Contudo, dentro da sua vida comum, diante da sua rotina, em meio a normalidade das coisas que lhe tornavam um homem acima de qualquer suspeita, Francisco tinha algo dentro de si que ele fazia questão de manter em segredo, algo que o rondava ele feito um fantasma desde que ele confessou pela última vez para a sua ex... e que, dois anos depois, pelo fato dele estar agora casado com Isabel, de 26 anos, uma bonita e gostosa morena cor de jambo e cabelos pintados de castanhos, só fez aumentar a sua ânsia de mais uma vez confessar.
Francisco também era o segundo marido de Isabel, o casamento deles tinha um ano ainda, e era tudo perfeito na vida deles, dentro da casa deles num bairro nobre de Niterói, por enquanto não tinham filhos, seus planos eram no momento crescer profissionalmente e se estabelecer melhor, seus problemas eram comuns e fáceis de serem contornados. Mas o danado do segredinho de Francisco carecia de atenção, pois ele mesmo já não se aguentava mais de tanta vontade de falar sobre.
Até que um dia, ele estava na sala de sua casa com Isabel, sentados juntinhos enquanto assistiam a um filme qualquer... e ele vendo a ocasião certa para se confessar, disse:
- Amor... eu... eu queria tanto te falar uma coisa.
- Fala, ora.
- Mas é queee... que eu tenho medo da tua reação.
Isabel até se ajeitou melhor no sofá, se virando de frente pra ele, sentadinha com as pernas juntas e dobradas de bandinha e encarando ele:
- Nossa, é tão sério assim? Agora eu tô curiosa, fala.
Francisco retirou seus óculos de grau, deu um tempo passando mãos no rosto, na sua cabeça meio calva, ajeitou novamente seus óculos nos olhos, respirou fundo como se algo doesse dentro dele, o angustiasse... e disse num tom de voz baixo:
- Então, amor... é quee... é que eu... eu queria que você... me ajudasse numa coisa queee... que eu tenho dentro de mim... tipooo... um desejo meu... de muito tempo... e queee... eu já até falei disso pra minha ex eee... ela recusou.
Isabel olhou meio torto pra ele, cruzando os braços em tom de preocupação justamente por ele ter citado sua ex:
- Fala, Chiquinho... pelo amor de Deus.
Ele deu um tempo, ficou apreensivo, faltou-lhe até o ar... Ela chegou a fazer um carinho na careca dele, segurou uma mão dele e pediu pra ele se acalmar, respirar... e ele continuou:
- É quee... que eu... tipo assim... não é sempre, mas... eeuuu... eu sinto... um certoo... prazer... tipo... quando... quandooo... ééé...
- Fala, Chiiicooo.
- Eu sinto prazer quando vejo... outros homens... olhando............. pra ti.
Isabel ficou calada, encarando ele... sem acreditar no que escutou do marido, chegou até a gargalhar, rachando o bico, pensando que se tratava de uma piada, pois Francisco era bem humorado e tal... mas ela notou ele sério, então disse:
- Amor, para a palhaçada... não brinca com essas coisas... É sério?
Francisco olhava para ela com uma certa fisionomia de dar dó. Ela chegou a notar os olhos dele marejados por trás dos óculos dele.
- Foi por isso que a tua mulher te deixou?
- Sim.
- Tu pediu pra ela ficar com um outro cara e ela te deixou, e agora tá pedindo pra mim a mesma coisa?
- Não não não, amor, eu não tô pedindo pra você ficar com outro não... é... é só uma vontade minha de te falar isso, de colocar pra fora, entendeu?
- Mas tu falou pra eu te ajudar nisso. Ou seja, tu quer que eu tope, não é?
- Eu não sei, amor... é que... sempre quando a gente sai por aí junto... e passa um cara olhando pra ti... eu... eu gosto... até teus primos, tios... enfim, algum outro homem que chega em ti... me dá algo... forte em mim... é tipo tesão, sabe?
- Tu fica excitado em ver... outros homens olhando pra mim?
- Sim.
- Tu já... se masturbou, depois que se excitou ao ver um homem olhando pra mim?
Ele respondeu apenas balançando a cabeça positivamente.
Bom, tal revelação de Francisco caiu como uma bomba na cabeça da esposa Isabel. Que dessa noite em diante não olhou pro esposo como antes, foi complicado até mesmo de conversar, era como se ela olhasse pra ele e tivesse escrito na testa dele: “Quero te ver com outro homem.” Pior é que Isabel guardou isso só pra si, pois ela não tinha uma amiga para se confessar e pedir conselho sobre. E ele, Francisco, se sentiu mal por ter falado, falou apenas por ter sido obrigado pela própria vontade de colocar pra fora o que tanto lhe agoniava, mas ficou com a impressão de que seu casamento novo, que estava aqui apenas no começo, estava acabado.
E claro, Francisco não ia apenas a igreja com a sua bela esposa Isabel, ele tinha o costume de chamar ela pra sair, pra curtir restaurantes, bares, shows... ele sabia que ela gostava e levava ela, depois da confissão eles ficaram um final de semana sem sair, ele notou que ela estava se sentindo angustiada, estressada...
Nisso, numa sexta, ele chamou ela pra um barzinho. E estar com ela num ambiente cheio de pessoas e principalmente de homens, e homens que olhavam para ela quando ela passava, foi um desafio novo pra Francisco depois de ter feito tal confissão. Pois pela primeira vez ele estava mostrando abertamente para ela, sua esposa, como era o comportamento dele diante outros homens, pois Isabel notava com mais clareza o jeito que ele olhava pra cada homem que olhava para ela, aliás, ela se sentiu até constrangida em certo momento, travada, sem liberdade. Em algum momento ela até achou graça dele. Já ele, notando ela calada demais, sentada ao lado dela na mesa enquanto tomava um drinque com ela, se deixou levar pelo fato de ter confessado pra ela seu fetiche, e da forma mais direta possível, perguntou pra ela:
- Quer tentar?
Ela quase se engasga com a dose de uísque:
- Hã?
- Tô perguntando... Quer tentar?
- Como assim, amor?
Ela sentada ao lado dele, de vestidinho curto, coxas cruzadas, passou a mão nos seus ondulados cabelos castanhos pintados, mostrando um certo incomodo com o comportamento do marido, onde ela deu um gole em seu uísque e nada falou. Já ele, insistiu:
- Tô perguntando se você quer tentar realizar minha... vontade.
