- Cospe na minha boca.
Daniela riu, mas achou erótico e mandou a cuspida na boca do namorado de língua estendida para fora, ele e que em seguida engoliu o cuspe da sua gatinha, logo ele agarrou ela de novo e o beijo continuou devasso, onde eles gemiam o tempo todo, principalmente a ninfeta, toda manhosa revirando seus verdes olhinhos... e claro, as mãos deles estavam livres escorregando no corpo um do outro... Thiago enfiava as duas mãos por dentro da blusinha da namorada e lhe apalpava os peitos gostoso, outra hora ele deitava por cima dela e enfiava uma mão por dentro do shortinho dela e lhe apalpava a xoxota... a sua careca xoxota, onde ele falava enquanto a chupava o pescoço:
- Nossa, amor, você tá muito molhadinha...
A danadinha gemia sentindo a mão do namoradinho ali dentro do seu short, lhe apalpando a bucetinha... se contorcia com ele lhe chupando o pescoço e lhe apalpando a buceta... Até que ele, num gesto de impulsividade, se levantou, desceu sua bermuda e mostrou seu pau pra ela... que se sentou no chão, agarrou o pau dele gemendo e caiu de boca sem frescura nenhuma, mamando forte, fazendo o namoradinho gemer e cambalear as pernas... Não era a primeira vez que Daniela estava chupando seu namoradinho e ela nem virgem era, mas aqui no meio da sala da casa dela, sim. Era a primeira vez que eles aproveitavam essa chance de estarem sós.
Thiago gemeu agoniado falando que ia gozar... e gozou... gozou com força, a porra foi bater na garganta da ninfeta que ainda segurava o pau dele e lhe chupava intenso, socando sua boca... ela gemeu e revirou seus olhinhos ao sentir os tiros de porra que a rola dele dava em sua boca... e engoliu tudinho...
O moleque continuou de pau duro enquanto a ninfeta começou a tirar sua roupa, mostrando um jovem corpo todo durinho e suculento em carnes e curvas, com peitões deliciosos que balançavam, uma bucetinha toda lisinha em forma de boca de golfinho e uma bunda arrebitada bem redondinha... toda loirinha a danada... e aqui ela se sentou toda arreganhada no sofá, com uma mão entre as pernas arregaçando os beiços da sua buceta e pedindo a ele toda manhosa e safada:
- Vem, amor, vem chupar minha pepekinha, vem...
O moleque se agachou no chão diante sua delícia de namoradinha ali sentada toda arreganhada no sofá e caiu de boca e lambidas na xerequinha rosadinha e careca dela, fazendo a moleca gemer toda manhosa aos berros... onde ela apalpava os próprios peitões enquanto sentia a boca do seu gatinho sugando seu grelinho como se quisesse arranca-lo. Chupando com barulhos... o moleque chegou a abrir a xoxota dela com os dedos e dar uma cuspida bem dentro... voltando a passar a lambida no meio, no rachado, Daniela não aguentou e gozou feito uma louca. E ele, ansioso, louco, tarado e segurando seu pau duro de tesão numa punheta, disse:
- Vou te meter...
E ela, gemendo, louca do mesmo jeito: - Tá, mas bota a camisinha.
E ele: - Não trouxe.
E ela: - Ai, Thiaagooo, que merdaaaa... porque tu não troouxeee?
Ele: - Não pensei que tu fosse ficar sozinha aqui na tua casa, esqueci. Mas não se preocupa, amor, eu seguro a gozada... eu tiro sempre quando for gozar.
E ela, louca e morrendo de vontade de ser comida: - Tá bem, mas por favor, não goza.
O moleque deitou sobre a sua gatinha, se aconchegando entre as pernas arreganhadas dela e metendo gostoso sua pica na xoxota dela, que gemeu toda manhosa abraçando ele junto ao seu corpo.
- aaiii, Thiaagoo, que pica duuraaa...
- É tesão, aamoorr, mmrr, é tesão por você, rraahhhrr...
O moleque mandou ver sua pica nua e crua na xoxota rosada e carequinha da sua ninfeta namorada, quicando no meio das pernas dela, batendo virilha, bombando, onde sua mediana pica socava intenso numa velocidade que só aumentava, e ela louca toda arreganhada pra ele, aguentando as virilhadas dele, tomando com força na buceta.
- aaaimmr, aaiiimmrr, aaiii que teesããooo, rraammmrr... me coome, aamoorr, me coomee, me coomeee...
Daniela adora foder com seu namoradinho, até porque ela perdeu o cabaço há um mês atrás e desde então viciou, eles estão fodendo sempre quando tem oportunidade. Sendo que aqui, na casa dela, era a primeira vez. E apesar de apenas um mês fodendo, eles já estavam num ritmo e num estágio bem avançado, onde ele tinha até liberdade pra pedir:
- Vira de quatro, vira, amor... Quero comer seu cuzinho.
- aaii, Thiaagoo, tu nem come direito minha pepekinha e já quer meu cu? Tu só quer meu cu toda vez?
- aaii, amor, desculpa, mas é que sua bunda é um tesão. Deixa vai? É bom que eu posso gozar dentro sem problema.
A ninfetinha foi se ajeitando de quatro, a coisa mais linda e tesuda, toda de joelhos e mãos no sofá, dando uma bela e safada arrebitada na sua rabetinha loira, com aquela sua bucetinha em formato de concha por entre as pernas meio abertas, sua bela bunda arreganhada onde ela piscava seu cu cor de rosa pra ele, já se colocando em pé por trás dela, um pé no chão e outro em cima do sofá, enquanto apoiava uma mão na bunda dela e a outra segurava seu pau... o qual foi esfregando a cabeça no rego da bundinha loira dela de quatro, e ela, toda manhosa gemendo, virou seu rosto por sobre um ombro e pediu:
- Cospe antes.
Ele ali em pé por trás dela de quatro no sofá deixou cair uma cusparada bem em cima do cuzinho dela, que piscou bebendo o cuspe... aí ele segurando seu pau foi esfregando a cabeça rosada bem no cuzinho cuspido dela, enquanto ela gemia toda manhosa, pedindo:
- Devagar, amooorr, bota devagarinho... naquele dia meu cu sangrou, vai com calmaa, mmmrr...
O moleque ali em pé atrás daquela bunda loira toda redondinha e empinadinha da loira, foi se deliciando conforme sentia a ponta do seu pau entrando naquelas preguinhas macias e apertadinhas do cu da sua gatinha... que reagia gemendo de dor... porém, mantendo seu bundão bem arrebitado pra ele meter...
- aaiii, amor, que cu mais gostoso você tem, sabia? aaahhhrr, que bunda mais lindaa... aahhh que teesããoo...
- aaiimmrr, aaiimmr, aaii que pau duurooo, aaiii, amor, devagaaar, mete devaagaaarr... rrmmmmrr...
O moleque se achando um rei, um macho dominador, todo tarado e realizado, pegou sua gatinha pelos quadris e começou a socar, comendo seu cuzinho de quatro, sempre de rosto abaixando olhando pra beleza que é a bunda loira dela toda aberta pra ele parecendo um coração enquanto ele ia socando a rola no meio... fodendo aquele cu rosadinho tão apertado, quentinho e macio...
- aaiimmrr, aaiimmrr, aaii meu cuuu, aai meu cuu... aaiii aamoorr, aaii meu cuuzinhooooorr...
- QUE PORRA É ESSA AQUI?
Essa frase de surpresa foi dita aqui por André, o padrasto da ninfeta Daniela, que infelizmente chegou mais cedo do seu trabalho e flagrou em cheio a sua enteada dando a bunda no sofá da sala pro seu namoradinho, que por sua vez tirou o pau e se afastou assustado, já Daniela ficou assustada e brava catando depressa toda a sua roupa no chão, enquanto seu padrasto falava:
- Eita, Daniela, se a tua mãe souber que tu fica aqui sozinha fodendo com esse moleque, ela te mata.
Ela, se vestindo rapidamente e esbravejando com o padrasto:
- NÃO SE METE NA MINHA VIDA NÃO, PORRA... TU NÃO TEM NADA A VER.
- Eu não, mas tua mãe tem... Fala pra ela que vai ficar estudando e fica na safadeza com esse tarado. Tu sabe que tua mão não gosta desse moleque, né?
O assustado Thiago se vestindo sem nada falar, desconfiado pra caralho e Daniela brava, trocando ofensas com o padrasto, mandando ele ir se foder, falando que ele não tinha nada a ver com a vida dela, que não mandava em nada na casa, pois a casa era da sua mãe. André, por sua vez, foi pro quarto tirar sua roupa de trabalho, deixando a enteada na sala com o namorado enquanto ela se despedia dele e ele perguntava:
- Eita porra, Dani, que merda, hein? Tua mãe me odeia, ela vai me proibir de vir aqui, vai mandar tu terminar comigo.
- Não se preocupa, amor, eu vou dar um jeito, eu converso com ela, se esse filho da puta abrir a boca pra ela eu vou conversar direitinho com ela. Relaxa. Vai embora, depois te ligo.
