemeu se tremendo toda manhosa enquanto seu querido filho, por entre as pernas dela, enfiou-lhe a rola na buceta e já foi bombando fortemente... Era tudo o que Fátima queria, a rola do filho lhe fodendo a buceta... e o moleque encacetava o meio das pernas da mãe num movimento de quadris acelerado, machucando a parede do útero dela com cada cabeçada que ele dava sem dó... só pau dentro, sem tirar, aumentando a velocidade e tome rola, tome rola na coroa gostosa que é a sua mãe... e que gozou gritando...
... enquanto ao lado a loirinha Eveline assiste tocando uma siririca na sua bucetinha loira toda carequinha.
Logo Lucas tirou o pau da buceta da mãe e deu pra loirinha Eveline chupar... e a safada ainda disse:
- Delícia, adoro chupar rola melada de buceta, rrmmmrr...
Lucas virou essa loirinha de quatro no sofá e fez ela gritar, enfiando-lhe a rola na buceta numa surra de virilha em sua raba rosada... arremessando ela pra frente... arregaçando sem dó com a xoxota da ninfeta... Eveline tinha apenas 18 aninhos e já era bem safada, gozou gritando e pedindo rola. Ele parou a foda e mandou a mãe chupar a buceta da loirinha por trás... Fátima pegou a ninfeta de quatro e começou a lamber a bunda dela, seu rego loiro passando a lambida no cuzinho cor de rosa dela que não parava de piscar, e mais embaixo encaixou sua boca na xoxota rosada e carequinha dela em formato de concha e chupou forte... E claro, a mamãe Fátima aqui estava de quatro por trás da loira de quatro... Lucas não contou conversa, se aproximou do rabão branco da sua mãe, todo arreganhadão, mostrando aquela sua buceta bem dotada peluda e um cuzão fundo todo vermelho e meteu-lhe a vara na buceta... Fátima agarrada a bunda da loirinha, gemia aos berros tomando um sacode do filho lhe domando pelos quadris e mandando ver uma frenética socada de rola, e junto sentando a mãozada na raba dela, deixando marcas facilmente, pois uma bunda branca assim fica toda vermelhinha fácil fácil...
Lucas bem que controlava seu gozo, mas aqui ficou impossível, pois sua mãe de quatro é algo espetacular de se ver por trás... olhar pra seu rabão branco enquanto a fode por trás é complicado de não ir a loucura... tanto que ele aqui tirou a pica dela apressadamente, chamou as duas de pau na mão batendo punheta e gemendo agoniado... elas rapidamente se agacharam no chão juntinhas e de frente a ele e tomaram juntas uma chuva de esperma esguichando da cabeça da rola dele direto em seus rostos e peitos... as duas de boca aberta e línguas pra fora.
Ficante e mamãe se pegaram num beijo devasso com sabor de porra, onde elas brincaram de lamber a porra espalhada na carinha da outra... Lucas teve que se sentar num outro sofá pra poder se recuperar desse orgasmo, onde esguichou muita porra... ele se tremia sofrendo espasmos enquanto seu pau pulsava dando uma amolecida... mas ele ficou aqui, se deliciando com o sexo lésbico das duas... onde a loirinha Eveline pegou a mãe do seu ficante deitada no chão entre sofás e caiu de boca por entre as pernas arreganhadas dela numa puta chupada violenta em sua buceta... mamando forte e barulhento... levando Fátima a se contorcer endiabradamente no chão enquanto gozava absurdamente. Era a mamãe Fátima esperneando entre espasmos e a loirinha ali de cara enfiada no meio dela e lhe chupando forte a buceta...
A loirinha, aliás, malvada e tarada, deu um tiro de misericórdia na mamãe do seu ficante ao meter suas pernas entre as pernas dela, sentando de buceta na buceta dela, agarrando uma perna de Fátima erguida e assim começou um galope desenfreado, dando um puta esfolada na buceta da mamãe de Lucas com a sua buceta numa esfregação sem fim... Fátima nunca tinha colado o velcro na vida e estava aqui reagindo alucinada... sentindo seu lábios vaginais e seu grelo se grosando nos lábios vaginais e grelo da bucetinha da loirinha... da malvada loirinha que estava montada nela numa disparada cavalgada... fodendo, fodendo, esfregando buceta, dando um sacode na mamãe do seu ficante... Fátima gozou aqui pela segunda vez nessa foda de buceta que tomava dessa pirralha.
O clima lá fora era de muito calor, aqui na sala estava ainda mais quente... onde então houve um intervalo, até mesmo para que Fátima concluísse o almoço. E ela teve até mesmo a ajuda da loirinha Eveline, que era prendada. Quem diria, safada, boa de sexo lésbico e ainda entendia de cozinhar.
