Dando o cu enquanto o corno não vinha

Carolzinha, uma patricinha de 23 anos, estatura mediana, loirinha da pele dourada de tanta praia, cabelos lisos e compridos amarelados, gostosinha com o corpo cheio de curvas, coxas torneadas, moleca tetuda, xoxota lisinha e carnuda e uma rabetinha daquelas de fazer qualquer pica furar a calça de tanto tesão que dá só de olhar... E pra piorar, a mania dela em usar shortinhos curtos e colados favorece aos marmanjos ficarem olhando e babando por sua bela bunda arrebitada e gostosa por onde ela passa, sempre rebolando.


Pretendentes para comê-la não faltam, embora ela no momento só queira um, seu noivo, Mathews, 27 anos, empresário. Quer dizer, ela tem se esforçado ultimamente em ser só dele, o problema é que ele não tem merecido ela, pois Mathews é meio desligado das obrigações de noivo, pois quando sai com ela, é só pra mostra-la para parentes e amigos como se ela fosse um troféu. Ele adora mimar ela enchendo-a de presentes, como uma forma de compensar a falta de atenção, o olho no olho, o carinho e o foco só nela. E o pior, sendo ausente até mesmo na cama. Pois Carolzinha é fogo puro, adora foder, perdeu o cabaço aos 14 anos de tão ansiosa que ela era de sentir um pau em sua xoxota. E foi um namoradinho de escola quem primeiro comeu ela. Dos 14 aos 20 ela provou de muitas outras picas, sempre em festinhas em casas de amigas. Até conhecer Mathews, filho de um amigo do seu pai, com o qual namorou e noivou de forma repentina, mais com o interesse dos pais e dos pais de Mathews.


No começo o namoro era uma delícia, Mathews dava muita atenção para ela, e ela entrava na pica dele todo dia... às vezes até 3 vezes no mesmo dia. Mas depois que ele assumiu o trabalho do pai numa empresa de família, ele foi se ocupando e se ausentando da vida da noiva Carolzinha. Diminuindo até o sexo com ela. Isso antes de casar.


Pois bem, e certo dia, Matheus chamou Carolzinha pra almoçar, ela estava passeando com amigas de faculdade num shopping e eis que recebeu uma mensagem dele, falando que estava com saudades dela e queria muito almoçar com ela. Carolzinha adorou, pois qualquer tempo que ela pudesse passar com ele, melhor pra relação, já que ele era tão ocupado com o trabalho dele que faltava tempo pra eles. Ela toda de tênis, de minissaia branca colada, camisetinha e jaqueta jeans por cima, ficou na entrada do shopping esperando por ele, só que ele mandou foi o motorista dele ir pegar ela. Na mesma hora ela pegou seu celular para saber porque ele mesmo não veio busca-la, e ele respondeu apressado que estava ainda numa reunião, e que o motorista iria leva-la pro restaurante que ele tinha reservado uma mesa e lá ela ficaria esperando por ele.

No trajeto até o restaurante, Carolzinha ficou de papo com o motorista, que era jovem, alto, moreno, bonitão. E claro, apesar de noiva e fiel, Carolzinha sabia muito bem olhar para um homem interessante, bonito e que lhe despertava alguma excitação. O nome do motorista era Ricardo, e ele era ótimo de papo, tinha um senso de humor que fez Carolzinha gargalhar sentada ali no banco de trás. E por estar atrás, ela sentiu vontade de ficar mais perto, e durante o trajeto ela passou do banco de trás pro banco do carona. E continuou a conversa com Ricardo, o motorista do noivo. E claro, ela sempre com seu celular em mãos, olhando pra ver alguma mensagem do noivo. Mas nada.

Chegando no restaurante, ela entrou, o maître a recebeu e a levou até a mesa reservada, e sentada, Carolzinha ficou na água e atenta ao celular, esperando alguma mensagem do noivo avisando a ela que ele estava saindo do trabalho e chegando no restaurante. Mas nada, nem um sinal do noivo. Carolzinha sentiu então saudades da conversa gostosa do motorista, e pensou nele lá fora no estacionamento, só esperando por ela e pelo patrão dele, Mathews. Nisso, Carolzinha deixou o restaurante e foi pro estacionamento, onde ficou diante do carro conversando com o motorista Ricardo, braços cruzados olhando pra entrada, pois ela disse que só entraria de volta no restaurante quando visse o carro do noivo chegando.

