E assim, minutos depois, no quarto de Yuri, o irmão caçula de Filipe, de porta trancada, a gaúcha se ajoelhou descendo o short do irmão caçula do noivo com sunga e tudo e caiu de boca nos 16 cm de rola dele já bem dura e mamou num rápido movimento de rosto para frente e para trás... e o moleque ficou louco, gemendo de prazer como se fosse morrer, sentindo o pau duraço na boquinha da noiva do irmão enquanto os lábios macios, molhados e delicados dela escorregavam pelos centímetros do pau dele até o tronco, pois ela engolia todinho... e ele com uma mão na cabeça dela, gemendo, meio cambaleando.
Porém, ela parou o boquete depois de alguns minutos, pois viu que ele ia gozar, se levantou pegando ele pelo pau e o puxando pra cama, onde ela em pé diante dele deitado, tirou a camisola dela, mostrando seu corpo pálido delicioso, aqueles peitões grandes balançando, das aréolas rosadas e os bicos vermelhinhos... ele olhando pra bucetinha dela cor de rosa toda carequinha... Ela foi pra cima do moleque deitado:
- Fica assim... quietinho... segura o pau em pé... isso... Segura que vou sentar nele... vou botar minha bucetinha pra comer esse pau todinho... rrmmmrr... issoo.... assimmrr... mmmrr... Tá sentindo minha buceta, tá, safadinho? Tá molhadinha, tá? Melhor que punheta, né não? aaiii, moleque, que pica mais duuuraa, mmmrr... eu gosto é assimmmrr... fica parado que eu vou te foder... mmmrrr...
A gaúcha começou a quicar sentada na virilha do moleque e ele ali deitado só acompanhando o sobe e desce dela num galope lindo de ver... ela toda arrebitada mexendo só a bundona branca dela pra cima e pra baixo batendo nas coxas de moleque dele, fodendo o pau dele gostoso, onde a sua buceta ia pra baixo e subia, ia pra baixo e subia, pra baixo e subia, escorregando pelo cacete dele... fodendo, fodendo... ela assim ia gemendo, aumentando o galope e ele ali louco vendo o saltitar dos peitões dela... e ela louca já revirando os olhos e agoniada a gozar montada e quicando na pica do cunhadinho novinho... o moleque gemia feito um cachorrinho novo, impressionado com a beleza da noiva do irmão e com o quão gostosa era ela, e claro, delirando ao sentir seu pau sendo fodido pela molhada e macia buceta dela se mexendo pra cima e pra baixo... ela parou e ficou rebolando na virilha dele. Ainda de pau dentro da sua buceta:
- aaiii, moleequee... fez a cunhadinha gozar bem gostoso, sabia? rrmmmmrr...
Ela desmontou dele, deitou na cama dele de costas e se arreganhou toda:
- Vem cá, vem... quero mais pica. Deita em mim... me mete, anda.
O moleque se virou por sobre a cunhada gostosa, foi de pau duro na mão pra entre as pernas dela ele foi encaixando a cabeça na bucetinha dela e que entrou deslizando fácil pra dentro, onde ele deitou a virilha dele na dela enquanto gemia de tesão... e ela também:
- aaii, caralhooo, que pica dura, parece feeerrooo... mmmrr, iisso, seu taradinho... agora me fode, vai, bem gostoso, andaaa...
Yuri mal acreditava que estava aqui metendo a rola numa loira gostosa como essa, e ele gemia de tesão enquanto bombava no meio das pernas dela, sentindo com seu pau a bucetinha dela tão macia e molhada enquanto socava, socava, socava... foi como andar de bicicleta, rapidinho ele aprendeu o jeito de meter, de socar, aumentando a velocidade e fazendo sua cunhada gemer de tesão com o ritmo dele... e ele por cima olhando aqueles peitões dela chacoalhando no ritmo da trepidação conforme ele batia virilha no meio dela aos sons de TAP TAP TAP TAP TAP TAP TAP TAP... macetando ela sem tirar de dentro... o moleque ficou afoito, louco, mandando ver virilhada no meio dela... que pedia gemendo:
- iissoo, iiissoo, assiimmrr, aaii que tesããoo, não para, moleque, não paaraa... fode minha buceeetaaa, fode, foodeee, fode moleque, me fooodeee...
