Horas antes do casamento o sogro comeu a bunda da nora.

Subúrbio do Rio de Janeiro, domingo de tarde, casa de família humilde. Osmar, 56 anos, alto, encorpado, branco, aquela pancinha de chope, meio calvo, barba grisalha por fazer, óculos de grau, coroa do tipo bonachão, relaxado e metido a piadista, estava assistindo a um jogo na TV junto com o filho Evandro, de 25. A esposa, Fátima, de 50 anos, estava na cozinha fazendo algumas tarefas.


Osmar, de bermudão e o filho Evandro de short, bebiam umas cervejinhas pra aliviar do calor, pois o dia estava quente lá fora e aqui na sala havia apenas um ventiladorzinho Mondial girando pra um lado e outro, ligado num canto pra dar aquela aliviada... contudo, um dos motivos para deixar essa sala quente, ao menos para o pai Osmar, era a presença da noiva do filho, Rafaela, uma bela morena de 22 anos, só de minissaia e blusinha tope.


E Osmar, o pai, que não era bobo e nem nada, a cada oportunidade que tinha dava umas espiadinhas na noiva gostosa do filho. Principalmente em algo que chamou a atenção dele desde que essa morena começou a ser trazida para a sua casa pelo filho Evandro. Sua bunda. Sim, a morena tinha uma bela de uma rabeta. Do tipo que em qualquer roupa ficava bem ressaltada, e o pior é que Rafaela só gostava de usar minissaias, shortinhos... e sequer se importava se o sogro olhasse, já o noivo, filho de Osmar, Evandro, era do tipo que não reclamava dos trajes dela.


A morena, sentada ao lado do noivo Evandro, distraída olhando seu celular, cruzava e descruzava suas morenas coxas, às vezes até esquecia as pernas meio abertas, e por conta da sua minissaia meio erguida nas coxas, acabava mostrando a calcinha... e o sogrão sentado de frente em outro sofá via tudinho, sendo que o trouxa do filho também estava dando atenção ora pra seu celular em mãos, ora pro jogo na TV. E não era a primeira vez aqui que Osmar via a calcinha da futura nora.

Certa vez a morena estava dentro do quarto de Evandro, após vir do banho, e o detalhe é que a porta do quarto tinha um defeito na fechadura e não fechava... tinha que colocar um peso no pé dessa porta pra mantê-la fechada, e aqui, a morena quando entrou, vindo do banho, esqueceu de colocar esse peso no pé da porta e a porta foi abrindo bem devagar, sem fazer barulho de rangido, e Rafaela ali dentro do quarto sem a toalha, completamente pelada... Seu Osmar, sentado ali na sala, ficou só olhando pra gostosa da nora peladinha, onde ele mirou principalmente na bunda gostosa dela... mas pelo espelho Rafaela notou a porta aberta e a fechou. Porém, ela deu uma olhadinha ali pra sala e viu o sogro olhando pra ela.

Outra vez ele ia passando na sala e viu a nora ali deitada de bruços no sofá, onde ela estava dando atenção ao seu celular, Osmar deu até uma apalpada em seu pau duro em sua bermuda enquanto olhava pra bunda dela ao passar ao lado dela, toda arrebitada e desenhada por um shortinho colado que mais parecia uma segunda pele. Os shorts de Rafaela eram todos assim, bem colados, entrando na bunda como se as nádegas mastigassem o tecido, e quando ela andava pela casa usando tais shorts, o coroa ficava ainda mais maluco olhando de frente o desenho da buceta da nora marcando esse seu short, Rafaela tinha uma bucetinha inchadinha, onde o tecido colado do short expunha o desenho triangular e o rachado. E claro, esses shorts eram o tipo de roupa que mais mostravam o quanto a bunda da nora era uma delícia e faziam o sogro doer seu pau dentro de suas bermudas de tão duro.