- Você tá falando que quer que eu fique com outro homem?
- Sim. Eu tô querendo saber se você quer que a gente realize logo essa minha vontade. Quer?
- Meu Deus, Chiquiinhooo... Nem acredito. Tu me chamou pra sair pra isso?
- Querida, entenda, me incomoda viver nessa prisão. Meus planos quando casei contigo era viver apenas contigo pro resto da minha vida e assim vai ser... mas... desde que eu falei esse meu gosto... tu ficou tão pra baixo que tô até com medo disso durar pra sempre. Tu mudou completamente o comportamento comigo depois que eu confessei isso, amor. Tá complicado pra mim. Até teu bom humor foi embora.
- Tá dando pra notar, né?
- Óbvio. E aí. Responde. Quer tentar?
Isabel foi curta e grossa:
- Me leva pra casa.
No carro, voltando pra casa, Francisco não parava de falar, se desculpar e tal, falando que só perguntou pra ela se ela queria tentar porque achou que ela estava a fim. Já Isabel, sentada no banco do carona, de braços cruzados e puta de raiva, apenas disse que só aceitou sair com ele porque fazia tempo que ele não a chamava pra sair, mas se soubesse que seria para isso, para ele oferecer ela pra outros homens, ela sequer teria saído. E ainda disse que não sairia mais com ele se fosse com essa intenção.
O certo é que os dias foram passando e Francisco deixou quieto, não tocou mais no assunto e tal, pois entendeu que isso poderia colocar um fim em seu segundo casamento, sendo que com Isabel era diferente, ele amava muito mais ela do que a ex. Ele teve que se comportar, se conter, deixar de pensar tanto nesse seu fetiche, embora a mente dele ficasse o tempo todo imaginando a esposa conversando com outros homens na ausência dele enquanto ele trabalhava, os caras babando por ela onde quer que ela fosse, afinal Isabel era bonita de corpo e rosto, tinha uma pele morena jambo bem sexy, um jeitinho meigo, um sorriso encantador e faceiro, um par de peitos apetitosos e uma bunda bem chamativa, seja o tipo de roupa que ela usasse, pois ela frequentava academia e trabalhava bem sua bunda... aliás, as idas dela a academia deixava Francisco sempre imaginando os instrutores e demais garotões sarados dando em cima dela.
Enfim, foi complicado para alguém como ele, em específico, conter em si um fetiche tão latente assim. Muitos homens casados que praticam uma relação aberta não obrigam suas esposas a fazer o que elas não estão a fim. Outros até desistem, deixam trancado dentro de si e ponto final. Francisco estava tentando viver com isso, afinal, era a sua segunda esposa para quem ele confessava. Porém, ele foi ficando acumulado de tanta vontade de realizar tal fetiche, tenso, já que não era mais segredo pra sua esposa e tal. Já Isabel seguiu sem querer tocar no assunto.
Até que, numa noite, ele voltou a sair com ela, dessa vez para um aniversário de uma amiga dela, e lá, não teve jeito, assim que eles entraram ele já notou olhares de alguns homens para ela... tipo: parentes dessa amiga dela, como também amigos dele que estavam presentes, o grupo da igreja, todos casados, até as mulheres olhavam para ela, mas com inveja, pois Isabel realmente chamava a atenção na sua beleza e corpo, e aqui ela estava num tubinho vermelho colado, destacando-se de todas as mulheres da festa... a amiga dela apresentando ela a amigos, parentes, e Francisco de longe só observando os olhares deles, seus comportamentos. Principalmente os olhares que muitos davam pra bunda dela tão bem arrebitada nesse seu vestido. E claro, todo esse voyeurismo deixava Francisco de pau duro.
De volta, em casa, enquanto Isabel tirava seu vestido no quarto, Francisco tocava uma punheta no banheiro pra aliviar a tensão, lembrando de todos os homens olhando pra sua esposa na festa de aniversário da amiga dela. Só que ele parou antes de gozar e voltou pro quarto e agarrou ela, só de calcinha e sutiã, a beijando enfurecidamente e a jogando na cama, onde partiu pra cima dela e comeu Isabela como não havia comido nesses últimos dias, ou talvez desde que começaram a transar e tal.
No final desse sexo gostoso, Isabel gargalhava como se tivesse embriagada após tanto gozar, onde deitada pelada e de rosto por sobre o peitoral magro e branco dele, disse:
- Ficou inspirado, né?
- Hã?
- Eu sei, amor. Não precisa disfarçar. Eu sei que tu me comeu assim porque voltou excitado da festa da minha amiga.
- Não, amor, eu tava com vontade mesmo.
- Mentira. Tu nunca me comeu assim, com tanta força.
- Te machuquei? Não gostou?
Isabel ergueu seu rosto diante do dele de cabeça em travesseiros, e disse encarando ele:
- Se tu me comesse assim todo dia... eu ia adorar.
E ele então voltou a falar:
- Então... é só você me estimular.
Isabel saiu da cama, foi pro banheiro tomar um banho. Ele ficou na cama, com cara de quem deveria ter ficado calado. Minutos depois ela volta pro quarto enrolada numa toalha e ele ali deitado, olhando seu celular... ela escovando seus cabelos, passando um secador, silêncio entre eles, pois o assunto vira e mexe voltava e causava incômodo nela. Nisso ela colocou uma camisola, veio pra cama, se cobriu com o cobertor e apenas disse pra ele:
- Apaga a luz.
O dia seguinte foi o pior deles depois dessa confissão dele de fetiche, pois Isabel demonstrava realmente estar de saco cheio disso, sequer olhava para ele enquanto na cozinha preparava o café da manhã dele. Ele calado por se sentir culpado por ter tocado no assunto depois de um sexo tão gostoso. Mas enfim, ele entendia que não dava pra se livrar assim de um fetiche apenas esnobando ele. Francisco terminou seu café da manhã, em silêncio, dando mais atenção ao celular que pra ela, depois deixou a sua casa de carro pra ir trabalhar, em igual silêncio, onde ela nem mesmo saiu terraço e garagem afora para se despedir dele como normalmente faz.
