A noiva infiel – Parte 01



Lívia, de 24 anos, loira, gaúcha, estava aqui de mãos dadas com seu futuro esposo, o carioca Filipe, de 27... Ela é gaúcha de Caxias do Sul, ele trabalha em Porto Alegre e conheceu Lívia por lá, namorou por um ano e, sem pensar muito noivou e já planeja sua vida de casado com ela lá mesmo em Porto Alegre, pois o homem está perdidamente apaixonado pela loira.

Filipe raramente vem ao Rio visitar os pais por conta da rotina puxada de trabalho em Porto Alegre, onde ele tem uma pequena empresa, mas aqui era a primeira vez que ele conseguiu um tempo maior de folga para trazer sua noiva e apresenta-la pessoalmente aos pais e família, e que só conheciam ela por fotos e chamadas on line.

Era um domingo pela manhã, ele chegou com ela de Uber na rua da casa da sua família, no Méier, zona norte do Rio, carregando algumas malas para ficar por uns dias para não só curtir a família, mas passear com a noiva que nunca veio ao Rio.


A loira estava deliciosa num vestidinho estampado no meio de suas torneadas coxas pálidas, porém colado ao seu formoso corpo cheio de curvas, onde sobressaltava a sua bela bunda empinada movimentando-se num sutil rebolado e com seus pálidos peitos grandes, com algumas sardas que davam um sexy charme, saltitando em seu decote a cada passo em seus saltos baixos na calçada. Seus loiros e lisos cabelos compridos soltos brilhavam ao sol do Rio ao tempo em que esvoaçavam por conta do dia de vento nessa manhã de domingo, nos seus verdes olhos um óculos escuros, na sua boca carnuda um discreto batom cor dos seus rosados lábios e nenhuma maquiagem em seu rosto angelical pálido de faces naturalmente coradas. Filipe também era bonito, um típico moreno carioca de pele clara, olhos caramelados, sorriso faceiro e sotaque carregado.


E logo ao chegar ele parou numa calçada para cumprimentar Vitor, ou Vitão, um vizinho e amigo de infância... Filipe e Vitão se cumprimentaram com um abraço entre sorrisos de pura amizade e logo ele apresentou sua futura esposa Lívia a ele, que a cumprimentou gentilmente e vendo que a noiva do amigo era uma gata, preferiu não fazer nenhum elogio a ela por respeito ao amigo. Nisso, os dois amigos começaram aqui uma conversa animada... e enquanto isso, ao lado, a noiva Lívia passava mãos em seus soltos cabelos loiros lisos esvoaçando ao vento ao tempo em que por trás de seus óculos escuros os seus verdes olhos olhavam pro amigo do noivo dos pés ao rosto enquanto ela pensava, tipo:


“Puta que o pariu, que negão gostoso da porra. Acho que acabei de molhar minha calcinha. Meu Deus, nem passava pela minha cabeça do Filipe ter um amigo tão gostoso assim. Deve ter a idade dele... Não tô vendo aliança... Meu Deus, que delícia de negão... Olha esse peito malhado, olha essa barriga... esses braços... aaii meu Deus, melhor não olhar muito se não o Filipe nota... Nunca fiquei com um negão. Esse eu pegava fácil... e essa carinha safada dele não me engana, já olhou até pros meus peitos. Que safado. Pensa que eu não vi?... E ele tem uma cara de quem sabe pegar uma mulher de jeito, de quem mete gostoso... E essa bermuda abaixada mostrando a virilha. Será que ele tá usando cueca? Aliás, isso deve ter uma rola enorme, claro que tem, um negão desse tamanho... aaiii, caralho, só de pensar na rola dele dentro dessa bermuda me dá até água na boca... Te acalma, Lívia, te acalma, teu noivo tá bem aqui do teu lado... tu tá muito excitada. Puta merda, tá me dando uma vontade de mamar nesse negão agora. Já pensou eu de quatro e ele me pegando por trás? Vou encarar ele nos olhos pra vê se ele nota que fiquei a fim dele... iisso... olha pra mim, negão gostoso... olha mais... isso... ele tá notando. Delícia.”


