E esse seu fetiche era aflorado sempre quando ela via a empregada da sua casa, Silmara, chegando para trabalhar... Era costume da jovem Camilinha ficar no terraço da sua casa quando Silmara chegava. Silmara era negra de estatura mediana, uns 35 anos, corpo cheio de carnes, cabelos crespos entrançados, moradora de uma comunidade do Rio de Janeiro. E ela chegava sempre na casa de Camilinha na garupa da moto do marido dela, um tal de Tiaguinho.
Camilinha não sabia explicar, só sabe que uma excitação sem tamanho tomava de conta de seu jovem e loiro corpinho e lhe fazia gemer por dentro, salivar, gelar seu estômago e arfar de desejo ao ponto dela morder o lábio inferior demostrando fome, desejo e até mesmo apertar uma coxa na outra ali sentada para conter os fortes latejos do grelinho da sua inexperiente e lisinha xoxotinha rosada.
Ela ali sentada no terraço da sua casa, adorava ficar olhando pro casal, a forma como Silmara se despedia do seu marido Tiaguinho deixava transparecer um certo ar safado no jeito deles dois de lidar um com o outro, até tapinha na bunda de Silmara Tiaguinho dava, em outros momentos um beijo de língua sem pudor nenhum, mesmo eles dois vendo que a jovem Camilinha estava sentada ali próximo, presenciando.
Ela estuda pela manhã, mas estava na época de férias, e todos os dias acompanhava a empregada da sua casa chegando com seu esposo de moto.
E quando Tiaguinho chegava no final da tarde para buscar Silmara depois de mais um dia de trabalho na casa de Camilinha, onde ele entrava portão adentro e ficava ali sentado no terraço em meio as plantas, esperando por ela, Camilinha ficava até desconfiada por estar bem mais perto dele, quer dizer, ele não dava em cima dela, nada disso, pelo contrário, ele era um sujeito respeitador, afinal de contas Camilinha era a filha dos patrões da esposa dele.
Mas o perigo partia era de Camilinha, que ficava encarando ele, aqui e ali mordendo o lábio inferior, transpirando, suspirando, de pele loira todinha arrepiada, com seus peitinhos formosos inchados por dentro de sutiã e blusa, de mamilos cor de rosa doendo de tão endurecidos. Por baixo de sua minissaia a sua calcinha em rendinha toda babada de tanto que o rachado rosado da sua loira xoxota cuspia aquele visgo vaginal típico de mulheres quando estão estimuladas sexualmente. Camilinha ficava ali sentada, ele há alguns metros dela, ela passando mãos em seus lisos cabelos loiros os jogando para um lado e outro, cruzando e descruzando coxas, tentando não olhar tanto para ele enquanto disfarçava com o seu celular em mãos.
Tiaguinho tinha uns 32 anos, era alto, corpo atlético, simpático de rosto, cabelos crespos raspadinhos, tinha um olhar discreto e aparentava ser muito sério.
Camilinha se dava muito bem com Silmara, esposa dele e empregada da sua casa, vez em quando ela ia na cozinha e passava horas conversando com ela sobre tudo um pouco, principalmente na ausência dos seus pais... onde a desinibição ia tornando elas amigas, e até mesmo confidentes para todo tipo de assunto, onde Camilinha falava pra Silmara sobre seus ficantes na escola e Silmara contava sobre seu tempo em que ela saía com outros caras, até conselhos sobre homens Silmara dava para Camilinha... Porém, Camilinha percebia que Silmara não gostava muito de falar da sua intimidade com o marido Tiaguinho, e era justamente dele que a jovem queria saber.
Até que certa vez, enquanto Silmara fazia o almoço e Camilinha estava sentada diante da mesa da cozinha, a jovem aproveitou o tom picante de mais uma conversa íntima entre elas e perguntou:
- Silmara... me fala uma coisa...
- O quê...
Camilinha: - Éhh, tipo assim... não leva pro lado do preconceito não, tá bem?
- Fala, menina...
Camilinha: - Então... Tu me falou dos caras que tu ficou antes de conhecer teu marido, eee... me diz uma coisa, todos eram assim, da cor dele?
- Pretinho assim que nem ele, não... mas todos eram negros sim. Porque?
Camilinha: - Posso te confessar uma coisa?
- Fala.
Camilinha: - Eu sempre tive vontade, sabia? rsrsrsrs...
- Vontade de quê? De ficar com um negão? rsrsrs...
Camilinha: - Sim, rsrsrsr...
- Sério? kkkkkk, mas porque não fica?
Camilinha: - Ah, Silmara, é complicado eu ficar com um cara assim, né? Pois eu não convivo com nenhum... principalmente da mesma idade que a minha... na minha escola só tem branquelo, rsrsrs...
- Mas porque que tu tem essa vontade?
Camilinha: - Sei lá, rsrsrsr... só sei que quando eu olho pra um... éhh, desculpa a expressão, negão, rsrsr... eu sinto umas coisas, sabe? rsrsrs, aaii, meu Deus, não sei direito o que é... só sei que é muito bom, rsrsr...
- Mas tu anda olhando pra algum negão em especial?
Camilinha notou essa pergunta como uma indireta de Silmara, por, quem sabe, ter notado os olhares dela para seu marido. E nisso Camilinha ficou sem graça e disse:
Camilinha: - Não, não, rsrsr... como eu te falei, eu não convivo com nenhum não rsrsrs... eu apenas fico... imaginando, sabe?
- Mas o que tu imagina?
Camilinha: - Ah, sei lá... rsrs... algumas coisas, rsrsr...
- Sei... Tem a ver com... tamanho? ¬(Silmara falou isso fazendo o gesto com as mãos exemplificando tamanho de pênis)
Camilinha: - Nossa, rsrsrsr, ai, Silmara, assim tu me deixa com vergonha, rsrsrsr...
- Ué, besteira, menina... tu não é nenhuma santa, nem virgem é... e é normal mulher gostar de pau grande... e todo mundo sabe que nesse quesito os negão levam vantagem. A mulherada é louca por uma piroca de negão, meu amor.
Camilinha gargalhava toda sem graça, com a mãozinha na boca, saiu até lágrimas em seus verdes olhinhos de tanto rir, se abanou com uma das mãos, ficou um tempo sem falar, respirando, tudo por conta do rumo que estava indo essa conversa, e então ela disse:
- Tá bom... então... já que tu tocou nesse assunto, rsrsr, e aí?... é verdade mesmo?
- O quê? O tamanho do pau?
Camilinha: - Sim, rsrsrs...
- Olha... pelo menos dos que eu fiquei, a maioria era bem dotado sim.
Camilinha: - Sério?
- Sim... tinha pra tudo o que era tamanho... mas todos acima da média.
Camilinha tinha que conter seus risos, claramente alegre por estar falando abertamente de seu fetiche:
- Nossa, tô passando mal aqui, rsrsrsrsr...
- É o tamanho do pau deles que te deixa com vontade de experimentar, né, safada?
Camilinha: - rsrsrsrsr... não, rsrsrsr...
- Mas esses meninos que tu fica, nunca teve um pauzudo não?
Camilinha: - Não sei, acho queee... normal... tipo: o que seria um pau mediano, ou... bem dotado?
- Nossa, menina, tu nunca assistiu filme de putaria não? Olha o tamanho da vara desses negão que faz esses filme... É isso que eu tô falando.
Camilinha, rindo: - Ah, mulher, rsrsrs, eu não assisto essas coisas não, rsrsrs... mas... tipo assim, eu... eu já vi uns vídeos eee... quer dizer, os que tu viu assim de perto, era que nem os desses atores?
- Querida, na minha vida, antes do meu marido, eu só vi negão pelado, e te garanto... é tipo isso mesmo, rsrsrs. E hoje em dia então, nem te conto, rsrsr...
Camilinha até arregalou os olhos e deu uma apertada nas suas coxas loiras cruzadas quando Silmara mesmo que por meio de brincadeira mencionou o fato do seu marido, Tiaguinho, ser bem dotado. Nisso ela segurando seu celular em mãos, disse:
- Então, olha só, rsrs, eu... eu tô lendo aqui queee... aqui diz que o tamanho médio de um pau é de 13 cm... e acima disso já é considerado bem dotado. Então... eu te pergunto, qual a média de tamanho queee... que tu viu?