Os dias foram passando, eles voltaram a se falar, mas Francisco deixou quieto essa discussão... Porém, numa certa noite, como a vontade dele falou mais alto e a sua inquietação lhe deixava fora de controle, Francisco colocou em risco seu casamento ao chamar Isabel para conversar mais sério do que nunca, onde mandou a real de forma direta:
- Amor, escuta. Eu sei que isso pode parecer anormal, uma doença, sem-vergonhice ou seja lá o que for, mas por favor, me escuta, ao menos uma última vez sobre isso, tá?
Isabel apenas olhava pra ele, e disse:
- De novo, Chiquinho?
- Por favor, por favor. Me escuta.
- Vai.
- Então... eu tava pensando quee... a única forma deu parar de pensar nisso, deu parar de querer isso, é a gente fazendo de vez.
- A gente? Mas quem vai foder com outro é só eu, Chiquinho.
- Não, amor... eu... eu vou transar contigo também... junto, entendeu?
- Nossa, tu quer que eu te aguente junto com outro?
- Calma, amor... Você vai comandar, entendeu? Ninguém vai fazer nada a força com você.
- Nossa. Nunca na minha vida passou pela minha cabeça que tu gostasse dessas coisas. Isso é coisa de tarado.
- Pois é, então me ajuda a sossegar essa vontade. Realizando de uma vez por todas. Por favor, vamo, vai? Vai ser só uma vez e nunca mais volto a pedir.
Isabel passou as mãos em seus castanhos cabelos ondulados, olhou pra cima, fechou os olhos, em seguida olhou pra ele e disse:
- Ok.
- Sério? Topa mesmo?
- Sim. Mas tipo assim... tem uma condição.
- Qual?
- Se na hora e falar que eu não quero mais e pedir pra parar e tu mesmo assim continuar, eu vou querer o divórcio.
- Não, amor, relaxa. Se você ficar desconfortável na hora, eu mando parar e a gente segue nossa vida.
- Pois é. Não quero ser forçada na hora.
- Ok, então, vamo planejar melhor, né? Tipo: o melhor dia, onde vamos, o tipo de cara... O que você acha?
Isabel ficou olhando pro marido, com um certo medo, mas ciente de que iria fazer isso tão somente por causa dele e de certa forma frustrada por saber que justo o homem que ela amava nutria essas “vontades estranhas”.
O final de semana chegou e a empolgação tomou conta de Francisco, que, aqui, às 20 horas de um sábado, tomava banho enquanto cantava com alegria o hino no Vasco, seu clube de coração, como se o mesmo tivesse conquistado um título... enquanto isso, Isabel, no quarto, já de banho tomado, se aprontava... primeiro passando um hidratante em seu corpo moreno cor de jambo e com o seu bronze revigorado, pois, pela manhã desse mesmo sábado, ela esteve na praia justamente para dar uma embelezada a mais na sua já linda cor. Fazendo a marquinha do seu biquíni ficar ainda mais charmosa. Francisco, por sua vez, deixou o banho e, enquanto passava sua toalha nas costas, se assustou:
- Caralho, amor. Que é isso?
Ele aqui em pé, pelado, de toalha na mão, recém saído do banho, olhando pra esposa igualmente pelada e diante dele, olhando especificamente pra virilha e pra bucetinha dela... completamente raspadinha. Onde ele disse:
- Nossa, nunca te vi assim... raspada.
Ela deu um discreto sorriso e apenas disse:
- Me deu vontade, só isso.
Logo eles começaram a se aprontar, ele ainda cantarolando, feliz da vida, empolgado, ansioso, e ela meio na marcha lenta, sem vontade nenhuma de sair de casa, apenas se aprontando sem pressa e pensando em agradar ao esposo fetichista. E aqui ela estava numa lingerie preta cinta-liga por baixo e por cima um tubinho preto, que ressaltava suas coxas roliças torneadas, sua cintura fina, seus quadris largos, seu peitos gostosos num decote saliente. Sem falar do cheiro gostoso em seu corpo de um perfume importado e que ela jamais tinha usado. Ele estava como sempre se vestiu, sapatos, calça e camisa de botões sociais, seus poucos cabelos aos lados da sua careca no gel e com seus inseparáveis e necessários óculos de grau.
Durante todo o trajeto rumo ao bar onde eles iam, Francisco se manteve falante, animado, tal qual um adolescente indo pra sua primeira transa com aquela garota gostosa da escola... já Isabel, calada, olhando seu celular, aflita, se sentindo no fundo uma prostituta a serviço do seu cafetão, prestes a fazer seu primeiro programa.
O bar era inédito para eles, e eles escolheram justamente para não correr o risco de encontrar nenhuma pessoa conhecida que eles naturalmente encontram em outros bares por aí que eles geralmente frequentam. O lugar aqui tinha muitos jovens, era super descolado, música ao vivo e tal... Francisco depois de pegar seu drinque no bar, sentou a uma mesa, Isabel sentada ao seu lado meio que olhava ao redor, as pessoas transitando, outras tantas sentadas, e ele olhando pros olhos dela, acompanhando, atento se ela estava olhando pra algum homem... ela até olhou pra ele e riu, mandando ele relaxar e não lhe dar pressão. Bom, ele não deu pressão nela, deixou ela a vontade, chegou a puxar conversa com ela sobre o bar e tal, afinal, era a primeira vez deles aqui. Quando de repente Francisco notou que ela estava olhando pra um cara ali perto... Então ele perguntou:
- Gostou dele?
- Hã?
- Gostou desse ai que tu tá olhando?
- Talvez.
Foi então que ele na mesma hora disse:
- Escolhe outro, vai. Esse aí não.
0 cara para o qual Isabel estava olhando era alto, jovem, encorpado e negro. Ela ficou meio chateada, e perguntou pra ele de forma direta e reta:
- Racista.
- Não, amor. Não é preconceito não. É quee... nossa primeira vez fazendo isso e justo um negão? Tu sabe da fama de um cara negro, né?
Isabela ficou chateada, e como já não estava a vontade, disse:
- Ok então. Escolhe tu, vai?
- Não, amor, desculpa. Pode escolher.
- Não. Eu deixo você escolher. Já que o fetiche é teu. Fique a vontade. Vamo acabar logo com isso.
Francisco, mesmo vendo que a esposa estava chateada e não curtindo nada, seguiu em frente e ele mesmo olhou, olhou... de repente focou num cara e disse pra ela:
- Aquele ali de jeans e camiseta. O garotão. Vai lá nele.