Filipe deu um até logo pro amigo Vitão, ela também deu um tchauzinho pra ele com um discreto sorriso e junto o casal foi adiante rumo a casa dos pais de Filipe.


Já em casa, ou melhor, na casa dos seus pais e família, Filipe adentra de mãos dadas com a noiva e vira o centro das atenções de todos, entre risos, abraços... e o detalhe, a casa está lotada, pois além dos seus pais, dona Carmen e seu Cristiano, de seus dois irmãos mais novos, Yuri e Fernanda, estavam presentes três tios por parte de pai e duas tias por parte de mãe, cada qual com seus filhos e alguns netos.


Era basicamente um almoço surpresa de noivado em homenagem ao filho e a sua noiva Lívia, onde a mãe dele, dona Carmen, junto a algumas tias, estavam na cozinha preparando a comida, e no espaçoso quintal, o pai, seu Cristiano, cuidava do churrasco enquanto conversava com os tios e o filhão Filipe. A criançada corria pela casa fazendo o maior barulho enquanto o cachorro vira-lata latia e corria junto, os mais jovens conversavam de celular na mão... e diante desse cenário estava a noiva, a bela e loira Lívia, pela primeira vez conhecendo a casa do noivo e a todos... sentada ao lado de Filipe, de coxas cruzadas e na mão seu celular, aqui e ali passando as mãos em seus cabelos, jogando pra um lado e outro, tendo que rir, que ser simpática, e principalmente tendo que disfarçar os olhares que ela estava recebendo de todos os homens presentes, sejam adolescentes, rapazes ou maduros... Todos que passavam por ela davam uma espiada nela descruzando e cruzando coxas, e no seu decote mostrando o repartido dos seus peitões loiros.


E claro, ela também prestava atenção com seus atentos olhos verdes:


“Nossa, os homens da família do Filipe são bonitões, hein? O pai dele parece com ele, e ainda tá novo... até o irmão caçula dele é gatinho, e é bem safadinho também, tá só olhando pros meus peitos, rsrsrs... E a irmã dele, hein? Não me engana, novinha mas tem uma cara de sapatinha, o corte de cabelo dela, o jeito que ela tá trajada parecendo um rapazinho... tenho certeza, pois vi ela olhando pras minhas coxas, safada, deve tá imaginando minha buceta, rsrsr.... se ela souber que eu já fiquei com mulher também, rsrsr... inclusive, ninguém chupa uma buceta como uma sapata, se ela der mole eu dou a minha pra ela chupar, não tenho preconceito rsrsr... Aquele tio dele ali, o tal de Evair, tem uma cara de canalha, não para de me encarar, e não tira esse sorriso cínico da cara enquanto me olha, me parece nojento, asqueroso, não gostei... Mas eu gostei mesmo foi daquele outro ali, o coroa barbudinho do braço tatuado, o tal de Arthur, me parece que esse é o nome dele, que coroa gostoso, hein? Esse eu pegava, rsrsrs. A mulherada tá tudo desconfiada do lado dos seus machos, kkkk, tudo enciumada kkk... tô nem aí, posso fazer nada se os machos delas ficam me olhando... aliás, pena que o amigo dele, o tal de Vitão não tá aqui, aquele negão gostoso... aaii, meu Deus, tenho que me comportar, tentar não pensar em besteira... vai ser difícil, eu gosto de macho. Gosto que eles me olhem.”


