O vento mexe constantemente seus loiros e curtos cabelos, no seu sério rosto maduro um óculos de sol, ao seu lado, na areia, uma bolsa sacola com algumas coisas de praia, na sua mão direita, entre dedos, um cigarro e na outra seu celular... o local da praia onde ela está encontra-se meio deserto, certamente não é adequado para se ter em mãos um celular tão caro como o dela. E ela começa a ter essa certeza quando seus verdes olhos se deparam com a figura de um rapaz vindo na sua direção.
Ele está só de bermuda preta, pés descalços, camisa jogada ao ombro... e é negro.
O coração de Catarine dispara, ela abaixa seu celular na tentativa de esconder, não há tempo dela se levantar e sair, o rapaz caminha a passos largos, encarando ela, até que ele chega de frente, se agacha diante dela e diz:
- Cê tem protetor solar aí?
Catarine, ainda desconfiada, assustada, mete sua mão em sua bolsa sacola e pega seu frasco de protetor solar, dá ao rapaz, agachado de cócoras diante dela, olhando pra ela com um rosto mal encarado. Ele pega o frasco da mão dela, encarando ela, notando ela tensa.
E pra deixar Catarine ainda mais apreensiva, ele simplesmente se senta na areia ao lado dela, uns 10 centímetros afastado dela enquanto se passa o protetor e pergunta pra ela:
- Mora aqui na área?
Ela mal olha nos olhos dele e fala sem muitas informações:
- Sim.
- Tá com medo de mim?
- Não... é quee...
- Relaxa. Não sou bandido não. Eu trabalho ali em baixo, num bar. Eu tava passando aqui e vi você se passando protetor, só vim pedir um pouco, tá muito quente hoje, e eu esqueci o meu em casa. Me desculpa. Sou folgado, né?
Catarine passa constantemente uma mão em seus cabelos esvoaçando ao vento, ao mesmo tempo olha ao redor e enxerga poucas pessoas passando por perto. E ele, ao lado, se passando o protetor solar, pergunta:
- Já tentou parar?
Ela: - Hã?
- De fumar.
- Ah... eu não fumo muito.
- Devia parar logo, sabia? Com o passar do tempo pode viciar... Minha mãe morreu por causa disso. Fumava todo dia. Você é jovem, bonita... não combina com você.
Catarine abaixou o cigarro e apagou na areia, jogou dentro da sua bolsa. E ele:
- Desculpa. Foi mal. Eu não quero ser metido. Eu sei que tem gente que fuma só pra se distrair de alguma coisa que tá sentindo. O cigarro muitas vezes é uma companhia. Mas é uma companhia perigosa.
Catarine viu no jeito do moleque falar e em alguns trejeitos seus que ele realmente não era quem ela pensou que fosse assim quando olhou para ele. Viu que julgou ele pela cor de pele na base do susto, tipo: Rio de Janeiro, rapaz negro com cara de favelado, ela uma mulher rica, sozinha na praia... ela juntou tudo num típico julgamento social inadequado e preconceituoso. Tanto que relaxou um pouco mais e assim iniciou uma conversa com ele:
- Faz sentido isso que você falou... Eu... eu geralmente fumo quando... quando tô pensando... tipo, quando tô com a mente distante, sabe?
Ele: - É só trocar o cigarro por outro tipo de distração. Você tem um corpo bonito, você malha, né?
- rsrs, já malhei mais... hoje em dia malho de forma moderada.
- Gosta de dançar?
- Não muito.
- Já dançou funk? Se você fosse num funk não ia pensar em nada, ia desestressar total.
Catarine até riu, pois diante do seu tipo de vida e da sua classe social, jamais se imaginou dançando funk. E a partir disso, a conversa foi se esticando, o rapaz se mostrava bom de papo, um certo linguajar popular típico de quem mora em comunidades, mas bastante expressivo, em muitos momentos colocando um sorriso no rosto de Catarine, até mesmo aquele aspecto mal encarado que ela viu no rosto dele assim que colocou os olhos nele, não parecia mais existir, pois o rosto dele era todo alegria, gentileza. Porém, o tempo passou tão rápido nessa conversa que ela nem notou, até que ela pegou seu celular, olhou as horas e ele se levantou e se despediu dela:
- Aí, você é muito gente boa. Foi um prazer. A gente se esbarra por aí, valeu? Aparece lá no bar que eu trabalho e eu te sirvo uma cerveja na faixa, valeu?
Catarine pegou o frasco de protetor solar e disse:
- Toma, leva pra você.
E ele: - Não, capaz deu perder. Guarda contigo. Se eu te encontrar de novo por aqui, tu me empresta, valeu?
Catarine é uma mulher de família rica, embora nunca tenha trabalhado por ter escolhido ser uma dondoca, há uns 20 anos é casada com Júlio de 54 anos, um empresário bem sucedido, metido com políticos, ela não tem filhos por conta de um aborto e isso a deixou infértil, um dos motivos de tristeza dela durante anos. Ela mora com Júlio num condomínio chique, onde alguns famosos da TV e internet também moram, sendo que aqui, neste momento, ela estava passando um dia em Copacabana, onde tem um apartamento em frente a praia. Na verdade, Catarine não tem um lugar certo para morar, pois acompanha o marido pelo Brasil e pelo mundo em viagens de negócios, e enquanto ele trabalha ela faz turismo, compras... mas sempre está com ele em festas, jantares, passeios de iate, eventos, sempre rodeados de parentes dele, clientes e amigos de trabalho dele. Catarine tem luxo, conforto, mas algo sempre faltou a ela.