Noutra oportunidade, Rafaela foi passando na sala num vestidinho, Osmar estava sentado assistindo TV, ela passou entre ele e o ventilador ligado, e na hora o ventilador sacudiu o vestidinho dela e deu uma levantadinha de leve, o suficiente pra mostrar as bochechas da bunda morena dela. Rafaela também tinha uns peitos suculentos bem gostosos, sempre expostos em decotes abusados, mas o que deixava o sogrão Osmar babando mesmo era a bunda dela. No banho, Osmar castigava seu pau na punheta pensando na bunda da sua futura nora.

A relação de Rafaela com o sogro Osmar era maravilhosa, principalmente por causa dele, o astral do coroa deixava ela bem a vontade, ela sempre caía na gargalhada com as bobagens que ele falava. O coroa era ótimo de piadas, um senso de humor fora do normal, ela também se dava bem com a sogra, que por sua vez era mais discreta e calada. E Rafaela ficava bastante tempo com eles, morando na casa deles de favor enquanto o noivo não arrumavam uma casa própria para eles. Evandro trabalhava de porteiro num prédio de condomínio e só voltava ao final da tarde, nisso, ela ficava o dia todo diante dos olhares do sogro. E o detalhe nessa relação dentro da mesma casa entre futura nora e seu sogro, é que ela sabia que o sogro dava umas olhadas pra ela, pro seu corpo... e claro, pra sua bunda.

Teve uma tarde, eles dois sentados no mesmo sofá, ela de minissaia jeans, blusinha, Osmar só de bermudão em malha cinza. Osmar olhava de canto de olho pras coxas morenas dela, duas coxas grossas sedosas e deliciosas numa minissaia bem na parte de cima das coxas, e ela olhando de canto de olho pro colo dele, ele de pau duro meio na vertical por sobre uma coxa, marcando o tecido da bermuda. Aí ela se levantou pra ir no banheiro e ele olhou pra bunda dela, com ela dando uma puxadinha na sua calcinha por baixo da sua minissaia jeans fazendo o elástico estalar.

E assim os dias iam passando, o sogro tendo que se conter enquanto desejava a gostosa da nora Rafaela e essa sua delícia de bunda que o deixava maluco... ao mesmo tempo os preparativos pro casamento iam tomando de conta do casal, e claro, não seria nada luxuoso, primeiro seria no cartório, depois numa igreja do bairro e a festa seria na quadra de uma escola estadual, onde eles iriam receber familiares e amigos.

Foi quando então, um dia antes do casamento, numa sexta a noite, Rafaela e Evandro decidiram fazer despedidas de solteiros, onde ele foi se encontrar com amigos e ela com as amigas dela. Evandro foi pra um pagode, Rafaela iria pra casa de uma amiga, para uma festinha privada. Evandro saiu primeiro, já Rafaela, estava aqui toda arrumada, num vestidinho, saltos, maquiada, esperando um Uber que ela havia pedido e nada desse Uber chegar. Quando então a sogra, dona Fátima, pediu pro esposo, Osmar, ir deixar Rafaela de carro. Osmar colocou uma camisa, calçou seus chinelos, pegou as chaves do seu Fiat Uno 2021 e foi deixar ela. E claro, no trajeto o coroa estava inquieto, com seu senso de humor a mil por hora, fazendo a nora chorar de rir com bobagens ditas. E ao chegar na casa da amiga dela, ele disse pra ela ligar pra ele quando fosse voltar que ele viria busca-la.

A festa na casa da amiga da morena Rafaela estava uma delícia, muitas brincadeiras, ela ganhou uns presentes eróticos de zoação... e claro, teve um momento onde alguns gogo boys disfarçados de garçons começaram a dançar e a tirar suas roupas ali no meio da sala e levaram a mulherada a loucura. Rafaela adorou, caiu na gargalhada com as amigas enquanto os garotões se mostravam pelados dançando para todas e em especial diante dela... mas ela ficou contida, não ousou ficar com nenhum deles. Na verdade Rafaela bebeu um pouco a mais e ligou pro sogro ir busca-la antes da noite virar madrugada. Osmar ainda estava acordado, atento a possível ligação da nora, pegou as chaves do seu Fiat e foi, como prometido.