Ela, sentada de pernas e braços cruzados, disse:
- Vai lá tu, fica a vontade.
Francisco ficou meio putaço, mas como ela estava dando a ele a oportunidade única dele enfim realizar um desejo seu de muito tempo e que a sua ex negou, então ele nem ligou se Isabel não estava a fim e foi em frente. Onde ele a deixou sozinha a mesa e foi transitando no bar, olhando pra todos os caras, e nessa vistoriada ele prestava atenção no corpo, na idade e no estilo de roupa, pois ele ficava tentando se colocar no lugar da esposa para tentar imaginar o gosto dela. Foi então que ele focou num cara ali perto do balcão do bar, era loiro, alto, olhos verdes, sendo que ele estava acompanhado de alguns amigos. Quando ele chegou junto, todos os caras já olharam pra Francisco com desconfiança, ele se apresentou, os caras apertaram a mão dele meio contra a vontade, aí quando ele se direcionou pro loiro e falou que queria conversar com ele em reservado, o loiro na hora deu com a mão no peito dele, empurrando ele, e mandou ele vazar.
Enfim, Francisco viu que seria mais complicado do que nunca. Nisso ele continuou caminhando, aqui e ali parou pra ficar observando todos os caras ao redor, sendo que praticamente todos os caras presentes nesse bar estavam acompanhados de outros, em grupos, ou acompanhados de mulheres. Ele se deu por vencido e foi voltando pra mesa, onde estava Isabel... só que então ele notou ali perto um cara sozinho... moreno claro, cabelos pretos num corte raspadinho, estatura mediana, simpático de rosto, jeans, tênis e camiseta preta ressaltando seu peitoral definido. Parecia ter uns 20 e poucos anos. E o que chamou a atenção de Francisco aqui era que ele estava espiando Isabel, há alguns metros de distância dela sentada a mesa, embora ela sequer percebesse que estava sendo espiada por esse rapaz. Isabel estava tão fora de contexto com o fetiche do esposo que, sentada a mesa, estava de pernas cruzadas, cabeça abaixada olhando seu celular em mãos. Completamente fora de ambiente e foco no propósito.
Bom, Francisco viu nesse sujeito que o trabalho seria encurtado, afinal, ele já estava olhando pra sua esposa. Francisco então chegou nele, que se assustou com a presença de Francisco chegando assim de surpresa, nisso Francisco falou sem se apresentar a ele:
- É uma gata aquela ali, né, não?
O rapaz disse:
- Muito. Mas parece que tá acompanhada, ou então esperando alguém.
- Na verdade ela tá comigo.
O rapaz ficou desconfiado, pensando que Francisco veio tomar satisfação por ele estar olhando pra mulher dele. Mas Francisco disse:
- Relaxa, garoto. Na verdade... ela iria adorar te conhecer. Vem comigo e eu te apresento a ela.
O rapaz ainda estranhou, mas acompanhou Francisco. Isabel na hora ergueu seu rosto ao perceber o marido vindo acompanhado desse tal rapaz. Logo ele apresentou o rapaz a ela, onde os dois em pé se cumprimentaram com apertos de mãos e dois beijos aos lados de seus rostos. O rapaz em si ficou impressionado com Isabel, e ela completamente sem jeito, inclusive, deu um golão em seu drinque. O rapaz sentou e eles três foram conversando. Quer dizer, eles dois conversaram, pois Isabel vira e mexe abaixava a cabeça pra olhar pra seu celular, que parecia ser uma fuga para ela. Que não estava a fim de seguir nesse fetiche do marido. Porém, Francisco nem perguntou se ela queria e chamou a todos para irem. Ela até fez uma cara de: “Meus Deus, olha a merda que eu vou fazer por esse meu marido.”.
No carro, de volta, Francisco dirigia e conversava com o rapaz, sentado no banco traseiro, o assunto era campeonato brasileiro, o rapaz era torcedor do Flamengo... mas enfim, mesmo Francisco sendo Vasco, ele estava tão feliz e a fim de realizar seu fetiche que desprezou esse detalhe de rivalidade de times de futebol, ele queria mesmo era ver a esposa sendo fodida por outro homem. Enquanto isso, Isabel, sentada ao lado dele no banco do passageiro, estava distante, pensando em nada, com cara de vaca sendo levada pro abate.
Chegando em casa, Francisco mandou o rapaz ficar a vontade, ele se sentou num sofá enquanto Francisco fazia um drinque ali no bar da sala. Já Isabel foi direto pro quarto, dar uma mijada e se aprontar para o que viria, afinal, a noite seria longa.
Isabel demorou tanto a voltar do quarto que Francisco foi até ela para poder dar uma olhada pra ver se ela estava bem, ou se não estava dormindo. Isabel estava sentada na cama, só de camisola preta bem sexy, com a sua lingerie cinta-liga por baixo, porém, de celular na mão, deixando o tempo passar para amenizar a sua aflição em ter que fazer isso.
Logo então estava ela aqui vindo do quarto pra sala, de mãos dadas com Francisco, olhando pro rapaz ali sentado. Onde ela chegou diante dele, sentado no sofá, impressionado com a beleza e gostosura da esposa de Francisco, que disse:
- Dança pra ele, amor.
Isabel não curtiu isso. Olhou com uma cara negativa para Francisco, que sentado em um sofá ao lado, insistiu:
- Vai, amor, dança pra ele. Sensualiza.
Isabel estava travada. Fazendo o que não queria. Parada em pé só de camisola preta e lingerie cinta-liga por baixo. Nisso o rapaz se levantou e disse:
- Não, amigo, tudo bem. Deixa ela fazer o que ela quiser.
Isabel ficou até surpresa com isso que o rapaz falou, ao tempo em que ele em pé diante dela, segurou as mãos dela sentindo-as molhadas de tão suadas, de tão nervosa que ela estava, onde ele sussurrou pra ela:
- Não se preocupe. Se não quiser, é só me mandar embora. Eu entendo.
Ela olhou pro marido Francisco ali sentado, com cara de tarado, olhou pro rapaz em pé na sua frente, e disse:
- Tudo bem... Eu quero.
O Rapaz colocou o rosto dela entre as mãos dele e ficou olhando ela de frente e sussurrou pra ela:
- Você é muito linda, sabia? É uma honra estar aqui com você.
