E aqui, em uma das aventuras delas pelas matas de Minas Gerais, elas chegaram em uma que à primeira vista não era frequentada, na verdade elas sempre procuram lugares não tão conhecidos, pois elas não curtem se juntar a turistas e tal, elas gostam de discrição e liberdade.
Contudo, enquanto iam caminhando numa estreita estrada de terra batida e pedras, eis que elas encontram uma figura típica desses lugares pacatos e inabitados, um senhorzinho de estatura mediana, negro, de uns 76 anos, usando botas velhas, calça em linho preta surrada com um facão ao lado da cintura metido numa corda, camisa de botões azul mangas curtas igualmente surrada e aberta mostrando seu peitoral cheio de pelos crespos enroladinhos grisalhos, barba grisalha por fazer, calvo em cima e grisalho aos lados por baixo de um chapéu de palha... e aqui esse senhorzinho preto estava montado numa eguinha caramelo... onde deu uma parada ao ver as moças se aproximando dele e perguntando:
- Oi, vovô, bom dia, tudo bem?
- Tudo.
- A gente tá conhecendo a região... Tem alguma cachoeira ou rio aqui por perto?
- Tem sim... é pra lá, ó.
- Fica longe?
- Não não. Fica pra lá.
- O senhor pode ir com a gente até lá?
- Posso sim.
Daniela e Luana foram caminhando logo atrás do senhorzinho montado na eguinha caramelo, trotando sem pressa, levando elas até onde ficava o tal rio, a cachoeira. Elas até riam do jeitinho dele saltitando em cima da égua a cada trote do animal... sendo que depois de meia hora de estrada, eis que elas já foram escutando o som da queda da cachoeira batendo no rio e se animaram. O senhorzinho nem desceu da sua eguinha, apenas apontou para elas por onde elas teriam que descer pela mata até o rio, e elas, amantes da natureza e desbravadoras de matas, foram animadas, entusiasmadas.
A felicidade no rosto delas era evidente assim que elas olharam toda a imensa e densa mata que as cercava lá embaixo, com árvores de todo tipo fazendo barulho em suas folhagens por conta do vento batendo, o ar mais puro e saudável enchendo seus pulmões e aquele delicioso cheiro de verde, e claro, o som chiado da enorme cachoeira descendo por entre as pedras de um morro de pedras e caindo nas águas do rio era um convite a elas para relaxarem seus corpos suados e cansados de tanto caminhar. E aqui tratava-se de um lindo rio de águas quase que transparentes de tão limpo... Daniela e Luana então aproveitaram que aqui não era um lugar turístico como outros que elas foram e fizeram o que elas estavam morrendo de vontade de fazer... se unir a natureza, e a melhor forma de se deixar conectar 100% com a natureza, para elas que são amantes da mesma, é se entregando a ela de corpo e alma.
Assim elas foram tirando de suas costas suas mochilas e as colocando numa pedra ali na entrada do rio. Logo elas tiraram seus tênis, meias... sempre conversando entre elas, sorridentes, alegres... nisso elas tiraram suas blusas, seus shortinhos e se livraram de sutiãs e calcinhas. Ficando como vieram ao mundo. Como se tivessem aqui devolvendo seus corpos e essências a mãe natureza.
Daniela e Luana peladinhas foram de mãos dadas caminhando com seus delicados pezinhos por sobre pedras até o rio e assim irem entrando aos poucos, e conforme iam entrando as duas iam se arrepiando... a água foi chegando em suas coxas acima, em suas xoxotas loira e morena raspadinhas, logo á agua estava encobrindo seus peitos, os da loira Daniela volumosos e cor de rosa dos mamilos vermelhos e os peitos medianos e empinadinhos da morena Luana, Assim elas mergulharam e começaram a nadar... sentindo um prazer sem igual, do tipo que só quem curte o contato com a natureza selvagem sente quando nela se embrenha. Corpos moreno e loiro arrepiados de prazer em contado com a deliciosa água, nadando num bailado sensual, delicado, lindo de se ver, duas princesinhas peladinhas no meio da natureza ainda desconhecida por visitantes.