- Mulher, eu nunca medi nenhum, mas... posso te dizer que passava disso aí.
Camilinha: - Mais de 16 cm?
- Isso mesmo... e grosso, rsrsrs...
Camilinha: - Caralho... e tu aguentava?
- Ué, tô viva aqui, kkkkkk...
Camilinha: - kkkkkk, safada, kkkkk...
Foi então que, Camilinha, que já estava aqui completamente motivada por essa conversa descontraída e picante com Silmara e aproveitando a sinceridade e o bom humor dela, foi propositalmente curiosa ao perguntar para Silmara:
- Mas... eee... tipo... E o teu atual? É na mesma medida?
Silmara calou, ficou de costas para Camilinha, deu uma mexida com a colher no cozido na panela no fogão... Camilinha ficou até sem jeito e com receio de ter sido indiscreta demais com Silmara... que por sua vez virou de frente para Camilinha quase um minuto depois e disse:
- Tá curiosa demais, hein, moleca?
Camilinha: - rsrsr, desculpa, desculpa, tô sendo muito metida, né? Desculpa..
Neste momento Silmara pegou ali na pedra da pia, entre os legumes da salada e mostrou pra Camilinha um pepino, falando:
- É tipo isso aqui... até na grossura.
Na mesma hora Camilinha deixou escapar um arfado de excitação ao imaginar uma rola preta do tamanho e grossura de um pepino... A calcinha de Camilinha, que já estava molhada desde que ela começou a conversar sobre pau de negão com a sua empregada, saber desse detalhe picante dele enquanto olhava praquele pepino na pedra da pia, e disse:
- Uau... sério mesmo?
- Ué, é o meu homem, ora.
Camilinha, apertando uma coxa na outra, cruzadas, contendo o pulsar insuportável do seu grelo ali por baixo da sua saia e encharcando a sua calcinha:
- Nossa... tu... tu aguenta?
- Claro... A xoxota da gente é elástica, querida. Com o tempo acostuma.
Camilinha, mordendo o lábio inferior:
- Mas... deve doer, né?
- Se a minha buceta tiver um pouco seca, sim. Mas se tiver molhadinha, aí meu amor... eu vou lá pro céu, rsrsrs...
Camilinha, imparável e cada vez mais molhada, arrepiada, tremendo aqui e ali de tão tensa pela excitação que lhe tomou de conta:
- Mas... ele... ele vai devagar contigo, né?
Silmara claramente vendo no rosto e jeito da filha da sua patroa toda uma excitação e curiosidade em saber como o seu marido lhe fodia, virou para ela e falou num tom safado:
- Devagar? Jamais... meu negão é tarado, ele me mete ele bota pra machucar mesmo... eu gosto... principalmente quando ele me pega de jeito de quatro... nossa, ele não tem dó de mim. Me soca com tanta força que eu fico quase pra ser jogada pra fora da cama... Só não caio porque as mãos dele são grandes e me puxam assim, pelas ancas... me puxam forte pra ele ficar batendo, batendo, batendo virilha com tanta força, mas tanta força que a minha bunda dói... e eu vejo estrelas... sentindo aquele pau, do tamanho e grossura desse pepino aqui, ó... se mexendo dentro da minha buceta numa velocidade impressionante... arrombando a minha buceta. E ele não para, não para, não para... eu fico agoniada, eu perco até o ar, e ele não tem dó de mim, só quer saber de meter, meter, meter, socar com força... ele só para quando goza... quando me enche toda de porra.
Camilinha só não gozou aqui, na hora, sentada de coxas apertadas enquanto escutava cada palavra da descrição de Silmara sobre como seu marido a fodia, porque ela se assustou com o barulho do carro da sua mãe entrando na garagem. Camilinha então deixou a cozinha, meio zonza, arfando, pernas trêmulas, boca salivando, coração batendo a mil por hora travado em sua garganta... e claro, de calcinha completamente molhada.
O certo é que tal confissões do tamanho do pau semelhante a um pepino e do ato sexual em si de Silmara com seu marido Tiaguinho deixaram Camilha com a sua imaginação ainda mais aguçada... pois se antes ela já imaginava coisas safadas com ele, agora ela tinha mais motivos ainda para imaginar.
Ao fim da tarde Tiaguinho veio em sua moto buscar Silmara, sendo que Camilinha, da varanda do seu quarto, no andar de cima, ficou olhando pros dois ali diante do portão da sua casa, pensando no quanto Silmara era sortuda por ter um homem como aquele, negro, vigoroso e com uma rola do tamanho e grossura daquele pepino que foi mostrado pra ela pela própria Silmara. Que delícia... era algo que fazia seu fetiche se tornar insuportável dentro dela mesma.
Tanto que aproveitando a casa tranquila e silenciosa durante a noite, lá pra depois das 22 horas, quando seus pais já estavam no quarto, Camilinha desceu do seu quarto descalça, só de camisolinha, pisando com seus pequenos e delicados pés no frio chão da casa em meio a pouca iluminação e foi até a cozinha... onde diante da geladeira aberta ela se agachou e pegou na parte debaixo, onde ficam os legumes... o tal pepino... o mesmo que a empregada Silmara usou para exemplificar o tamanho e grossura da rola do seu marido Tiaguinho.
Camilinha pegou o pepino e voltou logo para seu quarto... e cama, de porta trancada, ela ficou olhando pro legume e alisando, olhando por todos os ângulos e tentando imaginar ele na cor preta e na virilha nua do marido da empregada. Logo ela pegou seu celular e começou a olhar algumas fotos de paus pretos e ficou comparando ao tamanho e grossura do pepino.
Camilinha estava tão excitada e imaginando tanta coisa safada, que ela simplesmente tirou sua camisolinha, sua calcinha, deitou de costas na sua cama e começou a deslizar o legume em seu corpinho loiro... por entre seus rosados peitos fartos e que aqui estavam inchados e com seus mamilos endurecidos... descendo com ele pela sua trêmula barriguinha, com aquele seu umbiguinho sexy... descendo ainda mais pela sua virilha rosada lisinha, passando bem em cima da sua carnuda bucetinha rosada... onde ela gemeu toda arrepiada e de olhos fechados imaginou o pepino sendo a rola preta do marido da empregada.
Camilinha rolava na cama segurando o pepino e o esfregando por entre pernas, grosando ele nem no meio dos seus lábios vaginais e assim lambuzando o legume com o visgo que expelia a sua buceta... gemendo... revirando seus olhos... até que ela voltou a deitar de costas, se arreganhou toda com seus pés pro alto e segurando o legume com a sua mão direita, colocou uma ponta lisa e arredondada no rachado da sua bucetinha e foi enfiando...
A danada gemeu de tesão, não por estar metendo em si o pepino, mas por imaginar o marido da sua empregada, Tiaguinho, bem ali na sua cama, ajoelhado diante dela arreganhada e de pés pro alto, a penetrando, metendo cada centímetro da sua preta rola colossal e começando a socar-lhe.
Ela simplesmente enlouqueceu se contorcendo enquanto se fodia com o legume... pensando na rola do marido da empregada fazendo o mesmo movimento de entra e sai na sua buceta... se tremendo toda, gemendo agoniada... segurando o pepino com a sua ponta arredondada e lisa socando a sua bucetinha enquanto se molhava num orgasmo bem gostoso.
Por fim ela fez um boquete no legume... de olhos fechados, imaginando uma bela e caprichada mamada na rola preta de Tiaguinho melada com o suco da sua bucetinha.
Camilinha dormiu com o pepino, motivada por seus pensamentos tão fetichistas com o pau do marido da sua empregada.
