A noiva infiel – Parte 06



No restante dessa festa, a gaúcha nem saiu mais do lado do noivo Filipe, bem que ela queria foder com mais um escondida no jardim, pois a adrenalina da traição lhe excita, só que aqui a excitação deu lugar ao medo. Na verdade pela primeira vez Lívia sentiu medo de ser descoberta pelo noivo. Assim ela meteu um pé no freio depois de saber que o filho da puta do tio Arthur tinha falado para esse outro tio, Evair, sobre a sua transa com ele na praia. A gaúcha ficou então com medo de, na festa mesmo, desse safado oportunista dar com a língua nos dentes e entregar sua infidelidade para o noivo. O certo é que, com receio dele falar a qualquer momento, ela falou pra Filipe que estava com dor de cabeça e assim ele se despediu de amigos, parentes e foi pra casa com ela.

Ter alegado dor de cabeça na festa foi até bom, pois ao chegar em casa, Filipe não encostou nela o restante da noite e madrugada, afinal, por incrível que pareça, Lívia não estava com cabeça para sexo, pois só pensava no quanto foi ingênua em ter acreditado que o tio Arthur iria manter segredo da transa deles, e falou justo pro nojento do tio Evair... que por sua vez, no dia seguinte, aproveitou que o sobrinho Filipe iria sair para mais um compromisso dele com o pai, e entrou em contato com Lívia, falando que queria vê-la e, caso ela recusasse, ele abriria a boca pro sobrinho sobre sua transa com Arthur.

A gaúcha não teve escolha, afinal, era o seu casamento e quem sabe a sua vida em risco. Assim ela inventou para a sogra, dona Carmen, que o Filipe tinha ligado para ela pedindo que ela fosse encontra-lo, e que um Uber viria busca-la... E realmente o Uber veio, mas a mando do tio Evair, que estava esperando por ela num motel. E lá se foi Lívia, toda gata e gostosa num vestidinho solto, sem maquiagem, óculos escuros, entrando no Uber, indo de encontro ao chantagista do tio Evair.


Ao chegar no motel, a gaúcha foi direto pra suíte na qual o tio do noivo estava a esperando, e ao entrar ela sequer cumprimentou ele e já foi tirando seu vestido, sutiã, calcinha e falando:


- Ok, vamo acabar logo com isso.


E ele ali sentado na cama, tomando um uísque com gelo, só de short-cueca, se levantou e veio pra ela, falando:


- É pra isso mesmo que chamei você, princesa. Vem aqui, vem.


Evair tem seus 63 anos, é alto, branco, cabelos grisalhos, corpo avantajado peludo, e aqui chegou na noiva do sobrinho agarrando ela ao meio de frente e beijando sua boca com aquela sua boca murcha cheia de baba e um hálito de cigarro misturado a bebida, ela tirou o rosto e empurrou ele, falando:


- Sem beijo na boca, por favor.


Ele então desceu seu short-cueca, falando enquanto segurava em seu pau duro:


- Ok, já que não quer beijar minha boca, vem beijar meu pau, anda.


Lívia ajoelhada assustou-se com o tamanho do pau do filho da puta do tio do noivo, e segurando abocanhou e começou a chupar forte, com uma certa raiva... Evair gostou e gemendo de tesão acompanhou o movimento de cabeça da gaúcha com uma mão na cabeça dela, onde na maldade ele a puxava e forçava sua rola na boquinha dela, fazendo ela se engasgar e ficar sem fôlego, ela batia nas coxas dele, empurrava ele e ele perverso prendia ela de boca em seu pau, onde seu falo entalava na garganta dela, onde a sua mandíbula doía... os verdes olhos dela lagrimejavam... até que ele a soltou, e ela ajoelhada de mãos no chão respirava ofegante e tossia baba, quase que a vomitar... ele a levantou puxando pelos cabelos e caiu de boca nos peitos dela os arrancando de seu sutiã... ela gemia num misto de dor e nojo dele... ele parecia um porco lhe chupando afoito e barulhento um peito e outro, os amassando, babando e até fazendo ela sentir dor ao morder seu mamilos... ela mandava ele parar... e ele forçando a boca em cada peitão pálido dela, mamando forte... devasso.