Nisso, ela caminhava aqui e ali, meio girando, sempre esperando o noivo, impaciente, chateada, cansada, ora indo até perto de Ricardo, o motorista, que aqui estava sentado no banco ao volante e com a porta aberta, onde ele olhava seu celular... E num certo momento, ela olhou meio de canto de olho pro vidro da porta do carro ao lado e notou que o motorista, o Ricardo, estava apontando o celular dele pra sua bunda. Carolzinha então se virou pra ele, foi até ele e pediu o celular dele. Ele perguntou pra quê, e ela insistiu pedindo o celular dele. Ricardo deu... Carolzinha começou a bisbilhotar... e ele perguntando o que ela estava querendo, quando eis que ela descobre ali fotos recém tiradas da bunda dela, se minissaia branca colada. Carolzinha olhou pro motorista... ele pediu desculpas. Ela perguntou porque ele tinha tirado essas fotos dela. E ele confessou que não se segurou, pois achava ela linda. Sendo que o que deixou Carolzinha curiosa, é que todas as 5 fotos que ele tirou dela enquanto ela caminhava ali pra cá e pra lá, e o vídeo que ele fez, mostravam apenas a mesma coisa... a sua bunda.

Bom. E enquanto o corno não vinha pro restaurante, Carolzinha ficou no banco detrás do carro, de portas e vidros fechados, se acabando de mamar na rola do motorista. E ela estava adorando, pois Ricardo, o motorista do noivo, além de alto, forte e moreno, tinha uns 20 cm de pica que deixou sua boquinha nervosa enquanto ela escorregava seus lábios pela rosada cabeçola macia em formato de cogumelo até o meio... aqui e ali forçando pra tentar engolir mais... mas sua boquinha não ia além do meio do pau. Ela chegava a tirar sua boca onde a baba escorria pelo pau dele seguro pela mãozinha delicada dela, enquanto ela falava gemendo manhosa:

- ai, Ricaardooo, que pauzão gostoosoo...

E ele: - Então boca na boquinha, safadinha, bota.

- Não, eu quero ele é no meu cu. Você tirou tanta foto da minha bunda, seu safado, quer comer ela?

Carolzinha só de minissaia branca colada, onde ela subiu até sua cintura, depois desceu sua calcinha e virou de quatro toda cachorra nesse espaçoso banco traseiro. Ricardo ficou aqui sentado no banco logo atrás, olhando pra delícia de bunda perfeita dela, toda dourada, cheia de pelugens esbranquiçadas, nádegas bem redondas, com uma xoxotinha cor de rosa por entre pernas parecendo um pacotinho, em formato de concha e no meio um tesudo cuzinho rosado. Piscando pra ele enquanto ela olhava para ele por sobre seu ombro e pedia manhosa:

- Come logo, come... antes do corno chegar.

E ele, segurando seu pau numa punheta, se ajeitando de joelho esquerdo em cima do banco e com o pé direito no piso do carro, disse:

- Caralho, gatinha, teu cu é muito pequeno, tu aguenta meu pau?

- Eu gosto de dá meu cu, porra, anda, mete e fode, vai.

Uma bundinha tão deliciosa como essa dessa ninfeta, que Ricardo ficou louco de tesão só de olhar, onde agarrou e caiu de boca no meio, chupando gostoso o cuzinho dela... metendo a língua e estocando... enfiando bem dentro... deixando ela agoniada a gemer, se arrepiando todinha e tremendo as nádegas na cara dele. Porém, ela toda mimadinha, pediu:

- Mete looogooo, poorraaa... come meu cuu, coomeee...

E ele: - Porra, tô sem camisinha.

E ela, agoniada: - Que porra de camisinha, caralho, meu cu gosta de comer rola é sem plástico, mete, vai. Meu cu quer roolaaa...

O tarado e encorpado motorista, de calça arriada junto com a sunga, pegou essa patricinha de quatro com a mão esquerda apoiada em cima da bunda loira dela enquanto com a direita segurou firme seu cacete duro e foi encaixando e cutucando o cuzinho rosado dela, e esse cuzinho safado dela piscava, como se desse beijos na cabeça da rola dele, com ela gemendo louquinha... doida pra tomar no cu... arrebitando ainda mais a bunda pra ele, sem camisinha a macia e graúda cabeça rosada bem no cuzinho dela de preguinhas piscantes... e bastou o motorista empurrar que o cu da patricinha se abriu e engoliu a cabeça da rola dele junto a uns 3 centímetros além... ela gemeu:

- ai ai aaiii, calma, calmaaa... fica paraadooo, mmmmrr...

Ricardo ficou atrás dela, parado, apenas com as mãos apoiadas aos lados da bunda dela, enquanto toda cadelinha de quatro, toda arrebitada, ela ficou rebolando e assim mastigando, rosqueando o pau dele em seu cu... ao mesmo tempo ela ia mexendo sua bunda para trás, ao encontro da virilha dele...