Daniela com peitões suculentos balançando a cada vez que ela erguia e se jogava na água... Luana virando seu rabão gostoso pro alto a cada mergulho de cabeça, ora boiando deitadas de costas e um nu frontal virado pro céu, ora girando agarradinhas, corpo a corpo sem malícia nenhuma. Sempre rindo, onde brincavam de jogar água na cara da outra... duas amigas, cumplices e livres no meio de um gostoso rio, no meio de uma mata que engolia elas.
A seguir elas foram saindo da água, passando mãos em seus cabelos, sempre rindo, conversando... corpos loiro e moreno escorrendo água, até que subiram numa larga pedra na entrada do rio... foi um momento de relaxamento das duas ali deitadas peladinhas por sobre a tal pedra, silenciando em total estado de sossego... até quee...
Luana: - Tu escutou isso?
- O quê?
Luana: - Escuta.
- Que foi, Lu?
Luana: - Barulho... como se algo tivesse caminhando no mato.
- Ai, Lu, será onça?
Minutos depois, a morena Luana está aqui caminhando na mata, procurando de onde vinha o tal barulho e eis que ela flagra bem ali por trás de uma moita o tal senhorzinho... de calça arriada e batendo punheta enquanto olhava pra onde elas duas estavam, e no caso, onde ficou ali a sua amiga Daniela, pelada em cima da pedra diante do rio. Luana, em pé atrás do velho, olhando pra ele ali se acabando na punheta diante da moita, pegou uma pedra e jogou na moita e disse:
- Cria vergonha, seu velho tarado?
O senhorzinho tomou um susto, se virando pra ela, de calça arriada nos pés e de pau preto na mão:
- Oh, minha filha, que susto você me deu, rsrsr... eu, eu tava mijando.
A jovem Luana ficou aqui parada, mãos na cintura, peladinha, olhando pro senhorzinho pelado e com seu pau preto, duro, na mão... e o mais safado é que o velho ficou aqui tão impressionando olhando pra ela, pra seu corpo moreno tão bonito e bem feito, pros peitos dela, pra xoxota raspadinha dela, e continuou batendo punheta, até mesmo deixando a jovem ficar olhando pro seu pau.
Minutos depois a jovem morena Luana estava chegando aqui onde estava a sua amiga Daniela, acompanhada do senhorzinho, pelado, Daniela ali em cima da pedra olhou e disse:
- Mulher do céu, que poorraa é eessaa?
- Tu acredita, amiga, que esse velho sem vergonha tava bem ali atrás das moitas escondido, batendo bronha pra gente?
- E tu trás esse velho pelado desse jeito pra cá, pra quê, mulher?
- Olha isso. (Luana ao lado dele, apontando pra rola dele)
Daniela se assustou com aquela tira preta emborrachada balançando na virilha peluda grisalha do senhorzinho. Porém, admirada com o jeito da amiga, disse:
- Mulher, larga mão desse velho. Coitado, olha a carinha dele, tá constrangido.
Luana: - Calma, eu quero te mostrar uma coisa que me deixou impressionada.
- Nem precisa, amiga, eu já tô impressionada, rsrsrs...
Luana: - Vai, vovô, mostra pra ela, bate punheta, vai.
O senhorzinho, coitado, pelado, só com o chapéu de palha na cabeça, com a mão na sua preta rola murcha e emborrachada, batendo punheta da forma mais forçada e humilhante do mundo, ele olhando pra elas duas peladas na frente dele e nada... e Daniela já estava com dó do velho:
- Amiga, é sério, larga mão desse velho, coitado, tá judiando dele. Deixa ele ir.
Luana: - Não, eu quero te mostrar o que eu vi. Vai, vovô, lá atrás o senhor tava todo saliente, e aqui fica tímido, é? Endurece isso, vai.
- Luana do céu, larga mão desse velho. Judiar de velho é crime, sabia?
Luana: - Importunação sexual também é, ora. E ele tava espiando a gente aqui e se acabando na punheta. Anda, vovô, endurece esse troço.
Luana então se aproximou do velho, ficando em pé ao lado dele, e ele todo desconfiado, coitado, onde ela pegou no pau dele e começou ela mesma a tocar uma punheta no pau dele... o velho gemeu. Enquanto a amiga Daniela pelada ali vendo a cena estava rindo, incrédula:
- Mulher, só de ver isso aí dormindo dá pra notar que acordado é grande, para. Deixa o vovô quieto, vai. O coitado tá até brocha, deixa ele, vai.
