Muro baixo



Dieguinho amanheceu de pau duro, só pensando em comer buceta. Nas verdade, louco de vontade de comer uma certa buceta.


Nem se calçou e só de bermuda pulou o muro do seu quintal e já estava no quintal da casa de Juliana, a dona da buceta que ele adora comer... Juliana estava ali mesmo no quintal, lavando roupas, toda molhada da cintura pra baixo de tanto esfregar as peças no tanque de cimento.


Logo ela colocou um sorrisão ao vê-lo chegando nela por trás numa encoxada bem firme e forte, a safada até gemeu, ao mesmo tempo ele chupava afoitamente todo o pescoço moreno dela... ela ria numa mistura de cócegas e tesão, mandando ele parar, chamando ele de safado, falando que tinha muita coisa pra fazer em casa.


Dieguinho passava as mãos nela toda, da sua cintura acima, agarrando seus peitões e os apalpando, arrancando os dois de dentro do decote aberto do vestido dela... ele ficou ali, encoxando ela por trás, chupando o pescoço dela e com os peitos dela em suas mãos, amassando ambos... a morena gemia e revirava os olhos, sentindo o pau duro dele por dentro da bermuda dele e contra a sua bunda.

Ele então empurrou Juliana de barriga por sobre o tanque e por trás ergueu o vestido dela... e que rabo Juliana tinha... nossa, uma bela bunda morena com marquinha de biquíni... pois Juliana curtia vez em quando tomar sol de biquíni no seu quintal. Dieguinho agarrando a bela bunda de Juliana caiu de cara, beijando-a todinha, depois lhe arrancou a calcinha pelas pernas abaixo, onde ele arreganhou as nádegas dela com as mãos e ficou se deliciando com os olhos aquele seu cuzinho tesudo e nisso enfiou-lhe a língua... fazendo a safada gemer de tesão.

Foram alguns minutos de sexo oral, tanto ele lambendo o cuzinho dela, como descendo o rosto e lambendo mais embaixo, na sua buceta... E Juliana de barriga no tanque, gemendo e pedindo mais, mais... Dieguinho não podia demorar, pois seu pau estava doendo de tão duro, assim ele desceu sua bermuda e de pau na mão deu uma esfregada na buceta de Juliana por trás e meteu... a safada de barriga e mão apoiadas no tanque gemeu arrebitando a bunda pra ele, que segurando ela pelas ancas começou a socar... batendo mais e mais a virilha na bunda dela.

Juliana ficou maluca com essa piroca lhe fodendo a buceta... que tesão da porra ser fodida assim, no quintal da sua casa... Dieguinho igualmente gemendo, se deliciando com o quão molhadinha, quentinha e macia era a buceta dessa morena gostosa... essa buceta que ele se acostumou a foder de um tempo pra cá... desde o dia em que ela foi passando ao lado do campinho de terrão toda numa calça jeans colada e uma blusinha ressaltando seus peitões, voltando do supermercado, e ele estava jogando bola com os amigos... nisso ele se ofereceu para ajudar ela com as sacolas até a casa dela e daí em diante foi foda atrás de foda.

Juliana subiu uma perna nesse tanque, ficando ainda mais arrebitada pra ele, que domava firme e forte ela por trás e tome virilhada em sua bunda gostosa com toda a velocidade que ele conseguia impor em seus quadris, e tome rola na buceta dela, tome rola... e agoniada ela começou a gozar no entra e sai dessa delícia de rola lhe fodendo a buceta intenso, frenético, onde ela chegou a se tremer toda, faltando o ar.

Dieguinho a virou de frente pra ele, ela se sentou de costas na beirada desse tanque, e ele em pé no chão e por entre as pernas dela voltou a lhe enfiar a rola na buceta, ele segurando por baixo de suas coxas começou a foder-lhe forte, veloz, virilhando no meio dela e ela abraçada ao redor do pescoço dele, gemendo e pedindo toda manhosa:

- iiissoo, iissoo, não paaraa, não paaraaa, me dá roolaa, me dá roolaaa... aaiii, filho da puuta do pau gostooosooo, iissoo, me fooodeeee...