No dia seguinte, Camilinha estava no terraço, lugar mais comum que ela fica neste horário, distraída com seu celular em mãos, quando então Silmara chega, às 7 e 30 da manhã, trazida pelo seu marido Tiaguinho, e como sempre roubando toda a atenção dos verdes olhos da ninfeta, porém, dessa vez de uma forma ainda mais empolgada, pois eis que a safada da Silmara, enquanto se despedia dele, com ele em pé diante da sua moto, colocou a sua mão direita no pau dele, por sobre a calça jeans dele e apalpou... Camilinha atenta ao gesto abusado de Silmara, lembrou na hora do pepino e arfou de tesão... Logo Tiaguinho se foi em sua moto e Silmara veio entrando na casa, passando por Camilinha e a cumprimentando com um sorriso e um bom dia.
Camilinha ficou na sala enquanto Silmara aprontava o café da manhã dos pais dela antes deles irem trabalhar, e depois que eles foram Silmara foi dar uma arrumada na casa e tal, começando pelo quarto da princesa e filha dos patrões, Camilinha... Quando eis que, minutos depois, Camilinha ali sentada meio deitada no sofá, com seu celular em mãos, dá um grito de susto e se levanta ao sentir algo caindo em seu colo... ela olha e vê o pepino ali no sofá... o mesmo pepino que ela tinha levado pro quarto dela na noite anterior e que foi aqui jogado nela de propósito por Silmara, que gargalhava... falando:
- Tava fazendo salada na cama ontem de noite, é, moleca? Kkkk...
Camilinha toda desconsertada por ter esquecido o pepino na sua cama, e por Silmara ter encontrado ele ao ir arrumar o seu quarto, ria toda sem graça, com seu rostinho rosado de princesa todo vermelhinho de tão envergonhada. Já Silmara pegou o pepino no sofá e perguntou:
- Se eu não me engano, esse pepino aqui é o mesmo que eu usei ontem pra te mostrar o tamanho do pau do meu marido, não é?
Camilinha rindo sem graça, mentiu:
- Não, esse aí é outro.
Silmara: - Não mente, eu tenho certeza que é o mesmo. Aliás... a senhorita por acaso andou pensando na rola do meu maridinho?
Nossa, Camilinha não sabia onde colocava a cara.
- Não, Silmara, que é isso? Jamais.
Silmara ficou encarando ela com um certo sorriso irônico. O dia seguiu sua rotina, Silmara na cozinha e Camilinha na sala, ora indo pro quarto, evitou até de ir na cozinha conversar com Silmara, de tão envergonhada que ficou com a situação do pepino e a desconfiança de Silmara sobre ela estar desejando seu marido. Contudo, na hora do almoço Silmara veio no quarto dela e a chamou falando que o prato dela estava na mesa. Camilinha foi, toda desconfiada... inclusive, assim que Camilinha chegou a mesa da cozinha, ela caiu na gargalhada, pois Silmara de propósito e em tom de zoeira, tinha colocado no prato dela o tal pepino... Camilinha não aguentou e também caiu na risada.
A brincadeirinha serviu para descontrair elas, assim Camilinha foi almoçando enquanto elas iam conversando, onde aquele clima de amizade foi voltando normalmente entre elas. Minutos após o almoço, Silmara focou em seus afazeres domésticos e a filha dos patrões ficou no sofá da sala distraída ao celular. Quando às 14 horas, Camilinha escuta som de moto lá fora, ao mesmo tempo ela ali deitada no sofá olha para o lado e vê Silmara passando pela sala e saindo porta afora. Ela se levanta e vai até a janela e vê ela indo receber o marido. Mas ainda não é final do expediente dela. Nisso volta pro sofá rapidinho, pois percebe Silmara voltando do portão acompanhada de seu marido Tiaguinho. Curioso é que ela nunca trouxe ele para dentro de casa.
Silmara adentra a sala de mãos dadas com Tiaguinho. Camilinha olhou pra eles, cumprimentando ele, ele olhou pra ela e a cumprimentou com um boa tarde enquanto Silmara foi puxando ele casa adentro rumo aos fundos, a cozinha. Camilinha pensou: “Vai ver ela vai dar um almoço pra ele.”
A presença do marido da empregada sempre mexe com Camilinha por dentro e por fora, e aqui, com ele dentro de casa, bem mais perto dela, deixou ela inquieta. Tanto que ela estranhou o silencio, se levantou do sofá e foi caminhando até a entrada da cozinha... olhou de mansinho e não viu Silmara e nem seu marido. E ainda motivada pela curiosidade, Camilinha passou da cozinha indo em direção a área de serviço, sendo que bem no fundo tem um quarto de empregados. O coração de Camilinha bateu mais forte e sua pele se arrepiou toda, pois ela escutou sussurros e alguns barulhos facilmente identificáveis de... sexo.
Camilinha parou, deu meia volta... mas a excitação junto a curiosidade incentivaram ela a dar uma olhada. E ela foi pelo corredorzinho da área de serviço aos fundos da casa, um local que ela raramente anda. E quanto mais seus pezinhos descalços no chão iam se aproximando do quarto de empregados, mais o som de sexo ia se evidenciando. A porta do quarto estava semiaberta. Camilinha estirou seu rosto até a brecha e flagrou a empregada, a negra Silmara, nua, de quatro na cama, e seu marido Tiaguinho igualmente nu, a pegando por trás e sapecando forte a virilha na bundona dela enquanto ela gemia: “rrahhrr, rraahhrr, rraahhhr, raahhrr...”
Camilinha foi aqui arrebatada por uma furiosa excitação, como se estivesse no lugar de Silmara, ela chegou a colocar uma mão por entre pernas, de short, em cima da sua buceta tremendo, a imagem era selvagem, louca, bruta... fazendo ela morder o lábio inferior e quase deixar um gemido sair... ela via claramente a virilha mulata de Tiaguinho macetando forte a bunda negra da cor de chocolate da esposa toda aberta pra cima em formato de coração, cujas carnes tremiam a cada pancada seca, já o rosto de Silmara estava tomado de expressões faciais de delírio e prazer... quando eis que Silmara, sendo comida de quatro, abre seus olhos, levanta seu rosto, e flagra Camilinha do lado de lá da porta, pela brecha. Camilinha se assusta ao ver que Silmara lhe viu e sai depressa da frente da porta, porém, ao tentar se afastar do quartinho dela, ela para ao escutar Silmara chamando por ela.
Ela dá uma virada de rosto pra trás e vê Silmara nua diante da porta aberta de seu quartinho e falando:
- Vem aqui, anda.
Camilinha nada fala, de tão impactada pelo flagra e principalmente por Silmara estar ali diante dela, pelada, seu corpo negro cheio de curvas e carnes apetitosas estava todo envernizado de suor... a ninfeta, desconfiada, apenas balança a cabeça negativamente. Mas Silmara dá passos pelada até ela, a pega pelas mãos e diz:
- Relaxa. Vem aqui.
Minutos depois, Camilinha adentra o quartinho sendo puxada pela mão por Silmara, deliciosa com seu corpaço negro da cor de chocolate, com peitões gostosos balançando a cada passo, uma bucetona preta bem inchada, toda raspada e babada por ter sido recém socada e uma bunda maravilhosa típica de mulheres da sua etnia, toda suada... aliás, o quartinho parecia um forno de tão abafado... dava pra sentir todos os aromas do sexo no ar... enquanto Camilinha, assustada e rindo envergonhada, assim que adentra, arregala seus verdes olhos diante da figura selvagem e extremamente excitante do marido de Silmara bem ali... em pé e pelado, igualmente suado... de frente... onde a patricinha sequer pisca seus olhos, hipnotizada pelo que o esposo da sua empregada expõe explicitamente ali na sua suada virilha mulata e lisinha... um pau descomunal... duro, pulsando... prepúcio arregaçado expondo uma cabeça marrom escura e meio brilhando por estar meladinha do suco da buceta de Silmara... Silmara, puxando a ninfeta filha dos seus patrões pela mão, disse:
- Senta aqui.
Camilinha meio tensa, desconfiada e ainda impactada pelo pau fascinante de Tiaguinho, sentou-se na beirada da cama, passando mãos em sua testa por conta da fornalha que era esse quartinho abafado... Silmara por um momento pensou até que ela estivesse passando mal, com problema de pressão, asma ou coisa parecida, pois a garota não estava normal... muito ofegante e já suando muito em sua blusinha e shortinho... e nisso Silmara sentou ao lado dela, acariciando os loiros cabelos lisos da garota, abanando ela com as mãos... pedindo pra ela relaxar... e falando de rosto próximo ao ouvido direito dela:
- E aí... prefere aquele pepino?