E claro, durante todo o trajeto de volta pra casa, o coroa fez a nora, ao seu lado, cair na gargalhada com seu jeito palhaço. Chegando em casa, ela foi direto pro quarto, tomou um banho e colocou uma camiseta do noivo que ficou na altura das suas coxas, sem sutiã e só de calcinha por baixo, onde aqui ela ficou deitada na cama, celular na mão, mandando mensagens para o noivo Evandro, falando que já estava em casa, sendo que ele ainda está na despedida dele com os amigos. E a madrugada se aproximava.

Até que ele chegou, sendo trazido por amigos, completamente bêbado, entrando sala adentro carregado pelos amigos. Osmar, dono da casa e pai, assim que escutou, deixou seu quarto e veio ajudar, Rafaela também escutou e saiu do quarto até a sala ver o noivo ali desacordado no sofá, os amigos dele se despediram de seu Osmar e de Rafaela e foram embora... Daqui em diante coube ao pai, Osmar e a nora Rafaela, colocar Evandro no banheiro para dar nele um banho gelado. E nisso, Rafaela acaba se molhando ao ficar ali junto ao noivo, esfregando ele, onde sua camiseta molhada fez transparecer seus peitos gostosos... Osmar ajudando a segurar o filho em pé debaixo do chuveiro, ficou olhando pros peitos da nora, pra camisa molhada colando em seu corpo moreno bronzeado, teve um momento em que ela esfrega o noivo de frente e o sogro espia por trás a bunda dela, pois a camisa dela estava toda erguida expondo sua bela bunda morena gostosa com a sua calcinha branquinha em renda completamente atochada no meio, impossível para o sogro não ficar de pau duro na hora, sendo que ele já tem desejo pela nora e assim nessa situação com ela ficou ainda mais excitado.

Depois do banho, Osmar ficou segurando o filho em pé, todo mole e quase desabando enquanto a noiva Rafaela o enxugava com uma toalha, e o coroa de olho nos peitos gostosos da nora balançando a cada movimento de braços dela por dentro daquela sua camiseta molhada transparecendo o formato, aréolas e mamilos... Em seguida o pai Osmar levou seu filho junto com a nora Rafaela pro quarto deles, onde ele foi jogado pelado na cama e assim ela o cobriu com um cobertor. Seu Osmar deixou o quarto deles.

Na cozinha, seu Osmar, diante da geladeira, toma uma água antes de retornar pra seu quarto, pra deitar ao lado da sua esposa Fátima, que está no seu rotineiro sono pesado por conta de medicamentos que ela diariamente toma antes de dormir. Nisso, eis que chega a cozinha Rafaela, já sem a roupa molhada, porém de camisolinha azul piscina em seu corpo moreno bronzeado. E ela vem pra geladeira, adentrando na frente do sogro ali parado diante da porta, chegando a roçar nele de leve, onde ele afasta um pouco pra trás, mas ela, ao debruçar seu corpo pra pegar a sua garrafinha de água lá dentro, acaba encostando sua bunda na virilha dele de bermuda.

