O hóspede



Para um jovem casal recém casado, ainda sem filhos e começando a morar sozinho, tudo o que eles querem e precisam é de privacidade para poder tocar a própria vida juntos... Porém, aqui, nesta pequena e confortável casa, num bairro de subúrbio do Rio de Janeiro, Luciana e Arnaldo tiveram que hospedar mais alguém.


Não estava nos planos, mas Luciana ficou até comovida com a atitude do marido Arnaldo ao prestar apoio e solidariedade a um tio seu, irmão do seu falecido pai... pois esse tio tinha acabado de ser despejado e estava precisando com urgência de uma ajuda. Arnaldo ficou sabendo que alguns parentes seus não quiseram ajuda-lo e que ele estava prestes a morar na rua... e nisso resolveu acolher esse tio. Mas, claro, prometeu a esposa Luciana que seria temporário, até ele arrumar uma casa para esse tio o quanto antes, nem que fosse numa pensão, mas que por enquanto esse tio iria passar uns dias na casa deles.


Foi então que numa certa manhã de sábado, o casal Arnaldo e Luciana recebeu o tal tio de Arnaldo, ele chegou com a roupa do corpo, sandálias tipo alpercatas de couro, uma calça em linho cinza, uma camisa xadrez de botões e barba grisalha por fazer... numa das mãos uma bagagem de rodinhas onde dentro estava tudo o que ele tinha... E parado diante do casal, na entrada do portão da casa, ele se comportou todo acanhado e discreto, um certo ar de tristeza nos olhos, onde de cara abraçou seu sobrinho Arnaldo agradecendo pela ajuda, e assim fazendo sua esposa Luciana, ali ao lado, se emocionar com a cena de compaixão e confraternização entre sobrinho e tio em estado de abandono. Logo então ela o abraçou com afeto, como se fosse seu tio também, falando para ele não se preocupar com nada e que daria tudo certo. O tio encarando a doce e gentil esposa do sobrinho apenas agradeceu.


O nome do tio era Roberto, 67 anos, branco, 1 e 80 de altura, meio barrigudo, cabelos grisalhos, traços da velhice em seu rosto, porém com um certo sorriso constante para disfarçar as agruras da vida que vinha passando. Arnaldo se encarregou de mostrar toda a casa para ele e o quarto onde ele iria ficar, mas claro, deixando claro ao tio que iria atrás de um canto para ele e que se ofereceria para bancar o aluguel se preciso fosse.

O restante do final de semana foi de acomodação, onde o tio Roberto foi aos poucos se encaixando na rotina da casa do casal Arnaldo e Luciana, sempre discreto e oferecendo uma ajudinha aqui e ali para eles dois naquilo que fosse preciso, tarefas básicas na casa, como fazer, lavar louças, regar as plantas, colocar o lixo para fora... Arnaldo aceitou, Luciana ficou meio receosa por se tratar de um senhor, mas foi aceitando por ver que ele não queria se sentir um peso dentro de casa, e foi bom até para ela que teve menos trabalhos domésticos e sobrou mais tempo para descansar.

No segundo dia de estadia na casa do casal, no domingo, o tio Roberto aproveitou a grana que o sobrinho deu para ele e foi comprar uma carne, carvão e alguns ingredientes e cuidou ele mesmo de aprontar um gostoso churrasco, e que serviu para a alegrar a manhã de domingo do casal, inclusive surpreender Arnaldo e Luciana, pois não sabiam que o tio Roberto era bom em preparar uma carne assim.

Luciana adorou o senso de humor do tio do esposo, sempre sorridente e fazendo piadas, não era metido, arrancando dela boas gargalhadas.

Bom, e no finalzinho desse mesmo domingo um tanto quanto diferente na casa do casal Arnaldo e Luciana, quando a casa já estava silenciosa, umas 23 horas... Arnaldo estava no quarto, sentado em frente a uma escrivaninha, olhando no notebook algumas coisas do trabalho e em cima da escrivaninha vários documentos, contas e tal, e sua esposa Luciana estava no único banheiro da casa e que fica aos fundos... onde depois de um gostoso e demorado banho, ela se secou, enrolou seu pálido corpo numa toalha cor de rosa e deixou o banheiro.

E ao sair do banheiro... eis que ela mal abriu a porta e deu de cara com o tio Roberto, parado olhando para ela... Luciana se arrepiou toda, estranhando ele ali parado como se estivesse ali há um bom tempo... sem falar que o olhar do velho lhe espiando o corpo enrolado na sua toalha de baixo acima era meio perturbador... e o detalhe que deixou Luciana assustada é que enquanto ele se mantinha ali parado diante dela e olhando para ela a um metro de distância dela, ele estava o tempo todo com uma mão sua abaixada e enfiada dentro de sua calça pijama... claramente pegando em seu pau ali por dentro.

Luciana então perguntou o que ele queria... e ele falou com um certo sorriso sem graça que veio apenas usar o banheiro. Luciana acreditou, afinal, ele era um velho e velhos vão muito ao banheiro, e ela pensou que ele estivesse realmente agoniado para mijar. Nisso ela saiu da frente da porta para ele entrar. O curioso é que a mão dele dentro da calça pijama estava se movimentando, aparentava que ele estava se masturbando... enfim.

Mas assim que o tio Roberto entrou no banheiro, ele chamou por ela... Luciana sequer deu dois passos a fim de sair de perto do banheiro e voltou um passo e meio, olhando para o tio do seu esposo ali dentro do banheiro e perguntando o que era... e ele lá dentro do banheiro e diante do vaso, falou para ela que não conseguia desligar a torneira da pia... Luciana estranhou, mas entrou no banheiro, uma mão segurando a sua toalha enrolada em seu corpo e ela mesma fechou a torneira da pia... algo simples que o velho não conseguiu ou não fechou porque não quis... ao mesmo tempo em que ele, diante da privada, simplesmente puxou seu pau para for para mijar sem se importar com a presença de Luciana ali ao lado na pia... Luciana viu o pau do velho para fora da calça pijama dele, e estava duro. Nisso ela deu uma disfarçada tirando o olhar e foi deixando o banheiro, onde ainda escutou a voz do velho:

- Obrigado, minha querida.

Ela por sua vez não respondeu nada, foi direto pro seu quarto. Foi algo inconveniente, mas, ela deixou passar.

No quarto, Luciana não comentou nada disso com o marido ali sentado diante da escrivaninha, trabalhando, ela apenas vestiu uma camisolinha em seda lilás e deitou-se na cama dando atenção pro seu celular, mas claro, ficou o tempo todo lembrando da rola do tio dele... o tempo foi passando, aqui e ali ela fazia perguntas ao marido, mas ele não respondia por estar com fones no ouvido e focado no trabalho em pleno domingo a noite... e ela ali toda manhosa, gostosa, se roçando na cama feito uma gata no cio, sem sono, onde então ela colocou seu celular na mesinha do abajur ao lado da cama e foi até ele, pisando no chão com seus delicados pezinhos descalços, parando em pé por trás dele sentado e debruçou seu corpo abraçado ao redor do pescoço dele... beijando o lado do rosto dele e cochichando alguma safadeza no ouvidinho dele... no máximo Arnaldo riu, mas pediu para ela esperar ele acabar o que estava fazendo.

