E Camilinha realizou seu fetiche que era transar com Tiaguinho, o marido da empregada da sua casa, Silmara... E realmente foi algo que deixou a patricinha satisfeita. Foi até melhor do que ela esperava. Pena que Tiaguinho comeu ela sem avisar pra esposa e Camilinha viu que se contasse pra Silmara acabaria com a confiança e amizade com ela e aí decidiu dar um basta Tiaguinho continuava vindo deixar a esposa Silmara na casa dela para trabalhar e depois ia busca-la, sendo que Camilinha, que antes de realizar seu fetiche com ele era acostumada a ficar sempre no terraço esperando ele chegar com Silmara ou, vir busca-la no final da tarde, na pura intenção de ficar espionando ele e imaginando safadezas com ele, agora não fazia mais isso, pois o esposo da sua empregada não era mais novidade e tão pouco lhe despertava mais nada, afinal, ela já tinha provado dele.
Na verdade, como foi dito no final do primeiro conto, Camilinha estava agora com seus olhos verdes, com a sua libido e com seu fetiche voltados para outro homem... igualmente negro e que atendia pelo nome de Robert, o motorista novo da sua casa.
Seu primeiro contato direto com Robert foi num certo dia, enquanto ela passava pela sala da sua casa, distraída, de celular em mãos, fones de ouvidos, trajada num shortinho em malha colado ressaltando suas loiras coxas torneadas, sua bundinha empinada e com uma blusinha tope marcando seus peitos formosos... onde ela viu seu pai conversando com ele, trajado numa calça em linho preta, sapatos sociais, camiseta preta básica ressaltando seus fortes braços e seu peitoral definido. E bastou Camilinha olhar para ele que ficou claro que o seu fetiche por homens negros estava firme, forte e que agora mudou de personagem. A moleca chegou até mesmo a sentir um arrepio em toda a sua pele loira, junto a um gelado em seu estômago e um forte latejo no grelinho da sua rosada xoxota ali por dentro da sua calcinha e de seu shortinho, sem falar dos seus mamilos endurecendo de tão excitados.
Robert era do tipo que ela gosta, mulato, bem mais alto que ela, de corpo esbelto malhado, cabelos crespos raspadinhos, jovem, com seus 20 e poucos anos. Dono de um comportamento sério e super profissional, um rapaz de poucas palavras, aliás, falava apenas o indispensável. E para deixar a ninfeta ainda mais desconsertada, seu pai a chamou para apresenta-lo a ela:
- Filha, esse aqui é o Robert, nosso novo motorista. A partir de amanhã ele vai deixar e buscar você todo dia na escola.
Camilinha riu para ele, claramente escondendo do pai e dele o carnaval de sensações que estava acontecendo em seu corpinho adolescente por dentro, como se festejando a oportunidade que estava aqui se iniciando de poder estar com um negro gostoso como ele, onde ela disse, toda discreta:
- Oi, prazer.
Na verdade, a vontade dela era de pular nele, arrancar toda a roupa dele e cair de boca no pau preto dele ali mesmo diante dos olhos do pai, de tão estimulada que ficou. Aliás, desde que ela colocou seus olhos nele, aqui, nessa sala, a imagem de um pênis preto bem grande tomou de conta da sua cabecinha.
O jovem motorista encarando a ninfeta a cumprimentou com um gesto de cabeça e logo retornou seus olhos para o patrão, pai da ninfeta, voltando a conversar com ele. Enquanto Camilinha foi deixando a sala rumo ao terraço e se acomodou numa cadeira por sobre almofadas, e aqui havia em seu rostinho um sorriso de euforia e empolgação, claramente expressando como seriam excitantes os seus dias ao lado desse novo motorista, tanto que nem foi preciso ela ficar espiando ele ali dentro da sala, afinal, ela sabia que o que mais teria daqui em diante seriam dias e tempo com ele. Onde aqui, sentada de coxas cruzadas e celular em mãos, ela suspirava e pensava:
“Meu Deus, fala sério. Que negão gostoso. Caralho, certeza que eu vou foder com ele.”
A ninfeta contou as horas para chegar o dia seguinte e poder começar a ir pra escola depois de suas férias, e assim ter seu primeiro contato mais próximo com Robert, o novo motorista da sua família. Pela manhã, cedinho, ela estava aqui de calça jeans colada, tênis e camiseta de farda da escola, mochila nas costas, descendo as escadarias do seu quarto sala abaixo, fones de ouvidos, celular nas mãos... chegando ao terraço diante do carro, onde Robert, o novo motorista, estava a esperando. De cara a moleca colocou seus verdes olhos na preta calça em linho dele, dando uma conferida... mas claro, o que tinha ali dentro estava dormindo ainda, porém, por ter provado da rola bem dotada do Tiaguinho, marido da empregada e negão igual a Robert, ela já teve aqui uma noção de que o pau de Robert poderia ser tão impressionante quanto.
Robert se aproximou dela, com a devida seriedade profissional que lhe cabia, dando bom dia a ela e abrindo a porta traseira, pela qual ela entrou olhando discretamente nos olhos dele e se sentou no banco. Ele deu a volta no carro, entrou sentando no banco do volante, puxou a porta, colocou o cinto, ajeitou o retrovisor e deu uma olhadinha para ela sentada ali atrás, de pernas cruzadas em sua calça jeans e de rosto meio abaixado olhando seu celular em mãos e com fones em seus ouvidos... assim ele ligou o carro e foi deixando a garagem casa afora.
No trajeto, Camilinha dividia seu tempo em olhar pela janela ao lado as ruas da cidade do Rio de Janeiro, cheias de pessoas, carros e motos, ao fundo aquele visual com muitos morros, muito verde e praias, ao tempo em que nada disso prendia sua atenção, pois ela estava ouvindo seu instinto incentivando ela a fazer algo pra chamar a atenção do jovem motorista negro, e nisso ela foi dando menos atenção para seu celular, onde aqui e ali ela mordia seu lábio inferior, passava a língua entre lábios, uma mão nos seus lisos cabelos loiros, cruzando e descruzando suas pernas em sua calça jeans... a garota estava tensa por dentro, visivelmente sob o efeito do tesão que ela sentia por homens negros e pela situação de estar aqui com este. E nisso ela perguntou a ele:
- Você é daqui mesmo do Rio?
Ele: - Sim, senhora. Sou de Madureira.
Ela riu e disse: - Senhora não, por favor.
Ele: - Desculpa.
Ela: - E o que é que tem de bom pra se fazer em Madureira?
Ele: - Ah, é um lugar de gente simples, as pessoas são alegres... o pagode rola solto. Todo lugar tem uma roda de samba.
Ela: - Sempre tive vontade de ir num samba assim.
Ele: - E porque não vai?
Ela: - Não é simples, meus pais não deixam.
Ele: - Tem muito lugar no Rio que tem samba. Chama suas amigas, tem uns que são frequentados por garotas que nem você.
Ela: - Garotas que nem eu? Como assim?
Ele: - Ah, você sabe, né? De classe média alta. A não ser que você queira ir no samba do subúrbio ou da comunidade. Tem muito playboy e patricinha que frequenta o morro.
Ela: - Tá me chamando de patricinha, é?
Ele: - Não, quer dizer, rsrsrs... desculpa, foi mal... eu só quis dar um exemplo de tipo de pessoa eee... que não é você, rsrsrs...
Ela: - Tá tudo bem, mas eu sou patricinha mesmo, rsrsrsr... Só não sou metida a besta.
Ele: - Verdade, se fosse não tava nem falando comigo, rsrsrs...
Ela: - Mas você tá certo... eu vivo rodeada de pessoas como eu. Por isso que eu queria ir me divertir mesmo era num lugar assim, no subúrbio mesmo. Pois tenho a impressão que é mais alegre. Com pessoas de verdade.
