Douglas bateu na porta do quarto presidencial, onde foi recepcionado por um homem negro... do tipo mulato, de uns 26 anos, alto, corpo atlético, trajado num terno preto por sobre uma camisa de botões branca, usando sapatos sociais italianos, colar e pulseira de ouro, um brinquinho de diamante numa das orelhas e um sorriso um tanto malicioso... e que aqui convidou Douglas para entrar.
O detalhe é que o empresário estava acompanhado de Maíra, sua esposa, 52 anos, e de Isabelle, de 23 anos, filha do casal.
Douglas entrou com elas duas, olhando para todos os cantos do imenso quarto chique do hotel, ao tempo em que engoliu seco e passou uma mão na testa em sinal de medo e tensão quando viu bem ali, sentado num sofá, tomando um copo de uísque com gelo, Heitor, um homem negro, alto, forte, careca e com um sutil cavanhaque, aparentando uns 46 anos, trajado num terno preto, sentado de pernas cruzadas e dando um sorriso sutil de canto de boca ao ver Douglas, seu cliente antigo.
Heitor se levantou e veio ao encontro de Douglas, o cumprimentando com um sorriso cínico e um tapinha nas costas, pedindo para ele relaxar e se sentir em casa, oferecendo a ele uma dose de uísque. Douglas recusa, mas Heitor mesmo assim pede para o seu amigo, o mesmo que abriu a porta, que colocasse uma dose para ele, pois Heitor ressaltava que Douglas estava muito tenso. Inclusive ele perguntou se as duas mulheres, a esposa e a filha de Douglas também queriam beber, a filha Isabelle recusou, mas a mãe, Maíra, aceitou.
Depois da saudação e dos uísques servidos, Heitor convidou Douglas a se sentar num sofá e relaxar... mas o que Douglas aqui não conseguia era justamente relaxar, sabendo o porque de estar aqui neste hotel e o que iria acontecer. O homem estava suando frio, meio que gaguejava ao falar com Heitor, que, por sua vez, apenas ria, como o demônio ri de uma alma penada... Quanto as duas, a esposa e a filha de Douglas, estavam diferentes em seus comportamentos, pois enquanto a filha Isabelle estava chorando, a mãe, Maíra, se mantinha mais fria e acalmando a filha, na verdade, cada qual reagia da sua maneira ao nervosismo que a situação impunha.
Heitor, por sua vez, as chamou para mais perto, onde elas ficaram em pé, juntas, e ele, o encorpado homem negro, ficou caminhando ao redor delas duas enquanto as espiava do rosto aos pés, de frente, pelos lados e por trás, passando dedos negros por entres mexas dos cabelos loiros de uma e outra e até os cheirando:
- Caralho, parabéns, amigo. Elas são mais lindas e gostosas que nas fotos.
... e elas sem encarar ele, morrendo de medo, mas cientes de que vieram porque não tinham escolha, afinal, agiotas são criminosos... nisso ele deu a ordem para mãe e filha:
- Tirem a roupa, tirem tudo.
Douglas, ao escutar isso, debruçou para frente seu tronco, sentado, colocando cotovelos por sobre as pernas e com suas mãos no rosto, se recusando a olhar.
Maíra, que até então se mantinha mais fria e quieta, começou a chorar, e nisso ia pegando nas pontas de seu vestido preto e o subindo, tirando por cima, sendo que ela chorava por pena da filha, que teve que fazer o mesmo, pegando nas pontas de seu vestidinho igualmente preto e o tirando por cima. Mãe e filha então ficaram aqui só de calcinha e sutiã. A mãe com um corpaço tesudo de quem frequenta academia, toda gostosa, uma cavala com seu corpaço branco do tipo rosado de tão loira que é, com seus loiros cabelos ondulados até o meio das costas, e a filha, a cópia dela, porém mais magra e mais jovem, toda arrebitada, com uma bundinha loira redonda, peitos suculentos, embora menores que os peitões da mãe, cabelos loiros lisos e compridos, e no seu lindo rostinho de ninfeta lágrimas de apreensão escorrendo o tempo todo.
Heitor fez então um sinal chamando o seu companheiro, o outro negro, o que abriu a porta para Douglas. Seu nome era Erik.
