A noiva infiel – Parte 05



Ela então se dirigiu até onde esse moreno estava, numa loja de artesanato, ele estava sozinho e até se surpreendeu com ela entrando, justo ela que ele deu uma encarada minutos atrás.... Nisso ele deu toda a atenção a ela, a cumprimentando com seu sotaque baiano carregado, pedindo para ela se sentir a vontade e mostrando a ela algumas coisas da sua lojinha... enquanto a gaúcha mal olhava para os produtos nas prateleiras e sim para ele, do rosto abaixo, com um certo sorriso malicioso em seu rosto.


O moreno baiano chamou um amigo para olhar sua loja enquanto foi levando a gaúcha loja adentro até uma portinha aos fundos, a qual ele abriu e juntos eles entraram... era um pequeno galpão para guardar produtos, com enormes estantes de ferro e meio escura, abafada... o baiano não contou história, agarrou a gaúcha e tascou-lhe um beijaço de língua fazendo ela gemer e revirar seus olhos num amasso gostoso... e ela, sabendo que não poderia demorar, empurrou ele de costas numa estante, onde ela se agachou e ela mesma abriu a bermuda dele, abaixou, arriou sua sunga e fez saltar o pau dele diante seu rosto... ela agarrou e já foi caindo de boca... era uma bela rola morena escura e que aqui pulsou de tão dura nos lábios rosados da gaúcha se movendo para frente e para trás enquanto ela chupava vorazmente... logo ela deixou de lado esse boquete, meteu suas mãos por baixo de seu vestido e desceu a sua calcinha, onde sentou numa mesinha ao cheia de artesanatos e chamou o moreno, que se agachou diante dela arreganhada e caiu de boca, mamando na rosada bucetinha dela... mas bruscamente ela pegou ele pelos seus cabelos lisos e o fez levantar, onde olhando pra ele frente a frente ela pediu:


- Me fode.


O baiano, de bermuda e sunga arriadas pegou essa gaúcha por entre as pernas, com ela sentada nessa mesa e meteu sem camisinha a rola na sua buceta e começou a bombar... ela abraçada a ele gemia no ouvido dele:


- isso, seu safaadooo, mete essa pica em mim, meeteee... me foodee, me fooodee, me fooodee... assimmrr, aaasssimmrr, me come gostoooso, vaaiimmrr...


O baiano cheio de malemolência nos quadris, segurando a gaúcha por baixo de suas pálidas pernas, sentada na mesa, foi metendo forte e veloz a rola na sua buceta... ao mesmo tempo assistindo de frente as expressões faciais de prazer no rostinho dela, gemendo boquiaberta como uma cachorrinha cansada e revirando seus verdes olhos enquanto tomava no meio das suas pernas uma bombada dele, sentindo toda a movimentação rápida da dura rola dele lhe fodendo sem sair de dentro...


- eu vou goozaarr, não paaraa, não paaraa... me dá roolaa, me dá rooolaaa, me dá roolaaa...


O baiano ficou maluco e acelerou a paulada no meio das pernas da gaúcha, segurando ela por baixo das coxas e mandando ver ainda mais rápido e forte, fazendo ecoar nesse galpão um seco som de TAP TAP TAP TAP TAP TAP... da virilha dele surrando o meio dela, onde o saco dele batia forte nela por baixo das pernas abertas enquanto a rola dele socava intenso dentro dela... e ela agoniada em estado de orgasmo lhe arrebatando toda... lhe fazendo gemer estremecida e revirar os olhos... e nessa socada frenética ele então gemeu agoniado falando:


- aaahhhh, vou goozaaarr...


E ela: - Não tiiraaa, não tiiraaa... me foode, vai, continuaaaa...


O baiano aumentou a bombada no meio das pernas da gaúcha, fazendo cair de cima dessa mesa os artesanatos que quebravam ao chão, ao mesmo tempo em que com os solavancos os peitões dela saltaram para fora do decote do vestido dela e ficaram chacoalhando soltos... e ele de frente metendo forte e encarando aqueles peitões brancos das aréolas rosadas e os bicos vermelhos tremendo daquele jeito... deixou ele ainda mais descontrolado a gemer agoniado enquanto sentia a delícia que era foder a buceta molhada e quentinha dessa gaúcha... socando, socando, socando... onde ele acabou parando de uma vez, abraçando ela ao meio do corpo dela, sentada nessa mesa, e ela laçando os quadris dele com uma chave de pernas e um abraço ao redor do pescoço dele, prendendo ele no meio dela, propositalmente fazendo o pau dele duro despejar toda a porra dele dentro da sua buceta.