Minutos depois, a casa estava um silencio só, Daniela se trancou no quarto, puta de raiva e pensando no pior quando o padrasto abrisse a boca pra sua mãe. Já o padrasto André foi tomar seu banho e depois aprontou um almoço, se serviu, pegou uma cerveja na geladeira, sentou no sofá, o mesmo sofá que a enteada estava fodendo com o namoradinho e ficou aqui assistindo TV. Sendo que a adolescente só deixou seu quarto no final da tarde, quando a sua mãe chegou do trabalho. E ela saiu já desconfiada, sem olhar a mãe nos olhos, entrando na cozinha pra pegar uma água na geladeira enquanto a mãe estava bem ali na pia, lavando a louça do seu jantar. E nisso, ela rindo pra filha, perguntou:
- Fez o trabalho da escola, filha?
Nisso, a adolescente percebeu que a mãe ainda não sabia de nada, que o padrasto não tinha dito nada pra ela, até respirou aliviada, e disse:
- Sim... sim, mãe, eu fiz.
A mãe: - Sua amiga veio pra cá de manhã?
Nesse momento quem entra na cozinha é André, que encara a ninfeta como se chamasse ela de sem-vergonha, e ela responde a mãe:
- Sim, mãe, ela veio.
André quase deixa escapar uma gargalhada, encarando a enteada, que por sua vez tirou seus olhos dele, completamente sem jeito após ser flagrada fodendo com seu namoradinho. No decorrer dessa mesma noite, a ninfeta ficou mais tempo em seu quarto, de porta trancada, mas teve que dar uma saidinha pra poder ir no banheiro, nisso sua mãe estava ali na sala e a chamou pra sentar junto com ela, falando que queria conversar. A moleca na mesma hora ficou branca de medo, a mãe a recebeu abraçando e beijando seu rosto, dando carinho, puxando assunto sobre a escola dela, seus estudos... e o padrasto, André, só ali perto, observando o jeito medroso e desconfiado da enteada sentada juntinha a sua mãe em outro sofá.
Pela manhã, lá pras 9 horas, Daniela foi despertando daquele jeito, se espreguiçando deitada na cama por sobre panos amarrotados, toda manhosa e se contorcendo de um jeitinho sexy, estirando pernas e braços, com seu shortinho baby doll todo enfiadinho na sua bundinha loira... onde ela foi se sentando na cama, bocejando ainda lerda do sono... pegando o elástico numa mesinha ao lado da cama e prendendo seus loiros e lisos cabelos amarelados e assim foi se levantando e deixando o seu quarto.
No banheiro ela parou um instante para se olhar no espelho do armário da pia, em seguida caminhou até o vaso, desceu seu shortinho baby doll, sentou no vaso de pernas abertas colocando a sua mão direita entre as pernas e dando uma apartada nos lábios rosados da sua careca bucetinha pequena com dois dedos em V invertido e assim foi deixando a urina ir saindo... aquela urina quentinha da manhã, que foi saindo por entre as apertadas paredes vaginais da sua xoxota causado na adolescente um choque de arrepios em toda a sua pele loirinha, fazendo até mesmo ela gemer manhosa, tamanha sensação de relaxamento em sua bexiga.
Ao fim a sua bucetinha deu uma contraída, fazendo as últimas gotas do seu xixi pingarem dentro do vaso. Nisso ela foi se levantando, pegou um papelzinho higiênico e passou na racha da sua buceta de baixo para cima, depois pegou no seu shortinho baby doll e o subiu sem pressa... Era uma manhã de clima ameno no Rio de Janeiro, a moleca aqui sozinha já estava com seu celular em mãos, trocando mensagens com seu namoradinho, e claro, se não tivesse rolado o flagra que o padrasto deu neles, certamente ele já estaria aqui na casa dela para comer ela de novo.
A ninfeta foi pra cozinha preparar algo para tomar café, quando de repente ela se assusta com a figura do seu padrasto André aparecendo ali na cozinha, só de short de dormir... ele olha pra ela com um olhar cínico, dá bom dia a ela, que fica calada, afinal, ela pensava que ele tinha ido trabalhar, como o de costume sempre pelas manhãs, pois ele geralmente sai junto com a sua mãe pro trabalho... Ele pega uma xicara e coloca um café da garrafa em cima da mesa. O silêncio entre eles aqui se torna imenso e assustador, ela diante da pedra da pia, pegando uns pães num saco e de costas pra ele, enquanto ele olhava para ela, só de baby doll. Então ela foi deixando a cozinha na intenção de entrar de volta em seu quarto e não sair, quando eis que ele a segurou pelo braço e disse:
- Vai pra onde?
- Me solta.
- Quero conversar contigo, pode ser?
- Não tenho nada pra conversar contigo, me solta.
- Sério que não tem? Depois do que vi?
- Para. Por favor.
- Vamo pra sala.
- O que você quer?
- Vamo ali pra sala.
Ao chegar na sala com ela, ele se sentou no sofá e ela ficou em pé, meio distante dele, de braços cruzados, cara de raiva, e ele disse:
- Você sabe que a sua mãe não gosta daquele rapaz, não é?
- Sei.
- Então... se ela souber o que a filhinha dela anda fazendo com ele aqui em casa na ausência dela... ela não vai gostar nada. Não acha?
- Você não precisa contar. Não é da sua conta. Você não é meu pai.
- Sim, eu sei que eu não sou seu pai. E isso é ótimo pra ocasião.
Ela, em pé, passou uma mão em seus loiros cabelos lisos, tensa com o que ele quis dizer no final dessa sua frase, enquanto via no olhar de tarado dele, olhando para ela de cima abaixo, o quanto ela estava enrascada... Então ele se ajeitou melhor sentado nesse sofá, e disse:
- Tira a blusa.
- Você tá louco? Vai pro inferno, seu tarado.
- Quer que eu mande uma mensagem pra tua mãe agora mesmo? É bom que ela já vai voltar do trabalho sabendo do nosso segredinho.
- Você sempre quis isso, né, seu tarado? Vai se aproveitar, né?
- Anda, menina. Tira essa blusa.
Daniele passou mãos em seu rosto, em seus cabelos loiros lisos, olhou pra cima como se pedindo ajuda... então pegou nas pontas da sua blusinha baby doll e tirou por cima... deixando a mostra diante dos olhos do tarado padrasto ali sentado no sofá seus belos peitos loiros tão redondinhos e fartos, com aréolas e mamilos rosados... ela aqui sequer olhava pra cara dele enquanto se deixava ter seus peitos admirados por ele. Que continuou:
- Continua... tira o resto. Mas tira devagar. Faz de conta que aqui é uma boate... eu sou um cliente... e você é uma puta.
- Ah, vai tomar no cu, seu merda.
- Não para. Me obedece, anda.
Ela foi colocando suas mãos no cós do seu shortinho baby doll, e quando foi descendo ele disse:
- De costas pra mim. Vira. Tira devagar. Sem pressa.
Ela virou e foi descendo do jeito que ele pediu. Escorregando pelas suas coxas abaixo seu shortinho em seda baby doll... sendo que ela estava aqui sem calcinha, pois ela não usa calcinha pra dormir. André ali sentado completamente compenetrado na beleza da bunda redonda e gostosa da sua enteada sendo mostrada aos poucos... o rego, as duas nádegas redondas aloiradas e com seu short já nos seus pés... E assim ele colocou uma mão sua por dentro do seu short, pegou em seu pau duro e ficou apalpando, apertando... e pedindo pra ela:
- Vira pra mim.
Ela completamente peladinha virou de frente, ele suspirou quando colocou seus tarados olhos na bucetinha dela... uma buceta rosada sem pelo nenhum, só com os beiços juntinhos e separados por um rachadinho no formato de uma boca de golfinho. E assim ele segurando no seu pau o puxou para fora do seu short... nesse momento Daniela até arregalou seus olhos ao ver... e ele tocando uma punheta enquanto passeava seus olhos no corpinho dela de cima abaixo... dos peitos a bucetinha da sua enteada ali em pé e peladinha na sua frente. E disse:
- Vem aqui, mais perto de mim, anda.
Ela deu dois passos em direção a ele sentado no sofá. Ele disse:
- Vira de costas.
Quanto mais ele mandava, mais ela se sentia aflita, tensa diante desse chantagista barato, safado e tarado do seu padrasto. E assim ela foi virando de costas diante dele ali sentado no sofá, e ele encarando de mais perto a perfeição de bunda que essa ninfeta da sua enteada tinha ali... A menina era baixinha, mas dona de 98 cm de uma bela bunda redondinha, com duas nádegas empinadinhas, tão gostosas, loiras, meio abertas, onde ele conseguia ver até mesmo um pouco do cuzinho dela ali na brecha do rego, como também via por baixo, no apartado das coxas, um pouco da bucetinha dela em formato de concha, de pacotinho. Uma bundinha loira cheia de pelugens aloiradas e com duas covinhas sexys acima de cada nádega... e ele ali de pau pra fora do seu short, doendo de tão duro... onde ele segurava com uma mão, apalpando e masturbando enquanto mirava sem piscar a delícia de bunda da ninfeta filha da sua esposa. E nisso ele disse:
- Vem de ré pra mim. Devagar.