Heitor e Erik são angolanos, parceiros na agiotagem. Douglas é um cliente antigo deles, sendo que a última parcela da dívida que ele tinha com os dois teve que ser paga dessa forma por puro capricho de Heitor. Afinal, Heitor sabe de tudo da vida dos seus clientes, nenhum foge ou se esconde dele... e no caso de Douglas, ele sabia, por meio de fotos em redes sociais, que o empresário tinha em casa uma bela e gostosa esposa e uma filha igualmente bela e gostosa.
Eles foram tirando seus ternos, camisas, botão por botão, sem pressa, sempre olhando para elas ali de sutiã e calcinha, choramingando, morrendo de medo, com uma certa raiva ao virarem seus rostos e olharem para o marido e pai Douglas, que as meteu nessa situação... Heitor e Erik ficaram aqui apenas com suas sungas pretas. Heitor mandou:
- Cheguem mais pertinho, garotas, venham pro papai, venham.
as duas se aproximaram, e Heitor, o chefe, mandando:
- Abaixa. Eu quero você aqui na minha, anda. (ele falou isso pra Isabelle, a filha.)
Elas se abaixaram de joelhos no carpete branco do quarto. E diante delas, os dois angolanos desceram respectivamente suas sungas e fizeram saltar nos rostinhos de mãe e filha seus pretos paus bem dotados. Maíra e filha se assustaram... mesmo sabendo que, por eles serem negros, poderiam ser bem dotados. Elas olharam para Douglas, ali adiante, sentado num sofá, e ele mal encarando elas.
Heitor, diante da ninfeta ajoelhada, filha de Douglas, deu a ordem para ela:
- Põe a mãozinha no meu pau, vai, filhinha... Não tem medo não. Pega.
Isabelle chorando colocou sua delicada mãozinha na bem dotada rola preta do angolano.
Já a mãe dela, Maíra, já tratou de pegar na rola preta do outro, o tal de Erik... os dois com seus paus pulsando endurecidos nas mãos de mãe e filha... cada uma de joelhos diante do seu negro, segurando no pau de cada um, e eles acariciando os cabelos delas, puxando elas e Heitor mandando:
- Bota a boquinha... chupa, vai.
Mãe e filha jogaram seus cabelos loiros para os lados e cada uma segurando no pau de um, começou a lamber... Heitor pedia:
- Vamo parar de frescura, porra... vamo parar de chorar e façam o que tem que fazer... Vocês vieram aqui pra isso mesmo... É melhor pra vocês agir normalmente... anda, chupa minha rola, porra. Até parece que nunca botou essa boca numa rola. Anda, chupa.
Mãe e filha, obrigadas e ameaçadas, tentaram ser o mais espontâneas que podiam... onde seguravam e masturbavam os paus deles e iam lambendo todos os lados, ora abocanhando seus falos marrons e mamando forte... a mamãe Maíra mostrava uma certa habilidade, onde movimentava seu rosto constante e assim ia engolindo a rola do angolano Heitor num vai e vem que deixou ele satisfeito enquanto gemia de tesão... já a filha Isabelle tinha um certo trabalho, pois a benga de Erik arregaçava sua boquinha de lábios delicados, e eles em pé diante delas acompanhavam o boquete falando putarias, gemendo e movimentando seus quadris, dando estocadas nas boquinhas delas. Enquanto Douglas mal olhava pra esposa e filha tendo que chupar os paus dos dois agiotas. Ele só escutava os sons dos estalos das boquinhas delas deslizando pelos cacetes, elas se engasgando e engulhando.
Mãe e filha chegavam a babar nas rolas, sempre segurando e tocando punheta enquanto chupavam... Mas eles, pervertidos, seguraram em seus paus e começaram a bater com eles nas carinhas delas, que ficaram sem jeito, gemendo, xingando eles, e eles rindo e cada batendo com suas pesadas chibatas pretas nos rostinhos de mãe e filha. Quando Heitor disse:
- Pra cama, as duas.
Elas foram erguidas do chão por Heitor e Erik pelos seus cabelos, onde gemeram de dor com os puxões e assim foram levadas a cama e nela jogadas, com Heitor falando:
- Vem mais pra cá. Abre a pernas.