O certo é que a cada parente que Filipe apresentava a sua querida noiva, ela notava um olhar diferente, tipo: das mulheres era de desconfiança e até inveja, por parte dos homens era de desejo, de tesão mesmo, embora eles fossem discretos,,, quer dizer, menos um dos tios dele, Evair, que ao cumprimenta-la não só mergulhou os olhos no meio dos peitões dela em seu decote, como disse pro sobrinho Filipe:


- Rapaz, acho que eu vou passar uns dias no Sul também, viu, rsrsr... pra ver se tenho sorte que nem tu, moleque, rsrsr”


Mesmo com a esposa dele ali perto ele mandou uma dessas, e na frente do Filipe, que apenas riu amarelo... Lívia gostou por dentro, mas por fora ficou calada, pois mesmo gostando de ser desejada, ela achou esse tio Evair bem folgado. Ela curte flertar em discrição e com quem ela mesma escolhe. Sem que seu noivo e ninguém note. Isso é o que mexe com a sua libido.


E por falar em parente folgado, os primos de Filipe, tanto da mesma idade dele, como os mais novinhos, também não perdiam a oportunidade de dar umas olhadas pra ela, vez em quando Lívia notava um e outro apontando o celular disfarçadamente pra ela e fazendo filmagens, seja do seu decote mostrando a formosura dos seus peitões loiros, como pegando ela por trás e filmando sua bunda. E ela pensando:


“Bando de tarado. Ficam filmando minha bunda pra depois bater punheta escondido das esposas. Se eles soubessem que eu sou louquinha por um anal eles iam ficar mais tarados ainda pela minha bunda, rsrsr... Tô nem aí, podem me filmar e desejar a vontade. Até porque só come a minha bunda quem eu quero, rsrsrs... Gosto que me olhem, que pensem em mim. Isso me excita.”


Mas não tinha como não olhar, a gaúcha tinha uma bela raba redonda e empinada tão bem moldada pelo tecido colado do seu vestidinho, onde aqui e ali ela mesma tinha que descer as pontas pro danado não subir e mostrar demais. E assim ela ia transitando nessa casa cheia de parentes do noivo. Onde todos comiam ela por pensamento. Todos cheios de gracinhas, sorrisinhos safados, elogios a ela... tudo de pau duro.


O domingo foi longo, a noite chegou, e Filipe se acomodou em um dos quartos com a noiva Lívia. Quarto que era dele mesmo quando ele ainda morava com os pais, e que sempre fica arrumado esperando por ele vir quando quiser. E aqui a sua loira e gostosa esposa gaúcha começou a tirar sua roupa, ficando peladinha enquanto conversava com ele, que também tirava sua roupa e colocava um short e chinelos... Lívia saiu quarto afora só com uma toalha enrolada em seu loiro corpo rumo ao banheiro que ficava no final de um corredor entre os quartos dos irmãos e dos pais. Sendo que assim que ela foi passando ao lado do quarto do irmão caçula do noivo, Yuri, ela deu uma espiadinha por sobre um ombro seu e notou a carinha dele espreitando por entre a porta dele semiaberta... Lívia entrou no pequeno e aconchegante banheiro, e antes de fechar a porta ela simplesmente tirou a toalha do seu corpo, sabendo que o moleque estava ali de rosto diante da porta do quarto dele, espiando, onde deixou ele ver a sua bela bunda branca.


E quando ela fechou a porta e foi em direção ao chuveiro, ela olhou para a fresta por baixo da porta e notou uma sombra... como se alguém tivesse encostado do lado de fora. E claro, ela já pensou:


“Que filho da puta mais tarado esse moleque... Será que ele tá vendo alguma coisa aqui dentro? Deve tá, se não ele não ia ficar parado assim. Ah, tô nem aí, já mostrei a bunda mesmo pra ele, rsrsr... pode se acabar na punheta a vontade, querido.”