O homem estava afoito, tarado, descontrolado de desejo pela gostosa gaúcha, a pegando pela garganta e a jogando na cama, onde ela caiu de costas quicando e ele a pegou pelos pés e a puxou fazendo ela se arreganhar... e em tom de estupro ele foi pra cima dela com agressividade, deitando entre suas pernas e metendo-lhe a rola na buceta de uma vez, causando em Lívia uma dor por dentro... era um pau muito grande e duro, onde o tio tarado lhe socava com força, batendo virilha entre as pernas dela sem dó... a gaúcha desesperou-se entre dor e agonia... mal olhava praquele filho da puta, de rosto safado cheio de expressões de prazer, seus olhos eram como os olhos de um demônio, ele urrava, babava... era um animal selvagem enquanto usava de força para bater virilha entre as pernas dela e foder sua buceta... ela de pés pro alto... toda arreganhada tomando virilhadas intensas.


Foram 6 minutos de paulada no meio das pernas num ritmo que diminuía e aumentava violentamente a velocidade, onde Lívia sentiu dor e agonia enquanto tinha sua virilha espancada pela peluda virilha do tio tarado do seu noivo... e aquele pau enorme dele lhe rasgando, dilacerando a buceta por dentro num entra e sai absurdo... e sim, ela chorou... pela primeira vez Lívia chorou traindo seu noivo, em alguns momentos ela até via o rosto dele sorrindo pra ela, como se estivesse se arrependendo de tudo e como se entendesse que esse estupro era como se fosse uma lição nela pelo tipo de vida de mentiras que ela escolheu.


Evair se tremendo todo, parou agoniado e berrou como um louco, de corpo erguido por sobre ela, enquanto espremia a sua virilha entre as pernas da gaúcha, atolando com força todo o seu pauzão na xoxota rosada dela e assim gozou forte dentro dela.


Ela até pensou enquanto ele se erguia dela: “Ele cansou. Graças a Deus!” Que nada. Evair assim que se ergueu do meio dela, ainda de pau duro, todo melado e pulsando, a pegou de jeito e a virou de quatro, puxando ela pelos cabelos e fazendo ela empinar sua branca bunda gostosa, na qual ela levou um tapa onde sua nádega direita tremeu toda numa ardência que lhe fez gritar nessa suíte, e entre gritos de vagabunda ela teve a sua buceta mais uma vez afoitamente penetrada pelo devasso, dominador e tarado tio do seu noivo, a domando com uma mão num quadril e a outra lhe puxando os cabelos começou a espancar a bunda dela com virilhadas que lhe arremessavam para frente... enquanto ela sentia dificuldade até de gemer... e tome tapas e mais tapas na bunda branca dela, na qual ficava a marca da mão dele aberta e socadas e mais socadas de rola sem dó... o homem queria tirar sangue da buceta da gaúcha... Lívia gemia engasgando e sufocando com seus próprios gemidos chorados, onde tinha seus peitões por baixo balançados com toda força, sempre sentindo o vai e vem da rola do filho da puta do tio Evair lhe fodendo intenso a buceta... socando, socando, socando, socando... o homem parecia um louco, e tome tapas e mais tapas na bunda dela...


... e enquanto era dominada e fortemente fodida de quatro, a gaúcha começou a sufocar boquiaberta de forma soluçada e entre choro enquanto revirava seus verdes olhos lacrimejados, chegando a um surpreendente e bruto orgasmo... isso mesmo... ela gozou enquanto era abusada por esse nojento tio do seu noivo... e o pior, ele notou na hora, pois o corpo todo da loira se tremeu e ela desabou de bruços na cama... e ele deitou junto, ainda de pau na buceta dela e quicando de virilha na bunda branca dela numa estocada sem fim... a gaúcha de rosto num travesseiro gemia agoniada sentindo os espasmos do orgasmo lhe explodindo o corpo e a mente enquanto aguentava como podia o peso do corpo avantajado desse safado filho da puta em suas costas.


Evair saiu de cima dela fungando feito um animal, o homem estava escorrendo suor, fedendo a odor pelas suas cabeludas axilas... foi até o bar da suíte ali ao lado e colocou uma dose de uísque...


Lívia se sentia arrasada, deitada de bruços na cama, banhada de suor, ofegando cansada, bunda branca suada toda avermelhada de tanta virilhada que tomou e com as nádegas tatuadas com as mãos dele... e por entre pernas abertas, a sua rosada buceta escorria porra... Abraçada a um travesseiro ela escutava o filho da puta do tio lhe oferecendo uísque e falando sem parar um monte de coisas obscenas e sujas sobre o que ele pensava dela desde que a viu... e ela agarrada ao travesseiro, chorando em silêncio. Arrependida por ter transando com o outro tio, o Arthur, pois foi ele quem abriu a boca pra esse filho da puta estuprador, abusador do tio Evair... e principalmente arrependida por ter gozado em meio a esse sexo forçado.