O moleque acelerou tanto a socada de pica na buceta da gostosa dessa gaúcha, noiva do seu irmão, que não aguentando gemeu agoniado falando:
- aaaahhh, eu vou gooozaaarrr...
E ela, toda arreganhada, trepidando de costas na cama a cada paulada que tomava, aguentando a impetuosidade e euforia desse moleque cheio de vigor lhe batendo forte a virilha no meio disse:
- Goozaaa, gooozaa... quero seu leitinho de pica na minha buceta, vaaiimmr, goza em mim gooozaaaahhhrr...
O moleque gemeu se tremendo todo por sobre o corpo deitado da noiva do irmão... parando de uma vez enquanto espremia a sua virilha no meio das pálidas coxas gostosas dela, onde seu pau estava todo atolado na molhada buceta carequinha e cor de rosa dela, esguichando muita porra... e quando ele tirou... ele jogou seu corpo de cima dela para o lado, deitando de costas na cama, ofegando agoniado, puxando o ar, coração a mil, de pau melado pulsando pós gozo... Lívia, já em pé fora da cama, enfiava dedos na própria buceta e tirava esses dedos melecados de porra e colocava na boca, chupando eles... se deliciando com a porra do cunhadinho. E ele se levantou da cama feito um louco e foi pra cima dela de novo, agarrando ela e caindo de boca nos peitos dela, e ela foi empurrando ele, rindo e falando:
- Ei ei ei... calma... já chega, guri... por hoje tá bom. Sai.
Ela empurrou ele que ele caiu de costas na cama, enquanto ela vestiu sua calcinha e colocou sua camisola, o moleque ainda de pau duraço saiu da cama e voltou a agarrar ela, dessa vez por trás, chupando o pescoço dela numa encoxada, apalpando os peitos dela pra fora do decote da sua camisola, e ela empurrando ele com seus cotovelos, rindo dele:
- Para, guri, se não não tem mais, me larga, vai.
E assim a gaúcha foi pro banheiro, tomou um banho... e tipo: lavou tá novo... onde ela momentaneamente tinha saciado sua gula por fodas de traição. Onde o seu cunhadinho foi uma mera distração dentro de casa.
Logo mais, pela tarde, Filipe levou ela para passear, conhecer e desfrutar do Rio de Janeiro, onde ela estava aqui pela primeira vez... E caminhando no calçadão de Copacabana ela se deliciava olhando praquele visual lindo e deslumbrante da praia ao lado e aqueles morros ao fundo. Um céu azul, pessoas de todo tipo transitando, curtindo, moradores e turistas, muita gente praticando caminhada, exercícios, com pouca roupa, e ela de sandálias, shortinho e blusinha, cabelos lisos e loiros esvoaçando ao vento... de mãos dadas com o noivo, que por sua vez estava de chinelos, bermudão e regata... e claro, enquanto eles iam caminhando calçadão acima, os verdes olhos da loira iam flertando com alguns homens que chamavam sua atenção, sem o noivo notar. E ela pensando:
“Nossa, se eu tivesse sozinha eu já tava chegando junto de algum gostoso... Como tem homem aqui... delícia... Olha aquele ali, que gato, aaii que vontade... Olha aqueles dois negão ali... caralho, dois pauzão preto deve ser bom demais... Nossa, que tesão, que vontade de foder com todos eles... Dever ser bom vir sozinha pro Rio de Janeiro, apesar de que, ser casada não me impede de nada, rsrsrs... se eu quiser dar pra algum, é só eu ter uma chance.”