Contudo, Catarine gosta da vida que leva. Nunca pensou em pedir divórcio. É uma dondoca, uma madame assumida.
E aqui, 20 horas da noite, ela está no seu ap em Copacabana, seu marido está na sala conversando e bebendo com amigos, ela está bem chateada, pois ele tinha prometido mais cedo leva-la para jantar e depois passear... mas ele simplesmente parece ter esquecido, ou desprezou o prometido para dar atenção as visitas. Catarine se levanta, pede licença, se retira da sala e vai pro quarto. Às 21 horas Júlio entra no quarto, tira sua camisa social, coloca outra, penteia seus cabelos grisalhos lisos, veste um blazer e manda ela se arrumar, falando que quer levar ela pra ir jantar junto com os amigos dele ali na sala. Catarine se irrita e reclama, jogando na cara dele que ele tinha prometido sair apenas com ela... Começa aqui uma discussão entre eles, com ele mandando Catarine falar baixo para seus amigos na sala não escutar, ela fala que ele não manda nela, quando então Júlio aponta o dedo na cara dela e fala num tom esnobe:
- Cala essa boca. Você não precisa de nada na vida. Eu te dou tudo e ainda quer mais?
Catarine com seus olhos verdes em lágrimas manda ele sair... Ele sai do quarto e vai sozinho com os amigos jantar fora.
A madura e bela mulher se joga na sua imensa cama aos prantos, se agarra a um travesseiro e começa a pensar na vida e nas coisas que seu marido falou dela. Ela então se levanta da cama, pega seu celular e uma carteira de cigarros, isqueiro e sai caminhando descalça até a varanda do quarto, onde diante da sacada, olhando para a praia lá embaixo, coberta pela noite estrelada e uma linda lua, ela tira um cigarro de dentro da sua carteira, coloca entre seus carnudos lábios, e quando ela vai subindo o isqueiro pra acender... eis que vem na sua mente a figura do tal rapaz negro da praia falando pra ela sobre não fumar... Catarine ri, relembrando não somente disso que o tal rapaz negro da praia disse, mas de tudo, da conversa dele e do quanto ela se divertiu conversando com ele. Catarine então joga o cigarro pela sacada abaixo, sem sequer acendê-lo.
No dia seguinte, Catarine volta a praia, lá pras 17 horas, com seus cabelos loiros e curtos esvoaçando ao vento, onde ela estende sua canga na areia e senta, no mesmo lugar do dia anterior. Ela, de óculos de sol em seu rosto, abre sua bolsa para pegar seu protetor solar... de repente uma mão surge diante dela ao seu lado direito:
- Me empresta?
Ela vira seu rosto tirando seus óculos:
- Oi, tudo bem?
Era ele, o rapaz da favela. E o curioso neste momento é a transformação automática nas expressões faciais de Catarine ao revê-lo, pois seu rosto foi tomado por uma alegria visível, seus olhos verdes estavam brilhando, havia um sorriso constante em seu rosto enquanto aqui conversava com ele.
O céu por sobre a praia de Copacabana começa a ficar alaranjado por conta do por do sol, a conversa entre Catarine e seu negro amigo desconhecido continua alegre e cativante, com ele contando histórias do seu dia a dia, coisas que sequer Catarine vive em sua vida de dondoca, mas que davam a ela uma sensação de liberdade muito maior que todas as viagens pelo mundo que o dinheiro do seu esposo lhe proporcionava. Catarine gostou dele por isso, pela contrariedade de mundos entre ela e ele. A diferença de idade é gritante entre eles, o moleque tem idade para ser seu filho ou neto, mas o prazer da companhia não tem idade.
Nisso ela ajeitou suas coisas colocando na sua bolsa sacola e juntos foram caminhando... e a cada minuto a praia foi ficando mais escura pela proximidade da noite caindo. E ao invés deles subirem o calçadão e ela voltar pro seu ap, ela seguiu ao lado dele andando pela areia da praia... foram caminhando e conversando, ele falando algumas bobagens, ela rindo... quando então eles já estavam próximos a enormes pedras na entrada no mar. Até que ela se virou pra ele e perguntou:
- Me desculpa, mas... como você se chama mesmo?
- Kauan.
Ele disse isso estendendo sua mão a ela. Que deu a mão a ele falando seu nome, e ele de forma cavalheira a beijou as costas dessa sua loira mão, falando:
- Prazer.
E ainda segurando ela pela mão, o moleque puxou a madura loira ao encontro do seu corpo franzino, abraçando firme e forte ela e tascando-lhe um possessivo e pegado beijo que ela se assustou... mas seu susto não foi pelo gesto abusado dele, mas pela sensação que tomou de conta de seu loiro corpo inteiro enquanto era por esse moleque beijada. Os grossos lábios pretos dele pareciam devorar os delicados lábios e língua dela de uma forma que ela não sentiu jamais seu esposo beijar igual.
O moleque a puxou para entre pedras ali na entrada do mar e a encostou, voltando a beijar sua boca intensamente, e ela, num misto de medo de ser flagrada e de tesão, gemia boca a boca com ele, abraçando ele ao redor do seu corpo negro todo lisinho e sem camisa... o moleque afoito, gemendo como se urrasse feito um bicho cravou sua boca com lábios pretos e grossos ao lado direito do cheiroso pescoço loiro de Catarine dando um chupão daqueles que a fez revirar seus verdes olhos e gemer agoniada... ao mesmo tempo em que ela sentiu a mão dele abaixada entre as pernas dela, adentrando pelo cós de seu biquíni e apalpando a sua buceta.