O negão Heitor pegou a mamãe Maíra deitada de costas na cama pelas coxas e a puxou pra ele, caindo de cara no meio dela e abocanhando com seus pretos lábios grossos a rosada bucetona dela com ímpeto e gula, Maíra na hora chegou a estrebuchar sentindo a forma grosseira que o angolano lhe chupava... já a filha soltou um gemido agoniado enquanto revirava sua cabeça para um lado e outro ao sentir a boca igualmente preta de lábios grossos de Erik sendo cravada na sua xoxotinha rosada toda lisinha... mãe e filha deitadas lado a lado nessa imensa cama da suíte presidencial desse hotel chique, sendo juntas domadas por suas coxas e chupadas pelos dois angolanos tarados. Cada qual mandando ver uma mamada feroz na xoxota de uma e outra. E apesar do sexo ser forçado, obrigado, buceta é algo sensível, os grelinhos de cada uma eram aqui sugados com uma forte pressão pelos lábios dos negros, e isso causou nelas reações de prazer... onde quem primeiro gozou foi a mamãe Maíra, que tentou prender seu gemido enquanto seu corpo todo estremecia deitado na cama... já a novinha, a filha Isabelle, foi quem mais se tremeu ao gozar na boca de Erik...
De repente os angolanos se ergueram diante os corpos de mãe e filha ali deitados e tremendo pós gozada, onde cada um, Heitor diante a mãe e Erik diante a filha, foram deitando por sobre os corpos delas e cada um de rola preta na mão foi esfregando seu cabeção marrom escuro no rosado rachado recém chupado da buceta carequinha de cada uma e foi empurrando ao tempo em que iam se deitando por sobre seus corpos... e elas reagiram gemendo juntinhas, tendo suas bucetas alargadas por paus pretos enormes.
Heitor: - Puta que pariu, que coroa da buceta gostosa... rraaahhhhrr...
Erik gemeu da mesma forma ao deitar sua mulata virilha entre as pernas loiras da novinha e assim penetrar a xoxota cor de rosa dela com a sua preta rola bem dotada... e Isabelle por sua vez chorou agoniada, mal olhava pro negro por sobre ela, e entre choro e com suas delicadas mãos no peitoral malhado de Erik, ela pedia:
- aaiii, devaagaarr, devagar, bota devaagaaarr, rrraaiimmmrr...
Douglas, ali sentado de frente, no instante em que ergueu seu rosto, viu em questão de um segundo, pois abaixou logo o rosto, esposa e filha ali na cama arreganhadas enquanto tomavam macetadas no meio de suas pernas loiras dos dois angolanos, Heitor metendo na mamãe Maíra e Erik metendo na filha... mãe e filha pagando a dívida do filho da puta de Douglas com suas bucetas, ambas gemendo agoniadas, cabeças revirando na cama, enquanto os angolanos seguiam mexendo seus quadris num ritmo que só ia aumentando, fazendo elas trepidarem de costas na cama a cada macetada no meio delas, metendo a rola preta nas bucetas da madame e da filha patricinha...
Maíra: - aaahhhh, filho da puuutaaa, filho da puutaaahhhrr, aaahhhrr....
Isabelle: - aaiimmrr, aaiimmrr, caalmaaahhhrr, calmaaaahhhrr, devaagaarrr...
rraammmrr...
Heitor: - aaiii, caraalhooo, que loirona da buceta gostooosaaa, rraahhhrr, pode gemer, sua puta, pode gemer que eu vou foder muito essa buceeetaa, aaahhhrr...
Erik: - Puta que pariu, que novinha da buceta gostoosaa, hhaaahhhhhrr...
Douglas ali sentado agoniado, ora chorando, sempre de rosto entre mãos, sem querer assistir esposa e filha sendo estupradas. Maíra, ofegante, olhava pra cara do negão tarado ali em cima dela, cara de bandido, de monstro, urrando, gemendo, enquanto ela era trepidada deitada de costas por baixo dele, sentindo o avantajado corpo mulato dele no seu se mexendo pra cima e pra baixo, sentindo a virilha chapada dele espancando o meio das suas loiras pernas arreganhadas e principalmente sentindo sua buceta se arregaçando no entra e sai veloz da tora de rola preta dele... já a filhinha, ao lado, misturava choro com gemidos de agonia, chegava a tremer o queixinho enquanto seus olhos escorriam lágrimas, olhando pro negro Erik em cima, se movimentando, encacetando sua xoxotinha de ninfeta numa veloz socada.