Luciana se saiu de perto dele, voltou pra cama e se cobriu com o cobertor. Claramente chateada e ali mesmo ficou até o sono chegar. Sendo que quando Arnaldo foi enfim pra cama, nem mexeu com ela, também deitou e dormiu.

A semana começou, onde logo às 07 da manhã Arnaldo foi trabalhar e deixou a esposa Luciana em casa, na companhia do tio Roberto. E assim que o maridão deixou a casa, ela foi lavar as louças do café da manhã, mas o tio Roberto já estava diante da pia, com seu costumeiro sorriso no rosto, de avental e lavando tudo... Luciana não reclamou, pelo contrário, ela aproveitou e foi pro quarto descansar um pouco antes de ir pra cozinha aprontar o almoço, afinal, o esposo estaria de volta ao meio dia para almoçar e depois retornaria ao trabalho.

Luciana se distraiu com todo o silêncio em seu quarto de casal, deitada de bruços na cama, com o seu celular em mãos e tal, trocando mensagens com amigas e parentes... Aqui e ali ela colocava uma mão atrás, por sobre o seu vestidinho e puxava sua calcinha que estava toda enfiadinha no meio da sua bela bundinha redonda e branquinha toda arrebitada... já na parte de cima, por baixo dela, pelo fato dela estar com os antebraços na cama e mãos no celular, uma alça do seu vestidinho escorregava pelo seu ombro e braço abaixo... deixando um dos seus suculentos peitos a mostra em um sutiã bustiê branco rendado, cujo mamilo vermelhinho transpassava a renda... ela estava bem relaxada, uma e outra mecha dos seus negros cabelos lisos escorregava para frente do seu rosto e ela com as pontas dos dedos da mão direita colocava para detrás de uma orelha, sempre de rosto abaixado focando em seu celular em mãos.

... quando eis que ela se assusta... e deitada de bruços vira o rosto para trás... onde vê o tio Roberto dentro do quatro.

Ele está parado, em pé diante da porta aberta, rindo para ela... segurando uma bandeja com um copo de suco de laranja com cubos de gelo, uma maçã e um misto quente. Onde ele disse:

- Desculpa, querida, mas é que eu vi que você ainda não tomou seu café da manhã desde que acordou, vi você fazendo o café pro meu sobrinho e pra mim e não vi você se servindo... não sei o que gosta de comer, mas... fiz isso aqui pra você. Se quiser.

Luciana meio sem jeito, riu pro tio do marido, que colocou a bandeja na cama para ela, que disse:

- Não, seu Roberto, não precisava esse trabalho, eu mesma faço meu café... mas tudo bem... Brigada, o senhor é um amor.

Ele então foi saindo do quarto:

- Eu vou dar uma varrida no quintal, tá? Desculpa ter entrado assim no quarto de vocês.

Ela, já provando do suco: - Não, tudo bem, não precisa se desculpar.

Luciana comeu tudo e estava bem gostoso. Depois ela mesma levou a bandeja e o copo pra cozinha, onde ela deu uma espiada pela janela e viu ele, o tio Roberto, dando uma varrida em tudo, juntando as folhas das árvores e colocando em sacos de lixo... ou seja, ele estava fazendo todo o trabalho doméstico que ela normalmente fazia quando o esposo ia trabalhar. E na hora de colocar as mãos na massa para fazer o almoço, como ela sempre faz, seu Roberto entrou e puxou conversa com ela:

- O Ronaldo quando era pequeno, ele gostava muito de refogado de frango com batatas. Ele lhe disse isso alguma vez?

- Não, nunca disse não.

Nisso o tio Ronaldo disse que iria fazer, Luciana pediu pra ele não se preocupar, e ele pediu para ela deixar somente essa vez. Ela então deixou, onde ela ficou com as tarefas mais simples e ele colocou o avental e pegou no pesado, e diga-se de passagem, o coroa era ótimo cozinheiro, e enquanto cozinhava conversava com Luciana, brincava com ela, chamava ela pra ensinar o que estava fazendo... tudo na mais tranquila convivência entre eles, mas claro, aqui e ali, ela perto dele, e vinha na mente dela imagem dele no banheiro de calça pijama abaixada e com a rola dura dele para fora.

Arnaldo chegou às 11 e 40, e quando entrou casa adentro já veio na memória emotiva dele a sensação de estar entrando na casa dos seus pais, ele pequeno voltado da escola e a mãe na cozinha preparando o refogado de frango com babatas. E nossa, Luciana amou ver o marido assim feliz e revelou de cara que quem tinha preparado tinha sido o tio dele, que por sua vez quis dividir os créditos com ela ao mentir, dizendo que foi ideia dela. Arnaldo então tomou seu banho e sentado à mesa ele provou do delicioso refogado ao lado da esposa e do cozinheiro tio Roberto.

Depois então do almoço surpresa, Arnaldo deu uns 20 minutinhos pra fazer a digestão, sentado na sala com a esposa, enquanto o tio ficou na cozinha lavando as louças... e então ele se despediu dela, pegando seu carro na garagem e voltando pro trabalho.

À tardinha, Luciana ficou na sala, TV ligada, mas dando mais atenção ao celular, toda relaxada, sentada meio de bandinha, de pernas juntinhas em cima do sofá, de shortinho e blusinha... enquanto o tio Roberto ficou na cozinha preparando um suco... um suquinho de laranja, porém, o segredo desse suquinho foi que o tio Roberto deu uma olhadinha pra porta da cozinha para ver se a esposa do sobrinho não vinha, e nisso ele pegou um vidrinho que ele trouxe de dentro do quarto dele, abriu esse vidrinho e pingou dentro de um copo de suco três gotas da substancia que havia nesse vidrinho. Se tratava de um estimulante da libido feminina.

Minutos depois o tio Roberto estava na sala, levando dois copos de suco, um pra ele, e um para a esposa do sobrinho, que agradeceu. E brincando ele até brindou com ela... e ali sentado no mesmo sofá que o dela, um pouco distante, claro, ele puxou conversa e ela até deixou o celular de lado para dar atenção a ele, e durante a conversa ela foi dando goles em seu suco.

Terminado o suco a conversa continuou, onde eles iam falando de trabalho, viagens, planos, de tudo um pouco... o velho ia desenrolando o papo com uma certa vocação para prender a atenção... de repente ele começou a se abrir e a falar da sua vida sentimental e amorosa, de seus relacionamentos... nisso Luciana foi confiando nele e se abrindo também, conversando sobre seu casamento, sobre seu marido e até sobre o quanto Arnaldo é um homem ocupado e se ausenta de dar atenção a ela... e o tio Roberto aproveitou a brecha e começou a dar uma de conselheiro, enchendo a moral de Luciana com elogios a ela... e Luciana sendo levada por ele... e bastou ele falar algo engraçado que Luciana riu.