O chuveiro ao fundo ficava de frente para a porta, e assim Lívia fez questão de abrir a cortina de plástico todinha justamente pro irmão dele, ali por trás da porta, lhe espiar a vontade. E assim ela foi se molhando, passando mãos em seus peitões loiros os quais sacudiam e eram amassados conforme ela os apalpava esfregando, deslizando mãos em seu corpo todo enquanto o ensaboava, dando uma bela esfregada na sua rosada, carnuda e careca buceta, passando dedos entre os lábios... virando de costas e esfregando sua bunda, com direito a dedadinha no cu pra lavar por dentro, afinal, ela adora anal e o seu noivo vira e mexe quer lamber seu cu, sendo assim ela tem que ficar com ele sempre limpinho... e assim ela seguiu seu banho, o tempo todo olhando ali pra porta e vendo claramente a movimentação daquela sombra pela fresta por baixo, deixando evidente que o irmão dele estava parado por trás vendo ela banhar.


E ao final do banho, ela pegou sua toalha, se enxugou toda, a enrolou no corpo e foi de frente pra porta, observando a luz passando por baixo pela fresta mostrando que não tinha mais sombra ali. Ela abriu a porta e nada, vazio. Passou ao lado do quarto do irmão caçula do noivo e adiante da porta ela parou e esperou, e depois de um minuto ela dá de cara com o moleque abrindo sua porta de seu quarto e colocando o rosto pra fora, sendo flagrado por ela, só de toalha em seu corpo e olhando pra ele de braços cruzados. Mas logo o moleque puxou o rosto pra dentro do seu quarto e trancou sua porta.


Lívia entrou no quarto do noivo, ele estava ali deitado na cama, por sobre travesseiros e com seu celular em mãos, ela deixou a toalha cair, foi subindo na cama e indo em direção a ele engatinhando de quatro, onde ela beijou a boca dele, ele agarrou ela deslizando mãos nas costas dela, em seu corpo pálido até a agarrar a bunda dela e apalpar... já ela foi descendo os beijos chupados e lambidas pelo peitoral moreno claro de Filipe, chegando a sua virilha, onde ela pegou no cós do short dele e o desceu fazendo seu pau duro saltar... e aqui ela agarrou e caiu de boca, pois Lívia não passa um dia sem chupar a rola do novinho. E ele aqui deitado gemendo e se deliciando com as maravilhas que a boquinha gulosa e molhada da sua noivinha era capaz de fazer... onde ela engolia tudo num desce e sobe de rosto... deixando a pica de Filipe escorrendo baba.


Logo ela foi erguendo seu corpo loiro nu e sentou-se montada por cima, fazendo o rosado e macio falo escorregar gostoso pela vermelha brecha lubrificada da sua depilada bucetinha rosada adentro... de repente ela estava completamente sentada na virilha dele num começo de galope... e em questão de segundos a loira já se jogava com força pro alto, batendo sua redonda bunda branca nas coxas do seu noivo num veloz requebrado de quadris, saltando tanto que seus peitões gostosos batiam em seu corpo fazendo barulho... e Lívia gosta de gemer alto, gosta de gritar quando está galopando no pau do seu noivo... mas aqui ela gemia da forma mais manhosa, controlando o volume, pois era a casa dos pais dele, e ele por sua vez, deitado, se deliciava com a perfeita e sexy figura da sua futura esposa bem ali montada por cima dele, galopando como se não houvesse amanhã, botando pra esfolar seu pau num sobe e desce quicado, frenético, fazendo ele gemer a cada deslizar da rosada bucetinha dela tão macia e molhada para cima e para baixo em seu pau... Lívia ora apoiava suas mãos no peitoral dele e aumentava o remelexo dos quadris mandando ver um aumento de velocidade no galope, dando uma esfolada no pau dele de tanto subir e descer, indo para frente e para trás, ora levava essas mãos suas pro alto da sua cabeça, onde toda arrebitada curvava seu corpo para trás enquanto rebolava sentada na virilha dele, apertando o pau dele com a sua bucetinha se contraindo com toda a força que ela conseguia impor... isso ao mesmo tempo em que ela se tremia toda... consumida pelos baques de um orgasmo intenso.

A loira se jogou lerda do corpo do noivo Filipe e já foi se colocando de quatro, arrebitando sua branca bunda gostosa, enquanto gemendo manhosa e num tom dengoso, pedia:


- Vem, amorzinho, veemmm. Me coomee...