Eis que ele se abaixou diante dela encostada na pedra, puxou o biquíni dela para um lado e caiu de boca na sua xoxota... Catarine se contorcia encostada na pedra, onde apoiou uma perna por sobre um ombro dele e uma mão nos pretos cabelos crespos dele, acompanhando a movimentação da cabeça dele ali abaixada conforme ele mexia seus lábios pretos e grossos na sua buceta enquanto lhe chupava intenso:
- Cheegaaahhhrr, paaraaahhhrr...
Tal chupada faminta e incessante do rapaz ali abaixado fez Catarine gozar instantaneamente... e ainda sem deixar ela pensar ou reagir, no meio do escuro que tomava de conta da praia com a chegada da noite, já sentindo os respingos das ondas batendo nessas pedras ameaçando virar maré alta, esse moleque se ergueu diante dela, pés cravados na areia, onde ele desceu sua bermuda até o meio das coxas e de pau na mão foi encaixando entre as pernas dela, diante do biquíni dela ali embaixo afastado pra um lado... Catarine gemeu ao sentir uma afoita e repentina penetração em sua buceta, onde num gesto brusco ele a pegou por baixo das coxas dela e a ergueu, mantendo ela encostada nessa pedra que servia de parede e assim como afoitamente uma bombada no meio dela... fodendo forte a buceta loira da gostosa da madame na beira do mar em meio ao escuro...
Catarine cavalgava em pé abraçada ao redor do pescoço do moleque negro, mostrando pra ela que tinha força e vigor pra segurar uma potranca gostosa como ela suspensa enquanto metia-lhe a rola entre as pernas...
- aaahhhrr, aahhhrr, aahhhrr, aaiii caraalhooo, tô gooozaaannndoooohhhrr...
Catarine abraçada ao redor do pescoço dele, saltitando suspensa e segura por baixo das suas pernas pelos antebraços e mãos dele enquanto sentia a batida de virilha seca dele em seu meio, entrou em desespero ao gozar intenso... e ela não via nada dele, apenas o sentia, era como se ela estivesse sendo fodida pela noite... e ele só parou de bombar no meio das pernas dela quando gemeu urrando, se tremendo... a água do mar invadiu de vez o espaço das pedras, fazendo eles saírem rápido... dando passos areia acima da praia no escuro eles estavam ofegantes... de mãos dadas como um casal de namorados.
Ao solta-la, Catarine deu uma ajeitada em seu biquíni, recolocou seus peitos fartos para dentro e chegou a passar uma mão em sua buceta, onde sentiu ela melada de porra... o moleque a comeu sem camisinha e gozou forte dentro.
Mais tarde, já em casa, Catarine seguia a sua vida de esposa rica e recatada, toda num vestidinho azul em seda moldando seu maduro corpo atraente e insinuante, com um penteado que mantinha seus loiros cabelos pretos no alto, ressaltando a beleza do seu pescoço e colo num colar em ouro, sutis brincos em pedras em suas orelhas... toda linda, se comportando como a dondoca que era, sendo a mulher fina e chique que o meio que ela vive acostumou-lhe a ser... e aqui, sentada a mesa da imensa sala do seu ap, ela jantava com seu esposo, ele falava de negócios com ela, que apenas escutava enquanto mexia com o garfo a comida em seu prato... e ela ali, mexendo em sua comida no seu prato com um garfo, sem fome, pensando o tempo todo na impulsiva foda gostosa que teve com o tal rapaz negro... um mero moleque do morro que a fez sentir uma emoção que ela em todos os seus anos de casamento não sentiu com seu esposo.
Catarine chegou aqui a rir ao relembrar que quando ela o viu pela primeira vez, ela teve por ele preconceito e medo, e que com o tempo lhe fez ter alegria por ver que ele era um amigo... e que por fim, diante do que rolou na praia escura, lhe fez sentir algo que ela sequer pensava em sentir outra vez na sua vida... emoção. E ele notando um certo sorriso no rosto maduro da esposa:
- Tá rindo de quê, amor?
Ela, erguendo seu rosto, olhando pro esposo:
- Hã? Nada não, rsrsr... eu tô feliz, só isso.
No dia seguinte, aproveitando então a rotineira ausência do esposo, sempre trabalhando, Catarine foi mais uma vez a praia de Copacabana, onde ficou no mesmo local da praia, na expectativa de rever o moleque, afinal, da última vez eles marcaram de se encontrar. E lá veio ele pela areia da praia, bermuda, chinelos, camiseta tirada e jogada por sobre um ombro, chegando nela na maior intimidade, dando nela um abraço de frente e ao meio, tirando-a do chão enquanto lhe beijava o pescoço, e ela rindo assustada, desconfiada, pedindo pra ele larga-la... até porque Catarine tinha receio de alguém que a conhecesse ou conhecesse seu esposo a visse com esse rapaz. Algumas pessoas ali na praia até estranharam, um moleque preto do morro encoxando uma loira como essa.
E eles ficaram então juntos nessa manhã, mas dessa fez foi diferente. Catarine pegou seu adorável amigo favelado, o tal de Kauan, e o levou para bem longe da praia, mais precisamente para entre as quatro paredes de um motel.