Logo estavam os três sentados em volta da mesa, comendo o almoço entre risos, numa conversa descontraída e goles em taças de um gostoso vinho. O detalhe é que todos estavam pelados. Numa total desinibição. Era como se fosse uma família naturista.
Depois do almoço rolou um descanso, onde Lucas e Eveline ficaram na sala, TV ligada, eles dois em silêncio, ela deitada num sofá meio que tirando um cochilo e ele sentado num canto, de celular na mão, trocando mensagens com alguma outra ficante. Fátima ainda pelada e só com um avental lavava a louça suja do almoço e fervia uma água no fogão pra fazer um café, pois para ela é sagrado um cafezinho quente feito na hora depois do almoço. Ela, inclusive, levou para o filho ali na sala uma xicara desse quente e cheiroso café, onde sentou-se em outro sofá e ficou ali com ele, degustando desse café quentinho em silêncio, porém, entre troca de olhares faceiros. Mãe e filho, pelados, trocando olhares safados.
A loirinha Eveline dormia de bruços no sofá, peladinha, com aquela sua delícia de bundinha loira pra cima. Fátima também foi tomada por um soninho vespertino e se retirou da sala, foi pro seu quarto, onde na cama deitou pelada diante as cortinas da janela fechadas.
Quase às 16 horas ela foi despertada por Lucas e Eveline, que aqui foram entrando no quarto dela, os dois pelados e com cara de quem estavam transando há algum tempo na sala. E eles invadiram a cama de casal de Fátima, enquanto ela ainda sonolenta ia rindo dos dois, onde o filho Lucas pegou ela de jeito caindo de boca nos peitões pálidos dela e os mamando, enquanto Eveline foi de cara no meio das pernas dela e abocanhando sua bucetona peluda.
Os amassos e trocas de carícias entre eles recomeçaram com tudo, entre gemidos e sons de estalos de lábios, risos safados... Lucas deitado na cama botou as duas pra mamar no seu pau, as duas de quatro e de rostos debruçados no pau dele. Em seguida uma bombadinha no meio das pernas da mãe, outra no meio das pernas da ficante...
Mas gostoso mesmo foi o que veio a seguir, onde mãe e ficante viraram suas bundas de quatro para ele, igual a duas cadelas no cio, empinando, rebolando o rabo pra seu dono, um bundão branco e uma bundinha loira meio dourada... e ele, o dono delas, o safado e viril Lucas, tratou de pegar ora uma e outra por trás e caiu de beijos, lambidas e chupadas, enfiando a cara no meio, chupando o cu das duas por vez... e ele tanto lambeu e chupou, como abriu e cuspiu dentro. Nisso, ele saiu da cama e em pé no chão se posicionou de pau na mão diante das duas de quatro na beirada da cama, lado a lado... e daqui em diante foi só no cu... primeiro foi no da loirinha Eveline, que gemeu toda manhosinha... se mostrando uma amante do sexo anal, conforme Lucas a puxava pelas ancas e ia enterrando seu pau bem dotado no cuzinho dela, começando então a foder num ritmo que foi aumentando a velocidade conforme as pregas dela iam se arrombando... e a ninfeta delirando de tesão, com uma mão por baixo, tocando uma siririca na bucetinha enquanto sentia o entra e sai, o vai e vem da rola do seu ficante fodendo seu cu...
Lucas comia o rabo da loirinha já de olho no rabo da sua mamãe Fátima, ao lado, e que ainda não tinha dado o cu pra ele, mas só pelo jeito safado que ela aqui quatro olhava para ele de rosto por sobre um ombro seu, rebolando, piscando o cu, deixou claro que estava bem a fim.
Ele então tirou seu pau do cu da loirinha, deixando um certo rombo, e logo se ajeitou por trás da bunda branca e avantajada da sua mamãe Fátima, toda cachorra de quatro para ele de forma espetacular, ela, aliás, voltou seu rosto para ele, por sobre um ombro seu, dando uma mordidinha em seu lábio inferior, junto a um sorrisinho safado de quem estava louca pra dar o cu pro filho... tanto que a safada aqui gemeu com uma simples cuspida que ele deu certeira bem em cima do seu cuzinho vermelho, e seu cu reagiu ao cuspe piscando, tragando o cuspe para dentro... Então ele encaixou a cabeça rosada da sua rola, onde ela gemeu toda manhosa sentindo certos impulsos involuntários lhe fazendo tremer a bunda e as coxas enquanto seu cu piscava se abrindo, se permitindo ser penetrado pela cabeça da rola do filho.