Diante disso veio um beijo, onde Isabel meio que olhou pro lado olhando pro marido, mas logo fechou seus olhos e se deixou ser levada pelos lábios do rapaz massageando os seus lábios e aos poucos fazendo a sua boca abrir e assim começar a sentir a língua dele entrando na sua boca, como também ela foi dando a sua língua para ele chupar, onde o beijo foi ficando mais e mais guloso, com ele abraçando ela de encontro ao corpo dele e acariciando por trás dela, diante o decote da sua camisola que deixava suas costas nuas.
Eles eram quase da mesma altura, ele mais alto um centímetro... enquanto isso Francisco ali no sofá sequer piscava, de tão impressionado com a cena inédita na sua vida de casado com Isabel, ela beijando outro homem, assim, diante dele, embora ela ainda se mostrasse nervosa e indiferente, sem jeito, tímida até... onde o rapaz fez questão de ir levando ela, deslizando suas mãos pelo corpo dela de camisola lisinha em seda cor preta, descendo essas mãos dele pelas ancas dela e as levando para trás dela... sendo que na hora em que ela sentiu essas mãos dele lhe apalpando a bunda, ela deu um saltinho pra cima e gemeu... pedindo calma pro rapaz... que abocanhou o lado do pescoço dela num chupão forte, que a fez jogar o rosto pro alto revirando os olhos e gemendo meio que dobrando os joelhos num surto de arrepios e espasmos lhe percorrendo o corpo.
Aos poucos Isabel foi achando gostoso, se entregando mais e mais, abraçando o rapaz da mesma forma que ele lhe abraçava... onde as mãos dela iam escorregando no corpo dele de camiseta e jeans... Ele agarrando ela com uma mão por trás da sua cabeça a puxou lhe beijando ainda mais intenso a boca, fazendo ela gemer agoniada, manhosa, se mostrando ser bom de beijo... e do beijo ele levou sua boca pro pé da orelha esquerda dela e foi descendo pescoço abaixo, mordendo seu ombro e logo mergulhando de rosto entre os fartos peitos dela em seu decote.
Isabel olhava pro marido dando um sorriso entre gemidos e arfados enquanto sentia a boca do rapaz lhe mamando um dos peitos para fora do sutiã e decote da sua camisola... a cada apertada de boca no mamilo e ela gemia ainda mais manhosa...
A camisola desceu pelo corpo de Isabel com facilidade, escorregando e a deixando linda e sexy de calcinha, cinta-liga e sutiã bustiê, que aqui estava por baixo de seus peitos expostos. Peitos da cor morena jambo, com uma marca esbranquiçada de bronze em formato de biquíni por sobre aréolas e bicos da cor marrom... peitos inchados e mamilos espetados de excitação.
Sim, Isabel ainda sentia um certo medo, timidez, mas não negava para si mesma que estava gostoso, o rapaz era cheiroso, tinha um ótimo hálito, tinha pegada, sabia conduzir e estava sendo gentil com ela... onde ela se deliciava aqui com a boca dele descendo em seu corpo conforme ele ia ajoelhando diante dela, grosando seu rosto com aquela barba rala lhe espertando a barriga, girando a língua dele em seu umbiguinho, descendo seu rosto para a virilha dela e por sobre a calcinha dela, onde ele ficou abraçando ela pela cintura dela e ficou dando cheiro bem em cima da sua xoxota de calcinha pretinha em renda... levando ela a se tremer, jogar seu rosto para trás:
- rrroooouuhhhmmrr... mmmmrr... aaahhhhrr...
O rapaz começou a dar vários beijos em cima da xoxota dela de calcinha... e ela se balançando em pé no abraço dele ao redor da sua cintura, ela tremia de espasmos, com as mãos apoiadas por trás da cabeça dele... Ele então se sentou no sofá, na beirada, e segurando ela pela cintura ele a virou de costas... onde ela ficou de rosto pro marido e de bunda pra ele... Ele ali sentado atrás dela disse:
- Abre mais as pernas e empina pra mim.
Ela fez isso gemendo e olhando pra Francisco, que estava imóvel, sem reação, embora muito, muito excitado... olhos fixos sem querer perder um detalhe do rapaz sentado ali no sofá atrás e se aproveitando do corpo da sua mulher. O rapaz começou a beijar a bunda morena dela todinha... e Isabel tinha uma bela bunda cor de jambo, bem arrebitada, 99 de bunda gostosa... e ele beijando ela toda, abraçando ela por trás, esfregando seu rosto na bunda dela, metendo a cara no meio e cheirando, fazendo ela ir pra frente com a empurrada de rosto dele no meio... Nisso ele pegou na calcinha dela ali enfiada no meio das morenas e redondas nádegas dela e a puxou... tirando o fio da bunda dela, e assim ele colocou cada palma numa nádega, arreganhou, deu olhadinha de pertinho no cuzinho dela ali no meio dessa delícia de bunda e meteu seu rosto, dando uma sutil cheirada... Isabel até riu na hora, porque a fungada que o rapaz deu causou-lhe cócegas... mas logo depois da cheirada o rapaz passou-lhe a lambida no meio... E nossa, Isabel reagiu na mesma hora:
- rrrraaaaahhhrrr...
E daí em diante ela não parou de gemer conforme sentia o sobe e desce da língua do rapaz, de rosto empurrando na sua bunda, pincelando seu cu de cima para baixo, de baixo para cima... O certo é que Isabel nunca sentiu um sexo oral no cu assim tão caprichado... e o mais louco é que ela gemeu ainda mais excitada justamente quando sentiu ele ali atrás abrindo a bunda dela com as mãos e dando uma cusparada certeira bem no seu cu. Na hora ela achou estranho, poderia ser asqueroso, mas na verdade foi delicioso... Isabel não sabia que tomar uma cuspida no cu de um estranho e na frente do esposo seria tão excitante. Ela até riu meio sem jeito olhando pro marido.