... e aqui não rolou preliminar ou troca de carícias, os dois pelados já foram pra cama mandar ver, onde o moleque pegou a ricaça loira de quatro e fincou—lhe a rola preta na buceta sem cuspe e nada que ela deu um grito nesse quarto de motel... e do jeito que ele meteu, o moleque já foi domando a dondoca pelos quadris e mandando ver uma paulada absurda na sua rosada buceta à base de um sacode com tanta força que ela gritava chorando... com seus peitões balançando e se arrastando na cama...
Sim... a dondoca chorava como se tivesse sido levada pra esse motel a força por esse favelado bom de foda.
Catarine se acabava de gemer e gozar enquanto era fortemente fodida de quatro por esse mero moleque, que nem encorpado era, nem tão alto era, mas era vigoroso, afoito, tarado... moleque preto, esbelto, todo seco e dono de um cacete que Catarine nunca tinha provado igual, imenso e potente o suficiente pra socar rasgando a sua buceta numa velocidade que só aumentava, conforme ele a puxava e arrebentava a virilha dele na sua loira bundona se tremendo toda... Nossa, era cada lapada seca de virilha que esse moleque dava no rabo dessa ricaça que mais parecia que ela estava apanhando com uma palmatória de madeira...
E aquele seu cacete preto duro lhe arrancando rios de água da buceta num entra e sai fulminante... moleque bruto, grosso, estúpido, pegava a dondoca com firmeza pelos quadris e a puxava sem dó pra poder socar o máximo a sua rola nela sem tirar de dentro... ele diminuía o ritmo aqui e ali pra descansar os quadris, mas sem tirar o pau de dentro, onde ele sentava o tava na bunda loira dela e falava:
- Rebola no meu pau, gostosa, rebola!
E ela obedecia com um sorriso no rosto, mordendo seu lábio inferior, mãos e joelhos na cama rebolando sua loira bunda encostada na virilha preta do moleque da favela... e ele ali sentando o tapa na bunda dela:
- aaiimmrrr, aaiimmrr... aahhhhrr...
Da quinta vez que ele sentou o tapa, ela gritou gemendo:
- BAATEEE... ME BAATEEE...
O moleque então tatuou cada mão dele umas 20 vezes na bunda loira dela toda... e claro, puxando ela, metendo a rola e voltando a dar um sacode nela de quatro enquanto ela desesperada e aos berros nessa cama de motel gemia e gozava na socada que tomava, sentindo a virilha chapada do moleque lhe espancando a dolorida bunda estapeada e por baixo sentindo as bolas dele lhe surrando a buceta... nossa, que rola, que rola esse moleque tinha. Era exatamente disso que a dondoca Catarine precisava, uma bela de uma rola que lhe aquecesse a vida.
Catarina era o tipo de mulher que jamais foi tratada assim na cama, muito menos jamais se imaginou num quarto de motel com um homem de uma classe social bem distante da sua... na verdade ela nunca sequer pensou em trair seu esposo, embora imaginasse e se tocasse fantasiando transando com artistas e celebridades.
E aqui ela gemia, chorava e gritava:
- NÃO PAARAAAHHRR, NÃO PAARAAA, NÃO PAARAAAHHHHRRR...
O moleque puxava a dondoca ora pelos quadris, ora pelos ombros e botava pra castigar a xoxota experiente dela numa socada de pica insistente, com ele se deliciando com o via por trás, domando aquele rabão loiro da ricaça, se tremendo todo a cada batida de virilha enquanto bem ali no meio o seu preto pau arregaçada a pele da buceta dela num entra e sai veloz. E detalhe, sem camisinha, o moleque estava louco com a maciez da buceta dessa loira, xota loira cabeluda, porém, pelos super macios e que aqui estavam lambuzados de tanto suco que respingava de dentro conforme a rola preta dele se mexia socando sem sair de dentro... a madame se tremia toda a cada gozada enquanto a rola continuava socando.
- rraaahhhrr, rraaahhrr, aaiii caraalho, que deliiiciaaa... tô gooozaaannn...
Foi quando aos gemidos de agonia ele parou e a puxou pelos cabelos, virondo ela de frente pra ele, Catarine tomou um susto com esse moleque em pé na cama, domando ela com um puxão de cabelos e esfregando seu pau na sua carinha...
- Abre a boca, anda.
Ela, toda suada e lerda de tanto gozar, abriu a boca, estirou sua língua e recebeu dele uns cinco esguichos de porra bem dentro da sua boquinha... o suficiente pra inundar e assim ela engolir com gosto. A madame engoliu a porra do negro gemendo de prazer, lambeu até os beiços a safada, onde ele continuou em pé na cama e ela ajoelhada, segurando o pau preto dele e passando a lambida nele todinho, ela chegava a descer seu rosto lá pra baixo e mamar no saco preto dele, onde ela colocava fácil uma bola e outra em sua boca, de rosto por baixo do cacete dele, pulsando pós gozada.
A noite, junto ao marido, ela voltava a cumprir seu papel de esposa chique e recatada, coxas cruzadas em um vestido caríssimo, toda maquiada, com suas joias e saltos altos, tendo que rir de um jeito metido a besta enquanto conversava futilidades com as amigas, que aqui estavam visitando o casal, cada qual com seu esposo e que conversavam com o marido dela enquanto bebiam drinques. Uma típica reunião de amigos ricos. Ou seja, mais um programa chato e elitista em casa. Mas enfim, Catarine nem mais se importava, afinal, seu corpo por dentro estava em paz, se sentindo pleno e pulsante. Pois, claro, enquanto seu esposo conversava com os amigos, bebendo, falando de negócios, ela se mantinha silenciosa, quieta, enquanto as demais amigas dondocas arrotavam arrogância, falando delas, do quanto são ricas e empoderadas e ela só pensava no sexo gostoso e safado que ela provou com o tal favelado, o moleque de nome Kauan, e que virou seu amante.