E Luana falou:
- aaii, vovô, ajuda, vai? Mostra pra ela o que eu vi ali no mato, anda, faz esse garotão aqui acordar, vai? (Ela de mão no pau do velho, punhetando e o velho gemendo e falando:)
- Não consigo mais, rrrmmrr...
A jovem e gostosa morena Luana se agachou e colocou a boca naquela mangueira preta mole no meio de tufos de pelos pubianos crespos enroladinhos e grisalhos e ficou movimentando seu rosto num boquete... e o velho em pé meio balançando, gemendo... colocando uma mão na cabeça de Luana pra não cair... enquanto a amiga Daniela, num misto de susto e risos:
- Mulher, deixa de ser maluca, tira a tua boca daí, rsrsrsr... deixa esse velho em paz.
De repente, Luana ali agachada, sem parar de mexer sua cabeça mamando no pau do velho, estendeu uma mão pra amiga, chamando ela. Daniela que estava por trás da amiga agachada foi se aproximando mais eee...
- Jesus amado. Que é isso, vovô???
Luana, tirando a boca do pau, segurando:
- Tá vendo? Era isso que eu queria te mostrar. Quando vi na hora ali no mato eu tomei até um susto.
Luana agachada, segurando e punhentando de leve o pau preto do senhorzinho, e Daniela ao lado, em pé, olhando admirada e assustada... pois o que esse senhorzinho tinha ali em sua virilha de velho de 76 anos era realmente de arregalar os olhos de qualquer uma... Luana disse:
- Fala a verdade, amiga, no meio de um mato desse, encontrar uma rolona dessa, é muita sorte, hein? rsrsr....
Daniela: - Jesus amado, eu tô passada, rsrsrs...
O cacete preto do velho estava duraço no meio daqueles pelos pubianos crespos e grisalhos e seguro pela mão direita de Luana em constante movimentação. E nisso, o velho colocou uma mão por trás da cabeça da jovem ali agachada e a puxou fazendo ela abocanhar de novo seu pau. Luana até riu, tirando a boca e falando:
- Perdeu a timidez, né, seu safado?
Ele em pé, olhando pra ela, rindo com a cara mais lavada do mundo, enquanto ela, agachada e segurando a vara preta dele numa sutil punheta, disse:
- Ok, vovô. Se tem uma coisa que eu não faço é dispensar uma rola, quanto mais uma dessas, aaaunnnhhhrrfff...
A morena Luana caiu de novo de boca na rola preta do senhorzinho e mamou com vontade, fazendo ele gemer e cambalear... enquanto a amiga Daniela, ao lado, observava o vai e vem da boquinha da amiga engolindo a rola do preta do velho a cada movimento de rosto para frente, apesar de que seus lábios não iam muito além do meio do pau preto. Daniela então se agachou e rindo olhou pra amiga ao lado dela, onde Luana segurando o pau tirou sua boca dele e colocou na boquinha da amiga:
- Que delícia, né, amiga? Quem diria que a gente ia encontrar um pirocão desse no meio do mato, hein? rsrssr...
Daniela e Luana ali agachadas, mamando juntas na rola preta do senhorzinho, cada qual com uma mão abaixada entre suas pernas e tocando uma siririca em suas xoxotinhas loira e morena... de deliciando com essa safadeza no meio do mato com esse senhorzinho bem dotado. Nisso o clima da putaria só aumentou, quando a morena Luana se levantou e disse pra amiga:
- Afasta, amiga. Deixa eu fazer uma coisinha aqui... Vem mais, vovô, isso... encosta.
Ela virada de costas pro velho, pegou no pau dele e ela mesma colocou a cabeça por baixo de suas pernas por trás, por baixo da sua bunda empinada pra ele, onde encaixou na sua bucetinha e foi movendo a bunda para trás, fazendo a cabeça da rola preta do senhorzinho entrar em sua buceta... ela gemeu na hora, virando seu rosto pro alto, e então apoiou suas duas mãos na pedra e começou a jogar a bunda para trás ao encontro da virilha do velhinho, que em pé atrás dela, segurou ela pelos quadris e também começou a mexer os quadris dele fodendo ela... Luana de rosto meio virado para ele por sobre um ombro, gemia e pedia de mãos apoiadas na pedra:
- aaiii, seu velho safaadoo, iissoo, iissoo, tá me fosendo gostoso, hein? Não paaraa, não paaraaa, aaiii caraalhooo que rola graandee... aaaii minha buceetaaa...