Passaram-se minutos, a gaúcha foi se levantando nua da cama, passando mãos em seus loiros e lisos cabelos e pediu a ele pra ir embora, ele mandou ela voltar pra cama, ela disse que ele não mandava nela, ele a pegou pelo garganta, xingando ela, falando que não tinha acabado ainda... e nisso ele sentou a mão na cara dela com tanta força que ela desabou de costas na cama meio zonza, nocauteada... Evair, louco, tarado e possessivo, a puxou para mais perto da beirada da cama, e de supetão virou ela de quatro de novo... ela mal se colocou de quatro pra ele e teve a sua bunda devorada pela boca dele com chupões e lambidas nas duas brancas nádegas... e nesse gesto afoito ele arreganhou a bunda dela, deu uma cusparada no cu dela... onde ela se sustentando de joelhos e mãos na cama se tremeu todinha ao tempo em que gemeu agoniada ao sentir seu cu sendo penetrado intensamente pela língua dele.


O filho da puta do tio tarado deu uma chupada tão forte, dominadora e devassa no cu da gaúcha que ela foi arrebatada por um surto descontrolado de arrepios, tremedeiras eee... prazer... um prazer anal absurdo, pois se tem uma coisa que deixa essa gaúcha dominada e submissa na cama é sentir algum tipo de carinho ou penetração em seu ânus... seu ânus vermelhinho, macio, quentinho no meio dessa bunda branca maravilhosa que ela tem... a safada cambaleou se tremendo em estado de transe anal enquanto sentia o rosto do tio Evair se empurrando no meio da sua raba e com a língua dele constantemente socando, socando... bem dentro do seu cu... ela ficou louca... esqueceu até o teor de abuso da transa.


Já Evair... se ergueu pegando a gaúcha rabuda por trás, e com o pau na sua mão encaixou a cabeça no cuzinho todo salivado e babado dela e meteu... Lívia, se aguentando aqui de quatro, simplesmente se tremeu toda enquanto gemia soluçado, revirando os olhos e quase desabando de bruços... gozando... gozando apenas com a penetração de tão estimulada que ela ficou com o oral anal... e sem gentileza nenhuma, o escroto e devasso homem, domando a noiva do sobrinho por trás, empurrou mais ainda seu cacete no cuzinho dela... fazendo ela gritar de dor nessa suíte e assim começou a puxar ela pra ele e a socar, socar, socar... dando uma enrabada magistral na bunda gostosa dessa gaúcha... que se entregou ao prazer de sentir a bem dotada rola do seu abusador se movimentando freneticamente enfiada em seu cu...


Evair a puxava constante pelos quadris e socava urrando de prazer ao sentir um cu tão gostoso como esse, onde ele aumentou a velocidade da socada levando a noivinha do sobrinho a berrar nessa suíte... e assim ele enchia a bunda dela de tapas, sempre olhando pra ela toda arreganhada pra ele por trás, enquanto seu cacetão botava pra arrombar o cu dela numa empalada furiosa... a gaúcha se tremeu toda soltando um grito que ecoou nessa suíte... grito esse por conta de um forte orgasmo anal que veio de repente, afinal, a gaúcha tem tesão em ser currada com força, embora aqui ela estivesse sendo enrabada por alguém que ela não queria... já ele, só parou quando depositou seu restante de esperma todo dentro... sendo que quando ele puxou... o cu arrombado da gaúcha cuspiu todo aquele leite, que escorreu buceta abaixo pingando na cama... logo ela desabou de bruços completamente esgotada.


“Estupro” consumado, Lívia se recompôs, tomou um banho, se limpou do suor e do esperma do seu abusador, inclusive chorou enquanto banhava, tanto por ter sido abusada como por ter chegado ao orgasmo no meio desse abuso... E já vestida ela foi liberada pelo tio Evair, que, aliás, disse para ela ficar atenta pois certamente iria querer mais... Lívia pensou que não seria nada bom retornar pra casa dos pais do noivo sozinha, já que ela tinha dito pra sogra que iria se encontrar com o filho dela, sendo que, se ela chegasse sozinha daria ainda mais motivos pra sogra desconfiar dela... Nisso ela ligou pro noivo falando que queria encontra-lo... Filipe, sempre apaixonado, mandou ela pegar um Uber e ir para o shopping, assim ele iria encontrar ela depois.