E bastou o dia amanhecer e seu esposo sair pra trabalhar, lá pras 9 horas... eles se reencontraram.
Eles dois pelados, onde agarrados e aos beijos rolavam numa imensa cama de um motel... gemendo, se devorando as bocas e as línguas, corpo negro do novinho roçando no loiro corpo da experiente ricaça... quando então, num mero movimento de quadris ele encaixou sua rola entre as pernas loiras abertas dela e começou a sapecar a virilhada no meio dela sem dó...
- aahhhrrr... iissoo... iissooo, aassimmmrr, me fooode assiimmrr, rrraaahhhrr...
O moleque castigando a buceta da dondoca numa paulada violenta por entre as pernas dela e a loiraça adorando ser fodida assim, com brutalidade... toda arreganhada pra ele socar a vontade... onde ela trepidava de costas na cama a cada pancada de virilha que ela tomava em seu meio... Catarine berrava sem fôlego de tão agoniada com a forma violenta e afoita que esse moleque negro lhe metia a rola na buceta. Sendo que a cada descida que ele dava lhe batendo a virilha, era uma cabeçada que ela sentia bem no fundo na sua buceta que mais parecia que a parede do seu útero iria ser perfurada... e o moleque não deu trégua, simplesmente macetou o meio das pernas da loira, chegava a jogar os pés dela lá pro alto e tome rola nela... que gemeu alto, gozando num surto de espasmos e tremedeiras.
Catarine se transformou dia a dia, estava mais sorridente e ativa em suas atividades, até os empregados da sua imensa mansão notavam na patroa uma alegria que ela jamais demonstrou. Seu esposo também notou, mas, um homem como ele, sempre ocupado e com urgências em sua vida de empresário, sequer pensou na possibilidade da sua querida esposa estar feliz assim por causa de um mero moleque do morro que estava dando o que ele, como esposo, não estava dando, uma foda bem dada. No final de semana, inclusive, ele a convidou para um passeio em Fernando de Noronha, Catarine, esposa tipo troféu, dondoca de plantão, não recusou, como jamais recusou a nenhuma viagem com ele e foi, só que, chegando lá, eles se juntaram a mais dois casais de amigos dele. Catarine ficou boladaça... pois sempre quando ela pensava que o marido ia querer dar atenção somente para ela, ele colocava amigos e negócios no meio.
Catarine passou a viagem toda em Fernando de Noronha louca pra retornar pro Rio e se encontrar com seu moleque favelado preferido. Já de volta ao Rio, domingo a noite, ela deixou suas malas para desfazê-las com a ajuda dos empregados no dia seguinte e apenas tomou um banho e caiu na cama alegando ao marido cansaço e dor de cabeça e assim dormiu feito uma pedra.
Na segunda-feira pela manhã, o maridão foi trabalhar e ela colocou um vestidinho florido, sandálias, óculos de sol, pegou seu Jeep Compass cinza fosco com vidros pretos e foi atrás do moleque. Ele estava no calçadão, bermuda do Flamengo, camiseta por sobre um ombro, chinelos, celular na mão, aliás, um presentinho dela. Bastou então ela acenar pra ele e ele se aproximou, entrou porta adentro, sentou ao lado dela e ela vazou dali com ele.
Ela parou no estacionamento de um shopping, onde disse para ele que tinha um compromisso e que veio ver ele apenas para matar um pouco sua saudade e não tinha tempo pra motel... na verdade a saudade dela era de algo específico, tanto que, sentada no seu banco ao volante, ela tirou seu cinto, virou-se para ele sentado no banco do carona e abocanhou os grossos lábios pretos do moleque favelado num beijo intenso, onde a coroa gemeu revirando seus olhos, e o moleque enquanto a chupava os lábios e língua, apalpou os peitos fartos dela pelo decote do seu vestido... arrancando-os de dentro... nisso ela tirou as mãos dele de seus peitos e disse:
- Você é muito apressadinho, né, moleque? Que tarado.
- Quem manda tu ser gostosa, porra.
- Mas não é assim que tem que ser... Você tem que ter mais calma. Você costuma comer as menininhas por aí desse jeito? Gosta de machucar elas, é?
- Mas tu não gosta?
Ela riu, mordendo seu lábio inferior, encarando ele nos olhos com seus verdes olhos, falando:
- Desce essa calça, vai.
Kauan pegou na sua bermuda do Flamengo e arriou coxas e pernas abaixo com sunga preta e tudo... fazendo seu pau preto duro saltar... Catarine, por sua vez, já tratou de segurar e tocar uma punheta sem pressa...
- Nossa, saudade dessa rola.
- Vai só bater punheta? Me chupa, vai.