Pronto, mostrou os dentes pra ele e era tudo o que ela queria. Daqui em diante o tio Roberto foi criando um clima descontraído ao contar piadas, histórias engraçadas sobre a infância e adolescência do esposo dela, e ela gargalhando, super desinibida e tal, o tempo ia passando e claramente o estimulante já fazia efeito no comportamento soltinho de Luciana, deixando ela ainda mais a vontade com o tio do seu esposo, o simpático hóspede tio Roberto.

Nisso, o tio Roberto foi afastando mais e mais para perto de onde a esposa do sobrinho estava sentada, chegando a se virar todo para ela, e continuando sua conversa num tom alegre... o detalhe é que o velho estava num calção esportivo amarelo, do tecido fino... e ele claramente estava sem nada por baixo, nisso Luciana foi começando a notar o pau do tio do seu marido fazendo volume por sobre uma perna dele dentro do calção... o filho da mãe do velho tarado estava excitado. Ela não disse nada, ficou disfarçando e continuando a conversa com ele, já que ele estava respeitando ela.

Mas claro, o respeito foi até o momento em que ele colocou sua mão direita por sobre a coxa dela, ela de pernas cruzadas... Luciana ficou empurrou sutilmente a mão dele, falando:

- Seu Roberto, por favor, se comporte.

E ele rindo, colocou novamente a mão em cima da coxa dela:

- Eu não vou pedir desculpa. Você sabe o que eu quero.

Ela mais uma vez tirou a mão dele da sua coxa:

- Sim, eu sei o que o senhor quer... mas não pode.

E ele, acariciando o rosto dela ao lado:

- Eu posso se você quiser. Posso até mais do que o meu sobrinho.

Luciana colocou então as duas mãos no peitoral dele e o empurrou no momento em que ele foi com seu rosto pra cima dela na tentativa de beija-la.

- Sai, seu taraadooo, me laargaaa.

Foi então que o seu Roberto partiu pra cima da esposa do sobrinho com tudo, deitando nela e ela lutando com ele, tentando tira-lo de cima dela e ele pressionando o corpo avantajado dele em cima do dela deitada, se metendo por entre as pernas dela... chupando o lado do pescoço dela e ela gemendo, urrando, reclamando:

- saaaiiieerrr... para, seu Robeertooo, nãããoooorr...

Seu Roberto apertando a garganta dela com uma mão beijou a boca de Luciana, gemendo, desceu a mão que estava no pescoço dela pro decote da blusa dele e enfiou agarrando um peito dela e amassando, Luciana gemendo:

- Nãããoooorrr, me laargaaa...

Ele segurando uma mão dela começou a chupar os dedos dela, ela tentando empurrar ele, mas Luciana era pequena e o velho era alto e encorpado, pressionando ela com seu corpo, por cima dela, onde ele desceu uma mão e enfiou entre as pernas dela, apalpando a buceta dela de calcinha por baixo da saia dela... e de forma brusca ele saiu de cima dela, pegou ela por baixo das coxas dela dando um puxão nela e a fazendo deitar de costas no sofá, onde ele enfiou as mãos por baixo da saia dela e arrancou a calcinha dela partindo, arrebentando uma alça... ela gemeu gritando... e domando as pernas dela por baixo das coxas dela seu Roberto caiu de cara abocanhando a bucetinha da esposa do sobrinho, onde ela deitada de costas começou a se contorcer e gemer:

- aaaaarrr, rraaammmrr, paaraaaahhhhrrr... aaiiieeerrr... seu filho da puuutaaaa... me laargaaaahhh...

De boca pressionada na xoxota rosada de Luciana, seu Roberto encarava ela por entre as pernas dela se remexendo, abrindo e fechando enquanto ela se contorcia deitada, e o velho tarado chupando, fuçando e babando ela, urrando feito bicho... e a coitada se contorcendo num misto de agonia, medo, raiva... e prazer... pois sua libido estava estimulada pelo suco batizado... onde ela revirava seus olhos, gemendo, revirando a cabeça deitada, ofegando sua respiração... até que se tremeu toda... atingindo um orgasmo bruto, da forma mais surpreendente.

Seu Roberto era bruto, ergueu seu corpo por sobre o dela deitada de costas e usou de toda a sua força pra rasgar a blusa dela fazendo os peitões pálidos de Luciana chacoalharem nus.

- PAAARAAAAA, ME LAARGAAAA...

Ele caiu de boca nos peitos dela, chupando um e outro com aqueles movimentos e gestos afoitos e tremidos que normalmente os velhos tem, onde ele espremia sua cara nas mamas ao abocanhar os mamilos vermelhos e pontudos da esposa do sobrinho... Luciana tinha macios e imensos peitos brancos que chacoalhavam sendo amassados pelo rosto do velho esfomeado, lhe babando e fungando parecendo um porco devorando cada teta sua agarrada por baixo pelas mãos grandes e nervosas dele... ela tentando empurrar o rosto do velho dos seus peitos e ele tirando as mãos dela, onde então ele agarrou ela ao meio e de supetão a virou de bruços nesse sofá, a pequena esposa do sobrinho parecia uma bonequinha de pano nas mãos do velho tarado, que mesmo sendo um idoso era forte e impulsivo, dominador... nisso ele mergulhou de cara na bunda branca e empinadinha de Luciana, que se tremeu toda ao sentir a forma violenta, afoita e fuçada que o tio do seu esposo usava para lamber o rego da sua bunda de cima abaixo, abocanhando tanto a sua buceta ali por baixo e por entre pernas, como também a forma safada dele ao enfiar a língua enorme dele no seu rosado e pequeno cuzinho.

Ela chegou a sentir no corpo todo e principalmente na sua bunda uma explosão de espasmos involuntários com tamanha força e dominação imposta pelo velho ao lhe dar uma surra de sexo oral no meio da sua bunda... o velho tarado fez do seu cuzinho um sorvete de tanto que ele lambia e mamava, enfiando forte a língua... ela foi a loucura de bruços sentindo a língua do velho penetrando seu cu e socando lá dentro... foi o único momento de real prazer de Luciana nesse sexo forçado. Ela gemia boquiaberta e trêmula de rosto e peitos no sofá e bunda virada pra cima, domada pelas mãos pesadas e possessivas do tio do seu marido.

Seu Roberto então se ergueu por trás dela, abaixou seu short e de pau pra fora segurou Luciana pelos quadris:

- Nããããooohhhhrrr...

Ela estava ainda sob o efeito dos espasmos do sexo oral no cu, meio sem forças, onde mal gritou e já sentiu o velho metendo-lhe na buceta por trás usando de brutalidade... Luciana gemeu se tremendo ao sentir a rola grande, grossa e dura desse velho tarado lhe arregaçando a buceta por dentro conforme ele a puxava para ele pelos quadris e de imediato começou a bater virilha de uma forma ignorante:

- rraaahhhrr, rraaahhrr, nããooohhhrr... paaraaahhhhrr... rraaammmrrr...