Ele: - É, mas, tem certos lugares no subúrbio, a noite, que é melhor ir acompanhada, pode vacilar não.
Ela: - E você? Você vai sozinho ou com amigos?
Ele: - Vou com amigos, ou me encontro com eles lá. Mas geralmente vou com a minha noiva.
Nesse momento Camilinha viu isso como um obstáculo a mais. Porém, ela não queria namorar ele e tão pouco roubar ele da noiva, ela queria apenas curtir. Mas claro, ele poderia recuar a qualquer investida dela justamente por ser noivo, pois vai que ele fosse do tipo fiel?
Ela: - Se um dia eu for me divertir no subúrbio, eu vou com uma pessoa que conhecesse o lugar.
Ele: - E você conhece alguém que more no subúrbio?
Ela: - Conheço um que mora em Madureira.
Ele: - Quem?
Ela: - Meu motorista novo.
Ele riu, ao mesmo tempo ficou desconfiado que ela tinha jogado uma indireta nele. Já ela, aproveitando que ele riu, completou, de forma convidativa:
- Você me levaria pra um samba em Madureira?
Ele riu, calou por uns instantes enquanto fazia uma curva, olhou pra ela pelo retrovisor e completou:
- Bom... No momento melhor não, pois eu nem me acomodei direito no meu trabalho, na sua casa, vamo deixar isso pra um dia, quem sabe, né?, rsrsrsrs...
Ela: - Ok então, eu espero... Mas se demorar muito eu vou te cobrar, viu?
Ele: - kkkk... pode cobrar.
Nada como uma primeira conversa pra quebrar o gelo e criar uma amizade, amizade que foi se fortalecendo dia a dia sempre quando Camilinha ia e voltava da sua escola, sempre na companhia do profissional e carismático Robert, que mesmo sendo sério e profissional, mostrou para ela um lado extrovertido, chegando até a fazer ela gargalhar em alguns momentos com suas piadas e histórias divertidas... Ele era jovem, tinha um espírito que nem o dela, rolou uma boa química entre eles dois... e assim ela passou de carona do banco de trás para carona ao lado dele. E claro, amizade entre homem e mulher existe, mas entre uma ninfeta com fetiche em homens negros e um motorista negro que cabe no fetiche dessa ninfeta, essa amizade existia apenas como um pretexto para a real vontade dela.
E dessa amizade veio a intimidade, onde Camilinha ao rir das bobagens dele acabava colocando uma mão no braço dele, meio que jogava seu corpo e rosto pro rumo dele, em meio a olhares mais invasivos. E ele, apesar do profissionalismo, óbvio que o jeito dela mexia com ele, pois uma ninfeta como ela, bonita tal qual uma princesa, gostosinha de corpo, tratando ele sem frescura, sem arrogância e com uma certa permissividade, fazia ele claramente se excitar.
Teve então um dia em que, na volta da escola, ela estava de minissaia jeans e sentada ao lado dele no banco do carona, e nisso ela simplesmente abriu suas pernas e permaneceu assim o trajeto todo... e ele dirigindo ficou ali atento a isso, olhando de canto de olho para baixo as coxas loiras da ninfeta em sua minissaia meio erguida coxas acima... embora não conseguisse ver no meio, mas suas loiras coxas cheias de pelugens aloiradas e o seu pensamento imaginando a xoxota dela toda aberta com ou sem calcinha, fez ele ficar louco... como também o jeito que ela virava o rosto e encarava ele nos olhos enquanto ria de um jeito bem alegre passavam para ele a ideia de que ela estava querendo um beijo na boca. Homens normalmente confundem o sorriso de uma mulher com segundas intenções, mas no caso de Camilinha, seus sorrisos mostravam de fato uma permissão que ela estava dando para ele, e que por sua vez, seguia levando o respeito e o profissionalismo à risca, embora estivesse aqui de pau duro dentro da sua calça pela filha ninfeta dos patrões.
Na segunda semana de convivência entre eles, na volta da escola, ela pediu pra ele parar no calçadão da praia, e ele obedeceu, porém ressaltou que não poderia demorar muito porque ela teria que estar em casa antes dos pais. Camilinha disse pra ele não se preocupar.
Ele estacionou o carro ao lado de prédios de condomínio e acompanhou Camilinha atravessando a avenida até o calçadão lotado, quase final de tarde, pessoas caminhando, praticando exercícios, andando de bicicleta, conversando em quiosques, tomando uma cervejinha, outras tantas pessoas na areia da praia, dando um mergulho no mar... e ela aqui, com seus lisos cabelos loiros esvoaçando ao vento, com seu delicado rostinho de menina enfeitado com um sorriso faceiro, olhando a tudo com seus alegres olhos verdes, ele todo de preto e sapatos sociais ao lado dela, onde alguns que passavam e olhavam pra eles, de cara pensavam que era segurança dela... Nisso ela olhou pra um carrinho que vendia picolés e chamou ele pra provar. Logo ela tirou seus tênis e desceu com ele pra areia da praia, onde ficaram os dois, lado a lado, andando sem pressa, cada qual passando a lambida em seu picolé e conversando relaxadamente... na verdade ele devorou logo seu picolé, mas ela preferiu degusta-lo sem pressa e a base de lambidas. Apesar de Robert estar aqui obedecendo a filha dos patrões, ele sempre olhava as horas em seu celular, preocupado com o tempo, pois ele tinha que estar na casa dela antes dos patrões voltar do trabalho deles logo mais as 19 horas.
Em determinado local da praia, sem tanta gente, com o mar ao fundo fazendo barulho e um belíssimo céu alaranjado indicando o pôr do sol, Camilinha se virou pra ele e encarou ele enquanto lambia de um jeito safado seu restante de picolé, sendo que ela segurando no pauzinho, seus dedos estavam melecados com por conta do seu derretimento... e assim ela enfiou esse seu picolé todo na boca numa chupada gulosa, melando seus lábios... ele encarando ela, ciente de que ela estava o provocando, ao mesmo tempo achando perigosíssimo qualquer envolvimento mais íntimo com ela por ser um começo de trabalho seu e por ela ser a filha dos patrões. Já Camilinha, depois de tudo o que provou com o marido da empregada, se sentia capaz de qualquer outra coisa pra satisfazer seu fetiche por homens negros.
Tanto que ao voltarem pro carro, enquanto Robert abria a porta do carona para ela, Camilinha parou diante dele e pediu de forma possessiva e decidida:
- Vem pro banco de trás comigo.
- Menina... olha... acho melhor não.
Ela colocou então uma mão na calça dele, em cima do pau dele e acariciou de leve, falando enquanto encarava dele nos olhos, de baixo pra cima, pois ele era bem mais alto:
- Eu tô mandando.
Robert tirou a mão dela e disse:
- Menina... por favor, não me complica. Você sabe que isso é arriscado. Quem vai se fuder todo sou eu.
Ela, rindo, disse:
- Eu não quero namorar você, eu não quero você pra mim... eu só quero curtir... entendeu, sem compromisso.
Ela ficou encarando ele de frente. A moleca era a coisa mais linda, uma princesa, e ele mordendo o seu negro lábio inferior, tentado por ela.
O carro estava estacionado ao lado de um muro alto de um condomínio, numa rua ao lado sem tanta movimentação e com muitas árvores fazendo sombra, as luzes dos postes tinham sido acesas a poucos minutos por conta da noite chegando... Robert estava aqui motivado pela excitação normal que a ninfeta lhe fazia sentir e por um certo receio de que isso poderia ser uma merda para ele, profissionalmente falando, caso os pais dela descobrissem... mas... homem é homem... e mesmo ciente que era errado, obedeceu a sua jovem patroa.