Camilinha riu sem graça enquanto Silmara gargalhava:
- Sua safada. Para.
Silmara então chamou seu marido pra mais perto delas. Nisso Camilinha gelou em meio ao calor que fazia nesse quartinho a cada passo que Tiaguinho dava em direção a ela, pois dava a impressão que aquele pauzão preto e duro, pulsando na virilha dele, ia ficando maior e maior... até que ele parou a uns 25 cm dela, sendo que o que distanciava ele da ninfeta era o pau dele reto e duro apontado na altura do rostinho dela... Onde então Silmara apenas disse:
- Põe a mão.
Camilinha arfava, tipo: “rraar, rraarr, rraarr, rraarr...” de pupilas dilatadas, boca salivando direto, e corpo loiro inteirinho já suado, enquanto por dentro era pura explosão de tensão, arrepios e tremedeiras enquanto ela ia colocando uma mãozinha sua na benga preta do marido da empregada. Dedos finos que sequer abarcavam a sua grossura... Camilinha ali encarando de frente e de perto a barriga malhada e mulata dele se movendo pra fora e pra dentro conforme ele respirava ofegante, descia o olhar pela virilha dele igualmente mulata e com aqueles pelos crespos ao redor do tronco do pau... tudo para ela era fascinante, belo no corpo dele, observar de tão perto a cor dele e tudo aquilo que ela via só em seus pensamentos estava aqui sendo uma realização. Gotas de suor escorriam aos lados do rosto da ninfeta, boquiaberta a respirar ofegante enquanto segurava e punhetava a benga preta toda suada e com seu falo marrom escuro brilhando lambuzado de visgo.
Ela deixava sair de sua boquinha aberta gemidos e mais gemidos de tesão, só em sentir com essa mãozinha sua a dureza do cacete, suas veias sobressaltadas e o pulsar em sua palma... Camilinha meio que olhava pra sua empregada ali ao lado, onde seus verdes olhinhos estavam embriagados de tesão, meio revirando, arfando muito ofegante, parecendo que ia desmaiar a qualquer minuto. Era como se o seu fetiche estivesse gozando por si só de tão realizado. Silmara, ao lado dela, acariciava os lisos cabelos loiros de Camilinha e falava:
- Isso, querida, alisa ela, bate punheta nela... assimmrr, assimrr... vai punhetando de leve... issooo... sente ela... tá gostoso, tá? É bom segurar um pauzão preto, é?
Camilinha olhava de canto de olho pra Silmara e ria:
- Sua puta... nossa... noossaa...
Silmara também segurou na rola do marido e disse pra ninfeta:
- Coloca o nariz na cabeça e dá uma cheirada, vai.
A ninfeta riu... e segurando firme a benga do marido da empregada numa sutil punheta ela foi com seu rosto para frente encaixando seu delicado narizinho loiro empinadinho bem na cabeçola graúda marrom escuro da rola dele, onde o orifício uretral da glande ficou bem na narina esquerda dela, assim ela deu uma tragada... onde a moleca gemeu revirando seus verdes olhinhos como se tivesse tragando um ópio qualquer, sentindo aquele cheiro de urina e esperma... e isso fez a xoxota loira da danada latejar tão forte que ela se tremeu corpo afora toda arrepiadinha... O efeito foi delirante... e não satisfeita ela continuou cheirando a cabeça da rola.
Silmara, safada e com ar de dominadora, ficou dando ordens:
- Agora esfrega a rola dele na sua carinha, vai... iissooo, assim... esfrega pra ficar com essa carinha com o cheiro da rola do meu macho... issoo, passa, passa o pau na cara, vai... assim... tu gosta disso, né, danada? De uma pirocona preta passando na tua carinha safada, né? Agora dá uma lambidinha bem na cabeça, vai.
Obediente e tarada, Camilinha segurando a vara preta deu uma lambida... sendo que essa primeira lambida a fez gemer de tesão, como se provasse do sabor de um delicioso sorvete... a segunda, as outras e cada uma a seguir foram abrindo o apetite dela ao ponto dela quase morder a glande marrom escura da rola na cor preta... onde Silmara riu, e disse:
- Calma, moleca, vai devagar.
Camilinha até riu e pediu desculpas toda sem graça, afoita, ofegante, com todo o suor escorrendo em seu rostinho, onde suas faces estavam coradas, seu couro cabeludo já molhava e encharcava seus loiros e lisos cabelos... em seguida, ainda com a sua delicada mão direita empunhando o suado mastro preto do marido da empregada, foi deslizando a língua nela toda, por baixo, pelos lados... sentindo a cada lambida o quão dura e grossa era, sentindo as veias irrigadas... e quanto era extensa, onde ela tinha que ficar salivando cuspe na própria boca para poder espalhar com a língua esse cuspe na rola... ela lustrou a rola toda de cuspe ao ir passando a sua língua... sempre gemendo e arfando de puro tesão. E Silmara pedindo então:
- Coloca na boca, começa a chupar, anda... só na cabeça. Aassimmrr, iiisssoo, iisso... boa menina... deixa a língua por baixo enquanto mama... vai cuspindo e chupando... issoo... gira a língua ao redor da cabeça, vai. Molha ela... assimrr... aaii que delícia. Bota a boca e chupa, chuupaa, chuupaaa...
Camilinha foi abrindo ao máximo sua boca e forçando, movimentando seu rosto para frente... E ele, em pé, colocou uma mão na cabeça dela e gemendo ia se deliciando com a boquinha da ninfeta lhe mamando o cacete. E Silmara pediu:
- Bate com o pau na carinha dela, bate, amor. Pra ela sentir o peso da tua tromba, anda.
Tiaguinho era puro tesão com essa sacanagem toda rolando sob o comando da sua esposa Silmara, onde segurando seu pau ficou batendo com ele na carinha suada e de bochechas coradas da ninfeta, que gemia entre risos de alegria, de tesão. Levando pirocada na cara e gemendo.
Silmara pediu a ela:
- Tira a roupa, querida, fica peladinha pro meu negão ver esse corpinho delicioso que você tem, vai.
Camilinha estava tomada por um prazer tão louco em estar realizando seu fetiche que sequer sentiu vergonha em ir tirando peça por peça da sua roupa, até porque se livrar de sua roupa no meio desse calor abafado nesse quartinho era a melhor escolha... enquanto o marido da empregada, olhando para ela, de pau na mão, batendo uma sutil punheta, observando aquele loiro corpinho todo melado de suor, seus formosos peitos rosados, tão empinadinhos e de mamilos vermelhinhos claramente espetados de tão durinhos, um corpo de pele todo loirinho brilhando suado, com algumas pelugens esbranquiçadas que davam um charme sexy a mais e abaixo uma bucetinha rosada completamente carequinha numa virilha suadinha, uma bucetinha em formato de boquinha de golfinho... um tesão de ninfeta... onde Silmara sentada ao lado dela, falou:
- Dá uma viradinha pra ele ver essa bundinha linda que você tem, vai amor.
Ela foi girando, e Tiaguinho ali olhando ela e tocando punheta na sua benga:
- Puta que pariu, amor... que corpinho lindo e tesudo essa molequinha tem, hein... Parabéns, princesinha, você é toda linda.
Silmara: - Pois é, amor... e o sonho dela é dar esse corpinho pra um negão devorar... Mas ela só quer você. O meu negão. Safadinha ela, né?
Camilinha ria, louquinha de tesão ali peladinha diante do marido da empregada... sendo que ela disse:
- Gente, por favor. Não vamo demorar muito não, viu? Meus pais podem chegar cedo.
Nisso, vendo que ela queria mesmo, Tiaguinho disse:
- Então deita aqui e abre as pernas, gatinha, anda. Deixa eu chupar essa sua bucetinha.