- Quieta, querida, quieetaa... Não vou machucar você não... só quero foodeerr... rraammmrr...

Luciana de barriga e peitos no sofá era sacudida enquanto sentia a pressão do corpo avantajado do velho se impulsionando por sobre as costas dela enquanto lhe surrava a bunda com virilhadas e socava forte seu pau naquela sua bucetinha tão delicada, rosadinha e com ralinhos pelos pretos na testa... e para a idade ele era forte e dominador, a puxando e batendo, puxando e batendo virilha, fazendo a bundinha branca, redonda e lisinha de Luciana se tremer toda a cada pancada levada com força e ficar toda vermelhinha, o coroa chegava a deitar por sobre a bundinha gostosa da esposa do sobrinho sem parar de bater, bater, bater virilha e assim estocar com força a rola na buceta dela, que desesperada gemia alto de cara no sofá... velho da pica grande, grossa e dura... uns 19 cm de rola lhe arregaçando a xoxota impulsivamente, a coitada gemia de boca aberta, olhos apertados e língua pra fora que nem uma cadela cansada... e tome rola, tome rola... o velho não parava de puxa-la e soca-la na buceta... e nesse ritmo Luciana começou a sentir uma agonia tomando de conta do seu corpo conforme sentia a rola do velho lhe socando forte e insistentemente por trás junto a virilha dele lhe batendo na bunda... até que ela perde a voz gemendo de cara no sofá... se tremendo... sendo levada a um orgasmo que nas últimas semanas seu marido Arnaldo não conseguiu lhe fazer sentir igual.

Luciana gozando e o velho sem notar, apenas continuava feito um bicho a domando por trás e batendo virilha na bunda dela, socando, socando, socando, enlouquecido com a maciez da xoxota da esposa do seu sobrinho... metendo, socando, se jogando por sobre as costas e a bundinha dela... pau dentro, socando, socando... até que ele começou a se tremer todo, parando de uma vez, dando uma puxada nela pelos quadris e de virilha grudada e pressionada na branca bundinha empinada da esposa do sobrinho, de rola toda empurrada na bucetinha ele virou seu rosto pro alto e urrou feito um animal... dando uma forte esporrada dentro dela. O velho parecia que estava tendo um AVC de tanto que se tremia, agarrado a bunda de Luciana... O velho desabou sentando para um lado nesse sofá, deixando a bunda da esposa do sobrinho virada pra cima, toda avermelhada e com a sua bucetinha toda arregaçadinha e expelindo tanta porra, mas tanta porra que esse velho despejou lá dentro que chegava a pingar no sofá.

O velho foi se levantando, se tremendo aqui e ali de espasmos, suado, ofegante e segurando seu pau já mole... onde disse para a esposa do sobrinho:

- Por favor, entenda, não foi por mal...         Não conte pro seu marido, tá bom? Vai ficar tudo bem.

Luciana chorava assustada, onde ia saindo do sofá lentamente... se sentindo mal, sem nada falar com o velho tarado do tio do seu esposo.

20 minutos depois de um banho e de estar recomposta ao menos por fora, pois por dentro Luciana sentiu-se violentada pelo hóspede em sua casa, estava aqui na cozinha enquanto seu esposo Arnaldo chegava do seu trabalho, faminto e ansioso para ver se ainda tinha um resto do gostoso refogado preparado por seu tio e por ela, onde ele apenas olhou nas panelas no fogão, todo alegre, deu um beijo no rosto de Luciana ali diante da bancada da pia e mal reparou na fisionomia triste e abalada dela... e foi saindo tirar sua roupa de trabalho e depois tomar um banho. E nisso entra na cozinha o tio Roberto, olhando para ela com um sorriso em seu rosto, um sorriso de gente inocente, boa, cordial, como se fosse um velhinho fofo e generoso, abrindo a geladeira, pegando uma água, onde bebendo, ele se aproximou um pouco dela ao lado, e falou:

- Coloque um prato só pro seu marido, tá bem? Eu não vou jantar... Tô saciado por hoje.

Luciana abaixou a cabeça, de barriga e mãos na bancada da pia, onde segurou firme no cabo de uma faca... O velho saiu da cozinha e foi pra sala assistir TV.

No final da noite, Luciana em total silêncio dentro do quarto enquanto colocava sua camisola, e o marido Arnaldo sentado diante sua escrivaninha, trabalhando e ao mesmo tempo conversando com ela sem olhar para ela, falando coisas do seu trabalho e sequer perguntando a ela como tinha sido seu dia, apesar de que Luciana passa o dia em casa... Dessa vez ela simplesmente deitou e se cobriu com o cobertor, não procurou pelo esposo. E ele continuou focando no trabalho, mexendo em seu notebook, documentos e respondendo mensagens de celular... nem olhou para ela ali na cama.

Pela madrugada, 1 e pouco da manhã, Luciana desperta após pouco dormir, senta na cama em meio ao quarto escuro e se levanta, pés descalços, deixando o quarto e indo pelo escuro da casa rumo ao banheiro. No banheiro ela acende a luz, para diante da pia e se olha no espelho do armário, passa mãos em seus negros cabelos lisos... em seguida caminha até o vaso, desce sua calcinha a puxando por baixo da sua camisolinha e se senta de pernas meio abertas, colocando a mãozinha direita na buceta, apartando os lábios com dedos e começando a urinar... ela boceja, está sonolenta, preguiçosa. Quando então ela vira o rosto e vê o velho, o tio do marido ali parado diante a porta aberta do banheiro.

Luciana se levanta do vaso rapidamente, subindo sua calcinha e falando:

- Deixa de ser louco, se meu marido te pega ele mata a gente.

O tio Roberto vem então adentrando o banheiro e agarra ela pelos pulsos:

- Me larga.

Ele encarando ela a vira encostando ela na parede, olhando na cara dela, e falando:

- Ele não vai saber... só se você contar. Meu sobrinho é avoado, só pensa nele, em trabalho. Ele sequer sabe o quanto a esposa é linda, gostosa. Não é mesmo?

Nisso ele tenta beijar a boca dela e ela vira o rosto, ele chupa o pescoço dela ao lado, ao mesmo tempo desce uma mão e enfia por entre as pernas de Luciana:

- Me largaaa, me deixa voltar pro quarto... paaraaa...

Ele em pé pressionando ela de costas na parede, segurando uma mão dela pelo pulso e a com a outra por dentro da calcinha dela, onde ele bolina na xoxota dela enquanto ela se contorce em pé, mandando ele parar... até que ela empurra ele com força e sai de uma vez do banheiro, voltando quase correndo pro quarto. Se deitando na cama ao lado do marido, roncando.

No dia seguinte... a rotina se repete, Luciana saindo da cama junto com o marido logo cedo, e enquanto ele toma seu banho ela vai pra cozinha aprontar o café da manhã dele... A diferença aqui é que dessa vez o tio Roberto ficou em seu quarto mesmo, não saiu pra se colocar pra fazer o café do sobrinho, não se meteu, nem apareceu. Luciana meio que, enquanto fazia as tarefas na cozinha, ficava de olho na porta, na entrada, esperando ver ele... mas ele não apareceu.