Ela bebe sua água na sua garrafinha, Osmar, o sogro, coloca uma mão por sobre o ombro direito dela por trás e faz uma massagem... os dois não falam nada, a cozinha está num silêncio absurdo, onde se escuta os goles que ela dá em sua água, Osmar coloca a outra mão no outro ombro dela, por trás dela e fica aqui então com as duas mãos a massageando os ombros e levando essas mãos ao pescoço dela... mãos grandes e meio ásperas, ela geme meio que girando em círculos a cabeça... olhos fechados, respirando ofegante... ela encosta no corpo avantajado do sogro em pé por trás dela, ele então usa suas mãos nos ombros dela para girar ela e deixa-la de frente para ele. Rafaela encara seu sogro de baixo pra cima, pois ele é bem mais alto e ela de estatura mediana, ele encara ela, com as mãos nos ombros dela, massageando... seu Osmar então sobe a mão direita para o lado do rosto dela e acaricia... ela revira os olhos olhando pra ele, ele passa o dedo polegar dessa sua mão por sobre os lábios rosados e carnudos da nora, ela abre sutilmente a boca e ele mete esse dedo... ela passa sutilmente a língua nesse dedo do sogro em sua boca.. ele enfia mais o dedo polegar na boquinha dela e ela o chupa, encarando ele... ora revirando os olhos, a outra mão dele, a esquerda, desliza pelo ombro direito dela subindo ao lado do pescoço dela, ele pega na garganta dela e dá uma apertadinha... ela tira essa mão dele e fala o primeiro não, mas continua parada, a geladeira aberta e o frio ar soprando nas costas e na bunda dela nessa sua camisolinha, o sogro diante dela, encarando ela, começa a acariciar com a mão direita ao lado da orelha esquerda dela, seus cabelos negros e lisos, os levando para trás dessa orelha... sempre trocando olhares, ela mais baixa e ele alto.

Seu Osmar desce então as duas mãos e acaricia os braços da nora ombros abaixo, fica então subindo e descendo as mãos acariciando os ombros dela, quando propositalmente ele engancha o polegar da mão direita na alça esquerda da camisola dela e a desce ombro abaixo... fazendo seu peito esquerdo quase ser exposto. Ela rapidamente pega nessa alça e sobre... mas ela ri... Ela coloca sua delicada e pequena mão direita no peito branco e nu dele, peito com poucos pelos pretos e a maioria grisalhos, mamas meio murchas... ela e ele se encaram permanentemente, ela desce essa sua mão direita pela pancinha de chope peluda dele... chega a apalpar e rir... mas ela sobe a mão de novo, ele agarra essa mão direita dela pelo pulso e abaixa de novo, fazendo ela pegar no seu pau por sobre sua bermuda, ela chega a apalpar o chumaço duro na horizontal... mas ela tira a mão, ele volta a agarrar ela pelos dois pulsos, chamando ela de gostosa. Ela ri e chama ele de safado. Ele pergunta se ela não quer... e ela diz que não vale a pena.

Osmar, num gesto abrupto, coloca sua mão direita por trás da cabeça da nora Rafaela, a esquerda por trás das costas dela e a puxa pra ele enquanto debruça seu rosto e beija a boquinha dela... um beijo em meio a barba grisalha dele, onde sua boca chupa os delicados e carnudos lábios e língua dela... ela com as mãos no peitoral dele tenta empurrar ele... mas, por alguma razão ela se deixa ser beijada pelo sogro e agarra o corpo avantajado dele. E de forma afoita, Osmar a pega de jeito e com dois passos enquanto se beijam a encosta de bunda na mesa da cozinha, uma enorme mesa de madeira bruta, e pegando ela pela cintura ele a vira de costas pra ele e a faz debruçar de barriga por sobre essa mesa, onde atrás ele ergue a camisola dela e arranca a calcinha dela num puxão violento que quebra a alça, ela geme falando não... Osmar tem aqui diante dele a bunda morena bronzeada da sua nora toda virada e exposta para ele, nua, a qual ele segura e cai de boca no meio dando uma lambida e chupada tão fortes que a noivinha do seu filho estremece a gemer de barriga, peitos e rosto na mesa.

O coroa está louco, agarrando a bunda gostosa da nora com as duas mãos, abrindo ela enquanto faz do cuzinho dela um sorvete de tanto que lambe... chegando a meter a língua e socar... ele também chupa a xoxota dela, mas ele se concentra mais é no cuzinho delicioso dela, no meio de uma bundinha gostosa, redonda, morena, empinada e com marquinha de biquíni... Rafaela se contorce deitada de bruços na mesa, se arrepia toda diante a força, vigor e tara do sogro, lhe domando por trás e remexendo tão afoito seu rosto enfiando na sua bunda enquanto chupa, lambe e fode seu cu...