Filipe é louco por essa sua noiva, ele sabe que na cama ela se transforma, vira puta, fica sedenta, exigente... e para ele, ser noivo e futuro esposo de uma mulher como ela, tem que dar o que ela quer, e das muitas coisas que ele prometeu a ela, uma foi a de sempre na cama dar a ela a melhor foda do mundo. E aqui Lívia se esforçava em não deixar seus mais loucos gemidos ecoarem quarto afora, conforme era fortemente domada de quatro e puxada pelos quadris enquanto tinha a sua gostosa bunda loira estremecida a cada pancada de virilha de seu noivo... a puxando com força e batendo, batendo, batendo virilha, arremessando ela para frente e fazendo seus peitões loiros arrastarem na cama de tanto balançarem por baixo de seu corpo ao meter-lhe a rola na buceta numa tentativa de satisfazer seu fogo, pois a gaúcha enquanto era puxada e socada repetidas vezes não parava de pedir entre gemidos agoniados de prazer:


- aaii amoorr, isssoo, iissoo, não paaraa, não paaraaa, não paaraa, me fooode, me fooodee, quero mais, anda, me fode maaaiisss...


Pau na buceta da gauchinha tesuda, gemendo num tom chorado enquanto gozava no pau do seu noivo lhe arregaçando num entra e sai veloz e constante... onde no meio dessa socada, dessa virilhada, Filipe ainda sentava o tapa numa nádega e noutra da gostosa bunda branca dela, e tome rola, tome socada sem tirar de dentro... e a gata toda arrebitada de quatro sendo jogada para frente, corpo lerdo sofrendo os espasmos do orgasmo anterior e já entrando em outro orgasmo ainda mais intenso... e tome rola, tome rola... até que ela desabou de bruços se tremendo toda, com ele desabando junto com ela, porém, sem tirar o pau da buceta dela, onde de bruços por sobre as costas dela ele quicava a sua virilha metendo-lhe a rola na xota... até que gemeu agoniado num urro quase animal enquanto sentia seu pau dentro dela jorrando esperma.


Filipe jogou-se para o lado, deitado, onde ficou puxando o ar e curtindo a lombra da gozada que deu dentro da buceta da sua gaúcha... já ela, a tarada noivinha, se apossou do pau dele, abocanhando, fazendo ele gemer, pois o homem aqui estava ainda sofrendo espasmos pós gozada, porém, ela não quis saber, deixou claro para ele que ela queria mais e mais... A noite e madrugada toda se possível fosse.

Pela manhã. Primeiro dia das férias de Filipe na casa dos pais, ele acordou lá pras 9 horas, onde foi sentando na beirada da cama, pelado, se espreguiçando, olhando pra ela ali toda gostosa e pelada deitada de bruços nos amarrotados panos da cama e dando bom dia a ela ao fazer um carinho em sua branca bunda... e ela, da forma mais manhosa, tal qual a gata que é, foi se espreguiçando num sexy contorcionismo quase que em câmera lenta, rindo pra ele em meio a uma carinha sonolenta.


Em seguida, de mãos dadas, eles apareceram na cozinha, os dois com uma puta cara de ressaca por terem fodido muito, com ela de chinelos, usando enormes óculos escuros e só de camisolinha em seda branca, ele só de short e chinelos. A mãe dele, dona Carmen, cuidou de servir o café da manhã do filho e da sua futura nora, sendo que o restante da família já havia tomado, pois acordaram bem antes deles dois. O detalhe é que a dona Carmen estava com uma cara meio de... incomodada... pois a camisola que a noiva do seu filho estava aqui usando, dava para ver seus enormes peitos balançando soltos sem sutiã querendo sair para fora do decote, como também transparecia pelos furos largos da renda nos bojos, suas aréolas abolachadas, cujos mamilos cor de rosa, do tamanho de azeitonas, transpassavam essa renda.