Camilinha deitou na cama desse quente e abafado quartinho de empregados, abriu safado suas loiras pernas suadas enquanto o alto e encorpado mulato, todo envernizado de suor, apoiou suas grandes mãos por baixo das coxas dela e caiu de boca na bucetinha cor de rosa dela e começou a chupar... levando a moleca a se contorcer na cama, enlouquecida... ora olhando para baixo e se deliciando com os grossos lábios pretos do marido da sua empregada em constante movimentação, abrindo e fechando aos estalos enquanto mamava do rachadinho da xana dela ao grelinho... ora fazendo pressão e sugando... Camilinha não aguentou tanto e foi levada a um orgasmo absurdo em meio ao calor.
Ele chupava e metia dedo, deixando ela mais louquinha ainda... enquanto isso, Silmara se mostrava uma excitada voyeur:
- Tá gostando, amor? Qual o sabor dessa bucetinha novinha?
Tiaguinho disse:
- Quer saber? Vem aqui e bota tua boca também.
- mmmrr... afasta um pouco.
Silmara caiu de boca na xoxota suada da filha dos patrões com gosto... o esposo procurou espaço ao lado e chupou junto, duas bocas chupando a mesma bucetinha de Camilinha, e ela louca a se contorcer nessa cama e chegando a gozar de novo. Contudo, o negão foi erguendo seu avantajado corpo e se ajoelhou diante o dela deitada e de pernas abertas, onde ela assistiu ele encapando a sua benga com uma camisinha... ela até suspirou só em saber que ele iria a penetrar, e de tão ansiosa ela arfava com um certo medinho, enquanto Silmara pedia pra ele:
- Vai devagar, mozão, não vai rasgar a bucetinha da filha dos meus patrões não, viu?
Tiaguinho deitou por sobre ela, corpo mulato suado no corpo loirinho e igualmente suado da ninfeta, beijando a boquinha dela, ela abraçando ao redor do pescoço dele, um beijo babado e chupado de língua misturado ao sal do suor... enquanto ao lado, sua esposa Silmara se deliciava passando mãos em seus fartos peitos cor de chocolate e na sua buceta ao assistir ele beijando outra... e ele aproveitava a permissão da esposa e ia usando sua boca ainda mais no delicioso e cheiroso corpinho loiro da ninfeta, onde desceu pro pescoço suadinho dela cheio de pelugens esbranquiçadas de tão douradas, onde ele deixava até a saliva escorrer... e nessa pegada abaixou ainda mais seu rosto nela, dando uma boa mamada nos seus peitos formosos, levando ela a gemer se tremendo com a força e fome dos lábios pretos dele lhe abocanhando cada teta como se quisesse arranca-la... ele ficava tremendo a língua nos mamilos vermelhinhos e durinhos dela e ela acompanhando o rosto, a boca e a língua dele em seus peitos... nisso ele deu uma erguida em seu corpo avantajado por sobre ela, gotas de suor do rosto corpo dele pingaram no rostinho dela ali embaixo, e ele segurando seu pau por entre as pernas arreganhadas dela foi encaixando seu graúdo cabeção marrom escuro no rachadinho da macia e lisinha bucetinha dela... e Camilinha gemendo agoniada de ânsia e tesão... chegando a pedir de um jeito que dava dó:
- Devagar, devagar, por favor, por favor...
Tiaguinho não foi malvado e foi empurrando com a maior delicadeza a cabeça da sua rola por entre as pernas da ninfeta... que gemia ao sentir entrando:
- rraaammmrr, aaammrr, aaaahhaaaiiiirrr...
Silmara deitada ao lado dela, ficou acariciando os cabelos loiros dela e falando bem perto do ouvido dela:
- Finalmente, né, querida, você vai ter o que tanto quis... a rola do meu marido nessa sua bucetinha... Era isso o que você queria? Então aguenta, vai... aguenta que a pica do meu negão vai entrar bem gostosinho...
Camilinha se descontrolou a gemer e a revirar seus verdes olhinhos enquanto o marido da sua empregada, ali por sobre ela, por entre as pernas dela arreganhadas, ia mexendo seus quadris para baixo e para o alto, começando a movimentar a sua rola enfiada na bucetinha dela... a ninfeta de corpo quente exalando suor mal conseguia abrir seus olhinhos... de tanto que gemia puxando o ar... de repente ela sentiu os lados da sua bucetinha se alargando ao tempo em que sentia o cabeção lhe rasgando por dentro conforme descia e voltava, descia e voltava num movimento ainda leve conforme ele mexia os quadris domando a foda, apenas no começo... porém, o surpreendente aconteceu, Camilinha se tremeu entrando em estado de orgasmo... e Silmara do lado assistindo os tremeliques da menina:
- Caralho, olha isso... que safada... já tá gozando? Puta que o pariu, isso é que é vontade de dar pra um negão, viu. Quer mais, sua safada, quer? Vai, amor, mete a rola nessa danada que ela tá é gostando.
Camilinha, uma delícia de ninfeta, toda peladinha deitada nessa cama nos fundos da casa dos seus pais, no abafado quartinho de empregados, toda arreganhadinha dando a sua buceta pro marido negão da sua empregada, que aqui por cima dela e por entre suas pernas começou a aumentar a velocidade da sua benga, e conforme ele quicava ele respingava suor do seu mulato corpo no loiro corpo igualmente suadinho dela... com ela praticamente em transe, tamanho prazer, revirando seus verdes olhos e a cabeça na cama, gemendo de um jeito arfado, faltando o folego a cada movimento para trás e para baixo da pica preta lhe fodendo a bucetinha.
Tiaguinho começou a macetar mais e mais rápido, vendo que a moleca aguentava... e ela toda arreganhada só levando quicada de virilha suada entre as pernas, onde ela arranhava o peitoral suado do negão, mordia um ombro dele, sentindo um tesão em tom de desespero, onde ela se abria mais ainda de pés pra cima, e não falava nada, apenas gemia agoniada e se engasgava com seus próprios gemidos no vai e vem da tora preta lhe fodendo.
- rraaahhrr, rraaahhhrr.... rraahhhrr, rraahhhrr...
Silmara, ao lado: - Isso, amor, meetee, meetee, mete o pau nessa gatinha, meetee... ela queerr, é isso que ela queer... fode ela, foodee... ela sempre quis sentir teu pau...
Tiaguinho enquanto estocava entre as pernas da ninfetinha falou gemendo que ia gozar, Silmara então mandou ele gozar na carinha dela... ele saiu de entre as pernas dela rapidamente, arrancou a camisinha do seu pau enquanto Camilinha se sentou na cama e ele em pé na mesma, de pauzão preto na mão tocando uma punheta por sobre o rostinho dela virado pra cima começou a gemer agoniado e despejou vários tiros de esperma que foram dando um banho na carinha toda dela... que reagiu gemendo de tesão ao sentir o quente, branco e espesso líquido viscoso respingar e escorrer por entre olhos fechados, nariz, faces loiras coradas e em sua boca aberta com a língua estendida... Camilinha ria toda safada de cara esporrada... Silmara agarrou ela e começou a lamber todo o seu rosto suado e esporrado... retirando a porra do marido e em seguida beijou ardentemente a boca da princesinha, passando pra boquinha dela um tanto desse esperma...
Ele desceu da cama, corpo nu mulato pingando suor, e ainda gemendo pós violenta gozada, sofrendo espasmos, onde teve seu preto pau suado e todo melado agarrado e chupado pelas duas ali ajoelhadas e peladas lado a lado na cama, a putaria estava ainda mais forte e safada, Camilinha se sentia completamente a vontade, solta, desinibida, de mão na rola preta do marido da empregada da sua casa enquanto mamava com força junto com ela, que subiam e desciam suas bocas em direções contrárias em todo o cacetão preto pulsando de duro... duas mãos pegando no pau juntas, masturbando juntas, bocas morena e rosada, ora a esposa mamava na cabeça marrom escura, ora a patricinha descia seu rosto lá embaixo das pernas dele e passava a lambida nas bolas pretas suadas e com pelos crespos dele... como também as duas passavam frequentemente suas línguas juntas em toda a extensão do pau preto, chegando a mamar na cabeça ao mesmo tempo... rindo, brincando, banhadas de suor, gemendo, loucas... a negra empregada, a loira filha patricinha dos patrões e o negão marido da empregada, três safados.