Ela voltou a gemer loucamente sendo agarrada por trás e sentindo o rosto do rapaz ali enfurnado em sua bunda, se movendo pra cima e pra baixo enquanto ele seguia enfurecidamente lambendo seu cuzinho, ela em pé, de tronco meio inclinado para frente, sofrendo espasmos e tome chupada no seu cu, com o rosto dele se mexendo enfurnado entre nádegas... e além de lamber ele metia, enfiava a língua endurecida bem dentro, bem fundo, socando, socando, socando, deixando Isabel enlouquecida de tesão e gemendo arfado, como se perdesse o fôlego... e o safado do rapaz com uma mão por baixo das pernas dela abertas, com ela em pé, meteu dedos de baixo pra cima na bucetinha dela e ficou socando... Isabel se descontrolou mais ainda, ela sentia como se fosse subir pro céu feito um foguete, onde a dedada que ela tomava por baixo e a lambida no cuzinho juntos lhe deixava agoniada... e consequentemente a fez gozar enfurecidamente.
Isabel só não caiu porque ele se levantou agarrando-a por trás... a virando de frente e a beijando a boca ofegante... Francisco se levantou do seu sofá e foi enfim se juntar aos dois, encoxando sua esposa por trás, com chupadas ao lado do seu pescoço enquanto ela trocava beijos de língua com o rapaz, mas ele desceu sua boca pros peitos dela e os chupou. Ela seguia gemendo, sentindo um tesão imenso entre os dois homens lhe devorando pela frente e por trás... e eles foram tirando a calcinha dela, o sutiã dela... deixando Isabel peladinha... e eles caindo de boca nela, em seus peitos gostosos, nas costas dela abaixo. Isabel aqui já estava ciente e convicta de que isso tudo estava sendo a maior loucura que ela provou na vida.
Francisco foi tirando sua roupa e mostrando seu físico magro e com a sua barriguinha de chope, e o rapaz tirou a camisa dele, fazendo Isabel se deliciar com o seu moreno claro peitoral malhado... no qual ela passou suas mãos e o beijou todinho, descendo seu rosto barriga abaixo, Francisco meio que sentiu ciúmes ao ver a empolgação da esposa pelo corpo bem feito do garotão e a puxou, beijando sua boca... Isabel notando essa derrapada ciumenta do esposo justo num momento desses, deu alguns minutos de atenção só pra ele, onde ela se abaixou e desceu a sunga de Francisco, caindo de boca nos seus 14 cm de pau rosado... chupando gostoso pro maridinho ficar feliz... ao tempo em que o rapaz, em pé ao lado dela, também foi tirando sua calça e sunga... fazendo Isabel tirar sua boca do pau do marido e virar seu rosto ao ver o dobro do tamanho da rola do marido bem ali na virilha lisa e malhada do rapaz, pulsando diante seu rosto.
Até Francisco se assustou admirado.
Isabel não contou história, deixou de lado o pau comum do marido e, ajoelhada no chão, virou-se de frente pro rapaz em pé, agarrou a morena rola dele, dura feito ferro, e masturbou enquanto olhava de frente, admirada e abobalhada. Francisco na hora sentiu um misto de tesão, por ver sua mulher mamando numa rola que lhe enchia a boca e ao mesmo tempo constrangimento por ver que ela não voltava a colocar a boca na sua rola... Assim ele ficou a assistir a esposa agachada movendo seu rosto rumo a virilha do rapaz constantemente, mamando feroz na rola dele, chupando com barulhos estalados e engulhos de engasgo... o rapaz gemia de tesão e meio que olhava desconfiado pra Francisco por ver que a esposa dele chupava só a sua rola... Francisco ficou só na bronha enquanto assistia Isabel se acabando no boquete no pau do rapaz... e ela chupava gemendo, revirando os olhos... quanto mais socava a boca, mais ela produzia saliva e baba... chegou até a tirar a boca pra espalhar a baba no pau todo com a língua, onde ela lambia por baixo até nas bolas depiladas dele... Francisco acariciava os cabelos dela, e perguntava:
- Tá gostando, amor?
Ela sequer tirou a boca do pau do rapaz pra responder... mandou ver uma bela mamada na rola dele, chupando com toda a força que ela podia colocar em seus lábios se mexendo para frente e para trás, mamando com empenho, com capricho, com uma vontade jamais demonstrada por ela ao chupar a rola do marido.
Francisco se assustou quando o rapaz tomou a liberdade pra tirar seu pau da boquinha da esposa dele e puxa-la do chão, agarrando-a num beijo guloso e depravado, aos gemidos... onde ele sentou no sofá segurando seu pau pra cima e chamou ela, falando:
- Senta aqui, anda.
E foi com tudo pra cima dele, montando nele de frente por sobre o pau dele... Francisco se assustou com a reação da esposa sentando aos poucos no pau do rapaz enquanto se tremia toda, tendo praticamente um surto de espasmos... jogando seu rosto para trás, boquiaberta e olhos revirados, gemendo de um jeito manhoso que ele mesmo desconhecia tais gemidos... eram gemidos de intenso prazer... prazer que ela estava tendo ao sentir sua buceta agasalhando o pau dele conforme ia sentando de frente no colo dele.
Francisco coçou sua careca, seus poucos cabelos aos lados e foi se afastando, indo até o bar ali perto e colocando uma dose de uísque sem gelo... bebendo enquanto olhava pra sua mulher galopando acelerada no pau do rapaz, batendo aquela sua delícia de bunda morena jambo com marquinha de biquíni com toda força nas coxas morenas dele, onde por baixo dela Francisco via claramente o pauzão dele erguido e a xoxota da esposa fazendo todos os centímetros desaparecerem de tanto que ela subia e descia quicando... ele ficava até impressionado como que uma bucetinha tão pequena e apertada como a da sua esposa conseguia colocar pra dentro um cacete tão grande como o desse rapaz... Isabel estava enlouquecida, requebrando seus quadris velozmente, fazendo seus peitos saltitarem diante do rosto do rapaz, que aqui e ali agarrava um peito e mamava... e ela jogando seus cabelos para um lado e outro, louca, descontrolada de puro prazer em foder, quicar, saltar no colo desse rapaz, sentir toda a grossura, dureza e centímetros de um pau tão tesudo lhe fodendo a buceta por baixo num sobe e desce frenético... onde de repente ela parou...
E Francisco assistiu assustado sua esposa tendo, bem ali, diante seus olhos, de costas pra ele e no colo de um outro, o mais impressionante orgasmo que uma mulher já teve. Quer dizer, ao menos a sua.