Osmar se ergue, mantendo a nora de bruços na mesa com a sua mão esquerda por sobre as costas dela, enquanto com a sua mão direita ele puxa seu pau de dentro da sua bermuda, deita sua virilha por sobre a bunda dela, pressionando as macias e redondas nádegas dela que geme pedindo não, não, não... ao tempo em que ela tem seu cuzinho penetrado conforme ele força a entrada impulsionando sua virilha por trás... Osmar gemer assim que sente seu pau metido no cuzinho na nora, onde vai mandando ela ficar calada... daqui em diante o coroa começa a comer a bunda gostosa da sua nora a segurando pelos quadris e a puxando, em pé atrás dela, e ela de barriga debruçada na mesa. O homem está louco, urrando, transpirando, ofegando, domando a nora pelos quadris enquanto movimenta nervosamente sua virilha ao encontro da bunda gostosa dela, estocando o macio cuzinho dela sem tirar de dentro, Rafaela de peitos balançando por sobre a mesa é toda agonia, com seu rostinho tomado por expressões de dor enquanto tem sua bundinha fortemente fodida pela bem dotada rola do tarado do seu sogro... rola bem atochada entre redondas nádegas morenas em constante movimentação... ele está louco de prazer, pois o cuzinho da nora é macio, quentinho, ele a puxa e empurra metendo tudo, chegando a encostar o saco, ela chora dor, mas evita gritar para não chamar a atenção da sua sogra... enquanto o tarado do seu sogro não para de puxa-la pelos quadris e meter-lhe a rola no cu...

Mas ele para... tira seu pau, se afasta... fica batendo punheta pra ela enquanto olha pra bunda dela, com ela deitada debruçada na mesa, ela se ergue e vira pra ele, a camisola dela escorrega lhe tapando a parte de baixo, ao tempo em que ela recoloca seus peitos pra dentro do decote... ela encara ele assustada, meio chorando, chamando ele de louco. Ele estira uma mão pra ela e a chama para vir com ele. Ela demora uns segundos e dá a mão pra ele.