Dona Carmen estava a ponto de pedir para Lívia voltasse ao quarto para vestir algo mais comportado. Mas a gaúcha parecia não estar nem aí, sentada a mesa, mexendo preguiçosamente em seu copo de leite com café sem açúcar e comia uma fatia de um delicioso bolo de fubá recém saído do forno. Seu noivo, Filipe, também sequer ligava pros deliciosos peitos da noiva expostos.


Quem gostou mesmo foi o irmão caçula de Filipe, Yuri, que arregalou os olhos ao entrar na cozinha para deixar um copo na pia... Nossa, o moleque deu de cara com a noiva do irmão ali sentada a mesa e seus olhos foram direto no decote da camisola dela. Só que ao ver o irmão ali ao lado dela, o moleque tirou os olhos e disfarçou. Sendo que Lívia, meio que encarou Yuri e pensou:


“Olha a cara desse sem-vergonha olhando pros meus peitos... deve ter se acabado na punheta ontem a noite depois de me ver banhando. Moleque tarado... Mas eu gosto disso.”


Depois do café da manhã, dona Carmen pediu para seu filho Filipe leva-la até o supermercado, Filipe convidou Lívia para ir junto, mas dona Carmen, de forma seca, disse que queria ir apenas com ele... rolou aqui um estranhamento entre futuras sogra e nora, mas beleza, Lívia levou de boa, pois ela estava aqui na casa deles pela primeira vez e não seria nada bom discutir por bobagem com a sogra... Filipe foi no quarto colocar uma bermuda e uma camisa, pegou as chaves do carro do pai e saiu casa afora com a mãe. Lívia, sem o noivo, caminhando pelo quarto, pensou:


“Preciso conquistar meus cunhadinhos... e vou começar pelo moleque, vai ser bem fácil. Ele pode ser útil pra mim, ao menos pra me distrair...”


Nisso ela foi até a sala, ainda de camisola, o moleque, o caçula Yuri, estava sozinho, sentado num sofá, distraído, só de short, celular na mão... porém se assustou quando olhou pro lado e viu a noiva gostosa do irmão se aproximando dele, sentando no mesmo sofá e dando uma cruzada de coxas viradas pro rumo dele, olhando ele com aqueles seus verdes olhos penetrantes junto a um sorriso insinuante... na mesma hora o moleque ficou tenso e engoliu seco, de rosto abaixado olhando pra seu celular, ao mesmo tempo espiando de canto de olho a cruzada de coxas dela... Ela perguntou:


- E aí, gostou do que viu ontem?


Ele: - Hã?


- Não precisa fingir, guri... eu vi você. Aliás, eu vi que tem um buraquinho na porta do banheiro. Foi tu quem fez? Você fez esse buraco na porta agora só pra me espiar, ou você também gosta de olhar sua irmã e sua mãe peladas?


- Não, que é isso?


- Então me fala... Quantas punhetas tu já bateu pra mim desde que me viu banhando?


O moleque estava sem reação com as perguntas diretas da noiva do irmão, encarando ela, descendo o olhar pros peitões dela naquele decote safado da sua camisola, onde ela percebendo, olhou pra um lado e outro na casa pra ver se não aparecia a irmã e pai dele, e simplesmente ela mesma pegou numa alça dessa sua camisola e desceu pelo seu ombro e braço, mostrando um peito para ele... que ficou maluco olhando... aquele peitão mole, cheio, todo branco, com uma aréola enorme cor de rosa e um bico graúdo cor rosa avermelhado... e ela olhando pra ele.


O moleque riu amarelado, olhando o tempo todo pro peitão exposto da noiva do irmão, ao mesmo tempo olhando pros lados pra ver se não vinha ninguém... e ela disse:


- Me leva pro teu quarto.


Continua...


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Ficha do conto

Foto Perfil feh6969
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Nome do conto:
A noiva infiel – Parte 01

Codigo do conto:
269874

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
14/08/2026

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