Arnaldo já pronto com sua roupa de trabalho, e ao fim do seu café, deu um sutil beijo no rosto de Luciana e deixou a casa para ir trabalhar. Luciana por sua vez, assim que ficou sozinha na sala, foi arrebatada por um gelado em seu estômago só de pensar que ficaria sozinha de novo na casa com o tio dele... que ainda estava no quarto. E antes de dar inicio ao seu dia na cozinha, Luciana deu um tempo sozinha em seu quarto, como ela sempre faz, pois geralmente ela só começa a aprontar o almoço lá pras 10 da manhã. Nisso ela deitou em sua cama e ficou bisbilhotando seu celular... contudo, o tempo todo pensando no tio do esposo, ainda no quarto dele... e aqui deitada de bruços na cama, só num vestidinho estampado curto, Luciana vez e outra olhava pra porta meio que com receio dele adentrar de uma vez e a pegar de jeito.

A cena do sexo com ele ainda era forte em sua lembrança e em seu corpo... e aqui ela chegou até mesmo a lembrar assustada que em determinado momento enquanto era dominada e comida na marra pelo velho, ela sentiu algo... estranho... uma excitação que a levou a gozar... ou seja, mesmo sendo um sexo forçado, não concedido ela tem a certeza de que foi levada a um orgasmo. E ao relembrar disso, ela até mesmo sentiu seu corpo aqui, com ela deitada de bruços, reagir se arrepiando, seus mamilos endurecendo em seus peitos de encontro a cama... sua xoxota por baixo de seu vestido e debruçada na cama meio que... tremer... Luciana arfou, mesmo sabendo que não era correto se excitar ao relembrar de algo como um... abuso sofrido dentro da sua casa.

Luciana então deixou seu quarto e foi iniciar a preparação do almoço, nisso deu de cara com o velho bem ali na cozinha, só de calça pijama, lavando as louças do café da manhã... se virando para Luciana com um sorriso sonso em sua cara de pau e falando:

- Bom dia, querida. Dormiu bem?

Luciana não respondeu e foi direto pro armário pegar panelas e tudo mais pra começar a fazer o almoço, enquanto ele ficou ali conversando com ela, e ela quieta, esnobando ele. Ele saiu então da cozinha com uma xicara de café e um pedaço de bolo numa bandeja e foi pra sala, onde ligou a TV e ficou por lá assistindo noticiários matinais e tal. Luciana fazendo o almoço e sempre pensando nele ali, afinal, depois do acontecido no dia anterior, era somente isso que se passava em sua cabeça, no quanto esse velho era um safado, aproveitador, um tarado.

Logo ele chega na cozinha, vai direto pra pia lavar a xícara usada no seu café, e nisso ele pergunta pra ela o que ela vai fazer pro almoço, Luciana diz que não sabe ainda... na verdade ela sabe, apenas não quer puxar assunto com o velho, que por sua vez diz:

- Meu sobrinho me deu um dinheirinho, eu vou até o mercado comprar umas verduras pra uma salada, viu? Volto já.

Ela nem iria fazer salada, mas deixou o velho ir ao menos pra poder ficar longe dele uns minutos, onde ficou ali fazendo o almoço e pensando nesse velho safado e no que fazer com ele, se falava pro marido sobre ele, sendo que o marido sequer falava se já havia arrumado uma casa para ele.

Uns 20 minutos depois o velho voltou, trazendo umas sacolas de compras e colocando na mesa enquanto conversava com ela sobre como estava a feira, sobre o preço das coisas... e Luciana ali, só esnobando ele, de costas pra ele e de frente ao balcão da pia enquanto fazia algo. Ele então silenciou, ela ali de cabeça abaixada dando atenção ao almoço estranhou o silêncio dele e virou seu rosto por sobre um ombro... o velho estava parado atrás dela, olhando fixamente pra bunda dela. Luciana se virou de frente pra ele e de costas na bancada:

- Seu Roberto, por favor, pare com isso.

- Mas eu não tô fazendo nada... só tô olhando pra você, minha querida.

Ela então foi saindo de perto dele, ele segurou pelo pulso de um braço dela, puxou ela e abraçou ela de frente e corpo a corpo enquanto ela mandava ele soltar ela, ele deu passos com ela encostando ela na bancada, onde encarando ela nos olhos, disse:

- Meu sobrinho é muito trouxa mesmo, né? Como pode um cara ser casado com uma lindinha como você e não aproveitar? Só pensa em trabalho... chega em casa e é só trabalho... Pensa que eu não noto que ele não dá a mínima pra você? Uma garota nova, quente, deliciosa como você... tinha que ter um macho de verdade, que comece você todo dia... toda hora... Aposto que ele nem triscou em você ontem, né?

- Para, me larga.

Ele então, pressionando seu corpo avantajado no dela, que por ser pequena foi facilmente mantida de costas na bancada, colocou uma mão por baixo do vestido dela e por entre as pernas dela, ele enfiou essa mão por dentro da calcinha dela e apalpou a bucetinha dela... que gemeu jogando seu rosto pro alto:

- Nãããooohhhhrr...

O velho começou a bolinar forte a xoxota da esposa do sobrinho com a sua mão ali enfiada dentro da calcinha dela enquanto mantinha ela pressionada de costas na bancada, e ela gemendo, jogando a cabeça para trás, para um lado e outro, tentando empurrar ele com suas mãos nos ombros dele, pedindo pra ele parar entre gemidos... até que ela se tremeu toda, cambaleando os joelhos... abraçando ele... gozando na mão dele... Ele tirou a mão de dentro da calcinha dela, e olhando de frente pra ela mostrou pra ela a sua mão melada... onde ele esfregou na cara dela:

- Tá vendo como você gosta? Se molhou toda... Safada.

Ele foi com o rosto tentando beijar ela, ela virou a cara, ele abocanhou o pescoço dela e o chupou enquanto a abraçava e pressionava ela de costas na bancada, ela gemendo, tentando empurrar ele, foi quando ele colocou suas mãos no meio do vestido dela e o rasgou ao meio usando de brutalidade, fazendo ela gritar assustada ao tempo em que seus pálidos peitos fartos chacoalharam soltos... ele caiu de boca mamando um e agarrando o outro, ela tentando empurrar seu rosto, ele então pegou ela pela cintura e a subiu sentada na bancada, onde arreganhou as pernas dela e puxou a calcinha dela de frente da buceta dela e meteu a boca a chupando forte... Luciana deitou-se para trás em cima dessa bancada enquanto tinha a sua buceta devorada pela boca nervosa do tio do seu marido... o velho tanto chupava como ao mesmo tempo lhe socava dedos... agoniada ela gemeu se tremendo toda... chegando a um orgasmo arrebatador.