A coroa com a sua delicada mão loira, da palma macia, com unhas pintadas e com a sua aliança de casada segurava a pica preta do seu jovem amante favelado e masturbava, salivando de tesão, onde debruçou seu rosto no colo dele, caindo de boca, fazendo o moleque gemer revirando seus olhos assim que sentiu os lábios macios dela deslizando pelo seu falo marrom escuro... e ela aqui de início ficou descendo e voltando, de boca apenas na parte mais sensível da rola dele, na cabeça... levando ele a gemer muito e endurecer seu pau como se fora um ferro... ao mesmo tempo em que ele se deliciava com tudo... com o cheiro do carro de luxo, seu banco macio, os pretos vidros ao redor tornando dentro silencioso, onde ele escutava o barulho dos delicados e molhados lábios dessa coroa gostosa escorregando pelo seu pau preto em pé, descendo até o meio, com ela forçando engolir tudo... pau seguro por uma mão dela numa punheta suave... Catarine manteve a pegada e a velocidade do boquete, pois ela queria realmente degustar do pau do seu pretinho, mexendo seu rosto freneticamente por várias vezes, até que ele, com uma mão na cabeça dela, acompanhando o sobe e desce dela, gemeu agoniado, se tremendo, enquanto a gostosa coroa engolia esguichos do seu esperma, matando a sede dela... ela ergueu seu rosto lambendo os lábios, não deixando nenhuma gota sequer da porra sair... e pra finalizar, ela deu uma levantadinha sentada no seu banco diante do volante, meteu as mãos por baixo do seu vestido e puxou sua calcinha pernas abaixo e foi então ela disse:
- Agora você vai ficar quietinho e me deixar fazer como eu quero.
Ela foi saindo do seu banco e indo pra cima dele, onde montou de frente no colo do jovem. E ele, beijando os peitos e o rosto dela:
- Vamo pra um motel, vamo.
- Não, seu apressadinho, segura seu pau em pé... assim... eu vou sentar nele... mmmrr... issoo... aaiiimmrr... nossa, que duro.
- Ai, caralho, que buceta gostosa, rraaammmrr...
Ele segurou ela pela cintura e foi mexendo os quadris dele, sentando, fodendo ela, e ela montada, falou:
- Paaraa... Você quer acabar comigo, é? Calma, moleque, eu gosto do jeito que você me come, mas... calma... deixar eu foder como eu quero, vai.
A coroa aqui sentada montada no pau preto dele com a sua fogosa buceta loira, começou uma ritmada cavalgada... e ele mamando nos peitões dela para fora do seu decote e sutiã, gemendo ao sentir o sobe e desce dela, socando xota na pica dele...
- aaiii, moleequeee, que saudade de sentir essa tua roolaaa, mmmmrr... rraahhr, rraahhhrr, rraaahhhrr que deliiciiaaahhhrr...
Catarine tinha um excelente remelexo de quadris, onde galopou gostoso, fodendo a rola do moleque, e ele acompanhando o requebrado dela, o sobe e desce dela com as mãos apoiadas ora na cintura dela, ora escorregando pro bundão loiro dela se mexendo constantemente para cima e para baixo... conforme ela ia fodendo o cacete dele... aumentando a velocidade, onde o bucetão experiente da loira ia acolhendo todos os centímetros desse caralho... quicando, aumentando o ritmo sem exagero, pois a intenção da loira era sentir todos os centímetros da piroca do moleque grosando dentro da sua buceta em constante movimentação, ela não chegou nem a dar bundadas nas coxas dele, a coroa estava toda empinadinha no colo do moleque, comendo a rola dele com a sua buceta... socando, socando, galopando lindamente sexy:
- rraahhhr, rraahhrr, aaiii caralho, vou gooozaaaarr...
A dondoca estremeceu montada na pica do favelado... gemendo agoniada... contraindo sua grande bunda loira e suas coxas... apertando o pau dele...
Ela voltou a sentar em seu banco ao volante, ofegante... lerda... onde enfiou a mão em sua bolsinha por sobre o painel do carro e pegou de dentro um cigarro. Contudo, ela olhou pra ele, e riu, lembrando do conselho dele para não mais fumar... ela abriu o vidro do carro ao seu lado e jogou ele pela janela afora sem ascender.
Os dias foram passando, e os encontros da rica moradora de Copacabana, Catarine, com seu amante favelado, Kauan, foram virando uma constância... onde ela chegou a encontrar ele duas vezes no mesmo dia, só pra sentir a pegada dele, a bruta forma com a qual ele lhe comia, seu jeito de malandro, de bandido, a maciez do seu corpinho jovem todo durinho, a preta pele dele junta a sua pele loira e principalmente, Catarine estava viciada no sabor, grossura e dureza dos centímetros da bem dotada rola preta dele lhe socando de uma forma que o branco pau pequeno do seu esposo jamais socou, o moleque tinha um jeito de fazer essa dondoca, essa mulher chique e rica de classe média alta virar uma puta de esquina na cama... e ela estava adorando isso. Sempre aproveitando a ausência do esposo em seu trabalho para ir vê-lo. Inclusive, ela passou a negar seu esposo na cama para poupar suas energias pra gastar com o moleque. A dondoca passou até a frequentar a academia mais vezes, pois o sexo com ele incentivou ela a cuidar mais do seu corpo e saúde, pois era necessário acompanhar o ritmo de um moleque tão novo e vigoroso.
Porém, Catarine viu que estava exagerando nos encontros, estava saindo demais para ir foder fora de casa com esse moleque... e pensando em dar uma solução para não mais ir encontra-lo tanto assim, ela se deixou levar pelo perigo e não mediu os riscos, onde convidou o jovem amante favelado, Kauan, para trabalhar de jardineiro do imenso jardim da sua mansão. O moleque topou, pois assim ganharia uma grana e ficaria mais perto da sua gostosa madame. Catarine nem precisou apresentar o moleque ao esposo Júlio como funcionário novo da casa deles, bastou ele chegar no dia marcado que ela falou com os seguranças da casa para deixar ele entrar e assim o jovem Kauan já estava trabalhando como jardineiro, algo que ele jamais foi ou pensou em ser.