Silmara por sua vez não ficou só de expectadora, ela mandou o maridão deitar na cama e montou com gosto no pau dele... onde a negra faceira mostrou todo o gingado e requebrado dos seus quadris num remelexo sexy e veloz enquanto galopava montada na virilha do marido, fazendo seus peitões marrons chocolate saltitarem alto, botando pra foder com força o pauzão preto dele com a sua buceta gulosa:
- Tá vendo, moleecaa... é assim, ó... é assiimmrr, é assimmm que eu fodo o pauzão do meu maridiinhooorr, rraammrr, rraammr, que deliiiciiiaaa... que delicia de roolaaa, aaiimmrr, aaiimmrr, aaii caraalho, como é bom sentar nesse pauzão preetooo, rraammmr, rrammrr... eu vou goozaaarr, eu vou goozaarr...
... e nossa, que galope delicioso de se ver, Camilinha ali ao lado na cama ficou apalpando seus próprios peitos formosos e suados, de mamilos vermelhos espetados e com a outra mão entre pernas loiras abertas tocando uma bela siririca na sua xoxota carequinha, gemendo de tesão com a aula de cavalgada que a sua empregada aqui dava no marido... a danadinha gozou gostoso, gemendo e se tremendo na sua siririca, louca de tesão e de vontade de fazer o mesmo... Silmara desmontou do pau do marido e chamou ela:
- Vem, moleca, mostra pro meu negão que tu sabe montar. Vem.
Camilinha falava quase nada, apenas ria, gemia e arfava de puro prazer, tomada e arrebatada com toda essa putaria à três rolando nos fundos da sua casa enquanto os pais trabalhavam, um dia comum de verão Carioca, transformado num dia infernal de orgia... ela, a empregada e seu marido negão. A ninfeta montou gemendo e sentindo tremedeiras de espasmos enquanto ia sentando na pica preta de Tiaguinho ali deitado na cama... e com a ajuda de Silmara, que segurou o pauzão preto do seu macho enquanto pedia:
- Isso, levanta mais a bundinha, querida... assim, vai descendo agora, devagar... isso, não senta de uma vez não... Para, para, assim, deixa que eu coloco a ponta na sua bucetinha... iissoo... agora vem, desce... desce mais, desce... iissoo... aaiii que bucetinha mais gulosa, olha isso, tá engolindo o pauzão do meu marido.
A ninfeta toda arrebitadinha na virilha do negão deitado, gemendo toda manhosa, toda dengosa e tendo um surto de arrepios e tremeliques no corpo suado enquanto sentia sua pombinha rosa engolindo a benga do negão... e Silmara alisando a suada bundinha loira dela:
- Vai rebolando, querida, vai rebolando que a sua xoxota engole mais, vai...
Camilinha montada jogava seu rosto pro alto, ia deitando para trás toda curvada numa explosão de tesão enquanto movimentava seus quadris galopando, sentindo aquela rola enorme enfiada por baixo de suas pernas... gemendo muito manhosa, jogando seus encharcados cabelos lisos e loiros pra um lado e outro... e Tiaguinho deitado só assistindo as expressões e reações da ninfeta ali fodendo montada em seu pau, onde ele ia passando as mãos nela, pelas suas coxas loiras suadas, agarrando seus peitos formosos e os apalpando... e a moleca começando então a galopar mais e mais rápido... enlouquecendo aos gemidos gritados...
- RRAAAHHHRR, RRAAHHHRR, RRAAHHHRR...
A suada bundinha loira da ninfeta subia e descia num galope sexy, toda lindinha e cheia de expressões em seu corado rostinho de dor e muito prazer, com seus olhinhos ora revirando, ora apertados, boquinha sempre aberta, gemendo de um jeitinho tão dengoso, sua vozinha chegava a falhar, ela soluçava gemidos, mexendo freneticamente seus quadris, sentando na pica, sentando, sentando, sentando... ela estava em transe sentindo a sua buceta agasalhando esse pau preto que tanto era o motivo da imaginação dela, e que aqui estava duro e em pé por baixo dela enquanto ela ia se movimentando de cima para baixo, quicando, quicando... até que rapidamente ela deu uma gozada que lhe fez tremer agoniadamente...
Camilinha desabou na cama ao lado em estado de convulsões, gemendo e puxando o ar, a temperatura abafada do quarto junto ao seu quente corpo encharcado de suor só aumentava nela a sensação de agonia... consumida por um orgasmo arrebatador... Silmara teve que ficar ao lado dela, acalmando ela, passando mãos no corpo loiro dela todo brilhando de tão suado, chegou a pedir pro marido ir correndo buscar água e um ventilador. Silmara temeu aqui da filha dos patrões estar tendo um mal súbito por conta não somente do calor que fazia no quartinho, mas pela intensidade do orgasmo sentido.
Tiaguinho voltou pro quarto minutos depois trazendo uma jarra gelada de água junto a copos numa bandeja e na outra mão um ventilador.
Foram alguns minutos de descanso, onde vieram as risadas, a resenha safada, todos ainda pelados. Silmara perguntou se a ninfeta queria mais. Ela disse:
- Que hora é essa? Depende, meus pais chegam às 18 horas.
Silmara: - Eu tenho umas coisas pra fazer. Melhor a gente parar.
Durante o banho, no banheiro do seu quarto, a ninfeta Camilinha era só sorrisos de felicidade, e enquanto esfregava seu loiro corpinho nu debaixo da água do chuveiro, se passando um sabonete, ela ia relembrando de toda a putaria vivida a minutos atrás nos fundos da sua casa, naquele infernal quartinho de empregados. A moleca chegou até a se masturbar aqui no banho, relembrando de cada canto do corpo mulato do marido da sua empregada. Principalmente da rola dele... Camilinha gozou com dedinhos enfiados e soando sua bucetinha.
Depois que seus pais chegaram, o expediente de Silmara acabou, sendo que Camilinha fez questão de ir pro terraço acompanhar Silmara indo embora, montando na garupa da moto do seu marido Tiaguinho, onde ela se despediu deles com um tchauzinho e uma piscadinha em sinal de agradecimento por eles dois terem realizado o seu fetiche.
Porém, como foi dito lá atrás, Camilinha estava em época de férias escolar. E por ser uma menina de pais ricos, poderia estar em uma cidade qualquer da Europa, esquiando nos Alpes, passeando de iate em uma praia em Ibiza, ou até mesmo relaxando na casa de campo dos avós... mas não... ela preferiu passar todos os dias enquanto durasse suas férias em casa mesmo e por um único motivo.
Tanto que, na manhã do dia seguinte, no mesmo quartinho dos fundos da sua imensa casa, na mesma cama... Camilinha voltou a entrar na rola preta do marido da sua empregada, e agora de quatro, onde ela estava sendo feita de cadelinha por ele, a puxando com força com uma mão num quadril e a outra nos cabelos dela, pra ela permanecer bem arrebitada enquanto ele dava-lhe uma sapecada de virilha na sua bundinha loira sem dó nem piedade... onde a cada lapada de virilha era um gemido que a moleca dava em tom de choro, sentindo a potente rola do negão lhe arregaçando a bucetinha num entra e sai frenético... arremessando ela pra frente enquanto ela gemia tal qual uma cadela cansada ao mesmo tempo gozando, gozando, gozando, a rola entrando veloz e ela gozando... e sendo observada pelos atentos olhos da empregada, a negra e gostosa Silmara, sentada na mesma cama, pelada e se masturbando gostoso enquanto incitava:
- Quer a rola do meu macho, sua safada, então toomaa, toomaa, toma rola, toomaa...
No dia seguinte Tiaguinho só veio deixar a esposa Silmara e não entrou para a tristeza de Camilinha... Sendo que Silmara alegou a ela que o esposo tinha um compromisso de trabalho, mas o convite pra vir no outro dia ficou em aberto... tanto que no outro dia ele estava aqui, com seus pretos lábios chupando gulosamente os loiros peitos da ninfeta Camilinha, que requebrava seus quadris num sexy galope ritmado, montada de frente no colo dele, mexendo sua delícia de bundinha loira pra cima e pra baixo enquanto a cada sentada fodia o pauzão preto dele com a sua bucetinha... Silmara dessa vez não estava pelada e nem se tocando, pois ela estava aqui e ali andando perto da porta, olhando para fora, vigiando para ver se o segurança ou o motorista da casa não aparecia, afinal, a foda estava sendo no sofá da sala e Camilinha estava gemendo muito.