Ela de costas foi com a bunda em direção a ele, bem lenta, e ele sentou mais na beirada do sofá e segurando a bunda dela com as duas mãos conforme ela foi inclinando seu tronco para frente e arrebitando pra ele, e nessa arrebitada e inclinada a bunda dela se abriu... ela olhava para ele com seu rosto rente ao lado de um ombro, tensa, com medo do que ele pudesse fazer, mas ciente que teria que se submeter aos caprichos dele... ele ficou olhando de frente pra bunda dela aberta... na qual ele colocou suas mãos e ficou alisando de cima abaixo, tateando... pegando em cada nádega e abrindo... olhando ali no meio o cuzinho rosado dela... ele gemeu arfando de tesão ao reparar nas preguinhas rosadas e com o meio avermelhado.
- Meu Deus do céu, que bunda perfeita, e que delícia de cuzinho você tem, hein, sua safadinha?... Que sortudo aquele moleque. Caralho, e pensar que quando entrei na sala ele tava metendo a rola nesse cu... Que privilégio meter o pau nesse seu cu, gatinha. Que lindo... é o cu mais lindo que já vi... Empina mais, vai... isso... arrebita pra mim... assim... nossa, que delícia de cuzinho.
Então ele sentou o tapa que ela gemeu e puxou a bunda:
- Para, porra, não precisa isso. Não bate.
- Trás essa bunda aqui de novo, anda. Eu faço o que eu quero e você me obedeça. Anda, vira a bunda pra mim.
Ela voltou a inclinar seu tronco para baixo enquanto virava sua bunda para ele, que pegando ela pela bunda foi de rosto ao encontro e começou a beijar uma nádega e outra... ela se aguentando, de corpo inclinado para baixo e bunda na cara dele, tensa, e ele beijando, lambendo... e assim abriu suas nádegas com cada mão, metendo sua cara no meio, cheirando o cuzinho dela onde passou-lhe a lambida... e daqui em diante ficou lambendo, lambendo... ela foi gemendo e tremendo as nádegas, ele foi descendo seu rosto e beijou, lambeu e chupou a bucetinha dela em concha bem mais embaixo entre pernas abertas... A ninfeta tremeu as pernas e gemeu ainda mais, ele segurando a bunda dela espremeu a buceta dela com sua boca, empurrando seu rosto, abocanhando forte, logo ele voltou a erguer seu rosto, lambendo o cuzinho dela como se lambesse um sorvete. E assim lambeu várias vezes... voltando a lamber a buceta dela e ficou nesse sobe e desce de língua, lambendo o cuzinho e a buceta, a buceta e o cuzinho... as mãos dele sempre apalpando as nádegas, arreganhando e metendo sua cara no meio, fungando, gemendo, cheirando, lambendo com barulho do cu a buceta e da buceta ao cuzinho da sua enteada, fazendo ela se desequilibrar ao sentir espasmos... foi então que ele se levantou, puxou ela pelos cabelos fazendo ela ficar em pé diante dele, assim ele pegou ela pela garganta e encarando ela de frente, disse:
- Você vai fazer tudo, tudinho o que eu mandar, entendeu?
- Filho da puta.
- Cala a boquinha e desce... de joelho, vai.
Daniela se ajoelhou diante dele, e ele olhando para ela de cima, acariciou a cabeça dela e disse:
- Desceu meu short.
O short dele estava bem estufado, ela então colocou suas delicados mãos no cós do short dele e o desceu, fazendo o cacete dele saltar duro diante do seu rostinho... com ela assustada, pois a rola do filho da puta do padrasto era bem maior que a rola mediana do seu namoradinho. Uma rosada rola grossa e bem dotada, cheia de veias e da rosada cabeça graúda... e ele olhando pra ela de cima:
- Abre a boquinha e coloca a linguinha pra fora.
Ela obedeceu, e ele segurando seu pau colocou a sua rosada cabeça bem em cima da língua estirada da enteada... E disse:
- Segura e chupa. Chupa como se você tivesse chupando o seu namoradinho.
Ela botou sua mão na rola, onde seus dedos mal abarcavam a sua grossura, deu uma lambida na rosada cabeça graúda por baixo, depois abocanhou e socou sua boca... dando uma arregaçada em seus lábios... ela até deu uma parada, segurando o tronco do membro, assim afastou seu rosto e ficou olhando de frente... mexendo na rola e olhando aos lados, por baixo, procurando algo que fosse nojento, mas a pica era toda limpinha... ela então começou a girar sua língua ao redor da cabeça, lambendo, espalhando saliva, tudo isso enquanto ela masturbava, e assim ia lambendo, lambendo, colocando sua boca na cabeça e chupando... ora e outra virando seus olhos pro alto e encarando ele em pé, e ele gemendo de tesão, olhando pra ela abaixada:
- Não paaraa... mmmrr, iissoo... não tira da boca... Me chupa, me chupa gostoso, vai, sua vadiazinha.
Ele colocou uma mão por trás da cabeça dela e a puxou forçando sua rola na boquinha dela, e ela segurando e chupando, chupando com mais ritmo e intensidade, e ele com a mão na cabeça dela, acompanhando o boquete e pedindo:
- Issooo, isso, é assim que eu gosto de ver... chupa com vontade, chupa com vontade, vaaiimmrr... mmmrr...
A ninfeta conseguiu levar sua boquinha até o meio da pica do padrasto e quando puxou já foi dando uma babada nela toda, quase sufocando, gemendo... e ele segurando por trás da cabeça dela a puxou fazendo ela engasgar mais uma vez... ela gemendo sem ar, e ele forçando... lacrimejando... ela chegou a desesperada bater nas coxas dele pra ele largar sua cabeça.
- Viu só como você é boa nisso. Isssoo, manda ver, sua putinha... me chuupaa, me chupa com tesão, vaaiiimmr, rrrmmrrr...
Daniela num vai e vem constante de rosto mamando na rola do marido da sua mãe aos sons de: “GLUHHR, GLAAMMRR, GLUUMMFFF...” até que tirou sua boca de uma vez pra poder respirar, ao tempo que golfou um tufo tão espesso de baba que melou seus peitos enquanto ela puxava o ar... Ele por sua vez afastou dela e disse:
- De quatro... vai de quatro até o sofá.
Daniela se colocou de quatro e foi engatinhando sem pressa até o sofá perto e com ele em pé acompanhando ela, vendo a bunda dela de quatro por cima. Ela colocou suas mãos no sofá e de quatro foi subindo. Ele continuou em pé na frente dela, segurando ela pelos cabelos e metendo a rola na boquinha dela, engasgando ela, sufocando ela, fazendo ela engulhar, golfar baba e se lambuzar toda, ele pegou ela pela garganta, inclinou o rosto diante do dela enquanto ainda segurava ela pela garganta e disse:
- Abre a boca e bota a língua pra fora.
Ela fez e ele mandou uma cusparada dentro da boquinha dela... ela quase vomita, mas ele tapou a boca dela e disse:
- Engoolee...
Em seguida, de forma repentina, ele sentou o tapa na cara dela que ela deitou de costas nesse sofá, ela chegou a colocar uma mão no rosto por conta da ardência do tapa, ao tempo em que ficou meio nocauteada, e ele a xingando e sem tempo de deixar ela agir e pensar já a pegou pelas pernas loiras arreganhadas e caiu de boca na bucetinha dela com tamanha pressão de lábios, chupando tão forte e intenso que fez a enteada saltar de costas nesse sofá e se contorcer enfurecida, gemendo alto e manhosa boquiaberta enquanto seus verdes olhinhos se reviravam... André tanto sugava o grelo da enteada como passava-lhe a lambida no rachado, onde ele usava dois dedos pra apartar os lábios da xaninha dela, e se lá no começo, quando ele estava chupando o cuzinho dela ela tentou disfarçar o prazer que sentiu, aqui ela se entregou de vez, pois o filho da puta lhe chupava com tanto empenho que foi impossível da ninfeta, mesmo odiando seu padrasto e a chantagem imposta, não atingir a um orgasmo enfurecedor, que fez seus formosos peitos gostosos incharem e seus mamilos espetarem de tão endurecidos, e que também fez seu estômago gelar por dentro, sua barriguinha tremer toda e seu corpo estrebuchar deitada de costas como se tivesse sob o efeito de uma convulsão.
Daniela fiou descontrolada, se tremendo, num misto de negação e aceitação diante de seu padrasto abusador lhe chupando forte e com pegada a sua bucetinha. Onde seus gemidos falhavam e ela sufocava entre soluços, como se puxasse o ar quase a morrer... e não somente seu corpo mostrava explicitamente que ela estava tendo um orgasmo, pois a sua xoxota também, de tanto expelir suco na boca dele ali se mexendo, chupando sem parar.