No banco de trás, rodeados pelos vidros escuros, a filha dos patrões e seu motorista trocavam beijos gostosos, com eles movendo seus rostos alternadamente o tempo todo enquanto chupavam seus lábios e línguas de forma gulosa... ele com seus grossos lábios pretos e ela com sua delicada boquinha de lábios rosados. Ele passava a mão pelo ombro dela por sobre sua camiseta de farda, descia e encaixava a pegada na cintura dela, e ela com a sua mão direita alisando o rosto dele, por sobre sua preta camiseta básica colada ressaltando seu peitoral definido, descendo por sua barriga durinha... até repousar essa mão livre no colo dele, onde ela começou a buzinar no chumaço em sua calça... ela alisava sentindo todo o cumprimento do membro deitado na vertical, duro... ele desceu sua boca mulata pro pescocinho loiro dela, chupando gostoso e ela jogando seu rosto pro teto do carro revirando seus verdes olhos... a mão dele já amassava os peitos dela por sobre sua camisetinha de farda da escola... ele chupando o pescoço dela desceu essa mão dele pelas coxas dela, de minissaia jeans, onde ela abriu as pernas e ele foi adentrando com essa mão, alisando por entre as coxas dela... até encaixar a xoxota dela de calcinha em sua palma... dando uma apertadinha, uma sutil apalpada, mas que foi o suficiente pra Camilinha soltar um gemido estremecido de tesão, se arrepiando toda e até rebolando na mão dele.
Ela então afastou um pouco dele e tirou sua camiseta de farda por cima... e ele olhando pros peitos formosos dela em seu sutiã bustiê branco em rendinha, disse:
- Vai com calma, menina, a gente não tem tempo pra isso... Vamo deixar pra outro dia.
- Desce tua calça, vai.
- A gente tá no meio da rua.
- Desce, anda.
Robert era do tipo responsável, pensava no seu trabalho ainda em início, sendo que a família de Camilinha era a primeira para quem ele trabalhava como motorista... mas aqui ele estava extremamente excitado e dominado pelos encantos dessa ninfeta, não teve como negar suas ordens diante tamanha excitação. E nisso ele abriu sua calça em linho preta, a desceu até os tornozelos e ficou sentado de sunga igualmente preta... Camilinha olhando praquele volume inchado na sunga dele, se ajeitou melhor sentada nesse banco traseiro, com seu pé esquerdo no chão do carro e o joelho direito apoiado no banco, pegando na sunga dele e a descendo, fazendo o cacete dele saltar...
A ninfeta soltou um arfado assim que olhou pra rola dele... ao mesmo tempo ela apertou um peito seu e com a mão direta desceu em sua buceta diante sua minissaia jeans toda erguida cintura acima e tocou sua xoxota... ela gemia, com seu rosto tomado de expressões de tesão e agonia enquanto apenas olhava pra virilha nua do seu motorista, na qual a preta rola dele pulsava dura... ela pegou, masturbou de leve, admirando, sentindo a dureza, a grossura... a temperatura... e entre gemidos arfados ela falou:
- Nossa, olha iissoo... olha iissoo... que tesão... que rola mais linda.
A ninfeta, por conta do seu fetiche, era uma verdadeira apreciadora de rolas pretas. E a do seu motorista aqui em questão era do tipo que deixou ela alucinada, arfando o tempo todo, tendo surtos de arrepios em seu loiro corpo inteiro, e sim, era bem dotada, completamente escura, bem escura, veiúda e com um falo marrom escuro quase roxo... Os verdes olhos da ninfeta chegaram a lacrimejar emocionados, ela deu uma tremida no queixinho esboçando um choro... tudo por conta da emoção em ver e pegar exclusivamente nesse tipo de rola que faz seu fetiche existir. Uma rola preta.
E sem mais demora, Camilinha jogou seus loiros e lisos cabelos pra um lado e desceu de rosto no colo do seu motorista num encaixe de boca bem na graúda cabeça marrom escura do mastro preto dele, onde deslizou seus lábios pra baixo até próximo ao meio e voltou seu rosto para cima... e assim ficou descendo e voltando seu rosto debruçado num sobe e desce constante enquanto seguia um caprichado boquete... isso enquanto sua mão direita empunhava o mastro numa sutil punheta ao encontro da sua boca... o frequente deslizar de lábios fez sua saliva escorrer pelo pau... ora ela parava de chupar pra poder dar seguidas lambidas... chegando a descer com seu rosto até o saco dele... e ela adorou, pois Robert era jovem, se cuidava, seu saco era todo lisinho, ela gemia revirando os olhinhos enquanto mamava numa bola e noutra... e ele aqui sentado, delirando de tesão com o boquete bem dado pela filha dos seus patrões.
Ele chegou a prender os cabelos loiros e lisos dela com uma mão e assim acompanhar a movimentação dela para baixo e para cima, chupando... aumentando a velocidade, chegando a levar a boca até mais embaixo, forçando ao ponto da graúda cabeça entalar em sua boca e fazê-la tossir engasgada... onde o tufo de baba escorria pau abaixo... Ela seguiu mamando apenas na marrom cabeça com toda a força dos seus lábios famintos, fazendo seu jovem e gostoso motorista negro gemer de prazer, tremer as coxas e de forma agoniada confessar:
- aahhh, eu vô gooozaaa...
... e sem tirar sua boca, movimentando veloz seus lábios, Camilinha foi presenteada por uma violenta esporrada que lhe encheu a boca e escorregou garganta abaixo quentinha. A ninfeta mal lambeu seus lábios depois de engolir tudinho e já foi se preparando para montar no pau do seu motorista, que teve que contê-la e falar:
- Ei ei ei... calma. Agora não.
- Mas eu quero.
- Não, menina. Espera. Eu tô sem camisinha aqui. E eu tenho que te levar pra casa. Teus pais tão perto de chegar. Entenda. Outro dia a gente continua... Por favor, agora não. Vamo pra casa.
Camilinha parecia aqui que nem tinha tido sua primeira experiência inter-racial com o marido da empregada da sua casa dias atrás, tamanha empolgação que ela demonstrava diante da rola do seu motorista, tanto que ficou meio brava por ele ter dado um freio nela, a moleca queria foder logo, queria sentir na sua bucetinha a preta rola bem dotada do motorista mulato... Camilinha só atendeu ele por dois motivos, um era para não prejudicar ele em seu primeiro trabalho como motorista e dois porque ela sabia que teria ele todos os dias e poderia aproveitar quando bem quisesse.
E por falar em todos os dias... no dia seguinte, depois da picante cena de boquete dentro do carro, Camilinha só voltou a ter um contato com Robert quando pela manhã desceu do seu quarto para ir pra escola... e no carro, sentada de pernas cruzadas, propositalmente de minissaia, ela focava em seu celular em mãos, sem nada conversar com ele, se comportando como se não tivesse acontecido nada no dia anterior. Já ele, enquanto dirigia, estranhou o jeito dela calada, sem muito responder as perguntas e conversa dele, tanto que ele notou que ela não queria papo e calou, se dedicou apenas a dirigir, sendo que ela nem mesmo quis sentar no banco do passageiro ao lado dele. O jovem motorista pensou que ela ficou chateada por ele ter se recusado foder com ela depois do boquete. Chegando na escola dela, ela saiu do carro sem sequer dar tchau a ele.
No final da tarde, Robert chega no colégio dela para busca-la, ela se despede de suas amigas e vem vindo, linda, sorridente, minissaia jeans, camiseta, cabelos lisos e loiros soltos ao vento. Ele sai do carro e abre a porta detrás pra ela... porém, ela dá a volta no carro e senta no banco do passageiro, ao lado do banco dele... que entra e já dá de cara com ela ali sentada e de corpo virado pra ele, rindo, com a carinha mais safada do mundo, encarando ele com seus verdes olhinhos alegres e maliciosos. Ele ao volante ajeita seu cinto e manda ela colocar o cinto dela e então liga o Jeep Cherokee preto do pai dela. No trajeto ele pergunta:
- Tá chateada comigo?
- Não.