No quarto dia, mais um dia em que o marido da empregada não passou do portão... quer dizer, ele veio apenas deixar a esposa Silmara de moto e logo foi embora, e lá pro final da tarde ele voltou pra buscar ela... E Camilinha viu a duas vezes que ele veio, mas o que ela queria que ele fizesse, ele não fez, que foi entrar em sua casa pra lhe comer. E essa ausência dele deixou a ninfetinha estressada, pois ela já tinha dito pra sua empregada, Silmara, que iria querer o marido dela todos os dias até acabar suas férias. Na verdade Silmara notou que a danadinha da filha dos patrões estava viciada na rola preta do seu marido e quis dar uma controlada nela. É tipo quando você dá um doce pra uma criança e a acriança só quer comer esse doce todo dia.
Sendo assim, no quinto dia, sexta-feira, Tiaguinho também não entrou na casa, a pedido da esposa Silmara, pra mostrar pra ninfeta possessiva que não era assim sempre quando ela quisesse.
Sábado e domingo foram uma tortura para Camilinha em casa, pois seus pais não tinham trabalho, e claro, são dias onde eles naturalmente ficam em casa, e pra piorar são dias em que a casa fica lotada com tios, primos, crianças... a parentada toda... e Camilinha ali, morrendo de saudade da vara do negão, marido da sua empregada. Nisso Camilinha chegou Em Silmara de forma discreta, num canto, e pediu por favor pra que ela trouxesse seu marido mais uma vez para dentro de casa da próxima vez que ele viesse trabalhar. Silmara apenas ria da carinha mimada e possessiva da filhinha dos patrões e apenas pedia calma a moleca.
A semana que entrou era a derradeira das férias de Camilinha, e ela queria dar mais umazinha com o marido da empregada antes de voltar a rotina das aulas, porque aí seria mais difícil de foder com ele porque normalmente em período de aula ela passa o dia todo fora de casa e só volta no final da tarde.
Passou segunda, terça, quarta, quinta... e em todos esses dias a ninfeta Camilinha teve que se contentar em apenas ver Tiaguinho de longe, do portão, trazendo sua esposa e empregada Silmara e indo logo embora em sua moto. A amizade entre elas deu até uma esfriada, Camilinha nem ia mais na cozinha ficar de conversa na maior descontração com Silmara, pois via que ela estava distanciando seu marido dela.
Na sexta-feira, de manhã, Camilinha só saiu da cama quando acordou pra tomar seu café, nem cumprimentou Silmara, muito menos ficou na cozinha de papo com ela. Silmara, por sua vez, falou pra ela que iria dar uma saída pra pagar umas contas atrasadas dela na loteria e voltaria logo. Camilinha nem ligou e já voltou pra dentro do seu quarto.
Porém... eis que uns 20 minutos depois batem na sua porta, ela foi abrir meio que a contragosto, desanimada e tal... e ao abrir ela dá de cara com um negão vestido numa farda de eletricista da RioLuz, todo de macacão e botas... rindo pra ela com uma cara safada, perguntando se podia entrar... O rosto da ninfeta é arrebatado por um sorriso de orelha a orelha, seu coração dispara a bater de pura empolgação... era ele, o marido da empregada, Tiaguinho, parado diante sua porta e trajado assim, afinal, ele não estava vindo comer ela justamente porque estava trabalhando. E ela disse:
- A Silmara não tá, ela saiu... não quer esperar ela voltar?
- Não precisa... ela quem disse pra quando eu viesse, pra vir direto te procurar.
- Então entra.
Assim que ele entrou no quarto dela, ela fechou a porta, Tiaguinho pegou ela de jeito num abraço a erguendo do chão e a beijando a boca com força... fazendo a ninfeta abraçada ao redor do pescoço dele gemer agoniada de tesão e saudade que estava dele, e tal saudade não tem absolutamente nada a ver com amor ou paixão, nada disso, Camilinha sentia pelo marido da sua empregada apenas e somente tesão, apelo sexual, fetiche... Ele com ela em seus braços arremessou-a na sua enorme e macia cama, mandando:
- Tira a roupa.
E já pelados, Camilinha gemia extremamente louca de tesão enquanto olhava ao vivo e a cores depois de muitos dias aquela rola preta do marido da sua empregada bem ali, dura, pulsando na virilha dele. Onde ele se aproximou dela, ela sentou na cama, ele colocou uma mão na cabeça dela e a puxou ao encontro da sua benga, a qual ela agarrou com uma mão e abocanhou... chupando gulosa e eufórica enquanto gemia...
Tiaguinho gemia urrando de prazer enquanto olhava pra baixo e via a carinha dessa ninfeta, toda corada e a boquinha delicada dela com seus lábios cor de rosa abarcando a cabeça marrom da sua rola preta e se mexendo para trás e pra frente enquanto engolia alguns centímetros além da cabeça numa mamada muito mais gulosa e devassa que da vez que ela chupou ele junto com a esposa dele. Ele, inclusive, estava aproveitando a ausência da sua esposa pra falar o que pensava:
- Safadinha, desde o primeiro dia que eu te vi eu senti vontade de te comer, sabia? Chuuupaaa, chuupaa, iissoo, engole meu pau, gatinha, vai... Quer beber meu leitinho, quer? Então me chupa com força até eu gozar, vaaii.
Camilinha parecia até mais ousada e safada na ausência da esposa dele, onde ela botou pra esfolar a rola preta do negão, de tanto que chupou com força... Mas antes que ele gozasse na boquinha dela, Tiaguinho pegou ela e a fez se virar de costas pra ele:
- De quatro, anda.
Ela já havia sido deliciosamente comida de quatro por ele em outra oportunidade, tanto que aqui ela se ajeitou de joelhos e mãos na cama, arrebitando sua bundinha loira bem safado... olhando toda alegre e rindo faceira pra ele por sobre um ombro, rebolando, chamando ele... Tiaguinho batia punheta em seu porrete preto enquanto comia com os olhos ela por trás:
- Caralho, que bunda linda você tem, princesa... Essa sua xoxotinha... esse seu cu vermelhinho... Como você é gostosa de quatro. Vou te meter forte, sabia?
Ela: - Nossa, Tiaguinho, como tu é safado sem a tua mulher, hein? Melhor ser gentil comigo, se não digo pra ela, rsrsrs...
Ele: - Claro que vou ser gentil com você, gatinha, pois uma princesa como você, tão linda assim, merece ser comida sem pressa.... Vem aqui, anda.
Ele ajoelhou na cama dela e agarrando a bela bunda loira dela caiu de cara... enchendo as duas redondas nádegas loiras dela de beijos, lambidas e chupadas, até arreganha-la com as duas mãos e mergulhar de rosto no meio com passadas de língua tão fortes que a moleca se agoniou a se tremer de forma compulsiva. Pois o foco do negão era o vermelho cuzinho da ninfeta... onde a cada lambida bem em cima ele revirava os olhos gemendo de tesão pelo cu dessa moleca. Um cu tão delicioso de lamber que ele perdeu a noção da quantidade de lambidas que deu... e Camilinha parecendo que estava tendo um surto epilético de tanto se tremer e espasmar... de loira pele todinha arrepiada, ventre gelado, peitos inchados e mamilos doloridos de tão endurecidos... e claro, a sua bucetinha careca e cor de rosa ali por baixo dela de quatro tremia e expelia suco direto.