Osmar leva a nora pra sala, onde agarra ela a beijando a boca entre gemidos... nisso ele arranca os peitos gostosos dela do decote da sua camisola a base de mamadas, fuçando o rosto no meio... ela gemer, segurando o rosto dele, tentando conter a fúria dele... Seu Osmar arranca a camisola do corpo moreno gostoso da sua nora a puxando e a rasgando... em seguida ele a pega pelos cabelos e joga ela num dos sofás... ele tira a sua bermuda de vez, e peladão, de pau duro... Osmar pega a sua nora de quatro nesse sofá, volta a meter seu pau no cuzinho dela que ela morde uma almofada pra não gritar... o velho tarado já está mais uma vez domando aqui a sua deliciosa nora pelos quadris, a puxando pra ele enquanto vai encacetando o cuzinho dela... a posição é clássica, selvagem, animal, onde ele está com seu pé esquerdo apoiado em cima do sofá e o direito apoiado em pé no chão, enquanto segura a nora pelos quadris, mantendo ela pelada e perfeitamente de quatro igual uma cachorra... toda arrebitada enquanto vai para trás conforme ele a puxa pra meter o pau no cu dela e vai para frente conforme ele empurra batendo virilha na bunda dela, o coroa tem aqui total visão da bunda morena gostosa da nora por trás e por cima enquanto a doma pelos quadris e a puxa pra ele metendo, metendo, metendo, onde ele fica louco olhando pra seu pau se mexendo, socando aquele cu tão tesudo no meio de uma bunda maravilhosa que a nora tem, essa bunda que ele tanto desejou comer e aqui estava fazendo, pegando a gostosa da sua nora de quatro e mandando ver socadas e mais socadas de rola só no cuzinho dela... Rafaela de quatro nesse sofá, a coisa mais linda e sexy, parecia ter nascido pra ser fodida assim, um rabo tão empinado, redondo, bronzeado... uma delícia de quatro, sendo pega pelo tarado de seu sogro e tomando um sacode dele, onde ela virava seu rosto por sobre um ombro e olhava assustada pra ele, pras reações dele, pra cara de tarado dele enquanto ele não parava de puxar ela e mexer sua virilha ao encontro da bunda dela, e ela sentindo toda a movimentação da piroca dele, do pirocão grande que ele tinha, se mexendo para frente e para trás socando freneticamente em seu cu... a coitada nunca teve sua bunda comida assim dessa forma tão impulsiva... a cada estocada, a cada vai e vem acelerado Rafaela sentia o quão cavalo era seu sogro, empurrando tudo em seu cu e sem tirar de dentro. O velho tarado chegou a se virar de quatro por sobre as costas dela também de quatro, parecia um vira-lata em cima da cadelinha de rua, onde ele mordia e chupava um ombro dela, ao lado do pescoço dela, sempre batendo a virilha na bunda dela e com seu cacetão socando no cuzinho dela... Rafaela, aos prantos, assustada com a impulsividade desse velho, com o fôlego dele e com a dureza do cacetão dele arrombando seu cu sem sair de dentro... até que ele volta a ficar em pé no chão atrás dela, a puxa grudando sua virilha na bunda dela, deixando todo o seu pauzão enterrado no cu da nora enquanto se treme todo... urrando abafado, gozando... despejando toda a sua porra dentro do cuzinho da noiva do seu filho.

Osmar tira e se afasta dela, meio cambaleante, onde se encosta na pia logo atrás... suado, ofegante, cansado... segurando seu pau meia bomba todo melado...

A gostosa da nora se move lentamente sentando de bandinha no sofá, sentindo dor no cu, chorando, chamando ele de filho da puta, acusando ele de estupro, falando que não queria, onde ela leva uma mão para trás e ao tocar em seu cu ela olha depois essa mão e vê seus dedos melados de porra e sangue.

O dia seguinte, sábado, dia do casamento, o foco dela nos preparos e em tudo nesse dia até o momento de vestir a roupa de noiva e ir pra igreja, deixou ela ocupada o suficiente pra não pensar no que rolou entre ela e seu sogro na madrugada anterior. Na verdade ela nem teve tempo de cruzar com ele pela casa e olhar pra ele, tamanha a correria dela indo fazer as unhas, os cabelos, maquiagem provar vestido, sempre acompanhada de amigas e parentes.

No meio da tarde, na igreja, no altar, ela toda linda num simples vestido de noiva alugado, ao lado do seu querido noivo Evandro, todo de terno e gravada, os dois juntinhos diante do padre, sacramentando eles como marido e mulher... e bem ali ao lado, sua sogrinha, dona Fátima, emocionada em ver seu filho querido se casando, já o tarado do seu sogro, encarando exclusivamente ela, enquanto ria cinicamente, pois Osmar mostrava no olhar para ela um tom de satisfação por ter feito o que tanto tinha vontade. Comer a bunda da sua nora... Rafaela, por sua vez, mesmo sabendo que o sogro lhe encarava, preferiu olhar pro padre e não pecar diante do sagrado momento ao pensar em tudo o que rolou na madrugada anterior, na cozinha e sala da casa dele.


FIM

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Comentários


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gostodafruta Comentou em 09/09/2026

Delicia, sogro tarado pela bunda da nora, conseguiu enrabar a gostosa na véspera do casamento. Depois dessa, é ela que vai procurar o sogrão toda vez que tiver vontade de ser muito bem comida ...




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Horas antes do casamento o sogro comeu a bunda da nora.

Codigo do conto:
271797

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
09/09/2026

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