- Porque me esnobou quando eu te trouxe pra escola?
- Porque eu quis, ora, rsrsrs... pra ver tua reação, rsrsr...
- Sua safada.
- Ei, olha essa boca, rapazinho, você é meu motorista. Aliás, tem que fazer o que eu mandar. Inclusive... para esse carro em algum lugar reservado, vai.
Robert então mudou o trajeto, entrou no estacionamento de um supermercado, parou o carro num espaço sem tantos carros ao lado, por baixo das sombras de algumas árvores nesse final de tarde. Ele tirou seu cinto, Camilinha, safada e empolgada como sempre já foi tomando a iniciativa e agarrou ele, que também agarrou ela e assim se beijaram intensamente, ela chupando aqueles negros lábios grossos dele, chupando sua língua, ora ele descendo esses lábios grossos e negros dele pelo pescocinho loiro e cheiro dela com chupões que faziam a ninfeta revirar seus olhinhos de rosto pro teto de carro e gemer toda manhosa enquanto ela passava as mãos nos fortes braços dele em sua camiseta preta, tateando seus músculos, abraçando ele pra mais junto do seu corpo... Robert por sua vez adentra por entre as pernas loirinhas de Camilinha com a sua mão e dá uma firme apalpada na bucetinha dela por sobre sua calcinha, ao mesmo tempo em que ela com a mão no colo dele abre o cinto dele... e apressada diz gemendo enquanto tem seu pescoço chupado por ele:
- Bota o pau pra fora logo, anda.
Ele então desabotoa sua calça em linho preta, desce seu zíper, pega na sua calça e abaixa o suficiente pra poder descer sua sunga e fazer seu preto cacete saltar livre em seu colo... e ela de olhos focando da bela rola preta dele, chega a rir lambendo os beiços... onde coloca a sua mão e fica masturbando o pau dele, já ele fica apalpando a xoxota dela entre pernas. Camilinha joga seus lisos e loiros cabelos pra um lado e cai de rosto no colo dele, abocanhando a graúda cabeça marrom escura da bem dotada rola de Robert, segurando numa punheta ao encontro de seu rosto enquanto desce seus lábios num boquete ritmado, entre sutis gemidos de tesão. E ele com uma mão na cabeça dela acompanha o movimento que ela faz, descendo sua boquinha numa mamada caprichada... o negão aqui sentado no banco do volante do carro do patrão, fica apenas revirando seus olhos e sentindo o deslizar dos delicados lábios molhados da princesinha, da patricinha, da filha do seu patrão devorando os centímetros da sua dura rola. Tem momento que ele geme mais intenso, se agonia mais, pois ela fica mamando, sugando na parte mais sensível do pau dele, bem no falo. Ela mama girando a língua na cabeça da rola. Robert não aguenta e se treme sentado enquanto geme de prazer ao sentir a porra subindo do seu saco até a cabeça do seu pau ali sendo mamada pela empenhada boquinha da sua jovem patroa, como um vulcão em erupção, enchendo a boquinha dela.
Quando então Camilinha tira a sua boquinha do pau do negão deixando-o completamente limpo, pois a danadinha engoliu cada gota do leitinho dele. E ainda segurando na rola dele e batendo uma punheta enquanto ele geme e se treme ainda sofrendo os espasmos do gozo, diz olhando ele nos olhos:
- Hoje você não vai me negar.
- Quer aqui mesmo?
- Relaxa. Deixa que eu faço. Tem camisinha?
Ele pega uma camisinha no porta luvas do carro, sendo que foi proposital, afinal, na primeira vez ele não estava prevenido pois sequer passava pela cabeça dele que iria rolar algo entre ele e a filha do patrão. Nisso ele abre o pacotinho nos dentes, encapa seu pau preto enquanto a patricinha fica dando beijos no pescoço dele... em seu rosto, e assim ela sobe sua minissaia toda, desce sua calcinha e vai subindo no colo dele, onde ele segura seu pau e ela vai encaixando sua bucetinha rosada e carequinha bem na graúda cabeça marrom escura... e aí a safada vai descendo rebolando no pau... gemendo:
- aaiii caraalho... rraaammmrr, que pau gostooosooohhhrr, rraammmrr...
Ele coloca as mãos por trás dela, na bundinha loira e empinadinha dela diante da minissaia dela toda levantada e acompanha o rebolado dela... a moleca se treme toda e geme de um jeito soluçado como se estivesse aqui tendo um orgasmo apenas por sentar na rola do negão, e de tão fetichista que ela é, chega a colocar um sorriso de satisfação em seu rostinho, sentindo o pau bem dotado de um negro fincado na sua xoxota de baixo pra cima... e então ela subitamente começa a galopar... com suas mãos apoiadas nos ombros dele:
- aaiii meu Deus, que rola gostooosaaa, rraammmrr, puta que o paariiuuhhh...
Robert está completamente impressionado com as reações da ninfeta montada em seu colo, fodendo seu pau... ela parece possuída, louca, sem freios enquanto galopa... ao mesmo tempo ele se impressiona com a beleza dela, encarando a carinha dela, a coisa mais linda, seus olhinhos verdes se revirando, suas faces coradas, seu narizinho empinado, seu queixinho com um furinho sexy, linda demais, uma típica burguesinha, toda delicada e com seu corpinho novo cheio de curvas, toda cheirosa... cheia de expressões de prazer que deixam seu rostinho ainda mais sexy... a ninfeta chega a fazer biquinho enquanto geme toda manhosa... sentada toda arrebitada enquanto mexe os quadris numa sentada frenética, quicando montada, aumentando a velocidade... ela chega a apoiar as mãos no teto do carro enquanto quica, salta, pula na rola do negro... ora ela encara ele com um olhar ressacado de prazer... seus cabelos loiros e lisos bailam sendo arremessados pra um lado e outro, pela camisetinha de farda dela nota-se os peitos dela em seu sutiã bustiê saltitando fortemente de tão fartos e molinhos... a ninfeta entra em transe enquanto aumenta ainda mais o galope, se deliciando com a sensação de rasgo que a dura e grossa rola bem dotada do motorista causa em sua bucetinha enquanto ela salta freneticamente no colo dele, falando sussurrado e ofegante:
- Eu vô goozaarr, eu vô goozaarr, eu vô gooozaaaahhhrrr...
Ela se abraça ao redor do pescoço dele, gemendo agoniada e se tremendo absurdamente enquanto suas pernas e bunda se contraem apertando o colo dele num movimento de corpo para frente, colada ao corpo dele... ao tempo em que a sua bucetinha por baixo se molha toda no pau dele, pau que continua duraço e em pé dentro dela... acolhido pelas macias, apertadas e viscosas paredes vaginais dela, que apertam o pau dele como se fizesse um boquete, morde, mastiga enquanto ela rebola.
Às 18 e 23, Robert está adentrando o portão da mansão onde mora Camilinha, parando o carro do pai dela na garagem enquanto ela vai saindo, linda, leve e satisfeita, mesmo que momentaneamente, por ter sentido a sua segunda rola preta.
Robert trabalha durante a manhã e tarde na casa de Camilinha, pois sua função é apenas de servir a ela levando e trazendo da escola e demais lugares que ela for, inclusive servindo de segurança para ela. E ciente disso, a ninfeta se aproveita como pode e deve para usar e abusar de seu motorista mulato. Mulato do jeito que ela gosta. Se ele fosse um gato, branco, loiro dos olhos azuis, japonês ou de qualquer outro jeito, certamente ela não sentiria atração e o trataria meramente como um funcionário. Mas Robert é mulato, da cor do seu fetiche, mas claro, não é apenas por ele ser mulato e sim por ela também ter gostado dele assim que colocou seus olhos nele. A mesma coisa que ela sentiu ao ver o marido da sua empregada e que ela deixou de sentir depois que provou dele.