- aaiimmrr, aaiimmr, aaii como é bom dar o cuuu... Tá gostando do meu cu, seu safado?

- Siiimmmrr, mmmrr, delícia, rraammmrr...Vem aqui, vem, safada, quer rola, quer dar a bunda? Então empina mais que eu vou te dar o que tu quer...

O hábil e tarado motorista tomou as rédeas as situação e agarrado aos quadris da noiva do seu patrão de quatro para ele, começou a mexer seus quadris e assim a estocar seu pau no meio da bunda loira dourada dela, sentindo com seu pau sem camisinha toda a delícia que era esse cuzinho tesudo da ninfeta, que reagia quanto mais sentia o vai e vem da rola dele enfiada atrás:

- iissooo, iiissooo, filho da puutaaa, me coome assimmrr, assim mesmo, rraaaiimmrr, me pega e me puxa, vaaiimmrr. Fode meu cu, foodee, fode meu cuuuuhhhrr...

Percebendo que a patricinha, apesar de toda ninfetinha, baixinha e delicada, aguentava o tranco, ele domou firme ela pelos quadris e começou a encacetar o cuzinho dela com mais força. E quanto mais ele socava, mais a safada pedia:

- aaiii, que gostooosooo, não paaraa, não paaraa, fode meu cu mais forte, foodee... eu goostooo, eu gosto no cu é assimmrr, com foorrçaaaa, rraahhhrr...

O motorista começou a dar um sacode nessa novinha que certamente o carro estava sacudindo junto, fazendo ela de cadela, domando-a pelos quadris e mandando ver seu pau no cuzinho dela, sempre olhando por cima a bunda gostosa dela toda aberta para ele, onde no meio ele se deliciava com o entra e sai, com o vai e vem da sua rola bem dotada socando gostoso e ritmado bem no meio do cu tesudo dela, sem sair de dentro. Carolzinha se mostrando uma apreciadora de anal, uma expert em dar a bunda gostoso... gemendo e pedindo:

- iissooo, me dá pau no meu cuuu, eu quero pau no meu cuuu, me daaahhh, me daaahhh... me dá pau no meu cuuu, seu puutooo, rraammmrr... veem, veem, iissoo... me dá tuudooo...

Ela chegava a colocar o rosto no vidro da porta dianteira, onde seu hálito soprando enquanto ela gemia ofegante feito uma cadela cansada embaçava o vidro, com seus verdes olhinhos revirados, se deliciando com o entra e sai da piroca bem dotada do motorista lhe macetando o meio da bunda, ela adorava imaginar o tamanho da pica enquanto a mesma seguia socando seu cu... pois era isso o que Carolzinha tanto queria, sentir um cacetão no seu cu, sentir um macho de verdade comendo sua bunda... e que bom que esse macho aqui, o motorista do seu noivo, tinha tara pela sua bunda, pois ele estava aproveitando a chance que ela estava dando para ele, se mantendo aqui toda cachorra de quatro no banco traseiro do carro do noivo enquanto oferecia sua bunda com vontade... e assim ela se descontrolou a gozar de um jeito que não mais parou... e o mais gostoso enquanto ela gozava seu cu no entra e sai da rola dele, era que ele não parava de puxar ela e socar... ele urrava feito um bicho selvagem enquanto puxava a ninfetinha pelos quadris e atochava tudo, tudinho no cuzinho dela... dando uma espetacular enrabada nessa patricinha, patricinha da bundinha gostosa, toda arrebitada, redondinha, uma sexy marquinha de biquíni e duas covinhas no alto de cada nádega... nádegas que tremiam a cada batida de virilha do motorista, afinal, estava entrando tudo diante do arrombamento causado... e tome rola, tome rola... só no cu, só no cuzinho da noiva do patrão. Carolzinha gemeu gozando ainda mais forte... nem fôlego mais pra falar alguma coisa ela tinha, só gemia, gemia... e pau torando seu cu.... quando eis que ele parou de uma vez... puxando ela pra ele, grudando bem forte sua virilha suada na rabetinha loira dela igualmente suada, deixando assim seu pau todo atochado no cu dela enquanto o mesmo esguichava muita... muita porra... lá dentro...

Ricardo quando puxou seu pau, o cu da patricinha destampou a escorrer porra, piscando descontrolado... pregas do lado avesso como uma couve-flor...

Enquanto ela ia se recompondo, se limpando com a lenços, se vestindo direito, o celular dela foi chamando... era o corno, falando que já estava no restaurante, mal sabendo que ela estava bem ali no estacionamento, no banco de trás, se recuperando depois de dar a bunda pro motorista dele enquanto ele não vinha.


FIM!

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dando o cu enquanto o corno não vinha

Codigo do conto:
271896

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
09/09/2026

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