A mamãe Maíra de repente se treme toda, provavelmente atingindo a um orgasmo enquanto tomava virilhada entre suas pernas loiras do angolano Heitor... Ela era quem mais tentava encarar sem reclamar... já a filha se desesperava ao gemer gritando enquanto entrava na rola preta do Erik, que seguia bombando feito um maluco no meio das suas pernas loiras.
Douglas se levantou e virou de costas caminhando no quarto, indo até o bar e pegando uma garrafa de uísque e se servindo sem gelo num copo, tomando um gole após o outro, escutando os sons de virilhadas que sua esposa e filha tomavam e principalmente escutando o choro e gemidos de agonia delas.
Heitor se levantou do meio da gostosa mamãe Maíra, onde se deitou de costas na cama e mandou:
- Anda, quero ver tu fodendo meu pau, agora. Senta em mim, senta.
Erik fez o mesmo, deitou na cama de costas, os dois lado a lado e segurando seus pretos paus erguidos enquanto mãe e filha iam sentando neles... a mamãe no pau de Heitor e a filhinha na benga do angolano Erik. Elas forma montando bem devagar, com seus rostos lavados de lágrimas, ofegantes da surra anterior de rola que tomaram deles... e aqui foram gemendo ao sentir os paus escorregando em suas bucetas conforme iam agachando numa montada suave:
Heitor: - Senta, piranha gostosa, senta gostoso, vai. Só sabe sentar da pica do maridinho corno, é? Nunca sentou em outra rola não, sua vadia? Então senta na minha, senta. Sente esse picona preta todinha na sua bucetinha, sente... iiissooo... assiimmrr... Tá gostando, tá? Tá até se tremendo, vadia. Agora fode, vai. Foodee...
Já a patricinha Isabelle, sentou tão manhosa, tão dengosa na rola do angolano Erik, toda choramingando que ele não aguentou e deu uma forte gozada na xoxotinha dela enquanto ela repousava sua bundinha loira na virilha mulata dele, botando todo o pauzão dele pra dentro da sua xaninha... O angolano segurando a novinha pelos quadris se tremeu por baixo dela, tamanha a gozada intensa que deu... enquanto isso, a mamãe Maíra mexia seu bundão loiro acavalado na virilha mulata do angolano Heitor, batendo bunda nele num galope ritmado... onde ela ia jogando seus ondulados cabelos loiros pra um lado e outro, fazendo seus peitões saltitarem e baterem em seu corpo, Maíra usava da sua experiência para deixar a foda o mais natural possível e assim sofrer menos... ela chegou a apoiar as mãos no peitoral mulato de Heitor e mandou ver uma galopada com força, fazendo sua loira buceta foder a rola do negão numa quicada frenética... onde seus gemidos eram claramente de prazer... com ela jogando seu rosto pro alto, revirando seus verdes olhos e chegando rapidamente a um orgasmo que lhe fez tremer toda... onde Heitor assistindo deitado, disse:
- Gozou, né, vadia? Tá gostando de entrar na vara no negão, né? Essa tua carinha de puta não nega. Goza, goza pro corno do teu marido ver, goozaa...
A mamãe Maíra não teve como esconder, continuou montada na virilha do angolano, rebolando e se tremendo enquanto ainda sentia os espasmos do orgasmo. Ao contrário da filha, coitada, que gemia chorando enquanto era forçada a galopar na rola do negro Erik, e ele deitado se deliciando com o corpinho tesudo dessa ninfeta cheio de curvas e com seus rosados peitos gostosos saltitando, adorando ver as expressões de dor em seu rostinho molhado de suor e lágrimas ao tempo em que seguia quicando em sua virilha enquanto fodia seu pau, jogando seus loiros cabelos lisos pra um lado e outro...