O velho tomou gosto e segurando a morena pelos quadris mandou ver, onde seu cacetão preto socava forte na bucetinha dela... toda arrebitada para ele, de mãos na pedra em sua frente e gemendo que nem uma cadelinha cansada de tanto sentir a potência da rola do velho lhe rasgando a buceta por dentro numa socada rápida e sem tirar de dentro. O velho gemia todo agoniado, mandando ver, adorando meter a vara na xoxota dessa novinha... e ela louca:
- aaiii velho taraadooo, me faz gozar, vaaiimmmrr, rraahhhr, rraahhhrr, rraahhhrr... aaii tô goozaaannnnndooooorrr...
O velho não aguentou e tirou a pica preta da buceta da morena Luana, enquanto a amiga Daniela, no clima e excitada, se agachou diante dele, agarrando o pau dele e caindo de boca, onde o velho gemendo agoniado se tremeu em pé meio bambo das pernas, se segurando com uma mão na cabeça de Daniela agachada e com a outra apoiada na pedra ao lado enquanto dava uma puta gozada dentro da boquinha dela.,, e a loira Daniela aqui agachada, segurando firme na benga preta do velho, gemia de boca cheia, sentindo os esguichos da gozada dele e toda aquela porra escorregando pela sua língua e garganta abaixo. A amiga Luana vendo que a amiga estava tomando leitinho, se agachou ao lado dela e roubou a rola do velho pra ela, abocanhando e sugando o resto da porra... Daniela agarrou o rosto da amiga e a beijou na boca, dando para ela um pouco dessa porra que ainda estava em sua boca, e o velho ali em pé, ofegando todo suado, gemendo agoniado e segurando na cabeça das duas empurrou seu pauzão preto ainda duro no meio das bocas das duas... elas até riram:
- Nossa, vovô, ainda quer mais? rsrsr. Mas será que o senhor aguenta nós duas um pouco mais?
Daniela se levantou pegando esse velho pelo pau preto dele e foi puxando ele, onde ela se sentou numa pedra mais baixa, abrindo suas pernas e chamando o senhorzinho:
- Vem aqui, vem, vovô, coloca a boca aqui, anda.
A loirinha Daniela sentada toda arreganhada, com uma mão na buceta, abrindo os lábios vaginais da sua bucetinha loira raspadinha com dois dedos enquanto mostrava pra ele e o chamava... O senhorzinho se abaixou segurando Daniela por baixo de suas loiras pernas e caiu de boca, chupando a xoxota dela, roçando a sua grisalha barba de pelos crespos entre as pernas dela, fazendo ela se arrepiar... ao mesmo tempo gemer com a forma devassa que o velho lhe chupava, parecendo um porco comendo, chupando, sugando, mamando no grelo dela com aqueles lábios pretos grossos dele... Luana sentou ao lado da amiga, se arreganhando toda também e pedindo:
- Vem chupar a minha também, vovô, vem.
O velho se parrou de cara pro meio das pernas da morena, fazendo ela jogar seu rosto pro alto enquanto a chupava a buceta com força... Mas o velho era aperreado, nervoso e estava louco de tesão por essas duas safadas novinhas e gostosas, onde ele voltou pro meio das pernas da loirinha Daniela, e segurando seu pau com uma mão deu uma esfregada no rachado da xoxota loira dela procurando a entrada e empurrou:
- aaii, vovô, caalmaaa, devagaarr, vai me rasgar assimmrr, rraaammmrrr...
O senhorzinho segurou a danada por baixo das pernas loiras dela e de rola preta enfiada na sua xoxotinha mandou-lhe uma bombada sem dó, que sentada na pedra, toda arreganhada pra ele e mãos apoiadas na própria pedra, gemia agoniada e assustada com o vigor desse velho que tinha idade pra ser seu bisavô e principalmente com a dureza da pirocona dele lhe arregaçando a buceta numa socada veloz...
- aaiimmrr, aaiimmrr, aaiii vovô, caalmaaa, rraaiimmrr, rraiimmrr, rraiimrr...