O corno do esposo de Catarine até viu o moleque trabalhando nesse seu primeiro dia na casa, mas sequer olhou na cara de Kauan por estar falando ao celular de negócios e trabalho, sem falar que Kauan era um mero moleque de comunidade, de bermuda, chinelos e camiseta, não tinha a mínima possibilidade dele desconfiar que um sujeitinho desses estava metendo a rola na sua esposa... enquanto isso, os verdes olhos da madame acompanhavam seu jovem amante negro pelo seu jardim, zelando por ele e o desejando enquanto ele “trabalhava”.
Tanto que, na primeira oportunidade sozinha em casa com ele, ela apareceu na varanda do terraço do seu quarto, no segundo andar, olhando para ele ali embaixo, no jardim, podando alguns arbustos, ela estava só de camisola transparente, onde encarando o moleque ali embaixo, fez um gesto com a mão mandando ele subir até seu quarto... Tudo isso fora combinado com ele antes de contrata-lo, pois o moleque iria atender a madame somente quando ela quisesse ou visse que teria oportunidade.
E aqui foi o corajoso e sortudo moleque favelado, adentrando a imensa casa, de bermuda, chinelos e camiseta regata, com a sua preta pele suada do trabalho, subindo as escadarias, passando por um corredor entre quartos de hóspedes, até chegar ao luxuoso quarto de casal da madame. E ele sabia onde ficava pois ela ensinou direitinho e com antecedência pra ele.
... e assim que entrou ele teve a visão dos sonhos, a coroa totalmente pelada e de quatro, na beirada dessa imensa cama sua de casal, rebolando sua loira bunda gostosa pra ele, toda arreganhada mostrando uma inchada buceta em formato de concha e bem melada de baba de tesão por entre pernas abertas e um cuzão vermelho, piscante, no meio dessa sua bundona loira aberta... um cuzão daqueles que só de olhar pra essa loira cavala, virada assim de quatro, dava dor no pau de tão duro que ficava na hora... isso enquanto ela olhava para ele por sobre um ombro seu, rindo para ele com a cara mais safada do mundo e falando:
- Meu empregadinho trabalhou muito por hoje... Tá na hora do lanche, vem comer, vem.
Esse moleque tirou sua roupa e foi com tudo de pau preto duro pra cima da coroa gostosa, abraçando a bundona loira dela e caindo de cara no meio, fazendo ela desabar de rosto na cama e gemer de um jeito manhoso enquanto sentia a língua do moleque fodendo enfurecida o seu cu... nossa, a coroa granfina se tremeu toda de cara enfurnada na cama enquanto tomava solavancos por trás do seu amante favelado, remexendo o rosto por entre as suas redondas nádegas loiras, chupando com tesão o seu cu, abraçado a bunda dela, puxando pra seu rosto, ora lambendo do cu a buceta, da buceta ao cu, porém, focando exclusivamente no cuzão dela... se não bastasse a madame ter sua bundona loira toda cheirosa de cremes hidratantes, ela tinha ali no meio um cuzão suculento, delicioso, das pregas avermelhadas... no qual o moleque chupava fazendo barulhos estalados e babando ao ponto de escorrer pela buceta abaixo e melar a cama... deixando ela agoniada de tesão. O moleque chegava a tirar seu rosto, abrir a bunda loira da coroa com as mãos e dar uma cusparada bem dentro do cu dela... depois enfiava-lhe o dedo e socava... levando a dondoca a gemer agoniada de tesão.
E babando de tesão pelo rabo dessa coroa, o jovem favelado, em pé no chão por trás dela de quatro na beirada dessa cama imensa, empunhando seu pau preto numa punheta, engatilhou o marrom cabeção bem no meio e meteu sem dó... Catarine deu um grito de dor e agonia... já era tarde, esse moleque domou essa coroa gostosa de quatro e começou a puxar ela enquanto metia-lhe a rola no cu sem dó...
- Hoje tu tá querendo dar esse rabão gostoso, né, safada? Então vem aqui que o teu pretinho vai te daarr, mmmmrr... toma, sua gostosa do caralho, toma nesse rabo, toomaaa...
- Calma, poorrraa, caalmaaaahhhrr, aaaiiimmmrr, tá dooeendooo... rraaahhhhrr...
A dondoca começou a chorar agoniada sendo agarrada pelos quadris e puxada pra trás com força pelo viril e afoito moleque enquanto sentia no meio da sua bunda toda a movimentação da viril rola bem dotada do seu amante pretinho entrando e saindo enfiada em seu cu e aumentando a velocidade... foi preciso ela colocar uma mão por baixo de seu corpo de quatro e tocar uma siririca na buceta pra tentar aliviar a dor.
- aaaiii seu filho da puuuutaaaahhhrr, seu taaraadooo, aaii meu cuuuu...