Camilinha chegou a colocar uma mão sua por baixo de si de quatro e tocou uma siririca no grelinho da sua rosada e careca buceta enquanto completamente enlouquecida se entregava e curtia o caprichado sexo oral que o marido da empregada dava em seu cuzinho. Onde os lábios grossos e pretos dele mamavam no meio da sua bunda, chupando estalado seu cu, com a língua dele rodeando suas vermelhas preguinhas que piscavam descontroladas, e quando ele enfiava essa língua dele endurecida dentro do cuzinho dela e socava, socava, socava... a ninfeta sentia ânsia de orgasmo, bambeando as pernas numa explosão de prazer tão grande que ela não se aguentava mais, tamanho tesão que essa chupada lhe causava. O negão fez do cuzinho de Camilinha um delicioso sorvete.
A moleca nada conseguia falar de tanto que apenas gemia descontrolada de prazer enquanto gozava na siririca que se dava, ao mesmo tempo sentindo as mãos do negão lhe agarrando a bunda, onde o rosto dele se movia entre suas nádegas conforme ele lambia e socava a língua dele em seu cuzinho.
Camilinha ficou tão lombrada desse orgasmo que se tremeu toda... foi então que Tiaguinho se aproveitou da lerdeza da ninfetinha e se ergueu por trás dela ainda de quatro, a segurando com a sua mão esquerda no quadril esquerdo dela enquanto a sua mão direita empunhava seu pau preto, o qual encaixou sua graúda cabeça marrom bem no salivado cuzinho da filhinha dos patrões da sua esposa e foi empurrando:
- Nããooo, no cu não, no cuu nããooo, ai ai aaaaiiiimmmmrrr...
O negão não quis nem saber se o cu dela era virgem ou não, cravou seu colosso preto no meio da bundinha empinadinha da ninfeta e debruçou de quatro por sobre ela também de quatro para ela ficar quietinha, tipo um cão Rottweiler por sobre uma cadelinha branquinha... e começou a movimentar seus quadris e sua bundona preta pra trás e pra frente enquanto ia fazendo ela chorar de dor ali por baixo dele, sentindo toda a potencia da rola do negão lhe empalando o meio da bunda... e ele por sobre ela ia chupando com seus pretos e grossos lábios o lado direito do cheiroso pescoço dela cheio de pelugens aloiradas, lhe passando a língua na orelha, como também chupando essa mesma orelhinha e mais abaixo cravou o chupão babado no seu ombro direito levando ela a gemer toda manhosa...
Camilinha se ardia toda: - Tiiraa, tiiiraaa, aaaiimmrr, aaiii, aaii tá doeendoooo, aaii meu cuuu...
E o negão esnobava o sofrimento da ninfeta e seguiu domando ela de quatro por sobre as costas dela igualmente de quatro enquanto ia movimentando seus quadris e metendo a vara preta no macio, quentinho e apertado cuzinho dela... contudo, ele deu uma puxada no pau e ainda de quatro por sobre ela, segurando seu pau, ele deu uma esfregada com a sua cabeça marrom na xoxotinha dela mais abaixo e meteu... a danadinha logo parou de chorar de dor e gemeu de tesão, de prazer ao sentir a cabeça graúda da benga dele, junto a alguns centímetros lhe rompendo as paredes vaginais... Tiaguinho se ergueu ajoelhado por trás dela, ainda a mantendo de quatro e com seu mastro escuro engatado na rosada bucetinha dela, a puxando pelos quadris com toda a força e a jogando com mais força ainda para frente a cada lapada seca de virilha na bundinha loira dela que se tremia toda enquanto ele botava pra arregaçar a xoxota dela com uma surra de pirocada preta sem tirar de dentro numa velocidade frenética, dando um sacode nela ao ponto dos seus gemidos soluçarem estremecidos ao som de TAP TAP TAP TAP TAP da virilha mulata dele batendo, batendo, batendo...
Tiaguinho estava grosseiro, estúpido e violento com ela como não foi das vezes em que comeu ela na frente da esposa, parecia mais um estupro conforme ele domava ela de quatro com uma mão num quadril dela e a outra a puxando pelos cabelos pra manter ela toda arrebitada pra ele bater, bater, bater com toda a força a sua virilha por trás dela sem dó nem piedade, fazendo Camilinha gritar e gritar, onde ele de repente aumentava ainda mais a velocidade levando a ninfeta a ter ânsia de desmaio... porém, ela se deixava ser fodida assim por ele, pois no meio de todo esse sacode e de tão agressivas estocadas de rola em sua buceta, seu rostinho de ninfeta estava tomado por expressões do mais puro e intenso prazer... olhinhos verdes lacrimejados revirando e sua boquinha constantemente aberta enquanto gemia arfado tal qual uma cadela cansada, gozando, gozando... gozando... e tome rola, tome rola.. tome, tome...
Ele só parou pra poder tirar seu pau e voltar e meter no meio do rabinho loiro dela... pois comer uma gatinha dessa de quatro, ficar o tempo todo olhando de cima, admirando a delícia e lindeza que é a bundinha loira dela, toda aberta pra ele parecendo um coração enquanto ele faz suas redondas nádegas tremerem com a sua virilha batendo... impossível não querer meter o pau no meio... sem falar que o tesudo cuzinho vermelhinho dela chama rola... Camilinha por sua vez voltou a chorar de dor ao sentir seu cu sendo empurrado para dentro da sua bunda pela cabeça marrom daquela rola preta bem dotada do marido da sua empregada... e ele nem ligou pras dores e pro choro dela, pegou a ninfetinha de jeito pelos quadris, a puxou e reiniciou a enrabada que ele tinha interrompido pra foder a xoxota dela... sendo que enquanto ele mandava ver seu pau no cu da gatinha, ele confessou gemendo de prazer:
- Pode chorar, gatinha linda, chooraa, chooraa... Pois eu só vim aqui pra comer essa tua bundinha linda, sabia? Eu vim aqui pra isso mesmo, gatinha... rraaammrr, rraammrr, rraammrr...
De um lado o negão gemendo de prazer ao sentir o seu pau enfiado e em constante movimentação no cuzinho apertado de uma bunda loira tão gostosa... e do outro Camilinha, de quatro, presa a ele pelos quadris domados e sendo puxada enquanto chorava de dor ao sentir constantemente a movimentação da bem dotada rola desse negão em seu cu...
Num arremate final, o negão usou de todo o seu domínio pra puxar ainda mais firme e forte a ninfeta pelos quadris e socou sem dó, chegando a bater virilha na raba da ninfeta, transformando um fechado cuzinho vermelho num rombo coberto de sangue, onde ela gritava nesse seu quarto tal qual uma prostituta, já ele urrava, delirava, sentindo todo o tesão de comer um rabo tão gostoso como era esse de Camilinha... empurrando tão forte que ela suplicava chorando pra ele parar... até que ele parou se tremendo e mantendo a ponta do seu pau ainda enfiada enquanto gozava desabando de bruços por sobre ela deitada igualmente de bruços na sua molhada e amarrotada cama...
Quando enfim ele saiu de cima dela, a coitada pôde respirar de alivio... onde permaneceu com seu loiro corpinho ali deitado, abraçada a um travesseiro, toda suada, ofegante, ainda chorando... e no meio da sua bunda aberta o seu cuzinho, que naturalmente é vermelho, estava aqui vermelho de sangue e expelindo porra enquanto piscava arrombado.
Tiaguinho vestiu seu uniforme de eletricista da RioLuz e foi deixando o quarto da ninfeta sem sequer dar um tchau pra ela.
De fato foi a última foda dela com o marido da empregada, aliás, Camilinha até se assustou ao descobrir que a vinda dele em sua casa na ausência da esposa e empregada Silmara foi sem ela saber. Pois Silmara não queria mais que o esposo fodesse a filha dos patrões. Camilinha nem chegou a comentar nada para Silmara sobre essa foda para evitar confusão, até porque ela desapegou do Tiaguinho depois que ela teve o que queria, uma última vez com ele, uma despedida após saciar seu fetiche por ele.
Camilinha seguiu sua vida e sua rotina de menina rica, a amizade com Silmara rolou naturalmente sem treta e rusgas. Já Silmara continuou vindo trabalhar todos os dias sendo trazida de moto por seu marido Tiaguinho... Camilinha, aliás, estava animada pra volta as aulas, principalmente ao ver Robert... o novo motorista da família... alto, forte, jovem... e mulato.
FIM!
Obrigada e comentem, por favor.