Porém, com Robert era diferente, com ele seu fetiche estaria sempre sendo realizado, bastava ela querer. E ela quis mais, inclusive, ela quis algo diferente. Tanto que, nessa mesma noite, quando seus pais já estavam em casa, ela estava sentada no sofá, meio deitada de rosto no peito do pai, assistindo a TV, ela toda dengosa, manhosa, onde recebia cafunés em seu cabelos loiros dele, pois Camilinha é bem apegada ao pai e ele nunca nega carinho a ela, como também não nega satisfazer os seus pedidos de filhinha mamada. Sabendo disso, ela disse:
- Pai, amanhã eu vou fazer um trabalho da escola na casa de uma amiga. Quando a gente sair da escola eu vou dar carona pra ela até a casa dela. Vou chegar um pouquinho mais tarde, viu?
- Tudo bem, meu amor. Eu contratei o motorista pra isso mesmo. Ele vai ficar esperando você terminar esse trabalho então.
Simples e fácil. E no dia seguinte, depois da escola, às 17 horas, Camilinha saiu mais cedo e foi junto com seu fiel motorista Robert para um motel, escolhido a dedo por ela e pago via mesada que ela recebe do papaizinho. E ela, toda animada, aos beijos e abraços com seu negão enquanto iam se livrando apressadamente de suas roupas. E pelados e já na imensa cama redonda, a ninfetinha deitada toda arreganhada recebeu o malhado corpo mulato e avantajado do seu motorista por sobre o seu, ela toda branquinha feito leite e ele escuro como a noite, onde os pretos lábios grossos dele chupavam os rosados e delicados lábios dela, ambos se chupando línguas e gemendo... ela, aliás, gemia bem mais, pois a moleca estava adorando o clima do motel e principalmente por estar com o tipo de homem que a seduz, não tinha como não ser inesquecível para ela.
Robert devorava o corpo bem feito e gostoso da ninfeta enquanto ia descendo seus grossos lábios escuros pelo cheiroso pescoço dela cheio de pelugens aloiradas, caindo de mamadas nos peitos suculentos dela... o negão fez da ninfeta, da filha do patrão uma vaquinha, de tanto que mamou nos peitos grandes e rosados dela... e era cada mamada que Camilinha tomava dele que ela se estrebuchava na cama quicando de costas... e ele mamando forte, claramente querendo decepar os mamilos rosados dela das suas auréolas abolachadas de tanto sugar...
Robert fez a novinha entrar num prazer intenso enquanto remexia seus grossos lábios pretos no rachadinho vermelho da pepeka de princesa dela, ele chegou a elogiar o cheiro gostoso da virilha da novinha, e ela com uma mão na cabeça dele, remexendo seus quadris num rebolado enquanto dava sua xaninha na boca dela.
- Não paaaraa, me chuuupaa, me chuupaaa, assimmrr, aaii eu tô goozaaanndooohhhhrr...
O oral continuou, mas agora foi ela quem retribuiu... onde ele ficou em pé no chão diante dela sentada na beirada da cama, toda arreganhada e segurando o pauzão preto dele, masturbando enquanto olhando de frente admirava:
- Nossa... tua noiva deve ficar maluca com essa delícia, né?
- Sim... ela adora.
Das duas primeiras vezes que ela provou do pau dele, ele estava sentado no banco do carro, mas aqui ele estava completamente nu e em pé... onde Camilinha teve uma melhor noção do tamanho da rola do seu motorista por estar ereta para frente... e ela masturbava de leve, admirando com seus verdes olhinhos empolgados, olhando todos os lados em estado de prazer, pois esse é o seu fetiche, por rola preta. Nisso ela meteu na boquinha impulsionando seu rosto pra frente e pra trás num começo de boquete já bem guloso e cheio de barulhos... com ela engulhando ao tentar engolir mais do que conseguia... se babando... ora colocando seu rosto por baixo dele pra poder mamar num ovo e outro...
- aaahhhrr... sua safaadaa, mmmrr, você não vale naadaa, mmmrr...
- E você tá adorando, né, seu cachorro? Comer a novinha? A filhinha do patrão?
- Vem aqui, vem, melhor não perder tempo.
Ele em pé foi encapando seu pauzão preto enquanto ela deitada de costas na cama toda arreganhada se deliciava olhando pra ele:
- aaii, que merda... queria sentir essa tua rola era sem esse plástico.
- Tá maluca, menina? Se eu gozo em ti eu tô fodido.
- Não consegue gozar fora, não?
- Não inventa, sua safada, vem aqui.
Robert foi puxando ela pelas suas loiras pernas abertas, dando uma puxadinha a mais nela pra ele, e segurando seu pau com a mão direita foi dando uma esfregada com o cabeção da sua preta rola no rachadinho vermelhinho da rosada pepekinha toda lisinha da ninfeta:
- aaiiimmmrr, devaagaarr, mete devagar, eu quero sentir ela entrando em mim... mmmmrr, iissooo... aasssimmmrr... aaii caralho, que cabeeçaaa, iissoo, iissoo, me arregaça por dentro, vaaiimmr... mmmrr...
O negão começou a mexer os quadris impulsionando sua virilha no meio das pernas da filha do patrão, dando o que ela queria, seu pau na bucetinha dela...
- Caraalho, que xota apertaadaa, hhhmmmrr...
- iissooo, iiissoo, aaiii não paaraa, não paaraa... caralhoooo, isso é que é roolaa, isso é que é rooolaaahhhrr...
O negão estava meio abaixado, de pernas abertas enquanto mexia os quadris socando a rola no meio das pernas arreganhadas da novinha... que seguira gemendo e se deliciando, ela deitada. com seus cotovelos apoiados na cama pra poder olhar de frente pro meio das suas próprias pernas e assim assistir o movimentar da mulata virilha do seu motorista e principalmente olhar pra sua branca bucetinha comendo a rola preta dele num vai e vem ritmado...
- iiissooo, iissoo, assimmrr, meetee, meeetee, me mete essa rola linda, vaaimmmrr, vaiimmrr... eu quero roolaaa, eu quero roolaaa, me dá roolaaa...
Bastou Robert aumentar a paulada no meio dela que Camilinha se jogou de costas na cama num puta contorcionismo enquanto sofria um surto de espasmos convulsivos. Sem ele parar de meter... ele por cima olhando o espetáculo que era o corpinho lindo e loirinho dela estrebuchando e a forma que ela gemia como se tivesse sufocando, sua cabeça sendo jogada para um lado e outro, com seus loiros cabelos lisos espalhados na cama... seu rostinho tomado por expressões faciais de prazer absurdo... boquiaberta a puxar o ar como se fora uma cachorra cansada e com seus verdes olhos esbranquiçados de tanto revira-los... a ninfeta foi aos céus apenas nesse primeiro orgasmo ocasionado pela socada de rola do seu motorista.
Algumas socadas depois, ele foi pra cima da cama, deitou de costas e ela veio por cima... Robert estava claramente excitado, porém, assustado com o comportamento da garota. Pois ela parecia outra, fora de si, descontrolada, o tempo todo gemendo e um olhar diferente de tudo enquanto olhava para ele conforme ia montando na rola dele, ele segurando seu pau e ela dando aquela encaixadinha de buceta na cabeça, onde com a mãozinha abaixada ela abria os beiços da sua xota pra cabeça entrar... e assim foi sentando toda arrebitada enquanto sentia sua buceta agasalhando a marreta preta em pé por baixo dela. ela deu uma debruçada de corpo apoiando as mãos no peitoral mulato dele e começou então a mexer seus quadris:
- aaaiii, que deliiiciiaahhhrr... que delicia de rolaaa, mmmrr... aaii como é bom sentar numa rola preetaaahhhrr...
- Fode, cachorra, fooodee...