Tio Roberto então se afastou dela, meio deitada em cima da bancada enquanto sofria com os espasmos do orgasmo. E nisso foi se afastando ainda mais... onde desceu sua bermuda, mostrando seu pau duro para ela... e disse enquanto se masturbava:

- Vô te esperar no teu quarto.

Minutos depois Luciana gemia aos berros enquanto era sacudida com força, onde seus fartos peitos pálidos balançavam se arrastando na cama e a sua bundinha branca empinada tremia as carnes conforme ela tomava uma surra da virilha do velho, a pegando pelos quadris e a comendo de quatro na cama de casal dela... e o mais louco, ela gozava como nunca na rola dele lhe fodendo a buceta velozmente, sem sair de dentro... Luciana estava enfim entregue aos domínios do seu abusador, o tio do seu marido, gemendo e gozando pra ele, se mantendo bem arrebitada e sustentando ao máximo seu corpo de quatro enquanto era puxada e virilhada por ele, parecendo um louco, um animal no cio, um cachorro fodendo a sua cadela...

Não era só a forma como ele socava, mas o jeito malvado que ele sentava o tapa na bunda dela, ou a forma possessiva que ele puxava ela pelos seus cabelos enquanto lhe batia a virilha na bunda, os xingamentos dele de cachorra, de vadia, de puta... tudo deixava Luciana alucinada e completamente obediente e submissa, dando-lhe um prazer sem igual, um prazer que ela sabia que o seu marido jamais iria lhe dar e que o tio dele, um velho tarado e pervertido estava lhe dando.

Sem forças enquanto atingia um segundo e ainda mais forte orgasmo, ela caiu de cara na cama... estremecendo toda... onde sua buceta se molhava toda conforme continuava entrando na rola do velho numa socada sem dó, praticamente montado por sobre a bunda dela... e que só teve um fim quando ele encheu ela de esperma numa esporrada forte, de pau todo atolado enquanto ele a puxava pelos quadris, apertando sua virilha na bundinha dela e gemendo agoniado de rosto virado pro teto.

Logo mais ao meio dia, Arnaldo estava aqui presente, todo satisfeito com mais um almoço delicioso e cheiroso preparado por sua dedicada esposa Luciana e seu prendado tio Roberto. E sentados todos juntos à mesa da cozinha, enquanto comiam juntos, Arnaldo dava atenção ao seu gostoso prato e ora pro seu celular, e o tio, sentado do outro lado da mesa, dava atenção para a esposa do sobrinho, com os dois o tempo todo trocando olhares em meio a colheradas e goles em seus sucos. Completamente cumplices de toda essa loucura, dessa safadeza que estava rolando na casa na ausência de Arnaldo.

Depois do almoço, Arnaldo voltou pro seu trabalho e a rotina seguiu na casa... Tio Roberto deitado no sofá assistindo a um filme, Luciana no quarto descansando, tudo quieto e silencioso no ambiente, contudo, a cabeça dela estava o tempo todo pensando no que estava rolando entre ela o tio do esposo, que por sua vez estava na sala assistindo TV, e que pelo tempo parecia que não iria incomodar ela mais o restante do dia.

Ela então saiu do quarto e foi beber uma água na cozinha, inclusive deu uma olhadinha rumo a sala e viu tudo quieto, o velho estava deitado no sofá. Ela diante da geladeira aberta pegou a sua garrafinha de água e ficou bebendo... quando eis que o velho aparece e já chega encoxando Luciana por trás, chupando seu pescoço ao lado, passando mãos em seu corpo, apalpando seus peitos por sobre seu vestido, e ela gemendo:

- aaiimmrr, paaraa, para, eu não quero maaaiiss... chega, seu Robeertooo...

- Não quer mais? Eu só estou dando o que o seu marido não dá, minha querida, carinho... atenção... Você não gosta de se sentir desejada, amada? hhmmm?

Ela agoniada entre os braços do velho, se remexendo, e ele encoxando ela, chupando seu pescoço ao lado, passando mãos nos peitos dela, no corpo dela...

- Paaraaa...

Ele largou ela e se afastou um metro... encarando ela... que fechou a geladeira e ficou olhando pra ele.

- Se o meu marido descobre, a gente tá ferrado, principalmente eu.

- Mas ele não vai saber... só se você contar... Você quer contar pra ele?

Ela encostada na porta fechada da geladeira, olhando pro velho a um metro dela... onde ele simplesmente arriou sua bermuda mostrando seu pau duro pra ela... sem pegar nele... o pau pulsava sozinho pra cima e pra baixo... Luciana passava mãos em seus cabelos pretos e lisos, olhando pra rola dele... ela sabia que a rola do velho era maior e mais grossa que a rola do seu marido... seu esposo devia ter 16 cm de rola e o velho tinha 20 no mínimo... embora aparentasse ser bem mais... e o velho era sacudo, bolas rosadas grandes em um saco sem tantos pelos e que balançava. Luciana tem 24 anos, casou bem jovem, não teve outros homens, não provou de outras rolas que não fosse a do marido Arnaldo, sendo que Arnaldo nunca foi fogoso do tipo que procura ela pela casa por sexo em momentos diferentes ou que lhe faz sentir loucuras na cama.

... ela mordia o lábio inferior enquanto olhava pra rola do velho. Até que ela deu um passo a frente e se ajoelhou diante do velho, agarrando a rola dele e abocanhando.

- rraaahhhhrr... isso, minha querida, iiissoo, não se acanhe, eu sei que você está precisando disso... issoo, chupa... chupa... meu pau é todinho seu... rraammmrr...

Luciana agachada, segurando com uma mão a rola do tio Roberto ia movimentando seu rosto para frente e levando seus lábios até onde conseguia centímetros acima até perto do tronco... ela sentia as veias com o deslizar dos lábios, sentia a sua dureza petrificada, sentia a grossura... o sal da cabeça graúda e macia por sobre a sua língua... cabeça que expelia visgo peniano devido a excitação e que ela ia degustando... teve um momento em que ela foi passando a lambida por todos os lados da rola do velho, por baixo, onde ela ergueu a rola com a sua mão e foi até o saco dele, onde tentou colocar uma bola dele em sua boca... Luciana revirava os olhos em silêncio boqueteando a rola do tio do marido, os únicos barulhos eram dos lábios dela estalando e o barulho típico da socada de rola na boca... aqui e ali ele na maldade segurava a cabeça dela e impulsionava a virilha e a rola na boquinha dela... obrigando ela a fazer um gargarejo, engolindo o máximo, fazendo a cabeça entalar em sua garganta e que lhe fazia lacrimejar e tossira tufos de baba... e ela ofegante mandava ele parar... voltando ela mesma a chupar do jeito que ela queria, chegando a mover mais e mais rápido seu rosto pra frente, pressionando com mais força os lábios ao chupar, chupar, chupar... e o velho com uma mão na cabeça dela cambaleava de tesão, gemendo agoniado... falando:

- Afasta a cabeça um pouquinho, vai... assim, abre a boquinha e coloca a língua pra fora, vai.