André chegou a meter dois dedos na bucetinha dela enquanto de rosto por sobre essa mesma buceta, ficou de língua estapeando o grelinho dela... a moleca mal conseguia abrir seus verdes olhos para olhar pro rosto do padrasto ali entre suas pernas, porém, colocou uma mão na cabeça dele, tentando empurrar ele, onde entre gemidos de pura agonia, suplicava:
- Paaraaa, rrraammmmrr... cheeegaaa... tá booom, porra, cheeegaaaa, rraaahhhhrr... aaai caaralhooooohhhrr... (gozando.)
Ele então de repente parou de chupar ela e se ergueu de joelhos nesse sofá. Caralho, que imagem ele teve aqui, a ninfetinha deitada de costas, toda arreganhada por baixo dele, onde por entre olhos embriagados ela olhou pra ele, todo imenso em seu corpo avantajado diante dela, urrando, ofegando, com uma puta cara de tarado, enquanto ele segurava seu cacetão todo veiúdo e o masturbava apontado pra entre as pernas dela... e falava:
- Fica assim mesmo, que agora você vai entrar na rola, sua safada.
Ele segurando seu pau encaixou no rachado da rosada e carequinha buceta dela e foi esfregando... e ela agoniada olhando pra ele e pra entre suas pernas aquele cacetão enorme dele lhe empurrando o rachado:
- Não, sem camisinha não, tá louco?
- Acha que eu não tenho experiencia nisso? Cala a boca.
André não ia perder a oportunidade de sentir a pele interna e toda a maciez da bucetinha quentinha e molhadinha da sua enteada com o seu pau... e assim foi metendo... e conforme metia a danadinha aqui deitada toda arreganhada pra ele se contorcia como se tivesse sendo penetrada por uma viga de ferro, gemendo aos berros mais manhosos:
- aaaiiimmmrr, aaiii, devaagaarr... calma, porra, teu pau é muito graandeee, rraammmrr...
Ele deu uma debruçada por sobre o corpo dela, com cada mão apoiada no sofá de um lado e outro do corpo dela e mexendo seus quadris foi impulsionando sua virilha no meio das pernas dela... e ela sentindo todo o vigor da bem dotada rola dele arregaçando seu canal vaginal ao ir entrando, lhe dilacerando como se quebrando seu cabaço, apesar dela não ser mais virgem, pois aqui se tratava de uma rola completamente diferente da única rola que até então lhe penetrou, que era a rola do seu namoradinho Thiago... A ninfetinha gemeu se vendo de dor na buceta, ao mesmo tempo com medinho do estrago que a rola monstruosa do seu padrasto pudesse causar na sua bucetinha tão delicada e estreita... ele de corpo suspenso no dela começou a socar e ela olhando pra entre suas pernas mal acreditava ao ver aquela rola enorme se movimentando enfiada na sua pepekinha tão delicada... parecia uma criatura viva devorando seu canal vaginal enquanto socava, socava, socava conforme seu padrasto mexia os quadris bombando no meio de suas pernas.
A moleca se tremia, se contorcia deitada arreganhada por baixo do padrasto, tomando bombadas frequentes, sentindo o entra e sai, o vai e vem de uma rola tão agressiva e dominadora... onde ela cheia de expressões faciais de dor e agonia no seu rostinho, reagia gemendo ofegante:
- rraarr, rraarr, rraarr, rraarrr, rraarr, rraarr, rraarr...
Tal qual uma cadelinha com sede... cansada... e o homem ali por sobre ela, movimentando seus quadris e enfiando a rola nela, se deliciando com a sensação prazerosa de ter seu pau numa bucetinha tão macia como era a buceta da sua enteada de 17 aninhos... e assim ele foi aumentando a socada, fazendo os gemidos dela aumentarem o volume e as expressões faciais dela se multiplicarem numa reação de desespero.
- rraammrr, rraammrr, rraammrr, devaagaaar filho da puutaaaa, aaiii minha buceetaaa...
E ele enfurecido numa bombada permanente:
- Geme, filha da puta, geemee, geme mais alto que eu não vou parar de te meter a rola, sua safaadaa... sempre quis te comer, sabia? Sempre quis te meter a rooolaa, toma, toma, toma, safada, toomaaa...
A ninfeta se desesperou nessa sequencia de socadas do padrasto por cima dela, dando solavancos nela numa bombada forte e veloz, ela ficou desesperada por sentir uma pica tão grande assim socando praticamente toda em sua buceta, como se fosse uma britadeira ligada no máximo... com as bolas dele batendo forte por baixo dela e o cabeção espancando a parede do seu útero levando ela a se agoniar e gemer alto com seus olhinhos completamente revirados e boquiaberta a se engasgar com seu ar sendo puxado... chegando aqui a um orgasmo intenso.
André, parou de socar antes de gozar... porém, querendo mais, querendo se aproveitar ao máximo da sua enteada, se saiu de cima dela, puxando ela pra ele e a virando e bruços, onde assim a pegou por um quadril e pelos cabelos lisos e loiros dela e a puxou:
- De quatro, anda.
Daniela estava já tomada por um certo cansaço por tanto gemer, gritar e sentir um monte de coisas enquanto era pega, domada, estapeada, apertada, humilhada e fodida... ela aqui nem se ajeitou direito de quatro nesse sofá e já tomou um puxão com força do seu padrasto pelos quadris enquanto sentia aquele seu membro grande, grosso e endurecido sendo empurrado em sua buceta por trás sem gentileza nenhuma... Onde ele, erguido atrás dela, com o pé direito no chão e seu joelho esquerdo no sofá, começou a fodê-la com vontade, fazendo ela ir para frente com a pressão da empurrada, gemendo toda manhosa ao sentir o padrasto arregaçando as paredes internas da sua bucetinha mais uma vez...
- aaaahhhhrr, devaagaaarr... aaahhhrrr...
Ele se deliciava olhando por cima a imagem das duas nádegas loirinhas abertas em formato de coração da enteada virada de quatro para ele, e motivado por essa imagem ele começou a socar ainda mais veloz... a ninfeta de quatro ficou boquiaberta a gemer, revirando seus olhinhos verdes enquanto era arremessada pra frente diante do entra e sai, do vai e vem da rola do padrasto lhe fodendo sem sair de dentro, completamente sob os domínios e pegada dele, submissa ao desejo dele de fodê-la como ele bem queria... e ela gemendo, gemendo, e a rola aumentando a socada e ela tomando um sacode dele, com seus peitos gostosos por baixo dela sacolejando forte, seus cabelos loiros e lisos igualmente chacoalhando e chegando a cobrir seu rosto... a virilha dele surrava sua bundinha ao ponto dela sentir dor...
- aaaiimmrr, aaiimmr, aaahhrr, aaahhhrr, aaii caraalhooo devaagaaarrr, rrraahhhhrr...
Ora ele a puxava pelos ombros tão bruto que ela vinha com tudo de bunda ao encontro das virilhadas dele, ora a puxava pelos cabelos com uma mão, fazendo ela virar seu rostinho cheio de expressões de dor pra cima, gemendo boquiaberta, respirando ofegante conforme sufocava como se fosse perder o fôlego de tanto sentir o vai e vem da rola dele lhe fodendo numa socada veloz e sem tirar de dentro... André descansava enquanto metia, onde ele apenas diminuía um pouco o ritmo, mas logo aumentava dando um sacode com brutalidade nela, onde a sua rola se movia intenso enfiada na bucetinha de sua enteada... que chorava... chorava... implorando para ele parar entre gemidos de pura agonia... e ele adestrando sua enteada como se ela fosse uma cadela desobediente ao seu dono, metendo a paulada na bucetinha dela do jeito que ele queria... e para ele, escutar o choro dela, seus gritinhos de dor e suas súplicas para ele parar lhe deixavam ainda mais motivado a fodê-la... até que ele parou de socar sem tirar de dentro, abaixou as mãos e ela desabou de peitos e rosto no sofá... e ele dando um tapa na bunda dela, disse pra ela:
- Vem com a bundinha, vem, fode meu pau.
A danada de quatro, gemendo e chorando ofegante, tremendo as pernas, ficou jogando sua bunda loira toda arrebitada para trás, batendo com ela na peluda virilha do seu padrasto, fazendo sua molhada bucetinha deslizar nos centímetros do pau dele... e ele ali de mãos abaixadas, apenas espiando a bunda da enteada se movendo pra trás, quicando na sua virilha enquanto a bucetinha dela ia fazendo um boquete no seu pau... e assim ele se agoniou de tesão, onde empurrou a bunda dela e segurando seu pau, disse:
- Vem aqui, vira a boquinha pra mim, vira.