Camilinha começou aqui uma quicada de bunda espetacular, galopando ferozmente na rola preta do seu motorista, com suas delicadas mãos apoiadas no peitoral mulato dele enquanto se jogava pro alto e mexia a bunda pra cima e para baixo fazendo sua bucetinha se rasgar na rola dele numa socada frenética, o tempo todo revirando seus olhinhos, boquiaberta a gemer e jogando seus cabelos loiros e lisos pra um lado e outro, sem falar dos seus suculentos peitos gostosos saltando, peitões branquinhos dos mamilos rosados bem durinhos, espetados de tão excitados... e ela louca, completamente louca galopando como se não houvesse amanhã, botando pra esfolar o pau do seu motorista num sobe e desce desenfreado, começando rapidinho a entrar em estado de orgasmo bruto, tudo isso por conta do seu prazer em poder estar aqui sentada no pau de um negão... e o fato dele ser seu funcionário, seu motorista, contratado pelo seu papaizinho para servi-la, só deixa a transa ainda mais deliciosa... ela teve que parar de uma vez, pois seu corpo estremecia brutalmente, de um jeito que ela em si não controlava... ela ficou sentada na virilha dele, montada na rola dele, se tremendo, quase desabando de cima dele, prestes a desmaiar... gemendo sem ar, olhos totalmente brancos e sentindo sua buceta dormente de tanto sofrer compulsões agarrada ao pau dele ali em pé por baixo dela...
Robert meio que se preocupou, pois a garota estava num estado muito descontrolado, entre gemidos, puxando o ar pra respirar e completamente lerda deitada na cama, se contorcendo como se tivesse sido nocauteada. Foi preciso ele ir buscar uma água para ela ali no barzinho da suíte.
- Menina, pensei que tu fosse morrer, sabia?
- Você me deixou assim.
- Já fodeu com algum outro funcionário do teu pai antes de mim?
- Não.
- O que deu em você pra querer transar comigo? É só porque você é safadinha mesmo?
Ela respondeu enquanto acariciava o peitoral mulato dele suado, a barriga dele, o pau dele meio mole e meio duro: - Eu gosto da sua cor.
- Gosta de um negão?
Ela respondeu com um sorrisinho safado mordendo o lábio inferior e balançando a cabeça afirmando. E ele acariciando os cabelos dela...
- Porque não arranja um namorado negro?
Ela riu, e disse enquanto passava as mãos em seus próprios cabelos loiros e lisos os tirando de seu rostinho de ninfeta: - Não quero namorar.
- Quer só foder, né, safada?
- Sim... e você tá fazendo pergunta demais.
- Então vem aqui, mata teu tesão pelo meu pau, anda.
Camilinha simplesmente jogou seus cabelos pra um lado, debruçou seu rosto por sobre a virilha do negão, segurando no pau dele e cai de boca pagando um boquete dos mais gulosos e que em questão de segundos no desce e sobe da boquinha dela mamando, deixou ele todo veiúdo, grosso, pulsando de tão duro... ela ria pra ele com sua boca toda babadinha, e assim foi se saindo dele, virando de costas pra ele na cama enquanto apoiava joelhos e mãos, dando uma bela arrebitada na sua gostosa bundinha loira, disse enquanto olhava pra ele por sobre um ombro:
- Vem. Me come assim, anda.
A novinha se oferecendo de quatro para o seu empregado, um puta negro parrudo, escuro como a noite de tão mulato, onde a mão esquerda dele mostrava total contraste de cor com a pele branquinha da bunda dela, a qual ele aqui tocava enquanto com a sua outra mão ele segurava sua bem dotada rola igualmente mulata... Ela gemia toda manhosa e dengosa ao sentir por trás ele a puxando enquanto ia empurrando a macia e graúda cabeça marrom escura e alguns centímetros da imensa rola preta na sua bucetinha rosada.
Robert ficou maluco de tesão por poder admirar a bunda loira dessa ninfeta assim por cima, toda aberta pra ele e completamente arrebitada enquanto bem ali atrás o seu cacete preto estava engatado na bucetinha dela... e segurando ela pelos quadris ele foi puxando e socando sem pressa, pra pegar ritmo, fazendo a safadinha gemer:
- aaaii, cachooorrrooo, deliiciiaa... iisso, assimmmrr, vai metendo assim, vaaiimmrr... aahhhrr... vai fodendo bem gostoso essa xoxota, vaaiimmrr...
Ela deu uma olhadinha para trás, pra ele, pra se deliciar com a imagem de um negro a pegando de quatro, onde ela confessou entre gemidos e enquanto ele socava:
- Quando te vi a primeira vez... mmmrr, eu já me imaginei assim, sabia? mmmrr... dando pra ti de quatro, rraaahhhhrrr...
- Cachooorraa... então vem aqui, vou realizar tua vontade.
O negão domando a jovem patroa de quatro começou a dar uma paulada nela por trás ao sentir e ver que ela aguentava... segurando ela pelos quadris, a puxando e marretando a bucetinha dela ao ponto dela começar a ser sacudida e a entrar em estado de prazer a cada socada mais forte:
- Me coomeee, me coommee, me comeee, me come assimmrr... me dá roolaa, me dá essa rola na buceta, me dáaaa...
- Você gosta, né, sua puta? Você gosta de um negão te pegando de quatro, né, sua cachooorraa?
- sssiimmmrr, ssiimmrr, de quaatrooo, de quatro é mais gostooosooo, hhhaaarr, hhhaarrr... ser comida por um negão assim que nem você de quatro é muito boommrr, rraaammmrr... é tudo o que eu queeriiiaaahhhrr...
Nossa, imaginem a cena. O quanto Camilinha estava feliz, realizada, louca e plena... de quatro na cama redonda de uma chique suíte de motel cinco estrelas, as custas da mesada que ganha do seu papaizinho, sendo pega por trás com força e puxada por um baita negão roludo, botando pra arrombar a xoxota dela a cada socada... e nisso ele sentava o tapa na bunda dela que ela gritava pedindo:
- iissoo, me bate na bunda, me baateee... eu quero apanhar na bunndaaaahhhrr...
Robert aumentou o vigor da socada, arremessando a patricinha pra frente e a puxando forte pra meter mais forte ainda sem tirar de dentro, fazendo ela sentir o peso das bolas pretas dele balançando ali por baixo dela, enquanto a tora de rola bem dotada dele arregaçava o canal vaginal dela a base de lapadas de virilha na bundinha dela, que se tremia toda... e ela gozando, gozando e pedindo sufocada:
- não paaraahhhrr, não paaraaahhrr... rraaaahhhhrr...
A patroa loirinha e o seu empregado negão, que combinação perfeita pra uma putaria digna de filmes pornôs... Camilinha gemia ora com um sorriso em seu rostinho de tão maravilhada que estava enquanto era puxada e socada, puxada e socada, puxada e socada do jeito que ela queria... ela gozou tão forte na socada descontrolada do pauzão dele que se mijou toda... ela desabou de bruços, estrebuchando, se tremendo toda num surto convulsivo.
Robert em pé, com seu mulato corpo banhado de suor, segurou seu pau, tirou a camisinha e numa punheta gozou... gemendo... dando um banho de porra nas costas e na bunda loira da ninfeta deitada de bruços.
Camilinha aproveitou um pouco mais do motel, se jogando na gostosa piscina ao lado do quarto e nadando um pouco. Depois ela quis beber uma dose de uísque, mas Robert não deixou, falando que não seria legal levar ela pra casa bêbada, pois ela não tinha o costume. Assim, ela ficou só no refri. Minutos depois, dentro do carro, Camilinha colocava seu cinto enquanto Robert ligava o carro deixando o motel e voltando pra casa.