Filipe foi encontrar ela, Lívia estava um tanto quieta, cansada, ele abraçou ela, a beijou a boca, aproveitou que estava no shopping e levou ela pra uma pizzaria, ela nem estava com fome, mas fez companhia a ele, pois precisava distrair sua mente. Afinal, mesmo ela cedendo aos caprichos e abusos do tio Evair, ela se sentia triste por saber que ele iria querer mais. De volta pra casa, ela chegou de mãos dadas com o noivo, deixando a sogrinha convicta de que ela realmente falou a verdade quando disse que iria encontrar com ele. A gaúcha passou direto pro banheiro, e enquanto tomava seu banho, ela olhou adiante, por baixo da porta e notou a sombra de alguém ali parado, certamente espiando ela, e claro, era o tarado do irmão caçula do noivo, o Yuri, que certamente queria repetir a foda que teve com ela.


Ao terminar o banho ela foi pro quarto, colocou uma roupa e foi pra sala fazer companhia ao noivo Filipe e ao pai dele, onde eles conversavam. Eis que minutos depois quem entra sala adentro é o caçula, Yuri,,, voltando da escola. Lívia se assustou, pois se ele estava chegando agora da escola, quem diabos estava espiado ela banhando? Nisso ela perguntou pro noivo onde estava a irmã dele, Fernanda... e Filipe disse que ela estava na casa de uma amiga dela desde de manhã. Lívia se assustou ainda mais, afinal, quem estava espiando ela banhar? Foi então que ela olhou pro pai do noivo, seu Cristiano, e pensou:


“Só pode ter sido o meu sogro, pois o Filipe me vê pelada quando ele quer, não ia perder tempo me bisbilhotando no banho. Caralho, era só o que me faltava. Nessa casa só tem tarado. Nem meu sogro me perdoa. Tomara que a sogrinha não tenha visto, pois ela já anda me observando.”


Durante o resto dessa conversa, Lívia ficou olhando pro pai de seu noivo ali sentado em outro sofá, tentando ler nos olhos e no comportamento dele se ele deixava transparecer algo malicioso para com ela... um olhar, um sorriso. E nada, o coroa ficou na dele, conversando com o filho e pouco encarando ela, pondo mais dúvida na cabeça dela sobre quem a espiou tomar banho.


No dia seguinte, então... Filipe acordou cedo, pois tinha um compromisso com o mesmo tio com o qual sempre vinha saindo, era uma sexta-feira, Lívia ficou na cama, pelada e toda preguiçosa por sobre os panos, depois de uma deliciosa noite de muito sexo com o noivo. Filipe já arrumado se aproximou dela deitada de bruços, deu um cheiro na cabeça dela, por sobre seus loiros amarelados cabelos lisos, com ela de rosto repousado num travesseiro, deu uma sutil mordidinha na orelha dela, cochichando um elogio dentro e que a fez sorrir toda dengosa... depois ele desceu mais um pouco seu rosto e deu um cheiro e um beijo bem na bundona branca e gostosa dela, onde ele chegou até a dar uma acariciada com a mão esquerda, metendo essa mão entre as pernas dela e dando uma apalpada na bucetinha dela... e assim ele foi deixando o quarto, dando um até mais para ela e prometendo levar ela para passear quando retornasse... pois este aqui seria o último dia deles no Rio antes de voltar para Porto Alegre e enfim cuidar do casamento deles.


Lívia acabou se deixando levar pelo sossego do quarto, o geladinho do ar-condicionado e começou a cochilar de novo. Uma hora depois ela desperta, onde ela se estica toda num espreguiçamento sexy de se ver, com seu pálido corpo nos panos amarrotados da cama, se contorcendo como uma gata, chegando a gemer manhosa... ela se vira de costas, ainda deitada, passa mãos em seu rosto, escorrega essas mãos pelo seu corpo apalpando suas enormes tetas pálidas, chegando a coçar seus vermelhos mamilos do tamanho de azeitonas... uma das mãos ela desce mais, passando por sua barriga, por sobre seu umbiguinho com piercing de cristal... descendo pela sua virilha toda cheia de ralas pelugens esbranquiçadas de tão loira que é... e com essa mão ela acolhe toda a sua rosada xoxota em formato de conchinha... a qual ela apalpa suave, sentindo na palma o melado do rachado expelindo um tiquinho de suco... suco que deixou o pano da cama melado de tanto ela ter ficado de bruços. E esse melado é resquício ainda da foda que o noivo deu na xoxota dela na noite anterior. Pois a bucetinha da gaúcha quando come rola, fica depois se babando toda.