Filipe se acomodou com ela numa mesa de um quiosque e pediu uma cerveja, eles ficaram aqui conversando, curtindo o clima, o ambiente, pessoas passando na avenida, no próprio calçadão ao lado deles... De repente chega ninguém menos que o amigo dele da rua da casa dos pais, Vitão. Na verdade Filipe tinha marcado uma cervejinha com ele, pois desde que chegou ainda não tinha conversado com ele. Lívia nem sabia, mas... adorou a surpresa. Onde suas pupilas dilataram ao olhar pra ele, enquanto pensava:
“Puta que o pariu, não é possível... Justo esse negão gostoso? Assim fica complicado ser fiel.”
Vitão cumprimentou ela ao melhor estilo carioca, com um aperto de mãos e dois beijinhos aos lados, em seguida puxou uma cadeira e se juntou a eles na cerveja e na conversa, principalmente com Filipe, sendo que Lívia ficou aqui sentada de coxas cruzadas, só dando goles em sua cerveja, jogando seus esvoaçantes cabelos loiros pra um lado e outro, e disfarçando com seu celular, quando na verdade ela aproveitava a distração do noivo focado na conversa pra lançar uns olhares maliciosos pro amigo dele. Na tentativa dele perceber o quanto ela queria ele.
E como corno adora dar mole, eis que em determinado momento, depois da quarta cerveja, Filipe saiu por uns instantes pra ir no banheiro químico do quiosque, deixando sua noiva com seu amigo Vitão sozinhos a mesa. Lívia aproveitou e já deu início a uma conversa com ele entre risos e olhares maliciosos. Onde por baixo da mesa ela passou os dedos do seu pé na canela dele... ele parou de falar na hora e ficou encarando ela, ela rindo pra ele e o encarando nos olhos... Vitão nisso já mandou:
- Cê vai ficar até quando aqui?
No dia seguinte, uma segunda-feira, Filipe saiu com o pai pra resolver umas coisas do velho enquanto a gaúcha Lívia aproveitou e disse pra sogra na cozinha que ia deitar um pouco porque estava com dor de cabeça, quando na verdade ela saiu casa afora sem ser percebida e foi encontrar Vitão, que no portão da sua casa já estava esperando por ela.
E logo na sala, enquanto eles dois entravam aos beijos, amassos e tirando suas roupas, a loira arfou gemendo de tesão quando colocou seus olhos no cacetão preto do amigo do seu noivo... onde ela não pensou um só segundo e ajoelhada já caiu de boca. A mão pálida da gaúcha segurando a preta rola, junto aos seus lábios rosados deslizando pela marrom cabeça na mesma deixaram Vitão maluco, se mantendo em pé e cambaleante, pegando ela pelos cabelos enquanto sentia todo o tesão desse boquete caprichado e babado que a noiva do amigo lhe dava. A loira só tirou a boca do pau dele para pedir:
- Bate com ele na minha cara, bate.
Vitão segurando seu mastro preto tacava com força na carinha dela, a safada gemendo toda manhosa, sentindo nas suas faces a benga lhe surrando... e ela:
- aaiimrr, iissoo, assim, baatee, baatee, me bate com seu pau, baatee... aaii que pauzão pesaadoo, mmmrr...
Mas Vitão não queria perder tempo, onde pegou essa gaúcha de jeito, a virou de quatro pra ele no sofá e já mandou uns bons tapas na bundona branca dela fazendo ela sentir a pressão da pegada dele enquanto gemia de tesão e ele mandando ela arrebitar... Logo ele pegou ela firme por trás e foi empurrando sua rola preta na bucetinha cor de rosa dela, fazendo ela se tremer toda e gemer bem manhosa de tesão, pois era a primeira rola preta que entrava em sua buceta e estava sendo uma delícia a parte... ele meteu até o meio, pois mais do que isso não entrava, pois se a sua buceta tinha uma profundidade de 7 a 10 cm normais para uma mulher, o pau do negão era o dobro disso... e a domando pelos quadris ele já foi mandando ver um sacode nela de quatro, arremessando ela para frente e causando um certo susto nela, na forma que ele a pegava, puxava e socava, socava, socava aumentando o ritmo com uma certa perversidade no trato, e ela louca sentindo um pau desse tamanho e duro feito ferro se mexendo dessa forma afoita em sua buceta... mas ela gostou, pois é esse tipo de pegada que ela espera de Vitão, conforme ele dava uma paulada furiosa nela por trás, deixando ela agoniada a gemer puxando e soltando o ar como se fosse uma cadela cansada...