Nos dias seguintes, Camilinha deu uma aliviada e não exigiu nada dele que não fosse apenas e tão somente sua habilidade e serviços de motorista, indo e voltando da escola com ele sem maiores loucuras e ousadias, mas claro, sempre ao lado dele, conversando, rindo, brincando, na mesma intimidade desde que eles passaram a transar... verdade a intenção dela aqui era se colocar um freio para não transar todos os dias com ele, até mesmo para manter a discrição para seus pais e demais funcionários da sua casa não desconfiarem de nada. Robert tinha um controle maior de seus desejos, embora se mantivesse de pau duro dentro da sua calça ao lado dela, pois, a filha do patrão mexia com ele sim, e muito... já ela sabia o quanto era difícil ter que se privar de ficar com ele sem dar uns amassos, pois a vontade era constante, bastava ela olhar pra pele, pra cor mulata dele e a loirinha fetichista ficava molhadinha.
Foram apenas 4 dias se privando, e no quinto dia, numa sexta-feira, estavam eles dois aqui voltando pra casa dela, depois de Robert ter ido buscar ela, Camilinha se comportava meio que fora de si, bem agitada, como se não aguentasse mais se segurar, se privar, meio se jogando nele dirigindo, passando a mão na coxa dele, chegando a apalpar e alisar o pau dele por cima da calça dele... e ele por sua vez mandando ela se aquietar... quando então, eis que ela disse:
- Eu tô com vontade de fazer anal contigo. Tu tem vontade de comer minha bunda? Topa?
A reação do prestativo motorista enquanto dirigia foi de sentir seu pau trincando de tão duro dentro da sua calça em linho preta assim que escutou tal frase, tal pedido safado dessa ninfeta... ele olhando pra carinha dela, rindo pra ele de forma maliciosa, mordendo o lábio inferior, mechas de seus lisos e loiros cabelos escorregando em seu rostinho safado e encarando ele com seus fulminantes olhinhos verdes... Impossível de negar a um pedido desses, primeiro que ele era empregado dela e tinha que obedecer, segundo que ele sabia que essa ninfeta tinha uma bundinha maravilhosa e que tinha um cu rosado que lhe deu muito tesão desde a vez anterior que ele esteve com ela num motel, onde enquanto ele comia a buceta dela de quatro, ele não parou de olhar pra esse seu cuzinho lindo, sentindo vontade de meter a rola... e só não comeu nesse dia para não demorar muito a levar ela para casa.
Minutos depois, já no motel mais próximo... eles foram entrando no quarto aos beijos e amassos, tirando suas roupas... mas não rolou nem troca de sexo oral, não teve preliminar nenhuma... pois o empenhado e sortudo motorista já tratou de pegar sua bela e fogosa patroa ninfeta de quatro na enorme cama dessa suíte e caiu de boca no rabinho loiro dela... beijando de cima abaixo em todos os cantos, devorando, chupando e lambendo ela todinha, onde aqui e ali ele sentava o tapa que ela ficava louca rebolando pra ele, pedindo pra ele bater mais... Camilinha parecia ter nascido pra ser comida assim, de quatro, de tão sexy que ela estava aqui nessa posição, e o arrebitado da bunda dela só deixava ela ainda mais deliciosa... o negro Robert estava maluco enquanto dava uma surra de lambidas, chupadas e beijos na bunda dela toda... e claro, fazendo ela ir a loucura quando começou a chupar seu rosado cuzinho... a moleca se tremia toda em meio a gemidos agoniados enquanto sentia o constante passar de língua do funcionário negão lhe contornando as preguinhas rosadinhas... preguinhas que piscavam descontroladas... e ele, abraçado a bunda loira dela, estocava seu rosto enquanto dava-lhe as mais gostosas e empenhadas socadas de língua bem dentro... ele sequer chupou a bucetinha dela em concha ali abaixo por entre pernas... Robert se deliciou apenas com o cuzinho dessa safada, vendo que ela estava maluca, descontrolada de prazer, quase tendo um orgasmo pelo cu a cada estocada de língua que tomava dele.
Até que ele se ergueu por trás dela de quatro, ela deu uma jogada de cabelos pra um lado pra poder virar seu rosto pra trás e olhar pra ele...
- Não precisa de camisinha não, quero sentir tua rola crua mesmo.
- Gosta de dar esse cu, né, safada?
- Mete logo, seu porra, andaaa...
Robert aproximou seu rosto da bunda dela, com as mãos abrindo cada nádega e assim deu uma cusparada bem dentro do cuzinho dela, onde a safada gemeu de tesão só em sentir o cuspe batendo em seu cu... Ele então, em pé no chão, segurou seu cacete preto duro feito uma rocha com a mão direita, com a esquerda ele apoiou em cima da bunda loira dela, engatilhou a marrom escura cabeça bem no cuzinho cuspido dela e foi empurrando sem força, sem pressa. Nem da primeira vez que ela deu o cu pro Tiaguinho, marido da empregada, Camilinha se comportava assim, tão safada, gemendo tão manhosa... e ele também gemeu assim que sentiu a cabeça da sua rola penetrar, passar pelas quentinhas e apertadas preguinhas da bunda gostosa da ninfeta...
- aaiimmrr, aaiiimmrr, ai, que pau graandee... calma, calma, vem com calmaaa...
Robert de início ficou segurando a bunda dela com as duas mãos, de rosto virado pro teto, olhos fechados, gemendo de tesão ao sentir o quão macio, apertado e quentinho era o cu dessa moleca... e ela agoniada aguentando a cabeça da rola do negão no meio da sua bunda, onde ela colocou uma mãozinha por baixo e começou a tocar uma siririca na xoxota pra aliviar a dor... ao tempo em que ela foi rebolando... devagar... como se rosqueasse a ponta da rola dele em seu cu... e ele ali em pé atrás só olhando, admirando aquela bela bunda gostosa da filha dos seus patrões, onde ele abaixou as mãos e deixou a bunda dela solta, livre pra ela rebolar a vontade... a imagem mais estimulante e sexy do mundo... ele olhando inclusive pra seu próprio pau, cuja cabeça estava dentro, sendo fodida pelo cuzinho dela a cada rebolado que ela dava sem pressa.
Não se contendo, o negão pegou a ninfeta pelos quadris, deu uma domada nela e começou a socar num ritmo leve, mas o suficiente pra fazer Camilinha gritar feito uma puta:
- aaaahhhhrr... calmaaa, calma, poorraa, rraaahhhhrr...
Mas foi ela quem pediu, tem que ter muita coragem pra dar a bunda pra um negão roludo como esse... mas a safada queria, chorava, gemia de dor e gritava... mas não pediu pra ele parar ou tirar... faz parte do seu fetiche ser pega de quatro por um negão e ter seu rabo comido.
- aaaiii, filho da puuutaaa... aaiii meu cuuurr, aaii meu cuuuurr, aaii meu cuuziiinhoooorrr...
Cachorra, até parece que estava sendo enrabada contra a sua vontade... que nada, ela se mantinha aqui de joelhos e mãos na cama, toda arrebitada enquanto sentia a bem dotada piroca preta do seu motorista estocando seu cuzinho do jeito que queria... Robert puxou ela com mais força e partiu pra um ritmo mais rápido, socando até o meio da sua rola no cuzinho dela... que reagia aos berros, porém, já confessando o prazer:
- aaahhhrr, aaaahhhrr, não paaraaahhrr, não paaraaa, aaiimmmrr...
Puta que o pariu, que foda mais deliciosa, que cena mais clássica, quantas e quantas madames ou patricinhas fodem com seus seguranças ou motoristas... e Camilinha não era diferente, mas ela estava aqui apenas e tão somente satisfazendo seu fetiche... vez em quando ela fazia questão de virar seu rosto para trás, só para se deliciar com a fetichista imagem desse mulato, com a pele toda escura, feito de vigor e músculos, um Deus do ébano lhe domando pelo rabo e comendo seu cu... ela aqui de olhinhos verdes lacrimejados se revirando, visualizando o tempo todo na imagem da rola dele, imensa, preta, enquanto sentia a mesma estocando seu cuzinho... Robert, enquanto mandava ver, chegou a se assustar quando a moleca soltou uma risada, assim do nada, entre gemidos e gritos... mas foi uma risada de puro prazer... de pura felicidade, de alegria em estar sendo enrabada por esse negro... onde ela enfureceu e pediu:
- Mais forte, vaaiii, fode meu cu mais fooorrteee...