... onde ela explodiu num surto de tremedeiras impressionante... com as carnes da morena bunda gostosa dela se contraindo enfurecidamente conforme ela apertava as coxas montada nele, apertando, espremendo com toda a força o pau dele com a sua buceta em estado de orgasmo... sem falar que seus gemidos eram estranhos, agoniados, como se ela estivesse fazendo um esforço pra puxar o ar.
Já o rapaz, simplesmente derrubou Isabel de seu colo, deitando ela de costas nesse sofá, onde ele virou-se por entre pernas arreganhadas dela, meteu-lhe a rola na buceta de uma vez e sem demora começou a dar nela uma paulada sem dó nem piedade... com secas virilhadas barulhentas que ecoaram na sala junto aos gemidos dela de pura agonia... Francisco olhava pra ele ali por cima, impressionado com a velocidade que ele conseguia colocar no remelexo dos próprios quadris enquanto dava agressivas pauladas no meio da sua esposa, metendo-lhe a vara sem dó... da mesma forma Francisco notava nas expressões faciais da esposa, ali por baixo dele, de olhos revirando e boca aberta soltando e puxando o ar como se fora uma cadela cansada, que ela estava numa espécie de transe... tamanho o prazer que ela estava sentindo com a movimentação acelerada da rola dele lhe fodendo sua buceta.
Francisco se aproximou para tentar participar da foda... olhou pro rapaz ali por cima mandando ver entre as pernas da esposa... Caralho, ele via as mãos dela nas costas malhadas dele, como se ela não quisesse que ele saísse de cima dela, como se ela puxasse ele pra dentro dela, e por sobre um ombro dele o rosto dela tomado por expressões de prazer como se ela estivesse se acabando de gozar no vai e vem acelerado da rola dele, e a bunda do filho da puta tão bem feita, com marca de sunga, subindo e descendo conforme ele bombava entre as pernas dela... Francisco se abaixou e ficou vendo de pertinho as reações faciais da esposa... onde ele se assustou com os olhos dela revirados e sua boca aberta constantemente soltando ar junto a gemidos estranhos... pareciam vir lá da alma dela... ao mesmo tempo ele olhou pra debaixo do corpo do rapaz, ali entre eles dois, e viu a virilha dele em constante atrito com a virilha da esposa numa batida frenética, vendo, inclusive, o entra e sai da rola dele enfiada na buceta dela... socando, socando, socando... nossa, era um pau muito grande fodendo uma bucetinha tão delicada.
Ele deixou a sala, onde olhou para trás e notou que a esposa e o rapaz sequer notaram ele sair e continuaram mandado ver... e conforme ele ia, os sons de virilhadas TAP TAP TAP TAP TAP acompanhavam ele junto aos gemidos agoniados da esposa... Ele entrou no banheiro no final da casa, e mesmo assim, por conta do total silêncio na casa, ainda dava pra escutar os sons da foda que a sua esposa tomava do tal rapaz lá na sala. Francisco lavou seu rosto na pia, se olhou no espelho... não se reconheceu... onde perguntou pra si mesmo:
- Meu Deus, o que é que eu tô fazendo? O que é que eu tô fazendo com a minha esposa? Que é que eu tô fazendo com meu casamento? Caralho, tem um cara estranho lá na sala metendo a rola na minha mulher... e o pior, eu quem escolhi ele, eu quem pedi isso... Meu Deus... Que merda eu fiz? Minha esposa... minha esposinha linda... tá sendo feito de puta... e o pior... ela tá gozando... ela tá gozando pra caralho. Eu nunca vi ela gozar tanto assim. Comigo não... Puta que o pariu... o que é que eu faço? Que merda, que merda. Se arrependimento matasse... Me fudi, me fudi...
E ali mesmo na pia, rodeado por seus questionamentos, ele simplesmente vomitou... com nojo, nojo de si mesmo, da atitude tomada, por ter pressionado a esposa a isso... nojo da situação em si... e ainda se perguntou:
- Caralho, porque eu fiz isso?
Ele então sai do banheiro e volta pra sala, onde encontra o sofá vazio, molhado e com as almofadas derrubadas pelo chão, junto as peças de roupas ali abandonadas... porém, os sons de batida de carne e de gemidos continuam, nisso ele vai seguindo tais sons de sexo até o quarto, e, conforme ele vai se aproximando da porta, os sons vão aumentando... e o detalhe é a voz chorosa e tremida de Isabel, falando:
- aaiii caraalhoooo, iiissoo, iissoo, assiimmr, me foodee, me fooodeee, aaahhhrr, rraaahhrr, não paaraa, não paaaraaa...
Francisco se assusta, pois jamais viu sua esposa falar qualquer coisa vulgar na cama... e quando ele abre a porta do quarto ele então vê o porque dela estar falando tudo isso aos gritos... afinal, ela está sendo submissamente domada de quatro pelo garotão, fazendo a bunda morena gostosa dela tremer toda a cada lapada de virilha que ele dá enquanto a puxa com vontade pelos quadris e arregaça a bucetinha dela numa sequência tão acelerada de socadas tão violentas que mais parece um estupro.
Francisco sempre comeu ela de quatro, mas ela nunca foi tão cachorra na forma de arrebitar sua bunda como estava aqui... dando com tanta vontade pro rapaz... tomando um sacode dele, onde aqui e ali ela faz carinha de choro com os tapas que ele dá em sua bunda gostosa... Isabel está praticamente sodomizada por esse rapaz diante dos olhos assustados do marido, que sequer bate punheta pra ela... pois ele se sente tão pequeno e insignificante em comparação ao prazer escancarado e explicito que a sua esposa sente em ser fodida de quatro por esse rapaz, tão possessivo e dominador, a puxando com força por trás e arrebentando sua virilha sem dó nem piedade no rabo dela, castigando, botando pra lascar... fazendo ela gemer gritando enquanto sua buceta se urina toda gozando no entra e sai mais do que acelerado de uma rola como ela jamais sentiu igual.