Catarine era uma galega dessas bem cavalas, no auge dos seus 50 anos, rabuda das ancas largas... e o jeito que ela aqui de quatro curvava seu dorso lombar fazia seu rabo ficar bem arrebitado enquanto aguentava as constantes lapadas de virilha seca do seu esbelto e vigoroso amante, e o fato do moleque ser bem dotado deixava ela maluca, pois a cada puxada e empurrada que ele dava nela, ela sentia vários centímetros entrando... deixando as preguinhas dela bem molinhas, ao ponto dele socar até o talo... e esse entra e sai de pica foi deixando Catarine louca, a dor de antes passou a ser prazer, prazer em sentir o pau preto desse moleque fodendo freneticamente seu cu, prazer em ser pega de quatro e enrabada com força... nisso ela gozou na siririca que tocava, fazendo o gozo na buceta subir pro seu cu sendo estocado e assim ela também gozou no cu e se tremeu toda, gemendo soluçado, onde desequilibrada ela tirou sua mão da buceta pra se apoiar melhor de quatro na cama enquanto ainda tomava um sacode do moleque, se deixando ser feita de cadela por ele, que por sua vez era dono de um remelexo de quadris incansável, fazendo seu pau estocar fundo no cuzão da coroa:
- aai caraalho, que cu gostooosoo, que cu gostoso você tem raaahhhr, rraammmrr...
Uma bela comida de rabo sem camisinha, foi quando ele foi dando uma diminuída na velocidade, deu uma paradinha, puxou a rola do cu dela deixando o rombo vermelho e ainda segurando seu cacete preto duro feito pedra enquanto ainda a domava de quatro, ele deu uma esfregada com a marrom cabeça do seu pau mais embaixo, bem no rachado melado da xoxota com pelos loiros dela e meteu... a coroa se tremeu toda... a safada estava querendo um pouco de foda na sua buceta pra dar um descanso pro seu cu... assim o moleque preto e favelado agarrou a dondoca cavala pelos quadris começando a dar um sacode nela nessa sua cama de casal... botando aqui pra arrebentar a sua seca virilha de moleque na bundona loira dela, dando um arregaço na buceta dela, tamanha a velocidade da socada... onde os sons da sapecada de virilha TAP TAP TAP TAP TAP TAP TAP TAP TAP tomaram de conta do quarto dela, junto aos gemidos desesperados dela.
... mas claro, ele parou no momento em que ela se tremia toda gozando, tirou e meteu de novo no meio do rabo dela, dando um tapão na bunda dela deixando a marca dos cinco dedos abertos:
- Empina o rabo, cachorra, anda.
O moleque subiu na cama da madame só pra poder montar em cima da bundona loira dela e quicar de rola enfiada no cuzão dela, segurando ela pela bunda e quicando montado, e ela de cara na cama, gemendo igual uma puta sentindo a cavalgada que tomava dele enquanto no meio da sua bundona loira toda aberta virada pra cima sentia a estocada de cima para baixo da rola preta dele fodendo seu cu...
- aaahhhr, rraahhhrr, aaaaiii filho da puutaaaa, meu cuuuhhrr, rraaahhhrr...
As posições do anal foram variando, onde ele meteu rola preta no cuzão da coroa gostosa de ladinho, comeu o cu dela com ela de pernas arreganhadas e deitada de costas, comeu o cu dela com ela montada e cavalgando nele de frente, montada de costas... aqui e ali ele metia na buceta dela e fazia ela gozar, mas ele queria mesmo era o cu da madame, dessa cavala gostosa... e assim ele voltou a botar ela de quatro e fez ela gritar de dor e prazer enquanto a puxava pra ele usando de todo o vigor que a sua mocidade podia lhe dar, o moleque favelado estava aqui banhado de suor junto a sua madame, cansada feito uma cadela com sede de tanto tomar virilhada de quatro e socada de rola preta em seu cu... uma socada tão violenta que a coroa era arremessada pra frente, tremendo a bunda, sacolejando seus peitões por baixo, lhe causando falta de ar numa agonia sem fim enquanto sentia o pauzão preto do seu amante favelado dilacerando as pregas do seu cuzão.
- aaahhhrr, aaahhhrr, aahahhrr, aaaiii caaraaalhooo, aaiii caraalhooo, aaii meu cuuuuhhhrr...
O estupro anal foi finalizado com parando, se tremendo todo, exausto de tanto remexer seus quadris e mandar ver, escorrendo suor em seu preto corpo, onde ele puxava o ar ofegante, de rosto virado pro teto... segurando ela pelos quadris, puxando ela pra virilha dele colada a bunda dela... onde bem dentro do cuzão arrombado da coroa seu pau cuspia toda a sua porra.
O moleque foi deixando o quarto da madame depois de se vestir, deixando ela ali deitada aos trapos... morta de cansada, de bruços nos panos amarrotados e suados da sua cama de casal... e com seu cuzão arrombado expelindo porra e um tanto de sangue...
A rotina numa casa de pessoas ricas, milionárias numa cidade de contrastes como o Rio de Janeiro é assim, de aparências. Muitas vezes como se essas pessoas vivessem num mundo à parte, cercadas de paisagens paradisíacas, de luxo, glamour e todas as possibilidades, inclusive, viver viajando, voltar pro Rio e falar que ama o Brasil... O Rio tem muito do que é o Brasil em si, onde ricos e pobres convivem e na maior parte os ricos fazendo vista grossa pra existência dos pobres, quando não usam eles.
E aqui, nessa mansão em Copacabana, a madame Catarine é um bom exemplo disso, vivendo de aparências para manter a pose e o status, enquanto a sua real felicidade é quando duas vezes por semana ela vira a puta do seu favelado querido.
FIM
Obrigada por lerem e comentem, por favor.