O velhinho aqui parecia mais um adolescente, socando forte sua rola na xoxota da garota, deixando ela louca, gemendo ofegante e revirando seus verdes olhinhos enquanto gozava... Logo ele tirou o pau dela e se passou pra morena Luana, sentada ao lado toda arreganhada para ele:
- Nossa, seu velho safado, tô gostando de ver, hein? Vem aqui, anda, meete, meeetee... mete essa delícia de pica na minha buceta, meetee... Nossa, que rola linda, que rola mais linda... parabéns, vovô, parabéns, aaaahhhhhh, caraalhoooo, deliiiciiaaaahhhrr...
A morena se acabou de gemer sentada na pedra toda arreganhada enquanto aguentava a pressão do velho tarado mandando ver um socadão de pica na sua bucetinha... o velho socou tanto que começou a gemer estranho, a morena ficou até com medo dele estar tendo um troço... ele parou se tremendo entre as pernas dela, puxando ela pra ele enquanto espremia a virilha negra com aqueles pelos crespos toda suada no meio dela, onde seu cacetão preto estava todo atolado na xoxota dela... e quando ele puxou seu pau dela... a porra escorreu buceta afora melecando ela toda...
- Ai, seu velho filho da puuta, gozou dentro da minha bucetaa? Que safaadooo...
Nisso o velho se segurou numa das pedras e todo trêmulo sentou em outra, completamente cansado, ofegando como se fosse ter um infarto... elas viram que era melhor parar, caso contrário ia dar merda e corria o risco delas terem que vazar o mais rápido dessa mata deixando o corpo do velho ali abandonado. Mas beleza, o velho foi voltando aos poucos ao normal enquanto elas estavam ali nadando na gostosa água do rio, indo até a cachoeira e caminhando por trás... elas foram voltando nadando e ao irem saindo da água avistaram o senhorzinho ali na beira, em pé, completamente refeito da agonia que teve.
Luana, a mais gaiata: - Tá vivo, vovô?
Ele riu desconfiado, coçando sua careca... todo tímido e fofo, nem parecia o velho pervertido tocando punheta no meio dos matos e mandando ver nelas minutos depois... E claro, ele pelado, com aquela mangueira preta murcha em seu negro corpo meio franzido e com pelos crespos grisalhos. Elas peladinhas, molhadinhas, se aproximaram dele, uma em cada lado dele, onde ficaram conversando com ele entre risos e brincadeiras... quer dizer, elas eram quem mais falavam, pois o senhorzinho falava quase nada, era monossilábico, ficava o tempo todo rindo, olhando pra uma e outra... ao mesmo tempo elas ias alisando o corpo dele, passando mãos em sua barriga, peitoral seco de peitos murchos e cheio de pelos grisalhos enroladinhos, e claro, vez em quando uma e outra descia a mão até a mangueira desligada dele e ficava alisando, aquela tirona preta emborrachada, murcha...
Logo elas foram se sentar nas pedras, o velho foi pro rio, tomar um banho. Daniela e Luana peladas sentadas na pedra, secando seus corpos do recente mergulho, passando mãos em seus cabelos molhados, conversando, falando do velho tarado... ele então veio saindo do rio, todo molhado, com dedos nos ouvidos, limpando, chegando junto delas ali sentadas lado a lado na pedra, elas olhando pra ele e rindo, brincando com ele... nisso o velho riu de um jeito safado enquanto encarava os peitões da loira Daniela, onde de repente ele agarrou eles e deitou seu rosto caindo de boca, Daniela riu:
- Olha, amiigaaa, que velho folgado, nem mandei.
Luana: - Ele tá achando que tu é uma vaca leiteira, rsrsrs...
Daniela sentada aqui na pedra, de pernas abertas e o velho em pé diante dela, agarrando seus fartos peitos loiros e mamando cada um com vontade... e ela gemendo e rindo, Luana ao lado aproveitou e ficou pegando na rola dele, masturbando ele... em questão de minutos a mão de Luana estava com os dedos separados pela grossura da rola preta já endurecida novamente.