E Douglas sentado ali em frente, o tempo todo de rosto abaixado... rezando pro pagamento da sua dívida acabar logo e ele poder levar sua esposa e filha para casa. Quando eis que uma ordem dada por Heitor a elas, deixou ele mais aflito ainda, tipo:
- Anda. De quatro, as duas.
Mãe e filha mal se ajeitaram de quatro na cama, lado a lado, e já foram pegas pelos dois angolanos por trás, dessa vez Heitor foi na filha e a Erik na gostosa da mamãe... fazendo elas gemerem alto ao empurrarem suas rolas pretas em suas bucetinhas e assim já foram puxando elas pelos quadris e dando uma surra de virilha com tamanha força que elas eram jogadas pra frente a base se solavancos que faziam os peitos de ambas balançarem batendo por baixo delas, junto ao som das suas nádegas loiras tremendo a cada lapada de virilha mulata... nisso elas gemiam chorado sentindo o arregaço em suas bucetas causado pelas enormes rolas pretas socando numa violência absurda...
Isabelle, coitada, foi quem mais se desesperou, a novinha só chorava e chorava de voz trepidada enquanto era pega com força pelo velhaco angolano Heitor, tomando um sacode violento dele, socando veloz seus avantajados centímetros da sua rola preta na delicada bucetinha de ninfeta dela sem tirar de dentro...
Heitor: - aaaiii, sua danaadiinhaaa, que bucetinha mais maaciiaaa, hhaaaahhhrr, aaahhhrr... Griitaa, griitaa, chora, que eu vou te meter a rola, sua cachooorriinhaa, rraaammmrrr...
Já a mamãe Maíra, descontrolou-se a gritar nesse quarto enquanto tomava um sacode tão forte do negro mais jovem, o Erik, que não aguentando, esguichou violentamente no entra e sai frenético na rola preta dele fodendo a sua buceta... ela esguichou gozando no pau socando... mãe e filha entrando na rola dos agiotas de quatro numa paulada intensa, banhadas de suor, sem descanso, tomando tapas e mais tapas em suas loiras bundas gostosas enquanto suas bucetas eram velozmente estupradas... e eles só pararam para trocar de lugar, onde Heitor agarrou o rabão da mamãe Maíra e Erik abraçou o rabo empinado e gostoso da filhinha dela e juntas gemeram se tremendo inteirinhas ao tomarem uma surra de lambidas e chupadas em seus cuzinhos. Foi a segunda vez que a ninfetinha, a Isabelle, depois da chupada em sua xoxota, que reagiu demonstrando prazer... na verdade nenhuma mulher resiste ao tesão diferente de tudo que é tomar uma bela de uma chupada no cu. A mamãe Maíra aproveitou pra levar uma mão sua por baixo de suas pernas e tocar uma siririca na sua buceta e assim gozar enquanto tinha seu cu chupado estocado pela língua do angolano Heitor. Segundos depois que foi ao orgasmo foi a ninfeta... que aliás, gozou no cu sendo chupado por Erik sem precisa tocar siririca.
Douglas andando pela suíte, se servindo de mais uísque e bebendo sem querer olhar pra cama, pra esposa e filha sendo abusadas pelos seus agiotas.
Foi quando todos o gemidos de prazer que elas deram com todo esse gostoso oral em seus cuzinhos, deram lugar a gritos de dor, pois os angolanos se ergueram atrás de cada uma de quatro e domando cada qual por seu rabo meteram seus enormes cacetes pretos bem nos cuzinhos lambidos delas...
- Nããooohhhhrr... não... no cuuu nãããooohhhrr...
A ninfeta quase desmaia ao sentir a bem dotada rola preta do angolano empalando seu delicado cuzinho cor de rosa... ao tempo em que ele a domava quase montando na bundinha dela:
- Fica quietinha, sua putinha, deixa o papai aqui comer essa bundinha linda, deixa... rraaahhhrr, que delícia de cuuu... mmmrrr...
Isabelle, chorando agoniada de rosto enfiado na cama:
- aaiimmrrr, aaaiii devaagaaarr, aaaaimmmrr...