Lívia desceu da mesa, ofegante, suada e cansada, ajeitou seu vestido e deixou a sua calcinha de lembrança para o baiano, ainda ofegante, suando muito e segurando seu pau melado ainda duro enquanto tocava uma punheta e pedia mais... ela riu e foi deixando esse galpão nos fundos dessa lojinha.


A gaúcha voltou a mesa do bar onde estava seu noivo, ele olhou pra ela, reparando na sua pele branca encerada de suor, no seu rosto de faces coradas, na sua testa suada e nos seus peitões brilhando ali em seu decote, igualmente avermelhados de tanto que sacudiram... nisso ele perguntou:


- Tá quente, né, amor?


Ela apernas riu, se abanando com uma mão.


Fim do passeio, que para ela, apesar de ter se encantado com a feira de tradições nordestinas, gostou mesmo foi da rapidinha nos fundos da loja com o baiano. O restante do dia, na casa dos pais do noivo, foi apenas descansando, sob os olhares dos cunhadinhos Yuri e Fernanda, loucos para repetir a transa com ela, ao mesmo tempo em que a mãe deles, a dona Carmen, já andava bem desconfiada do comportamento da futura esposa de seu filho. Já o pai, seu Cristiano, também era um dos encantados com a gaúcha, onde aqui e ali conversava com ela, e com seu bom humor fazia ela gargalhar e assim se encantava ainda mais com ela, e claro, mesmo sendo sogro ele era homem, e bastava a gaúcha dar uma distraída no olhar e o coroa descia o olhar dele pro par de coxas pálidos e tesudos da noiva do filho, sentada de pernas cruzadas num vestidinho provocador, na intenção de ver a calcinha dela e para seus peitos gostosos numa blusa qualquer, como se pedindo para serem arrancados de dentro na base da mamada. E o noivo Filipe sentando ao lado dela, sem perceber os olhares do seu pai pras coxas e pros peitos da noiva, e se estivesse percebendo não levava pro lado da malícia. até porque, para ele, a noiva era apenas desinibida e charmosa.


Logo mais a noite teve uma festinha na casa de um tio de Filipe, e claro, ele e sua noiva foram convidados.


Era uma enorme casa de condomínio no mesmo bairro do Méier, e aqui estava o sempre animado Filipe, chegando de mãos dadas com a sua estonteante e sexy gaúcha, toda gostosa e insinuante num vestidinho tubo preto, ressaltando suas curvas e tudo de mais gostoso em seu corpo de pele pálida. Deixando de cara os parentes homens de Filipe atentos a tudo nela, ao seu caminhado, seus gestos e olhares... Filipe sempre de mãos dadas com ela, indo até um tio e outro, um primo e outro, também tinham os amigos dos tios, que aqui estavam vendo pela primeira vez a noiva de Filipe e se encantando também com ela. Conforme então a festinha social foi tendo seu ritmo, Filipe foi deixando a noiva Lívia a vontade na casa entre todos para que ela se enturmasse com seus parentes... assim ela foi se chegando em uma e outra prima dele e puxando conversa, pois Lívia nunca foi acanhada, sendo que ela sabia que a melhor forma de agradar aos parentes do noivo era fazendo amizade, sendo gentil... E aqui ela conversava bobagens com algumas garotas de menos idade que ela, as meninas enchendo ela de perguntas e ela tomando seu drinque gole a gole e respondendo entre risos, distribuindo carisma, mas claro... sem deixar de perceber um e outro homem, seja rapaz ou maduro, que passava encarando ela, e ela pensando:


“Nossa... essa casa é bem grande, lá fora tem um jardim enorme, meu corninho tá distraído ali conversando... acho que vou me aproximar daquele carinha ali no canto, acho que ele tá sozinho.”