Em pé e de pau na sua mão, ele punhetou e esguichou tiros de esperma bem dentro da boquinha da ninfeta aberta e de língua estirada, com ela de quatro e de rosto virado pra ele. André gemeu pós gozava, e ainda em pé, cambaleante, ao mesmo tempo em que ela, de repente, se deixou levar pelo tesão e segurou no pau dele e o mamou com força... nem parecia que estava sendo coagida a foder com ele. E nisso, ele falou:
- Por hoje é só, gatinha... preciso ir trabalhar. Outro dia tem mais.
- O quê? Não, chega. Não vou querer mais nada não.
- Não faça por mim, faça pelo nosso segredinho, ok?
E na manhã do dia seguinte, depois da sua mãe ter deixado a casa para ir pro trabalho, ela saiu da cama lá pras 8 e tanto e mais uma vez foi surpreendida por André, que mais uma vez deixou de ir trabalhar de manhã para foder ela. E ela aqui estava saindo do banheiro após seu xixi matinal e tomou um susto quando viu ele ali chegando de frente para ela:
- Você não trabalha mais?
- Eu sou o chefe. Posso chegar mais tarde.
Nisso ele foi agarrando ela e perguntando:
- Qual é a mão que você colocou na bucetinha quando tava fazendo xixi?
- Ah, vai pro inferno, seu tarado.
- Fala.
Ela mostrou a sua mão direita. E ele perguntou enquanto segurava a mão direita dela pelo pulso:
- Lavou?
- Não.
Ele segurando a mão dela pelo pulso trouxe até ao seu rosto e a cheirou. Daniela ficou olhando pra cara de safado, de tarado desse seu padrasto. Que além de cheirar a mão dela, a mesma que ela usou pra apartar a sua xoxota enquanto mijava, ele chupou cada dedo. E disse:
- Se abaixa.
E aqui, diante da porta do banheiro, ele desceu seu short de dormir e fez saltar o seu pau duro diante dela ajoelhada. Daniela o segurou e não teve escolha, caiu de boca, chupando como forma de agradar a ele.
- aaahhh, é tão bom sentir sua boquinha no meu pau, sabia? Olhar pra esse seu rostinho abaixado enquanto me chupa... mmmrr... iissoo, aassimmrr, mama no papai, mama.
Ela tirou a boca do pau dele:
- Você não é meu pai.
- Tem razão. Eu sou apenas o macho da sua mãezinha e o seu macho. Não é?
- Filho da puta, nojento.
Ele levantou ela a puxando pelos cabelos que ela gemeu de dor, a virou colocando ela de frente na parede ao lado da porta do banheiro, ela se apoiou de mãos nessa parede enquanto por trás dela e ele encostou sua boca ao lado direito do rosto dela e a beijou e chupou esse lado do pescoço cheiroso dela cheio de pelugens aloiradas enquanto suas mãos na frente dela apalpavam os peitos dela por baixo da blusinha baby doll dela, e ela gemendo, de mãos na parede, sentindo ele a encoxando por trás... ele foi abocanhando o ombro direito dela, o tempo todo fungando, urrando, babando ela, gemendo de tesão por ela, até que ele se agachou e junto desceu o shortinho baby doll dela pernas abaixo... fazendo a gostosa, redondinha e empinada bundinha loira dela ficar peladinha.
E agachado atrás dela ele sentou a mão direita aberta dando um forte tapa que tremeu a bundinha dela e deixou a marca da mão na nádega direita, ela gemeu de dor mandando ele não bater, ele mandou ela ficar quietinha e assim agarrou com as duas mãos a bunda dela e caiu de rosto no meio com pressão que ela chegou a ir pra frente e encostar a sua barriga na parede... ele a puxou pra ele e mandou ela arrebitar, e ali atrás ficou esfregando as faces nas nádegas dela, abraçando a bunda dela, cheirando, segurando ela aos lados de suas coxas, encheu a bunda toda dela de beijos e mais beijos, lambidas e mordiscadinhas, indo de cima abaixo, os lados... e ela gemendo de mãos na parede, mantendo a bunda arrebitada para ele, chamando ele de filho da puta, de tarado, mandando ele acabar logo que tinha que estudar pra uma prova.
Ele abriu a bundinha loira dela com as mãos e polegares em cada nádega e deu uma cusparada bem no rosado cuzinho dela e então meteu seu rosto, dando lambidas no cuzinho cuspido dela, na primeira lambida ela chegou a ficar nas pontas dos pés e tremendo a bunda... e ele continuou de rosto empurrando na bunda dela e lambendo, lambendo e a cada passada de língua no meio da bunda dela a safadinha gemia e cambaleava as pernas em pé e de mãos na parede. Ele chegava a espremer seu rosto no meio da bunda dela num esforço de meter o máximo da sua língua endurecida bem dentro do cuzinho rosadinho dela, que reagia gemendo manhosa e falando:
- aaiii seu saafaadooo, rruummmrr...
André ficou de boca encaixada no cuzinho dela, abrindo e fechando, como se mamasse, beijando e enfiando a sua língua endurecida. E ela louca já gemendo numa crescente de tesão e espasmos, afinal, qualquer mulher é sensível a esse tipo de carícia no cu.
Ao mesmo tempo em que ele ali agachado atrás dela, de cara enfurnada na bundinha loira dela, ficava chupando o cuzinho dela, a mão direita dele estava por baixo dela, por entre pernas dela, apalpando e massageando a bucetinha em concha dela, onde os dois dedos do meio dessa mão ficavam esfregando bem no rachado da bucetinha dela... chegando a passar no grelinho dela... ela agoniada de mãos na parede, cambaleando em pé, sentindo tremedeiras em suas pernas e contraindo a bunda na cara dele enfurnada no meio enquanto ele lhe chupava o cu e os dedos dele por baixo lhe bolinando a buceta, uma combinação que a fez chegar rapidinho num orgasmo... fazendo ela se tremer enquanto xingava ele:
- aaaaahhhhrr... filho da puuutaaaahhhhrr...
André se levantou de uma vez, encoxou a enteada por trás dando uma esfregada com a cabeça da sua rola na bucetinha dela por baixo das pernas delas e meteu... fazendo ela gemer toda manhosa, se apoiando de mãos na parede enquanto era agarrada pelas imensas mãos dele em seus quadris e começou a levar estocadas por trás... ela baixinha e ele alto, fazendo com que ela fosse impulsionada para cima, nas pontas dos pés a cada socada que ele dava... a moleca de mãos na parede, pernas meio abertas e toda empinadinha sentindo o cacetão do padrasto lhe foder a buceta como se o pau dele fosse um guincho lhe suspendendo por trás... não demorou nada e ela gozou... se tremendo toda.
Ele tirou seu pau antes de gozar e disse:
- Se abaixa e vira a carinha pra mim, anda.
Ela obedeceu e rapidamente ficou de joelhos diante dele, que louco e ofegante batendo punheta em seu pau colocou a graúda e rosada cabeça na língua da enteada de boca aberta e deixou jorrar toda a sua porra, falando entre gemidos:
- Bebe seu leitinho, bebe... seu leitinho da manhã, rraaahhhhrr...
André não demorou dessa vez, tomou um banho, se aprontou e foi pro seu trabalho. Daniela também demorou pouco tempo em casa e se aprontou pra ir pra escola, e na escola ela se juntou ao namoradinho Thiago, que estava esses dias sem andar na casa dela desde o flagra dado pelo padrasto, sendo que ela sequer contou pra ele que seu padrasto andava chantageando ela com sexo em troca do silêncio dele.
No final da tarde ela chegou primeiro em casa, logo mais as 18 horas sua mãe e o padrasto chegavam juntos de seus trabalhos. E ele entrou em casa e deixou a esposa ir na frente rumo ao quarto, afinal, ele deu uma paradinha justamente pra se deliciar com a sexy e provocante imagem da enteada deitada de bruços num sofá, com aquela sua delícia de bundinha loira virada pra cima num shortinho em malha todo enfiadinho, a ninfeta sequer se deu ao trabalho de virar seu rosto e olhar para ele ali atrás, pois ela sabia que ele estava espiando sua bunda.
Depois do jantar, André e sua esposa na sala, onde ele lançava olhares pra enteada sentada em outro sofá, toda deliciosa em seu shortinho em malha e blusinha expondo seu belo par de peitos molinhos e redondos num decote safado. A corna da mãe nem mesmo desconfiava de nada.
Bem mais tarde, lá pras 2 da madruga, André adentra o quarto da enteada, que acordou assustada e irritada, afinal, ninguém gosta de ser acordado assim nesse horário, e nisso ela foi mandando ele ir embora se não a sua mãe ia acordar. Ele então disse:
- Não, ela não vai acordar, eu conheço ela. Eu tô com tesão, preciso me aliviar... anda, vem aqui.
Daniela, refém de seu padrasto simplesmente teve que obedecer, e assim sentou na beirada da sua cama, só de baby doll rosinha e agarrou a rola dele para fora de seu short de dormir e mandou ver um boquete no meio do seu quarto iluminado apenas por um abajur ao canto da sua cama. Só que antes de gozar, o tarado do padrasto pediu:
- Vira de quatro, vem.