- aaiii caraalho iiisssooo, me coomee, me come, seu negro gostoso, me cooomeee...
Os gemidos de agonia da gaúcha ecoaram na sala da casa dele... ela foi levada ao primeiro orgasmo bem rápido e não parou, conforme seguia o vai e vem acelerado da rola preta do amigo do noivo, que estava dando a ela o que essa puta queria, pau na sua buceta sem dó nem piedade, a puxando forte, ora pelos quadris, ora pelos cabelos dela com tamanha força que ela sentia dor em seu couro cabeludo... e tome tapas e mais tapas na bunda branca dela... e a xoxota dela se arregaçando toda, fazendo barulho no entra e sai veloz da rola, pois estava toda ensopada por dentro, o suco escorria entre as coxas dela de quatro, e ela sacudindo, com aquele par de tetas enormes balançando... e o pau entrando sem parar, sem descanso... e tome rola...
- Não paaraaa, não paaraaa... aaii caaraalho, que tesão, não paaraaa...
Vitão não se aguentou em ficar ali atrás, domando essa gostosa e o tempo todo olhando pra bundona branca dela arrebitada para ele e toda aberta, tremendo as carnes a cada virilhada que ele dava e mostrando seu cuzinho... um vermelho e delicioso cuzinho... ele segurando a bunda dela pelas ancas enquanto lhe fodia a buceta encarava de cima esse seu cu e se deliciava cheio de tesão... e assim ele parou de repente, tirou o pau da buceta dela e começou a empurrar a cabeça no meio da bunda gostosa dela:
- Fica quietinha, assim, não mexe... deixa eu comer esse cu, deixa, sua safaadaa...
- aaaiimmrrr... devaagaarr... aaaii meu cuu, seu negro taraaadooo, rraammmrr...
Vitão gemeu de tesão com a maciez de um cu tão quentinho, onde segurando ela pelos quadris foi empurrando seu cacetão preto mais e mais até o meio, até entalar nas pregas dela... e ela gemendo meio que chorando de dor... mas adorando a forma possessiva que o amigo do seu noivo estava aqui penetrando seu cu na marra... e bastou o negão começar a estocar que ela foi a loucura... gemendo aos berros de prazer, sendo puxada e socada, puxada e socada numa enrabada inter-racial espetacular... agaúcha toda cachorra de quatro, bem arrebitada enquanto deixava o negão a vontade ali domando ela por trás lhe empurrar a rola no cu e socar, socar, socar...
Vitão comia o cu dela gemendo mais do que quando estava comendo a buceta dela... pois a noiva do amigo claramente gostava... tanto que ele acelerou a estocada levando a loira a gritar de dor e tesão... e ele socou, socou, socou, junto a tapas na bunda dela... deixando ela descontrolada a gemer sentindo um puta orgasmo crescendo dentro de si... até que ela berrou alto se tremendo toda... ele meio que deitou de bruços por sobre a bunda dela domada pelos quadris, sem parar de socar forte, onde o esporro então veio igualmente forte... bem dentro... Nossa, o negão se tremeu todinho enquanto sentia a sua rola enfiada no cu da gaúcha esguichar muita porra.
Ao retornar pra casa da família do noivo, com todo o cuidado e silenciosa ao abrir o portão, Lívia foi surpreendida por sua futura sogra, dona Carmen, bem ali no terraço, regando as plantas... onde ela disse:
- Você não estava deitada, com dor de cabeça?
Lívia: - Sim... mas... eu, eu fui procurar uma farmácia... e não achei.
Dona Carmen: - Tem uma farmácia bem na esquina. E nem precisava ir, eu tenho remédio pra dor de cabeça aqui. Era só pedir pra mim.
Lívia; - Ah, então... eu não sabia, srsrsr...