Francisco passa constantemente as mãos na cabeça, sua respiração é ofegante, seu coração está na garganta, seus olhos ardem com a cena da esposa entrando na vara de outro, seus ouvidos doem com os berros, gemidos e putarias ditas por ela... uma ânsia de vômito volta e ele tenta não colocar pra fora ali no quarto, até dor de barriga Francisco sente... ele está praticamente desistente do fetiche, da aventura, da loucura, arrependido de corpo e alma, com um peso maior do que o peso dos chifres que ele mesmo procurou... ciente de que não foi uma boa ideia... se sentindo traído pelo próprio fetiche que pensava que tinha... ao tempo em que sua esposa, Isabel, agia completamente ao contrário:
- aaaiirrr, não paaraa, não paaaraa... iisssoo, iiissooo, asssiiimmrr... rraaahhhrr, rraahhhrr...
Ele até quis chamar a atenção dela:
- Amor? Querida? Ei... ei... psiu!
E ela, em um raro momento em que abriu seus olhos e olhou pra ele:
- Senta lá, Chiquinho, espera, caaraalhoo, rraaarrr, rraaarrr, rraarr...
Ela deu uma gozada se tremendo toda enquanto ainda tomava virilhada por trás... O rapaz, deu uma desacelerada, fodendo ela mais suave, olhando e alisando a bunda morena dela, onde perguntou pra ela:
- Posso comer seu cuzinho, gata??
Isabel estava banhada de suor, ofegando horrores, com ar de embriagada de tanto gozar, toda de quatro, onde olhou pra ele por sobre um ombro, junto a um sorriso safado jogando seus cabelos para um lado, e respondeu de forma rouca de tanto que ela gemeu e gritou:
- Claro.
Isabel se acostumou tanto a não sentir dor dando a bunda pra Francisco, que tem um pau bem menor e mais fino, que aqui, quando sentiu a bem dotada rola desse rapaz invadindo seu cu, gemeu alto de muita dor... chegando a chorar... a morder a fronha da cama... a se tremer toda... porém, aguentou firme, pois depois de tanto sentir prazer, de gozar tanto e de ir a loucura ao ser fodida de todas as formas possíveis por esse rapaz, negar a bunda para ele seria até covardia. E nisso, enquanto se mantinha bem arrebitada de quatro, ela gargalhou ao olhar pro lado e ver seu marido ali sentado... com cara de corno arrependido... e ver ele assim só deu mais tesão nela ao olhar para trás e ver o rapaz, tão viril, malhado e suado lhe domando possessivo a bunda enquanto metia gostoso o pau em seu cuzinho.
Francisco começou a sentir a dor que a esposa sentia enquanto ela era puxada pelos quadris e tinha o seu cu fodido pelo rapaz, que gemia urrando de prazer a cada socada que ele dava, e ela de quatro, toda cachorra, onde sua vontade em dar pra ele transformou a dor em puro prazer... e assim ele foi aumentando a velocidade da estocada, puxando ela e metendo, puxando e metendo, puxando e metendo... empurrando gostoso o pau no cuzinho da esposa do corno, e o corno assistindo aflito, com medo do rapaz estragar o cu da sua esposa, pois ele metia sem dó... mas já era, pois Isabel começou a pedir gemendo e chorando de dor:
- iiissoo, iisssoo, come meu cu, coomee, come seu gostoso, come esse cuuu... aaahhh, aaaiimmrr, aaiii caraalhooo... não paaraa, não paaraa, mete esse pau gostoso no meu cu, meetee, meeeteee...
Com uma mão num quadril e a outra puxando os cabelos dela, o garotão manteve Isabel toda arrebitada de quatro enquanto dava-lhe uma enrabada espetacular, fazendo a danada gemer chorando e ao mesmo tempo mantendo seu bundão moreno com uma sexy marquinha de biquíni virado pra cima pra ele continuar metendo-lhe a pica no cu sem tirar de dentro e assim aumentando a velocidade da socada conforme ela suportava a dor... Francisco mal acreditava no que via, sua esposa ali de quatro dando o rabo pra outro por pura culpa dele... e por falar em culpa, ele se sentia culpado por não estar gostando como achava que iria gostar... e o que mais machucava ele aqui era ver no comportamento e nas reações do rosto da esposa, o quanto ela estava louca de tesão, com uma mãozinha por baixo de si de quatro, tocando uma siririca na sua xoxota enquanto dava a bunda pro tal rapaz... o orgasmo veio com força, fazendo ela estremecer toda, ela quase desaba de bruços, contudo o rapaz a manteve dominada pelos quadris onde a constantemente puxava para ele e socava, socava... chegando a aumentar a velocidade e bater virilha na bunda dela bem forte, dando um sacode agressivo nela, e tome rola, tome rola no cuzinho dessa safada... onde ele só parou quando em meio a gemidos agoniados ele gozou... puxando ela, grudando sua virilha na bunda dela, mantendo seu pau todo dentro da bunda dela enquanto esguichava porra.
Francisco não aguentou a cena da esposa gozando dando a bunda e deixou o quarto, onde na sala colocou uma dose de uísque e foi pro terraço pegar um ar. E sentado, diante de um céu cheio de estrelas e um clima de verão, ele ficou dando goles em seu uísque e repensando o que fez. O tempo foi passando e nada dele ver o rapaz deixar o quarto. Ele então se levantou e foi até lá... ao abrir a porta do quarto, se surpreendeu com os dois ali, deitados juntinhos e agarrados pós sexo animal.
Francisco foi tomar um banho, onde debaixo do chuveiro tentou aliviar a tensão da frustração, inclusive, um banho bem demorado para dar tempo do tal rapaz ir embora. Ao sair do banheiro e voltar pro quarto ele encontrou Isabel sozinha e ainda pelada, arrumando os panos da cama. Sua fisionomia e comportamento eram de plena satisfação. Em seguida ela pegou uma toalha e deixou o quarto para tomar seu banho. Uns 30 minutos depois ela volta pro quarto, Francisco estava aqui na cama, celular na mão, caladinho, desconfiado, ela toda gostosa de toalha enrolada em seu moreno corpo e sem pressa foi secando cabelos, passando hidratante e colocando calcinha, camisola e enfim indo pra cama. Sendo que deitada se vira pra ele e diz:
- E aí... gostou?
Ele calou... passou os dedos das mãos nos olhos por baixo de seus óculos de grau, e sem olhar pra ela disse num tom tristonho:
- Sei lá.
E ela, deu um beijo na careca dele, se virou e se cobriu com seu cobertor, aconchegando seu rosto em seu travesseiro, e disse:
- Eu adorei............ E quero mais.
FIM!
Obrigada por lerem e comentem, por favor.