- Não, eu vou gemer alto.
- Coloca a cara no travesseiro, porra, anda, vira de quatro.
Ela obedeceu tal qual uma cadelinha adestrada e virou de quatro na beirada da sua cama, abraçada ao seu travesseiro enquanto André arriou o short baby doll dela, caiu de cara na bunda gostosa dela, dando lambidas e chupadas no cu e na bucetinha dela até deixar bem babado, em seguida ergueu seu corpo e, de pau duro na mão, encaixou a cabeçola rosada e inchada bem na bucetinha dela e foi metendo sem pressa... a ninfeta gemeu de cara no travesseiro sentindo a rola do padrasto lhe penetrando... já ele, pegando a moleca pelos quadris, a puxou mandando ver um ritmado sacode nela enquanto lhe encacetava a bucetinha por trás. Agoniada, ela gemia abraçada a seu travesseiro, usando-o como silenciador dos seus gemidos mais agudos enquanto sentia o vai e vem da bem dotada rola do padrasto lhe socando a buceta bem forte... e ele louco:
- aaii, caralho, tô viciado nessa buceetaaa, mmmrr...
André pegando a enteada de quatro aqui nesse quarto dela semiescuro ficou sem poder ver a beleza e os detalhes da bunda gostosa dela... mas o que importa é que ele sentia toda a maciez e o molhadinho das suas internas paredes vaginais apertadinhas e quentinhas num constante deslizar para frente e para trás da sua rola sem camisinha e sem tirar de dentro... até que ele tirou de uma vez, empunhando-o por cima da bunda loira dela toda aberta virada pra ele e gozou... gozou espessos jatos entre as nádegas loiras dela, sendo que nesse escuro ela apenas sentiu os respingos da chuva de porra lhe banhando a bunda... porra essa que foi escorrendo em seu rego, por sobre seu rosado cuzinho e buceta abaixo, melando seu shortinho ali arriado nas coxas. e assim ele foi saindo logo do quarto dela e foi terminar sua noite ao lado da esposa e mãe dela, bem mais relaxado.
Lá pras 10 da manhã do dia seguinte a ninfetinha deixou seu quarto, preguiçosa e bocejando, dando uma arrumada em seus loiros cabelos lisos, só de baby doll, onde ela já foi olhando pros lados enquanto caminhava rumo ao banheiro para seu matinal xixi, procurando pelo padrasto, mas pelo silêncio na casa e pela porta fechada do quarto da sua mãe ela viu que estava sozinha, na verdade André deu um descanso pra sua querida enteada e foi trabalhar cedo, até mesmo porque de madrugada ele meteu gostoso a rola nela.
E sozinha em casa, ela recebeu a visita do seu namoradinho Thiago, que fazia um tempinho já que não empurrava nela e veio aqui com essa intenção, só que ele veio de graça, pois a ninfeta não quis dar pra ele, aproveitou o tempo pra estudar e depois foi pra escola. A verdade é que a rola bem dotada do padrasto estava deixando a ninfeta saciada em comparação a mediana rola fina do seu jovem namorado. E mesmo sob as ameaças dele, ela estava gostando da situação de dominação que estava vivendo em casa.
Tanto que, ao final da tarde ela voltou do colégio e encontrou André em casa, ele estava no sofá da sala, de chinelos e em um de seus costumeiros shorts, todo relaxado, de celular em mãos, diante a TV ligada, ela trocou olhares com ele assim que ela foi entrando, toda descolada em sua calça jeans, tênis, camisetinha de farda e mochila a tiracolo, passando mãos em seus loiros e lisos cabelos, com ar de cansada e assim ela foi indo pro seu quarto... Sua mãe ainda não havia chegado.
No quarto ela tirou sua farda da escola, colocou uma minissaia e uma blusinha, em seguida foi pra cozinha pegar algo pra comer, onde foi caminhando, mexendo em seus cabelos, os amarrando num elástico, passando ao lado da sala onde o padrasto estava... sendo que ela estranhou o fato dele estar sozinho com ela em casa e não vir pra cima dela impondo alguma ordem e sequer pega-la a força. Ela ficou na cozinha colocando um lanche em um prato e se sentou a mesma ali mesmo na cozinha, comendo, olhando seu celular... mas era impossível dela não pensar no padrasto, logo ali na sala, onde ela continuou estranhando ele tão quieto.
Depois do jantar ela escovou seus dentes e ficou dando uma passeada pela casa, de celular em mãos, trocando mensagens com amigos da escola, com o namorado, caminhando pelo terraço, com seu safado e sexy shortinho em legging entrando em sua bunda gostosa a cada passo e na frente marcando o formato da sua bucetinha por ela estar sem calcinha... com seus peitos gostosos balançando no decote da sua blusinha... e vez em quando ela olhava pra sala, pro padrasto tão diferente. Parecendo um padrasto de verdade e não o tarado que se revelou ser. Mas ela levou em consideração o fato da sua mãe estar prestes a chegar do trabalho e ele certamente estar evitando um flagra. Ela então entrou na sala e sentou num sofá, enquanto ele foi levantando, meio que esnobando ela, falando ao celular, indo para seu quarto. Daniela começou a pensar que o comportamento frio e distante do padrasto era um anúncio de um fim das chantagens dele.
A mãe dela chegou do trabalho e daqui em diante ele ficou o tempo todo ao lado dela, sentou a mesa enquanto a mãe dela jantava, depois passou o restante da noite na sala junto com ela, e a ninfeta ali perto deles dois, sentada em outro sofá, onde vez e outra ela tirava seus verdes olhos do seu celular e olhava pra ele, que nem olhava pra ela, dando toda a atenção a mãe dela, dando carinho, beijando ela, fazendo ela rir, conversando sobre o dia, o trabalho... Daniela estava claramente sentindo ciúmes do seu padrasto.
Quando então a madrugada chegou, a ninfeta meio que se contorcia na cama, sem sono, tentando a posição certa pra dormir. Ela estava com seu loiro corpinho em seu baby doll incomodado, querendo algo que não veio o dia todo... e que o seu padrasto acostumou a dar a ela... a pegada dele, as mãos dele em seu corpo, lhe pegando de jeito, a boca dele lhe beijando a boca e percorrendo todo o seu corpinho, a língua dele tracejando suas curvas e cantos... e principalmente, a rola bem dotada dele lhe penetrando, lhe fodendo gostoso e forte a buceta. Tanto que a moleca estava de bucetinha babada melando seu shortinho de tanto pensar nele... e deitada de bruços, remexendo seus quadris, ela esfregava a sua virilha na cama... ora arfando, gemendo... com a sua mente povoada das coisas safadas que tanto ele fez com ela. Daniela chegou a se levantar, deixar seu quarto e foi ao banheiro... e em meio a casa de luzes apagadas, tanto na ida como na volta, ela ficou mirando a porta do quarto da sua mãe, na expectativa dele sair... mas claro, nada aconteceu.
No dia seguinte ela acordou mais cedo, e viu André indo trabalhar logo as 7, saindo junto com a sua mãe... ela na expectativa de que ele faltasse o trabalho pra comer ela. Nada. Ela ficou sozinha em casa mesmo. Quem realmente queria comer ela é seu namoradinho Thiago, que mais uma vez veio ver ela... e mais uma vez ele ficou sem meter nela, pois Daniela estava tão irritada por não estar sendo procurada esses dias pelo padrasto que até tratou mal o namoradinho, rolou até uma discussão entre ela e Thiago, onde ela alegou dor de cabeça e o moleque foi embora de saco cheio das recusas dela.
Daniela ficou tão sem vontade de rever seu namorado que nem foi pra escola esse dia. No final da tarde ela estava no quarto, estudando, ora espiando seu celular e conversando com amigas, e eis que escuta barulho no portão, provavelmente era o seu padrasto chegando do trabalho, pois ele às vezes que não chega junto com sua mãe, chega antes. Contudo, ela permaneceu no seu quarto... Meia hora depois ela deixou seu quarto e foi em direção a sala, toda ninfeta, de blusinha e minissaia... ele estava sentado no sofá, de short.
E tomada por uma vontade acumulada, ela sentou ao lado dele, olhando pra ele nos olhos dele, rindo pra ele, parecendo uma cachorrinha alegre quando o seu dono chega em casa... nisso ela foi acariciando o peitoral peludo dele com sua mão direita e foi descendo até o colo dele, onde ela agarrou com vontade o volume deitado na horizontal ali em seu short, onde ele apenas acompanhando o que ela fazia, perguntou:
- Tá com saudade?
... ela colocou essa sua mão no cós do short dele e foi adentrando... pegando no pau dele por dentro do short dele... puxando pra fora... e perguntou pra ele enquanto punhetava ele:
- Não quer mais?
Ele: - Pra quê a pressa? Eu moro com você.
- Mas eu tô com pressa.