Ela até esfregou um dedo nesse seu vermelho rachado, sem meter, onde subiu esse dedo pro botãozinho rosado logo ali acima do rachado, o grelo, que mais parece uma pimentinha. E aqui ela deu uma coçadinha de leve nele, girando o dedo ao redor do seu botãozinho macio, salgadinho, e que tanto lateja quando ela tá com tesão... Em seguida ela foi escorregando de costas na cama até a beirada, onde foi se sentando, colocando seus delicados pezinhos no chão frio por conta o ar-condicionado... Nisso ela voltou a se espreguiçar dando uma arrebitada e deixando seu corpo em arco com os braços esticados pro alto... gemendo muito manhosa.


Em pé, ela foi caminhando meio trôpega de sono e bocejando até a cômoda, abriu uma gaveta e pegou uma calcinha branca em rendinha... e segurando ela pelas suas alças ela abaixou, colocou primeiro o pé esquerdo, depois o direito e puxou a delicada e linda peça em rendinha pelas suas pernas pálidas acima... colocando sua linda xoxota cor de rosa, toda carequinha e inchadinha dentro do macio forro frontal... cujo rachado da danada ficou transparecendo pela renda... e logo atrás ela deu uma ajeitada na peça por sobre sua branca bunda gostosa... porém, as beiradas da calcinha teimavam em escorregar pro meio, e bastou ela dar dois passos caminhando e as nádegas se movendo contrariamente fizeram a peça entrar toda no seu rego e ficar atochado bem no meio. Normal, a gaúcha tem um rabo devorador de calcinhas.


Em seguida ela pegou um sutiã da mesma cor, branco, vestiu primeiro as alças em cada braço, colou o velcro da alça dianteira nas costas e assim pegou no seu peitão pálido esquerdo com a mão direita e o colocou dentro de um bojo rendado, depois pegou no peitão direito com a mão esquerda e fez o mesmo, colocou no bojo direito e assim foi caminhando, onde eles trepidavam de tão moles e naturais. Em frente ao espelho da cômoda ela passou uma escova em seus loiros cabelos lisos e enfim vestiu por cima um vestidinho de alças do tecido molinho na cor verde claro com estampas de flores brancas, que escorregou em seu corpo formoso ressaltando suas curvas e recheios. Em seus pezinhos ela colocou chinelos de dedos e foi então deixando o quarto.


Lívia teve uma surpresa ao ver que a casa estava silenciosa, onde ela olhou para um lado e outro... e não viu ninguém. Seus cunhadinhos haviam saído, provavelmente para a escola... sua sogra não estava na cozinha. Bom. A gaúcha então teve que colocar mãos na massa e fazer seu próprio café da manhã. De repente entra na cozinha o seu Cristiano, seu sogro. Dando bom dia a ela e ela respondendo com um sutil sorriso enquanto vira seu rosto por sobre um ombro. Lívia está aqui de barriga na pedra da pia enquanto corta umas fatias de pão de forma para fazer um misto-quente. Ela nada fala, apenas escuta a movimentação do seu sogro ali por trás, e pensa:


“Caralho, cadê minha sogra? Será que eu tô sozinha com meu sogro aqui? Ele tá tão quieto. Deve tá olhando pra minha bunda. Filho da puta, me viu pelada no banheiro pelo furo da porta e agora deve tá pensando um monte de putaria comigo. Aaii meu Deus, preciso me conter.”


Ela escutou ele abrindo a garrafa de café ali na mesa, colocando numa xicara e tomando... e sem deixar a cozinha... ela de frente a pia, calada fazendo seu misto-quente enquanto seu Cristiano fala:


- A Carmen, foi atrás de uma consulta no postinho médico do bairro.


Ela nem perguntou nada, e continuou calada, onde ele então ressalta:


- Ela vai demorar a voltar, sabia?


Lívia se arrepia toda, gela seu estômago, chegando a arfar... pois essa última frase é dita pelo seu sogro enquanto ele acaricia os braços dela, lhe encoxando por trás.


Continua...


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A noiva infiel – Parte 06

Codigo do conto:
269879

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
14/08/2026

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