Ela obedeceu, e o velho segurando seu pau com uma mão e a outra mão apoiada na cabeça de Luciana agachada, bateu uma punheta e logo começou a gemer agoniado enquanto a cabeça da rua rola disparava esguichos de esperma bem dentro da boquinha da esposa do sobrinho... o velho gemia alto, se tremendo... Luciana de boca cheia simplesmente a fechou e engoliu tudinho.

Os dias foram passando na casa do jovem casal Arnaldo e Luciana, e as transas entre Luciana e o tio Roberto viraram costume. Na verdade, todas com ele pegando ela meio que contra a vontade dela, pois Luciana tinha horas que chorava escondida por saber que estava envolvida em algo que era errado e que poderia prejudicar ela com o esposo. Ela morria de medo e chegava a se perguntar porque estava se permitindo isso.

Às vezes ela estava fazendo as tarefas na cozinha, de frente ao balcão da pia e o velho chegava nela, encoxando ela por trás, metendo uma mão por baixo de seu vestido e apalpando sua bunda e xoxota por dentro da sua calcinha... Ele também chegava a simplesmente tirar a calcinha dela e ficar cheirando diante dela... Em outros momentos ele se agachava por trás dela enquanto ela cozinhava, levantava o vestido dela atrás, beijava a bundinha branca dela toda, arreganhava e metia a cara no meio, chupando o cuzinho dela.

Outra vez ele chegava todo tarado e violento, rasgando o vestido dela, deitando ela na mesa da cozinha e começava a derrubar tudo de cima enquanto dava solavancos nela metendo-lhe a rola na buceta a base de fortes estocadas entre as pernas, fazendo Luciana gemer alto agoniada e pedir para ele ir com calma porque estava a machucando.

Tinha vez que era na sala, depois do almoço, quando o esposo Arnaldo voltava para seu trabalho, onde o velho sentava no sofá de calça arriada e pau duro sendo mantido pela sua mão apontado pra cima e mandava ela sentar... O velho adorava tomar surra dos peitos pálidos e grandes de Luciana na sua cara enquanto ela saltitava montada no colo dele, galopando freneticamente ao foder o pau dele com a sua buceta.

Do sofá a foda terminava no chão, com ela agoniada e ele feito um louco, bombando forte entre as pernas dela e só parava quando enchia a buceta dela de porra.

O velho também já estava tomando banhos com ela, onde ele exigia que ela deixasse a porta destrancada, assim ele entrava e se juntava a ela, e ele mesmo passava sabonete no corpinho dela, e nisso ele virava ela de costas pra ele, onde ela apoiava as mãos na parede de azulejos enquanto ele por trás a pegava pela cintura e batia forte a sua virilha na bundinha molhada e ensaboada dela, metendo-lhe a rola na buceta.

Certa manhã ele arriou a calça e chamou ela pra se ajoelhar e ele ficava simplesmente batendo com o pau na carinha dela, chamando ela de sua putinha e demais humilhações... Noutros dias era esporrada entre as pernas depois de foder a bucetinha dela... Porra na bunda dela depois de comer ela de quatro... Porra na cara... Nos peitões dela enquanto ela pagava uma espanhola nele... Luciana vivia recebendo o esperma branco e grosso do tio do esposo em seu corpo.

O safado e pervertido do velho chegou a fazer ela andar pelada e de quatro pela casa enquanto dava tapas na bunda dela, chamando ela de sua cadelinha. Luciana chorava em meio a tamanha humilhação.

Já se passavam dois meses e nada de Arnaldo arranjar uma casa pro velho ir morar. Na verdade o próprio Arnaldo estava gostando das comidas feitas pelo tio e por todas as coisas boas e trabalhos que ele fazia em casa, aliás, a própria Luciana era obrigada pelo tio Roberto a falar coisas boas dele para seu sobrinho. E assim ele ia virando de hóspede a morador fixo.

Certa vez, pela manhã, logo depois que Arnaldo saiu para trabalhar, Luciana estava ali na cozinha diante da pia, lavando as louças do café da manhã, ciente de que o velho poderia aparecer a qualquer minuto na cozinha e fazer algo safado e abusivo com ela, afinal, essa era a sua rotina... E eis que o velho acordou, saindo do quarto e tal, só de calça pijama, bocejando, coçando seu peito e com a cara ainda sonolenta...

Ele chegou junto dela perguntando o que tinha pra tomar café... ao mesmo tempo passando a mão nas costas dela e beijando o rosto dela ao lado, parecendo marido dela, cheio de intimidade com ela e ela deixando por já estar submissa a ele.

O certo é que o velho ali ao lado dela, acariciando as costas dela pelo decote dianteiro de seu vestido, foi descendo essa mão dele até a bunda dela, onde ele acariciou por cima do vestido, deu um tapa que ela gemeu de dor, mandando ele parar... aí ele desceu ainda mais e enfiou essa mão por baixo do vestido para melhor pegar na bunda de Luciana.

O velho então se afastou deixando a cozinha, porém, falando:

- Vem aqui no meu quarto, anda.

Luciana, obediente e submissa, até mesmo sentindo medo, entrou no quarto dele e ele ali de calça arriada enquanto se masturbava, mandou:

- Tira a roupa todinha e vira de quatro na cama. Agora.

Logo ela estava aqui peladinha, com seu pequeno e gostoso corpo pálido nu... onde então ela foi colocando joelhos e mãos na cama, se ajeitando de quatro como ele bem queria, de bundinha toda virada para ele. Tio Roberto chegou chegando, agarrando a bunda pálida e empinadinha da esposa do sobrinho a base de beijos, lambidas e chupadas de cima abaixo, nas duas nádegas e principalmente no meio, bem no cuzinho dela, onde ele abriu a bunda dela com as mãos e caiu de cara no meio fazendo Luciana se tremer e se arrepiar todinha, dando uma surra de chupadas no cuzinho dela... do cu a buceta, da buceta ao cu.

Luciana meio que não se aguentava com tantos espasmos lhe destruindo toda, e o velho tarado lhe domando a bunda de um jeito agressivo enquanto lhe enfiava a língua no cu, socando, puxando a bunda dela pra cara dele e mamando no cuzinho dela com força... ora dando lambidas devassas no rego da sua bunda com movimentos bruscos de rosto de baixo pra cima, ora descendo e abocanhando a xoxota dela e espremendo com a sua boca como se fosse uma laranja sendo devorada... o velho levou a esposa do sobrinho a ter um orgasmo tão intenso aqui que ela se desequilibrou entre estremecimentos e caiu de bruços na cama... mas logo ele surrou a bunda dela:

- Não deita, caralho, de quatro. Empina, empinaa...

Ela obedeceu como uma boa serva submissa, porém sob o efeito de espasmos involuntários que lhe destruíam o corpo nu... O velho então se ergueu por trás, domando a bunda de Luciana com uma mão, onde com a outra ele enfiou dois dedos na buceta dela e começou a socar tão freneticamente e com tanta força que Luciana descontrolou-se a gritar, gritar, gemer alto, gritar... até que a sua buceta, sendo socada pelos dedos acelerados dele, esguichou um forte volume de suco...