Ela falou isso já debruçando seu rosto de boca no pau dele seguro pela sua mão, acolhendo a cabeça e deslizando seus lábios rosados para baixo num boquete ritmado. André sentado se deliciou com o movimentar da boquinha gulosa da sua enteada mamando no seu pau e nisso ele olocou uma mão na cabeça dela e acompanhou o movimento que ela fazia enquanto chupava ele... Ora ela segurava o mastro endurecido e todo enrugado de veias e o lambia todinho como se fosse um delicioso picolé, onde ela descia até o saco dele e mamava num ovo e outro... ora cuspia bem no alto, na cabeça, e deixava o cuspe escorregar e usava a língua pra espalhar esse cuspe no pau, sempre punhetando, sempre voltando a abocanhar e chupar...
Teve um momento de gula onde ela desceu os lábios engolindo ao máximo, entalando, sufocando e golfando, despejando baba no pau dele todo...
Quando então, louca de vontade de dar pro padrasto, a ninfeta se levantou e diante dele subiu a sua minissaia, mostrando a ele que estava propositalmente sem calcinha, onde ele ficou olhando praquela sua bucetinha cor de rosa toda lisinha numa virilha loira toda delicada... e assim ela foi montando de frente no colo dele, ele segurando seu pau em pé por baixo dela, ela com uma mão abaixada usando dedos para abrir a sua buceta encostou na cabeça e foi sentando... a ninfeta soltou um manhoso gemido se tremendo toda, jogando seus cabelos lisos para trás e de rosto virado pra cima revirou seus olhinhos verdes conforme sentiu todo o cacete dele agasalhado pela sua bucetinha conforme ela ia sentando e lhe arregaçando as paredes vaginais.
- aaaii, caraalho, que pau graandeee, aaii minha buceetaaa...
Com as mãos apoiadas nos ombros dele, Daniela galopou freneticamente na rola do padrasto, fazendo sua bunda loira se tacar nas coxas dele a cada sentada que ela dava, fazendo a sua bucetinha se arregaçar nos centímetros e grossura da rola dele num sobe e desce constante... e ele se deliciando com a imagem desse anjo, dessa princesa, dessa novinha enfurecida mandando ver uma sentada profissional em sua rola... e claro, admirando os peitos gostosos dela saltando para fora do decote da sua blusinha diante dos seus olhos... peitos gostosos com mamilos rosados claramente durinhos de tão excitados... e as expressões de prazer que essa moleca fazia enquanto fodia só deixava claro para ele o quanto ela queria foder... ela estava louca, delirando, se jogando pro alto e batendo com força a bunda nas coxas dele... a moleca estava matando a saudade da rola do padrasto... e de forma bruta ela parou de repente sob os efeitos de um puta orgasmo que lhe deixou se tremendo toda, e ainda sentada ela rebolou, apertando o pau dele com a sua bucetinha... foi quando ele empurrou ela do colo dele antes de gozar... onde sentado, de short abaixado ele gemeu agoniado enquanto a sua rola em sua mão esguichava porra pra cima... quase que ele goza dentro dela... e conforme a porra saltou ela caiu na própria barriga e virilha dele.
Daniela, num gesto de pura safadeza, se sentou ao lado dele, caindo de boca nessas partes do corpo dele que estavam meladas com o esperma dele, onde ela lambeu e sugou tudo.
A ninfeta, ainda ofegante e eufórica, suplicava entre gemidos manhosos que ele lhe fodesse mais, mas ele mandou ela sair, alertando que a mãe dela estava vindo pra casa. E realmente ela veio, se demorasse um pouco mais essa safadeza dos dois teria sido flagrada. E durante o restante da noite Daniela se dividiu entre conversar com a mãe, como sempre faz quando ela chega do trabalho e ficar lançando olhares pra seu padrasto, como se acostumou a fazer. E realmente ela estava com trejeitos comportamentais de quem estava com ciúmes dele ao vê-lo abraçando e beijando sua mãe, tanto que ela foi logo pro seu quarto.
Sendo que lá pro final da noite, André no sofá junto com sua esposa, mãe da sua enteada, os dois assistindo a um filme, ela deitada de rosto no colo dele, meio cochilando por conta do cansaço do dia de trabalho, e eis que ele pega seu celular ao receber uma mensagem... e quando ele olha... dá de cara com uma foto da gostosa bunda loira da enteada... uma foto tirada a poucos minutos por ela mesma, bem ali ao lado, dentro do quarto dela, e que foi enviada para ele, sendo que junto a essa foto insinuante e explicita, havia uma mera frase direta e reta, que dizia:
- Quer?
Um convite como esse não se recusa, principalmente vindo de uma novinha da bunda tão gostosa como Daniela. E para ele, comer a bunda gostosa da enteada, foi um momento especial... e que ele fez questão de leva-la para um motel no dia seguinte, ele faltou ao trabalho e ela a escola.
E foi a primeira vez dela em um motel, onde ela ficou encantada e excitada com tudo o que viu nessa suíte chique, onde já foi se jogando na imensa cama redonda e rolando entre sorrisos de felicidade... André sugeriu o motel a ela por ser necessário, pois os possíveis gritos de dor dela poderiam chamar a atenção dos vizinhos, sendo que das vezes anteriores ela gritou bastante.
Depois de se pegarem aos amassos e beijos dos mais pornográficos, com muita chupação de língua entre eles, ambos se livraram de suas roupas, André, tarado e louco de ansiedade, foi logo ao ponto. Onde ele deu a ordem:
- Fica de quatro.
A ninfeta Daniela nunca sentiu tanto prazer assim em se colocar nessa posição, foi se ajeitando toda manhosa, gemendo, cheia de caras e bocas, arrebitando de um jeito tão pornô... chegando a rebolar a bundinha loira pra ele... E ele ali em pé fora da cama só admirando a bela bunda loira da enteada, toda aberta pra ele mostrando uma bucetinha em concha por baixo e um cuzinho cor de rosa tão lindo e tesudo de se ver... todo fechadinho e piscando...
E a safada olhava para ele com seu rosto por sobre um ombro, rindo pra ele...
- Vem... vem logo, vem... vem comer meu cuzinho, vem.
Nem parecia a coitada que chorou tanto a primeira vez que foi abusada por ele. André, de pau rachando de duro, foi com tudo pra cima da enteada de quatro na cama, agarrando a bunda loira dela e tratou de beijar, lamber e chupar todinha... e ela sempre rebolando na cara dele... aqui e ali ele sentando o tapa numa nádega e outra e ela:
- Baateee, bate que eu gosto de apanhar na bundinha, baateee... me bate, papai, me baatee...
Imagina isso, uma enteada deliciosa, toda loirinha, de quatro que nem uma cadelinha adestrada, mostrando com vontade a sua delícia de bunda bem feita, um tesão de rabinho, de mantendo toda empinadinha e até rebolando, pedindo entre os gemidos mais dengosos pra bater nela... querendo apanhar na bundinha...
Ao doma-la pela bunda aberta, André caiu de rosto no meio, passando-lhe a lambida no rego que a moleca se tremeu toda... gemendo soluçado... ofegando, arfando de tesão e revirando seus verdes olhinhos... logo ele desceu seu rosto e abocanhou a rosada bucetinha careca dela em formato de concha, de pacotinho ali por entre pernas abaixo, numa chupada tão caprichada que rapidamente levou a moleca a reagir como se tivesse sofrendo um ataque epilético de tanto que se contorceu de quatro nessa redonda cama de motel... seus gemidos, aliás, aqui nesse quarto de motel, eram diferentes de todos os gemidos que ela tinha emitido antes com ele... e até com seu namoradinho... eram gemidos manhosos provindos da alma, sob o efeito de um prazer sem tamanho, deixando claro o quanto ela estava disposta a se entregar toda para seu padrasto, ou melhor, dar a bunda pra ele como prometeu à partir do momento em que mandou aquela fotinho pra ele da sua bunda na noite passada.
Ele pegando ela pela bunda e metendo seu rosto, fez do rego dela um sorvete de tanto que lambeu... até que ele focou exclusivamente no cuzinho dela, colocando seus lábios em cima das preguinhas rosadas e beijou várias vezes... e também ficou estocando língua... e ela se acabando de gemer de tesão, as nádegas dela sofriam espasmos, tremendo nas mãos dele, no rosto dele enfurnado, seu cuzinho abria e fechada descontrolado a cada estocada de língua dele... ele chegou a meter a língua e deixar enfiada enquanto ela praticamente fez um boquete na língua dele com seu cu.
Às vezes ele largava a bunda dela, tirava o rosto e afastava um pouco só pra ficar olhando pra bunda dela ali virada de quatro pra ele... e era a imagem da perfeição sendo vista assim, por trás e por cima. André, atrás dela, segurando seu dolorido pau de tão duro, se masturbava em homenagem a essa bunda linda da sua enteada... mas ele tocava uma de leve para não correr o risco de gozar logo, pois seu esperma estava reservado pro cuzinho dela. E ela rebolando enquanto olhava para ele ali atrás:
- Vem, papai, vem... eu quero dar meu cu pra você, vem.