Na primeira oportunidade, a infiel e imparável gaúcha fez um gesto de cabeça para esse carinha que ela demonstrou vontade e com quem ela estava já trocando olhares, onde ela foi disfarçadamente deixando a casa e indo pro jardim e ele indo atrás igualmente disfarçando... O jardim realmente era imenso, muitos arbustos, paredes de plantas e árvores, com cantos onde a iluminação não chegada e causada uma certa penumbra. E foi entre uns arbustos em meio a um gramado meio molhado que ela se ajoelhou enquanto chupava na rola desse carinha, em pé e de calça aberta, e ela segurando no pau dele o masturbava e chupava, onde rapidamente deixou o cara louco de tesão... e sem muito tempo, onde ela queria mais era foder, ela se levantou já enfiando mãos por baixo de seu tubinho, descendo a sua calcinha, subindo seu tubinho preto e virando de costas para ele enquanto se apoiava numa árvore a sua frente, deixando ele a vontade para pega-la pelos quadris com uma mão enquanto com a outra ele segurava seu pau e ia esfregando a cabeça no rachado da rosada e molhada buceta dela por trás e por baixo das pernas dela... com ela de raba branca bem arrebitada... ela teve que conter seu gemido enquanto ia sentindo sua buceta sendo penetrada pela dura rola... já o carinha, de pau dentro e segurando ela por trás, ambos em pé, com ele meio inclinada para frente se segurando numa árvore, começou a socar batendo sutilmente a virilha na bunda gostosa dela, evitando ao máximo fazer barulho e assim não chamar a atenção de quem estava bem ali no terraço e na área da piscina... onde eles viam toda a movimentação por entre galhos e folhas de arbustos e de jarros de plantas...


A gaúcha também ia ao máximo contendo seus gemidos de tesão enquanto tomava uns solavancos por trás desse carinha da pegada firme e forte... metendo gostoso a rola na bucetinha dela, e com os solavancos ela teve seus peitos saltados para fora do seu decote, os quais balançaram enquanto ela era fodida... nisso ela sussurrava:


- assimmrr... não paaraa... aaii caralho, que tesão, eu vou gooozaaahhh... mmmrrr...


A adrenalina de trair o noivo estando ele tão perto, fez a gaúcha chegar rápido ao orgasmo, enquanto aqui ela era domada por trás e sentia a dura rola do carinha lhe socando a buceta por trás num vai e vem ritmado e sem sair de dentro... O suco chegou a escorrer por entre suas trêmulas coxas pálidas, sem que a rola dele parasse de socar e as bolas lisas dele parassem de bater por baixo dela. O tal carinha, mandando ver, gemeu agoniado de tesão em meter na buceta dela, abraçando ela ao meio, e tome virilhada na bunda dela... falando entre ofegos que ia gozar... Quando eis que ela se saiu dele desatolando a rola dele da sua buceta, e rapidamente se ajoelhou no gramado abocanhando o pau dele e sentindo um forte jato de porra lhe inundar a boca.


Minutos depois, Lívia usou essa mesma boca, ainda com sabor de porra, para beijar o rosto do noivo ao se juntar de novo a ele dentro da casa, enquanto ele conversava com um tio. E por falar em tio, eis que chegou na festa Evair... aquele tio folgado do almoço na casa dos pais de Filipe, no começo da história... E bastou ele colocar seus olhos na gaúcha que ele chegou junto do casal, cheio de mãos e intimidade com a noiva do sobrinho ao cumprimenta-la, abraçando e beijando ela no rosto, causando até mesmo um certo constrangimento na sua própria esposa que estava ao lado.


E daqui em diante, o tempo todo, Evair ficou encarando a noiva do sobrinho nos olhos, com um certo olhar cínico e uma cara de tarado, praticamente despindo ela, comendo ela com o pensamento. E Lívia, mesmo safada e infiel, nunca foi com a cara dele, onde aqui ficou tirando os olhos dele e com receio da esposa dele pensar que ela estava dando mole pro marido dela e assim poderia armar um barraco ali mesmo. Enquanto isso, o noivo Filipe, completamente sem noção dos olhares do tio Evair para sua noiva enquanto conversava com ele, sendo o famoso corpo cego, onde as coisas acontecem na cara dele e ele não vê.


Contudo, bastou a esposa de Evair sair de perto para ir falar com uma amiga e Filipe dar atenção para outra pessoa ali perto, que Evair chegou junto de Lívia, colocou a boca no ouvido dela e sussurrou:


- Quero você.


Ela saiu dele com receio de alguém ter visto isso:


- Você é louco?


Evair deu a cartada:


- Sei que você deu pro meu irmão Arthur, na praia... Quer que eu conte pro corno do meu sobrinho?

Continua...


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A noiva infiel – Parte 05

Codigo do conto:
269878

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
14/08/2026

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