Luciana voltou a desabar de bruços de tanto espasmos e de tão exausta que ficou com tamanha gozada com esguicho... e o velho tarado do tio Roberto, se aproveitando do estado lisérgico do corpo de Luciana, caiu de cara na bundinha dela espremendo seu rosto no meio e chupou forte o cuzinho rosado dela, socando a língua bem dentro... Luciana de bruços era toda espasmos e gemidos... agoniada ao extremo com a forma afoita que esse velho tarado fuçava a sua bunda com o rosto dele, lhe lambendo e chupando o cu de um jeito devasso.

Quando então ele a puxou pelos cabelos e com um tapa forte na bunda que ficou a marca e ela gritou de dor... a recolocando de quatro:

- De quatro, safada, anda... é assim que quero você, que nem uma cachorrinha, aandaa...

E a domando por trás, na base da puxada pelos cabelos dela, onde ela de quatro arrebitou ainda mais a sua bundinha cujo cuzinho estava escorrendo saliva e cuspe de tão chupado que foi, ele empurrou sem dó o seu pau... Luciana se tremeu de dor, pedindo chorando pra ele tirar... mas o velho tarado queria justamente isso nessa manhã... comer o cu da esposa do sobrinho. E ele ainda nem tinha tentado, pois ele não teve pressa.

O velho domou de forma possessiva Luciana toda arrebitada de quatro, com uma mão nos cabelos dela e a outra em um quadril, onde com a cabeça rosada e graúda do seu pau duro e grosso já transpassado pelas rosadas preguinhas arregaçadas dela, começou uma movimentação para frente e para trás conforme ele mexia seus quadris... mandando ver uma socada no cuzinho cor de rosa da esposa do sobrinho com vontade, sem dó e nem piedade, ao tempo em que a puxava constantemente, puxando e socando, puxando e socando, puxando e socando... e ela se vendo de dor com o vai e vem da rola do velho reagia aos berros:

- AAAIIIMMRR, AAAIIMMRR, AAAAHHHRR, AAAAHHHRR, AAIII FILHO DA PUUTAAA, MEU CUUU NÃÃÃOOOOHHH...

E o velho louco:

- aaahhh, que cu mais apertaadoo, hhmmmrr... o bosta do meu sobrinho não mete rola nesse seu cuzinho não, minha linda? Então fica assim, fica assim mesmo de quatro que eu vou comer ele beemm gostoosoo, hhhmmmmrr...

O velho tarado chegou a montar no rabinho branco e redondo de Luciana de quatro, com seu cacete engatado no meio, onde ele cavalgou socando, socando, enterrando até o talo no cuzinho dela... que velho da pica grande, grosa, dura... agressiva... arrombando com força o cuzinho da esposa do sobrinho, que estava com seu rostinho delicado tomado por expressões de dor e pura agonia, se acabando de chorar enquanto tomava na sua bunda na marra pelo abusador do tio do marido.

Ela manteve-se de quatro como pôde, aguentando os solavancos do velho montado na sua bunda, batendo virilha e lhe socando a pica no cu, onde colocou uma mão por baixo em sua própria xoxota e começou a tocar uma siririca no seu grelinho na tentativa de aliviar a dor em seu cu sendo constante e freneticamente fodido pela rola do velho montado em sua bunda. E o velho, com seus trejeitos descontrolados, batia virilha e tome pau no cuzinho da esposa do sobrinho, tome rola, tome rola, socando, socando, batendo virilha e socando até tacar o saco atrás dela... botando pra arrombar ela... e ela naquela agonia de sentir a vara do velho lhe socando o cu sem sair de dentro, acelerou a sua mãozinha na buceta, até que veio um puta orgasmo... onde ela se tremeu toda... revirando os olhos, boquiaberta soltando ar... pau ainda fodendo seu cu e ela gozando na siririca... o gozo na buceta acabou dando a falsa impressão de ter gozado no cu também.

Tio Roberto ali domando a bunda dela, socando a pica no cuzinho dela, gemeu agoniado e parou de uma vez... deitando de bruços nas costas de Luciana, que desabou com o peso dele por cima dela... o velho de virilha encaixada na bundinha dela, de pau atolado no cu dela, gozava... enchendo o cu da esposa do sobrinho de porra.

O velho ficou tão saciado com essa comida de rabo que deu na esposa do sobrinho que no restante do dia deu um desconto pra ela e não a procurou.

Ao final da tarde Arnaldo voltou pra casa, nem notou no semblante da esposa que ela tinha passado por uma humilhação em casa, foi tomar seu banho, em seguida ficou na mesa da cozinha enquanto ela servia o restante do almoço e que ela esquentou... e Luciana nem ficou ao lado dele, foi pro seu quarto.

Porém, nesse dia, nessa noite, Arnaldo enquanto se arrumava para deitar ao lado da esposa, que já estava na cama, falou:

- Ah, amor... deixa eu te contar. Amanhã de manhã vou levar meu tio Roberto pra casa nova dele. Arrumei uma, fica em outro bairro, mas é segura e confortável. Ele vai gostar.

Luciana chegou a sentar na cama de tão surpresa com a notícia e a perguntar se era sério mesmo. Arnaldo confirmou que sim.

Na manhã seguinte, Luciana estava com um sorriso estampando seu rosto, fez um café delicioso pra seu amado marido e até cantarolava... já o velho, o tio Roberto, olhava para ela com ar de tristeza, demonstrando claramente o interesse de não ir para essa casa nova... mas ele já estava pronto, arrumado, com sua bagagem e com o sobrinho Arnaldo chamando ele para enfim irem. E assim o hóspede deixou a casa do casal.

Foi praticamente um recomeço para Luciana dentro da sua própria casa, onde ela se sentiu segura e livre, porém, fez questão de deixar o portão fechado sempre que o marido ia trabalhar, pois aí evitava de uma visita qualquer do velho tarado a qualquer momento, afinal, ela atenderia ele se quisesse, e a sua intenção era manter a distância dele depois de tanto ser submetida aos caprichos abusivos dele. Contudo, apenas uma coisa não mudou em sua casa e rotina, a falta de atenção, olhares e desejo por parte do marido Arnaldo, que continuava dando mais atenção pro seu trabalho do que para ela. Era como se Luciana tivesse voltado a ser virgem depois de semanas sendo comida de tudo o que era jeito pelo tio do marido. E nisso, na cama, enquanto ela estava aqui deitada para um lado e o marido para o outro, no meio do escuro do quarto assim que se deitaram para dormir sem sexo. Ela perguntou:

- Amor?

- hhmm.

- Tu gostou do bolo que eu fiz hoje?

- hum-rum.

- Tô pensando em fazer outro amanhã e levar de presente pro teu tio Roberto.


FIM!


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Ficha do conto

Foto Perfil feh6969
feh6969

Nome do conto:
O hóspede

Codigo do conto:
266816

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
11/07/2026

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