André colocou a sua mão esquerda ao lado da nádega esquerda dela, segurou firme seu pau, abaixou um pouco seu rosto e deu uma cusparada certeira bem no meio da bunda dela, bem no rosado cuzinho dela, sendo que na hora que o cuspe bateu a safadinha subitamente teve um espasmo que fez seu corpo de quatro ir pra frente, ao mesmo tempo em que ela fez:
- hhhmmrrr... (manhosa)
E segurando sua rola ele pincelou o rego dela com a rosada cabeça graúda... espelhando o cuspe bem em cima do cuzinho dela... cuzinho que danou-se a piscar compulsivamente... com ela gemendo... pedindo calma a ele, um certo medinho da dor em meio a uma puta excitação, a uma vontade enorme de dar o rabo pro seu padrasto. E por falar nele, o homem em pé no chão do quarto desse motel, diante da cama e da sua enteada virada para ele de quatro, gemia ofegante enquanto empunhava seu mastro rijo e cutucava com a cabeça no cuzinho cuspido dela... que seguia pedindo calma a ele...
- aaaiimmrr, calma, caalmaaa... ai ai aaiiimmrr, devagaarr, devaagaaarr... rraahhhrr...
O homem usou de toda a sua experiencia pra fazer a sua enteada sentir pouca dor, mesmo ele sendo bem dotado... e com a cabeça da sua rola já empurrada pelas preguinhas do cuzinho apertado dela, ele ficou uns minutos parado, apenas segurando ela pela bunda e de rosto abaixado, admirando o perfeito encaixe da sua rola e o meio da bunda dessa sua enteada gostosa. E ela ainda tentando se acostumar com a dor... mesmo ela não sendo lacrada no cu, tendo experiencia com anal, mas, era com a rola mediana e fina do seu namorado, essa aqui empurrada em seu cu era bem maior e mais grossa...
- Bota a mãozinha na xoxota e toca uma, vai... Eu vou começar a foder.
A ninfeta de quatro na ponta dessa cama de motel, toda arrebitada, colocou sua mãozinha por baixo e começou a tocar uma siririca no grelinho da sua bucetinha enquanto começou a sentir o movimento da rola do padrasto socando seu cu, com a cabeça vindo mais e mais junto a uns dois centímetros dos mais de 20 da rola dele... André sem perder um lance, rosto abaixado assistindo o entra e sai da sua rola enfiada no meio da bunda loira gostosa da sua enteada de quatro pra ele... onde segurando ela pelos quadris ele foi colocando a velocidade certa pra esse inicio de anal.
- aaiimmrr, aaiimmrr, aaii meu cuuziinhooooorr... aaiiimmrr...
Daqui em diante, André enrolou os cabelos lisos e loiros da sua enteada em sua mão esquerda e foi puxando ela enquanto ia com a sua virilha rumo a bunda dela, atochando mais centímetros no cu dela.
- aaaii, poorraa, tudo nãããoooohhrr...
Já era, ele puxou ela pelos cabelos fazendo ela arrebitar ainda mais enquanto com a outra mão ele sentou o tapa na bunda dela, começando a ritmar mais forte o entra e sai de rola no cuzinho dela...
- Queria dar o cuzinho pro papai, é? Hein, sua safaadaa? Queria dar o cu, agora aguenta... toomaa, toomaaa... toma nesse cu, toomaaa...
- rraaarrr, rraaarrr, devaagaarr, devaagaarrr... aaa, caraalhooo, teu pau tá me machucaandoooo...
Em questão de segundos o cu apertado da enteada virou um rombo sendo socado pela bem dotada rola do padrasto, puxando a danadinha pelos quadris e mandando ver... onde ele gemia se deliciando com seu pau sem camisinha sentindo o quão macio, quentinho e apertado era o cu dessa ninfeta... sem falar que olhar pra baixo e ver uma bunda tão linda e gostosa com seu pau no meio só aumentava o prazer e empolgação dele em meter, meter, socar, empurrar... puxando ela e socando, socando, socando... pau dentro, pau no cu da enteada, aumentando o ritmo e a velocidade da socada... um filete de sangue escorria do cu da ninfeta banhando a sua bucetinha logo abaixo e pingando a cama do motel... mas foda-se, André queria mais era meter, meter, meter, provar do prazer de comer o rabo tão gostoso da sua enteada... e assim ele galopou por trás dela.
- aaiii, tiiraaa, tira, tira é muito graandeee, aaaahhhhrr, não tô aguentaaandooo, rraaannnrr...
Sem tirar o pau do cu dela ele se deitou por sobre as costas dela, que deitou de bruços na cama... Daniela, baixinha, sentia-se esmagada pelo avantajado corpo do padrasto por sobre suas costas, onde ele freneticamente batia virilha na bundinha loira dela enquanto lhe socava a rola no cu... e de tão agoniado e num tesão imenso ele foi sentindo no saco e no pau a sensação de esporro crescendo, onde ele continuava aqui por sobre as costas dela, mexendo rápido seus quadris e batendo virilha na bunda loira da sua enteada, e assim foi gozando, e aqui ficou socando e gozando, socando e gozando, esporrando dentro do cu sem tirar a rola e sem parar de movimenta-la no meio da bundinha gostosa dela...
Ele urrou, xingou, revirando seus olhos, levantando seu corpo das costas da enteada... deixando ela aqui deitada de bruços completamente ofegante e com seu cuzinho arrombado lotado de porra.
De cuzinho dolorido a ninfeta foi ao banheiro da suíte se limpar, tirar a porra e o sangue do seu cuzinho, visto que seu padrasto lhe enrabou com força. Ela debaixo do chuveiro, banhando... e ele veio em seguida se juntar a ela, onde ele pegou o sabonete das mãos dela e ele mesmo ensaboou o corpinho loiro dela... passando mãos com espuma em seus suculentos peitos, em sua xoxota e em sua bunda gostosa toda... e ela girando lentamente enquanto era massageada, tateada, ensaboada e bolinada pelas imensas mãos de seu padrasto. Logo ele fez ela se apoiar com as mãos na parede de azulejos brancos e a pegou com uma mão num ombro dela e a outra segurando pela sua cintura, onde ele deixou um pouco o cuzinho dela descansar e meteu a rola na bucetinha dela por trás, socando batendo virilha na bundinha ensaboada dela... fazendo a sua imensa rola deslizar para dentro da sua buceta num vai e vem constante, balançando o saco por baixo dela e ela gemendo louquinha de tesão:
- aaahhhrr, aaahhhhrr, aaii caraalho, que delicia de roolaaaahhhrr... mmmmrr...
Ele tirou o pau, ela se agachou diante dele, segurando no pauzão dele e caiu de boca numa mamada gulosa. Ele comandando o boquete com uma mão na cabeça molhada dela:
- Isso, minha linda, iissooo, chupa a rola do papai, chuupaaa... mmmrr... que boquinha mais gostosa...
Do banho eles voltaram molhados pra cama, onde mais uma vez a ninfetinha foi pega de quatro por seu padrasto, pois a melhor posição pra comer o cu dessa ninfeta é assim, fazendo ela pagar de cadela, onde ela voltou a gemer e chorar enquanto tinha seu cu fortemente estocado pela bem dotada rola dele... a puxando pelos quadris e mandando ver, ora sentando uma mão na bunda molhada dela que ficava a marca de sangue, sem parar de dar um sacode nela de quatro, sem tirar o pau do cuzinho dela, que se mexia num entra e sai constante... com ele delirando de tesão, admirando a beleza e gostosura da bunda loira dela por cima enquanto a parte endurecida da virilha dele se movimentava cravado no meio, socando, socando, e ela em meio a expressões faciais de pura dor, rouquinha de tanto suplicar:
- aaiimmrr, aaiimmrr, cheegaaa, cheeegaaa, tira, porra, tiiraaa... chega de comer meu cuuuu, não tô aguentando mais essa piiicaaaa... para, filho da puuta, paaaraaaaahhhhhrr...
André gozou de novo... mais porra no cu da enteada. Um esporrada menos forte que a anterior, foi tipo um tiro de misericórdia. Deixando a filha da sua esposa completamente atordoada deitada na cama desarrumada e ensopada de suor, água do banho, esperma e gotas de sangue... e claro, de lágrimas também, de tanto que a ninfeta berrou de dor.
A relação entre padrasto e enteada continuou quente, com transas rolando dentro de casa e em motéis com uma certa distancia de uma transa para outra, para não correrem o risco da mãe dela desconfiar, tão pouco o seu namoradinho, que por sua vez, voltou a frequentar a casa dela, voltou a comer ela... com o consentimento de André, apesar dela enrolar muito o namorado por preferir guardar sua bucetinha e seu cuzinho muito mais pro padrasto.
E claro, sempre quando ele queria, porque se fosse por Daniela, ela dava pra ele todo dia.
FIM!
Obrigada por lerem e comentem, por favor.