Esse foi o momento mais arrasador e insuportável para Douglas, ter que escutar os lamentos de esposa e filha sendo enrabadas pelos agiotas... a forma e o jeito que elas gemiam e choravam era de dar dó... ele caminhava para lá e pra cá na suíte do hotel, sem sequer olhar pra elas na cama, sendo pegas de quatro e curradas sem dó nem piedade pelos angolanos tarados.
Mãe e filha, loirinhas, de quatro, lado a lado nessa cama de hotel, sendo obrigadas a ficar com suas bundinhas bem arrebitadas enquanto eram pegas por suas ancas pelos dois vigorosos negros, tendo seus cuzinhos fodidos por eles, as puxando e socando, puxando e socando, puxando e socando, forçando o quanto podiam seus cacetes bem dotados nos rosados cuzinhos de mãe e filha, dois cus deliciosos de serem fodidos, duas loiras maravilhosas sendo domadas de quatro e enrabadas de uma forma animal, sedenta, onde eles babavam de tesão enquanto olhavam por cima pra bunda de cada uma... duas bundas loiras lindas, a bunda da mamãe uma bela de uma raba redonda de 112 de largura e a da filhinha uns 98... e elas chorando juntas enquanto tomavam no cu, enquanto pagavam a divida do marido e pai com seus cuzinhos para esses dois aproveitadores... tarados... mandando ver sem tirar de dentro, pau no cu da mãe e pau no cu da filhinha... onde eles pararam só para trocar de bunda e logo estavam aqui as puxando e socando da mesma forma que socavam antes, Heitor comendo o rabo da mamãe Maíra e o jovem Erik metendo sua benga preta no macio cuzinho da filha Isabelle... socando, socando... onde eles chegaram a subir na cama e cada um montou no rabo da sua e mandou ver rola no cu delas com mais força, chegando a enterrar tudo de cima para baixo... mãe e filha com suas carinhas na cama, chorando juntas, cansadas, agoniadas, sentindo cada qual uma vara preta enorme se movimentando enfiada em seu cu... bundões loiros lindos virados pra cima e eles quicando montados em cada qual, empalando gostoso, socando, socando, socando, arrombando os cuzinhos da esposa e filha do seu devedor... que por sua vez se recusava a ver, mas sabia que eles estavam comendo o rabo da sua esposa e filha.
Os angolanos pareciam dois cães Rottweilers por sobre duas cadelinhas poodles de tão animalesca imagem, de tão loucos e selvagens estavam, domando mãe e filha e macetando seus cuzinhos sem dó... A mamãe Maíra colocou uma mão sua por baixo, na xoxota, onde tocou uma siririca pra poder aliviar a dor que sentia no seu cu sendo socado insistentemente... enquanto a ninfeta... que até então durante todo o abuso só relaxou e gozou duas vezes, no oral em sua buceta e no oral em seu cu... aqui, sem tocar siririca enquanto era domava pelas firmes mãos do angolano Heitor, gemeu se tremendo todinha... chegando a urinar na cama no vai e vem veloz da bem dotada rola dele lhe estocando forte o cuzinho... Heitor montado na bundinha loira dela, galopando sem descanso, pingando suor nas costas dela enquanto socava-lhe a rola no cu, sequer notou que a ninfetinha teve um bruto e espontâneo orgasmo anal.
E claro, eles só pararam de enrabar elas quando depositaram seus espermas bem dentro do cuzinho de cada qual por meio de gozadas violentas que fizeram eles berrar nessa suíte de hotel.
A volta pra casa foi rodeada de um total silêncio dentro do carro. Mãe e filha juntas no banco traseiro abraçadas, enraivecidas e decepcionadas com o esposo e pai enquanto ele dirigia calado e envergonhado... afinal, ele se meteu com os agiotas e elas quem tiveram que pagar dessa forma tão humilhante. Contundo, dentro delas havia uma sensação mista de humilhação por terem se sujeitado a tal abuso e medo do que sentiram... pois, nenhuma confessou para a outra, embora tenham confessado para si mesmas em juízo, que, em determinados momentos durante o abuso, elas sentiram sim prazer.
FIM
Obrigada por lerem e comentem, por favor.
Muito muito bom mãe e filha maravilhosas submissas q com certeza amaram agonizar no prazer