E enquanto o velho aqui mamava nos tetões da loirinha sentada na pedra, Luana, acocorada ao chão, mamava na rola dele, segurando seu preto mastro endurecido e movimentando seu rosto ao encontro da rola dele. O clima da putaria recomeçou, o velho ali se acabando de mamar nos peitos da novinha, inclusive ele ergueu seu rosto, agarrou o rosto da loirinha Daniela e beijou a boquinha dela de língua com aquela sua boca desdentada. Um puta beijaço, onde Daniela mamava nos lábios murchos dele e em sua língua áspera e babada com sabor de fumo. Luana também se juntou a esse beijo, agarrando o velho num abraço ao redor de seu pescoço e o beijando pornograficamente a boca sem dentes... tudo isso enquanto o velho escorregava mãos no corpão tesudo da morena, apalpando seus peitos medianos gostosos, escorregando até a sua bucetinha e metendo dedo... e claro, levando suas mãos para trás dela e apalpando sua delícia de rabo moreno, chegando a meter uma mão no rego dela e ficar acariciando o cuzinho dela até meter a dedada e a morena gemer chamando o velho de tarado.
Daniela se juntou a eles e ficaram os três em pé e agarrados, trocando beijos entre eles, onde o velho passava as mãos nas duas e elas passando a mão no pauzão preto duro do velho. Elas chegavam a segurar juntas e bater punheta ao mesmo tempo... e o velho com cada mão dele atrás das duas apalpando a bunda morena e loira ao mesmo tempo. Nisso Luana cochichou no ouvido da amiga... e aí elas pegaram o velhinho pela mão e saíram caminhando com ele do rio e entrando na mata... duas novinhas peladas, morena e loira, de mãos dadas na mata com um senhorzinho negro do pau grande e duro, duas safadas com suas cabeça cheias de putaria, de obscenidades e ... Nisso elas se abaixaram lado a lado de quatro nos capins verdinhos em meio a arbustos e árvores enormes dando sombra, onde as duas mostraram para o velho suas bundas loira e morena bem arrebitadas e abertas, onde Luana virou seu rosto por sobre um ombro olhando pro velhinho ali em pé e pediu:
- Vem vovô, consegue comer a gente assim, de quatro?
Daniela se deliciou com a sua amiga ao seu lado sendo agarrada por trás pelo senhorzinho, que enfiou-lhe a vara na buceta e começou a cavalgar montado no rabão moreno dela de quatro no mato como se ela fosse a égua dele. E nossa, quando mais o velho galopava, mais Luana ficava louca gemendo aos berros enquanto era jogada para frente a cara solavanco causado pelas virilhadas do velho, a puxando pelos quadris e mandando ver socada de vara preta na bucetinha dela sem dó...
- aaaimmrr, iiiissooo vovôôôhhrrr, me fode, vaaiii, me foooodee, me fooodee, eu gosto é assimmmrr... de quaatroooo, aaaiimmrr...
O velho era resistente, tinha vigor, mandou ver na morena rabuda de quatro com vontade e sem tirar de dentro numa velocidade crescente de socada... Logo ele tirou e se passou pra loira Daniela que estava de quatro ao lado só esperando a vez de receber a vara preta do velhote na sua buceta... e aqui ela deu um gemidão nessa mata enquanto ela puxada pelos quadris e tomava uma surra de virilha magra dele em sua bundinha loira maravilhosa, sentindo as cabeludas bolas enormes e pesadas do velho espancando sua buceta por trás enquanto sua bucetinha rosada e carequinha era fodida com bastante velocidade pela pirocona preta dele num arregaço sem dó...
- AAAIIIMMRR, aaaaii minha buceeta, seu velho taraaadoooo, devaagaar, poorraa, aaahhh, velho do pau graaandeeee, aaaahhhrrr, seu safaadooo...
O velho voltou pra morena, pegando ela de forma nervosa e bruta por trás de quatro, ela até ria do jeito afoito do velho, meio se tremendo todo, mas logo ela gritava de prazer ao sentir ele metendo por trás na sua bucetinha e logo começando a puxar ela pelos quadris e mandando ver... que velho mais tarado, parecia um cachorro viçando...
- iiissoo vovô, iissoo, iisssoo, me faz goozaarr, me faz goozaarr, rraaahhhr, rraahhhrr, aaaaaAAAAAHHHHHHRRR...
E ainda fodendo a morena Luana de quatro, o senhorzinho não aguentou ficar olhando pra bunda gostosa dela aberta daquele jeito enquanto ele a comia por trás, e assim ele tirou da bucetinha dela e meteu sem pedir no cuzinho dela...