Lívia entrou casa adentro da sogrinha, e no quarto só fez tirar seu vestido e se jogou na cama pra descansar da surra de rola preta que tomou do amigo do noivo. Um minuto depois, chega seu noivo, ou seja, se ela tivesse demorado um pouquinho mais na foda com o Vitão, certamente Filipe chegaria e não encontraria ela em casa. Pois bem, Filipe entrou aqui no quarto e vendo a sua deliciosa noiva ali deitada de bruços, completamente peladinha, com aquele seu rabão branco todo redondo e arrebitado virado pra cima, inclusive, por ser branco estava com marcas de tapas... Nisso ele falou enquanto ia tirando sua camisa e calça:
- Nossa, que delícia, tava me esperando, é? Que coisa mais gostosa chegar em casa e ver a minha noivinha esperando com esse rabo gostoso assim.
Nisso ele simplesmente foi com tudo pra cima dela deitada, abraçando a bunda dela e cobrindo de beijos, onde enfiou seu rosto no meio, cheirou o cu dela com vontade e disse:
- Nossa, amor, que cheiro gostoso seu cuzinho tá hoje, sabia? Me deu até tesão, hhhmmmrr...
E ela deitada ali agarrada a um travesseiro, com um certo sorriso cínico em seu rosto, só pensando:
“É cheiro de rola, seu corno... cheirinho da rola preta do seu melhor amigo.”
E Filipe ali abraçado a gostosa bunda branca da gaúcha, metendo sua cara no meio, começou a passar a lambida no cuzinho dela com vontade, como se lambesse o mais delicioso dos sorvetes... mal sabia ele que minutos antes tinha nesse cuzinho tesudo da sua noiva uma tora de rola preta bem dotada, veiúda e da cabeça graúda marrom, socando com força até deixar essas mesmas preguinhas que ele lambia bem arregaçadas... Lívia apenas abriu as pernas e arrebitou para ele então meter a língua lá dentro... ela inclusive foi relaxando, pois a dor que ela ainda sentia no cu por conta da forte comida de rabo que ela tinha tomado do Vitão, foi aliviando conforme o seu noivo ia lambendo suas pregas... E de tanto cheirar e lamber esse cu gostoso da sua noiva, Filipe tirou sua sunga, pegou ela firme e forte de quatro, meteu seu pau por trás dela fazendo ela morder o travesseiro para não gritar e começou então a comer ela bem gostoso... e ela, mesmo cansada, arrebitou se aguentando de joelhos e antebraços na cama enquanto tomava um sacode do noivo ao tempo em que recebia dele constantes estocadas em seu cu, voltando a arromba-lo.
No dia seguinte, bem cedo, Filipe pegou o carro do pai e levou Lívia para um passeio em Búzios, para visitar a casa de praia de um tio que convidou eles dois para passar um dia com ele. Lívia adorou o convite, pois esse tio era rico, ia ter até passeio de iate, e a gaúcha é vaidosa, gosta de um luxo... Aliás, se não bastasse o luxo e o passeio em si lhe deixarem excitada, outra coisa deixou Lívia ainda mais a fim. Pois assim que eles chegaram na tal casa de praia do tio de Filipe e o próprio veio receber eles no portão... bastou ela colocar seus verdes olhos nesse tio que a sua libido reagiu arrepiando sua pele e excitando seu corpo por dentro e por fora enquanto ele os cumprimentava.
Pois Lívia é assim, quando ela conhece um cara que lhe chama a atenção e lhe desperta a vontade de foder, mesmo que ela não foda com ele minutos depois que o viu, ela o marca mentalmente com um X e deixa pra foder com ele quando tiver uma melhor oportunidade.
... e esse tio que aqui os recebia era justamente um desses alvos dela, e que ela deixou para a oportunidade certa. Seu nome era Arthur... o tio que ela mais achou atraente naquele dia no almoço na casa dos pais dele e que ela se referiu como “coroa barbudinho do braço tatuado”. Tanto que aqui ela pensou no momento em que olhou pra ele:
“Ai, meu Deus... assim fica difícil ser fiel.”
Continua...
Obrigada e por favor, comentem.