Camilinha aguentou os solavancos que aqui tomou do negão, gemendo aos berros enquanto obedecia a sua jovem patroa, domando ela com firmeza e mandando ver, sem dó, pau no cu da ninfeta, a puxando forte pra poder socar ao máximo seu pau no cuzinho dela, aqui já bem arrombado e escorrendo filetes de sangue, e que apesar da dor ela não pedia um só segundo pra ele parar e tirar, ela só gemia, gritava e chorava aos berros, tomando no cu e ao mesmo tempo empinando seu rabo pra ele meter, meter, meter... ela veio pra esse motel pra isso mesmo, pra dar a bunda pra ele, pra tomar no seu cuzinho... ela queria isso, seu fetiche determinou isso, que ela virasse a bunda de quatro pra seu motorista negão pra ele foder gostoso o seu cu.
- aaiii eu vô goozaarr, eu vou gooozaarr, não paaraaa, não paaraaa, aaahhhrr, aaahhhrr, rraaahhhrr...
O orgasmo veio como um tiro de misericórdia. Fazendo Camilinha se tremer toda, Já Robert não largou os quadris dela e deu uma acelerada final de rola no cuzinho dela, pois ele também sentiu que ia gozar.... e gozou, igualmente se tremendo e gemendo agoniado enquanto sentia seu pau atolado até mais da metade no meio do rabo da loirinha e esguichando porra lá dentro... ele a soltou e ela desabou de bruços na cama em total estado de convulsão.
No outro dia, Camilinha saiu mais tarde da cama, era sábado. Depois de um banho ela se sentou a mesa da cozinha para tomar seu café da manhã, servido pela empregada, Silmara. E diante dessa intimidade entre elas, Silmara, enquanto conversava com ela, perguntou de forma direta e reta:
- Tá pegando?
Camilinha, desconfiada enquanto tomava seu café da manhã:
- Hã?
Silmara riu, e completou:
- Não precisa fingir, eu sei que você tá pegando ele.
Camilinha: - Pegando quem?
Silmara: - O motorista novo. Negão, do jeito que você gosta, né, safada?
Camilinha não aguentou, riu... e disse:
- Ah, posso fazer nada, né?
Silmara: - Mas e aí, tá pegando mesmo?
Camilinha: - Sim.
Silmara: - Eu sabia. Olha, vou te dizer uma coisa, no primeiro dia que ele veio aqui e eu coloquei meus olhos nele, eu pensei na hora em ti, sabia? Eu pensei: “Nossa, esse a Camilinha vai pra cima com força” rsrsrs...
Camilinha: - rsrsrsr... sou tão previsível assim? rsrsrsr...
Silmara: - Menina, toma cuidado, usa camisinha. Imagina se tu engravida de um negão? O escândalo que ia ser na tua família?
Camilinha: - Eu me cuido, mulher. Sou vacilona não.
Silmara: - Mas e aí? Ele manda bem?
Camilinha riu, e disse depois de morder o lábio inferior:
- Quer detalhes? rsrsrsrs...
Silmara: - Fique a vontade. Se quiser contar...
Camilinha: - Ah, mulher, nem preciso contar... tu sabe, né? Negros fodem diferente, rsrsr... eles são diferentes, se é que você me entende, rsrsr...
Silmara: - Te agradou o tamanho da criança?
Camilinha: - rsrsrs... lembra daquele pepino que tu usou pra mostrar o tamanho do pau do teu marido?
Silmara: - Sim. É tipo aquilo?
Camilinha: - Maior, rsrsrs...
Silmara: - Nossa, que sortuda, hein? rsrsrs... Aliás, por falar no meu marido, ele perguntou por ti esses dias.
Camilinha: - Sério? Tá com saudade de mim, é? rsrsrs...
Silmara: - Deve ser. Uma ninfetinha loira e patricinha do teu jeito. Os negão ficam maluco. Mas eu mandei ele sossegar o facho dele. Até porque você já tem outro negão, né?
Camilinha: - Ah, então, rsrsrs... pois é, mas... teu marido foi só pra provar mesmo, sabe?... foi bom enquanto durou, rsrsrs...
Bom, Camilinha tinha na figura de Silmara não somente a empregada da sua casa, mas uma amiga, uma amiga em quem ela poderia confiar para ela esse segredo. E os dias foram seguindo, as semanas passando... e Robert, o motorista, virou praticamente um amante da filhinha dos seus patrões, sempre dando o que ela queria, carona, segurança e rola... Se ela queria chupar o pau dele, ele parava o carro em algum lugar seguro, descia seu zíper, tirava sua benga preta pra fora da calça e ela ao lado dele, no banco do passageiro, caia de boca e mamava até ele gozar... Tinha dia que ela queria apenas sentar, e aqui ele mais uma vez, no carro, estacionado em algum local meio deserto e seguro, abria sua calça, tirava seu pau pra fora e a moleca apenas suspendia a sua minissaia com a sua calcinha puxada para um lado da sua bucetinha cor de rosa e montava de frente no colo do negão, onde ela quicava a bundinha e tacava a xota na rola preta dele até gozar... No banco detrás do carro também rolou, onde tinha mais espaço e ele comeu ela de quatro bem gostoso... mas em todas as vezes era apenas uma rapidinha... porque quando ela queria algo mais caprichado mesmo, o lugar certo era um motel, mas para isso ela sempre inventava pros pais que ia pra casa de alguma amiga sua estudar e sempre voltava pra casa na companhia do seu amante motorista lá pras 20 da noite.
Mas claro, até para fetichista, tudo em exagero cansa, no caso de Camilinha, no segundo mês de companhia com seu motorista negão, Robert, ela já deu uma diminuída na intensidade do seu fetiche por ele, e assim foi transando pouco. Até que certo dia, pela manhã, Camilinha ia saindo da sua casa pra ir pra escola, já sentada no banco do carona ao lado do seu motorista e amante Robert, e ao mesmo tempo, quem estava chegando para trabalhar era Silmara, sendo trazida de moto pelo seu marido, Tiaguinho. E nisso, Robert deu uma paradinha para cumprimentar Tiaguinho, causando uma certa surpresa em Camilinha por saber que eles se conheciam. Tiaguinho, sentado em sua moto, de capacete e farda da RioLuz, falava com Robert ao lado da janela dele ao volante... aliás, Tiaguinho viu Camilinha ao lado dele, mas fez questão de não olhar tanto pra ela, afinal, o que eles fizeram dias atrás era mantido por eles em segredo.
No trajeto rumo a sua escola, Camilinha perguntou pra Robert:
- Tu conhece o Tiaguinho de onde?
Robert: - Da tua casa mesmo. Eu fico ali na portaria e todo dia ele vem deixar a mulher dele, acabei fazendo amizade com ele.
Nisso, Camilinha lembrou que a Silmara tinha dito pra ela que Tiaguinho estava com saudades dela... Nossa, a cabeça da ninfetinha começou a fervilhar de ideias... ideias bem ousadas, afinal, se seu tesão fetichista por Robert não estava mais tão intenso, quem sabe algo mais ousado pudesse ser melhor? Então ela perguntou pra Robert:
- Tu tem o contato dele?
Robert, de mãos no volante, parado diante do sinal fechado, olhou pra ela com uma cara meio assustada, e disse:
- Não faz isso, menina... o cara é casado com a empregada dos teus pais.
Ela ria da cara do seu motorista, afinal, mal ele sabia que ela já havia fodido com Tiaguinho... e nesse seu comportamento safado, ela insistiu:
- Tu tem o contato dele?
Continua...