Era cada lapada de virilha no meio das pernas abertas da morena que ela faltava o ar de tanto gemer e gozar no vai e vem da rola dele dura feito ferro. E nessa paulada constante e sem tirar de dentro, Dieguinho falou gemendo e ofegante que ia gozar... Juliana igualmente gemendo e falhando a voz, disse:

- Goza na minha boocaa, goozaaa...

Dieguinho desceu ela do tanque, ela se abaixou diante dele, que enfiou a rola na boquinha dela e ela gemendo e revirando os olhos sentiu vários esguichos de porra lhe inundando quentinho por sobre a língua garganta abaixo. E Dieguinho todo agoniado, cambaleando e segurando seu pau urrava enquanto gozava.

Neste momento houve um intervalo repleto de abraços, carícias e muito beijo de língua entre eles, os dois pelados, corpos molhados se roçando, a água da torneira caindo no tanque e derramando de tão cheio e Dieguinho ainda de pau duro de tesão, querendo mais... Logo ele pegou algumas calças e camisas que Juliana estava lavando e jogou no chão do quintal ao lado desse tanque... Juliana se colocou de mãos e joelhos por cima dessas peças de roupa, de quatro que nem uma cachorra... Dieguinho se posicionou em pé e de pernas abertas por sobre a bundona dela, onde segurando seu pau encaixou no cuzinho dela e foi empurrando.

Juliana evitou gritar pra não chamar a atenção dos vizinhos dos lados, mas a dor foi imensa, apesar de que o seu cu já foi fodido várias vezes pela rola de Dieguinho, e que por sua vez domava ela por trás enquanto lhe empurrava até o talo, e assim começou a socar... comendo a raba de Juliana ali no quintal da casa dela.

A morena ali toda molhada ao lado do tanque de lavar roupas, no quintal de casa, de quatro por sobre peças de roupa enquanto era montada e galopada, sendo sacudida a cada pancada de virilha em sua bunda enquanto sentia o entra e sai da rola do jovem Dieguinho indo fundo no seu cu num vai e vem sem tirar de dentro e tomando velocidade conforme ele sentia as pregas dela arrombando.

A morena se desesperou de tesão, dando uma gozada intensa no vai e vem da benga do seu comedor preferido... se tremendo toda, e o tarado do Dieguinho mesmo vendo ela gozar, se tremer, se arder de dor e prazer anal, continuou mandando ver montado nela... a puxando ora pelas ancas, ora pelos ombros... e tome rola, tome rola no cuzinho da safada.

Vez em quando ele tirava do cuzinho dela, metia em sua buceta e socava por alguns minutos, depois voltava a meter no rabo dela e dava nela um sacode que fazia os peitões dela por baixo balançarem forte... com muita surra de virilha junto a tapas que ardiam em sua bunda molhada... tapas e mais tapas, e a morena gemendo e tomando no cu.

... mais uma gozada ela deu, mais uma bela comida no rabo de Juliana, como tantas vezes ele tem comido.

Ali mesmo diante do tanque Dieguinho se jogou um pouco de água pra tirar do seu corpo o calor da foda, lavou seu pau, vestiu sua bermuda e deixou o quintal da sua morena do mesmo jeito que entrou, pulando o muro.

Horas mais tarde, Dieguinho estava na rua, pés descalços, só de bermuda, corpo suado, cheio de energia e vigor no auge dos seus 16 aninhos, empinando pipa... até que alguém que foi passando na rua o cumprimentou, era Sampaio, motorista de ônibus, que vinha passando na rua à pé. Dieguinho o cumprimentou e continuou a empinar sua pipa.

Sampaio entrou em sua casa, tomou seu banho, colocou de novo sua farda de motorista, pois daqui a pouco ele vai voltar pro trabalho, mas no momento sentou à mesa da cozinha enquanto era servido seu delicioso, quentinho e cheiroso almoço pela sua prestativa esposa Juliana.


E vida que segue.

FIM

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Muro baixo

Codigo do conto:
265814

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
01/07/2026

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