Fátima nunca sentiu tanta vontade assim de dar sua bunda... e foi justo seu filho quem fez ela sentir tal vontade... e ele mandando ela ficar com a bunda quieta e assim foi empurrando aos poucos, onde entrou sem dificuldade, pois Fátima tem um cuzão molinho... tanto que ele mesmo ficou impressionado enquanto ia metendo e de repente seu pau já estava todinho enfiado... Fátima arrebitada, reagia:
- aaaiimmrr, aaiimmrr, aaii queriidooo, aaiiimmmrr...
Lucas ficou maluco de tesão com a reação da mãe oferecendo a sua bunda, e segurando ela pelos quadris começou a socar e a gemer de prazer:
- Noossa, mãe, eu sempre quis comer a bunda da senhora, sabia? rraammrr, rraaammrr, que cuu gostooosooo...
- Então coome, meu amor, coomee, come o cu da mamãe, coomeee... aaii, meu amooor, sua rola é um teesããooorrr, rraaammmrrr...
Nada como uma mulher da bunda gostosa que confessa ter prazer em dar o cu enquanto é enrabada... já o prazer de Lucas era não somente estar comendo uma bela bunda branca gostosa, mas por essa bunda gostosa ser da sua mãe, que ele mesmo admitiu sempre ter vontade de comê-la... A loirinha ninfeta Eveline estava ali ao lado, de quatro, rebolando, piscando suas preguinhas aloiradas... só esperando a vez de sentir o pau dele em seu cu também, mas Lucas nem olhava para ela, estava aqui empolgado, puxando a mãe pelo rabo e metendo a rola no cu dela sem dó... pois ele estava aqui arrebatado, possuído por um prazer incestuoso que parecia maior que tudo... ele sentia que a ereção do seu pau atolado e socando freneticamente no cu da sua mãe parecia ser a maior ereção que ele já teve, pois estava delicioso foder esse cuzão tesudo que a sua mãe tinha ali no meio de uma raba grande e aberta, estava maravilhoso para ele domar sua coroa por trás e meter, meter, meter... e quanto mais Fátima gemia e gritava de prazer em tomar no cu, mais ela pedia:
- Foodee, fooodee, fode meu cu, filhiinhoo, fooodeee, fooodeee...
Ele até voltou a comer a bunda da loirinha Eveline, mas enquanto pegava a loirinha de quatro e metia o pau no cuzinho dela, seus olhos focavam impressionados na bunda da mãe ao lado, de quatro... pois Fátima posava pra ele de cachorra, jogando seus cabelos castanhos avermelhados pra um lado, olhando pra ele por sobre um ombro com cara de safada, empinando, rebolando... e pedindo manhosa:
- Vem, querido, vem comer o cu da mamãe, vem?
E aqui estava ele de novo, dando um sacode na mãe de quatro, socando até o talo no cu dela, batendo bolas com força na buceta peluda dela, a puxando seja pelos quadris, pelos seus ombros ou pelos cabelos e lhe dando uma surra de virilha no rabo, fazendo ela chacoalhar seus peitões pálidos por baixo dela, socando sem dó só no cu dela, levando ela a gritar mais que uma puta, dando com força o que ela queria, rola no cu, sem tirar de dentro, bem rápido e forte... e o resultado disso foi um orgasmo anal brutal que a fez se tremer inteira numa explosão de espasmos. Mas ele não parou, continuou de pau duraço enfiando e socando o meio do rabão gostoso da sua coroa... Fátima olhando por sobre um ombro notou o descontrole do filho e suplicou entre gemidos:
- Cheega fiiilhoooo, cheegaaa, aaii meu cuuu, cheegaaa...
Ele só deu um fim quando sentiu seu pau, todo atolado no cu da sua mãe, esguichando toda a sua porra enquanto gozava intensamente... prendendo ela pela bunda puxada e grudada a sua virilha, se tremendo... urrando feito um bicho.
Alexandre, o esposo de Fátima, enfim voltou de viagem na manhã do dia seguinte, onde ela aproveitou e deu um basta em seu casamento, mostrando para ele todos os prints das mensagens e nudes da tal fulana novinha que ele comia lá em São Paulo. E sem argumentos ele consentiu, embora tenha dito pra ela que não era bem assim, que a tal novinha é quem estava dando em cima dele e tal. Fátima sequer discutiu com ele, apenas pegou suas malas já prontas desde o começo da semana e foi de Uber para um apartamento que alugou de um parente.
O pedido de divórcio, a saída de casa, tudo foi por ela avisado ao filho Lucas, que apoiou ela na decisão. Fátima então recomeçou do zero a sua vida morando nesse ap. Sem compromisso com ninguém, a não ser com ela mesma, sem obrigações e com tempo de sobra para pensar nela mesma e no seu querido filho único, Lucas, mais presente do que nunca.
FIM!
Obrigada por lerem e comentem, por favor.
Sensacional! Parabéns!