- AAII CARALHOOO, QUE É IISSOO, RRRAAAAHHHHRR...
A loirinha Daniela, ao lado dela até se assustou com o velho metendo o pau dele no cu da amiga assim, de repente e sem pedir... e a forma possessiva que o velho dominou Luana de quatro ali nos capins e começou a comer-lhe a bunda sem dó nem piedade impressionou. Mas Luana só não reclamou porque lhe deu tesão em ter a sua bunda comida assim de surpresa, onde começou a se deliciar com esse velhinho praticamente montado em cima da sua bundona, a puxando e socando-lhe a rola preta no cu enquanto ele movimentava os quadris mandando ver, enterrando gostoso no seu cu sem tirar de dentro... Luana chegou a morder os capins de dor enquanto sentia a vara preta do velho lhe arrombando o cu numa estocada forte e veloz conforme ele cavalgava em sua bunda... Daniela, ao lado, colocou uma mão sua por baixo da amiga e tocou siririca no grelinho da bucetinha morena dela pra que a dor no cu dela diminuísse... impressionada com a comida de rabo que a sua amiga tomava desse idoso.
- aaiiii filho da puutaaa, iissooo, assimmrr, come meu cu coomeee, come meu cuuu, come meu meu cuuu, aaiiimmr, aaii seu velho taraadooo, aaiiimmrr que teesãããooo, come meu cu, vaaiiimmrr...
De repente o velho se passou pra bunda da loirinha Daniela, agarrando ela por trás e enfiou seu rosto no meio, passando-lhe a língua de forma grosseira e devassa no rego, chupando da buceta ao cuzinho dela de um jeito tão safado que a loirinha ficou maluca a gemer de tesão, e ela ficava mais louca por sentir a barba grisalha de pelos crespos dele esfregando entre as nádegas loiras dela... mas aí o velho pegando a loirinha de jeito por trás, enfiou-lhe a rola preta no meio da sua rabeta loira virada toda de quatro pra ele que a coitada gritou alto dentro desses matos:
- AAAAHHHRRR, NÃÃOOO, TIRA, TIRA, TIIIRAAAAHHHRR...
... foi uma senhora empurrada que fez Daniela perder o fôlego depois que gritou alto... o velho não tinha noção nenhuma de como se comer um cu, ele apenas metia o pau o máximo no meio da bunda da novinha e começava a socar descontrolado... puxando forte ela pelos quadris e mandando ver... e a loira Daniela aos berros nesse mato... e tome rola, tome rola... deixando a safadinha de boca aberta, gemendo aos berros...
Logo ele saiu da bunda da loira e voltou a comer a bunda da morena, e Luana já fazia questão de dar a bunda e gemia rindo de tesão... Quando ele quis pegar a loirinha de novo de quatro, Daniela não deixou, se levantou e saiu de perto, pois a coitada estava de cu sangrando da currada violenta que tomou do velho.
O senhorzinho deu uma gozada tão violenta enquanto comia o cu da morena que se tremeu todo, tendo um surto de labirintite que desabou no mato ali ao lado dela... Luana e Daniela chegaram a ficar com medo do velho ter tido um troço, pois ele deitado nos capins, banhado de suor, apertava o peito com uma mão, como se o coração dele estivesse ardendo. Aos poucos ele foi se recompondo e deixando elas mais aliviadas desse susto, onde elas até deram risadas.
Elas voltaram peladinhas pro rio, pra se limpar desse sexo selvagem no mato e também para se despedir desse pedaço do paraíso ali no meio dessa mata desconhecida no interior de Minas Gerais... e o senhorzinho ali na beira do rio, pelado, de pau preto murcho já, só olhando pras duas princesas nadando peladinhas.
E já vestidas com suas roupas de trilha e caminhada, elas colocaram suas mochilas nas costas e se despediram do senhorzinho, cheias de carinho e gratidão a ele, onde ele seguiu pela estradinha de terra batida entre mata fechada, montado em sua eguinha... e elas seguiram em direção contrária, em busca de mais uma mata, mais um rio e cachoeira.
E claro, se elas encontrarem pelo caminho alguma rola, será muito bem-vinda.
FIM!
Obrigada por lerem e comentem, por favor.